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Programa ATLANTEÉ desenvolvido nas aulas de formaçãocívica e, têm a duração de 45 minutoscada,centradas nas seguintes área...
Programa ATLANTE• Materiais utilizados:  – Manual do professor;  – Cadernos do aluno;  – Dossier de apoio;  – Livro sobre ...
Outras Atividades• Ações de sensibilização para alunos e  para encarregados de educação;• Distribuição de informação impre...
Adolescência Pelas suas caraterísticas, a adolescência é em si mesma um fator de risco. Alguns dos traços que caraterizam ...
Na adolescência…...tudo muda rapidamente.…é uma fase de descobertas, algo   confusas, com dúvidas e ansiedades.…sentimento...
O Grupo de amigos… A maior parte dos adolescentes procura o apoio de um grupo de amigos porque este lhe dá segurança. No g...
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Tipos de consumos• Experimental, muitos jovens sentem  curiosidade em conhecer o efeito das  drogas.• Recreativo, consumo ...
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Consegue lembrar-se da primeiravez que ouviu falar sobre drogas? Com quem abordou o assunto?    Quais as dúvidas que lhe  ...
Nunca…• “…deixar andar, porque ele/a não me  ouve…”,• …permitir que o pai diga uma coisa e a mãe  outra, relativamente à m...
Como abordar o assunto?• Siga o ritmo do seu filho• Por vezes o que é mais importante para nós,  não é para o jovem• Grand...
O meu filho não faz perguntas…    Estar disponível para falar sobre drogas,    significa:•   Não exprimir visões extremist...
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Os jovens devem ser estimulados e   elogiados nos seus comportamentos positivos, assim como responsabilizados pelos seus c...
Pistas para o diálogo• Ver e discutir em conjunto, programas detelevisão ou filmes• Discutir casualmente reportagens, notí...
Quando há consumosPodem existir pequenas alterações nocomportamento do seu filho, a que deveestar atento:• Instabilidade e...
Quando há consumos• Insistentes pedidos de dinheiro e frequentes  desculpas para objetos perdidos ou roubados• Posse de ob...
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Prevenção da Toxicodependência

  1. 1. Projeto ATLANTE – Enfrentar o Desafio das Drogas Escola B. e S. Padre Manuel Álvares A Equipa Coordenadora: Isabel Rocha Susana Bettencourt
  2. 2. Projeto ATLANTEPrograma ATLANTE – Enfrentar o desafiodas drogas:• Dotar os alunos de informação, atitudes, valores e competências necessárias para decidir de forma racional e autónoma perante a oferta de substâncias;• Programa do Serviço de Prevenção da Toxicodependência;• Desenvolvido pelos Diretores de Turma.
  3. 3. Programa ATLANTEÉ desenvolvido nas aulas de formaçãocívica e, têm a duração de 45 minutoscada,centradas nas seguintes áreas: • Informação; • Atitudes; • Crenças; • Influências; • Auto-estima; • Resistência à • Tomada de pressão grupal; decisões • Tempo livre.
  4. 4. Programa ATLANTE• Materiais utilizados: – Manual do professor; – Cadernos do aluno; – Dossier de apoio; – Livro sobre o tema – Toxicodependências; – Filmes
  5. 5. Outras Atividades• Ações de sensibilização para alunos e para encarregados de educação;• Distribuição de informação impressa (folhetos, panfletos, boletins ou outros);• Exposição de trabalhos realizados durante o ano lectivo.
  6. 6. Adolescência Pelas suas caraterísticas, a adolescência é em si mesma um fator de risco. Alguns dos traços que caraterizam esta idade podem potenciar as condutas de risco em relação ao consumo de substâncias. No entanto a maior parte dos adolescentes realiza geralmente uma adaptação razoável, superando a tensão e os conflitos de maneira satisfatória
  7. 7. Na adolescência…...tudo muda rapidamente.…é uma fase de descobertas, algo confusas, com dúvidas e ansiedades.…sentimentos, emoções, atitudes e valores andam em turbilhão.…mudam as relações com a família e com os colegas.
  8. 8. O Grupo de amigos… A maior parte dos adolescentes procura o apoio de um grupo de amigos porque este lhe dá segurança. No grupo de amigos o adolescente sente- se compreendido, pode conversar sobre a sua música, jogos, o que gosta de usar e, sobre as suas dificuldades. Esta identificação com um grupo de amigos dá ao adolescente a oportunidade de desenvolver relações interpessoais equilibradas.
  9. 9. As más companhias… Embora não goste de algum dos amigos do seu filho, antes de criticar e fazer juízos de valor sobre as companhias é importante conhecer os seus amigos, ouvir as suas histórias de vida, as suas opiniões sobre a escola, sobre as drogas, sobre a família, etc. As proibições e críticas inflexíveis e negativas poderão ter um efeito contrário, levando a ter comportamentos de desafio e provocação.
  10. 10. Aos pais…• Não se deve confundir compreensão com permissividade;• Os adolescentes necessitam de pais com convicções fortes que os ajudem a estabelecer os limites;• Comportamentos de isolamento ou fuga às questões podem suscitar curiosidade ou preocupação. É importante proporcionar um ambiente de à vontade, de respeito pela privacidade do adolescente.
  11. 11. As drogasOs jovens interessam-se por drogas, devido:• Curiosidade• Desejo de viver outras experiências• Desejo de testar limites e transgredir regras• Pressão dos pares• Desafio à autoridade• Desejo de afirmação• Informação incorreta ou ausência de informação.
  12. 12. Tipos de consumos• Experimental, muitos jovens sentem curiosidade em conhecer o efeito das drogas.• Recreativo, consumo que pode persistir ao longo da vida com caráter meramente recreativo.• Dependência, o consumo torna-se o principal objetivo de vida de quem consome.
  13. 13. É fundamental responsabilizar osjovens pelas consequências das suasdecisões. Cabe aos pais facilitar estesentimento de responsabilidade pelospróprios atos desde a infância.A experimentação de drogas e,sobretudo do álcool é frequente.O abuso regular e repetido é já maisgrave e precisa de apoio.
  14. 14. Consegue lembrar-se da primeiravez que ouviu falar sobre drogas? Com quem abordou o assunto? Quais as dúvidas que lhe surgiram?
  15. 15. Nunca…• “…deixar andar, porque ele/a não me ouve…”,• …permitir que o pai diga uma coisa e a mãe outra, relativamente à mesma situação,• …deixe de perguntar como correu o dia do/s seu/s filho/s…,• Deixe de cumprir regras de funcionamento em casa!!!
  16. 16. Como abordar o assunto?• Siga o ritmo do seu filho• Por vezes o que é mais importante para nós, não é para o jovem• Grandes discursos sobre drogas não significam esclarecimento, confiança ou responsabilização• Responda de forma simples, clara e concreta• Não deixe nenhuma pergunta por responder• Respeite as questões e trate-as com seriedade• Tente discutir o assunto sem reprimir a curiosidade ou provocação.
  17. 17. O meu filho não faz perguntas… Estar disponível para falar sobre drogas, significa:• Não exprimir visões extremistas nem juízos de valor nos assuntos controversos e “difíceis”• Não ter preconceitos face à idade e ao género• Mostrar-se disponível para responder às questões• Encorajar a discussão, iniciando-a de forma descontraída• Tolerar a diferença
  18. 18. O meu filho não faz perguntas…• Ser honesto e não ter receio de dar outras fontes de conhecimento, caso não consiga responder às perguntas• Estar preparado para apoiar o desejo de saber do seu filho• Respeitar a privacidade do seu filho• Não divulgar informações confidenciais, quando partilhadas pelo seu filho.
  19. 19. Os jovens devem ser estimulados e elogiados nos seus comportamentos positivos, assim como responsabilizados pelos seus comportamentos incorreto ounegativos. É importante não ser repressivo, nem demasiado permissivo. O seu filho precisa tanto de regras e de limites como de afeto
  20. 20. Pistas para o diálogo• Ver e discutir em conjunto, programas detelevisão ou filmes• Discutir casualmente reportagens, notícias e entrevistas• Deixar folhetos espalhados pela casa• Incentivar a programação de saídas conjuntas• Incentivar o seu filho a ter uma participação ativa em atividades sócio-culturais
  21. 21. Quando há consumosPodem existir pequenas alterações nocomportamento do seu filho, a que deveestar atento:• Instabilidade emocional• Isolamento e secretismo• Desinteresse e desmotivação em relação às atividades escolares, desportivas• Quebra de rendimento escolar• Faltas ou atrasos frequentes na escola• Dificuldades de concentração, memória ou raciocínio
  22. 22. Quando há consumos• Insistentes pedidos de dinheiro e frequentes desculpas para objetos perdidos ou roubados• Posse de objetos estranhos (filtros de cigarro, mortalhas,…) Alguns destes “sintomas” podem estar associados a outras situações. É necessário compreender o contexto em que ocorrem.
  23. 23. Quando há consumos – Como atuar? Esteja atento se o seu filho nunca falou sobre drogas consigo, dificilmente assumirá o consumo.• Não dramatize• Não ameace• Mostre que notou uma mudança no seu comportamento• Fale abertamente com o seu filho sem acusações ou culpas• Procure ajuda
  24. 24. Linha Vida – SOS Droga 1414 Anónima, gratuita e confidencial das 10h às 24hAssociação Portuguesa de Famílias Anónimas Telef. 21 4538709 Dias úteis das 14h às 16h

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