Proposta res-guias-de-estudo

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correção dos guias de estudo HGP 6º Ano - Porto Edtora

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Proposta res-guias-de-estudo

  1. 1. 1 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora Guia de Estudo n.º 1 1. – Holandeses, franceses e ingleses – Brasil 2. No reinado de D. João V chegaram ao reino produtos do Brasil. O açúcar " produzido nos chamados engenhos de açúcar O ouro e as pedras preciosas " descobertos pelos bandeirantes 3. Fui levado de Angola para o Brasil, transportado num navio, negreiro, empilhado no fundo do porão com outros negros, e fui vendido no mercado de escravos da cidade de Recife. Uma vez fugi, mas fui logo apanhado por um capitão do mato. Os únicos que me defendiam e aos outros escravos eram os Jesuítas. 4. Enviando ricas embaixadas a Viena (Áustria), Roma e Paris. 5. Não reuniu cortes no seu reinado. 6. O luxo na corte de D. João V Os paços reais Eram: Palácio da Ribeira, Paço de Belém, Palácio das Necessidades. Decorados com: quadros, tapeçarias, louças da Índia, pratos. Os dias de festa Havia: bailes, concertos, jogos de salão. Serviam-se: banquetes intermináveis, café, chocolate. Espetáculos e transportes Assistiam a: touradas, ópera, teatro. Faziam-se transportar em: coches, seges, berlindas e liteiras. 7. A nobreza era um grupo social rico que vivia dos rendi- mentos das propriedades. O clero era rico e poderoso e beneficiava da proteção do rei. O povo vivia com muitas dificuldades e pagava pesados impostos. 8. – Procissão do Corpo de Deus – Cristãos-novos – Convento, o Palácio Real, igreja e biblioteca – Aqueduto das Águas Livres – Talha dourada, azulejos e mármores Guia de Estudo n.º 2 1. Quando, em 1755, D. José I subiu ao trono, o Reino estava numa grave crise económica porque: – o ouro que chegava do Brasil era cada vez menos – a agricultura não produzia – as indústrias eram poucas Por isso, o rei nomeou para seu ministro Sebastião José Carvalho e Melo que tinha vivido muito tempo no estrangeiro. 2. O terramoto de 1755 – Deu-se a 1 de novembro de 1755 – Matou mais de 20 000 pessoas – Destruiu parte da cidade de Lisboa Fez com que o marquês de Pombal construísse a “Lisboa Pombalina” Características: – ruas largas e perpendiculares – edifícios harmoniosos – Praça do Comércio 3. Para tendas no jardim. 4. O fogo. 5. Manuel da Maia e Eugénio dos Santos. 6. D. José I. Propostas de Resolução dos Guias de Estudo
  2. 2. 2 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 7. – Através da Imprensa – Gazeta de Lisboa 8. Reformas pombalinas Económicas – Novas indústrias – Companhias comerciais Sociais – Perseguiu a nobreza, o clero e os Jesuítas – Protegeu os comerciantes e os burgueses – Proibiu a escravatura No ensino – Criou Escolas Menores – Reformou a Universidade de Coimbra 9. Odiado por uns Quem? Nobreza e clero. Amado por outros Quem? Comerciantes e burgueses. Guia de Estudo n.º 3 1. A cor vermelha da bola de fogo. 2. A Revolução Francesa – Onde e quando aconteceu: País – França Ano – 1789 – Um objetivo dos revolucionários: acabar com o poder absoluto do rei As “novas ideias”: – todas as pessoas eram iguais perante a lei; – a liberdade era um direito de todos. O grito revolucionário: – Liberdade – Igualdade – Fraternidade 3. Foi morto. 4. – Chamo-me Napoleão, fui imperador dos franceses e dominei quase toda a Europa. – Em 21 de novembro de 1806 decretei o Bloqueio Continental, mas Portugal porque era aliado de Inglaterra não aderiu. – Por isso, no ano de 1807, mandei as tropas do general Junot invadir Portugal e marchar em direção à cidade de Lisboa. 5. Partiu para o Brasil. 6. – Coches – 15 000 pessoas – Joias, pratas, móveis, livros – A rota da viagem para o Brasil 7. Medidas tomadas por Junot – Mandou colocar a bandeira francesa no Castelo de S. Jorge. – Passou ele próprio a governar Portugal em nome de Napoleão. – Distribuiu cerca de 50 000 soldados por todo o terri- tório português. 8. – Tudo o que lhes parecia ter algum valor. – Instrumentos agrícolas. – Chaves, Guarda, Porto. – Marvão, Vila Viçosa, Évora. 9. Guerra Peninsular Invasões Francesas 1.ª 1807 comandada por Junot 2.ª 1809 comandada por Soult 3.ª 1810 comandada por Massena – País que ajudou Portugal: Inglaterra – Principais batalhas: Buçaco, Linhas de Torres – Ano em que os franceses se retiraram: 1811. Guia de Estudo n.º 4 1. Razões que levaram à Revolução de 1820 A população vivia descontente. – A Família Real vivia no Brasil.
  3. 3. 3 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora – O reino estava pobre e desorganizado. – Os ingleses controlavam o comércio. Havia muita gente a querer um governo liberal que garantisse: – a liberdade; – a igualdade. 2. A Revolução de 1820 – Nome da sociedade secreta que preparou a revolução. Sinédrio – Grupo social mais representado na sociedade secreta. Burguesia – Nome do juiz que liderava a sociedade secreta. Manuel Fernandes Tomás – Onde e quando rebentou a revolução. Porto, em 1820 – O que aconteceu aos ingleses. Foram afastados do reino – Modo como a população apoiou os revoltosos. Dando vivas e repicando sinos – Nome do documento que, segundo o coronel Sepúl- veda, faltava no reino. Constituição 3. Logo após a Revolução realizaram-se eleições para as Cortes Constituintes. Foram essas Cortes que fizeram a Constituição de 1822. Eu, que me chamo Fernandes Tomás, também fui eleito deputado. Ao todo éramos 181 deputados. Reuníamo-nos em Lisboa no Palácio das Necessidades e demorámos 20 meses a acabar o nosso trabalho. 4. Igualdade e liberdade dos cidadãos. 5. D. João VI temia que as Cortes o afastassem do trono português. 6. – O livro da Constituição. – Colocando a mão direita do rei em cima do livro que representa a Constituição. 7. Em 1820 a forma de Governo mudou Passou-se de uma monarquia absoluta Nesse tipo de monarquia o rei tinha todos os poderes Para uma monarquia liberal Neste tipo de monarquia os poderes eram divididos: – pelas Cortes (Assembleia de deputados); – pelo Governo (rei e ministros); – pelos Tribunais (juízes). Guia de Estudo n.º 5 1. – Sede do Governo – Escolas, hospitais, teatros, bibliotecas – Os portos brasileiros foram abertos aos comerciantes estrangeiros 2. O príncipe D. Pedro. 3. “Independência ou morte” 4. Foi coroado imperador do Brasil. 5. A nobreza e o clero. 6. Os liberais “… na sua maioria burgueses (comerciantes, proprie- tários, juízes, médicos, advogados)…” Os absolutistas “… na sua maioria nobres e clérigos…” 7. D. Maria da Glória D. Pedro D. Miguel 8. Para se juntar aos liberais e aí organizar um exército. 9. Guerra Civil Início (ano) 1832 Fim (ano) 1834 – Grupos em confronto. Liberais e absolutistas – Local de desembarque das tropas de D. Pedro. Pampelido / Mindelo – Flor que traziam os soldados de D. Pedro nas espin- gardas – Hidrângeas ou hortênsias C A B
  4. 4. 4 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora – Cidade ocupada pelos liberais. Porto – Principais batalhas entre liberais e absolutistas. Asseiceira, Almoster – Nome de acordo de paz. Convenção de Évora Monte – O que aconteceu a D. Miguel. Foi expulso de Portugal 10. D. João VI 1816-1826 D. Pedro IV 1826-1828 D. Miguel 1828-1834 D. Maria II 1834-1853 Guia de Estudo n.º 6 1. 1.1 Tinha perdido o Brasil, sofrera as invasões francesas e a guerra civil 1.2 Desenvolver e modernizar o país 1.3 D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís e D. Carlos 2. Medidas para a modernização da agricultura A divisão da terra – extinção do direito de Morgadio – entrega dos terrenos incultos a agricultores; – venda de terras que tiraram aos mosteiros e aos nobres. As novas técnicas – a utilização de sementes selecionadas e de adubos; – aplicação da alternância de culturas; – utilização de novas alfaias e máquinas agrícolas fei- tas em ferro. Estas medidas provocaram: – um aumento das áreas cultivadas; – um aumento das produções. 3. Desenvolvimento da exploração mineira – Para fazer um melhor aproveitamento das minas foram concedidas licenças. – O cobre, o ferro e o carvão eram os minerais mais procurados. 4. – Por poços – Muito difíceis – Porque os túneis eram estreitos – Máquina a vapor * * * 5. A modernização da indústria – Utilização de grande número de máquinas movidas a: força da água, força do vento e força dos animais. – Construção de grandes fábricas localizadas princi- palmente em 2 áreas: Porto/Braga/Guimarães, Lis- boa/Barreiro/Setúbal. Consequências: – Produz-se em muita quantidade; – Gasta-se menos tempo; – Os produtos eram feitos em “série”; – O custo dos produtos é mais barato. 6. – o horário de trabalho " muitas horas diárias – a segurança " acidentes – a mão de obra " muitas mulheres e crianças Guia de Estudo n.º 7 1. As estradas na segunda metade do século XIX – Construíram-se muitos km de novas estradas. – As novas estradas eram feitas em macadame que era uma mistura de pedras pequenas e saibro. – A viagem Lisboa-Porto, que, no início do século XIX, demorava sete dias, passou a fazer-se em 34 horas. – Nelas circulavam diligências ou mala-posta, que transportavam passageiros e a mala do correio. 2. Linhas de caminho de ferro. 3. – Locomotiva a vapor – Para ser fácil colocar o carvão na máquina – Passageiros e mercadorias 4. Um dia festivo A primeira viagem de comboio Personagens importantes O rei D. Pedro V e a família real 5. A circulação de pessoas e mercadorias era mais rápida, barata e segura. 6. Máquina de escrever; telégrafo elétrico; telefone; autocopistas; fonógrafo.
  5. 5. 5 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 7. Os correios e os jornais diários. 8. – 1864 – Nome, sexo, idade, local onde vivia, estado civil e profissão – Permitiam programar e melhorar a sua governação – Melhor alimentação, melhor assistência médica, maior higiene 9. Reformas no ensino – no ensino primário: passou a ser obrigatório e gratuito; – no ensino liceal: criou-se um liceu em todas as cidades capitais do distrito; – no ensino técnico: criaram-se escolas comerciais industriais e agrícolas. 10. “Grande parte da população continuava analfabeta.” 11. Os governos liberais preocuparam-se com a vida humana porque publicaram leis para acabar com algu- mas situações degradantes e desumanas. Guia de Estudo n.º 8 1. A vida quotidiana no campo No campo viviam: – os donos das terras: nobres, burgueses; – os que trabalhavam as terras: gente do povo (camponeses, rendeiros, jornaleiros, moços de lavoura). O dia a dia dos que trabalhavam as terras Trabalho: de sol a sol Habitação: casa pequena onde a cozinha era a principal divisão Alimentação: pouca e pouco variada Vestuário: variava com o clima e os trabalhos de cada região Distrações: feiras, festa da igreja e romarias 3 A sua vida era difícil 2. A fuga dos trabalhadores do campo – Uns foram para os centros urbanos como Lisboa e Porto. – Outros emigraram principalmente para o Brasil 3 – Procuravam: trabalho e melhores condições de vida. 3. Comprar terrenos e construir uma casa luxuosa 4. A modernização das cidades Novas construções – Avenidas – Pavimentação de ruas – Passeios nas ruas – Jardins – Edifícios públicos – Pavilhões de exposições Razões que contribuíram para o desenvolvimento das cidades: – Meios de transporte – Aumento da população Serviços públicos – Água canalizada – Esgotos – Recolha de lixo – Bombeiros – Policiamento – Iluminação pública 5. A vida quotidiana nas cidades Nós pertencemos a grupo social que se destaca pela riqueza e profissões: industriais, banqueiros, comer- ciantes. Somos burgueses. Há até quem tenha títulos de nobreza dados pelo rei. Habitamos em luxuosas moradias ou confortáveis andares e a nossa alimentação é abundante e variada. Vestimo-nos à moda francesa e compramos as toilettes nos grandes armazéns de Lisboa e Porto. Somos os maiores frequentadores dos jardins, como o Passeio Público em Lisboa, onde podemos passear, ouvir música e conversar. À noite vamos à ópera, teatro e cafés. E no verão todas as famílias vão aos banhos ou às termas.
  6. 6. 6 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora Nós pertencemos às classes populares e somos a maioria da população da cidade. Desempenhamos muitas profissões como vendedores ambulantes, operários fabris, escriturários, criadas, empregadas de balcão. Alguns de nós andam pelas ruas a apregoar os seus produtos. Habitamos em bairros, em Lisboa chamados “pátios” e no Porto “ilhas”. O nosso vestuário é simples e adaptado à profissão. Os divertimentos são poucos mas encontramo-nos ao fim do dia nas tabernas e nas tascas do bairro. Os operários constituíram um novo grupo, o opera- riado, e começaram a protestar contra os baixos salá- rios e as condições de trabalho. Guia de Estudo n.º 9 1. “Aqueles que já eram pobres – operários, agricultores e outros trabalhadores – estavam cada vez mais pobres.” 2. – Que as terras africanas seriam dos países que as ocupassem efetivamente. – Exigir para si os territórios compreendidos entre Angola e Moçambique. – Ordem de Inglaterra para que os portugueses desocupassem imediatamente os territórios situados entre Angola e Moçambique ou o Governo inglês declarava guerra a Portugal. 3. Partido Republicano Português – Queria que a forma do governo fosse uma república e não uma monarquia; – À frente do país devia estar um Presidente da Repú- blica eleito e não um rei. – Fazia a sua propaganda em jornais e revistas – Organizou uma grande manifestação em Lisboa e, no dia 31 de janeiro de 1891, a primeira revolta armada no Porto 4. Porque o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe foram assassinados. 5. – Medo, pânico – Dor, tristeza 6. A Revolução do 5 de Outubro de 1910 Foi a primeira grande revolução do século XX em Portugal. Grupos em confronto: – Republicanos – Monárquicos – As tropas republicanas instalaram-se na Rotunda e aí construíram barricadas com a ajuda de muitos populares. – No Tejo estavam navios de guerra que apoiavam os republicanos. – Apesar dos monárquicos terem ocupado o Rossio, a revolução triunfou. Foi proclamada a República a partir de uma janela da Câmara Municipal de Lisboa. Para dirigir o país foi nomeado um Governo Provisório. Os novos símbolos da república: – Hino Nacional – Bandeira (verde e vermelha) 7. Na república – Presidente da República – O Presidente da República é eleito – O Presidente da República governa por um período de tempo limitado por lei Guia de Estudo n.º 10 1. A primeira Constituição Republicana foi aprovada em 1911 e determinava que: O poder legislativo " era exercido " Pelo Parlamento O poder executivo " era exercido " Pelo Presidente da República e pelo Governo O poder judicial " era exercido " Pelos Tribunais 2. Porque era o Parlamento que elegia o Presidente da República. 3. – Manuel de Arriaga – Palácio de Belém
  7. 7. 7 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 4. Por isso, a principal preocupação dos republicanos foi alfabetizar, isto é, dar a instrução primária. 5. A percentagem de analfabetos diminuiu de 1900 a 1930. 6. Passou a existir a liberdade de expressão. 7. É um acordo entre trabalhadores para não trabalharem enquanto as suas reclamações não forem atendidas. 8. Organizando greves gerais. 9. Em 1919 fundou-se a CGT, que é a abreviatura de Con- federação Geral do Trabalho e que agrupava vários sindicatos. 10. O fim da 1.ª República Instabilidade governativa – A maioria dos presidentes da República não cumpria o mandato de 4 anos. Por isso, os governos eram substituídos constantemente. – Durante a 1.ª República houve 8 presidentes da República e 45 governos. Desorganização geral – Os operários, trabalhadores e camponeses tinham uma vida miserável porque: • os preços subiam • havia falta de alimentos • o desemprego aumentou – Os burgueses das cidades ficaram ainda mais endi- nheirados. Até eram chamados de “novos-ricos”. Guia de Estudo n.º 11 1. – 13 mil soldados – General Gomes da Costa – Golpe militar de 28 de Maio 2. O golpe militar de 28 de Maio – pôs fim à 1.ª República; – instaurou uma ditadura militar, que durou de 1926 a 1933. 3. – Não se realizaram mais eleições para o Parlamento – Proibiram-se as greves e as manifestações 4. Chamo-me Salazar. Quando fui convidado para ministro das Finanças, em 1928, era professor na Universidade de Coimbra. Em 1932 fui nomeado chefe do Governo e na tomada de posse ao dizer: “– Que o País… reclame… mas que obedeça”, quis mostrar que era uma pessoa determinada. Consegui que se fizesse a Constituição de 1933, a qual instaurou em Portugal o Estado Novo que durou 40 anos. Nessa época, o Governo passou a ser o órgão de soberania com mais poder. 5. Salazar conseguiu que o Estado acumulasse reservas de dinheiro. Para isso, aumentou as receitas através de impostos e diminuiu as despesas com a educação, a saúde e assistência social. 3 Equilíbrio financeiro Exemplos de obras públicas: – Estradas – Pontes – Edifícios públicos – Barragens, escolas 3 O que contribuiu para o desenvolvimento das indústrias e do turismo. Contudo, o povo português continuava com problemas: havia desemprego e muita gente emigrava. 6. As restrições à liberdade / n.os das figuras – A censura prévia Fig. 16 – Proibido o direito à greve Fig. 17 – Polícia política Fig. 18 – Propaganda ao Estado Novo Fig. 15 – Propaganda ao império colonial português Fig. 23 Guia de Estudo n.º 12 1. Más condições de trabalho. O trabalho infantil mantinha-se.
  8. 8. 8 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 2. 2.1. Pessoas ou grupos que são contra o regime político que está no Poder. 2.2. Clandestinamente. 2.3. Movimento de Unidade Democrática. 2.4. Lutar contra o regime salazarista. 3. Situações de oposição ao Estado Novo Acontecimento: candidatura de Humberto Delgado à Presidência da República, apoiado pela Oposição. Data: 1958 Reação do Governo de Salazar: Humberto Delgado é forçado a abandonar o país para não ser preso. Acontecimento: Manifestação de estudantes Data: 1969 Reacção do Governo de Salazar: Opôs-se à manifesta- ção enviando a polícia de “choque”. 4. Mostrar de uma forma escondida o protesto e o desa- grado pela situação política que se vivia. 5. A ditadura iria acabar. 6. Posições em confronto em 1961 O Governo de Salazar proibia a independência das coló- nias. Os guerrilheiros angolanos queriam a independência de Angola. Salazar toma uma decisão Enviar tropas para Angola 7. – Angola, Guiné, Moçambique – 13 anos – Milhares de mortos e feridos, repressão das populações – Morte de cerca de 8000 soldados e 20 000 feridos, pesados encargos financeiros. – Condenavam o Governo Português. Guia de Estudo n.º 13 1. – Movimento das Forças Armadas – 25 de Abril de 1974 – Ditadura – Democracia 2. Fraternidade Igualdade Liberdade 3. O 25 de Abril de 1974 Operações militares Ocupação do Rádio Clube Português Comando da Região Militar de Lisboa Emissora Nacional e Rádio Marconi Cerco do Quartel do Carmo Papel dos populares Apoiaram e acompanharam as movimentações dos militares. 4. Militar que comandava as tropas que cercaram o Quartel do Carmo. 5. À Junta de Salvação Nacional. 6. Medidas do programa MFA para restituir as liberdades fundamentais – Libertação dos presos políticos – Extinção da DGS – Extinção da Legião e da Mocidade Portuguesa – Abolição da censura – Reconhecimento da liberdade de expressão – Discussão do problema da guerra colonial 7. – Aumento de salários – O fim da guerra colonial – O pagamento do 13.º mês – A semana de 40 horas de trabalho 8. – 1.º de Maio – Dia do Trabalhador – Mário Soares, Álvaro Cunhal – Portuguesas
  9. 9. 9 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 9. Resposta livre, por exemplo: “Um cravo gigante rodeado de pessoas de mãos unidas”. Guia de Estudo n.º 14 1. Porque fazia o reconhecimento imediato do direito à independência das colónias. 2. – República da Guiné-Bissau – República Popular de Moçambique – República de Cabo Verde – República de S. Tomé e Príncipe – República Popular de Angola 3. Macau – ficou integrado na República Popular da China e com estatuto especial. Timor – tornou-se nação independente. 4. 4.1. Foi feita por uma Assembleia Constituinte eleita 4.2. Garante direitos e liberdades individuais a todos os portugueses 4.3. Todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres e podem votar para escolher os governantes 5. – Garantir o direito ao “voto secreto” – Urna – Confirma o recenseamento do eleitor 6. – É garantida a liberdade de aprender e ensinar (art.º 43) ou Todos têm direito à educação e cultura (art.º 73). – Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento (…), bem como o direito de se informar (art.º 37). – É garantido o direito à greve (art.º 59). 7. Órgãos do Poder Central Presidente da República Governo/Assembleia da República * * * Órgãos do Poder Local Tribunais Municípios Freguesias 8. Os arquipélagos da Madeira e dos Açores são regiões autónomas porque têm órgãos de governo próprios: a Assembleia Regional e o Governo Regional. 9. Poder Central – Governo – Assembleia da República – Tribunais – Presidente da República Poder Local – Junta de Freguesia – Câmara Municipal – Assembleia de Freguesia Guia de Estudo n.º 15 1. – 10 637 713 – mais de 10 milhões – 10 em 10 anos – Irregular 2. Os fatores de variação da população são: – a natalidade, que é o número de nascimentos que ocorrem durante um ano; – a mortalidade, que é o número de mortos que ocorrem durante um ano; – a emigração, que é a saída de pessoas de um país para residirem noutro; – a imigração, que é a entrada de estrangeiros em Portugal para aqui se fixarem. 3. Causas da diminuição da natalidade: – número de mães que trabalham fora de casa; – a educação dos filhos ser cara. Causas da diminuição da mortalidade: – melhor alimentação; – melhores serviços de saúde e hábitos de higiene.
  10. 10. 10 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 4. Os principais destinos dos portugueses no século XXI são: – Espanha – França – Brasil – Estados Unidos – Canadá – Angola – África do Sul Entre 1960 e 1970 o número de emigrantes foi muito grande. Quando a emigração aumenta, o número da população total diminui. 5. 1. França 2. Suíça 3. Espanha 4. Alemanha 5. Reino Unido 6. Luxemburgo 6. Atualmente, os imigrantes que chegam a Portugal vêm principalmente de: – Cabo Verde – Angola – Moçambique – Brasil – Europa de Leste – China Entre 1970 e 2008 o número de imigrantes aumentou. Com a chegada dos imigrantes o número total da população aumentou. 7. Melhorar a qualidade de vida, vontade de enriquecer. Guia de Estudo n.º 16 1. – Em 2009, o grupo dos adultos era o que tinha maior número de indivíduos. – A seguir éramos nós, os jovens. E só no nosso grupo é que o número de pessoas do sexo masculino é superior ao do sexo feminino. – O grupo com o menor número de pessoas era o nosso, o dos idosos. – Mas na contagem total era maior o número de mulheres do que de homens. 2. 2.1. – O número de jovens tem vindo a diminuir – O número de idosos tem vindo a aumentar 2.2. – A região com uma percentagem maior de idosos é o Alentejo – A região com uma maior percentagem de jovens é Lisboa e Vale do Tejo – A região em que a percentagem entre idosos e jovens é mais próxima é o Norte 3. – Como é que se calcula a densidade populacional? Dividindo o número de habitantes pelo número de km2 – No continente qual é a zona com maior densidade populacional? Litoral. – Que razões levam as pessoas a preferirem essa zona para viver? Mais empregos, melhores transportes, condições naturais mais favoráveis à agricultura. – Quais são as duas cidades portuguesas mais densa- mente povoadas? Lisboa e Porto. – Qual é o arquipélago com maior densidade popula- cional? Madeira. 4. Movimento da população As pessoas fogem das áreas repulsivas. Onde há: Falta de emprego Poucos transportes Menos vias de comunicação Difícil assistência médica As pessoas procuram as áreas atrativas. Onde há: Mais emprego Melhores transportes Mais conforto e distrações 5. Área do Porto Área de Lisboa * * * * *
  11. 11. 11 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora Guia de Estudo n.º 17 1. A vida no campo Povoamento rural: – O povoamento disperso em que as casas aparecem afastadas umas das outras. – O povoamento agrupado em que as casas aparecem juntas. Habitações Casas baixas de um ou dois pisos Poucas divisões Atividades Ligadas à Natureza Agricultura e pecuária Hábitos Estão em mudança e cada vez mais idênticos aos da população urbana Equipamentos Lavadouros, escolas, cemitérios, infantários, centros de saúde 2. Problemas da vida quotidiana no campo – Falta de saneamento básico – Dificuldades de deslocação – Assistência médica insuficiente – Acesso à instrução difícil 3. “Aqui respira-se saúde!” “Na vizinhança, toda a gente se conhecia…” 4. Na vida na cidade Povoamento urbano: – São centros urbanos com mais de 10 000 habitantes. – No litoral localizam-se os centros urbanos. – As duas áreas metropolitanas são: Lisboa e Porto. Habitações Prédios de vários andares Onde vivem muitas famílias Atividades Trabalham principalmente nos serviços e na indústria Equipamentos e infraestruturas: coletivos: museus, bibliotecas, bombeiros redes: transportes públicos de acessibilidade: vias rápidas, viadutos, túneis rodo- viários 5. – Falta de habitação – Pouco contacto com a Natureza – Isolamento – Trânsito intenso 6. Definir o traçado das ruas e avenidas locais onde se pode construir fábricas, hipermercados, residências, parques, etc. Guia de Estudo n.º 18 1. Quem constitui a população ativa? – As pessoas que têm uma profissão e recebem um salário pelo trabalho. Quem constitui a população não ativa? – As pessoas que não têm uma profissão e portanto não recebem salário. 2. O desemprego. 3. Primário Integra as atividades que extraem produtos da Natureza. Exemplos: agricultura, pecuária, pesca. Secundário Reúne as atividades que transformam produtos naturais em novos produtos. Exemplos: atividades artesanais e construção civil. Terciário Engloba as atividades que prestam serviços indispen- sáveis ao conforto e bem-estar. Exemplos: ensino, comércio, transportes, saúde. 4. – Agricultura e pecuária – Praticam-se em todo o território português 5. – Nos nossos dias, a agricultura utiliza técnicas e práticas modernas como, por exemplo, novos processos de adubação e rega ou estufas.
  12. 12. 12 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora – A União Europeia tem dado subsídios para modernizar a agricultura. – As principais culturas são as culturas forrageiras. – Atualmente a criação de gado depende menos das condições naturais porque recorre a rações e a meios técnicos. – A principal produção é a de gado ovino. – As três principais espécies florestais são o pinheiro bravo, o sobreiro e o eucalipto. – Duas atitudes para evitar os incêndios são, por exemplo, não acender fogueiras na floresta e atirar beatas acesas pela janela do carro. 6. Em patamares. 7. – Nome da zona onde só barcos portugueses pescam: ZEE – Zona Económica Exclusiva. – Razão pela qual já não há peixe em muitos locais de pesca: capturas exageradas. – Localização dos principais portos de pesca: centros urbanos do litoral. Guia de Estudo n.º 19 1. Atividades do setor secundário – A indústria transformadora é a principal atividade do setor secundário. – As empresas industriais classificam-se em pequenas, médias e grandes empresas. – As indústrias transformadoras localizam-se princi- palmente no Norte, Vale do Tejo e Lisboa e Centro. – As duas indústrias transformadoras com maior número de empresas são a de madeira, cortiça e móveis e a de têxteis e vestuário. 2. 2.1. Para o desenvolvimento das regiões. 2.2. Para as modernizar e aumentar a qualidade dos produtos. 2.3. Desemprego. 2.4. Construção civil e obras públicas e a produção de eletricidade. 3. Problemas ambientais que a indústria provoca: – forte poluição da paisagem; – ruído e barulho; – lixos. A UE impõe que as indústrias: – façam reciclagem dos seus lixos; – depositem em aterros sanitários lixos não recicláveis. 4. Atividades do setor terciário – O comércio é a principal atividade do setor terciário. – O comércio interno faz a troca de produtos dentro do país; o comércio externo faz a troca de produtos entre países. – Atualmente há novas formas de comércio. Exemplos: venda por catálogo; telefone, televisão ou pela Internet. – Em 2010 o peso das importações era superior ao peso das exportações. – Há outros serviços do setor terciário muito importan- tes, como, por exemplo: educação, saúde, segurança social. 5. O aumento de turistas Duas vantagens: – aumento da construção civil; – aumento dos serviços de hotelaria. Provoca: – mais emprego; – crescimento das povoações. Dois inconvenientes: – construção em número exagerado; – destruição de paisagens naturais. Provoca: – diminuição da qualidade do ambiente. 6. Guias turísticos; feiras de artesanato; jornadas gastro- nómicas. 7. 7.1. Sim. Para preservar, recuperar e até reconstruir a paisagem primitiva.
  13. 13. 13 “HGP6–PropostasdeResolução”–FátimaCostaeAntónioMarques©PortoEditora 7.2. Para proteger o património cultural e natural a nível mundial. Guia de estudo n.º 20 1. Meios de transporte – São indispensáveis para a circulação de pessoas, mensagens e mercadorias. Transportes terrestres – As melhores vias rodoviárias situam-se no litoral. – O mesmo acontece em relação à rede ferroviária. – Hoje em dia o comboios têm a concorrência da camionagem. Transportes aquáticos – Os transportes marítimos são muito utilizados no transporte de cargas muito pesadas ou volumosas. Transportes aéreos – A principal vantagem dos transportes aéreos é o transporte de passageiros. Telecomunicações – São muito importantes porque com elas transmite-se em pouco tempo grande quantidade de informação oral, escrita ou visual. 2. Permitem a transmissão quase instantânea de mensa- gens entre pontos longínquos da Terra. 3. – 1957 – 27 Estados – 1986 4. A União Europeia – Apoia países com dificuldades atribuindo subsídios – Defende a liberdade e a democracia – Tem uma moeda única que é o euro – Tem programas de intercâmbio de estudantes – Os cidadãos da UE podem viver em qualquer país membro da UE – Tem políticas comuns em várias atividades 5. Organização das Nações Unidas –ONU 6. UNICEF – União Internacional das Nações Unidas de Socorro à Infância OMS – Organização Mundial de Saúde 7. Organização Internacional do Trabalho 8. – As ONG trabalham graças a donativos. – São exemplos de ONG os Médicos sem Fronteiras, o Banco Alimentar, a Cruz Vermelha. – A AMI foi fundada em Portugal.

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