Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL                     Seminário de Estudos Africanos                            16 de...
Seminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental e                                 I.   MetodologiaDesenvolvimento Co...
I.   Metodologia                                       De que forma os programas de educação ambiental e as acções de     ...
A) Análise bibliográfica e documentalSeminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental e        B) Entrevistas (N=12)D...
II. Ilhas: particularidades de contextos vulneráveis                                                                +     ...
Insularidade      Elevados custos                                                                       da Insularidade   ...
- Agropecuária                                                                                            - Pesca         ...
III. Conceitos em análise                                        DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL -                 Our Common ...
EDUCAÇÃO AMBIENTAL                                                       • Aula (curso) de Ciências Naturais              ...
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL                                                         Formar, organizar, consciencializarSeminário de...
PRINCÍPIO METODOLÓGICO:                                   Criação de representações sociais e imagens mentais sobre recurs...
Identificar indícios e sinais                                                                    de ameaças e             ...
EDUCAÇÃO AMBIENTAL:                                 Forma alternativa de promover a relação Comunidades - Ambiente        ...
PROMOTORES:                                 1.   ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL                                 2.   ORGA...
IV. Estudos de caso                                             Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, dois Pequenos Estados In...
DIVERSIDADE PAISAGÍSTICA (florestal; costeira; marinha; fluvial; desértica...)                                   ÁREAS PRO...
AMEAÇAS                                                                                   AMBIENTAIS                      ...
FORTE DEPENDÊNCIA              EXPLORAÇÃO NÃO                                       DA NATUREZA                    PLANEAD...
GRUPOS CATEGORIAIS ANALISADOS (comuns):                                                 1. Líder Comunitário              ...
3 ÁREAS TEMÁTICAS:Seminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferen...
A. Guiné-BissauSeminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças...
PARQUE NACIONAL MARINHO DE JOÃO VIEIRA E POILÃO:                                         a)   4 ilhas – João Vieira / Poil...
Seminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em  contexto i...
PARQUE NACIONAL MARINHO DE JOÃO VIEIRA E POILÃO:                                 Espiritualidade da Comunidade Bijagó: Ani...
“O que mais me preocupa é a                                 existência de acampamentos de                                 ...
B. Cabo VerdeSeminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças e...
BOAVISTA (Turtle Foundation)                                 Escola na Natureza (100 crianças) – EA (sensibilização, infor...
GOLFINHOS E BALEIAS DE CABO VERDE                                       E DA ÁFRICA OCIDENTALSeminário de Estudos Africano...
C. São Tomé e PríncipeSeminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e dif...
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- “Lenha tem”                                 - “Tartaruga não acaba, está                                 sempre de volta...
ÁREAS                                 1. CONSCIENCIALIZAÇÃO COMUNITÁRIA (População Activa)                                ...
2. EDUCAÇÃO AMBIENTAL (crianças e jovens em idade escolar)Seminário de Estudos Africanos   – SISTEMA EDUCATIVO FORMAL  Pre...
3. PROGRAMAS SECTORIAIS DE ACÇÃO (crianças, jovens e jovens adultos)                                             – RECOLHA...
PRESERVAÇÃO DE                                                            GB                                              ...
Seminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em  contexto i...
1. Em STP e CV, a PRESERVAÇÃO DE ESPAÇOS NATURAIS COMUNS é, muitas                                       vezes, referida c...
CONSERVAÇÃO DE                                                         GB                                                 ...
Seminário de Estudos Africanos  Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em  contexto i...
1.       Em STP, CV e Bijagós, existem espécies comuns (tartaruga marinha,                                          cetáce...
LIMPEZA DE ÁREAS                                                         GB                                     URBANAS,  ...
Seminário de Estudos Africanos                                 “Limpar é tirar de dentro da casa e pôr o                  ...
1.        A acumulação de lixos em meio urbano, rural e costeiro,                                             independente...
V. Em jeito de conclusão                                                          Programas e projectos                   ...
“Muito se tem sido dito sobre a situação particularmente vulnerável dos                                 pequenos estados i...
AGRADECIMENTOS                                            A todos os entrevistados das três regiões insulares             ...
Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL                                     AGRADECIMENTOS                     Seminário de...
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Brigida rocha brito cea 16 maio 2011

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Resultados da investigação de Pós Doutoramento em Estudos Africanos apresentados publicamente no ISCTE em 16 de Maio de 2011

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Brigida rocha brito cea 16 maio 2011

  1. 1. Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL Seminário de Estudos Africanos 16 de Maio 2011Preservação Ambiental e Desenvolvimento Comunitário: semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito Brígida Rocha Brito Centro de Estudos Africanos (CEA/ISCTE-IUL) Centro de Estudos Africanos (CEA/ISCTE-IUL) brigida.brito@iscte.pt
  2. 2. Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e I. MetodologiaDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano II. Ilhas: particularidades de contextos vulneráveis Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 III. Conceitos em análise IV. Estudos de caso V. Em jeito de conclusão Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  3. 3. I. Metodologia De que forma os programas de educação ambiental e as acções de conservação da natureza influenciam as economias de pequena dimensão tradicionalmente dependentes do Ambiente? Quais os actores sócio-económicos e políticos envolvidos naSeminário de Estudos Africanos promoção da preservação ambiental e Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: da conservação de espécies?semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito No início do século XXI, a implementação de acções de Educação Ambiental ISCTE, 16 de Maio de 2011 adquiriu importância enquanto instrumento estratégico de promoção de mudanças sócio-económicas para as comunidades residentes na proximidade das áreas protegidas das regiões insulares da África lusófona ocidental As acções de Educação Ambiental são promovidas por actores Instituição de Acolhimento: diferenciados em função de se tratar de um Pequeno Estado Insular ou de uma região, manifestando-se diferentemente e apresentando resultados específicos Financiamento: A cultura tradicional das comunidades locais das regiões insulares tem uma função de identitária, permitindo reforçar o sentimento de pertença, influenciando a forma de organização social, as actividades produtivas e a relação com o Ambiente
  4. 4. A) Análise bibliográfica e documentalSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e B) Entrevistas (N=12)Desenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano B1) representantes de organismos públicos (N=6) Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 B2) representantes de ONGs (N=3) B3) dinamizadores e animadores de acções (N=3) C) Histórias de Vida (N=30) Instituição de Acolhimento: D) Observação e participação em acções Financiamento:
  5. 5. II. Ilhas: particularidades de contextos vulneráveis + DIVERSIDADE PAISAGÍSTICASeminário de Estudos Africanos ÁREAS PROTEGIDAS Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: BIODIVERSIDADEsemelhanças e diferenças em contexto insular africano COMUNIDADES ANCESTRAIS Brígida Rocha Brito CULTURAS TRADICIONAIS (práticas e representações) ISCTE, 16 de Maio de 2011 “ILHAS” LIMITES DA DIMENSÃO “FECHAMENTO” TERRITORIAL e DEPENDÊNCIA Instituição de Acolhimento: INSTABILIDADE E INCERTEZA PRODUTIVAS CUSTOS (produção, de transporte...) REDUZIDO INVESTIMENTO - Financiamento:
  6. 6. Insularidade Elevados custos da Insularidade Dimensão População reduzidaSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: VULNERABILIDADESsemelhanças e diferenças em contexto insular africano Distância Resiliência limitada Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Isolamento Fraca diversificação produtiva Instituição de Acolhimento: SÍNDROME DOS SÍNDROME DOS Financiamento: PEI PEI
  7. 7. - Agropecuária - Pesca Fragilidade Ambiental (Ecossistemas e Biodiversidade) - Actividades transformadoras Base produtiva Falta deSeminário de Estudos Africanos limitada diversificação Preservação Ambiental e Produção paraDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em consumo local ou contexto insular africano regional Brígida Rocha Brito VULNERABILIDADES Precariedade sócio-económica ISCTE, 16 de Maio de 2011 Exportação limitada Dependência de importação Instituição de Acolhimento: Ancestralidade de práticas culturais - Recursos energéticos convencionais (petróleo) - Outros produtos industriais Financiamento: DESAFIO: CRIAÇÃO DE SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS
  8. 8. III. Conceitos em análise DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - Our Common Future (1987) É o resultado de diferentes dimensões Conceito discutido por: interdependentes :Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e 1. Comunidade Académica e Científica - Social e CulturalDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em 2. Representantes de Instituições - Económica contexto insular africano 3. Sociedade Civil - Política Brígida Rocha Brito - Segurança ISCTE, 16 de Maio de 2011 4. Organizações Internacionais - Ambiental SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS (Pedrini, 2006; Guimarães, 2003; Sato, 2001) Instituição de Acolhimento: AMBIENTE EA COMUNIDADES Financiamento:
  9. 9. EDUCAÇÃO AMBIENTAL • Aula (curso) de Ciências Naturais NÃO É • Disciplina de AmbienteSeminário de Estudos Africanos • Forma de definir o Sistema Educativo Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 É Um PROCESSO PERMANENTE através do qual as comunidades adquirem CONSCIÊNCIA DO MEIO e APREENDEM os conhecimentos e os valores Instituição de Acolhimento: que as CAPACITAM para actuar individual e colectivamente na RESOLUÇÃO dos problemas ambientais PRESENTES e FUTUROS Financiamento: Fonte: Congresso Internacional “Educação Ambiental e Formação sobre Ambiente”, 1987)
  10. 10. DESPERTARSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano PRESERVAR ALERTAR Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 EA EA Instituição de Acolhimento: CONSCIENCIALIZAR SENSIBILIZAR Financiamento:
  11. 11. EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formar, organizar, consciencializarSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito MODELO RELAÇÃO CIDADANIA ISCTE, 16 de Maio de 2011 SÓCIO-ECONÓMICO CONSUMO VALORES LOCAL-GLOBAL AMBIENTAL Instituição de Acolhimento: Princípios e valores Redefinição dos alternativos: pressupostos da Redes e Participação Responsabilização - sustentabilidade e qualidade de vida parcerias - equidade envolvimento - justiça Financiamento:
  12. 12. PRINCÍPIO METODOLÓGICO: Criação de representações sociais e imagens mentais sobre recursos ambientais (Informação, Comunicação, Formação, Observação, Avaliação)Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito EDUCAÇÃO PARTICIPAÇÃO OPINIÃO ISCTE, 16 de Maio de 2011 Transmissão cuidada de Envolvimento comunitário Conhecimento informação ambiental e e Capacitação pessoal avaliação Instituição de Acolhimento: COMPONENTE ÉTICA: EDUCAÇÃO PARA A ACÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL Financiamento:
  13. 13. Identificar indícios e sinais de ameaças e alterações ambientais Conhecer as Promover a preservação deSeminário de Estudos Africanos representações comunitárias Habitats e a conservação Preservação Ambiental e sobre o AmbienteDesenvolvimento Comunitário: física e biológicasemelhanças e diferenças em (espaços e espécies) contexto insular africano EA Brígida Rocha Brito = ISCTE, 16 de Maio de 2011 NOVA RELAÇÃO HOMEM-AMBIENTE Criar e aperfeiçoar Reduzir os riscos sistemas de orientação e as ameaças presentes comportamental na relação Instituição de Acolhimento: e futuras Homem-Ambiente Adoptar metodologias adequadas Financiamento:
  14. 14. EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Forma alternativa de promover a relação Comunidades - Ambiente COMPLEMENTO DE METODOLOGIAS: - Formais - INFORMAISSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em COMO ? contexto insular africano MENSAGENS SIMPLES, DIRECTAS Brígida Rocha Brito INFOGRAFIA - imagens, fotos – MAPAS MENTAIS - esquemas ISCTE, 16 de Maio de 2011 DESENHOS, PINTURAS FILMES REPRESENTAÇÕES TEATRAIS JORNAIS DE PAREDE / COMUNITÁRIOS Instituição de Acolhimento: ATRAVÉS DE QUE CANAIS ? - ESCOLA - COMUNIDADES Financiamento: - MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Jornais, Rádio, TV) - MATERIAL DE DIVULGAÇÃO
  15. 15. PROMOTORES: 1. ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL 2. ORGANISMOS PÚBLICOSSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e 3. ESCOLASDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 GRUPOS-ALVO: 1. POPULAÇÃO EM IDADE ESCOLAR Instituição de Acolhimento: 2. GRUPOS COMUNITÁRIOS E SOCIOPROFISSIONAIS ESPECÍFICOS 3. PROMOTORES E GESTORES DE ACTIVIDADES TURÍSTICAS 4. VISITANTES 5. LÍDERES DE OPINIÃO Financiamento: 6. DECISORES
  16. 16. IV. Estudos de caso Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, dois Pequenos Estados Insulares Príncipe Arquipélago dos Bijagós, região insular de Estado com território misto (RGB) BijagósSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  17. 17. DIVERSIDADE PAISAGÍSTICA (florestal; costeira; marinha; fluvial; desértica...) ÁREAS PROTEGIDAS E CLASSIFICADASSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e BIODIVERSIDADE E ENDEMISMODesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito DEPENDÊNCIA SOCIAL E ECONÓMICA DA NATUREZA PARA SOBREVIVÊNCIA E ISCTE, 16 de Maio de 2011 MANUTENÇÃO FAMILIAR (AQUISIÇÃO DE RENDIMENTO / POBREZA) COMUNIDADES ANCESTRAIS E CULTURAS TRADICIONAIS Instituição de Acolhimento: CARGA ACRESCIDA SOBRE O AMBIENTE: ESPAÇOS E ESPÉCIES + PRESERVAÇÃO ESPONTÂNEA Financiamento:
  18. 18. AMEAÇAS AMBIENTAIS VALORIZAÇÃO DE IDENTIDADESSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em PRÁTICAS SOCIAIS contexto insular africano Brígida Rocha Brito TRANSMISSÃO DE ISCTE, 16 de Maio de 2011 COSTUME CONHECIMENTOS ANCESTRAIS ORALIDADE CONTINUIDADE NO USO TRADICIONAL DE RECURSOS NATURAIS Instituição de Acolhimento: CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES E PRESERVAÇÃO DE Financiamento: ESPAÇOS
  19. 19. FORTE DEPENDÊNCIA EXPLORAÇÃO NÃO DA NATUREZA PLANEADA VALOR UTILITÁRIO AMEAÇASSeminário de Estudos Africanos HÁBITOS E PRÁTICAS Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: CULTURAISsemelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 EA VALOR PRESERVAÇÃO E INTRÍNSECO CONSERVAÇÃO Instituição de Acolhimento: AMBIENTE BIODIVERSIDADE PRESERVADO FLORA E FAUNA Financiamento:
  20. 20. GRUPOS CATEGORIAIS ANALISADOS (comuns): 1. Líder Comunitário 2. Explorador de Recursos NaturaisSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e 3. VendedoraDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano 4. Jovem Brígida Rocha Brito 5. Empreendedor ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: APOIO (PROMOTORES INDIRECTOS): PROMOTORES: - Direcções Gerais - ONGDs E ONGAs - Ministérios Financiamento: - Direcção de Áreas Protegidas - Organizações Internacionais e Regionais
  21. 21. 3 ÁREAS TEMÁTICAS:Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano 1. Preservação de Espaços Naturais comuns Brígida Rocha Brito 2. Conservação de Espécies Ameaçadas ISCTE, 16 de Maio de 2011 3. Limpeza de Áreas Urbanas, Costeiras e Florestais Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  22. 22. A. Guiné-BissauSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  23. 23. PARQUE NACIONAL MARINHO DE JOÃO VIEIRA E POILÃO: a) 4 ilhas – João Vieira / Poilão / Ilha dos Cavalos / Ilha do Meio b) Locais sagrados c) Presença humana sem permanência regular por famílias Bijagó (Canhabaque ou Ilha Roxa)Seminário de Estudos Africanos d) Utilizada para: Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: d.1) fins agrícolas (arroz, “denden”, pesca artesanal)semelhanças e diferenças em contexto insular africano d.2) cerimónias religiosas Brígida Rocha Brito e) Ilhas desertas ISCTE, 16 de Maio de 2011 1. Incluída numa “Eco-região” (World Woldlife Fund, WWF) 2. Reserva Natural de Água Salgada Instituição de Acolhimento: 3. Florestas húmidas e palmares 4. Santuário de Tartarugas Marinhas (animal sagrado) 5. Rico em Biodiversidade (Aves Marinhas e Migratórias, Cetáceos e Grandes Pelágicos Financiamento:
  24. 24. Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  25. 25. PARQUE NACIONAL MARINHO DE JOÃO VIEIRA E POILÃO: Espiritualidade da Comunidade Bijagó: Animistas É proibida a fixação definitiva; Agressões ambientais: corte de mangal; abate de árvores; pescaSeminário de Estudos Africanos concentrada; captura acidental de espécies; captura de águia pesqueira; Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em As actividades económicas só são permitidas em locais seleccionados contexto insular africano Brígida Rocha Brito Recolha de recursos para momentos cerimoniais e religiosos ISCTE, 16 de Maio de 2011 Ilhas de João Vieira, Meio e Cavalos usadas pela ritos de passagem (fanado) O acesso é permitido apenas aos iniciados e vinculados ao local sagrado Instituição de Acolhimento: Linhas de orientação de comportamento e normas de gestão (pesca, produção) São proibidas relações sexuais É proibido derramamento de sangue humano ou animal Financiamento: Preservação tradicional e espontânea de locais sagrados (braços de mar, árvores e ilhas)
  26. 26. “O que mais me preocupa é a existência de acampamentos de pescadores. O barulho dos motores, o óleo queimado que deitam à água!... Tudo isso perturba eSeminário de Estudos Africanos até mata as espécies marinhas! (...) Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: Os golfinhos também fogem parasemelhanças e diferenças em contexto insular africano outras zonas à procura de Brígida Rocha Brito tranquilidade. Enfim, Pedro, como vês ISCTE, 16 de Maio de 2011 é triste para as espécies que estão a desaparecer!” (pg. 24) ... “Todavia, tive conhecimento da criação do Parque Nacional Marinho Instituição de Acolhimento: das Ilhas de João Vieira e Poilão. Isso tranquilizou-me um pouco. Acho que vai ter um impacto bastante positivo. Irá reforçar o espírito de Financiamento: protecção e preservação da natureza que todos nós queremos.” (pg. 25)
  27. 27. B. Cabo VerdeSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  28. 28. BOAVISTA (Turtle Foundation) Escola na Natureza (100 crianças) – EA (sensibilização, informação, formação) Vigilância de praias e limpeza Recolha de ovos e transferência para ninhos artificiaisSeminário de Estudos Africanos Controle da eclosão e lançamento vigiado para o mar Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: Monitorização e catalogaçãosemelhanças e diferenças em contexto insular africano Observação e monitorização e outras espécies marinhas Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  29. 29. GOLFINHOS E BALEIAS DE CABO VERDE E DA ÁFRICA OCIDENTALSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Uma BOA Companhia no MAR Financiamento: Ser AMIGO dos teus amigos é IMPORTANTE
  30. 30. C. São Tomé e PríncipeSeminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  31. 31. Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  32. 32. - “Lenha tem” - “Tartaruga não acaba, está sempre de volta à praia. Tem muita da boa” - “Macaco tem no Obô. Atira nós pedra” - “Tem gente de fora que quer verSeminário de Estudos Africanos pássaro de cor. Eu levo e mostro” Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: MARAPA Financiamento: MARAPA
  33. 33. ÁREAS 1. CONSCIENCIALIZAÇÃO COMUNITÁRIA (População Activa) – ESTÍMULO À: PRESERVAÇÃO DE ESPAÇOS CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES AMEAÇADAS – IDENTIFICAÇÃO DE ALTERNATIVAS SÓCIO-PROFISSIONAISSeminário de Estudos Africanos FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO Preservação Ambiental e RECONVERSÃO PROFISSIONAL E AQUISIÇÃO DE RENDIMENTODesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento: MARAPA
  34. 34. 2. EDUCAÇÃO AMBIENTAL (crianças e jovens em idade escolar)Seminário de Estudos Africanos – SISTEMA EDUCATIVO FORMAL Preservação Ambiental e – ACÇÕES INFORMAISDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano – FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL Brígida Rocha Brito – VISITAS E ACÇÕES DE TERRENO ISCTE, 16 de Maio de 2011 – SEGUIMENTO E MONITORIZAÇÃO Instituição de Acolhimento: Financiamento: MA RAPA
  35. 35. 3. PROGRAMAS SECTORIAIS DE ACÇÃO (crianças, jovens e jovens adultos) – RECOLHA E TRATAMENTO DE RESÍDUOS – USO DE ÁGUASeminário de Estudos Africanos – LIMPEZA DE TRILHOS (FLORESTAIS) Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: – LIMPEZA DE PRAIASsemelhanças e diferenças em contexto insular africano – CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento: MARAP A
  36. 36. PRESERVAÇÃO DE GB STP CV ESPAÇOS NATURAIS (Bijagós e sul, ilha (São Tomé) (Boavista, Santiago) COMUNS de Melo) Abertura de trilhos Sensibilização Sensibilização Líder Comunitário SensibilizaçãoSeminário de Estudos Africanos comunitária comunitária comunitária Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: Sensibilizaçãosemelhanças e diferenças em Sensibilização contexto insular africano Explorador de Acções pontuais de Recursos Naturais Alternativas Sensibilização limpeza e manutenção Brígida Rocha Brito profissionais ISCTE, 16 de Maio de 2011 florestal Vendedora Sensibilização Sensibilização Sensibilização Abertura de trilhos Sensibilização Sensibilização Formação Formação Sensibilização Participação em Participação em Jovem Participação em Instituição de Acolhimento: programas programas programas Jornais comunitários Acompanhamento de Acompanhamento de turistas turistas Alternativas Alternativas Empreendedor Sensibilização Financiamento: profissionais profissionais
  37. 37. Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Palestras Brígida Rocha Brito Organização de acções ISCTE, 16 de Maio de 2011 de sensibilização comunitária Realização e acompanhamento guiado de visitas para observação Seguimento de actividades de investigação Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  38. 38. 1. Em STP e CV, a PRESERVAÇÃO DE ESPAÇOS NATURAIS COMUNS é, muitas vezes, referida como sinónimo de negação da possibilidade de adquirir recursos tanto para consumo como para rendimento (transformação, comercialização...) 1.1. o Ambiente encerra um valor utilitarista, seja em resultado da escassez de recursos e limite da Natureza (CV), seja pela abundância (STP)Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental e 1.2. as acções de preservação de “espaços comuns” abertos são concebidasDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em como a imposição de limites ao usufruto imediato ou no curto prazo contexto insular africano (STP), condicionando as estratégias de sobrevivência e manutenção Brígida Rocha Brito familiar (CV) ISCTE, 16 de Maio de 2011 1.3. apesar das iniciativas de EA concluídas, ou em curso, o denominador comum é a sensibilização, sendo variáveis os impactos no sentido da promoção da adaptação comportamental 1.4. quando ocorre mudança é perspectivada como uma possibilidade Instituição de Acolhimento: acrescida de gerar benefícios 2. Nos Bijagós é comum a existência de locais sagrados (fontes, árvores, matos, rios e mesmo espécies), sendo tradicional e ancestralmente Financiamento: intocáveis - a representação que lhes é atribuída, reconhecida e transmitida de geração em geração pela tradição oral e pelo costume, favorece a manutenção dos sítios
  39. 39. CONSERVAÇÃO DE GB STP CV ESPÉCIES (Bijagós e sul, ilha AMEAÇADAS (São Tomé) (Boavista, Santiago) de Melo) Sensibilização Sensibilização Sensibilização Líder ComunitárioSeminário de Estudos Africanos Negociação Negociação Negociação Preservação Ambiental e Explorador de Sensibilização Sensibilização Recursos Naturais ---Desenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em Acções temáticas Acções temáticas contexto insular africano Vendedora Sensibilização Sensibilização --- Brígida Rocha Brito Sensibilização Sensibilização ISCTE, 16 de Maio de 2011 Formação Formação Sensibilização Jovem Acções temáticas Acções Temáticas Formação Patrulhamento e Patrulhamento e Acções Temáticas monitorização monitorização Sensibilização Sensibilização Alternativas Alternativas Instituição de Acolhimento: Empreendedor --- profissionais profissionais Acções temáticas Acções temáticas Financiamento:
  40. 40. Seminário de Estudos Africanos Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  41. 41. 1. Em STP, CV e Bijagós, existem espécies comuns (tartaruga marinha, cetáceos e grandes pelágicos, aves marinhas e migratórias), havendo espécies particulares para cada caso 2. A visão utilitarista mantém-se nos casos de STP e CV, com resistência à adopção de comportamentos adequados à conservaçãoSeminário de Estudos Africanos 2.1. As acções de CONSERVAÇÃO DE ESPÉCIES AMEAÇADAS são também Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: identificadas com a impossibilidade de obter recursos para consumosemelhanças e diferenças em contexto insular africano e aquisição de rendimento (o caso da tartaruga marinha) Brígida Rocha Brito 2.2. Os programas de EA privilegiam a reconversão profissional (STP), a ISCTE, 16 de Maio de 2011 participação com envolvimento e integração comunitária (CV) 2.3. A conservação de espécies em CV e STP é promovida, intencional e planeada tendo em vista objectivos pré-definidos Instituição de Acolhimento: 2. Nos Bijagós, é reconhecido um atributo de sacralidade a espécies ameaçadas (tartarugas marinhas, tubarão), Financiamento: convertendo-as em objecto de culto, contribuindo para uma protecção espontânea
  42. 42. LIMPEZA DE ÁREAS GB URBANAS, STP CV COSTEIRAS E (Bijagós e sul, ilha (São Tomé) (Boavista, Santiago) FLORESTAIS de Melo)Seminário de Estudos Africanos Sensibilização Sensibilização Preservação Ambiental e Líder Comunitário Negociação Negociação ---Desenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em Acções pontuais Acções pontuais contexto insular africano Explorador de Brígida Rocha Brito Recursos Naturais --- -- --- ISCTE, 16 de Maio de 2011 Limpeza individual Limpeza individual Vendedora --- ocasional ocasional Sensibilização Sensibilização Jovem Sensibilização Acções temáticas Acções temáticas Instituição de Acolhimento: Empreendedor Acções pontuais Acções pontuais --- Financiamento:
  43. 43. Seminário de Estudos Africanos “Limpar é tirar de dentro da casa e pôr o “Limpar é tirar de dentro da casa e pôr o sujo da porta para fora” sujo da porta para fora” Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 Instituição de Acolhimento: Financiamento:
  44. 44. 1. A acumulação de lixos em meio urbano, rural e costeiro, independentemente de se tratar de áreas protegidas, tem sido agravada ano após ano por falta de recolha e tratamento adequado 1.1. a concepção de limpeza e reciclagem tem vindo a serSeminário de Estudos Africanos progressivamente introduzida, se bem que de forma diferenciada e Preservação Ambiental e com resultados distintosDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em contexto insular africano 1.2. existe falta de informação sobre a recolha e o tratamento de resíduos Brígida Rocha Brito em qualquer das regiões insulares analisadas ISCTE, 16 de Maio de 2011 1.3. não existem programas sistemáticos, com um carácter regular, de âmbito nacional, regional e local, de limpeza de espaços comuns, que prevejam a reciclagem e a reutilização de materiais Instituição de Acolhimento: 2. Nos Bijagós a preocupação com a recolha e tratamento de resíduos sólidos não é evidenciada como prioridade, as Financiamento: técnicas de tratamento são as tradicionais
  45. 45. V. Em jeito de conclusão Programas e projectos Ordenamento e gestão de ParquesSeminário de Estudos Africanos Naturais Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário:semelhanças e diferenças em Preservação contexto insular africano Readaptação e manutenção Brígida Rocha Brito de hábitos e florestal ISCTE, 16 de Maio de 2011 práticas EDUCAÇÃO AMBIENTAL Instituição de Acolhimento: Limpeza de Conservação de praias Espécies ameaçadas Recolha e Financiamento: tratamento de resíduos
  46. 46. “Muito se tem sido dito sobre a situação particularmente vulnerável dos pequenos estados insulares em desenvolvimento e os desafios que osSeminário de Estudos Africanos mesmos enfrentam. Mas, ao mesmo tempo, é necessário realçar os Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: aspectos positivos das pequenas nações e das comunidades insulares:semelhanças e diferenças em contexto insular africano - a sua extraordinária capacidade de adaptação e inovação; Brígida Rocha Brito - a sua determinação e capacidade para ultrapassar as adversidades; ISCTE, 16 de Maio de 2011 - o seu papel como um dos pontos avançados de um modelo de desenvolvimento e de vida sustentáveis; - bem como a sua aptidão para se solidarizarem entre si e valorizarem a sua diversidade. Instituição de Acolhimento: Koïchiro Matsuura, Director-Geral da UNESCO Reunião Internacional das Maurícias, 13 de Janeiro 2005 Financiamento:
  47. 47. AGRADECIMENTOS A todos os entrevistados das três regiões insulares GUINÉ-BISSAU - IBAP (Instituto da Biodiversidade e Áreas Protegidas) - IUCN União Internacional para a Conservação da Natureza) - GPC (Gabinete de Planificação Costeira)Seminário de Estudos Africanos - Centro de Estudo e Seguimento das Aves da Guiné-Bissau Preservação Ambiental eDesenvolvimento Comunitário: - Nantinyansemelhanças e diferenças em contexto insular africano - Palmeirinha Brígida Rocha Brito ISCTE, 16 de Maio de 2011 CABO VERDE - Instituto Nacional de Desenvolvimento das Pescas - Turtle Foundation – Cabo Verde - Cabo Verde Natura 2000 - WWF Cabo Verde - Projecto Nacional de Conservação Marinha e Costeira Instituição de Acolhimento: - Secretariado Executivo para o Ambiente - Ministério do Ambiente, Agricultura e Pescas SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - Direcção-Geral do Ambiente Financiamento: - Direcção de Florestas - MARAPA - Clube das Nações - Coordenação do Programa ECOFAC IV
  48. 48. Centro de Estudos Africanos, ISCTE-IUL AGRADECIMENTOS Seminário de Estudos Africanos 16 de Maio 2011Preservação Ambiental e Desenvolvimento Comunitário: semelhanças e diferenças em contexto insular africano Brígida Rocha Brito Brígida Rocha Brito Centro de Estudos Africanos (CEA/ISCTE-IUL) Centro de Estudos Africanos (CEA/ISCTE-IUL) brigida.brito@iscte.pt

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