Encontro 2/20
14/06/2013
Núcleo
CEU EMEF Perus
Orientadora de Estudos
Adriana Rodrigues da Silva
E-mail: adriana_rodrigues03@hotmail.com

http://la...
Organizando os grupos por cores
Leitura deleite

Iniciando a conversa
Aprofundando o tema
Refletindo a prática
Tarefa
Grupo azul:
Trabalhos do
dia

Grupo
amarelo:
Avaliação do
dia

Grupo Verde:
Elenca

Grupo rosa:

aprendizagens

Propõe

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Apropriação do sistema de escrita alfabética
pelas crianças: que caminhos percorrem? Como
podemos auxiliá-las?
Cadernos Unidade 1, texto 2 de cada caderno
 Unidade 1,
Ano 1, azul – Concepções de
alfabetização: o que ensinar no ciclo...
Alfabetização: Histórico
A escrita é um código a ser memorizado.
Base: repetição e memorização.
Método sintético: “do meno...
A escrita alfabética não era um código.
A língua escrita é um sistema de notação (no caso, alfabético).
Aprender o SEA sig...
Segundo Artur Gomes de Morais:
“Hoje, existe um relativo consenso de que aquilo que
chamamos ‘consciência fonológica’ é, n...


Consciência linguística (metalinguagem): habilidade de refletir
sobre a língua (tratá-la como objeto de análise e obser...


Consciência implícita: identificação de rimas, brincadeiras com jogos
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Versão para o português da palavra literacy – o estado ou condição que
assume aquele que aprende a ler e a escrever.

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Dentro de uma perspectiva inclusiva e democrática:
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Garantir que todas as crianças sejam alfabetizadas até o final do
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A partir dos itens elencados nos quadros

que descrevem os direitos de aprendizagem em
língua portuguesa vamos pensar em a...
Uma estudante norte-americana de origem asiática, Kate
M. Chong, ao escrever sua história pessoal de
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Iniciando a conversa:
Avaliação no ciclo de alfabetização

A importância da leitura para deleite
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da aprendizagem ao longo de sua vida escolar.
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Leitura em grupos, seguida de socialização:
GRUPO A:
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Depois da década de 80:
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erros: reveladores de hipóteses de escrita e indicadores dos avanços;

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 Prognóstica
 Diagnóstica, inclusiva
 Mediadora

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 Dialógica
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a avaliação deverá estar a...
Cadernos Unidade 1, texto 3 de cada caderno
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Pnaic 14 de junho   3º encontro
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Pnaic 14 de junho 3º encontro

  1. 1. Encontro 2/20 14/06/2013
  2. 2. Núcleo CEU EMEF Perus Orientadora de Estudos Adriana Rodrigues da Silva E-mail: adriana_rodrigues03@hotmail.com http://lattes.cnpq.br/0896558235691214 http://alfaperus.blogspot.com.br
  3. 3. Organizando os grupos por cores Leitura deleite Iniciando a conversa Aprofundando o tema Refletindo a prática Tarefa
  4. 4. Grupo azul: Trabalhos do dia Grupo amarelo: Avaliação do dia Grupo Verde: Elenca Grupo rosa: aprendizagens Propõe realizadas encaminhame ntos
  5. 5. Apropriação do sistema de escrita alfabética pelas crianças: que caminhos percorrem? Como podemos auxiliá-las?
  6. 6. Cadernos Unidade 1, texto 2 de cada caderno  Unidade 1, Ano 1, azul – Concepções de alfabetização: o que ensinar no ciclo de alfabetização (p. 16-23)  Unidade 1, Ano 2, laranja – A complexidade da aprendizagem do SEA: ampliação do tempo para a consolidação da leitura e da escrita pela criança (p. 13-18)  Unidade1, Ano 3, verde - Alfabetização: o que ensinar no terceiro ano do Ensino Fundamental (p. 13-21)
  7. 7. Alfabetização: Histórico A escrita é um código a ser memorizado. Base: repetição e memorização. Método sintético: “do menor para o maior” – ensino das letras para que o aluno saiba manipulá-las, a fim de conseguir ler e escrever palavras, frases e textos. Método analítico: “do maior para o menor” – análise da palavra (palavração), da frase (sentenciação) e do texto (como unidade de sentido) para a compreensão da escrita. Alto índice de retenção na 1ª série. Concepção de leitura e escrita (e, consequentemente, de língua) como codificação e decodificação.
  8. 8. A escrita alfabética não era um código. A língua escrita é um sistema de notação (no caso, alfabético). Aprender o SEA significa compreender o que a escrita nota (representa) e como a escrita cria essas notações. Fases pelas quais as pessoas passam no processo de compreensão do SEA: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético, alfabético. Ferreiro & Teberosky: é interagindo com a escrita (seus usos e funções) que a criança compreende e se apropria do SEA. Oportunidades diferenciadas de vivenciar práticas de leitura e produção de textos.
  9. 9. Segundo Artur Gomes de Morais: “Hoje, existe um relativo consenso de que aquilo que chamamos ‘consciência fonológica’ é, na realidade, um grande conjunto ou uma ‘grande constelação’ de habilidades de refletir sobre os segmentos sonoros das palavras”(...) “...capacidade de pensarmos sobre as unidades sonoras das palavras.  Consciência Metafonológica- unidades sonoras das palavras.  Consciência Metamorfológica – refletir sobre os morfemas das palavras.  Consciência Metassintática –adequação sintática de enunciados.  Consciência Metatextual – refletir sobre a adequação dos textos.  Consciência Metapragmática – refletir sobre as intenções dos usuários da língua. Em todos esses âmbitos, os aprendizes podem fazer reflexões metalinguísticas, sem usar os termos da gramática pedagógica tradicional que a escola obriga a memorizar.”
  10. 10.  Consciência linguística (metalinguagem): habilidade de refletir sobre a língua (tratá-la como objeto de análise e observação).  Consciência fonológica: consciência de que a fala pode ser segmentada em unidades menores (mínimas, até) que compõem as palavras faladas, como sílabas, rimas e fonemas isolados.  Estudos apontam que, a partir dos 4 ou 5 anos de idade, a criança já apresenta alguns níveis de consciência fonológica.  O nível mais complexo (que exige intervenção pedagógica e sistematização): fonêmico - compreensão de que as palavras são constituídas de sons individuais (fonemas) e a habilidade de manipulá-los.
  11. 11.  Consciência implícita: identificação de rimas, brincadeiras com jogos sonoros (por crianças ainda não alfabetizadas).  Consciência explícita: análise consciente dos sons constituintes das palavras (exemplo: relação letra X som).  Há estudos que evidenciam que a consciência fonológica explícita só é alcançada por indivíduos com contato com a escrita alfabética (caso do estudo com chineses: dificuldade daqueles que só aprenderam a escrita ideogramática).  Postulação clássica da Linguística:  fonemas – unidades abstratas desprovidas de informação redundante X  Outras vertentes: conhecimento fonológico desenvolve-se gradualmente, através da experiência do falante com o uso da linguagem.
  12. 12.  Versão para o português da palavra literacy – o estado ou condição que assume aquele que aprende a ler e a escrever.  Alfabetização X Letramento? Não há substituição de termos, mas acréscimo.  Letramento: práticas de leitura e escrita em uso social.  Contudo, a apropriação da escrita alfabética não ocorre de maneira espontânea.  MEC: é preciso reacender a faceta linguística (fonética e fonológica) do processo da alfabetização.  Proposta do MEC: ensino do SEA inserido em práticas de letramento.  Alfabetização: a ação de ensinar/aprender a ler e a escrever.  Letramento: o estado ou a condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita.  Magda Soares: “Alfabetizar e letras são duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e a escrever no contexto de práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado.”
  13. 13. Dentro de uma perspectiva inclusiva e democrática:  Garantir que todas as crianças sejam alfabetizadas até o final do primeiro ciclo.  Direito da criança de estar alfabetizada até os 8 anos de idade.  Compreender as propriedades do Sistema de Escrita Alfabética (SEA).  É preciso que o processo de alfabetização da criança esteja articulado com as particularidades socioculturais dela.  Práticas de alfabetização contextualizadas.  Alfabetizar promovendo práticas de letramento (inserir a criança em situações reais de uso da leitura e da escrita).
  14. 14. A partir dos itens elencados nos quadros que descrevem os direitos de aprendizagem em língua portuguesa vamos pensar em atividades que trabalham com alguns desses direitos.
  15. 15. Uma estudante norte-americana de origem asiática, Kate M. Chong, ao escrever sua história pessoal de letramento, define-o em um poema: É uma receita de biscoito, uma lista de compras, recados colados na geladeira, um bilhete de amor, O que é Letramento? Letramento não é um gancho em que se pendura cada som enunciado, não é um treinamento repetitivo de uma habilidade nem um martelo quebrando blocos de gramática. Letramento é diversão, é leitura à luz de vela ou lá fora, à luz do sol. São notícias sobre o presidente, o tempo, os artistas de TV e mesmo Mônica e Cebolinha nos jornais de domingo. telegrama de parabéns e cartas de velhos amigos. É viajar para países desconhecidos, sem deixar sua cama, é rir e chorar com personagens, heróis e grandes amigos. É um atlas do mundo, sinais de trânsito, caças ao tesouro, manuais, instruções, guias e orientações em bulas de remédios para que você não fique perdido. Letramento é, sobretudo, um mapa do coração do homem, um mapa de quem você é e de tudo que você pode ser.
  16. 16. Iniciando a conversa: Avaliação no ciclo de alfabetização A importância da leitura para deleite Aprofundando o tema: leituras Compartilhando: Análise de instrumentos avaliativos Formas de registro (acompanhamento) Leitura deleite Aprendendo mais Tarefa
  17. 17.  compreender de a importância da avaliação no ciclo alfabetização, instrumentos de analisando avaliação e e de construindo registro de aprendizagem;  construir coletivamente o que se espera em relação aos direitos de aprendizagem e desenvolvimento no ciclo de alfabetização.
  18. 18. a) Tente se lembrar da sua experiência com a avaliação da aprendizagem ao longo de sua vida escolar. Que conteúdos costumavam ser avaliados? De que forma você costumava ser avaliado? Quem avaliava e quem era avaliado? Com que finalidade você era avaliado? b) Que concepção de avaliação fundamenta uma educação inclusiva, pautada no direito de aprender?
  19. 19. Leitura em grupos, seguida de socialização: GRUPO A: Unidade 1, Ano 1, azul – Avaliação no ciclo de alfabetização (p. 24-29) GRUPO B: Unidade 1, Ano 2, laranja – Avaliação no ciclo de alfabetização: o monitoramento do processo de ensino e de aprendizagem das crianças (p. 19-26) GRUPO C: Unidade 1, Ano 3, verde – Avaliação para inclusão: alfabetização para todos (p. 22-27)
  20. 20. Depois da década de 80:  erros: reveladores de hipóteses de escrita e indicadores dos avanços;  práticas escolares contrutivistas/interacionistas e inclusivistas, avaliando-se as conquistas e as possibilidades ao longo do ano escolar;  objetivos: identificação dos conhecimentos já desenvolvidos para avançar nas aprendizagens e da necessidade ou não de retomar o ensino de certos itens ou de usar estratégias alternativas;  avalia-se: tanto os alunos como as práticas pedagógicas;  diversificação dos instrumentos: cadernos de registros; portfólios; ficha de acompanhamento individual e coletiva.
  21. 21. Processo avaliativo: contínuo, inclusivo, regulador, prognóstico, diagnóstico, emancipatório, mediador, qualitativo, dialético, dialógico, informativo, formativo-regulador.  Mudança de postura do professor: investir mais nos alunos, o que se reflete na avaliação, acompanhamento e estratégias didáticas.  Avaliação diagnóstica – possibilita acompanhar se os objetivos foram atingidos, possibilitando regulações interativas e integradoras.  O que deve ser avaliado/espera-se da criança no segundo ano:  capacidade de escrever palavras com diversas estruturas silábicas que contemplem as regras ortográficas regulares;  capacidade de refletir, com crescente autonomia, sobre o contexto de produção de textos, e a organização do conteúdo textual, a estruturação dos períodos e o uso de recursos coesivos
  22. 22.         Avaliar para favorecer a aprendizagem e não para legitimar desigualdades; Avaliar para incluir as próprias crianças no processo para que desenvolvam compromissos com suas próprias aprendizagens. Etapas da avaliação formativa (Zabala, 1998, p.201): Inicial = no início das etapas escolares (projetos/sequencias didáticas); Reguladora = durante um determinado período para saber se as aprendizagens estão acontecendo; Final = avaliar se os objetivos foram atingidos e da necessidade de retomar; Integradora = a partir dos resultados obtidos, são estabelecidas novas propostas de intervenção Pilares de um currículo inclusivo: ensinar para que todos possam aprender, implica em ousadia, solidariedade e prazer.
  23. 23.  Mensuração  Gradação (viés excludente)  Classificação  Seleção  Exclusão  Ênfase ao produto (aptidão ou não aptidão)  Servia à uma educação pautada na memorização de letras, fonemas, padrões silábicos; na reprodução de respostas corretas
  24. 24.  Contínua  Prognóstica  Diagnóstica, inclusiva  Mediadora  Qualitativa,  Dialógica  Informativa  Formativo-reguladora  Ênfase ao processo
  25. 25. AVALIAR PARA INCLUIR implica identificarmos de onde partimos e onde devemos chegar. Para tanto, a avaliação deverá estar a serviço dos direitos da aprendizagem.
  26. 26. Cadernos Unidade 1, texto 3 de cada caderno     Unidade 1, Ano 1, azul – Avaliação no ciclo de alfabetização (p. 2429) Unidade 1, Ano 2, laranja – Avaliação no ciclo de alfabetização: o monitoramento do processo de ensino e de aprendizagem das crianças (p. 19-26) Unidade 1, Ano 3, verde – Avaliação para inclusão: alfabetização para todos (p. 22-27) Quadros de acompanhamento da aprendizagem Unidade 1, Ano 1, azul – O acompanhamento da aprendizagem das crianças: sugestão de instrumento de registro da aprendizagem (p.38-40)

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