Introdução•No mercado de peixes ornamentais marinhos, cerca de 90% dasespécies são capturadas em ambiente•O Brasil tem uma...
Introdução•Danos ao meio ambiente com o uso de cianeto•A sobrepesca de espécies-chave para o aquarismo pode acarretar node...
IntroduçãoEstima-se que, a nível mundial, de cada 1.000 peixesornamentais extraídos do mar, apenas 363 chegam aosaquários....
Produção em cativeiro“Produto de melhor qualidade”Adaptação mais rápida em aquáriosDiminuição da pressão de coleta
Espécies Exóticas x Espécies Nativas •Risco de escape •Introdução de patógenos •Dependência do mercado externo
Produção em cativeiro  Fatores limitantes à expansão da produção             ornamental marinha:-Mercado-Tecnologia de pro...
Mercado•Demanda•Valor de mercado    Lucro•Custo de produção
Tecnologia de ProduçãoPacotes tecnológicosInstituições de   pesquisa                  Produtor                            ...
LegislaçãoEspécies Ameaçadas de ExtinçãoRegistros
Seleção de Espécies
Critérios de seleção    do Mercado
TamanhoAdequado
Beleza
Comportamento              Comportamento   Pacífico
Reef safe
Critérios de seleção    Da produção
Características de interesse produtivo • Resistência:      -Manejo      -Transporte      -Doenças      -Qualidade da água ...
Características de interesse produtivo                 Reprodução Intervalo de desova Condicionamento:     Fatores fisico-...
Características de interesse produtivo Desova Demersal:      -Ovos aderentes      -Cuidado parental      -Eclosão em média...
Características de interesse produtivo  Desova Pelágica:  -Ovos lançados na coluna d’água  -Ovos possuem gota de óleo  -De...
Peixes nativos com potencial      para piscicultura
Grupos de peixes com potencialpara a piscicultura ornamental marinha       •Gobiidae       •Blenídeos (várias famílias)   ...
Gobiidae
Gobiidae
Gobiidae•A família Gobiidae possui mais de 1950 espécies e 200 gêneros•Estão entre os primeiros peixes a colonizar novos h...
Gobiidae•Maioria dos gobies se alimenta de pequenos invertebrados,embora algumas espécies se alimentem de outros peixes, e...
GobiidaeCaracterísticas de mercado:   •Pequenos   •Fácil adaptação   •Resistentes   •Dieta variada   •Reef safe   •Comport...
Elacatinus randalli
Elacatinus pridsi
Elacatinus figaroEndêmico de toda costa brasileira
Gobiidae      Produção: Elacatinus figaro•Existem vários estudos com a espécie•Ciclo de produção completo•Espécie resisten...
Gobiidae         Produção: Elacatinus figaro•Aquários Reprodutores: 15-30L   •Desova demersal   •Monogâmicos•N° de ovos / ...
Gobiidae      Produção: Elacatinus figaroLarvicultura:Tamanho da larva: +- 3 mmBoca presente após eclosãoOlhos bem pigment...
Meirelles, 2008
Meirelles, 2008
Blenídeos
Blenídeoscirri                    Nadadeira dorsal única   ventral                                Nad. Anal longa
Blenídeos•Grupo dos blenídeos compreende 6 famílias•Alta abundância em ambientes costeiros•Dieta bastante diversa•Alcançam...
BlenídeosCaracterísticas de mercado:     •Espécies pequenas     •Padrão de cor     •Agilidade     •Comportamento ativo    ...
Blenídeos                Produção•Fácil obtenção de reprodutores•Resistentes ao manejo•Resistentes a variações na qualidad...
Blenídeos                Produção•Desova demersal•Cuidado parental•Machos incubam em uma mesma cavidadevárias desovas prov...
BlenídeosSalarias ramosus (espécie exótica)   Fonte: MOFIB
Fonte: MOFIB
Pomacanthidae
Pomacanthidae
Pomacanthidae•São de médio porte e vivem em águas costeiras especialmentetropicais•Espécies que apresentam      diferenças...
Pomacanthidae•A territorialidade é uma característica marcante destafamília•A dieta das espécies desta família é variada; ...
Pomacanthidae                     Coleta•Na sua maioria, os peixes são capturados quando jovens•Espécies como Holacanthus ...
PomacanthidaeCaracterísticas de mercado:  •Diferentes padrões de coloração  •A maioria das espécies não é “Reefsafe”  •Ele...
Pomacanthidae                      Produção•Podem ser condicionados a alimentação em cativeiro•Susceptível à doenças•Sensí...
Pomacanthidae                       Produção•Todas as espécies estudadas até o momento são protogíneas•Vivem em grupos ou ...
Pomacanthidae                    Produção•Comportamento de corte é comum e complexa e seinicia pela perseguição ou aproxim...
Holacanthus ciliaris
Pomacanthus paruAdvanced Aquarist Magazine
Pomacanthus sp.                     ReproduçãoPomacanthus semicirculatus (Taiwan):•4 reprodutores (entre 35-40cm) mantidos...
Pomacanthus sp.                  Reprodução•Fêmea matura com abdômen dilatado e coloraçãomais pálida•Desova natural•Média ...
Pomacanthus sp.   Reprodução
Centropyge aurantonotus
Centropyge sp.Entre os mais populares dos peixes anjoPodem ser mantidos em aquarios menoresConsiderado reef safeAlguns tra...
Centropyge sp.•Haréns geralmente consistem de 1macho maior e de 1-4 fêmeas maturas•Em cativeiro são divididos em pares out...
Grammatidae
Grammatidae
Gramma loretoGramma brasiliensis
Grammatidae•Distribuem-se da Flórida até o sudeste do Brasil•Encontrados em recifes de coral e zonasrochosas•Habitam profu...
GrammatidaeVivem solitários ou em pequenos gruposMachos constroem ninhosNas espécies do gênero Gramma os machos sãomaiores...
GrammatidaeCaracterísticas de mercado:  •Pequenos e de coloração atraente  •Fácil aclimatação  •Resistentes  •Dieta variad...
Grammatidae         Gramma loreto (espécie exótica)Aquários de 400lEstocagem:      -1 macho x 3 fêmeasNinho confeccionado ...
Fonte: MOFIB
POMACENTRIDAE
POMACENTRIDAE
POMACENTRIDAECaracterísticas de mercado:  •Espécies de baixo valor de mercado  •Territorialistas e agressivos  •Peixes mui...
Abudefduf saxitatilis
Stegastes variabilis
Chromis flavicauda
POMACENTRIDAE                     ProduçãoMuito resistente ao manejo e a variações na qualidadede águaResistente à doenças...
POMACENTRIDAE                   ProduçãoDesova demersalCuidado parentalRápido desenvolvimento larvalDificuldade na aliment...
(Fishelson, 1970)
Fonte: MOFIB
Chaetodontidae
Chaetodontidae
Chaetodontidae•Se alimentam de zoobentos e outros invertebrados.        -Poliquetas, pólipos de corais, crustáceos e molus...
Chaetodontidae                       ProduçãoDifícil adaptação em cativeiroAceitam bem ostras e mexilhãoSão sensíveis ao m...
Outros grupos encontrados no   mercado de peixes ornamentaisAcanthuridaeApogonidaeLabridaeOpstognathidae
Considerações Finais•O Brasil apresenta diversas espécies com potencial paraa piscicultura ornamental marinha.•Para o dese...
Referências     AISHUTH,S. R., TUCKER JR., J. W., HATELEY, J. egg and larval development of laboratory-reared sergeantmajo...
Referências.    .MICHAEL,S.W. Reef Fishes: a guide to their identification behavior and captive care . TFH publ. Inc.,New ...
ReferênciasSites:Fishbase.orgMOFIB: www.marinebreeders.orgAdvanced Aquarist Magazine: www.advancedaquarist.comREEF CULTURE...
Contatowfann@zootecnista.com.br
Obrigado!!!!
Apresentação de Wesley F. Annunciação
Apresentação de Wesley F. Annunciação
Apresentação de Wesley F. Annunciação
Apresentação de Wesley F. Annunciação
Apresentação de Wesley F. Annunciação
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Apresentação de Wesley F. Annunciação

1.473 visualizações

Publicada em

Espécies Nativas com Potencial para Piscicultura Ornamental Marinha

Publicada em: Estilo de vida
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.473
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
116
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
57
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação de Wesley F. Annunciação

  1. 1. Introdução•No mercado de peixes ornamentais marinhos, cerca de 90% dasespécies são capturadas em ambiente•O Brasil tem uma participação ativa nas exportações de peixesornamentais marinhos participando com 120 espécies e tendotriplicado seu crescimento nos últimos três anos•Os fatores mais atraentes e que valorizam estes animaisdependem da morfologia externa e comportamento da espécie,incluindo o seu caráter exótico . IBAMA, 2003; Monteiro-Neto et al., 2003; Sampaio & Rosa, 2003
  2. 2. Introdução•Danos ao meio ambiente com o uso de cianeto•A sobrepesca de espécies-chave para o aquarismo pode acarretar nodesequilíbrio de todo o sistema ecológico•Estruturas precárias de transporte e manutenção Fonte: From ocean to aquarium
  3. 3. IntroduçãoEstima-se que, a nível mundial, de cada 1.000 peixesornamentais extraídos do mar, apenas 363 chegam aosaquários. -15% morrem até o processo de exportação, -10% não chegam às lojas de revenda, mais de - 5% não sobrevivem até serem vendidos.Metade dos indivíduos estocados em aquários morre antesdo sexto mês de cativeiro Araújo et al., 2008
  4. 4. Produção em cativeiro“Produto de melhor qualidade”Adaptação mais rápida em aquáriosDiminuição da pressão de coleta
  5. 5. Espécies Exóticas x Espécies Nativas •Risco de escape •Introdução de patógenos •Dependência do mercado externo
  6. 6. Produção em cativeiro Fatores limitantes à expansão da produção ornamental marinha:-Mercado-Tecnologia de produção
  7. 7. Mercado•Demanda•Valor de mercado Lucro•Custo de produção
  8. 8. Tecnologia de ProduçãoPacotes tecnológicosInstituições de pesquisa Produtor Lojista Consumidor
  9. 9. LegislaçãoEspécies Ameaçadas de ExtinçãoRegistros
  10. 10. Seleção de Espécies
  11. 11. Critérios de seleção do Mercado
  12. 12. TamanhoAdequado
  13. 13. Beleza
  14. 14. Comportamento Comportamento Pacífico
  15. 15. Reef safe
  16. 16. Critérios de seleção Da produção
  17. 17. Características de interesse produtivo • Resistência: -Manejo -Transporte -Doenças -Qualidade da água •Nutrição
  18. 18. Características de interesse produtivo Reprodução Intervalo de desova Condicionamento: Fatores fisico-químicos Temperatura, Fotoperíodo, Salinidade Fatores nutricionais Desova natural x Indução Hormonal Estratégia reprodutiva
  19. 19. Características de interesse produtivo Desova Demersal: -Ovos aderentes -Cuidado parental -Eclosão em média de 4 a 9 dias -Larvas “bem desenvolvidas” na eclosão
  20. 20. Características de interesse produtivo Desova Pelágica: -Ovos lançados na coluna d’água -Ovos possuem gota de óleo -Desovas geralmente muito maiores que as demersais -Eclosão em média de 24 a 36h -Número elevado de larvas se comparado aos demersais -Larvas bem “rudimentares”
  21. 21. Peixes nativos com potencial para piscicultura
  22. 22. Grupos de peixes com potencialpara a piscicultura ornamental marinha •Gobiidae •Blenídeos (várias famílias) •Pomacanthidae •Grammatidae •Pomacentridae •Chaetodontidae •Syngnathidae
  23. 23. Gobiidae
  24. 24. Gobiidae
  25. 25. Gobiidae•A família Gobiidae possui mais de 1950 espécies e 200 gêneros•Estão entre os primeiros peixes a colonizar novos habitats comopoças de maré, recifes de corais, e regiões alagadas.•Espécies marinhas, de água salobra e estuarinas. Apenaspequeno número de espécies são adaptados completamente aágua doce.
  26. 26. Gobiidae•Maioria dos gobies se alimenta de pequenos invertebrados,embora algumas espécies se alimentem de outros peixes, ealguns poucos de algas.•Maioria relativamente pequeno, geralmente com menos de10cm, mas alguns gêneros chegam alcançar mais de 30cm•Vivem frequentemente aderidos em rochas e corais Nelson, 2006
  27. 27. GobiidaeCaracterísticas de mercado: •Pequenos •Fácil adaptação •Resistentes •Dieta variada •Reef safe •Comportamento ativo e pacíficos •Peixes Limpadores •Lista de espécies ameaçadas - IBAMA
  28. 28. Elacatinus randalli
  29. 29. Elacatinus pridsi
  30. 30. Elacatinus figaroEndêmico de toda costa brasileira
  31. 31. Gobiidae Produção: Elacatinus figaro•Existem vários estudos com a espécie•Ciclo de produção completo•Espécie resistente•Infraestrutura simples se comparado com outrasespécies
  32. 32. Gobiidae Produção: Elacatinus figaro•Aquários Reprodutores: 15-30L •Desova demersal •Monogâmicos•N° de ovos / desova: 410 648•Taxa média de eclosão: 70%•Tempo de incubação (26-28°C): 7-8 dias Meirelles, 2008; Shei, 2008
  33. 33. Gobiidae Produção: Elacatinus figaroLarvicultura:Tamanho da larva: +- 3 mmBoca presente após eclosãoOlhos bem pigmentadosVitelo consumido em 1 diaAlimentação: Rotífero, Artêmia, CopépodosMetamorfose: 25 à 30 dias Meirelles, 2008
  34. 34. Meirelles, 2008
  35. 35. Meirelles, 2008
  36. 36. Blenídeos
  37. 37. Blenídeoscirri Nadadeira dorsal única ventral Nad. Anal longa
  38. 38. Blenídeos•Grupo dos blenídeos compreende 6 famílias•Alta abundância em ambientes costeiros•Dieta bastante diversa•Alcançam em média até 15 cm•Algumas espécies são territorialistas Resgalla, 1992
  39. 39. BlenídeosCaracterísticas de mercado: •Espécies pequenas •Padrão de cor •Agilidade •Comportamento ativo •Resistentes e de fácil manutenção •Algumas espécies se alimentam da a anêmona marrom Aipstasia pallida
  40. 40. Blenídeos Produção•Fácil obtenção de reprodutores•Resistentes ao manejo•Resistentes a variações na qualidade de água•Infraestrutura necessária simples•Protocolo de reprodução para várias espécies
  41. 41. Blenídeos Produção•Desova demersal•Cuidado parental•Machos incubam em uma mesma cavidadevárias desovas provenientes de diferentesfêmeas ao mesmo tempo
  42. 42. BlenídeosSalarias ramosus (espécie exótica) Fonte: MOFIB
  43. 43. Fonte: MOFIB
  44. 44. Pomacanthidae
  45. 45. Pomacanthidae
  46. 46. Pomacanthidae•São de médio porte e vivem em águas costeiras especialmentetropicais•Espécies que apresentam diferenças significativas entre acoloração juvenil e adulta•Alcançam cerca de 40cm•Gênero Centropyge alcança cerca de 15 cm
  47. 47. Pomacanthidae•A territorialidade é uma característica marcante destafamília•A dieta das espécies desta família é variada; muitas sealimentam principalmente de esponjas, enquanto outrasde algas e microrganismos marinhos•Algumas espécies são limpadoras facultativas Menezes & Figueiredo, 1985; Robins & Ray, 1986; Michael, 2001; Araújo et al.,2008
  48. 48. Pomacanthidae Coleta•Na sua maioria, os peixes são capturados quando jovens•Espécies como Holacanthus ciliaris são vendidas em trêstamanhos (pequeno , médio e grande)•Holacanthus ciliaris e Pomacanthus paru representamcerca de 33% dos peixes exportados pelo Ceará Araújo, et al., 2008
  49. 49. PomacanthidaeCaracterísticas de mercado: •Diferentes padrões de coloração •A maioria das espécies não é “Reefsafe” •Elevado valor de mercado •Aquaristas mais avançados •Necessitam de aquários de maior volume •Permitida a coleta e comercialização
  50. 50. Pomacanthidae Produção•Podem ser condicionados a alimentação em cativeiro•Susceptível à doenças•Sensíveis à variação da qualidade da água•Dificuldade na reprodução e larvicultura Mayland, 1983; Gomes, 1997 ; Araújo et al., 2008
  51. 51. Pomacanthidae Produção•Todas as espécies estudadas até o momento são protogíneas•Vivem em grupos ou isoladamente,sendo os machostipicamente territorialistas e com hábitos diurnos•É comum o hábito de formar sistemas sociais de harém comduas acinco fêmeas•Além do dimorfismo etário, características sexuais variamenormemente entre as espécies Nottinghan, 2002; Araújo, et al., 2008
  52. 52. Pomacanthidae Produção•Comportamento de corte é comum e complexa e seinicia pela perseguição ou aproximação do macho àfêmea.•A desova ocorre durante todo o ano, principalmenteno verão•Desova pelágica Allen et al ., 1998; Lieske & Myers, 1999
  53. 53. Holacanthus ciliaris
  54. 54. Pomacanthus paruAdvanced Aquarist Magazine
  55. 55. Pomacanthus sp. ReproduçãoPomacanthus semicirculatus (Taiwan):•4 reprodutores (entre 35-40cm) mantidos em tanque de30.000L•Dieta: krill, lula, peixescongelado e macroalga (caulerpa) de3-5% peso corporal•Uso de rochas como abrigo•Fotoperíodo 12:12 Leu et al., 2009
  56. 56. Pomacanthus sp. Reprodução•Fêmea matura com abdômen dilatado e coloraçãomais pálida•Desova natural•Média de ovos/ desova: 10.455 ovos•Taxa média de eclosão: 70.2 % Leu et al., 2009
  57. 57. Pomacanthus sp. Reprodução
  58. 58. Centropyge aurantonotus
  59. 59. Centropyge sp.Entre os mais populares dos peixes anjoPodem ser mantidos em aquarios menoresConsiderado reef safeAlguns trabalhos publicadosGênero bastante estudados por alguns institutos depesquisa (ex: Reef culture technology )Bom potencial reprodutivo Fonte: RCT, Hawaii
  60. 60. Centropyge sp.•Haréns geralmente consistem de 1macho maior e de 1-4 fêmeas maturas•Em cativeiro são divididos em pares outrios em aquários com volume mínimo•de 120-200 litros.•Precisam de uma coluna de água depelo menos 50cm Fonte: RCT, Hawaii
  61. 61. Grammatidae
  62. 62. Grammatidae
  63. 63. Gramma loretoGramma brasiliensis
  64. 64. Grammatidae•Distribuem-se da Flórida até o sudeste do Brasil•Encontrados em recifes de coral e zonasrochosas•Habitam profundidades desde 3 até 22 metros•Territorialistas e encontrados em locas Menezes & Figueiredo, 1985; Lieske & Myers, 1999; Szpilman, 2000; Araújo, 2008;
  65. 65. GrammatidaeVivem solitários ou em pequenos gruposMachos constroem ninhosNas espécies do gênero Gramma os machos sãomaiores que as fêmeasDesova acontece ao final do entardecerMenezes & Figueiredo, 1985; Lieske & Myers, 1999; Szpilman, 2000; Araújo, 2008;
  66. 66. GrammatidaeCaracterísticas de mercado: •Pequenos e de coloração atraente •Fácil aclimatação •Resistentes •Dieta variada •Lista de espécies ameaçadas
  67. 67. Grammatidae Gramma loreto (espécie exótica)Aquários de 400lEstocagem: -1 macho x 3 fêmeasNinho confeccionado com espuma Guilles et al., 2008
  68. 68. Fonte: MOFIB
  69. 69. POMACENTRIDAE
  70. 70. POMACENTRIDAE
  71. 71. POMACENTRIDAECaracterísticas de mercado: •Espécies de baixo valor de mercado •Territorialistas e agressivos •Peixes muito resistentes •Pequenos ( < 20cm) •Se adaptam muito rápido as condições de cativeiro •Ideal para iniciantes •Reef safe
  72. 72. Abudefduf saxitatilis
  73. 73. Stegastes variabilis
  74. 74. Chromis flavicauda
  75. 75. POMACENTRIDAE ProduçãoMuito resistente ao manejo e a variações na qualidadede águaResistente à doençasRápido crescimentoBaixo custo para formação do plantel de reprodutoresVárias espécies já reproduzidas em cativeiro
  76. 76. POMACENTRIDAE ProduçãoDesova demersalCuidado parentalRápido desenvolvimento larvalDificuldade na alimentação das larvas MOFIB; Aishuth, et al., 1998
  77. 77. (Fishelson, 1970)
  78. 78. Fonte: MOFIB
  79. 79. Chaetodontidae
  80. 80. Chaetodontidae
  81. 81. Chaetodontidae•Se alimentam de zoobentos e outros invertebrados. -Poliquetas, pólipos de corais, crustáceos e moluscos.•Vivem solitários ou em pares•Podem formar agregações para alimentação•Encontrados em recifes de coral e fundos rochosos•Alcançam cerca de 15cm•Cores fortes e diferentes padrões de coloração•Natação suave Araújo, 2008 ; fishbase.org ; Ibama, 2004
  82. 82. Chaetodontidae ProduçãoDifícil adaptação em cativeiroAceitam bem ostras e mexilhãoSão sensíveis ao manejo e a qualidade da águaFacilmente suscetíveis à ectoparasitas e doençasVárias espécies são monogâmicasDesova PelágicaComportamento de corte Carvalho-Filho, 1999
  83. 83. Outros grupos encontrados no mercado de peixes ornamentaisAcanthuridaeApogonidaeLabridaeOpstognathidae
  84. 84. Considerações Finais•O Brasil apresenta diversas espécies com potencial paraa piscicultura ornamental marinha.•Para o desenvolvimento da atividade se faz necessário: - Definição de prioridades para o setor. -Desenvolvimento de tecnologia por Instituiçõespúblicas e privadas . - Crescimento e desenvolvimento do mercado daaquariofilia marinha no Brasil.
  85. 85. Referências AISHUTH,S. R., TUCKER JR., J. W., HATELEY, J. egg and larval development of laboratory-reared sergeantmajor, Abudefduf saxatilis (pisces,pomacentridae). bulletin of marin s ieneE. 62(1): 121-133. 1998 ALLEN, G.R.; STEENE,R., ALLEN M . A guide to a ngelfishes & butterflyfishes. Odyssey ARAÚJO, M. E., ALBUQUERQUE-FILHO, A. C. biologia das principais espécies de peixes ornamentaismarinhos do brasil: uma revisão bibliográfica e documental. Boletim Técnico Cientìfico do CEPENE. v. 13, p.109-154. 2005 CARVALHO -FILHO,A. Peixes: costa brasileira. 3ª. ed., Editora Melro, São Paulo, 320p., 1999. GOMES, S . O aquário marinho & as rochas vivas . Tropicus Publ. Propag. Ltda Ed. Rio de Janeiro, 256 p.,1997 IBAMA. Relatório da Reunião Nacional sobre Regulamentação Específica paraExplotação de PeixesOrnamentais Marinhos , Fortaleza, 36p., 2003. LEU, M., LIOU, C., WANG, W., DERYANG,S., MENG, P. Natural spawning, early development and firstfeedingof the semicircle angelfish [Pomacanthus semicirculatus(Cuvier, 1831)] in captivity. Aquaculture Research,v. 40,p. 1019-1030. 2009 LIESKE, E.; MYERS, R . Coral Reef Fishes: Caribbean, Indian Ocean, and Pacific Ocean including the RedSea . Princeton Univ. Press, New Jersey, 400p., 1999. MAYLAND,H.J. The complete home aquarium. GD/Peregee Book, Nova Iorque, 223p. 1983 MEIRELLES, M. E. Viabilidade do cultivo do neon gobi, Elacatinus fígaro. 2008. 47f. Dissertação (Mestradoem Aquicultura) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 2008. MENEZES, N.A.; FIGUE IREDO, J.L. Manual de Peixes Marinhos do Sude ste do Brasil: V Teleostei. MuseuZoologia USP, São Paulo, v.4, 106p., 1985
  86. 86. Referências. .MICHAEL,S.W. Reef Fishes: a guide to their identification behavior and captive care . TFH publ. Inc.,New Jersey, v.1, 624p., 2001 MONTEIRO-NETO, C.; CUNHA, F.E.A.; NOTTINGHAM, M.C.; ARAÚJO, M.E.; ROSA, I.L.;LEITE, G.M.BAnaly sis of the marine ornamental fish trade at Ceará State, northeast Brazil. Biodiv. Conserv ., Holanda, v.12,p.1287 -1295, 2003 NOTTINGHAM, M.C. Estudo da Biologia Reprodutiva do Peixe Anjo Holacanthus ciliaris (Peciformes:Pomacanthidae). Dissertação de Mestrado, Engenharia de Pesca, Universidade Federal do Ceará,Fortaleza, 102p, 2002. Publishing, Tropical Reef Research., Washington, 250p., 1998. RESGALLA Jr., C.; MORELLI, F., RODRIGUES-RIBEIRO, M.& A. BRANDELLI . Reprodução,desenvolvimento embrio-larval e testes preliminares de toxicidade de Parablennius pilicornis(cuvier,1829)(pisces: blenniidae). Notas tec. Facimar, 2:41-49, 1998 ROBINS, R.C.; RAY, C .G. A Field Guide to Atlantic Coast Fishes of North America, Ed. Housghton Mifflin,EUA, 354p., 1986 SAMPAIO, C.L.S.; ROS A, I.L . Comércio de peixes ornamentais marinhos na Bahia: passado, presente efuturo. Boletim da SBI . Nº 71, João Pessoa, 2003. SHEI, M.P. 2008. Reprodução, desenvolvimento embrionário e larvicultura do “néon goby” Elacantinusfigaro em laboratório. Dissertação de Mestrado – Curso de Pósgraduação em Aqüicultura da UniversidadeFederal do Rio Grande – FURG. 2008 SZPILMAN, M. Peixes marinhos do Brasil: guia prático de identificação. Inst. Ecol. Aqualung , Rio deJaneiro, 288p.,2000.
  87. 87. ReferênciasSites:Fishbase.orgMOFIB: www.marinebreeders.orgAdvanced Aquarist Magazine: www.advancedaquarist.comREEF CULTURE TECHNOLOGIES: www.rcthawaii.com
  88. 88. Contatowfann@zootecnista.com.br
  89. 89. Obrigado!!!!

×