Institutional presentation eqtl - non deal road show

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Institutional presentation eqtl - non deal road show

  1. 1. Apresentação Para Investidores Banco Pactual 16 de Maio de 2006
  2. 2. Aviso - Informações e Projeções O material que se segue é uma apresentação de informações gerais de antecedentes da EQUATORIAL na data da apresentação. Trata-se de informação resumida sem intenções de serem completas, que não devem ser consideradas por investidores potenciais como recomendação. Esta apresentação é estritamente confidencial e não pode ser divulgada a nenhuma outra pessoa. Não fazemos nenhuma declaração nem damos nenhuma garantia quanto à correção, adequação ou abrangência das informações aqui apresentadas, que não devem ser usadas como base para decisões de investimento. Embora a EQUATORIAL acredite que as expectativas e premissas contidas nas declarações e informações prospectivas sejam razoáveis e baseadas em dados atualmente disponíveis à sua administração, a EQUATORIAL não pode garantir resultados ou acontecimentos futuros. A EQUATORIAL isenta-se expressamente do dever de atualizar qualquer uma das declarações e informações prospectivas. Nós fazemos declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições de nossa Administração e informações a que a Companhia atualmente tem acesso. Declarações sobre eventos futuros incluem informações sobre nossas intenções, crenças ou expectativas atuais, assim como aquelas dos membros do Conselho de Administração e Diretores da Companhia. As ressalvas com relação a declarações e informações acerca do futuro também incluem informações sobre resultados operacionais possíveis ou presumidos, bem como declarações que são precedidas, seguidas ou que incluem as palavras “acredita”, “poderá”, “irá”, “continua”, “espera”, “prevê”, “pretende”, “estima” ou expressões semelhantes. As declarações e informações sobre o futuro não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e suposições porque se referem a eventos futuros, dependendo, portanto, de circunstâncias que poderão ocorrer ou não. Os resultados futuros e a criação de valor para os acionistas poderão diferir de maneira significativa daqueles expressos ou sugeridos pelas declarações com relação ao futuro. Muitos dos fatores que irão determinar estes resultados e valores estão além da capacidade de controle ou previsão da Equatorial Energia S/A. Esta apresentação não constitui oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários. Nem esta apresentação nem qualquer coisa aqui contida constituem a base de um contrato ou compromisso de qualquer espécie.
  3. 3. Visão Geral da Companhia
  4. 4. Distribuição de Energia no Maranhão CLASSE DE CONSUMO (GWh) Outras Comercial 24% 20% RR AP AM MA CE PA RN PB PI PE AC TO AL Residencial Industrial SE RO BA 40% 16% MT 2,793 GWh GO DF MG ES MS NÚMERO DE CONSUMIDORES SP RJ Industrial Outros PR 0,7% 5,6% SC Comercial RS 7,5% Residencial 86,2%• 2ª maior distribuidora do Nordeste em área de concessão (333.366 Km2)• 4ª maior distribuidora do Nordeste em número de consumidors• 5ª maior distribuidora do Nordeste em consumo de energia• 50 mil km de rede e 647 mil postes de iluminação 1,3 milhão deNota: Dados de ABRADEE, relatórios da CEMAR. Dados de 2005 consumidores
  5. 5. Acionistas e Estrutura Corporativa 1 2 Fundo Pactual GP Investimentos Total: 46,2% Total: 53,8% 3 Administradores Brasil Energia I (3) Total: 2,6% Total: 40,6% Total: 56,8% Votante:1,6% Votante: 62,1% Votante: 36,3% Eletrobras Eletrobras Outros Others Total: 34,0% Total: 0,7% Total: 65,4% Votante: 33,9% Votante: 0,7% Votante: 65,5% Novas Aquisições(1) Pactual Latin America Power Fund Ltd., fundo gerido pelo Pactual(2) Fundos sob gestão da GP Investimentos(3) Inclui participação da Tordezilhas S.A. subsidiária 100% controlada pela Brasil Energia I
  6. 6. Administração Conselho de Administração Firmino Ferreira Sampaio Neto - Presidente Gilberto Sayão da Silva – Vice-Presidente Octavio Côrtes Pereira Lopes Alessandro Monteiro Morgado Horta Eduardo Alcalay Carlos Augusto Leone Piani Paulo Jerônimo Bandeira de Mello Pedrosa – Independente Darlan Dórea Santos - Independente Diretoria Octavio Côrtes Pereira Lopes – Presidente Equatorial Carlos Augusto Leone Piani – Vice-Presidente Equatorial e Presidente Cemar Augusto Miranda Paes Jr. – Diretor Engenharia Eduardo Francisco Lobo – Diretor de Gente Leonardo Dias – Diretor Financeiro e RI Marcelino da Cunha Machado Neto – Diretor Comercial Sheilly Contente – Diretora de Assuntos Regulatórios
  7. 7. Estratégia Aquisição de controle, independente ou compartilhado Consolidação de Oportunidades de ganhos através de: reestruturação operacional e distribuidoras no financeira, redução de perdas e ganhos com sinergias N / NE / CO Continuação do programa de reestruturação da CEMAR, ampliando Aumento de eficiência os ganhos de produtividade, buscando novas reduções de custos eoperacional e diminuição reduzindo perdas comerciais de perdas Expressivos investimentos em geração serão necessários nos Avaliação seletiva de próximos anos no Brasilinvestimentos em geração Este cenário poderá gerar oportunidades de investimento atrativas que serão examinadas pela Equatorial
  8. 8. Pontos Fortes Potencial de crescimento Solidez financeira e significativo com perspectiva Consolidação no Norte, Administração profissional de consolidação Nordeste ecom experiência em Centro-Oeste e Crescimento de reestruturação Mercado Sócios / Administradores com Comprometimento com Cultura e Modelo de Significativa as Melhores Práticas Gestão Voltados para de Governança Experiência Financeira Resultados Corporativa e Operacional
  9. 9. Foco nas Regiões de Maior Crescimento deConsumo de Energia do Brasil CRESCIMENTO ORGÂNICO – MERCADO CRESCIMENTO REAL DO PIB – 90/04Crescimento Médio (a.a.) do Consumo de Energia – 99/05 5,52% 4,16% 1,24x 56,9% 45,8% 3,01% 2,33% Norte Centro-Oeste Nordeste Brasil Brasil Nordeste CEMAR – NÚMERO DE CONSUMIDORES CEMAR – ENERGIA VENDIDA (GWh) 1.254.121 2.793 1.161.283 2.593 1.116.361 2.521 2003 2004 2005 2003 2004 2005 4,0% 8,0% 2,9% 7,8% Fonte: ABRADEE, ANEEL, IBGE, FGV, SUDENE, relatórios da CEMAR
  10. 10. Crescimento Através de Aquisições Empresa Controle Rec. Lìquida (R$ 000) En. Vendida (GWh) EBITDA (R$ 000) EBITDA Margin CELPE Neoenergia 1.603.646 7.860 388.362 24,2% COELCE Endesa 1.581.522 6.397 344.821 21,8% CEMAT Grupo Rede 1.233.464 4.006 322.201 26,1% CELPA Grupo Rede 1.124.792 4.661 284.398 25,3% COSERN Neoenergia 619.655 3.163 199.931 32,3% CEMAR Equatorial Energia 665.444 2.793 188.578 28,3% SAELPA Cataguazes 492.552 2.227 155.074 31,5% ENERGIPE Cataguazes 381.159 1.647 137.072 36,0% CELTINS Grupo Rede 265.661 932 104.226 39,2% CEAL Federalizada 468.795 2.159 85.795 18,3% CEB Estatizada 859.050 3.798 63.846 7,4% CERON Federalilzada 452.418 1.439 10.177 2,2% CELG Estatizada 1.556.176 7.050 (3.084) -0,2% CEPISA Federalizada 376.708 1.583 (25.908) -6,9%Fonte: desmonstrações financeiras das empresas relacionadas em 31/12/2005
  11. 11. Reestruturação Operacional na CEMAR Redução dos níveis hierárquicos Reestruturação Atração e retenção de novos talentos e remuneração variável organizacional alinhada à criação de valor para o acionista Mudanças implementadas Controle centralizado de despesas Disciplina na CEMAR Renegociação de contratos financeira Terceirização a partir da troca de controle DEC: 67,9 horas em 2003 para 54,6 horas em 2005 Melhoria FEC: 37,3 interrupções em 2003 para 32,9 interrupções em 2005 operacional Reformulação da estrutura de TI Melhoria do atendimento ao consumidor Fonte: Relatórios da CEMAR
  12. 12. Reestruturação Financeira na CEMAR Capitalização de R$155 milhões Renegociação da dívida da CEMAR Prazo médio de 10 anos Cerca de 90% da dívida indexada ao IGP-M (mesmo indexador das tarifas), sendo que 22% com prazo de vencimento de 18 anos e taxa de IGP-M + 4% PERFIL DA DÍVIDA – DEZ 2003 PERFIL DA DÍVIDA – DEZ 2005 R$ milhões R$ milhões 456 309 Dívida Total: Dívida Total: R$820mn R$504mn 185 64 55 47 40 45 30 32 31 27 ST 2005 2006 2007 2008 > 2008 ST 2007 2008 2009 2010 > 2011Fonte: Relatórios da Equatorial, inclui dívida em atraso de R$ 120 milhões com a ELETRONORTE
  13. 13. Oportunidades Adicionais de Criação de Valor naCEMAR Patamar de perdas ainda elevado se comparado a outras Redução das empresas da região: perdas de Reformulação da estrutura de fiscalização e auditoria energia Implantação de medidor eletrônico e telemetria nos Oportunidades clientes de alta tensão Implantação de medidores eletrônicos e caixas adicionais de blindadas de medição nos clientes de baixa tensão criação de valor Ganhos Automatização do processo de seleção de alvos para adicionais de fiscalização produtividade Otimização de processos Contínua redução de despesas 36,3% Novos investimentos em tecnologia 35,0% 29,9% Implantação do sistema de gestão SAP/R3 29,5% 23,6% 21,3% 18,1% 17,9% 14,2% 14,0% 12,4% 12,1% 11,9% 11,2% ENERGIPE CELTINS COSERN COELCE CERON* SAELPA CEPISA CEMAR CEMAT CELPE CELPA CELG* CEAL* CEB 2,2% -6,9% 18,3% 28.3% 25.3% 31,5% 24,2% 39,2% 26,1% 21,8% 32,3% 7,4% 36,0% -0,2% Margem EBITDA Fonte: ABRADEE, Distribuidoras das regiões N / NE / CO – dados de 2005 * Dados referentes à Perdas de 2004
  14. 14. Excelentes Resultados FinanceirosPerformance financeira da Equatorial (R$ milhões) RECEITA LÍQUIDA EBITDA 665,4 188,6 526,1 422,6 28,3% 93,2 85,4 16,2% 22,1% 2003 2004 2005 2003 2004 2005 LUCRO LÍQUIDO 228,8 122,9 -57,2 2003 2004 2005Fonte: Relatórios da CEMAR
  15. 15. Solidez Financeira DÍVIDA LÍQUIDA (R$ Milhões)755,4 DÍVIDA LÍQUIDA / EBITDA (Ult. 12 Meses) 8,1 368,7 391,8 350,0 215,2 4,3 1,9 1,8 1,0dez/03 dez/04 dez/05 mar/06 mar/06* dez/03 dez/04 dez/05 mar/06 mar/06* (Pró Forma) (Pró Forma) * inclui recursos líquidos de R$176,6 milhões recebidos em abril de 2006, provenientes da oferta primária realizada no âmbito do IPO
  16. 16. Perfil Diferenciado de DívidaManutenção de 75% do endividamento indexado ao IGP-M e do prazo médio superior a 10 anos MAR/06 - R$514,9MM DEZ/05 - R$504,3MM US$ CDI CDI US$ 5% 3% 5% RGR 3% 4% RGR 6% FINEL FINEL 11% 11% IGP-M IGP-M 77% 75%Prazo Médio: 10,1 anos
  17. 17. Alto Nível de Governança Corporativa Adesão ao Nível 2 da BOVESPA, 100% de tag-along Dois membros independentes no Conselho de Administração Remuneração variável alinhada à criação de valor para o acionista Plano de opção de compra de ações
  18. 18. Resultado 1T06
  19. 19. Destaques do 1T06 Captação de R$185,6 milhões com a Oferta Primária de Ações EBITDA de R$67,6 milhões, 94,6% superior ao 1T05 Margem EBITDA de 37,1% contra 24,5% no 1T05 Lucro Líquido Pró Forma* de R$21,8 milhões, 127,4% superior ao do 1T05, ajustado pelas despesas da Oferta Pública de Ações Assinatura do 2º Contrato do Programa Luz para Todos no valor de R$275,4 milhões * excluindo despesas não recorrentes referentes ao IPO
  20. 20. MercadoCrescimento consistente apesar de eventos isolados na classe industrial CLIENTES MWh VENDIDOS 1.281.118 669.484 650.086 1.176.108 1.133.179 618.899 601.271 3,0% 1.074.838 8,9% 3,8% 5,0% 5,4% 2,9% 1T03 1T04 1T05 1T06 1T03 1T04 1T05 1T06 CONSUMO POR CLASSE (MWH) 1T03 1T04 1T05 1T06 % 06-05 Residencial 247.756 254.294 271.076 282.450 4,2% Industrial 102.781 102.036 101.239 85.931 -15,1% Comercial 112.086 119.249 128.932 137.979 7,0% Rural 15.821 18.575 20.305 21.044 3,6% Outros 122.826 124.745 128.533 142.080 10,5% Total 601.271 618.899 650.086 669.484 3,0%
  21. 21. Ganhos de ProdutividadeContinuidade do processo de reestruturação Nº COLABORADORES RECEITA LÍQUIDA / Nº COLABORADORES 1.463 (R$Mil) 152,7 1.444 1.379 48,6% -1,3% -4,5% 102,8 31,1% -13,3% 78,4 1.195 33,8% 58,6 1T03 1T04 1T05 1T06 1T03 1T04 1T05 1T06 CLIENTES POR COLABORADOR MWh VENDIDOS / Nº COLABORADORES 561 1,072 18,8% 10,0% 472 853 25,7% 412 4,3% 430 735 785 8,7% 6,8% 1T03 1T04 1T05 1T06 1T03 1T04 1T05 1T06
  22. 22. Índices de QualidadeMelhora dos índices de qualidade em todo Estado, especialmente na capital São Luís DEC - CEMAR FEC - CEMAR 15,93 -3,0% 15,45 9,52 -20,3% 7,59 1T05 1T06 1T05 1T06 DEC - SÃO LUIS FEC - SÃO LUIS 11,57 -47,3% 9,02 -56,9% 6,10 3,89 1T05 1T06 1T05 1T06 DEC – Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora FEC – Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora
  23. 23. Perdas de EnergiaReversão da tendência de elevação das perdas PERDAS ACUMULADAS - ÚLTIMOS 12 MESES 30,1% 29,8% 28,6% 26,0% 1T03 1T04 1T05 1T06
  24. 24. Receita LíquidaCrescimento continuado... RECEITA LÍQUIDA (R$ Mil) 182.477 28,8% 141.721 113.211 25,2% 85.717 32,1% 1T03 1T04 1T05 1T06
  25. 25. Despesas GerenciáveisGanhos de eficiência operacional 1T05 4T05 Media 05 1T06 Pessoal (R$ milhões) 11,6 16,4 14,2 15,2 Materiais (R$ milhões) 1,2 2,3 1,4 1,4 Serviços (R$ milhões) 15,0 16,8 15,0 13,4 Outros (R$ milhões) 10,4 21,5 15,3 11,2 Total (R$ milhões) 38,1 57,0 45,9 41,2 PMSO (R$) / Consumidores 32,4 45,4 37,4 32,1 PMSO / Receita Líquida 26,9% 28,4% 30,8% 22,6%
  26. 26. EBITDA Trimestral Ganhos crescentes na Margem EBITDA da CEMAR EBITDA (R$ Milhões) 69,3 67,7 47,6 37,1% 34,8 37,0 34,5% 31,5 27,9% 23,1 23,6 24,6% 24,3% 19,2% 19,9% 18,1% 7,1 6,2% 1Q04 2Q04 3Q04 4Q04 1Q05 2Q05 3Q05 4Q05 1Q06 EBITDA Margem EBITDA Primeiro trimestre com impacto de 100% da revisãoFonte: Relatórios da CEMAR tarifária de agosto de 2005
  27. 27. Resultado FinanceiroDespesas financeiras líquidas decrescentes, desconsiderando as despesas não recorrentesreferentes ao IPO (R$ Milhões) 1T03 1T04 1T05 1T06 Despesas Financeiras* (55,0) (40,9) (21,6) (21,1) Despesas IPO - - - (12,6) Receitas Financeiras 10,0 11,5 10,8 14,9 Despesas Financeiras Líquidas (45,0) (29,5) (10,7) (18,8) Despesas Financeiras Pró forma* (45,0) (29,5) (10,7) (6,2)* excluindo despesas não recorrentes referentes ao IPO
  28. 28. Lucro LíquidoLucratividade crescente, excluindo as despesas não recorrentes referentes ao IPO LUCRO LÍQUIDO (R$ Milhões) 21,8 9,6 9,2 1T03 1T04 1T05 1T06 1T06* (Pró Forma) (41,2) (40,6) * excluindo despesas não recorrentes referentes ao IPO
  29. 29. Investimentos CEMARRitmo constante de investimentos HISTORICO ANUAL* (R$ milhões) 121 117 45 50 42 40 33 PRIMEIRO TRIMESTRE* (R$ Milhões) 2003 2004 2005 2006e 23,4 25,7 Investimentos Depreciação 1,4 0,5 Outros 3,1 3,8 Equipamentos e Sistemas 3,1 Expansão da Rede 9,3 17,3 Manutenção da Rede 10,4 Fonte: Relatórios da CEMAR * Excluem investimentos do Programa Luz para Todos 1T05 1T06
  30. 30. Programa Luz Para Todos (PLPT)Assinatura do 2º Contrato referente a 2006 Valor do Contrato PLPT 2006: R$275,4 milhões 1ª Liberação efetuada em 31/03/06: R$83,6 milhões Ligações Contratadas: 60.000 Parcela Subsidiada – CDE: R$238,7 milhões Parcela Financiada – RGR: R$36,7 milhões 24 meses de carência e 120 meses de amortização 6% ao ano PLPT – INVESTIMENTOS DIRETOS (R$ milhões) 244 113 2005 2006e
  31. 31. Programa Luz Para Todos (PLPT)Evolução no 1T06 NOVAS LIGAÇÕES: 1T05 - 1T06 NOVAS LIGAÇÕES 50.824 40.136 10.688 25.711 7.028 14.956 7.028 1T05 1T06 1T05 2T05 3T05 4T05 1T06 INVESTIMENTOS DIRETOS (R$ Milhões) FLUXO DE CAIXA 33,4 (Dados em Milhões de R$) CDE RGR TOTAL 4,5 RGR Saldo Inicial – 31/12/05 - - 8,9 Repasses – 1T06 72,6 11,0 83,6 10,2 1,4 28,9 CDE Desembolsos – 1T06 - - (22,0) Saldo Final – 31/03/06 - - 70,5 8,8 1T05 1T06

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