Aula filmes écrans_(elementos_da_radiologia) (3)

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Aula filmes écrans_(elementos_da_radiologia) (3)

  1. 1. Filmes Radiográficos e Telas Intensificadoras (Écrans) Prof.Esp. Adoniran Lopes Acupunturista Tecnólogo em Radiologia
  2. 2. Filmes Radiográficos e Écran OBJETIVO ESTRUTURA DO FILME TIPOS DE FILMES SENSIBILIDADE CARACTERÍSTICAS COMPONENTES DO FILME ÉCRAN * composição * utilização * objetivo
  3. 3. OBJETIVO A radiografia (registro final da imagem) acontece em uma película especial por um processo radiográfico, já que a fotografia é à base da radiografia. OBJETIVO Gravar imagens através da luz e/ou raios X.
  4. 4. Os materiais fotográficos e radiográficos são fotossensíveis, capazes de responder a uma exposição por fótons (luz ou raios X). HALETOS DE PRATA sensíveis luz Raios x FILME
  5. 5. Componentes do filme radiográfico BASE EMULSÃO CAMADA ADESIVA CAMADA PROTETORA
  6. 6. Filme Radiográfico - ESTRUTURA - base do filme - poliéster- camada protetora emulsão fotográfica camada adesiva camada adesiva emulsão fotográfica camada protetora
  7. 7. Filme de Emulsão Dupla camada protetora emulsão fotográfica camada adesiva camada adesiva emulsão fotográfica camada protetora Radiologia convencional Haletos de prata base do filme - poliéster-
  8. 8. Filme de Emulsão Simples camada adesiva camada adesiva emulsão fotográfica camada protetora Mamografia camada protetora Haletos de pratabase do filme - poliéster-
  9. 9. CRISTAIS DE BROMETO DE PRATA FORMAM A IMAGEM LATENTE QUANDO EXPOSTOS ? Filmes RadiográficoFilmes Radiográfico Haletos de PrataHaletos de Prata
  10. 10. Radiologia Odontológica Radiologia Industrial Radiologia Convencional Mamografia Tomografia Ressonância Magnética Sensíveis ao infravermelho
  11. 11. FILMES PARA ÉCRAN ·        O filme de raios X é capaz de gravar tanto a imagem por raios X ou luz  (produzida pelos écrans);  Podem ser sensíveis as luzes verdes ou azuis; ·        Necessita menor exposição; ·        Produz menor exposição aos pacientes; ·        Diminui o índice de rejeição de um filme produzido por  movimentos involuntários do paciente.
  12. 12. FILMES PARA EXPOSIÇÃO DIRETA:   -        São utilizadas em alguns exames de extremidades; -        Não possuem écrans (ou telas intensificadoras); -        Os filmes são menos sensíveis a luz; -        Possuem emulsão + espessa para absorver + Raios X
  13. 13. Filme sensível – Luz AZUL Feixe RX objeto chassis écran imagem Luz azul
  14. 14. Filme sensível – Luz VERDE Feixe RX objeto chassis écran imagem luz verde
  15. 15. Características do filme * SENSIBILIDADE * CONTRASTE * DENSIDADE É a eficácia (velocidade) com que a película  responde a exposição de raios x ou a luz. ·   Um filme é (+) sensível ou (+) veloz quando menor o tempo  de exposição para se conseguir uma determinada densidade.  É considerada a principal característica de comparação na escolha  de um filme. É dada pelas diferentes tonalidades de cinza de um filme. Quanto  maior o enegrecimento maior a densidade.  É a diferença dos tons entre as densidades. ( alterações na kV) ( alterações no mAs) Contraste do filme Contraste do objeto paciente
  16. 16. Poder de penetração dos RX Energia dos Raios X Qualidade de RX Escalas de cinza (contraste) radiográfico nº elétrons emergentes do cátodo Quantidade de RX “Reforçador do contraste” no filme Densidade ótica do filme Responsável direto pela exposição (dose) de radiação recebida.
  17. 17. Osso Ar Osso Ar imagem RX tórax = alto kV e baixo mAs RX arcos costais = baixo kV e alto mAs Ar osso ar imagem * escala de contraste maior* escala de contraste menor BAIXO kV ALTO mAs ( “reforçador”)
  18. 18. Difusão da LuzDifusão da Luz devido a espessura do Écran. Geralmente os mesmos fatores que aumentam a intensidade da luz emitida pelo écran, também aumentam a difusão da luz e a acentuam a perda de qualidade da imagem. Penumbra ou borramento na imagem
  19. 19. Écrans ou Telas Intensificadoras O écran é um dispositivo que converte a energia dos Raios X  em energia luminosa que é responsável pela sensibilização do filme  e forma também a imagem latente. Resumindo a tela intensificadora  atual como um amplificador de fótons de luz visível. Écrans
  20. 20. Para visualizar partes do corpo em movimento. FLUOROSCOPIA Para observar imagens através de uma TELA FLUORESCENTE. - Sulfato de zinco - Telas intensificadoras Tungstato de cálcio Sulfato de Bário e terras raras atualmente Emite luz na região do U.V Emite luz na região do verde
  21. 21. Construção do Écrans Constituem em lâminas de plástico muito flexíveis e são vendidas em diversos tamanhos dependendo do tamanho do filme. Usualmente utiliza-se o filme entre 2 écrans quando o filme é de dupla emulsão, enquanto que um filme com apenas 1 emulsão (ex:filmes mamográficos) possuem apenas 1 écran. RX convencional - emulsão dupla - Mamografia - emulsão simples -
  22. 22. Estrutura do Écran Capa protetora Fósforo A capa ativa do écran é composto de elementos fosforescentes que emitem luz ao ser estimulado por raios X. Antes de 1980 os compostos fosforescentes eram de tungstato de cálcio. Atualmente os écrans são constituídos de elementos fosforescentes de terras raras. A finalidade desse elemento é transformar a energia dos Raios X em luz visível. Característica do elemento fosforescente:  Elevado nº atômico  Eficiência na conversão luminosa  Compatibilidade da luz emitida pelo écran com o filme
  23. 23. Absorção de Raios X FÓSFORO TIPO DE FÓSFORO ESPESSURA DO FÓSFORO QUALIDADE DO FEIXE DE RAIOS X
  24. 24. Base Capa refletora Elemento fosforescente Capa protetora Estrutura do Écran Fenômeno da luminescência Qualquer material que emite luz como resposta a um estímulo externo é chamado de material luminescente ou elemento fosforescente e a luz emitida chama-se luminescência. fosforescência fluorescência αEspessura da Camada de fósforo Capacidade de absorção
  25. 25. TIPOS DE ÉCRANS Écran regular Rápidos Médios Lentos Écran comum Tungstato de cálcio Platinocianeto de bário Écran terras raras Oxissulfeto de gadolíneo Oxissulfeto de Lantânio (ativado por térbio – luz verde) Écran terras raras Lantânio de Ítrio (ativado por nióbio – luz azul)
  26. 26. Tipos de Écrans Intensificadores • Constituem de uma camada de micro cristais de fósforo aglutinados. Toda vez que um cristal de fósforo absorve um fóton de raios-x, ele emite um “jato” de luz. • Durante a exposição ocorrem milhares de “jatos” em cada milímetro quadrado.Quanto maior for a intensidade dos raios-x, maior a intensidade de luz emitida.
  27. 27. O termo “Terras Raras” descreve elementos minerais pouco encontrados na natureza: • Oxisulfato de Lanthanum térbio ativado; • Oxisulfato de Gadolinum térbio ativado; • Oxisulfato de Ytrium térbio ativado; • Os écrans de “Terras Raras” tem uma vantagem sobre os écrans convencionais de Tungstato de cálcio: A Velocidade.
  28. 28. Écran – TUNGSTATO DE CÁLCIO Emite luz AZUL Sulfato de Zinco Sulfato de Bário Sulfato de Chumbo Écran – TERRAS RARAS Emite luz VERDE Lantânio Ítrio Gadolíneo Os écrans absorvem 50% mais fótons de Raios X
  29. 29. MONITORES EQUIPAMENTO TIPO ARCO “C” TUBO DE RX INTENSIFICADOR DE IMAGEM
  30. 30. Cuidados com o écran: Evitar arranhões Limpeza dos écrans (mensal) Utilizar líquido anti-estático para limpeza Realizar teste de contato tela-filme Duração: depende dos cuidados com o écran.
  31. 31. Vantagens do écran: Redução da dose de radiação no paciente Aumento da vida útil do tubo de RX Diminuição do artefato produzido movimento
  32. 32. Limpador de Écrans MIN-R da Kodak (Solução anti-estática) O limpador de écrans MIN-R da Kodak foi formulado especialmente para otimizar a excelente qualidade de imagem do sistema MIN-R 2000 da Kodak. Desenvolvida para a manutenção dos écrans MIN-R 2000 da Kodak, MIN-R 2190 da Kodak e MIN-R da Kodak, esta solução anti-estática para limpeza de écrans MIN-R da Kodak auxilia na eliminação da poeira e sujeira que podem causar artefatos de baixa densidade ótica no filme.
  33. 33. Limpeza dos ÉcransLimpeza dos Écrans Motivo devem ser limpos para que não haja nenhum objeto “preso” no écran, o que impediria a passagem dos raios X, deixando uma marca na imagem Com o que ? Líquido não estático ou com sabão neutro Após limpos, deve-se deixar o chassis aberto para uma secagem total
  34. 34. BIBLIOGRAFIA Curry III, Thomas S; Dowdey, James E; Murry, Robert C., “Christensen's physics of diagnostic radiology 4. ed.”. Philadelphia, Lea and Febiger, 1990. Johns, Harold Elford; Cunningham, John Robert, “Physics of radiology 4. ed.”. Springfield, Charles C Thomas, 1983. Scaff, Luiz A. M. “ Bases Fisicas Da Radiologia : Diagnostico E Terapia”. Sao Paulo, Sarvier, 1979. http://www.radioinmama.com.br/tiposdefilme.html
  35. 35. Obrigado !!!!!

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