S. A. DO MONTE 
“Eu trabalhei 26 dias 
sem saber que havia 
sido demitido”, reclama 
maestro Coimbra 
Prefeitura exonera d...
2 OPINIÃO www.jornalcidademg.com.br 
CARTA AO LEITOR 
Juliano Rossi | Jornalista e Diretor do Jornal Cidade 
juliano@jorna...
4 POLÍTICA www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
s. a. do monte 
Câmara inicia transmiss...
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
facebook.com/jornalcidademg POLÍTICA 5 
S. A. DO MONTE 
Com recursos privados...
6 ECONOMIA WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 
ANO II • EDIÇÃO 39 
05/12/2014 A 19/12/2014 
Casas Bahia inaugura loja 
em Lagoa da ...
ANO II • EDIÇÃO 39 
05/12/2014 A 19/12/2014 
FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG ECONOMIA 7 
Réveillon pode amenizar 
queda na ven...
8 CIDADES www.jornalcidademg.com.br 
APAE Lagoa da Prata - 
Nossa história 
Por Isamim Gonçalves C. Coelho, presidente 
AN...
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
facebook.com/jornalcidademg CIDADES 9 
Praça da Matriz receberá enfeites de 
...
10 CIDADES www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
moema 
Moemense é assassinado 
em Nova ...
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
MEIO AMBIENTE 11 
facebook.com/jornalcidademg lagoa da prata 
“Negociações” p...
12 MEIO AMBIENTE www.jornalcidademg.com.br 
LAGOA DA PRATA 
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
Biosev sofre derr...
ANO II • EDIÇÃO 39 
05/12/2014 A 19/12/2014 
FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG 
Em 2015, nós não vamos 
parar de inovar para voc...
14 COLUNISTAS WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR 
ANO II • EDIÇÃO 39 
05/12/2014 A 19/12/2014 
Causos e Prosas 
José Antônio (Rádio...
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
facebook.com/jornalcidademg ECONOMIA 15 
Nilson Antonio Bessas é Diretor do S...
16 CULTURA www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
Quem nos dera domar o descaso cultural!...
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
facebook.com/jornalcidademg CULTURA 17 
s. a. do monte 
“Eu trabalhei 26 dias...
18 ESPORTE www.jornalcidademg.com.br 
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
lagoa da prata 
Iago Dias se destaca co...
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
facebook.com/jornalcidademg social 19 
michele@«Estrelando« jornalcidademg.co...
www.jornalcidademg.com.br 20 
ANO ii • Edição 39 
05/12/2014 a 19/12/2014 
Sicoob Crediprata realiza Café 
Empresarial em ...
Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 39
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 39

16.237 visualizações

Publicada em

http://www.jornalcidademg.com.br
>Acesse e veja mais notícias
Jornal Cidade - Ano II - Nº 39 - 05 de Dezembro de 2014

Principais notícias das cidades do centro-oeste mineiro. Notícias de Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte, Moema, Pedra do Indaiá e Japaraíba.

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
16.237
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
15.037
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Jornal Cidade - Lagoa da Prata, Santo Antônio do Monte e região - Ano II Nº 39

  1. 1. S. A. DO MONTE “Eu trabalhei 26 dias sem saber que havia sido demitido”, reclama maestro Coimbra Prefeitura exonera dois servidores ligados à cultura do município Loja abre as portas com ofertas exclusivas e condições especiais de pagamento MEIO AMBIENTE POLÍTICA SOCIAL ECONOMIA CIDADES Página 12 Página 05 Página 19 Página 07 Prefeitura de Samonte constrói plataforma para estacionamento da PM na região dos bancos Página 10 Veterinário moemense é assassinado em Nova Serrana Réveillon pode amenizar queda na venda de fogos de artifício Confira os “babados” na coluna Estrelando de Michele Pacheco Biosev sofre derrota na justiça Página 17 LAGOA DA PRATA CASAS BAHIA inaugura loja em Lagoa da Prata Página 06 FOTOS: EMERSON ALENCAR INFORME PUBLICITÁRIO
  2. 2. 2 OPINIÃO www.jornalcidademg.com.br CARTA AO LEITOR Juliano Rossi | Jornalista e Diretor do Jornal Cidade juliano@jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 LAGOA DA PRATA s. a. do monte Vereadores aprovam parcelamento de dívida de 1 milhão de reais Prefeitura está em débito com o repasse patronal do FAAS, regime próprio de previdência social do município llA Câmara Municipal de San-to Antônio do Monte aprovou na última segunda-feira o pro-jeto de lei 47/2014, que autoriza a prefeitura a parcelar a dívida de R$ 1.006.170,37 referente ao pagamento do repasse patronal da previdência social dos servi-dores nos meses de julho a outu-bro de 2014. A matéria foi enca-minhada pelo Executivo em ca-ráter de urgência. Se não fosse aprovada, poderia acarretar na perda da certidão negativa de débito e comprometer os finan-ciamentos contraídos e pleitea-dos para a realização de obras. “O município não fez o repasse pa-tronal de 28,08%. E se não apro-var estará irregular. Já foi feito o parcelamento da dívida com o INSS em administrações an-teriores. O município não pode é ficar sem pagar o décimo ter-ceiro ao funcionário. Que as con-tas estão desequilibradas, estão. É preciso fazer alguma coisa”, ar-gumentou o vereador Luis An-tônio Resende durante a discus-são da primeira votação do pro-jeto na sessão de 24 de novem-bro. O parlamentar Geraldo Ma-gela Góis (Dinho Góis) argumen- tou que faltam sete parcelas para o município quitar o atual parce-lamento com a previdência dos servidores. “Fiz parte de uma aprovação que foi de 180 meses de parcelamento. Agora só pode parcelar em 60 meses. Tivemos grandes dificuldades adminis-trativas e foi superada”, afirma. Votaram contra o parce-lamento os vereadores Carlos (Campinho), Ronan (Canelinha) e Antônio Miranda (Tõe Vassou-ra). O OUTRO LADO No dia 28 de novembro o Jor-nal Cidade enviou um ofício à assessoria de comunicação da prefeitura solicitando mais in-formações com relação ao par-celamento da dívida e ao fundo de previdência dos servidores municipais. As perguntas não foram respondidas até o fecha-mento desta edição. A assesso-ria informou que as respostas se-rão enviadas para a publicação na edição da segunda quinzena de dezembro. Veja alguns dos questionamen-tos feitos à prefeitura: •O débito do Município com o FAAS é de R$ 1.006.170,37, refe-rente ao não pagamento dos me-ses de julho a outubro de 2014. A Administração Municipal não fez esses pagamentos por falta de receita ou porque investiu os recursos em outras áreas da ad-ministração pública? •Considerando que a inadim-plência tenha acontecido pela falta de receita e dificuldades orçamentárias, o que será fei-to para que o Município não fi-que em débito com o FAAS no-vamente e não tenha que ser so-corrido no futuro por novos par-celamentos? •Considerando que a inadim-plência aconteceu porque a Ad-ministração Municipal investiu os recursos do fundo em outras áreas do serviço público, onde esses recursos foram aplicados? •Os depósitos ao FAAS do mês de novembro serão feitos nor-malmente? •Quais ações a Administração Municipal está fazendo para equilibrar as contas públicas? Existe a possibilidade de exo-neração de cargos em comis-são, suspensão de contratos ou corte de despesas que não sejam urgentes? Plenário da Câmara fica inundado após forte chuva FOTO: Juliano Rossi Em algumas salas a água parada chegou a atingir um centímetro de altura ll O prédio da Câmara de Lagoa da Prata apresen-tou inundações após a for-te chuva registrada no mu-nicípio durante a madruga-da de sexta-feira (28/11). As paredes sofreram infiltra-ções por causa de um pro-blema no telhado ocasiona-do por uma antiga calha que não conseguia dar vazão à água da laje. A parte da manhã foi de muito trabalho para re-tirar a água empossada na maioria das salas, inclusi-ve no plenário. O reparo no telhado foi feito pelo presi-dente Edmar Nunes, pelo contador Ronando Resen-de e por um funcionário do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). Em alguns locais do prédio, a água che-gava a formar uma lâmina com um centímetro de altu-ra. Foi necessário furar um buraco na parede para que a água escoasse para fora do prédio. Além da infiltração, funcionários da casa re-gistraram danos em mate-riais no setor de almoxari-fado. Lâmpadas e aparelho de projeção foram queima-dos. O expediente na Câma-ra começa às 12 horas. Os funcionários ajudaram a re-tirar a água. Se naquela ma-nhã estivesse programada alguma atividade no plená-rio, certamente teria que ser remarcada. Nunes afirma que uma empresa já está contratada para consertar o telhado, mas a reforma do prédio, avaliada em R$ 600 mil, ficará por conta da de-cisão do próximo presiden-te, que será eleito no próxi-mo dia 22. “Eu oriento a fa-zer essa reforma. Isso não é vaidade nenhuma. É pa-ra atender melhor os usu-ários e os funcionários da Câmara. Na maioria das ve-zes, eles não têm privacida-de em suas salas. Sem con-tar que o Ministério Público já está cobrando a acessibi-lidade dos banheiros e de-mais locais aqui na Câma-ra. Segundo os engenhei-ros que estiveram aqui, es-sa grande infiltração na pa-rede compromete a estru-tura física do prédio”, expli-ca o presidente.
  3. 3. 4 POLÍTICA www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 s. a. do monte Câmara inicia transmissão de reuniões ao vivo pela internet Licitação das câmeras de segurança deve acontecer até janeiro Prefeitura planeja investir R$ 1 milhão na instalação de 24 câmeras de monitoramento l l A Câmara Munici-pal de Santo Antônio do Monte passou a trans-mitir o áudio das reuni-ões ordinárias em tem-po real através de seu si-te. O cidadão terá acesso à transmissão através do link: www.camarasam. mg.gov.br/ao vivo, sem-pre às segundas-feiras, a partir das 19h. A medida visa aproxi-ll Iniciado há seis me- mar ainda mais a Câmara ses, o projeto de instala-ção das câmeras de se-gurança do município de Lagoa da Prata está sendo articulado entre a prefei-tura, Guarda Civil Muni-cipal, Polícia Civil e Polí-cia Militar. A administra-ção municipal pretende investir cerca de R$ 1 mi-lhão. O Setor de Licitações Municipal dos cidadãos, principalmente daqueles que não podem compare-cer pessoalmente às reu-niões. Não é possível ouvir as transmissões fora do período das reuniões. De acordo com assessoria de comunicação da Câmara, a previsão é que, num fu-turo próximo, as reuni-ões passem a ser trans-da prefeitura informa que mitidas também em ví-o processo licitatório pa-ra a aquisição dos equipa-mentos está na fase de co-tação e deve ser concluído ainda no mês de dezem-bro ou, no máximo, até o fim de janeiro de 2015. De acordo com o pro-jeto, inicialmente se-rão instaladas 24 câme-ras em locais que já estão deo. E caso ocorram reu-niões extraordinárias, es-tas também serão trans-mitidas e serão comuni-cadas previamente nas redes sociais do poder le-gislativo. Todas as reuniões são abertas ao público e ocor-rem no plenário “Fernan-do Antônio dos Santos”, situado na rua Otaviano Greco, 14, Bairro Monse-definidos. A operação fi- nhor Otaviano. cará por conta da Polícia Militar em parceria com a Guarda Civil Municipal. Os equipamentos a se-rem adquiridos estarão de acordo com o padrão exigido pela PM, que en-globa a qualidade, resolu-ção mínima, alcance mí-nimo e visualização em 360 graus. FOTO: DIVULGAÇÃO lagoa da prata pontos de instalação das câmeras já estão definidos, mas ainda não foram divulgados
  4. 4. ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 facebook.com/jornalcidademg POLÍTICA 5 S. A. DO MONTE Com recursos privados, prefeitura constrói plataforma para estacionamento da PM na região dos bancos ll Nas últimas semanas os cidadãos da cidade de San-to Antônio do Monte se de-pararam com uma platafor-ma e uma passagem eleva-da para pedestres na praça Benedito Valadares, próxi-mo à agência do Sicoob Cre-dimonte. A obra, construí-da pela prefeitura e custea-da pelo Sicoob Credimonte, tem como objetivo abrigar uma viatura da Polícia Mi-litar que fará a vigilância no local. Questionamentos es-tão tem sido feitos nas redes sociais. O ex-juiz de Direito José Rafael Gontijo indagou no Facebook os horários em que a polícia estará no local, se a obra não trará riscos de acidente e o que será feito ca-so outros comerciantes soli-citarem o mesmo benefício. “Um assunto assim preci-sa ser debatido. A cidade vi-rará puras plataformas. E a polícia é para ficar à dispo-sição de banco? Assaltos e problemas ocorrem em to-da a cidade e na zona rural”, destacou. De acordo com a asses-soria de comunicação da prefeitura de Santo Antônio do Monte, a plataforma nas proximidades do Sicoob Cre-dimonte foi construída por-que aquele já é um local de policiamento estratégico por abrigar todo o setor bancário do centro da cidade. Novas ESCOLHA DO LOCAL “Primeiramente é importan-te mencionar que o local es-tabelecido para a constru-ção da plataforma em nada prejudicou o trânsito, pois o tráfego está ocorrendo nor-malmente como outrora, e não visa privilegiar ninguém em específico, mas sim toda a coletividade. A frota de veí-culos cadastrados na cidade representa hoje a metade da população santo-antonien-se, e como consequência, temos os estacionamentos da área central ocupados du-rante solicitações terão a viabili-dade técnica avaliada engenheiros da prefeitura pelo comando da Polícia movi-mentações pelos e Mi-litar. Por intermédio do asses-sor de comunicação da Pre-feitura, Ismael Costa, o te-nente da PM Harley da Cos-ta Barbosa, explicou os ques-tionamentos enviados pelo Jornal Cidade: HORÁRIO DE PATRULHA “Trata-se de procedimento pro-mover a ser adotado visando a segurança pública cir-culam de todas as pessoas que pelo local, sobretudo rea-lizando as que se encontrarem compras ou financeiras nos comércios e agências ban-cárias existentes nas ime-diações. Sobre os horários, estes serão alternados, já que a responsabilidade pe-lo policiamento preventivo pela Polícia Militar abrange toda a cidade, assim como o município. Levar a públi-co os horários da Polícia Mi-litar no local poderá aguçar a intenção de pessoas envol-vidas em práticas delituosas, ao tomar conhecimento do momento que a viatura es-tará ausente do local”. todo o horário de expe-diente comercial, inexistin-do local de destaque para po-sicionamento da viatura da Polícia Militar. Frisa-se ainda que o endereço objeto da ma-téria compreende uma área comercial dotada de sete es-tabelecimentos financeiros e inúmeros comércios, o que obviamente acarreta inten-sa movimentação financei-ra e grande presença de pú-blico, portanto, também, ex-pressiva quantia em dinhei-ro. Portanto, aquele local de permanência da viatura per-mite ampliar o seu raio de vi-são pela sociedade, uma vez que é perfeitamente possível ali notar a sua presença, tan-to partindo da rua Maria An-gélica de Castro, próximo ao Fórum da Comarca; co-mo partindo da rua Dr. Álva-ro Brandão, próximo da “Ele-trosom”. GUARDA PARTICULAR “O propósito da Polícia Mili-tar é servir a coletividade e ampliar a sua visibilidade, como forma de proporcionar melhor o seu trabalho pre-ventivo, ou seja, além de es-tender o trabalho de preven-ção a toda rede de estabeleci-mentos financeiros, comér-cios e pessoas que por ali tra-fegam com a intenção de re-alizarem movimentações e compras, qualquer cidadão que necessitar dos présti-mos da Polícia Militar, con-seguirá identificar com faci-lidade a localização da equi-pe de policiais”. REINVINDICAÇÃO “É oportuno relembrar que populares há muito pleitea-vam a aposição de uma tra-vessia de pedestres no local, e referida plataforma não só vem atender esse anseio, co-mo por consequência tem ensejado na obrigatorieda-de de redução da velocida-de pelo condutor de veículo. Além de intenso tráfego de veículos no local era notório o risco a que ficavam expos-tos os pedestres, em face de ausência (até então) de local seguro para realizar a traves-sia no referido endereço, es-clarecendo, que por se tratar de área comercial, é grande a presença de idosos e crian-ças que por ali circulam”. FOTO: Ascom Prefeitura De acordo com assessoria, obra é custeada pelo Sicoob Credimonte
  5. 5. 6 ECONOMIA WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR ANO II • EDIÇÃO 39 05/12/2014 A 19/12/2014 Casas Bahia inaugura loja em Lagoa da Prata Loja abre as portas com ofertas exclusivas e condições especiais de pagamento ll A Casas Bahia inaugu-rou sua primeira loja em La-goa da Prata, dia 27 de no-vembro. Situada na Praça Coronel Carlos Bernardes, centro, a loja conta com uma área total de 1000 me-tros quadrados, divididos em dois pavimentos, e in-vestimento de R$ 3 milhões. A unidade de Lagoa da Pra-ta vai oferecer ao consumi-dor um mix completo de 10 mil itens nas categorias de eletrodomésticos, eletro-portáteis, eletrônicos e mó-veis, incluindo lançamen-tos do mercado, serviços de qualidade, ofertas e facilida-des no pagamento. Para oferecer um aten-dimento personalizado aos clientes da nova loja, a Ca-sas Bahia investiu na con-tratação de 18 colaborado-res recrutados na própria ci-dade, todos preparados para apresentar as últimas ten-dências em móveis e eletro-domésticos, além das novi-dades do mundo digital, co-mo tablets, smartphones e TV’s de última geração. Ao todo, serão gerados 50 em-pregos diretos e indiretos. Centenas de pessoas fi-zeram suas compras duran-te a inauguração da Casas Bahia. A empresa ofereceu brindes, pipoca, algodão- -doce e montou brinquedos infantis na Praça da Ma-triz São Carlos Borromeu. A inauguração da loja con-tou com a participação de diretores da Casas Bahia e do prefeito Paulo César Te-odoro. Até 2016, a Via Varejo – que administra as marcas Casas Bahia e Ponto Frio – quer inaugurar cem lojas no Sudeste. O objetivo é refor-çar a presença já existente nas principais cidades bra-sileiras, expandindo a atu-ação em novas localidades. Minas Gerais é o terceiro maior estado em quantida-de de lojas e a expansão no estado demonstra o poten-cial econômico da região. Com a inauguração em Fru-tal, no Triângulo Mineiro, no último dia 25 e a de Lagoa da Prata, são 131 unidades no estado, sendo 63 Casas Bahia e 68 Ponto Frio. A expectativa da empre-sa é que a loja em Lagoa da Prata se torne uma referên-cia no mercado da região, já que as unidades mais pró-ximas estão localizadas em Divinópolis e Nova Serrana. Na entrevista a seguir concedida exclusivamen-te ao Jornal Cidade, o dire-tor de operações Minas Ge-rais/ Nordeste da Via Vare- JORNAL CIDADE: Lagoa da Pra-ta possui cerca de 50 mil habi-tantes. O que despertou o inte-resse da Casas Bahia em abrir uma filial na cidade? GROSSI: Antes de abrir uma no-va loja, fazemos uma avaliação geopolítica, geoeconômica e ge-ossocial envolvendo todos os aspectos para avaliarmos o po-tencial do município. A econo-mia de Lagoa da Prata e o perfil de consumo mostrou que é pos-sível trazer para a cidade uma loja da Casas Bahia em padrão compacto, com todo o mix de produtos das lojas convencio-nais. Outra vantagem que La-goa da Prata oferece é que exis-tem municípios em seu entorno que consomem no mercado lo-cal. Com a inauguração desta lo-ja, o cliente que tinha o hábito de ir a Divinópolis ou Belo Horizon-te para comprar na Casas Bahia agora tem uma loja bem perto. Ingride da Silva Gomes, estudante: “Parecer ser a melhor inaugu-ração de loja que já teve aqui em Lagoa da Prata. Os preços estão bons. A cidade vai ga-nhar muito”. Ronaldo Rosa Rocha, vendedor: “A loja está muito bonita. Os preços estão mais em conta. Quem ganha é o lagopratense, pois nosso comércio precisava de mais concorrência para be-neficiar a população carente ”. Sergio Evangelista, comerciante: “A Casas Bahia oferece mui-tas promoções, é uma empre-sa muito grande. Tenho vis-to aqui na loja excelentes pre-ços”. Ana Paula Ferreira Silva, depiladora: “É um ganho para a cidade. Pre-cisamos de concorrência. É uma loja que oferece uma varie-dade de produtos. O preço está legal também”. FOTOS: JuLIANO ROSSI Rodrigo Muniz de Oliveira, mecânico: “A inauguração da Casas Bahia vai melhorar bastan-te para os consumidores. Vai ficar bom para a gente com-prar. Os preços estão bem melhores. O consumidor se-rá o maior beneficiado”. O POVO FALA Casas Bahia – A Casas Bahia comercializa eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis e utilidades. Com mais de 630 lojas, está presente em 17 estados (SP, RJ, ES, MG, GO, MT, BA, SC, PR, SE, CE, TO,PE, RN, AL, PB), além do Distrito Federal, e emprega mais de 55 mil pessoas. A Casas Bahia é administrada pela Via Varejo. Via Varejo S.A – é a empresa responsável pela administração de duas importantes varejistas brasileiras, a Casas Bahia e o Ponto Frio. A companhia está pre-sente em mais de 400 municípios brasileiros, 18 Estados e o Distrito Federal, com mais de 1000 lojas e cerca de 63 mil colaboradores. A empresa posiciona-se como uma das maiores varejista de eletroeletrônicos do mundo. Nosso ambiente é totalmente climatizado e oferecemos um padrão de degustação. Isso quer dizer que o cliente vai poder sen-tir o produto e ter uma sensibili-dade maior com relação ao be-nefício que o mesmo trará pa-ra a sua casa ou o seu dia-a-dia. JORNAL CIDADE: O processo de seleção dos colaboradores e construção do imóvel aconte-ceu num curto espaço de tem-po. A que se deve essa rapidez? GROSSI: Ficamos surpresos po-sitivamente com o apoio do pre-feito Paulinho, que se empenhou pessoalmente para que conse-guíssemos abrir essa loja num tempo recorde. É isso que espe-ramos do poder público brasilei-ro, que agilize os trâmites buro-cráticos que são necessários pa-ra que possamos chegar nas ci-dades sem demora, sem infrin-gir nenhum aspecto legal. É im-portante que o poder público não deixe que a burocracia atrase o desenvolvimento dos negócios. Foi muito importante essa par-ceria com a prefeitura. Esta loja estava planejada para ser inau-gurada em janeiro de 2015. Com esse apoio foi possível anteci-par em mais de um mês a inau-guração. Assim, todos saem ga-nhando. Já estamos oferecen-do empregos e os consumido-res de Lagoa da Prata e região podem encontrar todas as ofer-tas exclusivas anunciadas pe-la Casas Bahia que eles já estão acostumados a ver na televisão. Quando o cliente assistir um co-mercial da Casas Bahia na TV, pode vir na loja que irá encon-trar a superoferta com aquela supercondição de pagamento anunciada. JORNAL CIDADE: Qual a sua mensagem final para a popula-ção de Lagoa da Prata? GROSSI: Nossa mensagem é de agradecimento a todos. Desde o início das obras dessa loja, rece-bemos diversas manifestações de carinho e de apoio. Isso foi fundamental para que abrísse-mos essa loja em tempo recor-de. Venham conhecer a nos-sa loja, feita especialmente pa-ra os clientes de Lagoa da Pra-ta e região. jo, fala do potencial econô-mico da cidade e das novi-dades que serão oferecidas ao consumidor. ENTREVISTA Sergio Grossi, diretor de operações Minas Gerais/Nordeste da Via Varejo O DIRETOR SERGIO GROSSI JUNTO AOS GERENTES IRMA PENA, FERNANDO SEGATTO, IRANI PEREIRA E ANDRESSA ASSUNçÃO. INFORME PUBLICITÁRIO
  6. 6. ANO II • EDIÇÃO 39 05/12/2014 A 19/12/2014 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG ECONOMIA 7 Réveillon pode amenizar queda na venda de fogos de artifício llO setor pirotécnico de Santo Antônio do Monte re-gistra nos anos pares um aumento significativo nas vendas em decorrência das eleições, Copa do Mundo e Olimpíadas. Mas em 2014, de acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Explosivos do Estado de Mi-nas Gerais (Sindiemg), Jorge Filho, as vendas diminuíram em relação a 2013. “A decep-ção da nossa seleção brasi-leira no fatídico 7 a 1 para a Alemanha freou as vendas da indústria pirotécnica e encalhou nossos produtos no mercado nacional”, la-menta. Apesar disso, o se-tor aguarda um aquecimen-to dos pedidos para as fes-tividades do réveillon para amenizar as “fracas vendas de 2014”. O presidente ainda res-saltou que a desaceleração da economia do país tam-bém contribuiu para a retra-ção do setor. “Produtos di-to supérfluos, como é o ca-so dos fogos de artifício, são os mais afetados nas ven-das. Nosso setor vem priori-zando a fabricação de linhas especiais em detrimento de outros que são do dia-a-dia, reduzindo a sua produção de fogos com o objetivo de não saturar o mercado e o esto-que nos depósitos das fábri-cas”. INOVAçÃO Para driblar a retração no setor pirotécnico, de acordo com Jorge Filho os empre-sários investiram em inova-ções e segurança. “Trouxe-mos para o nosso consumi-dor uma relação de novida-des em cores e efeitos, on-de cada empresa tem a sua particularidade. Vale a pena conferir”. S. A. DO MONTE Vendas no mês de dezembro devem aquecer o comércio ll Às vésperas do Natal, as lojas de Lagoa da Prata se preparam para receber clientes de toda a região. De acordo com a gerente ad-ministrativa da ACE/CDL de Lagoa da Prata, Carmen Neves, o comércio tem pas-sado por um momento de baixa expectativa em re-lação ao meio econômico, mas existe uma expectati-va positiva com relação ao último mês do ano. “Ape-sar das dificuldades esta-mos muito otimistas, pois Lagoa da Prata tem um di-ferencial que é a econo-mia pujante que o nosso comércio e a rifa trazem para o município”, afirma. Neves ainda desta-cou que as vendas deve-rão acontecer de forma expressiva. “As contrata-ções temporárias estão a todo vapor. Inclusive esta-mos tendo dificuldade nas contratações, uma vez que a mão de obra está toda to-mada”, destaca Neves. Neste ano a ACE/CDL realiza a 21ª campanha de natal “Comprar em Lagoa é uma Boa”, que sorteará um caminhão de prêmios e vales-compras. “Além de nossa campanha estamos atuando em parceria com a AFA (Associação Francis-co de Assis) para realizar a ornamentação da Praça da Matriz, onde a mesma será toda decorada com enfei-tes produzidos com mate-riais recicláveis. Todas as lojas estarão enfeitadas, teremos a presença do Pa-pai Noel e a prefeitura en-trará com a iluminação de todas as praças do municí-pio. Enfim, o clima de na-tal vai ser resgatado lá na sua essência e esperamos trazer também os consu-midores das cidades vizi-nhas”, frisou. A empresária Talita Frazão confirma a expec-tativa de boas vendas para o mês de dezembro. “O co-mércio passou por um ano difícil, principalmente por causa das eleições, mas es-pero superar as vendas dos outros anos”, destacou. LAGOA DA PRATA FOTO: ARQuIVO PESSOAL EM 2014, A EMPRESÁRIA TALITA FRAZÃO ESPERA SUPERAR AS VENDAS DOS MESES DE DEZEM-BRO DOS ANOS ANTERIORES. Para presidente do Sindiemg, fracasso da seleção brasileira na Copa do Mundo encalhou os produtos no mercado , A ACE/CDL LP informa que o comércio atenderá nos seguintes horários: 1/12 a 12/12 - das 8h às 19h 15/12 a 19/12 - das 8:30 h às 20h 20/12 - das 9h às 16h 21/12 - das 10h às 15h 22, 23 e 24/12 - das 8:30h às 21h Produtos dito supérfluos, como é o caso dos fogos de artifício, são os mais afetados nas vendas. Nosso setor vem priorizando a fabricação de linhas especiais em detrimento de outros que são do dia-a-dia, reduzindo a sua produção de fogos com o objetivo de não saturar o mercado e o estoque nos depósitos das fábricas. FOTO: ARQuIVO PESSOAL JORGE FILHO, PRESIDENTE DO SINDIEMG
  7. 7. 8 CIDADES www.jornalcidademg.com.br APAE Lagoa da Prata - Nossa história Por Isamim Gonçalves C. Coelho, presidente ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 ll No dia 27 de novembro de 2014, a Apae de Lagoa da Prata participou do VII Festival de Artes das Apa-es da região Centro Oeste I, que abrange também os municípios de Iguatama, Formiga, Arcos, Bambuí, Santo Antônio do Monte, Carmo da Mata, Japaraíba, Oliveira, Pains, São Fran-cisco de Paula, Divinópo-lis e Pimenta. Arcos foi a cidade que sediou o evento, acolhen-do a todos com carinho e dedicação, contribuindo para o sucesso do Festival 2014. As Apaes do Brasil pro-movem todos os anos uma amostra dos trabalhos de seus alunos e usuários que resulta nos festivais regio-nais, estadual e nacional. Os trabalhos e cate-gorias são artes cênicas, danças, dança folclórica, música, artes visuais, ar-te literária e artesanato. O festival de artes co-mo objetivo promover a ar-te através de apresenta-ções e exposições em di-versos gêneros artísticos, despertando o gosto pelas atividades artísticas com fins educacionais e incluir, integrar, através da arte, a pessoa com deficiência na sociedade. A Apae de Lagoa da Prata participou de todos os gêneros e obteve a se-guinte classificação: 1º lu-gar em arte cênica, dança folclórica e artes visuais; e 2º lugar em música, arte-sanato e arte literária. Para que a Apae bri-lhasse foi preciso a cola-boração de todos os fun-cionários, alunos e usuá-rios, oficinas de trabalhos pedagógicos, pais, familia-res, a participação da Es-cola FOTO: Divulgação Estadual Helena Apa-recida e da Associação de Pais e Amigos dos Excep-cionais. A todos vocês os nos-sos agradecimentos pelo desempenho e disponibi-lidade nas atividades an-tes e durante o evento. A Apae de Lagoa da Prata em 2015 irá repre-sentar a região Centro Oeste I no Festival de Ar-tes Estadual nos gêneros “dança folclórica” e “arte cênica”. O festival de artes como objetivo promover a arte através de apresentações e exposições em diversos gêneros artísticos, despertando o gosto pelas atividades artísticas com fins educacionais e incluir, integrar, através da arte, a pessoa com deficiência na sociedade. S. A. DO MONTE Escola Amâncio Bernardes vence concurso nacional da Cemig Quatro alunos da escola se destacaram no concurso e concorreram com quase mil trabalhos apresentados l l A Escola Municipal Amâncio Bernardes, de Santo Antônio do Monte, é a vencedora da terceira edição do Concurso Nacio-nal de Redação e Desenho da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientiza-ção para os Perigos da Ele-tricidade), que teve a par-ticipação de 54 escolas, de 27 cidades em cinco es-tados brasileiros. Ao todo, foram quase mil trabalhos inscritos. A divulgação do concurso em Minas Gerais foi feita em parceria com a Cemig. No dia 26 de novembro, a secretária municipal de Educação Márcia Bernar-des, a diretora Lêidia Cam-pos, as vice-diretoras Ká-tia Silveira e Gracielle Oli-veira e as especialistas Le-tiva e Rejane receberam a premiação das mãos do di-retor executivo da Abraco-pel Edson Martinho e da re-presentante da Cemig Gey-sa Marques dos Santos, que participaram de um evento realizado pela comunidade escolar. Além da premiação pa-ra a escola, quatro alunos vencedores também fo-ram premiados. Luanny FOTO: divulgação Santos Soares ficou na se-gunda colocação na cate-goria “Desenho 1”. Andre Luiz Guilherme de Araújo Souza e Rafaella Thaís de Oliveira ficaram em quar-to e quinto lugares, respec-tivamente. Na categoria “Desenho 2”, a aluna Lui-sa Gabrielle de Alvarenga Fonseca ficou em quarto lugar. Para a diretora da esco-la, Lêidia Campos, a “pre-miação é muito importan-te, uma vez que promove os valores repassados aos alunos em relação à cons-ciência ambiental”.
  8. 8. ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 facebook.com/jornalcidademg CIDADES 9 Praça da Matriz receberá enfeites de natal com material reciclado llA partir de 14 de de-zembro a praça da ma-triz São Carlos Borromeu estará decorada com en-feites natalinos feitos a partir de materiais reci-cláveis. O idealizador do projeto é o pedagogo e co-ordenador da Associação Francisco de Assis, Darlen Amorim. “A iluminação cênica que estará na pra-ça virá de Belo Horizon-te e foi patrocinada ex-clusivamente pela ACE/ CDL. Já os enfeites foram realizados pela Associa-ção Francisco Assis. Um dos lemas da entidade é conscientizar as crian-ças e adolescentes sobre os cuidados com o meio ambiente. Assim, junta-mos o útil ao agradável para levarmos neste mês de dezembro os nossos trabalhos até a comuni-dade”, afirma. A decoração natalina feita com materiais reci-cláveis é feita pela AFA desde 2008, mas ficou dois anos sem acontecer por falta de apoio finan-ceiro. “Tínhamos árvores enormes e vários traba-lagoa da prata crianças da AFA ajudaram a confeccionar os enfeites de Natal lhos de quatro anos guar-dados na Ascalp (Asso-ciação dos Catadores de Lagoa da Prata), mas não avisaram a associação e simplesmente jogaram fora. A ideia era enfeitar toda a cidade, mas por fal-ta de tempo, mão de obra e o desperdício que fizeram ao jogar fora o empenho e o dinheiro de muita gen-te, começamos do zero e assim faremos somente a Praça da Matriz”, lamenta Amorim. Todos os materiais re-cicláveis foram adquiri-dos através de campa-nhas em redes sociais, es-colas, bancos, funerárias e academias. “Só neste ano vamos tirar das ruas e do lixo cerca de 12 mil copos descartáveis. Estamos com cinco voluntários diretos, mas a comunida-de e as próprias crianças também nos ajudam mui-to com coisas que elas po-dem fazer sem risco. E é incrível mostrar para elas o que podemos fazer com os resíduos que elas dis-pensam em suas casas”. A ideia era enfeitar toda a cidade, mas por falta de tempo, mão de obra e o desperdício que fizeram ao jogar fora o empenho e o dinheiro de muita gente, começamos do zero e assim faremos somente a Praça da Matriz. Darlen Amorim FOTOs: Divulgação
  9. 9. 10 CIDADES www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 moema Moemense é assassinado em Nova Serrana l l Dois homens foram brutalmente assassinados dentro de casa na madru-gada deste domingo (30) em Nova Serrana, na região central do Estado. A Polícia Militar acredita que eles fo-ram vítimas de latrocínio, roubo seguido de morte. O veterinário Renato Ferreira Gontijo, de 45 anos, natural de Moema, estava em sua residência, no bair-ro São José, com um ami-go, o professor Cléber Ber-nardes Santos, 31, quando dois homens entraram no local. Os militares foram acio-nados por vizinhos, que ou-viram os gritos de socorro do proprietário. Quando chegaram ao local, encon-traram a casa revirada, mó-veis quebrados e manchas de sangue nas paredes. O corpo de Gontijo esta-va dentro de uma banhei-ra. Ele foi esfaqueado 15 ve-zes. Santos estava incons-ciente, com ferimentos na cabeça e no peito, e foi le-vado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade e transferido para o “Renato Veterinário” era muito conhecido e querido em Nova Serrana Hospital João XXIII, na ca-pital, em seguida. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu nesta manhã. ACUSADOS SÃO PRESOS Após a prisão dos suspei-tos, identificados como José Maurício “Magnata” e Francisco Alves da Silva, o crime que era tratado como latrocínio ganhou uma no- va versão. Haveria ocorrido um desacerto entre eles, na casa do veterinário e a situ-ação teria se agravado por causa do consumo de álco-ol e drogas, conforme a ver-são da dupla divulgada pe-lo portal de notícias de No-va Serrana. Com informações de Portal R7 e Portal Nova Serrana
  10. 10. ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 MEIO AMBIENTE 11 facebook.com/jornalcidademg lagoa da prata “Negociações” para a revitalização da lagoa do Brejão não avançam Secretário de Meio Ambiente, Lessandro Gabriel afirma que recursos do fundo municipal não podem custear PROJETO EM PROPRIEDADE PRIVADA l l Existe um interes-se legítimo da população por meio de abaixo-assi-nado com 1700 assinatu-ras coletadas pela AAPA (Associação Ambientalis-ta dos Pescadores do Al-to São Francisco). Há tam-bém o empenho do gover-no municipal, dos verea-dores e de ambientalistas para que o Brejão seja re-vitalizado. Em reunião re-alizada no dia 29 de outu-bro entre membros da as-sociação e dos poderes executivo e legislativo fi-cou decidido que um estu-do de viabilidade e impac-to ambiental seria custea-do pelo Fundo Municipal de Meio Ambiente, caso ti-vesse a aprovação do Co-dema (Conselho Munici-pal de Conservação e De-fesa do Meio Ambiente). A extinta lagoa está em ter-renos de propriedade par-ticular, cujos proprietários seriam notificados sobre a intenção do município. Nada disso aconteceu. O Codema se reuniu na última terça-feira e durante as discussões os participantes evidencia-ram as barreiras que te-rão que superar para que o projeto saia do papel. Segundo o secretário de Meio Ambiente, Les-sandro Gabriel, os recur-sos do Fundo Municipal de Meio Ambiente não podem ser aplicados pa-ra custear o estudo de via-bilidade e impacto am-biental pelo fato de as ter-ras serem de propriedade privada. “Já notificamos o Ministério Público para averiguarmos como deve-mos proceder, pois, juridi-camente, não temos este respaldo. O primeiro pas-so é a EPOMTA (proprie-tária das terras) dar o aval para que um técnico en-tre no local e faça os devi-dos estudos. Logo após, se realmente for viável, dis-cutiremos como fazer is-to acontecer, uma vez que a propriedade é privada e o dinheiro para ser gasto é público. Mesmo que isto seja de interesse da popu-lação, não podemos fazer nada fora das legislações pertinentes”, afirmou. Costa ainda destacou que muitos entraves buro-cráticos terão que ser su-perados. “Decidimos fazer outra reunião para resol-vermos esta pendência. Antes de qualquer coi-sa, para se fazer o projeto, precisamos da licença da detentora das terras. De-pois precisa-se de uma li-citação, que deverá ser pu-blicada, e só então tomar-mos as próximas deci-sões”, explicou o secretá-rio. O presidente do Co-dema, Renato Silva, disse que só pode deliberar so-bre Saulo Castro, vice-presidente da AAPA a aplicação do Fundo Municipal de Saúde após ter a autorização da em-presa para se realizar o es-tudo de viabilidade e im-pacto ambiental no local. “Estamos falando de uma obra séria. Precisamos da licença da EPOMTA, e quando a obtivermos tomaremos as decisões posteriores. Mas temos que decidir ainda como proceder, pois o dinheiro é público e não deve ser aplicado em propriedade privada”, acrescenta. Para o ambientalista Saulo de Castro, da AAPA, a EPOMTA já deveria ter sido notificada pelo Code-ma. Os membros do con-selho afirmaram que não têm autonomia para noti-ficar ninguém, e sim, en-viar convites. O advogado Eugênio Silva, representante da EPOMTA, posicionou-se aberto ao diálogo. “Fare-mos uma reunião com os representantes da empre-sa, mas não somos contra nada, apenas gostaríamos que fôssemos comunica-dos antes que se fale coi-sas sem saber como de fa-to são”, afirmou. Advogado Eugenio Batista Mendes, representante da Epomta
  11. 11. 12 MEIO AMBIENTE www.jornalcidademg.com.br LAGOA DA PRATA ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 Biosev sofre derrota na justiça Empresa já entrou com recurso e pretende anular os efeitos da lei municipal que proíbe o lançamento de agrotóxico por aeronaves llO lançamento de agrotó-xicos nas lavouras em La-goa da Prata está proibido desde 2008 pela Lei Muni-cipal 1.646, de autoria do ve-reador Fortunato do Couto, e dos co-autores Paulo Cé-sar Teodoro (atual prefeito) e Narcízio Naza (atualmen-te, não ocupa cargo público). A Fener Aviação Agrícola e a LDC Bioenergia S.A entra-ram na justiça para impedir os efeitos da lei local com o argumento de que a legisla-ção da matéria é de compe-tência das esferas estadual e federal. “A pulverização aé-rea de defensivos agrícolas é considerada um método efi-caz e seguro”, sustentam os advogados das empresas. Mas o juiz Dr. Aloysio Libano não entendeu dessa forma. No dia 26 de novembro, o ma-gistrado julgou improceden-tes os pedidos das empresas e revogou a tutela antecipa-da anteriormente deferida, mantendo os efeitos da lei municipal e reconhecendo a competência dos vereado-res locais em legislar sobre o tema desde que haja interes-se público. O QUE DIZ A LEI A L e i M u n i c i p a l 1.646/2008 obriga os produ-tores de cana-de-açúcar a apresentar laudos de análi-se da qualidade das águas e do ar dos locais de proximi-dade com sua plantação. O infrator, pessoa física ou ju-rídica, de acordo com o texto será multado no valor de R$ 50 mil por hectare pulveriza-do. Nos casos em que não for possível apurar o infrator, po-derão ser responsabilizados solidariamente pelo paga-mento de multa o proprietá-rio do imóvel, o proprietário da lavoura cultivada e tam-bém a indústria que receber ou processar a matéria-pri-ma oriunda das áreas pulve-rizadas. Em caso de reinci-dência o valor da multa se-rá aplicado em dobro e mul-tiplicado por dez em caso de nova reincidência. A Biosev e a Fener sus-tentam a inconstitucionali-dade da lei por ausência de competência do legislativo do Município e a existência de legislação estadual e fe-deral sobre o tema. Em sua sentença, Liba-no cita que matéria idêntica já foi enfrentada pelo Tribu-nal de Justiça do Estado de Minas Gerais, envolvendo le-gislação muito semelhante, as mesmas partes autoras, porém, envolvendo o Muni-cípio de Luz. “A lei munici-pal que proíbe o lançamen-to, por aeronaves, de agro-tóxicos e defensivos agríco-las nas lavouras cultivadas em imóveis rurais situados na área territorial do Muni-cípio de Luz não afronta re- gra de competência estabe-lecida na Constituição Fe-deral. A referida lei, além de estar relacionada ao inte-resse local, integra o siste-ma de proteção à saúde e ao meio ambiente, sobre a qual o Município detém compe-tência legislativa supletiva. A municipalidade não pode abolir as exigências federais ou estaduais em matéria de meio ambiente e a Constitui-ção apenas autoriza o poder público municipal a impor exigências adicionais sem-pre que haja interesse local, sem nunca, entretanto, agir legalmente para abrandar a lei. Além disso, foi outorga-da ao Município, nos termos do artigo 30, I, da Carta Mag-na, a competência de legis-lar, em seu território, sobre a proteção do meio ambiente, desde que essa proteção es-teja inserida em seu interes-se local”, argumenta o juiz. MEIO AMBIENTE E SAÚDE Libano afirma que nas-cerá a legítima competência municipal para legislar so-bre o meio ambiente quando houver interesses locais que lhes são próprios e peculia-res. “Cada um sabe onde seu calo aperta. Ora, quem me-lhor para saber onde o calo de sua população aperta que o Município? Ademais, im-portante frisar que a maté-ria não é atinente apenas ao meio ambiente, mas igual-mente à saúde dos cidadãos lagopratenses, pois o conta-to com os agrotóxicos atinge não somente o meio ambien-te, mas igualmente a saúde das pessoas que vivem na sede do Município”. VINHAÇA O juiz citou o mau chei-ro produzido pela vinhaça que a Biosev lança em seus canaviais. “Além de mudar a paisagem local, o cultivo da cana-de-açúcar altera até o cheiro da cidade. Quem já vi-sitou Lagoa da Prata/MG per-cebe de imediato um odor característico, conquanto desagradável. É o cheiro do vinhoto, ou vinhaça, utiliza-do como fertilizante na pro-dução canavieira. Na primei-ra noite que passei nessa be-la cidade, ao levantar de ma-nhã para o café-da-manhã, imaginei que o hotel estava com problema nos encana-mentos de esgoto. Nada obs-tante, assim que cheguei ao Fórum, percebi que o mesmo odor continuava a entranhar minhas narinas. Questionei os servidores do Fórum e obtive como resposta, bem- -vindo a Lagoa da Prata/MG e bem-vindo ao Vinhoto”. PRECAUÇÃO Quando uma atividade representa ameaças de da-nos ao meio ambiente ou à saúde humana, medidas de precaução devem ser toma-das, mesmo se algumas re-lações de causa e efeito não forem plenamente estabele-cidas cientificamente. No or-denamento jurídico brasilei-ro, o princípio da precaução tem seu fundamento na Lei de Política Nacional do Meio Ambiente. Lybano valeu-se desse princípio para resguardar o meio ambiente e, conse-quentemente, a saúde das pessoas. O juiz cita a água que o Serviço Autônomo de Água e Esgoto fornece à po-pulação. O líquido é extraído de rochas subterrâneas, cujo aquífero é abastecido com água da chuva, em pontos específicos de veredas. “Não há registros de contamina-ção dessa água por agrotóxi-cos. (...) A contaminação das veredas por agrotóxicos ge-ra a contaminação da água que se infiltrará no aquífero e que, pela sua própria natu-reza, não será substituída por uma água nova e limpa. Re-pito que não há registros de contaminação. Porém, exis-te a possibilidade e a pulve-rização aérea de agrotóxicos amplia essa possibilidade de contaminação, uma vez que o veneno pode ser desloca-do para a área de vereda pe-lo vento. Daí, interesse local na proibição da pulverização aérea”. O juiz anexou à senten-ça diversas reclamações de moradores de Lagoa da Prata contra a utilização dos agro-tóxicos. Dentre eles, consta o depoimento de José Ale-xandre Félix de Almeida. Ele disse que a empresa fa-zia a aplicação de inseticida a quinhentos metros de sua residência “causando graves problemas de saúde à sua pessoa e a de seus familia-res, inclusive numa criança de dois anos e seis meses de idade”. O reclamante afirma ter feito um exame em um la-boratório local, que atestou um grau de intoxicação em seu sangue acima do tolerá-vel, com produtos presentes na composição do inseticida. Dr. Aloysio apresentou em sua sentença um minu-cioso estudo sobre o impac-to socioeconômico da indús-tria da cana-de-açúcar na re-gião, com relatos dos danos ambientais provocados, da moeda paralela que circulou entre os funcionários da em-presa e o levantamento das lagoas que foram drenadas para beneficiar o plantio da cana-de-açúcar. Leia a sentença completa no site do Jornal Cidade. (www.jornalcidademg.com. br) O OUTRO LADO Em nota enviada ao Jor-nal Cidade, a assessoria de imprensa da Biosev infor-mou que a empresa já entrou com recurso para recorrer da decisão. “A pulverização é feita dentro das normas exi-gidas pela legislação e pe-los órgãos fiscalizadores e é um processo normal, tanto na lavoura canavieira, como em outras culturas agríco-las. Todos os produtos apli-cados são liberados pelos ór-gãos fiscalizadores. A aplica-ção aérea é uma realidade da atividade agrícola e necessá-ria para o cultivo das lavou-ras. Todas as aplicações são feitas dentro de um rigoroso controle e não causam danos ao meio ambiente e à saúde da população”, informa a no-ta enviada pela Biosev. FOTO: Internet/Mural Virtual FOTO: LINDOMAR FOTÓGRAFO Empresa garante que pulverização não provoca danos ao meio ambiente e à saúde da população Dr. Aloysio Libano, juiz da Comarca de Lagoa da Prata
  12. 12. ANO II • EDIÇÃO 39 05/12/2014 A 19/12/2014 FACEBOOK.COM/JORNALCIDADEMG Em 2015, nós não vamos parar de inovar para você! Boas Festas! Contabilidade e Consultoria atendimento@patrimoniumcontabilidade.com.br - 37 3261 9450 - www.patrimoniumcontabilidade.com.br
  13. 13. 14 COLUNISTAS WWW.JORNALCIDADEMG.COM.BR ANO II • EDIÇÃO 39 05/12/2014 A 19/12/2014 Causos e Prosas José Antônio (Rádio Samonte FM) bandeirantes@isimples.com.br O passeio na prainha llEm meados de 1984 a ra-paziada do bairro Dom Bos-co andou bebendo umas pingas e vinhos num do-mingo. E assim deu na nos-sa ideia de ir para a prainha de Pedra do Indaiá, e nisso apareceu o Pato do Zé Gran-de, irmão do Macuco, do Tõe Carlos da fogos Globo com uma Kombi “véia” azul des-botado, de pneus lisos e motor fundindo , oferecen-do carona pra “nóis”, mas a gente tinha que botar o combustível. E assim fo-mos fomos nós, todos cha-pados. Com a gente tava o saudoso Beto do Tõe Ribei-ro, Célio Pica-Pau, enfim, era uma turminha boa. Chegando na prainha tinha que pagar, e os cobri-nhos que a gente tinha já haviam sido investidos na gasolina. Mas, ainda assim fizemos uma vaquinha e conseguimos entrar na da-nada da prainha. Eu era cabeludinho, das “perna branca” e usa-va aqueles “carçãozinho de seriguia”, feito de saco da usina de açúcar de Lagoa da Prata. O dinheiro “tava” pouco, mais ainda sim da-va pra beber mais um pou-quinho, só que lá na prainha tem uma pedra que desce um tanto de água e o pes-soal usa como escorregador. E o lugar de subir era pela la-teral, só que eu não sabia, e veio um lá de cima e me ar-rastou. Eu desci rolando e ainda quebrei dois dentes na laje. E ali eu já tinha perdido a graça no trem, e quando eu cheguei perto da Kombi eu vi o Beto do Tõe Ribeiro com o olho inchado, ele ti-nha tomado um murro no olho. Daí olhei para o Pato do Zé Grande, e ele também “tava” com o rosto meio in-chado porque tinha tomado uns “supapos” de um rapaz que achou que eles estavam mexendo com a namorada dele. Como a gente não tinha dinheiro pra ficar lá, nós vi-ramos um cisco para trás. Empuleiramos nesta Kombi e voltamos. Mas, quando es-távamos voltando, já perto do antigo bairro Minas Cai-xa, onde hoje é o Parque de Exposição, mas antigamen-te era muito longe; e a dana-da da gasolina havia acaba-do. E “nóis queria” bater nes-se Pato, porque cada um ta-va machucado de um jeito e sem gasolina pra chegar em casa. Mas o Pato man-dou a gente descer porque a mulher dele “tava” chegan-do e era brava. Segundo ele, quando ela pegava pra ba-ter o trem era feio. E aí pas-samos pelo bairro Sinhá Li-nhares, pelo bairro São Ge-raldo e chegamos no Dom Bosco, que fica perto da saí-da para Lagoa da Prata. Resultado, nós gasta-mos todo o dinheiro, apa-nhamos e eu ainda saí com o dente quebrado, sem con-tar que depois descobrimos que o Pato tinha passado “nóis” para trás, a danada da gasolina não tinha aca-bado, e ele queria era andar de graça por uma semana nas nossas custas. Passeio igual a esse nunca mais.
  14. 14. ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 facebook.com/jornalcidademg ECONOMIA 15 Nilson Antonio Bessas é Diretor do Sicoob Lagoacred Gerais e autor do livro “Tornando sua empresa um sucesso” com mais de 2.000 exemplares vendidos. Para perguntas, críticas e sugestões mande um e-mail para: nilsonbessas@nilsonbessas.com.br Empreendedorismo e Negócios COLUNISTAS O lado bom da crise ll Recentemente, numa en-trevista concedida à Endea-vor, Elie Horn, fundador e do-no da Cyrela, uma das maio-res construtoras do Brasil, disse que os melhores mo-mentos para os seus negó-cios foram os momentos em que o mercado passava por algum tipo de crise e di-ficuldade, porque foram nes-tes momentos que ele pôde consolidar sua empresa. Se-gundo ele, a crise imobiliária americana de 2008 que afe-tou economias de quase todo o mundo, lhe trouxe grandes benefícios e grandes oportu-nidades de negócios. Vejo a sua declaração co-mo incentivo às nossas car-reiras empreendedoras. Te-mos que refletir sobre o tema e aproveitar melhor as difi-culdades que enfrentamos em nossos negócios no dia a dia. Percebo que boa parte dos empreendedores utili-za das dificuldades e das cri-ses para acobertar ou expli-car seus fracassos. Quase to-dos os insucessos são atribu-ídos ao governo, à globaliza-ção e à concorrência desleal, e nunca, a si mesmo, no que reza à sua conduta e as suas atitudes inadequadas. Uma vez ouvi contarem uma história, que não sei se é baseada em fatos reais ou se é somente uma parábola, mas que explica este assunto. É mais ou menos assim: um homem de meia idade, com muita determinação e entu-siasmo, produzia quitandas todas as manhãs e as vendia na beirada de uma rodovia aos viajantes que por ali pas-savam. Logo, com muito tra-balho, qualidade dos produ-tos e com um ótimo atendi-mento aos clientes ele mon-tou uma pequena loja. Pouco tempo depois, fez uma am-pliação no estabelecimento e o negócio continuou cres-cendo. Alguns anos depois, pôde novamente ampliar a empresa e montou uma be-la estrutura para acomodar a grande clientela. E sempre foi assim, fazendo investimen-tos no negócio para crescer e encantar seus clientes. Os anos passaram e o sucesso veio como resposta ao seu comprometimento com a qualidade. Todos os dias sua empresa recebia centenas e centenas de pessoas que pas-savam por aquela estrada. Depois de algum tempo, seu filho retornou da faculdade lá da capital com o diploma na mão e pronto para apoiar seu pai na administração daque-le próspero negócio. Porém, o jovem que se dizia bem in-formado e conectado com o mundo globalizado, voltou preocupado com uma crise que ameaçava se instalar no mercado, e logo, sugeriu seu pai a ter mais cautela com os investimentos e com as des-pesas da empresa. Orientou então, seu pai a reduzir o nú-mero de funcionários e a cor-tar parte dos insumos para a fabricação dos produtos. A ideia proposta era aumen-tar os recursos em caixa e ter gordura financeira suficiente para aguentar a suposta cri-se. Seu pai – por sempre ter usado seu tempo na produ-ção de alimentos de qualida-de e no atendimento diferen-ciado aos clientes – nunca te-ve tempo para falar de crise, e, no entanto, não sabia co-mo ela poderia lhe afetar. Mas, preocupado com a gra-vidade do assunto, seguiu as orientações do filho doutor e fez o que ele sugeriu: demitiu parte da equipe e reduziu a qualidade dos alimentos para economizar recursos. O tem-po passou e não deu outra: os clientes perceberam a quali-dade inferior dos produtos e do atendimento e deixaram de frequentar e consumir na sua empresa. Com o tempo, as portas do estabelecimen-to foram fechadas e o velho empreendedor pôde apenas guardar saudades do tempo de grandes movimentos e de alto faturamento. E o jovem filho se vangloriou dizendo: eu não disse! A crise estava mesmo por chegar. Imagino esta histó-ria acontecendo todos os dias nas empresas, princi-palmente, nas pequenas e médias empresas. Muitos acham que a solução para os momentos difíceis está na redução dos custos de qual-quer jeito. No entanto, redu-zir e otimizar custos e despe-sas sempre são salutares em qualquer negócio para torná- -lo competitivo e lucrativo, e deve ser pensado e trabalha-do o tempo todo, mas, nun-ca se pode cortar custos que venham afetar a qualidade dos produtos e dos serviços ou que venham prejudicar o atendimento aos consumi-dores. Sobreviver às crises depende, em primeiro lugar, da qualidade que uma em-presa se propõe em produ-zir e oferecer produtos e ser-viços, e, contudo, deixar os seus clientes satisfeitos, e até, encantados. Para se ter uma ideia, a Disney World não so-freu com a crise imobiliária que desacelerou a pujante economia dos Estados Uni-dos em 2008. Seus parques temáticos ficaram com uma ocupação de turistas em pa-drões normais. Isso ocorreu porque esta companhia pri-ma ao atendimento e ao en-cantamento de seus clientes. E isso vale não somente pa-ra os seus espetáculos, pois, o que mais se encanta na Dis-ney é a limpeza, a organiza-ção, a pontualidade, a capa-cidade de se resolver proble-mas inesperados com os vi-sitantes e o sorriso no rosto de seus atendentes, ou seja, a energia positiva que envol-ve a todos que por lá passam. Entretanto, chegamos à conclusão de que as crises são utopias e não são reais? Não. Não é isso. As crises es-tão sempre ocorrendo pe-lo mundo a fora, sendo fru-to do desequilíbrio da eco-nomia ou uma resposta de algo inconsequente cons-truído e alimentado por um período de tempo, que num determinado momento não se sustenta mais e vai à to-na. Elas acontecem e podem causar traumas irreversíveis às empresas que não estive-rem preparadas para lidar com as suas ameaças. Po-rém, estar preparado para li-dar com elas exige um com-portamento profissional, pautado em estudos e aná-lises sobre o cenário. Não se pode tomar decisão por opi-niões particulares de um ou de outro, ou por boatos de es-peculadores. É importante diagnosticar o ponto onde uma possível crise pode afe-tar mais o negócio. No geral, as crises provocam retração da economia e a redução do volume de vendas das em-presas, causando uma gera-ção de caixa negativo. E cai-xa negativo gera prejuízos e descumprimento de com-promissos, ou seja, inadim-plemento de contratos. Mas, pelo jeito, as crises têm seu lado bom. Isto mes-mo. Segundo Elie Horn, da Cyrela, a crise mundial de 2008 foi uma benção para ele, onde o mesmo se viu moti-vado a priorizar a consolida-ção do negócio e não crescer de qualquer jeito. Conforme suas palavras, tempos de eu-foria no mercado são atraen-tes para empresas e investi-dores, mas escondem arma-dilhas, pois, são nestes mo-mentos de entusiasmo que mais ocorrem erros de es-tratégias e ações. Otimismo exagerado estimulam os em-preendedores a darem pas-sos maiores que as próprias pernas. Na verdade, a crise tam-bém é útil para selecionar as empresas no mercado. Os empreendedores mais pre-parados saem fortalecidos da crise. Por outro lado, os aventureiros são eliminados. É como se fosse uma seleção natural da vida. É importante os empre-endedores saberem enten-der esse fenômeno e não fi-car tentando jogar com ele, especulando e inventando fatos, como fez o filho do em-preendedor da história aci-ma. Tentar prever o futuro é impossível, o que é possível é inventá-lo, como disse o len-dário Peter Druker. Isso nos arremete o conceito de que temos que construir nossos empreendimentos sobre ba-ses fortes para que nenhum vendaval possa destruí-los. Temos que saber claramente o que queremos para os nos-sos empreendimentos e tra-balhar cultuando uma visão e uma missão para que os ob- Sobreviver às crises depende, em primeiro lugar, da qualidade que uma empresa se propõe em produzir e oferecer produtos e serviços, e, contudo, deixar os seus clientes satisfeitos, e até, encantados. jetivos e as metas sejam atin-gidos. Nunca se pode deixar de trabalhar e produzir para ficar prevendo e julgando o que pode ou não acontecer no futuro. Um empreendedor que se preze, tem um propó-sito claro daquilo que precisa ser feito e o seu tempo é usa-do para construir e promover o crescimento, da empresa e de todos que estão envolvi-dos nela. Dentro desta linha de entendimento, concluímos que nada de bom ou de ruim acontece por acaso, sendo que ambas as situações são frutos das nossas atitudes. O trabalho feito com paixão faz florescer os nossos de-sejos empreendedores, e se-rá a nossa inspiração, para sempre que houver uma cri-se, sairmos dela mais fortes do que entramos. Que possa-mos enfim, ver os momen-tos difíceis como uma ben-ção para a consolidação dos nossos negócios.
  15. 15. 16 CULTURA www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 Quem nos dera domar o descaso cultural! Leandra Xavier é eleita Carlos Lúcio Gontijo - Poeta, escritor e jornalista | www.carlosluciogontijo.jor.br ll Eli Antônio da Silva, profes-sor de história, poeta e escritor, lançou mais um livro na noite do dia 28 de novembro de 2014, em concorrida noite de autógra-fos, em Santo Antônio do Mon-te, na qual pudemos constatar uma grande presença de gen-te comum da população e um enorme, porém costumeiro, va-zio de autoridades e os holofo-tes da imprensa que as acompa-nham. Essa repetida paisagem nos leva a suspirar aos céus um desejo: “Quem nos dera domar o descaso cultural!” Fizemos a mais absoluta questão de estar lá, uma vez que o jovem Eli, a quem fomos co-nhecer pessoalmente há pouco tempo, apesar da proximidade que já existia por causa de nos-sa obra literária, que chegou às mãos do autor santo-antonien-se, que conosco passou a man-ter contato desde a época em que ainda era estudante: primei-ro por carta, depois por e-mail, seguindo o avanço da tecnolo-gia de comunicação. No romance “O domador de instantes”, ao estilo de prosa po-ética embebida em filosofia, Eli Antônio coloca o nosso nome, entre outros, na dedicatória, o que muito nos honra e nos tor-na ainda mais responsáveis pe-las ideias grafadas em nossos li-vros, cientes de que elas são ca-minhos naturais para a cons-trução de leitores e admirado-res, que passam a acompanhar nosso trabalho literário pela vi-da afora. Leitores e propagadores de nossa obra são figuras tão raras que, quando perdemos uma de-las para a morte – imposto da vida cuja fatura não perdoa nin-guém –, ficamos literalmen-te dominados pela tristeza. Foi assim que recebemos a infaus-ta notícia e marcamos presença no sepultamento da professora Marlene Miranda (27 de novem-bro de 2014). Neste nosso retor-no a Santo Antônio do Monte (há três anos), logo nas primei-ras semanas, nós nos encontra-mos casualmente pela rua. Ela nos abraçou, desejou-nos boa sorte e nos falou sobre sua ad-miração pela nossa obra literá-ria com extremo carinho. Daquele dia em diante, uma vez ou outra, nós a procuráva-mos para ela enviar livros, em nosso nome, à sua irmã Lúcia, que mora em Brasília e tem o hábito de divulgar nossa litera-tura por aquelas bandas. Lem-bramo- nos por ora do dia em que ela veio nos apresentar uma cópia do poema “Sangue Mon-tense”, que seria colocada em um quadro para ela dar de pre-sente à irmã Lúcia. Durante o lançamento do li-vro do Eli Antônio pusemo-nos a divagar na mente essas coisas que foram se somando ao longo de nossa carreira que vem des-de 1977, quando editamos nosso primeiro título. Surgiu-nos tam-bém na mente a nossa “saída” da Secretaria de Cultura de Santo Antônio do Monte, na qual dei-xamos o registro de nossa res-ponsabilidade cultural, que dis-pensa cargo público para ser exercitada, pois há anos esta-mos na batalha com a edição de nossos livros, que são sem-pre distribuídos gratuitamen-te a escolas e bibliotecas; nos-so apoio aos que estão dando os primeiros passos no mundo da arte da palavra escrita, que é tão abandonado e enfrentam as mais variadas barreiras, que vão desde os elevados custos de im-pressão até mesmo as próprias bibliotecas, nas quais muitas vezes não encontramos pes-soas habilitadas ou com a de-vida sensibilidade. Enfim, co-mo nos dizia João Etienne Fi-lho, saudoso professor e luzidio intelectual dos tempos de facul-dade (amigo fraterno de escrito-res como Paulo Mendes Cam-pos, Pedro Nava e Fernando Sa-bino): “É um horror!” Todavia, voltando ao livro “O domador de instantes”, que es-peramos alcançar o reconheci-mento merecido, podemos afir-mar que festa se faz com os que nela estão presentes. E o nos-so amigo Eli Antônio não tem o porquê reclamar, pois contou com público que encheu de ca-lor humano a sua obra, que ao certo partiu do Centro de Cul-tura e Turismo (CETUC) com o combustível necessário para al-çar grandes voos, domando in-clusive os instantes desfavorá-veis e de desconforto ao longo da caminhada. s. a. do monte Miss Brasil Infantil ll Moradora de Santo An-tônio do Monte, filha de Mei-re France de Melo e Hugo Le-onardo Xavier, Leandra Xavier venceu o Miss Brasil Infantil, etapa Minas Gerais, no dia 23 de novembro, em Uberlândia. “Era o sonho dela. E por este ser um concurso conceituado e reconhecido como o maior concurso de beleza da Amé-rica Latina segundo o Comitê de Júri da Euro Ásia, sempre a incentivamos e apoiamos”, afirma a mãe. Em Minas Gerais o even-to é realizado há três anos, e FOTO: Divulgação em cada edição abordou-se temáticas diferentes envol-vendo a família e as candi-datas. No ano de 2014 foram mais de duzentas inscrições feitas pelo site e através des-sas informações foram sele-cionadas as cinco meninas que iriam concorrer à faixa e à coroa. Melo ainda destacou que muito mais que apenas um evento de beleza, a organiza-ção do evento aborda assun-tos e conceitos que envolvam a leitura, os sonhos e princi-palmente o universo de miss.
  16. 16. ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 facebook.com/jornalcidademg CULTURA 17 s. a. do monte “Eu trabalhei 26 dias sem saber que havia sido demitido”, reclama maestro Coimbra Prefeitura exonera dois servidores ligados à cultura do município llNo mês de novembro, a Pre-feitura Municipal de Santo An-tônio do Monte exonerou dois funcionários do setor de cul-tura. Foram desligados o se-cretário de Cultura Carlos Lú-cio Gontijo, 64, e o maestro da banda Lira Monsenhor Otavia-no, Otaviano José Coimbra, 72. O músico afirma que trabalhou durante 26 dias sem ser infor-mado que havia sido demitido. O maestro explica que a prefeitura paga o salário dos seus funcionários através da Caixa Econômica Federal por volta do dia 5 ou 6. “Fui acom-panhando e nada caía na mi-nha conta. Daí pensei: A pre-feitura está apertada mesmo, não pagou nem o salário. Já no dia 8 eu fui atrás para sa-ber se o pessoal estava rece-bendo, e estava. Sabendo dis-so, fui até o departamento pes-soal da prefeitura e pedi o meu contracheque de outubro, e a funcionária, que foi muito edu-cada, me disse que não existia contracheque e sim uma res- cisão de contrato para eu as-sinar. Mas eu havia ficado sa-bendo do meu desligamento ali naquele exato momento. De acordo com os documentos, eu fui exonerado no dia 14 de ou-tubro, e no dia 10 de novembro eu ainda estava tentando en-tender o que havia ocorrido. Eu trabalhei vinte e seis dias sem saber que havia sido demitido. Nem aviso prévio eu recebi e até hoje não me deram a justi-ficativa”, afirmou. SEMANA SANTA Tradicionalmente, a Ban-da Lira Monsenhor Otaviano se apresenta durante as cele-brações da Semana Santa. O maestro preferiu não comen-tar se haverá ou não a partici-pação dos músicos no even-to religioso. “No ano passado nós apresentamos em todas as paróquias e os padres fica-ram extremamente agradeci-dos, mas neste ano ainda pre-firo não falar no assunto. Re-sumidamente posso dizer que a banda está fechada para ba-lanço. Eu achei que a adminis-tração tivesse mais apreço pe-la cultura, mas na verdade eles não sabem o que é cultura. Os músicos sempre tocaram por amor, porque incentivo nunca tiveram”, frisou. A Banda Lira Monse-nhor Otaviano, de acordo com Coimbra, foi criada no início do século passado e hoje con-ta com 21 músicos. “Eu nas-ci dentro da banda e aprendi com ela. Desde 2009, ano em que ingressei como maestro, formei mais de trinta músicos. Não temos apoio da Prefeitu-ra, do Estado e nem da União. A única coisa que a prefeitu-ra fazia era pagar o salário do maestro. Possuímos um terre-no doado pelo ex-prefeito Léo Camilo, mas a banda não pos-sui recursos para a constru- ção. Eu me dedicava duas ve-zes por semana à banda, mas sempre trazia alunos em mi-nha casa para fazer exercícios e ensaiar, pois alguns instru-mentos eu não conseguia le-var para o local do ensaio, co-mo é o caso do teclado, usado para fazer o ritmo para eles, bem como as partituras que fa-ço a edição através de um pro-grama. Na verdade eu sempre fiz por amor, porque o salário não compensa. Mil e duzentos por mês? Se eu arrumar cinco alunos particulares eu ganho mais do que isso”, frisou. O OUTRO LADO Em nota enviada ao Jornal Cidade a Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos informou, através assessoria de comunicação, que a exoneração do ex-se-cretário Carlos Lúcio Gontijo e do maestro Coimbra atende a necessidade de reorganização do organograma da Prefeitura. “O remanejamento ou desliga-mento de funcionários de livre nomeação é um processo per-manente e natural das admi-nistrações, que ocorre em to-dos os setores e hierarquias. Não foram definidas substi-tuições paras as funções ci-tadas e no momento a equi-pe da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo permanece desenvolvendo as atividades programadas. Haverá tempo hábil para novas definições e a apresentação da Semana San-ta em abril de 2015 acontecerá sem transtornos”. FOTO: Arquivo pessoal Maestro Coimbra regia a Banda Lira Monsenhor Otaviano desde 2009
  17. 17. 18 ESPORTE www.jornalcidademg.com.br ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 lagoa da prata Iago Dias se destaca como Campeão Brasileiro de Karatê ll O jovem lagopratense Iago Júnio Dias sagrou-se campeão brasileiro de ka-ratê em torneio disputa-do em São Paulo no final do mês passado. De acor-do com o atleta, a paixão pelo esporte surgiu aos se-te anos através do incen-tivo do pai. “Minha famí-lia inteira sempre treinou. Meu pai me ensinou que na caminhada pelo kara-tê não se deve levar em conta somente o esporte, e sim, a filosofia de vida que o mesmo proporcio-na”, destacou. Hoje, com vinte anos, Iago já disputou o campe-onato sul-americano e es-tá nas finais do campeo-nato mineiro. “Em julho de 2015 me esforçarei pa-ra ir aos jogos pan-ameri-canos que serão disputa-dos na Argentina, e tam-bém pretendo ir ao cam-peonato mundial e brasi-leiro”, afirmou. O atleta ainda desta-cou a emoção e a surpre-sa que teve no momen-to em que recebeu o títu-lo. “Não fui pensando que iria ganhar, pois foi o pri- meiro campeonato brasi-leiro que disputei. Meu ob-jetivo era apenas adquirir experiência. Não tem ex-plicação a emoção de estar no lugar mais alto do pó-dio, sendo considerado o melhor do Brasil”, enfati-zou. Iago ainda salientou que participa de projetos sociais no município, le-vando o esporte como fon-te de inspiração para uma vida melhor. “As crianças da Associação Sara Apare-cida estão participando da etapa cinco do campeona-to mineiro, e com isso fico feliz e grato por ser fonte de experiência e incenti-vo para elas”, destacou. Prefeitura abre inscrições para o programa “Bolsa Atleta” ll Os atletas que desejam receber uma bolsa mensal de incentivo à pratica esportiva devem ficar atentos. A Prefei-tura de Lagoa da Prata anun-cia que as inscrições estarão abertas entre os dias 15 e 24 de dezembro. Idealizado pe-lo vereador Di-Gianne Nunes/ PPS e pelo assessor da Secre-taria Municipal de Espor-tes, Christian Freitas, o “Bol-sa Atleta” irá incentivar atle-tas de alto rendimento em vá-rias modalidades. As inscri-ções serão feitas na Praça de Esportes. Podem pleitear a bolsa os atletas nascidos em Lagoa da Prata que tenham entre 13 e 22 anos. É necessário tam-bém que tenha ficado entre os três melhores lugares em competições regionais, esta- O pequeno santoantoniense João Pedro Sousa Pinto dis-putou o campeonato minei-ro de Jiu-Jitsu e sagrou-se campeão pela categoria in-fantil no dia 23 de novembro na cidade de Formiga. João Pedro é filho de Ramon Ta-les e Elisângela. lagoa da prata s. a. do monte duais ou nacionais realizadas em 2014, em qualquer modali-dade esportiva. As inscrições serão ana-lisadas pelo Conselho Muni-cipal de Desportos e o resul-tado será publicado no início de janeiro de 2015. O objetivo do projeto é valorizar e apoiar atletas de alto rendimento e desenvolver a prática do es-porte como meio de promo-ção social, mediante a con-cessão de bolsas remunera-das. Para a concessão da bol-sa os atletas foram divididos nas categorias pré-mirim (13 a 14 anos) e mirim (15 a 16 anos), que serão definidos como ní-vel I, menores (17 a 18 anos) e juvenil (19 a20 anos), desig-nados nível II e sub-23 (21 a22 anos), definidos como nível III. Os atletas selecionados receberão uma bolsa men-sal de equivalente a uma por-centagem da Unidade Fiscal do Município (UFMLP), que irá depender da categoria na qual está inserida. Os atletas de ní-vel I, receberão o equivalente a 40% da UFMLP, que resulta em R$105,88. Já os atletas de ní-vel II, receberão o equivalen-te a 80%, ou seja, R$ 211,76. E para os de nível III o valor cor-responde a 100% da UFMLP. FOTO: Aqruiov aelopss FOTO: Divuagloãç Atleta pretende disputar o campeonato pan-americano da Argentina em 2015
  18. 18. ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 facebook.com/jornalcidademg social 19 michele@«Estrelando« jornalcidademg.com.br llAtendendo aos pedidos. Recebi reclamação sobre a minha foto desta coluna, algumas pessoas ficaram com dúvidas se era eu realmente que estava escre-vendo Michele Pacheco essa coluna e que minha foto não estava ní-tida. Então, para resolver e não deixar todos contra-riados, sou eu mesma que estou escrevendo essa co-luna e se não tivesse competência para escrever não teria sido convidada. Só penso. Em relação a foto, pedi uma ajuda aos meus ami-gos, porque quem tem amigos vai longe. Meu amigo Demetrius Ferreira fez a foto para esta coluna e não apenas esta, fez mais 500! Agora estou com proble-ma. Qual vou escolher? Pois todas ficaram perfeitas. O Vinicius (Salão da Chris) arrasou nos cachos e meu cabelo ficou lindo! A make ficou por conta da Jussara Couto, que conseguiu me fazer ficar quieta. A roupa linda é da Andreia Santos que me empres-tou. Esse sucesso dedico aos meus amigos que me ajudaram e fizeram tudo com o maior carinho. Mui-to obrigado a todos. Até a próxima !!! NASCIMENTO Essa semana comprei dois babado-res. Não são para as crianças que nasceram, mas sim para os pais que não param de babar e postar fotos. O primeiro babador vou dar de presente para o diretor desse jornal Juliano Rossi (agora foi para a coluna social). No dia 19/11 nas- CONVITE RÉVEILLON 2015 Tenho um convite especial para fazer para todos: venha celebrar o seu ano novo com glamour e es-plendor no Bora Bora Café. Prepare-se para uma inesquecível queima de fogos na orla da lagoa, atra-ções com Douglas e Diego + Grupo RZ + Saulo Mo-rais + Grilo de Roupa, alto padrão de qualidade em vários ambientes, superestrutura com excelência de serviços, além de um open bar diferenciado e um impecável buffet servido a noite toda no sistema all-incluse. O buffet fica por conta da nossa ami-ga Solange, servindo com elegância e boa comida a noite toda. Não percam essa linda festa que es-tá sendo preparada com muito carinho para vocês. VISTA-SE DE BRANCO Cr iada em 1 .995 , a Beverly Hills é a festa mais tradicio-nal de Lagoa da Pra-ta, sendo reconhe-cida pela qualida-de e estrutura, além de apresentar atra-ções de vários esti-los musicais e sem-pre recebendo públi-co de toda região. A novidade deste ano será o novo tema “vista se de branco”, ao contrário do pre-to, que predominou nos anos anteriores. Se vista de branco, se surpreenda! FORMATURA DE TAMIRES ANDRADE Quem segura essa gata! Meus parabéns dessa vez para a Tamires Andrade, que concluiu mais uma fase na sua vida se for-mando em Direito. Ago-ra falta pouco para rea-lizar seu sonho. Depois de muitas dificuldades e jornada dupla de tra-balho e estudos chegou a hora de colher os fru-tos. Boa sorte nessa ca-minhada. Advogada ga-ta, linda, loira e inteli-gente, como pode isso, quem segura essa loira?! a Modelo Cintia Aquino VESTINDO Paulina Borges DANÇA PALCO Centro de Danças Palco abriu a temporada dos fes-tivais de danças da cidade com chave de ouro. Com o tema Flash Black contou a trajetória da musica e a dança ao longo dos anos que marcaram épocas e as pessoas. A cada apresentação encantava os pais e to-dos os presentes. Teve a participação especial da bai-larina Juliana Soares que se apresentou junto com Vandeir Chagas e foi emocionante. Parabéns a todos os bailarinos que se apresentaram com dedicação e empenho em fazer com que este espetáculo se tor-ne- se um sucesso. Vandeir Chagas muito obrigado por trazer essa cultura, principalmente contribuin-do com a cultura para nossa cidade, mostrando um caminho a seguir para as crianças e jovens que gas-tam seu tempo em aprendendo a dançar. A gatinha Thais Resende, filha da Maíra, professora, comemorou seus 15 anos no Bora Bora Café, onde recebeu seus amigos e familiares numa linda festa. Desejo-te toda a felicidade do mundo! ceu sua filha linda. Ele e a mãe Marcelina estão comemorando a chegada da Isabele Rossi. E aten-ção: já nasceu Atleticana, segundo o pai coruja do momento. O segundo ba-bador vou entregar para o Graziano Silva, locutor e diretor da Rádio Vere-das. Seu filho nasceu no dia 4 de outubro. O Davi é um menino forte e sau-dável. A mãe, Patrícia Ca-margo, está feliz da vida. Nasceu cruzeirense, de acordo com o pai. O recado para os pais babões é o seguinte: a fa-mília cresceu e está na hora de parar de babar em cima das crias e vol-tar a trabalhar para com-pra fralda e leite, ok?!
  19. 19. www.jornalcidademg.com.br 20 ANO ii • Edição 39 05/12/2014 a 19/12/2014 Sicoob Crediprata realiza Café Empresarial em Moema Cooperativa completa 25 anos com várias ações que valorizam os associados ll O Sicoob Crediprata é comprometido com o de-senvolvimento econômi-co e sustentável das co-munidades onde atua, por isso, sempre busca estar próximos de seus associados para estimu-lar o empreendedorismo e atender as suas neces-ll e, ao final, mobiliza-ram- se para uma neces-sidade em comum que é a criação de uma associa-ção comercial. Após o café, os mes-mos já se organizaram e agendaram uma próxima reunião para dar anda-mento quanto a parte bu-rocrática Sicoob Crediprata apoia a implantação da Associação Comercial de Moema De acordo com o empresário e presi-dente da Associação Comercial de Moe-ma, Wicente de Pau-lo, o Sicoob Credipra-ta tem desenvolvido ações que proporcio-nam aos empreende-dores locais conheci-mento para a gestão de seus negócios e está apoiando e as-sidades. Foi com este ob-jetivo, que o Sicoob Cre-diprata convidou os em-presários de Moema para um café da manhã, quan-do foi possível levantar as demandas dos presentes e apresentar-lhes solu-ções, através da parceria realizada com o Sebrae. sessorando a criação da associação. “Através da Crediprata percebemos que Moema era carente de uma assistência em-presarial para que o co-mércio se desenvolves-se. Consultamos os em-presários para saber o que eles pensam sobre a implantação. Atualmen-te temos cerca de cin-quenta comerciantes as- Na oportunidade, esta-vam presentes empresá-rios da cidade, a técnica do Sebrae Zélia Cecília, Diretoria, gerentes e cola-boradores do Sicoob Cre-diprata. Os empresários rela-taram suas necessida-des, esclareceram dúvi-sociados e pretendemos ampliar ainda mais este número”, afirmou. O presidente ainda destacou que este era um anseio muito antigo dos empresários de Moema. “Fizemos uma parceria com a Crediprata e o Se-brae Minas para que pu- déssemos montar uma associação comercial no município. Posso di-zer que esta parceria foi muito importante para o nosso desenvolvimento”, destacou. Após a aprovação do estatuto social, a asso-ciação começou a fun-das da associação, como também foi agen-dada uma próxima visi-ta com a Técnica do Se-brae para planejamento dos treinamentos solici-tados. O Sicoob Crediprata acredita que iniciativas como esta, proporcionam aos empresários um mo-mento de reflexão sobre a sua postura no merca-do e faz com que o mes-mo busque alternativas para crescer de forma sustentável. Sicoob Crediprata, há 25 anos fazendo parte da sua história! cionar no dia 27 de no-vembro. Hoje à noite acontecerá a próxima reunião. “A partir daí é só começarmos a traba-lhar com palestras e ou-tras coisas que estamos estudando para oferecer. A nossa primeira pales-tra será sobre vendas e inadimplências, on-de os comerciantes poderão entender que não é só ven-der, e sim, aprender a vender”, afirmou. A associação está lo-calizada na rua Cae-tés, 708, sala 206, no Centro de Moema. ECONOMIA

×