* Revista Electrónica de Ingeniería en Producción Acuícola año II, vol. 2, 2007. ISSN 1909 - 8138
INTRODUÇÃO 
 Importância dos alimentos vivos no cultivo de peixes 
marinhos; 
 Importância da criação de peixes marinhos...
INTRODUÇÃO 
 Tamanho da boca limita alimentação larval; 
 Crescimento da larva exige alimentação variada 
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 O alimento deve ser fácilmente percebido pelas 
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INTRODUÇÃO 
Principais Alimentos Vivos para 
Larvas de Peixes: 
Artêmia; 
Fitoplâncton; 
Rotíferos; 
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INTRODUÇÃO 
Principal desafio é a falta da biodiversidade inerente aos ambientes naturais, nos 
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História 
 Anos 60, “Green Water”-Fitoplâncton e protozoários; 
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1. Fitoplâncton 
 Mais de 40 espécies são utilizadas para cultivo de 
larvas de peixes, as principais são Isochrysis, 
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1. Fitoplâncton 
 Estabilizam a qualidade da água; 
 Atuam como controladores biológicos; 
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2. Rotíferos 
 O gênero Brachionus,destacando-se 
Brachionus plicatilis é a espécie mas 
cultivada no mundo; 
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2. Rotíferos 
 Não são utilizáveis como única fonte nutricional 
em diversas espécies marinhas; 
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 São presas naturais de muitas larvas de peixes; 
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Fonte: www.reefcentral.com 
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 O tamanho dos Náuplios de Artêmia varia de acordo com a 
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4. Artêmias 
É recomendado o uso de emulsões ou óleo 
de peixe para enriquecimento; 
Presença de Ac. Ascórbico; 
Falta ...
https://www.youtube.com/watch 
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REFERÊNCIAS 
 FUJIMOTO, RODRIGO Y.; SANTOS, RUDÃ F.B.; 
CARNEIRO, DALTON J.. Morphological deformities in the 
osseous st...
REFERÊNCIAS 
 http://www.thefishsite.com/articles/1581/phytoplankton-culture-for- 
aquaculture-feed 
 Department of Agri...
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  1. 1. * Revista Electrónica de Ingeniería en Producción Acuícola año II, vol. 2, 2007. ISSN 1909 - 8138
  2. 2. INTRODUÇÃO  Importância dos alimentos vivos no cultivo de peixes marinhos;  Importância da criação de peixes marinhos;  Criação de larvas em grande escala;  Problema: Alimentação para as larvas;  Quantidade e qualidade nutricional;  Alimentos vivos.  Tamanho do alimento vivo; Fonte: larvalimages.com
  3. 3. INTRODUÇÃO  Tamanho da boca limita alimentação larval;  Crescimento da larva exige alimentação variada durantes os estágios de desenvolvimento;  Alimentação artificial não é factível;  Taxa de mortalidade é alta em cultivo de larvas. Fonte: http://www.ars.usda.gov/is/AR/archive/feb09/seafood0209.htm
  4. 4. SELEÇÃO DE ALIMENTOS VIVOS  O alimento deve ser fácilmente percebido pelas larvas;  O tamanho do alimento deve ser adequado ao tamanho da boca dos peixes;  O alimento deve ser digerido pela larva;  O alimento deve ter un alto grau nutricional especialmente de ácidos graxos insaturados;  O alimento deve ser facilmente produzido em larga escala.
  5. 5. INTRODUÇÃO Principais Alimentos Vivos para Larvas de Peixes: Artêmia; Fitoplâncton; Rotíferos; Larvas de moluscos; Náuplios de camarão Fonte: www.marinebreeder.org
  6. 6. INTRODUÇÃO Principal desafio é a falta da biodiversidade inerente aos ambientes naturais, nos ambientes de cultivo. Fonte: www.senckenberg.de Fonte: http://nauka.gadzetomania.pl/2012/04/11/jestescie-ciekawi-jak-dokladnie-wyglada-plankton- wideo
  7. 7. História  Anos 60, “Green Water”-Fitoplâncton e protozoários;  Bivalves-Larvas trocóforas, reprodução artificial;  Meados dos anos 60 – Náuplios de Copépodes e Cracas (N.maiores);  Artêmias;  Final dos anos 60 Brachionus plicatilis;  Anos 70 larvas de bivalves, intercaladas com rotíferos até os 25 días, seguida de larvas de copépodes até os 35 días e depois pedaços de peixes e alimentos artificiais a partir do 40º dia de cultivo.
  8. 8. 1. Fitoplâncton  Mais de 40 espécies são utilizadas para cultivo de larvas de peixes, as principais são Isochrysis, Nannochloropsis, Tetraselmis, Chaetoceros, Dunaliella e Chlorella. Fonte: www.thefishsite.com Fonte: www.malawicichlidhomepage.com Cultivo de Fitoplâncton. Isochrysis sp. Tetraselmis sp.
  9. 9. Tabela de Helm et al., 2004, disponível em: http://www.thefishsite.com/articles/1581/phytoplankton-culture- for-aquaculture-feed
  10. 10. 1. Fitoplâncton  Estabilizam a qualidade da água;  Atuam como controladores biológicos;  Aporte nutricional para as larvas;  Alimentam rotíferos e outros zooplâncton necessários na dieta; Fonte: www.ilmaredamare.com Fonte: www.fao.org Fonte: http://www.maricult.com
  11. 11. 2. Rotíferos  O gênero Brachionus,destacando-se Brachionus plicatilis é a espécie mas cultivada no mundo;  Tamanho entre 50 e 2000 micras;  Tempo de vida entre 2 a 3 semanas;  Teor nutricional varia com alimentação;  Constante movimento na água facilita a percepção pelas larvas.
  12. 12. 2. Rotíferos  Não são utilizáveis como única fonte nutricional em diversas espécies marinhas;  Devem ser enriquecidos com emulsões, pós ou cápsulas;  Taxa de sobrevivência das larvas é baixa;  É comum o aparecimento de sinais externos de deficiências nutricionais;  Artêmias apresentam as mesmas limitações que os rotíferos para a alimentação de larvas de peixes de espécies marinhas.
  13. 13. 3. COPÉPODAS  São presas naturais de muitas larvas de peixes;  Superiores nutricionalmente aos Rotíferos e Náuplios de Artêmia;  Alto conteúdo de Ac. Graxos insaturados, enzimas digestivas, anti-oxidantes, carotenóides, etc;  Movimentos geram estímulos visuais;  Tamanhos diversos;  Manutenção da Higiene em tanques com Harpacticóides
  14. 14. 3. COPÉPODES  Principais ordens utilizadas são Harpacticoida e Calanoida;  Harpacticoidas podem ingerir alimentos mais diversificados e suportar maiores densidades;  Também convertem Ac. graxos com mais eficiência que os Calanoida.  A desvantagem é que os seus Náuplios são bentônicos, dificultando a predação pelas larvas.
  15. 15. 3. Copépodes Acartia tonsa Pseudodiaptomus pelagicus Fonte: www.algagen.com Fonte: www.reefcentral.com Tigriopus californicus Fonte: http://reefbuilders.com/
  16. 16. 4. Artêmias  O tamanho dos Náuplios de Artêmia varia de acordo com a região geográfica de procedência;  Para espécies que tragam o alimento inteiro o tamanho é crítico;  Há diferenças entre o valor nutricional de acordo com a região, e entre comunidades da mesma região;  Presença de enzimas proteolíticas ajudam na absorção de nutrientes;  Metamorfose da Artêmia influencia teor de Ac. graxos essenciais.
  17. 17. 4. Artêmias É recomendado o uso de emulsões ou óleo de peixe para enriquecimento; Presença de Ac. Ascórbico; Falta de vitamina C causa deformidades. Fonte: jackdempseycichlid.com Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001-37652013000100379
  18. 18. https://www.youtube.com/watch ?v=8cNkuGfyjRI
  19. 19. REFERÊNCIAS  FUJIMOTO, RODRIGO Y.; SANTOS, RUDÃ F.B.; CARNEIRO, DALTON J.. Morphological deformities in the osseous structure in spotted sorubim Pseudoplatystoma coruscans (agassiz & spix, 1829) with vitamin c deficiency. An. Acad. Bras. Ciênc., Rio de Janeiro , v. 85, n. 1, Mar. 2013 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0001 -37652013000100379&lng=en&nrm=iso>. access on 17 Oct. 2014. Epub Mar 05, 2013. http://dx.doi.org/10.1590/S0001-37652013005000022.
  20. 20. REFERÊNCIAS  http://www.thefishsite.com/articles/1581/phytoplankton-culture-for- aquaculture-feed  Department of Agriculture, Aquaculture and Fisheries – Disponível em: http://www.gnb.ca/0168/01680003-e.asp  http://www.h2olifefoods.com/products/rotifers.html  http://www.marinebreeder.org/forums/viewtopic.php?t=914  http://www.doko.vn/tai-lieu/recent-advances-in-fish-farms- 1743042  http://larvalimages.com/ Acesso em 15/10/2004

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