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Francisco Sallit, gerente de Negócios da área de Vegetais, acredita que
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  1. 1. aridez vencidaDepois da crise, a Syngenta apresenta os resultados de 2009 Vegetais Conheça o trabalho de uma das áreas que mais cresceram nos últimos anos Escola no Campo Há dez anos, o projeto leva informação e cidadania para a zona rural Esta é uma publicação de circulação interna da Syngenta • Edição no 1 • 1o trimestre de 2010
  2. 2. Produzida pela diretoria de Assuntos Corporativos da Syngenta no Brasil Diretor: Valter Brunner Gerente de Comunicação Corporativa: Nêmora Reche Coordenação Editorial e jornalista responsável: Karina Fiorezi Barbaresco – Mtb 41.127 Contato: karina.barbaresco@syngenta.com Realização: TV1 Editorial Impressão: Leograf Tiragem: 3 mil exemplares O ano de 2009 ficou na História como aquele em que o planeta enfrentou uma de suas piores cri- ses econômicas. Países desenvolvidos viram suas indústrias passar por momentos difíceis. Sobreviveu e deu a volta por cima quem investiu em conhecimento, pesquisa e inovação – itens que fazem parte do cotidiano da Syngenta. Em um ano turbulento como este, o mercado não cresceu. A Syngenta, porém, cresceu e obteve bons resultados em âmbi- to global. E as perspectivas para os negócios de Seeds e Crop Protection em 2010 no mercado brasileiro também são boas. No Brasil, um bom exemplo desse espírito inovador está na área de Vegetais e Hortaliças da empresa. Com uma equipe jovem e determinada – que começou a ser montada em 1998 –, transformou-se em uma das áreas-chave da companhia em pouco mais de seis anos, conquistando uma fatia significativa do mercado brasileiro, aliando paixão e inovação. Esta também é a receita de sucesso da profissional Nilceli Fer- nandes, responsável pelo Seed Care Institute, em Holambra (SP), um centro de excelência tecnológica não só no país, mas em toda a América Latina. Pelas mãos de Nilceli passam todos os projetos relacionados a tratamento de sementes da empresa no Brasil. Para terminar, contamos um pouco da história do projeto Es- cola no Campo, iniciativa da Syngenta com a Fundação Abrinq, que já atendeu quase 500 mil crianças, levando conhecimento e cidadania a diversas escolas na zona rural Brasil afora. Estas são as histórias que você vai ler neste primeiro número da revista Nossa Cultura. É um orgulho imenso dividir com vocês esses casos de sucesso, construídos ao longo dos dez anos de vida da Syngenta, que comemoramos em 2010. Aproveite! Gilson Moleiro e Laercio Giampani, diretores-gerais da Syngenta no Brasil Contra a crise, inovação Estufa no centro de pesquisas de Aracati (CE) (esq.) e Nilceli Fernandes no Seed Care Institute, em Holambra (SP): excelência em tecnologia para vencer a crise LCMoreira/FuturaPress douglasgarcia Número 1 1o trimestre de 2010 editorial
  3. 3. 4 colheita Confira algumas novidades da Syngenta, como o prêmio de fotografia em comemoração aos dez anos da empresa, informações sobre o Syngenta Business Services e o novo aerossol da linha Klerat. 6 nosso negócio Após vencer um ano turbulento por causa da crise econômica global, a Syngenta apresenta seus resultados financeiros de 2009. 10 brasil afora Em parceria com a Fundação Abrinq, o projeto Escola no Campo leva cidadania, cultura e informação para alunos de escolas públicas por todo o Brasil. 12 sua história Com persistência, dedicação e estratégia, o pequeno grupo da área de Vegetais se desenvolveu e se tornou um negócio muito lucrativo no Brasil. 15 cresça e apareça Conheça Nilceli Fernandes, a responsável pelo Seed Care Institute, o centro de pesquisa sobre proteção de sementes mais avançado da América Latina. 10 15 12 lcmoreira/futurapressjoãoherbearquivosyngenta 6 douglasgarcia Para comentários, sugestões e críticas, envie seu e-mail para: karina.barbaresco@syngenta.com Número 1 1o trimestre de 2010
  4. 4. Para comemorar seus primeiros dez anos de vida, a edição de 2010 do concurso mundial de fotografia da Syngenta tem o tema “Trazer o potencial das plantas para a vida”. Este é o propósito da empresa e de seus 25 mil profissionais: aprimorar a produtividade agrícola. Tanto fotógrafos amadores quanto profissionais podem participar do concurso, que terá prêmios cedi- dos pela Canon, uma das maiores fabricantes de máquinas fotográficas do mundo. Todos os profissionais e seus parentes estão convidados a fazer par- te. As fotos podem ser enviadas para o site www.syngentaphoto.com. O concurso se encerra em 20 de junho. Participe! Prêmio Syngenta de Fotografia 2010 Informação ao alcance de todos Acessar as diretrizes da companhia no Brasil está ainda mais fácil. A área de Compliance criou um espaço para abrigar as políticas e os procedimentos, no formato TeamSpace. Nesse endereço, é possível encontrar todos os documentos em vigência na companhia, separados por departamento. Por enquanto, apenas a divisão de Crop está contemplada, mas o projeto prevê que os documentos de Seeds sejam incluídos ain- da no primeiro semestre de 2010. “É fundamental prati- carmos as normas e os proce- dimentos estabelecidos pela companhia, o que garante a conformidade e a sustentabi- lidade de nossas operações”, afirma Paulo Tolentino, geren- te de Compliance Finanças Brasil da Syngenta. Tolentino: facilidade para acessar as diretrizes Priori Xtra com todo o gás para 2010 Com a alta incidência de chuvas em todo o país, 2010 já se inicia com grandes oportunidades de ven- das para Priori Xtra. Em circunstâncias tão úmidas como as atuais, a incidência e a proliferação de fun- gos na lavoura aumentam consideravelmente. E o Priori Xtra, fungicida da Syngenta que garante alta produtividade em variados cultivos, vem mostrando seu diferencial aos agricultores que já o adotaram. “Com excelência operacional, buscaremos consolidar neste ano a liderança de Priori Xtra no mercado brasileiro”, expli- ca João Paulo Zampieri, diretor comercial da Syngenta. E, se depender do orgulho que temos de Priori Xtra, esse desafio não será tão difícil assim! fotos:arquivosyngenta arquivosyngenta arquivosyngenta 1o trimestre de 2010 colheita
  5. 5. Os insetos acabaram de ganhar mais um inimigo de peso. Em janeiro, a Syngenta lançou no mercado brasi- leiro um novo inseticida aerossol, da linha Klerat. Além de eliminar até oito tipos de pragas (como baratas, aranhas), ele tem poder residual, ação prolongada e não contém gás CFC, que contribui para o aquecimento global. Parte dos investimentos da área de Lawn Garden é direcionada ao con- sumidor doméstico. Com ele, a Syn- genta pretende aumentar sua presença no varejo em 2010. “Estamos inves- tindo cada vez mais nesse segmento, que está em constante crescimento”, afirma Izabela Oliveira, coordenadora de Marketing da área. O nome “Klerat” passa a ser uma marca guarda-chuva, agregando diversos outros produtos, além do raticida da Syngenta, que está no mercado há 26 anos com esse nome. O aerossol já lançado pode ser encontrado em agrovets, pet shops, garden centers e em pequenos supermercados de todo o país. Sem trégua para os insetos Paulínia rumo à ISO 14001 Atéabrilde2010,afábricadePau- línia (SP) da Syngenta deve obter a ISO 14001. Essa certificação ates- ta que a unidade identifica e con- trola o impacto ambiental de suas atividades, mantendo uma postura sustentável. Outra certificação que também faz parte dos planos da fá- brica é a OHSAS 18001, que trata de saúde ocupacional e seguran- Syngenta Business Services Maior mudança na Syngenta desde a criação da empresa, o Syn- genta Business Services é uma nova organização global focada em criar valor, estabelecendo novos níveis de processos e excelência em serviços na companhia. Lançado em 1o de julho de 2009, o projeto requer extenso planejamento e aprendizado globalmente. E o foco de 2009 foi exatamente nestes dois aspectos: planejar e aprender. A mudança na Latam começou pelo Chile. Lá, desde 1o de fe- vereiro de 2010, as funções de RH, IS e Finanças já estão or- ganizadas em Business Services e Business Partners, operando de acordo com a nova maneira de trabalho. “Estamos em um momento marcante para o Syngenta Business Services, com um longo caminho já traçado e uma visão mais clara do futuro”, pon- tua Wagner Reinas, diretor regional Business Services Latam. Para 2010, já está programada a efetivação de mudanças organiza- cionais (Services Accountability) nos demais países da América La- tina, a começar pelo Brasil. Mais novidades podem ser encontradas no canal do Syngenta Business Services no mySyngenta (intranet global): http://global22.pro.intra/News/AA/en/BusinessServices.htm). Dúvidas podem ser encaminhadas para businessservices. feedback@syngenta.com. ça industrial. De acordo com Pau- lo Miranda, diretor de HSE Latam, foi criado um time especialmente para adequar a unidade às exigên- cias das certificações almejadas. “O trabalho da equipe é formalizar procedimentos que temos de acor- do com os padrões exigidos pelas normas, assim como aprimorar processos já existentes”, afirma. arquivosyngenta 1o trimestre de 2010
  6. 6. Aridez vencidaA Syngenta supera a crise mundial, consegue aumentar sua presença no mercado global e divulga resultados positivos arquivosyngenta Milho: após queda de produção em 2009 no Brasil, espera-se crescimento da cultura em 2010 nosso negócio
  7. 7. O maior desafio da Syngenta em 2009 foi enfrentar a aridez da economia mundial. A crise financei- ra abalou os mercados dos países desenvolvidos, e muitos consultores esperavam um ano ruim no mundo intei- ro. A Syngenta, graças às vendas de novos produtos, ao pri- moroso gerenciamento de risco e à oferta de produtos com alta tecnologia, também conseguiu vencer as intempéries e alcançou, globalmente, resultados expressivos e positivos. “Em 2009, a Syngenta teve ganhos globais próximos aos recordes de 2008, encarando desafios consideráveis, como mo- vimentos negativos de câmbio e alto custo de matéria-prima”, afirma Mike Mack, CEO da empresa. “Esse feito reflete nos- sa disciplina em preços, que foi possível graças à qualida- de comprovada dos nossos produtos perante os produtores, além de um forte crescimento em Seeds.” O resultado foi a cifra de US$ 11 bilhões em vendas no ano, com um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 2,4 bilhões, 9% a mais que em 2008. Crescimento e competitividade A crise econômica de 2009 deixou marcas em muitos países. A queda nos preços dos cultivos e a diminuição de pragas em diversas regiões no mundo levaram à diminuição da procura dos produtores por proteção aos seus cultivos. Por isso, as vendas de Proteção de Cultivos globais da Syngenta caíram 2%. Entretan- to, por causa da disciplina de custos da empresa, aliada ao por- tfólio de produtos de alto valor agregado, foi possível aumentar a participação de mercado mundial nesse segmento, que era uma das principais metas do ano. Os novos produtos da divisão (lan- çados a partir de 2006) tiveram crescimento de 32%, represen- tando US$ 308 milhões em vendas. O destaque é do herbicida Axial, que aumentou as vendas em 50% no Canadá. Para 2010, a estreia do Invinsa, uma nova solução que protege as plantas do calor e da seca, e do fungicida Isopyrazam, deve aumentar ainda mais a participação da Syngenta no mercado mundial. Já a Seeds encerrou 2009 com um crescimento global de 13% em vendas, outro feito a ser festejado. Mesmo com a alta re- gistrada nas matérias-primas e as outras dificuldades enfrentadas ao longo do ano, a elevada qualidade tecnológica do portfólio de Para quem não sabe, a maior unidade de formulação da Syngenta na América Latina é a fábrica de Paulínia, localizada no interior de São Paulo. Ela é responsável pela produção de diversas linhas de produtos para a proteção de cultivos e abastece não só o Brasil como também alguns países latino-americanos. Em 2009, o total produzido pela unidade foi 10% maior em relação ao último ano. Esse recorde foi fundamental para que a divisão de Proteção de Cultivos no Brasil conseguisse conquistar uma parcela do mercado ainda maior do que em 2008. A receita para atingir essa meta é explicada por Celso Faria, diretor de manufatura de Paulínia. “O objetivo foi alcançado graças ao trabalho alinhado e comprometido dos times de produção, planejamento, importação, logística e à busca constante de melhorias dos processos”, afirma. “Todos com um objetivo de buscar o máximo de produtividade e exceder resultados, e sempre mantendo os altos padrões de saúde, segurança e meio ambiente da fábrica.” Recorde de produção em Paulínia Inovação, disciplina e produtos com alto valor agregado: a receita para crescer durante a crise MarioBelloniJr arquivosyngenta Linha de produção: altos padrões de saúde e segurança são sempre mantidos No interior de São Paulo, a maior unidade de formulação da América Latina quebrou recordes de produção em 2009 1o trimestre de 2010
  8. 8. Plantação de soja: junto com a divisão de Vegetais e Hortaliças, foi responsável pelo crescimento de Seeds no Brasil sementes da Syngenta trouxe resultados positivos e o crescimen- to de sua presença no mercado. Nos Estados Unidos, o Agrisure 3000 (evento combinado de milho que contém três genes) atin- giu 25% de participação, contra 11% do ano passado. Outro fato importante e que contribuiu para os bons resulta- dos globais foi a aquisição do negócio de girassol da Monsanto. Trata-se de um investimento pesado que visa aos mercados emer- gentes e vai aumentar a qualidade do germoplasma da empre- sa na área. Nos Estados Unidos, houve também a compra das empresas Synergene Seed Technology, Inc. e Pybas Vegetable Seed Co., Inc., que serão fundamentais tanto em desenvolvi- mento de germoplasma como em produção de verduras. E o que 2010 guarda para a Syngenta? “Podemos esperar novamente um ambiente de negócios altamente competitivo no mundo todo”, afirma Mack. “Temos que continuar explo- rando novas formas de inovar e crescer.” Na América Latina não será diferente. Antônio Carlos Gui- marães, diretor-geral de Proteção de Cultivos para a região, tam- bém aposta nessa visão. “Continuaremos com o foco de nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos, ino- vação em novos negócios, foco no cliente, no reforço da nossa responsabilidade corporativa, no desenvolvimento de pessoas e na construção de plataformas compartilhadas para sustentar o nosso crescimento na América Latina”, afirma. Os desafios deste ano já estão traçados: aumentar a presença da empresa no mercado e manter uma gestão cuidadosa de custos no mundo inteiro. Esses dois aspectos serão fundamentais para atingirmos a ambição de continuar trazendo o potencial das plan- tas para a vida, mantendo a competitividade e a excelência no ano em que a empresa completará seu décimo aniversário de vida. Seeds: bons resultados no Brasil aceleram corrida para o sucesso A crise econômica mundial fez de 2009 um ano bastante difícil. Várias empresas acabaram perdendo muito dinheiro, encolhendo e até fechando as portas. Mas este não foi o caso da divisão de Seeds da Syngenta no Brasil. “Crescemos 7% em relação a 2008”, revela Gilson Moleiro, diretor-geral de Seeds na Syngenta do Brasil. “Mais do que isso, continuamos firmes em nossa ambição de chegar aos US$ 300 milhões de faturamento em 2012.” O começo do ano pareceu desastroso. Com uma queda brusca na produção de milho no Brasil, que chegou a ficar 20% menor em relação a 2008, a divisão começou a esperar pelo pior. Entretanto, a salvação da lavoura veio da área de Vegetais e Soja, que apostou em inovação e criatividade para vencer o momento difícil. “O excelente trabalho de melhoramento da soja feito pela nossa área de Pesquisa e Desenvolvimento foi crucial”, conta Gilson. “Já em vegetais, a inovação veio da equipe, que soube se adaptar às dificuldades de crédito para exportação, especialmente na cultura de melão, e achou formas de compensá-las.” O resultado foi um ano recorde para a área de Vegetais e Hortaliças no Brasil. Para 2010, o diretor acredita na contínua integração dos negócios de Seeds e Proteção de Cultivos no país. “Graças ao projeto Fórmula 1, tivemos chances de entender melhor sobre uma forma integrada de ir ao mercado, e vamos continuar aprendendo e nos aprimorando nesse sentido no próximo ano”, garante Gilson. “Nos últimos três meses, pudemos mostrar de perto a executivos da nossa matriz, na Suíça, como estamos progredindo nessa jornada de integração. E o aprendizado que já obtivemos poderá até mesmo servir de base para outros países onde a Syngenta atua”, comemora. arquivosyngenta arquivosyngenta nosso negócio
  9. 9. 2010: ainda mais crescimento para Crop no Brasil Nem bem começou, 2010 já se mostra mais promissor do que o ano passado. Esta é a perspectiva de Laercio Giampani, diretor-geral de Proteção de Cultivos da Syngenta no Brasil. “Estimamos que o mercado brasileiro nesse segmento volte a crescer entre 8% e 10% neste ano”, afirma. “E, com os investimentos alinhados à nossa estratégia, temos a expectativa de crescer acima do mercado.” No último ano, a divisão reportou vendas iguais às de 2008. Mesmo preliminares, estimativas dão conta de que o mercado brasileiro de agroquímicos tenha encolhido 8% em 2009. Com isso, se confirmadas, as análises indicarão um crescimento da presença da Syngenta no mercado, passando de 19,9% para 21,2%. Na corrida rumo aos 25% de participação almejados pela empresa no Brasil, o feito certamente fará a diferença. Os produtos que impulsionaram as vendas da Syngenta Proteção de Cultivos no Brasil em 2009 foram o inseticida Thiamethoxam e o fungicida Azoxistrobin, campeões de vendas. Mas outros produtos também tiveram um desempenho digno de nota. “Com a implantação de uma estratégia específica, aumentamos as vendas de glifosato em 12 milhões de litros no último ano”, pontua Giampani. A receita de sucesso, como sempre, é inovação. “Inovar é ampliar nosso pensamento”, ressalta o diretor. E, para 2010, também será fundamental consolidar cada vez mais a integração da Syngenta no Brasil, promovida pelo projeto Fórmula 1, considerando todo o aprendizado já adquirido em 2009. “Integração e uma melhor performance financeira dos negócios são nosso foco; serão os diferenciais da Syngenta para o futuro”, conclui Giampani. Mesmo durante um período de crise econômica global, a syngenta cresceu graças à inovação, à criatividade e ao comprometimento de seus profissionais, lançando as bases para que o ano de 2010 seja ainda melhor e mais vitorioso O melhoramento da soja, feito pela área de Pesquisa e Desenvolvimento no Brasil, foi fundamental para os resultados alcançados no país Milho: evento combinado Agrisure 3000 atingiu 25% de presença de mercado nos EUA, um dos maiores consumidores do planeta arquivosyngentaarquivosyngenta arquivosyngenta
  10. 10. Plantando conhecimento, colhendo cidadania Com o Projeto Escola no Campo, a Syngenta leva informações sobre agricultura, tecnologia e cidadania a milhares de estudantes Brasil afora D esenvolver a tecnologia para produzir mais alimen- tos saudáveis, que trazem o potencial máximo das plantas para a vida, é o principal objetivo da Syn- genta. Mas um país de proporções continentais como o Brasil precisa de mais. Pensando nisso, a Syngenta criou o Projeto Escola no Campo, cuja meta principal é incentivar a prática da agricultura sustentável no país. “Por meio de palestras e ati- vidades nas escolas da área rural, nosso projeto conscientiza as crianças, os pais e a comunidade sobre agricultura sustentável, cidadania e aspectos relacionados à segurança, por exemplo”, afirma Valter Brunner, diretor de Assuntos Corporativos, área da empresa que gerencia, entre outras atividades, os projetos de responsabilidade socioambiental da Syngenta no Brasil. Desde 1991, quando o Escola no Campo foi criado, quase meio mi- lhão de crianças e adolescentes entre 12 e 14 anos já passaram pelo projeto, e cerca de 2 mil professores foram capacitados. Em 2009, a Syngenta estabeleceu uma parceria com a Funda- ção Abrinq – Save the Children –, que, com sua experiência no atendimento ao público jovem, ajuda a tornar a iniciativa ainda mais relevante (veja boxe). Como funciona A dinâmica do Escola no Campo é bem simples. Os Repre- sentantes Técnicos de Venda (RTVs) da Syngenta apresentam o projeto para diversos distribuidores, em qualquer lugar do Brasil. Quem demonstra interesse em participar torna-se parceiro da Syngenta em sua região. Em seguida, entra em ação a Fundação Abrinq, que solicita, à Secretaria de Educação do estado em ques- tão, a autorização para implantar o projeto em escolas públicas selecionadas. O próximo passo é a capacitação dos professores das escolas contempladas, realizada por representantes da Abrinq e RTVs da Syngenta e também pelo distribuidor parceiro da região. O projeto entra no currículo escolar como uma disciplina regu- lar, durante o período letivo, no começo do semestre. A Syngenta oferece o material didático aos alunos e o livro do professor, com dicas pedagógicas sobre o conteúdo das aulas e respostas de to- dos os exercícios propostos. Os assuntos abordados são: ecologia, agricultura sustentável, energia e o Estatuto da Criança e do Ado- lescente. “A ideia é conscientizar essas crianças, que serão os agri- cultores de amanhã”, revela Egídio Moniz, gerente Stewardship Syngenta e um dos idealizadores do projeto. LCMoreira/FuturaPress RTV em ação: alunos têm a chance de falar com profissionais da área durante o curso Na sala de aula: filmes e palestras fazem parte do currículo do Escola no Campo joãoherbe joãoherbe 10 brasil afora 1o trimestre de 2010
  11. 11. Os alunos ainda assistem a duas palestras, uma com o pró- prio RTV da região e outra com um agrônomo do distribuidor parceiro. Nesses encontros, os estudantes podem fazer pergun- tas sobre os assuntos abordados em classe para profissionais da área, que conhecem bem o mercado de trabalho. Depois de quatro meses de aulas (tempo de duração do projeto), o parcei- ro organiza uma festa de formatura para todas as turmas partici- pantes. No evento, os alunos disputam um concurso, no qual os melhores desenhos ou frases que sintetizem o aprendizado ao longo do programa são premiados. Depois do projeto, os alunos passam a ver a interação do ho- mem com a natureza com outros olhos. “O grande propósito do Escola no Campo é fazer as crianças ter outra visão sobre meio ambiente e ecologia”, afirma João Herbe, engenheiro agrônomo e RTV da Syngenta. “Seus pais e irmãos mais velhos trabalham com agricultura e defensivos agrícolas, muitas vezes, sem ter o trei- namento correto. Ao ensinar os pequenos, ensinamos também os mais velhos. Isso muda a percepção deles em relação ao trabalho dos pais”, ressalta o engenheiro, que implantou o projeto em nove municípios da região de Guaxupé, no sul de Minas Gerais. Para o futuro, o plano é aumentar ainda mais o alcance do projeto, atingindo também adolescentes e jovens adultos. Assim, o Escola no Campo passaria a fazer ainda mais parte da vida dos jovens da zona rural. Começando pelas crianças, é possível per- mitir que conhecimentos vitais para o agricultor sejam espalha- dos de modo muito mais efetivo. Democratizando a informação, a Syngenta e a Fundação Abrinq pretendem, aos poucos, ajudar a formar cidadãos no campo por todo o Brasil. Desde 2009, a Syngenta e a Fundação Abrinq juntaram esforços para melhorar ainda mais o Projeto Escola no Campo. “Além de tratarmos de assuntos pertinentes ao campo, como agricultura e sustentabilidade, adicionamos ao currículo o tema ‘Direitos da Criança e do Adolescente’”, afirma Guilherme Landgraf, gerente de Assuntos Regulatórios da Syngenta no Brasil, um dos responsáveis pela parceria. De acordo com Herica Aires, colaboradora da área de Direito à Educação da Fundação Abrinq, algumas atividades ficaram sob a responsabilidade da entidade. O material didático (tanto dos alunos como dos professores), por exemplo, foi completamente reformulado. A fundação também está encarregada de ajudar a formação dos professores e diretores das escolas públicas que fazem parte da iniciativa, além dos RTVs e dos parceiros locais. Contribui, ainda, para a facilitação e o fortalecimento das parcerias com as secretarias locais de educação, a fim de aumentar a penetração do projeto em escolas públicas rurais de todo o país. Entre os próximos passos, está a criação de um sistema de monitoramento e mensuração dos resultados do projeto. Além de democratizar o conhecimento, o Escola no Campo pretende ajudar a formar cidadãos em todo o país Mapa do Brasil Estados que recebem o programa A iniciativa já atendeu quase 500 mil alunos dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Bahia, Tocantins, Santa Catarina, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. A grande parceria divulgação divulgaçãoshutterstock 111o trimestre de 2010
  12. 12. Os melhores do mercado A área de Vegetais e Hortaliças da Syngenta no Brasil é um exemplo de como a estratégia e a persistência levam ao sucesso Q uando uma pessoa entra em um supermercado para comprar melão, sua preocupação é encontrar uma fruta bonita e doce, que o atraia tanto pelo vi- sual quanto pelo sabor. O que esse consumidor provavelmen- te não sabe é que, para ter essas qualidades, a fruta tem uma história de investimento em pesquisa e tecnologia de produ- ção. Na Syngenta, um grupo de 30 pessoas é responsável pela área de Vegetais e Hortaliças no Brasil, que já responde por 35% do faturamento da empresa no país. São eles que desen- volvem diversos produtos de sucesso no mercado brasileiro, como o melão-pele-de-sapo, tomates, pimentões, melancias, milho-doce e brássicas (repolho, couve-flor e brócolis). O segredo do sucesso é o valor agregado aos vegetais desen- volvidos. “A percepção de valor é muito grande nessas culturas, porque trabalhamos desde a semente até o produto que será ofe- recido ao consumidor final. Temos contato com todos os elos da cadeia”, explica Francisco Sallit, gerente de Negócios da área. Estufa no centro de pesquisas de Aracati (CE): tecnologia e inovação Para exemplificar, Sallit mostra a diferença entre o culti- vo de tomates comuns e os criados pela empresa. “O agricul- tor do Brasil produz, em média, 59 toneladas de tomate por hectare. Com nossas sementes especialmente selecionadas, é possível produzir até 100 toneladas do vegetal, na mesma área cultivada”, afirma o profissional. Além disso, graças à cuidadosa seleção genética feita pela Syngenta, o agricultor tem a certeza de contar com a semente mais produtiva e saudável, que potencialmente possa aumentar seus lucros. O consumidor final também sai ganhando, com vegetais mais nutritivos, bonitos e saborosos. Começo difícil Com tantas conquistas, é difícil imaginar que a área de Vege- tais já passou por situações difíceis. Quando foi criada, no fim dos anos 1990, o panorama não era positivo. O mercado brasileiro era dominado por outras marcas (algumas com 50 anos de atua- LCMoreira/FuturaPress 12 sua história 1o trimestre de 2010
  13. 13. Francisco Sallit, gerente de Negócios da área de Vegetais, acredita que a dedicação de sua equipe foi fundamental para vencer no mercado Germoplasmas arquivosyngenta Melão-pele-de-sapo – apresentou grande crescimento no mercado brasileiro e hoje é o segundo mais vendido, logo atrás do tipo amarelo. Milho-doce – graças à textura macia e ao gosto adocicado, tem presença esmagadora no mercado de enlatados. Melancia – a top gun é dominante no mercado, com cores e sabores intensos. Principais produtos para a Syngenta Brássicas (repolho, couve-flor, brócolis) – fazem parte de um mercado em franca expansão e já alcançaram considerável sucesso. Pimentão – o tipo verde, mais comum do mercado, é resistente ao fungo fitoftera (que causa podridão). Já os coloridos são maiores e os mais saborosos do país. Tomate – o paron é resistente a doenças, além de ser consistente, durável e saboroso. ção), que já tinham tradição entre os produtores. Nesse cenário, a Syngenta apostou em sua força de vendas para ganhar mercado. “De um lado, tínhamos os agricultores desacostumados a procu- rar valor genético nas sementes. De outro, as revendas queriam uma quantidade enorme de produtos, mas ainda não tínhamos capacidade para atendê-los”, lembra Sallit. Diante disso, o modelo de negócios foi revisto. Em vez de tentar vender agressivamente, a nova estratégia passou a ser um projeto de médio prazo, sólido e sustentável, baseado em produtos e pesquisa. Em 2001, a equipe de desenvolvimento do Brasil começou a trabalhar mais próxima dos pesquisadores globais, chegando até mesmo a desenvolver germoplasmas por aqui (veja boxe). Esse trabalho teve diversos desdobramentos, como a criação de três centros de pesquisa no Brasil (veja qua- dro). E, como não podia deixar de ser, o resultado apareceu: cinco anos depois, o faturamento da área deu um salto, aumen- tando dez vezes em relação a 1998, ano de criação da área. Em um mercado que cresceu 5% no último ano, a participação da Syngenta subiu 30%. “Isso só foi possível graças a essa mudança de paradigma, aliada à força de vontade da nossa equipe, forma- da por jovens talentosos e extremamente comprometidos com a empresa”, comemora o gerente. Como se sabe, as sementes contêm o material genético que determina as características das plantas que geram. Germoplasmas são coleções (ou bancos) de material genético para uso em pesquisas e desenvolvimento de produtos vegetais. Por exemplo, para desenvolver um fruto mais doce, os pesquisadores vão buscar germoplasmas cujo material genético tenha a propriedade de criar essa característica no fruto em questão. LCMoreira/FuturaPress Com a tecnologia desenvolvida pela empresa, o agricultor cultiva hortaliças mais saudáveis e vistosas. quem sai ganhando é o consumidor 131o trimestre de 2010
  14. 14. Investir em pesquisa e desenvolvimento é fundamental em um mercado competitivo como o nosso. Pensando nisso, a Syngenta já instalou três estações de pesquisa no Brasil, cada uma especializada em um tipo de produto diferente. A cidade de Aracati, no Ceará, onde foi desenvolvido o melão-pele-de-sapo, será também a base mundial de pesquisa da melancia crimson sweet, graças ao clima e aos bons resultados na área de melões. O milho-doce é competência da estação de Uberlândia (MG), onde o vegetal foi melhorado com pesquisas 100% brasileiras. Já as brássicas, o tomate e o pimentão são aperfeiçoados na estação de Itatiba (SP), onde fica o centro de pesquisas mais próximo da sede da empresa, em São Paulo. Estação de pesquisa LCMoreira/FuturaPress Corrida para o Sucesso Mesmo com os resultados positivos, o mercado brasileiro de hortaliças ainda tem potencial de expansão. De acordo com Sallit, o brasileiro consome, em média, 130 gramas desses produ- tos por dia, enquanto o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é 400 gramas. “Por essa estatística, é possível prever que a demanda por vegetais de qualidade vá crescer ainda mais”, afirma o gerente. Para aproveitar a oportunidade, a ideia é estar cada vez mais perto dos produtores, entregando sementes que atendam a todas as suas necessidades. Por isso, a Syngenta vem organizando focus groups (grupos de discussão) de inovação sobre seus produtos, com a participação de todos os elos nesta cadeia, o que inclui os maiores produtores de frutas do mercado nacional, além de representantes das Centrais de Abastecimento (Ceasa) e profissionais da própria empresa. “O objetivo desses encontros é construir, coletivamente, respostas para os principais anseios dos produtores. Quem ganha com isso é o consumidor final, recebendo um produto de alto nível e que corresponde a todas as suas expectativas quanto à aparência, sabor e qualidade”, afirma Arend Schot, diretor de Vegetais da Syngenta para a Amé- rica Latina. Com a dedicação dos funcionários, desenvolvimento estratégico, foco no cliente, excelência operacional e inovação e tecnologia, os objetivos continuarão a ser alcançados. E a história da área de Vegetais e Hortaliças da Syngenta no Brasil tem mos- trado que essa é uma receita infalível de sucesso. o mercado de vegetais no brasil tem muito potencial para crescer, pois o consumo per capita ainda está abaixo do recomendado pela organização mundial da saúde shutterstock Profissional na Estação de Pesquisa de Aracati: aposta em tecnologia e inovação 14 sua história 1o trimestre de 2010
  15. 15. Nilceli em ação, no Seed Care Institute da Syngenta: criatividade para resolver os problemas Paixão pela pesquisa Trabalhando no Seed Care Institute, Nilceli Fernandes contribui para estudos sobre a qualidade e a tecnologia de sementes tratadas com produtos da Syngenta Q uando estava prestes a defender seu mestrado em Fitopatologia, na área de Concentração e Epide- miologia, em 2000, Nilceli Fernandes recebeu um convite para trabalhar na Syngenta. A proposta: ser a responsá- vel pelo Laboratório de Monitoramento de Resistência a Fun- gicidas e Inseticidas em Holambra (SP). Sua função seria não só testar, mas desenvolver metodologias para estudos dos novos produtos de proteção de cultivos da empresa diretamente nos alvos (fungos e insetos), estabelecendo referências de sensibili- dade para posterior estudo de monitoramento. Em agosto do ano passado, as atribuições iniciais de Nilceli mudaram e trou- xeram um novo desafio: ela assumiu a coordenação do mais novo Seed Care Institute da Syngenta, que também funciona na Estação Experimental em Holambra. A responsabilidade é grande, já que o instituto é um centro de excelência e pesquisa único no Brasil e na América Latina. No mundo,aSyngentamantémapenasmaisquatrocentroscomoesse: nos Estados Unidos, na França, na China, e o global, na Suíça. Nesses laboratórios são conduzidos vários estudos sobre a qua- lidade física e biológica das sementes, a seletividade de produtos durante o armazenamento, além de estudos em nematologia, sa- nidade de sementes e estudos de compatibilidade de misturas, im- pactos na plantabilidade, entre outros. “Temos de garantir a quali- dade das sementes após o tratamento”, afirma a pesquisadora. Criatividade para resolver problemas Nesse novo laboratório, a Syngenta vem realizando grandes projetos em tratamento de sementes para o Brasil e os demais países da América Latina. É ali que são estudadas as melhores condições de armazenamento e validados os métodos-padrão. É importante lembrar que a biologia não é uma ciência exata. Im- previstos acontecem o tempo todo, e é necessário ter criatividade e rapidez para evitar atrasos e outros problemas. “Posso dizer que sou expert nessa área”, brinca a cientista. Quando não está trabalhando, Nilceli gosta de estar em famí- lia. Aproveita todo o tempo disponível para curtir o crescimento da filha Annie, de 4 anos. Nos fins de semana, deixa Holambra e parte para sua casa, em Piracicaba, a 80 quilômetros. Com o marido, André, e a filha, curte os bichos de estimação (dois cães e uma gata) e faz churrascos e festas com os familiares. “Gosto muito de ficar em casa”, revela Nilceli. “Lá, relaxo, encontro pes- soas que são muito importantes para mim”, afirma. Nessas pausas em família, ela recarrega as baterias para encarar os desafios que não param de crescer. Ainda bem! “Temos de garantir a qualidade das sementes após o tratamento” douglasgarcia 15 cresça e apareça 1o trimestre de 2010

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