SME - Coordenadoria de Infraestrutura
(E/SUBG/CIN)
A E/SUBG/CIN coordena, orienta e norteia
o planejamento das ações que v...
Gerência de Planejamento e Obras
(E/SUBG/CIN/GPO)
Gerencia ações visando à manutenção e conservação
dos prédios escolares,...
E/SUBG/CIN/GME-1:
ADEQUAÇÃO DE MOBILIÁRIO:
A Subgerência de Material e Equipamento – 1:
- atende as necessidades emergenci...
CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DE PRÉDIOS ESCOLARES:
 1ª AÇÃO: GESTÃO ESCOLAR RESPONSÁVEL
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COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA
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ACESSIBILIDADE
“ Acessibilidade significa não apenas permitir que
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NORMATIZAÇÃO
ABNT NBR 9050
• Estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados
quando do projeto, construção, ...
NORMATIZAÇÃO
• ABNT NBR 9050
• Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e
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Adaptações na Rede Física
• As adaptações deverão ser feitas
com consulta ao Órgão Técnico
Ex: Conservando, RIOURBE, SMH
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SANITÁRIOS
Os sanitários e vestiários acessíveis devem obedecer aos parâmetros no que diz
respeito à instalação de bacia, ...
ROTA ACESSÍVEL
• Sinalização tátil direcional
• Pode ser do tipo alerta ou
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PROGRAMAÇÃO VISUAL
• Informações visuais devem seguir
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• É realizada através de recursos
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  1. 1. SME - Coordenadoria de Infraestrutura (E/SUBG/CIN) A E/SUBG/CIN coordena, orienta e norteia o planejamento das ações que viabilizem o funcionamento dos órgãos regionais e locais do Sistema Educacional do Município do Rio de Janeiro. É composta por quatro gerências. PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA
  2. 2. Gerência de Planejamento e Obras (E/SUBG/CIN/GPO) Gerencia ações visando à manutenção e conservação dos prédios escolares, bem como executa o acompanhamento às obras implementadas nas unidades escolares, com o objetivo de requalificar a rede física escolar. Gerência de Material e Equipamento (E/SUBG/CIN/GME) Gerencia o planejamento para aquisição de material para equipagem de escolas e EDIs que passam por obra de construção, reconstrução ou reforma com acréscimo. Conta com duas subgerências: • Subgerência de Material e Equipamento – 1 (E/SUBG/CIN/GME-1): Responsável pela recuperação de mobiliário escolar e confecção de material em marcenaria para atender às necessidades das Unidades Escolares. • Subgerência de Material e Equipamento – 2 (E/SUBG/CIN/GME-2): Responsável pelo recebimento e distribuição de materiais adquiridos pelo Nível Central para abastecer as Unidades Escolares com materiais permanentes e de consumo. Gerência de Alimentação Escolar (E/SUBG/CIN/GAE): Gerencia a execução do Programa de Alimentação Escolar na Rede Municipal de Ensino. Gerência de Logística (E/SUBG/CIN/GLO): Gerencia as ações de logística do Nível Central da SME. São elas:
  3. 3. E/SUBG/CIN/GME-1: ADEQUAÇÃO DE MOBILIÁRIO: A Subgerência de Material e Equipamento – 1: - atende as necessidades emergenciais de recuperação e/ou reposição de mobiliário, além da confecção de material em marcenaria, para compor um ambiente propício às atividades escolares. - poderá também, se solicitado, adequar o mobiliário existente, visando melhor atendimento aos portadores de necessidades especiais. OBS.: As solicitações deverão ser através das Gerências de Infraestrutura das E/SUBE/CREs.
  4. 4. CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DE PRÉDIOS ESCOLARES:  1ª AÇÃO: GESTÃO ESCOLAR RESPONSÁVEL APLICAÇÃO CONSCIENTE DOS RECURSOS DESCENTRALIZADOS EFICIÊNCIA NA MANUTENÇÃO DO PRÉDIO ESCOLAR  2ª AÇÃO: ATRIBUIÇÕES DA COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇAO PROGRAMA CONSERVANDO ESCOLAS (atendimento às prioridades) MANUTENÇÃO CORRETIVA DOS PRÉDIOS ESCOLARES SERVIÇOS ESPECIALIZADOS QUE NÃO PODEM SER VIABILIZADOS PELAS VERBAS RECEBIDAS PELAS UNIDADES ESCOLARES  3ª AÇÃO: ATRIBUIÇÕES DO NÍVEL CENTRAL - COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA PROGRAMAÇÃO DE OBRAS (atendimento às prioridades) OBRAS DE GRANDE PORTE NA REDE FÍSICA ÓRGÃO TÉCNICO: RIOURBE / SMH / GEORIO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DA OBRA CERTAME LICITATÓRIO
  5. 5. PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E OBRAS DICAS DE ACESSIBILIDADE
  6. 6. ACESSIBILIDADE “ Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população, visando sua adaptação e locomoção, eliminando as barreiras. ” (Wikipédia, enciclopédia digital)
  7. 7. NORMATIZAÇÃO ABNT NBR 9050 • Estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. • Visa proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos.
  8. 8. NORMATIZAÇÃO • ABNT NBR 9050 • Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos • Válida a partir de 30.06.2004
  9. 9. Adaptações na Rede Física • As adaptações deverão ser feitas com consulta ao Órgão Técnico Ex: Conservando, RIOURBE, SMH • Escolas tombadas – pedir autorização ao Patrimônio • Levantar as possibilidades de melhorias para acessibilidade:  sanitários  rota acessível aos diferentes ambientes da U.E.  programação visual  rampa  sinalização sonora
  10. 10. SANITÁRIOS Os sanitários e vestiários acessíveis devem obedecer aos parâmetros no que diz respeito à instalação de bacia, mictório, lavatório, boxe de chuveiro, acessórios e barras de apoio, além das áreas de circulação, transferência, aproximação e alcance.
  11. 11. ROTA ACESSÍVEL • Sinalização tátil direcional • Pode ser do tipo alerta ou direcional • Deve ter contraste de cor em relação ao solo aplicado (placas amarelas) • Ser instalada no sentido do deslocamento • Estar de acordo com as normas técnicas (ABNT NBR 9050)
  12. 12. VÃOS • As portas devem ter um vão livre de 0,80 m e altura mínima de 2,10m. • As portas devem ter condições de serem abertas em um único movimento. Área de circulação Exemplo
  13. 13. PROGRAMAÇÃO VISUAL • Informações visuais devem seguir premissas de textura, dimensionamento e contraste de cor dos textos e das figuras para que sejam perceptíveis por pessoas com baixa visão. As informações visuais podem estar associadas aos caracteres em relevo (BRAILLE). • As informações em Braille não dispensam a sinalização visual com caracteres ou figuras em relevo.
  14. 14. RAMPA • As rampas devem ter inclinação de acordo com os limites estabelecidos nas normas técnicas. Para inclinação entre 6,25% e 8,33% devem ser previstas áreas de descanso nos patamares, a cada 50m de percurso. • Ex: Numa altura de 0,50m – 6 m de rampa com 8,33% de inclinação • Numa altura de 1m – 16m de rampa com 6,25 de inclinação
  15. 15. SINALIZAÇÃO SONORA • É realizada através de recursos auditivos. • Os alarmes sonoros, bem como os alarmes vibratórios, devem estar associados e sincronizados aos alarmes visuais intermitentes, de maneira a alertar as pessoas com deficiência visual e as pessoas com deficiência auditiva (surdez).
  16. 16. “Uma Rede Física Escolar digna para todos” EFICIÊNCIA DA GESTÃO ESCOLAR A comunidade escolar precisar estar permanentemente consciente da necessidade crescente da conservação escolar. A aplicação de recursos descentralizados recebidos pela unidade escolar na manutenção do prédio escolar, de forma preventiva é um importante meio de redução de custos nos orçamentos de reformas e reconstruções, propiciando melhor aplicação do dinheiro público e maiores investimentos na formação humana de nossos usuários.
  17. 17. PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE INFRAESTRUTURA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E OBRAS SME - E/SUBG/CIN/GPO - GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E OBRAS - Gerente: Elisabete Duarte TEL.: 2976-2331 / 2976-2332 E-mail: gposme@rioeduca.net

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