Diagramas de Fluxo de Dados

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Nessa aula é apresentado o conceito de DFDs e a forma de criação dos mesmos, contendo as regras e passos a serem seguidos.

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Diagramas de Fluxo de Dados

  1. 1. Introdução ao Desenvolvimento de Sistemas Janynne L. S. Gomes
  2. 2. AULA 4 DIAGRAMA DE FLUXO DE DADOS 2 Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  3. 3. 3 Agenda • O que é um Diagrama de Fluxo de Dados - DFD ? • Porque devo fazer um DFD? • Elementos do DFD • Níveis do DFD • Passos para construção de DFDs de níveis • Praticando: Criando um DFD 3 Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  4. 4. 4 O que é um Diagrama de Fluxo de Dados? É uma forma diagramática lógica do modelo da circulação da informação do sistema em estudo. Como são processados e armazenados os dados Para onde vão os dadosDe onde vem os dados
  5. 5. 5 O que é um Diagrama de Fluxo de Dados? • Uma forma visual de descrever o caminho da informação dentro do sistema. • Uma forma de definir a troca de informações dentro do software. Como são processados e armazenados os dados De onde vem os dados Para onde vão os dados
  6. 6. 6 O que é um Diagrama de Fluxo de Dados? • Uma forma de identificar os processos do seu software
  7. 7. 7 Porque devo fazer um DFD?  Obter clareza da descrição  Compreender os utilizadores do sistema  Realizar a comunicação com os utilizadores  Realizar a comunicação com a equipe de desenvolvimento do sistema  Documentar a análise e o projeto
  8. 8. 8 Elementos do DFD • O DFD descreve um sistema como se fosse uma rede de tratamentos como exemplifica o diagrama abaixo. • É composto por ➔Processo ➔Fluxo ➔Entidade ➔Depósito
  9. 9. 9 Elementos do DFD
  10. 10. 10 Regras gerais de desenho do DFD ➔ Todos os componentes devem possuir um nome ➔ O nome dos componentes devem ser únicos ➔ O nome deve representar exatamente o objeto ➔ O nome do elemento é um possível identificador no Dicionário de Dados (estrutura que será abordada em uma futura aula)
  11. 11. 11 Elementos do DFD Fluxo de dados Transferência de dados da origem ao destino, um conector de informação retratando o seu movimento. Seta em linha reta Seta em linha curva Informações trafegadas Informações trafegadas
  12. 12. 12 Elementos do DFD Fluxo de dados Regras de elaboração: 1. Quando for inevitável que um fluxo tenha que cruzar com outro, utilizamos por convenção um “pequeno arco” 2. O nome do fluxo de dados deve ser escrito em letras minúsculas, começando com letra maiúscula
  13. 13. 13 Elementos do DFD Fluxo de dados Transferência de dados da origem ao destino, um conector de informação retratando o seu movimento. Exemplo: Documento de Identidade do paciente Informações bancárias do paciente
  14. 14. 14 Elementos do DFD Processo Atividade de transformação das informações de entrada trafegadas nos fluxos de dados resultando em fluxo de dados de saída. Círculo Retângulo com pontas arredondadas Retângulo com pontas arredondadas Nº do processo Nome do processo Nº e Nome do processo Nº e Nome do processo
  15. 15. 15 Elementos do DFD Processo Regras de elaboração: 1. Utilize sempre um verbo + substantivos(s). 2. O nome do processo deve ser escrito em letras minúsculas, começando com letra maiúscula. Nº VERBO + SUBSTANTIVO (S) P1 Cancelar Pedido P1 Fazer o cancelamento do pedido
  16. 16. 16 Elementos do DFD Processo Atividade de transformação das informações de entrada trafegadas nos fluxos de dados resultando em fluxo de dados de saída. Exemplo: P1 Agendamento de consultas P1 Agendamento de Consultas P1 – Agendamento de Consultas
  17. 17. 17 Elementos do DFD Depósito de dados Repositório de informação (armazenamento temporário ou permanente). Duas retas paralelas Retângulo aberto do lado direito Nº e Nome do depósito Nº Nome do depósito
  18. 18. 18 Elementos do DFD Depósito de dados Regras de elaboração: 1. Quando for inevitável que um fluxo de dados tenha que cruzar um depósito, utilizamos o arco. 2. O nome do depósito de dados deve ser escrito em letras maiúsculas D1 EXAMES AGENDADOS D1 EXAMES AGENDADOS Escrita de dados no repositório Leitura de dados do repositório
  19. 19. 19 Elementos do DFD Depósito de dados Repositório de informação (armazenamento temporário ou permanente). Exemplo: D1 - PACIENTES D1 PACIENTES
  20. 20. 20 Elementos do DFD Entidade Entidade de origem ou destino da informação (pessoa, departamento, empresa e etc) Um quadrado Um retângulo Nome da Entidade Nome da Entidade
  21. 21. 21 Elementos do DFD Entidade Regras de elaboração: 1. O nome da entidade tem que equivaler especificamente ao que essa entidade representa no sistema. 2. O nome da entidade deve ser escrito em letras maiúsculas NOME ESPECÍFICO DA ENTIDADE PACIENTES Dados pessoais
  22. 22. 22 Elementos do DFD Entidade Entidade de origem ou destino da informação (pessoa, departamento, empresa e etc) Um quadrado Um retângulo Nome da Entidade Nome da Entidade
  23. 23. 23 Elementos do DFD Entidade Entidade de origem ou destino da informação (pessoa, departamento, empresa e etc). Exemplo: CLIENTES PACIENTES MÉDICOS SECRETÁRIAS
  24. 24. 24 Diagrama de contexto • Representa os limites do sistema • Expressa as fronteiras de comunicação com o exterior • Contém os fluxos de dados essenciais para a comunicação • Não contém depósito de dados Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  25. 25. 25 Níveis do DFD • Objetivo: controle de complexidade • Níveis básicos: • Nível 0 (Diagrama de Contexto) • Nível 1 • Nível 2 • Nível 3 Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  26. 26. 26 Níveis do DFD • Nível 1 • Visão geral do sistema • Delimitação clara das fronteiras • Comunicação clara com o exterior(entidades) em termos de informação • Armazenamento de informação(depósito de dados) Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  27. 27. 27 Níveis do DFD • Nível 2 • Cada diagrama se decompõe em subprocessos ou atividades mais claras de entender. • Na fronteira dos níveis inferiores apenas se representam os depósitos e os fluxos, pois são estes que serão alvo da validação da consistência. • As entidades externas e os processos (de nível superior) só aparecem representados em situações de exceção • Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  28. 28. 28 Níveis do DFD • Nível 3 • Cada processo do DFD de 2º nível pode ser detalhado num DFD • de 3º nível. • Especial atenção para a consistência da representação de • fluxos de dados e depósitos de dados. Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  29. 29. 29 Passos para construir os DFDs de níveis 1) Expandir o processo em subprocessos ou atividades fáceis de entender • N.º máximo de processos: 7, 10 ou 12 2) Verificar a consistência da representação • Todos os fluxos e depósitos de dados do processo expandido devem estar na fronteira; • Os depósitos são manipulados da forma estabelecida (leitura/escrita); • Os depósitos locais estão dentro dos limites da representação. Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  30. 30. 30 Passos para construir os DFDs de níveis 3) Evitar a redundância na decomposição • Não representar as origens nem os destinatários dos fluxos exceto no caso de situações de exceção. 4) Garantir que a rede esteja bem interligada • A rede de tratamentos a obter deve estar interligada apenas por processos comunicantes ou depósitos comuns. Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  31. 31. 31 Passos para construir os DFDs de níveis 5) Manter equilíbrio de representação no conjunto global dos DFD’s • Se a representação do 2º nível for complexa, não basta alterar o DFD e 2º nível, é também necessário alterar o DFD de 1º nível e criar um DFD de 3º nível. 6) Registar as alterações no dicionário de dados (documento de escrito para catalogação dos dados trabalhados pelo sistema) Introdução ao Desenvolvimento de Software Janynne L. S. Gomes
  32. 32. 32 Disciplina: Introdução ao Desenvolvimento de Sistemas Professora: Janynne L. S. Gomes Contato: janynne.gomes@univale.br www.eteit.univale.br

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