Lente de contato - Curva Base e Lentes Rígidas

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Lente de contato - Curva Base e Lentes Rígidas.

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  • Existe para que a transição seja gradativa
  • Teoricamente, o astigmatismo da córnea deveria ser totalmente corrigido com lentes de contato rígidas esféricas. A lente de contato, a lente lacrimal e a córnea formariam um sistema óptico isento de toricidade, mas isso não ocorre nos grandes astigmatismos(.
  • Astigmatismo irregular: causados por cirurgias, trauma, ulcerações ceratocone
    Pos trauma: perda do pavilhão auricular, corneas muito irregulares, a lente da uma uniformidade na topografia corneana
    Pós ceratoplastia penetrant+ pos transplante de cornea ( 6 meses apos tX), PRECOCE EM CRIANÇAS PARA PREVINIR AMBLIOPIA.
    ANISOMETROPIA: DIFERENÇA DE GRAU ENTRE OS DOIS OLHOS. NO ADULTO 3 GRAUS POSITIVOS J´A ´E O CAOS, QUANDO O GRAU ´E NEGATIVO ´E MAISBEM TOLERADO.
    AFASCIA MONIOOCULAR: Essa disparidade de tamanho, entre imagens retinianas nítidas, recebe o nome de aniseiconia. 30% NO OCULOS E 7% NA LC.
  • Silicone acrilato e fluor
  • A medida da MRD (distância reflexo margem), que corresponde à distância (medida em milímetros com o uso de uma régua) entre a margem palpebral superior e o reflexo corneano formado por uma fonte luminosa puntiforme fixada na posição primária do olha.
    A literatura sugere que o uso crônico de lentes de contato possa levar a um abaixamento da margem palpebral superio
  • MRD, tem sido amplamente utilizada, no entanto, por acreditarmos que o uso da régua possa não ser um método muito preciso, sugerimos o uso de imagens nesse processo.
    Associação entre ptose e lentes de contato já foi mostrada por vários estudos inclusive prospectivos(8). Alguns autores sugerem que a ptose nesses pacientes possa estar relacionada à manipulação excessiva e à dificuldade de colocar e retirar as lentes(8-9)..
  • Lente de contato - Curva Base e Lentes Rígidas

    1. 1. + Curva Base Quando Indicar LC rígida • Michel Bittencourt
    2. 2. + Tipos de curva Posterior Anterior Intermediária
    3. 3. + Face Posterior  Diferentes raios de curvatura que acompanham a topografia corneana 1. Curva Base 2. Curva Intermediária Posterior 3. Curva Periférica Posterior
    4. 4. + Curva Base (CB)  Porção mais central da curva posterior  Desenhada conforme a curvatura corneal  Dioptrias ou milímetros de raio de arco
    5. 5. + Curva Base KTM: OD 43.75 42.45
    6. 6. + Curva Base KTM: OD 44.75 45.25
    7. 7. + Curva Base KTM: OD 47.75 46.35
    8. 8. + Curva intermediária Posterior (CIP)  Realiza a transição entre a curva central posterior e curva periférica posterior.
    9. 9. + Curva periférica posterior (CPP)  Entre a CIP e a margem da lente de contato  Falicita a troca do filme lacrimal
    10. 10. + Lente Lacrimal CB
    11. 11. + Astigmatismo de córnea até 2,00 D, divide-se o valor do astigmatismo por 4 e soma-se o resultado ao meridiano mais plano. Ceratometria: 42,00 x 43,00 (0/90) Astigmatismo corneal = 1,00 D CB= 42,00 + (1,00: 4) = 42,25 • Astigmatismo de córnea entre 2,00 e 4,00 D, divide-se por 3 e soma-se ao meridiano mais plano. Ceratometria: 42,00 x 45,00 (0/90) Astigmatismo corneal = 3,00 D CB= 42,00 + (3,00 : 3) = 43,00 • Astigmatismo de córnea maior do que 4,00 D, divide-se por 2 e soma-se ao meridiano mais plano. Por exemplo: Ceratometria: 42,00 x 47,00 (0/90) Astigmatismo corneal = 5,00 D CB= 42,00 + (5,00 : 2) = 44,50
    12. 12. + Face anterior  Curva Central Anterior  Curva Intermediária Anterior  Curva Periférica Anterior
    13. 13. + Curva Central Anterior CCA ≠ CB = Poder Dióptrico
    14. 14. + Curva Intermediária Anterior Curva Periférica Anterior  Diminui a espessura de lentes muito negativas.
    15. 15. + Indicações LC Rígidas  Altas ametropias  Ceratocone  Astigmatismo irregular  Pós trauma (cicatriz corneal)  Pós ceratotomia radial  Pós ceratoplastia penetrante  Anisometropia  Nistagmo  Afascia monocular
    16. 16. + • Excelente qualidade óptica • Polimetilmetacrilato (PMMA) • Gás permeável ( Silicone ) Características
    17. 17. + PMMA  Síndrome do cansaço corneano. Polimorfismo e Polimegatismo O2
    18. 18. + Artigo.  Medida da distância reflexo margem por meio de processamento computadorizado de imagens em usuários de lentes de contato rígidas.  OBJETIVO: Apresentar um método novo, baseado no processamento computadorizado de imagens, para quantificar a distância reflexo margem (MRD). “MRD inferiores a 2 mm ou assimetrias interpalpebrais iguais ou maiores a 2 mm são anormais”.
    19. 19. + Artigo. 1. Campimetria 2. Medida da distância entre a margem palpebral superior e o rebordo orbitário superior 3. Medida da fenda palpebral  MÉTODO: Grupo 1: usuários de lentes de contato rígidas (63 olhos) Grupo 2: nunca usaram LC (30 olhos)
    20. 20. + Artigo.  DISCUSSÃO: 1. Ptose, devido à desinserção do músculo levantador palpebral 2. Em estudo prévio medimos a MRD com o método tradicional, utilizando uma régua.  CONCLUSÃO: 1. Observou-se uma tendência de diminuir a MRD com o uso de lentes rígidas, embora esses dados não tenham sido estatisticamente significativos (p=0,22). 2. O estudo apresenta um método bastante efetivo, simples e de baixo custo para medir a MRD.
    21. 21. + Bibliografia  www.scielo.br/img/revistas/abo/v71n1/a07fig01.jpg  Lentes de Contato - Col. Cbo - Série Oftalmologia Brasileira - 3ª Ed. 2013 - Adamo Lui Netto, Cleusa Coral Ghanem, Paulo Ricardo de Oliveira.  Sinais Em Oftalmologia - Causas e Diagnósticos Diferenciais - Jack J. Kanski  Oftalmologia - 3ª Ed. - Jay S Duker ; Myron Yanoff  Tear Film : Structure Function and Clinical Examination (Hardback/Cloth) - Korb

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