Com   o Iniciar ummmEdição: Outubro | N° 05
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Pj revisa sou p_joteiro 5ªedição

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  1. 1. Com o Iniciar ummmEdição: Outubro | N° 05
  2. 2. A Revista nasceu para a comemoração de aniversário de 2 anos do Blog SouPJoteiro era pra ser só uma brincadeira entre a coordenação da PJVilhena.Onde todos gostaram e aperfeiçoamos, e lançamosa primeira edição teve um grande numero de leituran a s p r i m e i r a s h o r a s .Agora é continuar os trabalhos e Sempre ter uma Novaedição semanal, quinzenal. Albertdias Teias da Comunicação Regional Extremo Sul SouPJoteiro | Pag: 02
  3. 3. 13 dicas colocar a CF 2013 em AÇÃO Se você é um coordenador, assessor ou liderança de grupo ou está ligado pastoralmente àarticulação juvenil, não tem como desconhecer que o ano de 2013 tem como marca um olhar da Igrejapara a juventude. Sim, certamente teremos aqueles que farão um ano somente para cumprir protocolos eobrigações. Mas, pessoalmente, considero esta uma oportunidade fantástica para colocarmos a mão namassa e nos organizarmos mais para a missão pastoral.Certamente, entre muitos de nós, há aqueles que, com tantas possibilidades, não sabem por ondecomeçar. E, claro, não há uma dica prática que sirva para todos. Pensando nisso, diante do pouco tempoque temos para o início da Campanha da Fraternidade, lanço 13 dicas para botar a CF 2013 em ação.Alguma delas talvez sirva para você. Adapte se for o caso. Sinta-se livre para criar também, caso algumalhe dê inspiração. Vamos a elas.1- Capacitar os coordenadores, assessores e liderançasFormações, cursos, palestras, vivências são semeaduras contínuas, urgentes e necessárias. Lançamosas sementes. E devemos cuidar daquilo que brotar. Se assim o fizermos, teremos “plantas” que poderãodurar muitos e muitos anos, não só o tempo de uma quaresma.2- Trabalhar em unidade no campo pastoralNão é só sua comunidade ou só seu grupo que viverão os tempos de uma Campanha da Fraternidade.Se sua paróquia tem comunidades, anime todos os jovens que lá estão a trabalharem juntos. Procure searticular com paróquias vizinhas, com os diversos grupos juvenis, nas diferentes experiências.3- Montar e organizar grupos onde eles não existem ou estejam fracosGrupos de jovens podem nascer da catequese de crisma ou de grupos de perseverança. Podem nascerda galera que se reúne para jogar bola na quadra da paróquia ou por convocações depois das missas.Podem nascer pela amizade de alguns jovens ou pela realização de alguma atividade de massa queenvolva a juventude. Há muitas formas. Mas um grupo só vai para frente se tiver acompanhamentoconstante de alguém com mais experiência e amor pela juventude.4- Mapear a realidade juvenil da região onde você moraA Igreja precisa ser um sinal de presença diferenciada no meio social. Para interagir com este meio,precisa conhecê-lo. Como é possível para qualquer instituição interagir com uma realidade semconhecê-la? Sabe quantos jovens estudam, trabalham, vivem sós ou são arrimos de família? Qual aprincipal causa de morte dos jovens? Quantos vivem a realidade das drogas ou do álcool? Qual ainfraestrutura local que pode acolhê-los? Há quadras de esporte, espaços de teatro ou cinema, praçaspara artes e cultura em geral?5- Propiciar momentos de oração e encontro pessoal com Jesus CristoSe não focarmos nisso, perdemos uma oportunidade singular e o sentido primeiro da Quaresma que é aconversão para se preparar adequadamente para a Páscoa. Aproveitem, portanto, o tempo quaresmalpara a realização de retiros e formações com enfoque na espiritualidade. O uso da leitura orante e doofício divino são instrumentos privilegiados nestes momentos.6- Favorecer momentos para elaboração de projetos de vidaEste é outro pedido dos objetivos desta Campanha da Fraternidade. É preciso que os jovens possam darsentido àquilo que se faz. Orientação e acompanhamento são fundamentais para este passo. SouPJoteiro | Pag: 03
  4. 4. 7- Trazer para a comunidade a discussão sobre a realidade juvenilTodo conteúdo e discussão sobre a realidade juvenil não pode ficar somente nos grupos de jovens. Otempo da CF é para toda a Igreja. Há muitas ideias errôneas sobre os jovens que são propagadas nasociedade e a comunidade cristã é um dos elementos que ajudam a formar opinião. Portanto, ela deveestar esclarecida sobre os fatos. Fóruns e seminários sobre a temática são instrumentos interessantespara este fim.8- Criar momentos de convivência e relações entre a comunidade eclesial e o grupo juvenil.Além do ponto anterior, é preciso quebrar algumas barreiras que existem em certas comunidades. Nelas,os jovens estão de um lado e os outros movimentos e pastorais estão de outro. É preciso abrir espaço, darvoz aos jovens, sem preconceito e sem medo. Tardes de lazer comunitário com interações dos diversosgrupos podem ser momentos interessantes para se saber quem é quem e como os grupos funcionam.9- Realizar atividades culturais abertas a toda comunidade com temáticas juvenisÉ fato conhecido que os movimentos culturais são atrativos para toda comunidade, em especial para osjovens. É preciso fomentar momentos como estes, em especial neste tempo, trazendo para a pauta astemáticas juvenis. Podem-se utilizar diversos formatos: festivais de música, literatura, peças e poesia ourodas de discussão de filmes.10- Aproximar-se do jovem fora do ambiente eclesial apresentando a temática da realidade juvenilA massa juvenil não está dentro das paredes eclesiais. É preciso trazê-los para discutir esta pauta juvenil.A realização de seminários abertos, bem como a interação com as escolas, faculdades, ong’s da regiãosão possibilidades possíveis.11- Denunciar o sistema de morte que cerca a juventudeÉ necessário levar à mídia os levantamentos feitos acerca da morte e da violência sofrida pela juventude,bem como da situação escolar, cultural e de desemprego. Há a crescente ideia de que a juventude é oproblema, quando, na verdade, na maioria dos casos ela é a vítima.12- Dar visibilidade aos bons trabalhos realizados pela juventudeNem só de morte e dor vive a juventude. É preciso valorizar as boas iniciativas. Este pode ser um dosenfoques dos seminários abertos, dos festivais culturais, ou de exposições, vídeos e postagens nas redessociais. É preciso quebrar o paradigma do jovem problema. Uma mentira repetida muitas e muitas vezescorre o risco de ser assimilada como verdade.13- Manter-se focado nas razões pelas quais fazemos nosso trabalho pastoralHá um sentido para que a Campanha da Fraternidade aconteça no tempo da Quaresma. É tempo depreparação e conversão. Preparar-se adequadamente para celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição deJesus e converter o caminho da própria vida para sermos melhores seguidores do Mestre. Refletir sobre ajuventude neste tempo quaresmal nos ajuda a enxergar o mesmo Senhor passando novamente pelaPaixão, Morte e Ressurreição na figura de tantos jovens. E deve nos ajudar a converter nossa vida diantedesta realidade juvenil. Não nos esqueçamos disto. Qualquer ação que fizermos neste tempo estábaseada nesta motivação. Rogério Oliveira Blog Pejotando SouPJoteiro | Pag: 04
  5. 5. Como Iniciar um GRUPO DE JOVENS “ Eu não sou você. Você não é eu. Mas somos um grupo, enquanto somos capazes de, diferenciadamente,eu ser eu, vivendo com você e você ser você, vivendo comigo.”O que é grupo de jovens cristãos de Pastoral da Juventude? Relembrando a nossa experiência, a primeira ideia erade um lugar com muitos jovens animados, acolhedores, que falava do evangelho e animava as missas e acomunidade (gincanas, mutirões, festas, festivais, teatros).Foi isso que vimos e que nos deixou curiosos e desejosos de fazer parte. Mas quando entramos, descobrimos quetinha algo "a mais"! Era exigente, tinha tarefas, brigas, muita reza, treinamentos, estudo. Tempos depois fomossentindo que sabíamos e aprendíamos coisas que não se falava na escola ou na família e isso era bom.Descobrimos então que era também lugar de crescimento.Como iniciar um grupo?Tempos (anos) depois nos deparamos com esse desafio. A primeira coisa que fizemos foi ir ver por que queríamosum grupo? Para quem seria o grupo, o local que se encontraria, o horário de funcionamento, o que discutir, viver,experimentar. A animação era total, mas faltava o principal: "os jovens".Quem convidar, onde, como? A turma que ajudou a pensar todos esses passos citados logo teve algumas ideias. Foinesta hora que quase desistimos.Veja algumas das sugestões: "vamos fazer convite na missa"; outro dizia: "Na crisma é um lugar legal também, látem muitos jovens". Um outro mais xereta veio logo dizendo: "Isso eu já fiz e veio um tiquim de gente, foi umdesânimo só.Algumas pessoas disseram que foi porque eu não dei muita graça na hora dos "avisos finais". Por causa dessasfaltas decidimos, durante três meses, percorrer caminhos diferentes:1. Realizar uma tarde de lazer em que todos os jovens pudessem participar;2. Convidamos nas missas depois de fazer um lindo teatro sobre a vida dos jovens;3. Colocamos cartazes e fizemos convites e os distribuímos em turmas e pessoalmente nas escolas, campo defutebol, sorveterias, praças. Foi um trabalho enorme, mas veio muita gente;4. Convidamos depois todos os que vieram para voltar 15 dias depois para uma celebração jovem, e depois paraoutro dia de reflexão, festa junina. Percebemos que um grupo fixo de pessoas estava sempre presente. Foi aí queconvidamos estes para formar um grupo de jovens.Mais uma vez outro xereta pergunta: "para que isso? Grupo de jovens serve para quê?" Tivemos então que buscarnovamente as respostas:- Serve para fazer várias coisas legais e que nos preenchem como jovens e como pessoas humanas.- É um lugar joia para fazer novas amizades, contar coisas da vida, partilhar os desejos e sonhos, encontrar amores,poder ajudar as pessoas necessitadas, animar a comunidade, dando um rosto jovem e alegre a ela.- Viver em grupo é muito bom. É algo natural, faz parte da gente.- Grupo geralmente é um espaço que nos ajuda na descoberta das outras pessoas e da gente mesmo.- Grupo é lugar de exercitar a fala, a opinião, o silêncio, defender pontos de vista.- Portanto lugar de descobrir, de ter objetivos mútuos, de respeitar as diferenças, construir a identidade.A construção do grupoUm grupo se constrói através da constância da presença de seus elementos na rotina e de suas atividades.Um grupo se constrói no espaço heterogêneo das diferenças entre cada participante:- da timidez de um, do afobamento do outro; da serenidade de um, da explosão do outro; do pânico de um, dasensatez do outro; da seriedade desconfiada de um, da ousadia do risco do outro; da mudez de um, da tagarelice deoutro; do riso fechado de um, da gargalhada debochada do outro; dos olhos miúdos de um, dos olhos esbugalhadosdo outro; da lividez de um, do encarnamento do rosto do outro. Um grupo se constrói construindo vínculo com aautoridade e entre iguais. Um grupo se constrói na cumplicidade do riso, da raiva, do choro, do medo, do ódio, dafelicidade e do prazer.Vida de grupo dá muito trabalho e muito prazer porque eu não construo nada sozinho, tropeço a cada instante com oslimites do outro e os meus próprios, na construção da vida, do conhecimento, da nossa história.Quem acompanha e coordena um grupo deve ter uma ideia do "processo de formação grupal" (caminho) que essegrupo vai fazer. Assim ele(a) garantirá que o grupo em um espaço de tempo seja não só convocado (chamado), mastambém conheça a sua própria situação, descubra a comunidade, perceba como é a sociedade, a conjuntura maiorque o cerca e como cada pessoa pode interferir e principalmente que essa militância contribua para definir, percebersua vocação e seu projeto de vida.Assim o caminho será feito e todos(as) poderão cantar: "por isso vem, entra na roda com a gente, também você émuito importante, vem!" Vanildes Gonçalves dos Santos e Lourival Rodrigues da Silva Artigo publicado na edição 294, jornal Mundo Jovem, março de 1999, página 5. SouPJoteiro | Pag: 05
  6. 6. Uma só força, Um só Pensamento Um só Coração PJ!!!Arte e Diagramação: AlbertDias (Teias Da Comunicação) / Revisão: Pedro Alcântara (Assessor) Karoline Kester (Coordenadora da PJ) SouPJoteiro | Pag: 06

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