AUDIÊNCIA PÚBLICA
Levantamento de indicações de diretrizes
urbanísticas espacializadas a serem
observadas no redesenho do ...
Adriana Porto (ICPS/SDPU)
Betânia Corrêa de Araújo (MCR/ SECULT)
Carlos Ernesto (SEMOC)
Cecília Alcântara (ICPS/ SDPU)
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TERRITÓRIO:
“ILHA DE ANTÔNIO VAZ”
SUMÁRIO DA APRESENTAÇÃO:
1. Percurso metodológico
2. Breve diagnóstico
3. Análise propositiva
4. Referências
5. Premissas ...
1.
PERCURSO METODOLÓGICO
PERCURSO METODOLÓGICO:
PROPOSTAS
URBANÍSTICAS
PROPOSTAS
URBANÍSTICASDIAGNÓSTICO E
PREMISSAS
DIAGNÓSTICO E
PREMISSAS
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PERCURSO METODOLÓGICO:
DIAGNÓSTICO E
PREMISSAS
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PREMISSAS
DIRETRIZESDIRETRIZES
PROPOSTAS
URBANÍSTICAS
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2.
BREVE DIAGNÓSTICO
COMPREENSÃO DO TERRITÓRIO:
A borda
As conexões urbanas
Os perfis urbanos
O sítio histórico
Os usos diversificados
As densi...
ANTÔNIO VAZ
TERRENO
SESC
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Parnamirim
Praça do
Trabalho
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Encruzilhada
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Tamarineira
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ESCALA URBANA DO TERRENO
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Cine São Luiz
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República
Estação Central
Cais de Sta. Rita
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Giratória
PCR
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ESCALA URBANA DO TERRENO
Av. Inácio
Monteiro
Av. General San Martin
Ponte da
Capunga
Rua Doze de Outubro
Praça Flemming
PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS
E IGREJAS
BARREIRAS DE
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ESPAÇOS ABERTOS
EXISTENTES
DESCORTINO E
CONEXÕES URBANAS
Boa Vista
Santo
Antonio
DESCORTINO E CONEXÕES URBANAS
FRENTES D’ÁGUA
OCUPAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL
DENSIDADE DEMOGRÁFICA
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Ilha de Antônio Vaz
Ilha Joana Bezerra
São José
Cabanga
Santo Antônio
...
DEMOGRAFIA
1.551 285
8.68812.629
Ilha de Antônio Vaz - População residente por
Bairro
Cabanga
Santo
Antônio
São José
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DEMOGRAFIA
970
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DEMOGRAFIA
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010
NOME DO
BAIRRO
sem
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1/2 a 1
SM
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DEMOGRAFIA
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 1991, 2000 e 2010
23.330
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Censo
1991
Censo
2000
Censo
2010
Populaçã...
VISADAS
Morro do Alemão -RJ
VISADAS
Morro do Alemão -RJ
VISADAS
Morro do Alemão -RJ
VISADAS
Morro do Alemão -RJ
VISADAS
VISADAS
VISADAS
VIDA URBANA NO TERRITÓRIO
VIDA URBANA NO TERRITÓRIO
VIDA URBANA NO TERRITÓRIO
O “CORPO” DA ILHA
PÉS
Cais Estelita
Vistas e mirantes
Portas d’água
CORAÇÃO
São José sentimental
Museu da Cidade
Forte das...
“AVENIDA DE TODOS OS TEMPOS”
500 ANOS
SÉC. XVII
Praça Maurícia
Primeiro mercado
SÉC. XVIII
Pátio barroco
SÉC. XX
Praça mod...
LEITURA DA PAISAGEM:
Recife “anfíbio”
“Corpo” de Santo Antônio e São José tendo a Dantas Barreto
como estrutura central, c...
3.
ANÁLISE PROPOSITIVA
CONDICIONANTES PARA ZONEAMENTO DA ILHA
A integração social, econômica e paisagística
A manutenção das populações
A valoriz...
1
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1. Zona de
Consolidação
2. Zona de
Reabilitação
3. Zona de
Conservação
ZONEAMENTO POR PREDOMINÂNCIA
1.1 SETOR
COQUE E
ENTORNO
2.1. SETOR
CABANGA
2.2. SETOR VILA
BRASIL/ POLO
JURÍDICO
2.3. SETOR
ESTELITA
3. SETOR SANTO
ANTÔ...
PROJETOS ESTRUTURADORES
EQUIPAMENTOS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE
Vias propostas
Circulação geral
Dantas Barreto
Metrô
Corredor Exclusivo de Ônibus
PRINCIPAIS CONEXOES
Viaduto Capitão Temu...
PERFIS URBANOS
Boa Vista
Santo
Antonio
Cidade contemporânea
PERFIL MAIS ALTO
Cidade Histórica
PERFIL MAIS BAIXO
4.
REFERÊNCIAS
FAUPE Workshop Utopia Viva (1992)
PCR Acervo do Museu da Cidade do Recife
PCR/CARDUS Plano de reabilitação integrada e con...
REFORMAS URBANAS – SÉCULO XX
Reforma do Bairro do Recife (1906)
REFORMAS URBANAS – SÉCULO XX
Remodelação Bairro de Santo Antônio 1938
REABILITAÇÃO DO KEELUNG PORT, TAILÂNDIA (2010)
Espaço público de qualidade
Adequação da escala
Referências projetuais
REABILITAÇÃO DO CAIS DO PORTO DE AUSTERLITZ, PARIS (2012)
Espaço público de qualidade
Adequação da escala
Referências proj...
REABILITAÇÃO DO CAIS, CROÁCIA (2007)
Vitalidade urbana noite e dia
Referências projetuais
REABILITAÇÃO PORTUÁRIA, NOVA ZELÂNDIA (2012)
Adaptação das estruturas existentes
Referências projetuais
REABILITAÇÃO CASERNES SANT ANDREU, BARCELONA (2005)
Integração com o tecido existente
Referências projetuais
PARK ROYAL HOTEL – SINGAPURA
Escalas compositivas
diversificadas no
mesmo edifício
PARQUE DA JUVENTUDE, SÃO PAULO (2003/07)
Referências projetuais
Apropriação do espaço público
com adaptação de estruturas
...
INTERVENÇÕES SOB VIADUTOS
Burnside Skatepark, Portland
Collonade Park,
Washington
Referências projetuais
Aproveitamento de...
INTERVENÇÕES SOB VIADUTOS
Cidade do México
Centro de gerenciamento
de autoestradas – Rota
Paris La Défense
Referências pro...
Intervenção em edifício
histórico em Ontário
EXPERIÊNCIAS NO CANADÁ
Referências projetuais
Frente d’água em Toronto
MUSEU RODIN – SALVADOR
Referências projetuais
Intervenção contemporânea em edifício histórico
HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL
ManausJardim Olinda, São Paulo
Paraisópolis - SPMorro do Alemão -RJ
Referências projetuais
CANTINHO DO CÉU, GRAJAÚ – SÃO PAULO
Referências projetuais
Frente d’água com espaço
público de qualidade em
área de intere...
5.
PREMISSAS PARA DIRETRIZES URBANÍSTICAS
PREMISSAS PARA DIRETRIZES URBANÍSTICAS:
4. Reabilitação de estruturas urbanas existentes
dando-lhes uso sustentável e refo...
5. Implantação de uso ativo e diversificado na escala do
pedestre, ao longo das quadras/faces de rua, garantindo
vitalidad...
PARA ENCAMINHAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES
ESCRITAS E/ OU DESENHADAS:
diretrizesantoniovaz@recife.pe.gov.br
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urbanísticas espacializadas a serem
observadas no redesenho do ...
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  1. 1. AUDIÊNCIA PÚBLICA Levantamento de indicações de diretrizes urbanísticas espacializadas a serem observadas no redesenho do Projeto Novo Recife, considerando o território do Cais José Estelita e seu entorno ILHA DE ANTÔNIO VAZ Recife, 17 de julho de 2014.
  2. 2. Adriana Porto (ICPS/SDPU) Betânia Corrêa de Araújo (MCR/ SECULT) Carlos Ernesto (SEMOC) Cecília Alcântara (ICPS/ SDPU) Guilherme Cavalcanti (ARIES) Henrique Ferreira (ICPS SDPU) Lorena Correia Veloso (SECULT) Lea Cavalcanti (ICPS/ SDPU) Lucia Helena Ferraz (ICPS/ SDPU) Lucia Veras (SMAS) Luciana Romeiro (SEMOC) Evelyne Labanca (ICPS/ SDPU) Fernando Alcantara (ICPS/ SDPU) Marcelo Olímpio (ICPS/ SDPU) Maurício Guerra (SMAS) Nilson Andrade (URB/ SISU) Noé Sérgio (ICPS/ SDPU) Renato Feitosa (ICPS/ SDPU) Romero Pereira (SMAS) Rubia Campello (URB/ SISU) Silvana Rocha (ICPS/ SDPU) Tiago Henrique (ICPS/ SDPU) Vera Freire (URB/ SISU) Vitor Maciel (ICPS/ SDPU) ESTAGIÁRIOS Antônio Pereira (ICPS/ SDPU) Diogo Henrique (ICPS/ SDPU) Ma. Eduarda Campos (ICPS/ SDPU) Jéssica Yale Carneiro (ICPS/ SDPU) EQUIPE TÉCNICA PCR
  3. 3. TERRITÓRIO: “ILHA DE ANTÔNIO VAZ”
  4. 4. SUMÁRIO DA APRESENTAÇÃO: 1. Percurso metodológico 2. Breve diagnóstico 3. Análise propositiva 4. Referências 5. Premissas para diretrizes urbanísticas
  5. 5. 1. PERCURSO METODOLÓGICO
  6. 6. PERCURSO METODOLÓGICO: PROPOSTAS URBANÍSTICAS PROPOSTAS URBANÍSTICASDIAGNÓSTICO E PREMISSAS DIAGNÓSTICO E PREMISSAS Análise geral da área (morfologia, tipologia, usos, gabaritos, interfaces, mobilidade, vegetação, etc.) DIRETRIZESDIRETRIZES Elaboração de diretrizes a partir da escuta da sociedade Escala da Ilha Escala da Ilha Elementos essenciais: Conexões e fluxos, densidades, zonas e setores, conceito geral Escala da gleba Escala da gleba Sistema viário, áreas livres, conservação, ocupação, perfis urbanos, predominância de usos, plano de massas, coeficientes e gabaritos PROJETO DE EDIFÍCIOPROJETO DE EDIFÍCIO Desenvolvimento na escala de quadra/ lote
  7. 7. PERCURSO METODOLÓGICO: DIAGNÓSTICO E PREMISSAS DIAGNÓSTICO E PREMISSAS DIRETRIZESDIRETRIZES PROPOSTAS URBANÍSTICAS PROPOSTAS URBANÍSTICAS Escala da Ilha Escala da Ilha Escala da gleba Escala da gleba PROJETO DE EDIFÍCIOPROJETO DE EDIFÍCIO Análise geral da área (morfologia, tipologia, usos, gabaritos, interfaces, mobilidade, vegetação, etc.) Elementos essenciais: Conexões e fluxos, densidades, zonas e setores, conceito geral Sistema viário, áreas livres, conservação, ocupação, perfis urbanos, predominância de usos, plano de massas, coeficientes e gabaritos Desenvolvimento na escala de lote/ quadras Elaboração de diretrizes a partir da escuta da sociedade
  8. 8. 2. BREVE DIAGNÓSTICO
  9. 9. COMPREENSÃO DO TERRITÓRIO: A borda As conexões urbanas Os perfis urbanos O sítio histórico Os usos diversificados As densidades
  10. 10. ANTÔNIO VAZ
  11. 11. TERRENO
  12. 12. SESC Praça do Parnamirim Praça do Trabalho Rua Amélia Estrada das Ubaias Largo da Encruzilhada Hospital da Tamarineira Parque da Jaqueira ESCALA URBANA DO TERRENO
  13. 13. ESCALA URBANA DO TERRENO Fafire Cine São Luiz Praça da República Estação Central Cais de Sta. Rita Ponte Giratória PCR Receita Federal Ed. Holiday Praça de Boa Viagem Av. Boa Viagem Av. Dom João VI
  14. 14. ESCALA URBANA DO TERRENO Av. Inácio Monteiro Av. General San Martin Ponte da Capunga Rua Doze de Outubro Praça Flemming
  15. 15. PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS E IGREJAS
  16. 16. BARREIRAS DE CONEXÃO
  17. 17. ESPAÇOS ABERTOS EXISTENTES
  18. 18. DESCORTINO E CONEXÕES URBANAS Boa Vista Santo Antonio
  19. 19. DESCORTINO E CONEXÕES URBANAS
  20. 20. FRENTES D’ÁGUA
  21. 21. OCUPAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL
  22. 22. DENSIDADE DEMOGRÁFICA 67,20 167,69 51,37 31,85 5,55 Ilha de Antônio Vaz Ilha Joana Bezerra São José Cabanga Santo Antônio * Calculada com base no território emerso. Densidade Demográfica * 23153 12629 8688 1551 285 Ilha de Antônio Vaz Ilha Joana Bezerra São José Cabanga Santo Antônio Número de Habitantes 40,25 144,85 26,6219,16 3,53 Ilha de Antônio Vaz Ilha Joana Bezerra São JoséCabangaSanto Antônio Densidade Demográfica Censo 2010
  23. 23. DEMOGRAFIA 1.551 285 8.68812.629 Ilha de Antônio Vaz - População residente por Bairro Cabanga Santo Antônio São José Ilha Joana Bezerra
  24. 24. DEMOGRAFIA 970 1.144 1.197 897 1.192 1.004 877 765 717 588 554 360 295 186 133 63 89 931 1.075 1.181 697 1.495 1.088 1.024 868 799 702 591 438 360 255 219 164 235 0 a 4 5 a 9 10 a 14 15 a 17 18 a 24 25 a 29 30 a 34 35 a 39 40 a 44 45 a 49 50 a 54 55 a 59 60 a 64 60 a 69 70 a 74 75 a 79 Mais de 80 Homem Mulher ILHA DE ANTÔNIO VAZ Distribuição da população por sexo, segundo os grupos de idade – 2010 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010
  25. 25. DEMOGRAFIA Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010 NOME DO BAIRRO sem rendim. até 1/2 SM % mais de 1/2 a 1 SM % mais de 1 a 3 SM % mais de 3 a 5 SM % mais de 5 a 10 SM % mais de 10 SM % Total Cabanga 145 28,60 150 29,59 160 31,56 37 7,30 9 1,78 6 1,18 507 Sto. Antônio 7 4,90 19 13,29 107 74,83 7 4,90 3 2,10 0 0,00 143 São José 1.330 48,31 864 31,38 443 16,09 58 2,11 25 0,91 33 1,20 2.753 Ilha J. Bezerra 2.430 67,31 896 24,82 265 7,34 14 0,39 2 0,06 3 0,08 3.610 TOTAL 3.912 55,78 1.929 27,51 975 13,90 116 1,65 39 0,56 42 0,60 7.013 ILHA DE ANTÔNIO VAZ Rendimento Nominal Mensal Domiciliar Per Capta
  26. 26. DEMOGRAFIA Fonte: IBGE, Censo Demográfico 1991, 2000 e 2010 23.330 23.483 23.153 Censo 1991 Censo 2000 Censo 2010 População residente total 4.317 6.203 6.958 Censo 1991 Censo 2000 Censo 2010 Domicílios Particulares Permanentes
  27. 27. VISADAS Morro do Alemão -RJ
  28. 28. VISADAS Morro do Alemão -RJ
  29. 29. VISADAS Morro do Alemão -RJ
  30. 30. VISADAS Morro do Alemão -RJ
  31. 31. VISADAS
  32. 32. VISADAS
  33. 33. VISADAS
  34. 34. VIDA URBANA NO TERRITÓRIO
  35. 35. VIDA URBANA NO TERRITÓRIO
  36. 36. VIDA URBANA NO TERRITÓRIO
  37. 37. O “CORPO” DA ILHA PÉS Cais Estelita Vistas e mirantes Portas d’água CORAÇÃO São José sentimental Museu da Cidade Forte das Cinco Pontas CABEÇA Palácios do Governo, da Justiça e das Artes
  38. 38. “AVENIDA DE TODOS OS TEMPOS” 500 ANOS SÉC. XVII Praça Maurícia Primeiro mercado SÉC. XVIII Pátio barroco SÉC. XX Praça moderna SÉC. XXI Cais Estelita
  39. 39. LEITURA DA PAISAGEM: Recife “anfíbio” “Corpo” de Santo Antônio e São José tendo a Dantas Barreto como estrutura central, com: “Cabeça” a Praça da República “Coração” o Bairro de São José “Pés” o Cais José Estelita “Linha do tempo” dos 500 anos do Recife articulada pela Dantas Barreto
  40. 40. 3. ANÁLISE PROPOSITIVA
  41. 41. CONDICIONANTES PARA ZONEAMENTO DA ILHA A integração social, econômica e paisagística A manutenção das populações A valorização de elementos singulares e simbólicos A paisagem portuária e ferroviária As possibilidades de adensamento O zoneamento/ setorização por predominância de tipo de intervenção
  42. 42. 1 2 3 1. Zona de Consolidação 2. Zona de Reabilitação 3. Zona de Conservação ZONEAMENTO POR PREDOMINÂNCIA
  43. 43. 1.1 SETOR COQUE E ENTORNO 2.1. SETOR CABANGA 2.2. SETOR VILA BRASIL/ POLO JURÍDICO 2.3. SETOR ESTELITA 3. SETOR SANTO ANTÔNIO/ SÃO JOSÉ 2.4. SETOR FRENTE D’ÁGUA DO SÍTIO HISTÓRICO SETORIZAÇÃO POR PREDOMINÂNCIA 1 2.3 3 2.1 2.2 2.4
  44. 44. PROJETOS ESTRUTURADORES
  45. 45. EQUIPAMENTOS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE
  46. 46. Vias propostas Circulação geral Dantas Barreto Metrô Corredor Exclusivo de Ônibus PRINCIPAIS CONEXOES Viaduto Capitão Temudo Ponte Joaquim Cardoso Binário José Estelita
  47. 47. PERFIS URBANOS Boa Vista Santo Antonio Cidade contemporânea PERFIL MAIS ALTO Cidade Histórica PERFIL MAIS BAIXO
  48. 48. 4. REFERÊNCIAS
  49. 49. FAUPE Workshop Utopia Viva (1992) PCR Acervo do Museu da Cidade do Recife PCR/CARDUS Plano de reabilitação integrada e conservação urbana (2007) UnB Pesquisa de graduação (2014) UFPE Estudos de disciplinas de projeto de arquitetura, urbanismo e paisagismo e pesquisas de pós graduação (2009/2014) UNESCO Cartas Patrimoniais UNICAP Estudos de disciplinas de projeto de arquitetura, urbanismo e paisagismo – Nosso Cais (2014) Referências projetuais
  50. 50. REFORMAS URBANAS – SÉCULO XX Reforma do Bairro do Recife (1906)
  51. 51. REFORMAS URBANAS – SÉCULO XX Remodelação Bairro de Santo Antônio 1938
  52. 52. REABILITAÇÃO DO KEELUNG PORT, TAILÂNDIA (2010) Espaço público de qualidade Adequação da escala Referências projetuais
  53. 53. REABILITAÇÃO DO CAIS DO PORTO DE AUSTERLITZ, PARIS (2012) Espaço público de qualidade Adequação da escala Referências projetuais
  54. 54. REABILITAÇÃO DO CAIS, CROÁCIA (2007) Vitalidade urbana noite e dia Referências projetuais
  55. 55. REABILITAÇÃO PORTUÁRIA, NOVA ZELÂNDIA (2012) Adaptação das estruturas existentes Referências projetuais
  56. 56. REABILITAÇÃO CASERNES SANT ANDREU, BARCELONA (2005) Integração com o tecido existente Referências projetuais
  57. 57. PARK ROYAL HOTEL – SINGAPURA Escalas compositivas diversificadas no mesmo edifício
  58. 58. PARQUE DA JUVENTUDE, SÃO PAULO (2003/07) Referências projetuais Apropriação do espaço público com adaptação de estruturas existentes
  59. 59. INTERVENÇÕES SOB VIADUTOS Burnside Skatepark, Portland Collonade Park, Washington Referências projetuais Aproveitamento de áreas subutilizadas para práticas esportivas
  60. 60. INTERVENÇÕES SOB VIADUTOS Cidade do México Centro de gerenciamento de autoestradas – Rota Paris La Défense Referências projetuais Aproveitamento de áreas subutilizadas para equipamentos públicos e de uso público
  61. 61. Intervenção em edifício histórico em Ontário EXPERIÊNCIAS NO CANADÁ Referências projetuais Frente d’água em Toronto
  62. 62. MUSEU RODIN – SALVADOR Referências projetuais Intervenção contemporânea em edifício histórico
  63. 63. HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL ManausJardim Olinda, São Paulo Paraisópolis - SPMorro do Alemão -RJ Referências projetuais
  64. 64. CANTINHO DO CÉU, GRAJAÚ – SÃO PAULO Referências projetuais Frente d’água com espaço público de qualidade em área de interesse social
  65. 65. 5. PREMISSAS PARA DIRETRIZES URBANÍSTICAS
  66. 66. PREMISSAS PARA DIRETRIZES URBANÍSTICAS: 4. Reabilitação de estruturas urbanas existentes dando-lhes uso sustentável e reforço à sua identidade, de acordo com os princípios da Conservação Integrada 3. Continuidade da malha viária da cidade, em especial da Av. Dantas Barreto e ligações com o bairro da Boa Vista, garantindo integração e permeabilidade 2. Escalonamento de gabaritos, considerando a variedade do perfil urbano da cidade histórica à contemporânea 1. Implantação de um sistema de espaços públicos, inclusive parques de borda, conectados à malha urbana preexistente
  67. 67. 5. Implantação de uso ativo e diversificado na escala do pedestre, ao longo das quadras/faces de rua, garantindo vitalidade, oportunidades de desenvolvimento local, e espaços urbanos sustentáveis e seguros 6. Garantia de diversidade de usos e equipamentos públicos e privados, atendendo às demandas das populações atuais e futuras do território 7. Promoção das condições de amenização e conforto ambiental do território em relação à cidade 8. Promoção de habitação de interesse social, valorizando a diversidade social no território da Ilha de Antônio Vaz PREMISSAS PARA DIRETRIZES URBANÍSTICAS:
  68. 68. PARA ENCAMINHAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES ESCRITAS E/ OU DESENHADAS: diretrizesantoniovaz@recife.pe.gov.br
  69. 69. AUDIÊNCIA PÚBLICA Levantamento de indicações de diretrizes urbanísticas espacializadas a serem observadas no redesenho do Projeto Novo Recife, considerando o território do Cais José Estelita e seu entorno ILHA DE ANTÔNIO VAZ Recife, 17 de julho de 2014.

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