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A REVOLUÇÃO
DO RIO GRANDE
DO SUL
Teixeira
1893
Localiza-se na Seção de obras
raras da Biblioteca Central da
Universidade de Caxias do Sul
dois exemplares de A revolução
do Rio Grande do Sul: suas
causas e seus efeitos. O ex. 1
encontra-se com efeitos
acentuados da acidez do papel e
encadernação em brochura, sem
capa. O segundo exemplar está
restaurado e conta com
encadernação em capa dura.
A obra do campo da
historiografia aborda os
aspectos do Estado do Rio
Grande do Sul, desde sua
geografia até dados
meteorológicos. Divide-se
em duas partes, sendo elas:
Vistas retrospectivas: retrata
os principais atuantes da
Revolução do Rio Grande do
Sul, como Gaspar Martins e
Júlio de Castilhos, assim como
o histórico do partido liberal.
Do nosso 89 ao nosso 93:
refere-se aos atos que
antecedem a Revolução de
1893.
Múcio Scevola Lopes Teixeira,
nasceu em Porto Alegre no dia 13
de setembro de 1858, filho de
Manoel Lopes Teixeira e Maria
José Sampaio, sua mãe mudou-se
para o Rio de Janeiro para residir
junto a parentes na Corte Imperial.
“Amigo particular do Imperador
Pedro II, em cujo palacio residira,
como hospede, de 1885 a 1888.”
(BLAKE, 1970, v. 6, p. 301)
Além de escritor, jornalista,
teatrólogo, tradutor e poeta, foi
também secretário da presidência
do Espírito Santo em 1880 e
cônsul geral do Brasil na
Venezuela.
Em 1890 foi eleito presidente do
Banco Brasileiro, durante a
revolução federalista residiu no
Rio Grande do Sul mudando-se
para a Bahia em 1896 onde foi
diretor da redação de debates da
assembleia.
Voltou ao Rio de Janeiro em
1899, foi condecorado com
diversas ordens nacionais e
estrangeiras, membro de vários
institutos científicos e literários de
diversos países, também foi sócio
titular do Liceu de artes e ofícios
do Rio de Janeiro.
Durante sua trajetória no meio literário
criticou e sofreu críticas, de acordo com
Rubenio Marcelo da Academia de Letras
de Minas Gerais, Múcio Teixeira em
meados de 1880 já era considerado o
maior poeta de sua geração e isso pode ter
gerado o silêncio conspiratório de seus
adversários, em outro momento Rubenio
também relata como o nome de Múcio
Teixeira foi omitido ao enviarem as obras
dos poetas a serem comentadas e
divulgadas no Diário Mercantil de SP.
Segundo Generino dos Santos:
“operosíssimo polígrafo, por si só,
valia todo o parnaso brasileiro,
que, em vida, lhe moveu guerra de
silêncio”. Escrevia em
francês,inglês, alemão, italiano,
castelhano e esperanto. Conhecia
também grego, latim e hebraico.
Em seus últimos anos
de vida publicou
com o pseudônimo
de “Barão Ergonte”
obras que se
voltavam ao
misticismo. Faleceu
no Rio de Janeiro em
decorrência de
pneumonia no
inverno de 1926.
Algumas de suas obras:
Vozes trêmulas (1873) com
apenas 15 anos
Violetas (1875)
Sombras e Clarões (1877)
Flôr de um dia (1878)
Fausto e Margarida (1878)
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Vida e obra de Castro Alves (1896)
BLAKE, Sacramento. Diccionario bibliographico brazileiro. Rio de
Janeiro: Typographia Nacional, 1970, v. 7.
VILLA-LOBOS, Raul. A Revolução Federalista no Rio Grande do
Sul: documentos e commentarios. Rio de Janeiro: Laemmert & C., 1897.
http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242361
https://pt.wikisource.org/wiki/Autor:Raul_Villa-Lobos
Fontes
TEIXEIRA, Múcio. A revolução do Rio Grande do Sul: suas causas e seus
efeitos. Porto Alegre: Typ. do Jornal do Commercio, 1893.
Texto, fotos e editoração:
Isabella Daneluz
Revisão e Colaboração:
Ana Guimarães Pereira
Márcia Servi Gonçalves

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Sistema de Bibliotecas UCS - A revolução do Rio Grande do Sul

  • 1. A REVOLUÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL Teixeira 1893
  • 2. Localiza-se na Seção de obras raras da Biblioteca Central da Universidade de Caxias do Sul dois exemplares de A revolução do Rio Grande do Sul: suas causas e seus efeitos. O ex. 1 encontra-se com efeitos acentuados da acidez do papel e encadernação em brochura, sem capa. O segundo exemplar está restaurado e conta com encadernação em capa dura.
  • 3. A obra do campo da historiografia aborda os aspectos do Estado do Rio Grande do Sul, desde sua geografia até dados meteorológicos. Divide-se em duas partes, sendo elas: Vistas retrospectivas: retrata os principais atuantes da Revolução do Rio Grande do Sul, como Gaspar Martins e Júlio de Castilhos, assim como o histórico do partido liberal. Do nosso 89 ao nosso 93: refere-se aos atos que antecedem a Revolução de 1893.
  • 4. Múcio Scevola Lopes Teixeira, nasceu em Porto Alegre no dia 13 de setembro de 1858, filho de Manoel Lopes Teixeira e Maria José Sampaio, sua mãe mudou-se para o Rio de Janeiro para residir junto a parentes na Corte Imperial. “Amigo particular do Imperador Pedro II, em cujo palacio residira, como hospede, de 1885 a 1888.” (BLAKE, 1970, v. 6, p. 301)
  • 5. Além de escritor, jornalista, teatrólogo, tradutor e poeta, foi também secretário da presidência do Espírito Santo em 1880 e cônsul geral do Brasil na Venezuela. Em 1890 foi eleito presidente do Banco Brasileiro, durante a revolução federalista residiu no Rio Grande do Sul mudando-se para a Bahia em 1896 onde foi diretor da redação de debates da assembleia. Voltou ao Rio de Janeiro em 1899, foi condecorado com diversas ordens nacionais e estrangeiras, membro de vários institutos científicos e literários de diversos países, também foi sócio titular do Liceu de artes e ofícios do Rio de Janeiro.
  • 6. Durante sua trajetória no meio literário criticou e sofreu críticas, de acordo com Rubenio Marcelo da Academia de Letras de Minas Gerais, Múcio Teixeira em meados de 1880 já era considerado o maior poeta de sua geração e isso pode ter gerado o silêncio conspiratório de seus adversários, em outro momento Rubenio também relata como o nome de Múcio Teixeira foi omitido ao enviarem as obras dos poetas a serem comentadas e divulgadas no Diário Mercantil de SP.
  • 7. Segundo Generino dos Santos: “operosíssimo polígrafo, por si só, valia todo o parnaso brasileiro, que, em vida, lhe moveu guerra de silêncio”. Escrevia em francês,inglês, alemão, italiano, castelhano e esperanto. Conhecia também grego, latim e hebraico.
  • 8. Em seus últimos anos de vida publicou com o pseudônimo de “Barão Ergonte” obras que se voltavam ao misticismo. Faleceu no Rio de Janeiro em decorrência de pneumonia no inverno de 1926.
  • 9. Algumas de suas obras: Vozes trêmulas (1873) com apenas 15 anos Violetas (1875) Sombras e Clarões (1877) Flôr de um dia (1878) Fausto e Margarida (1878) O Inferno Político (1879) Cérebro e Coração (1879) Novos Ideaes (1880) A Virtude no Crime (1881) Memorias (1881) A Canôa da Escravidão (1882) O Tribuno-Rei (1882) Prismas e vibrações (1882) Hugonianas (1885) Poesias e Poemas (1888) Vida e obra de Castro Alves (1896)
  • 10. BLAKE, Sacramento. Diccionario bibliographico brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1970, v. 7. VILLA-LOBOS, Raul. A Revolução Federalista no Rio Grande do Sul: documentos e commentarios. Rio de Janeiro: Laemmert & C., 1897. http://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242361 https://pt.wikisource.org/wiki/Autor:Raul_Villa-Lobos Fontes
  • 11. TEIXEIRA, Múcio. A revolução do Rio Grande do Sul: suas causas e seus efeitos. Porto Alegre: Typ. do Jornal do Commercio, 1893. Texto, fotos e editoração: Isabella Daneluz Revisão e Colaboração: Ana Guimarães Pereira Márcia Servi Gonçalves