Prof. Me. Taitson Alberto Leal dos Santos
Uma nova oralidade configura-se, na cultura da
sociedade moderna, estruturada pelo cinema, pelo
vídeo e principalmente pel...
“Nunca existiu uma demanda tão alta de introdução,
aprofundamento e estudo do cinema como hoje na
escola”.
“O problema não...
semiótica:
etimologicamente do grego semeîon (signo) e sema (sinal)
Segundo Winfried Nöth "a semiótica é a ciência dos sig...
Ainda que para nós o texto escrito seja sempre
tomado como referência, devemos compreender
que, nós próprios e uma maioria...
A foto representa uma cruz num cemitério por semelhança.
A palavra "cruz", por exemplo, não se assemelha em nada ao
objeto...
O olhar de cada um: repertório e referencial histórico/cultural
O caso Carrière/Buñuel: A bela da tarde
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A ilusão do movimento
E a escola com tudo isso?
“Que interesse tem, para nós, professores, o modo como os
espectadores se relacionam com o cinem...
“Pensar o cinema como uma importante instância
‘pedagógica’ nos leva a querer entender melhor o papel que
ele desempenha j...
O cinema, enquanto expressão mais avançada de
produção do visível pode (deve) constituir, por si mesmo,
objeto de reflexão...
Sir Charles Spencer
Chaplin
O eterno e
inesquecível
Carlitos
O explicador: uma nova linguagem se configura
“A maior parte de nós aprende a ver filmes pela
experiência, ou seja, vendo ...
Pier Paolo Pasolini. "Gennariello: a linguagem pedagógica das coisas" em: Os jovens infelizes: antologia de
ensaios corsár...
Referências e Indicações
Milton José de ALMEIDA. Imagens e Sons: a nova cultura oral. SP: Ed. Cortez, 2004
Rosália DUARTE....
Imagens em movimento - Palestra Junho/UNAR
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Imagens em movimento - Palestra Junho/UNAR

  1. 1. Prof. Me. Taitson Alberto Leal dos Santos
  2. 2. Uma nova oralidade configura-se, na cultura da sociedade moderna, estruturada pelo cinema, pelo vídeo e principalmente pela televisão. Imagens e sons desses meios fazem parte já a algum tempo da formação da inteligibilidade do mundo para muitas pessoas. Acostumados que estamos a pensar a inteligência a partir da expressão verbal - oral e escrita - esquecemo-nos de indagar sobre essa "nova" inteligência a partir dos sons e das imagens em movimento que ocupam, hoje, a maior parte do desenvolvimento cultural - icluindo o educacional - de crianças, jovens e adultos.
  3. 3. “Nunca existiu uma demanda tão alta de introdução, aprofundamento e estudo do cinema como hoje na escola”. “O problema não é mais, como ingenuamente se acreditou e com resultados absolutamente decepcionantes, introduzir alguns „subsídios audiovisuais‟ na escola. O ensino através da imagem é bem diferente do ensino da imagem”. Antonio Costa - Compreender o cinema
  4. 4. semiótica: etimologicamente do grego semeîon (signo) e sema (sinal) Segundo Winfried Nöth "a semiótica é a ciência dos signos e dos processos significativos (semiose) na natureza e na cultura". A investigação semiótica abrange virtualmente todas as áreas do conhecimento envolvidas com as linguagens ou sistemas de significação, tais como a lingüística (linguagem verbal), a matemática (linguagem dos números), a biologia (linguagem da vida), o direito (linguagem das leis), as artes (linguagem estética) etc. Para Lúcia Santaella, ela "é a ciência que tem por objeto de investigação todas as linguagens possíveis".
  5. 5. Ainda que para nós o texto escrito seja sempre tomado como referência, devemos compreender que, nós próprios e uma maioria, estejamos sendo educados por uma cultura imagética e sonora. Entretanto, o que se percebe é que somos “analfabetos” quando se trata de leitura de imagens!
  6. 6. A foto representa uma cruz num cemitério por semelhança. A palavra "cruz", por exemplo, não se assemelha em nada ao objeto representado na foto. A imagem, assim, indica a existência material de um cemitério. Além de índice, essa imagem da cruz pode significar uma característica da religião do morto: trata-se de um suposto cristão. A cruz da foto pode representar para alguém a própria doutrina cristã, tornando-se nesse caso específico um símbolo, isto é, uma representação abstrata, convencional, de algo.
  7. 7. O olhar de cada um: repertório e referencial histórico/cultural O caso Carrière/Buñuel: A bela da tarde Pág. 66-67
  8. 8. cinema =  olhar ilusão espetáculo contemplação reflexão  
  9. 9. A ilusão do movimento
  10. 10. E a escola com tudo isso? “Que interesse tem, para nós, professores, o modo como os espectadores se relacionam com o cinema? Que implicações tem para o trabalho que desenvolvemos em escolas e universidades, o processo pelo qual eles atribuem sentido aos filmes que vêem?” “Saber como o cinema atua nos leva a admitir que a transmissão/produção de saberes e conhecimentos não é prerrogativa exclusiva da escola (embora ela tenha um importante papel a desempenhar nesse processo), mas que acontece também em outras instâncias de socialização”.
  11. 11. “Pensar o cinema como uma importante instância ‘pedagógica’ nos leva a querer entender melhor o papel que ele desempenha junta àqueles com os quais nós também lidamos, só que em ambientes escolares e acadêmicos”. “Se o domínio dos códigos que compõem a linguagem audiovisual constitui poder em sociedades que produzem e consomem esse tipo de artefato, é tarefa dos meios educacionais oferecer os recursos adequados para a aquisição desse domínio e para a ampliação da competência para ver, do mesmo modo como fazemos com a competência para ler e escrever”. Rosália Duarte: cinema e educação, p. 81-2
  12. 12. O cinema, enquanto expressão mais avançada de produção do visível pode (deve) constituir, por si mesmo, objeto de reflexão. “A cultura localizada num saber-fazer e a escola num saber-usar, e nesse saber-usar restrito desqualifica-se o educador, que vai ser sempre um instrumentista desatualizado. Essa é uma das razões da separação entre educação e cultura. Outra, talvez mais importante, é que, atualmente, há uma grande maioria de pessoas cuja inteligência foi e está sendo educada por imagens e sons, pela quantidade e qualidade de cinema e televisão a que assistem e não mais pelo texto escrito.” Milton José de Almeida - Imagens e sons: a nova cultura oral.
  13. 13. Sir Charles Spencer Chaplin O eterno e inesquecível Carlitos
  14. 14. O explicador: uma nova linguagem se configura “A maior parte de nós aprende a ver filmes pela experiência, ou seja, vendo (na telona ou na telinha) e conversando sobre eles com outros espectadores”. Rosália Duarte: cinema e educação, p. 38.  A linguagem técnica: Planos, “Recorte”, Ângulos, Luz e Sombra, Movimento da Câmera
  15. 15. Pier Paolo Pasolini. "Gennariello: a linguagem pedagógica das coisas" em: Os jovens infelizes: antologia de ensaios corsários. São Paulo: Brasiliense, 1990, p. 125. "As primeiras lembranças da vida são lembranças visuais. A vida, na lembrança, torna-se um filme mudo. Todos nós temos na mente a imagem que é a primeira, ou uma das primeiras, da nossa vida. Essa imagem é um signo, e, para sermos mais exatos, um signo lingüístico, comunica ou expressa alguma coisa."
  16. 16. Referências e Indicações Milton José de ALMEIDA. Imagens e Sons: a nova cultura oral. SP: Ed. Cortez, 2004 Rosália DUARTE. Cinema e Educação. BH: Ed. Autêntica, 2002 www.adorocinema.com.br www.curtaescola.org.br www.cinemateca.org.br www.estacaovirtual.com www.curtagora.com www.cinemabrasil.org.br www.cineduc.org.br www.taitson.xpg.com.br taitsonsantos @ yahoo.com.br

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