Originale M. Ipolita

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Originale M. Ipolita

  1. 1. Madre Ipólita Congregação Pequenas Filhas de São José
  2. 3. Pela graça de Deus e para alegria de meus pais Luiz e Rosa vim ao mundo no dia 09 de maio de 1864 na pequena cidadezinha de Ronco – Verona – Itália. Dois dias depois recebi a graça do Batismo passando a pertencer à família de Deus.
  3. 4. Passei minha infância serena tranqüila em Ronco ao lado de meus pais e minha irmã Elisa. As famílias de Ronco passavam muitas dificuldades, viviam na pobreza extrema explorados pelos latifundiários, donos das terras. Meu pai era pedreiro e conseguia sustentar a nossa família com seu trabalho.
  4. 5. Aos 11 anos recebi o sacramento da Crisma, sendo educada desde pequena na fé cristã que me tornou sensível as coisas de Deus e o amor pelos pobres. Em minha família aprendi a amar Jesus na Eucaristia, olhar o seu Sagrado Coração e ter uma terna devoção á sua Mãe.
  5. 6.   Eu tinha treze anos quando chegou ao meu povoado o Pe. José Baldo em 1877. Ele não era esperado em Ronco, pois poderosos anticlericais de Ronco já sabiam da sua fama de homem dedicado ao serviço de Deus e aos pobres. Eles não queriam ser incomodados.
  6. 7. Pe. Baldo era uma homem apaixonado por Deus e pelo povo, e seu entusiasmo, dedicação e serviço aos mais pobres me cativava cada dia mais.
  7. 8. Eu estava muito empenhada e comprometida com os trabalhos de assistência aos pobres da paróquia promovidos pelo Pe. Baldo. Aos dezesseis anos senti que algo estava amadurecendo dentro de mim, o desejo de me doar totalmente ao Senhor estava aquecendo meu coração.  
  8. 9. Na suas inúmeras iniciativas para socorrer os pobres em suas necessidades Pe. Baldo funda em 1882 a Piedosa União das Ancilas de Santa Maria do Socorro para atender os enfermos.
  9. 10. Eu tinha então meus 18 anos e meu coração estava voltado para os pobres. Fui a primeira integrante dessa iniciativa juntamente com outras amigas. Prestávamos assistência domiciliar aos doentes e idosos de Ronco e redondeza. Oferecia-lhes nossos cuidados, nossa atenção, nossa palavra amiga.
  10. 11. Com as orientações de Pe. Baldo compreendia e tentava viver o que Jesus fala no Evangelho “Tudo que fizestes a um menor dos meus irmãos foi a mim que o fizeram.” Mt. 25, 40.
  11. 12. O amor a Jesus me impelia cada vez mais a amar aqueles que Ele escolheu, os pobres. Reconhecia que Cristo estava presente em cada irmão que sofria e era feliz pela oportunidade de poder servi-Lo.  
  12. 13. Quando Jesus no Evangelho de João disse ao discípulos que queriam segui-Lo “Vinde e vede” Ele tinha toda razão. Foi percorrendo casa por casa de Ronco que pude perceber ainda mais o Cristo na extrema pobreza da minha pequena cidade.
  13. 14. Minha vocação nasceu, cresceu e foi cultivada no calor e fé ardente e do meu povoado e sob a orientação de pastor tão dedicado que era o Pe. Baldo que nos impulsionava a dar tudo de nós a Deus. “ Não é todo de Deus quem procura algo que não é Deus”
  14. 15. Com Pe. Baldo descobri a beleza da consagração religiosa. Ele nos dizia: “ Filhinhas entre todas as grandezas do mundo nada é tão grande como a vossa vocação a serdes as esposas de Jesus”. No dia da minha consagração confirmei o meu propósito de viver só para Ele. “Senhor , eis-me aqui para ser tua para sempre e por toda a eternidade”
  15. 16. Socorrer, assistir, consolar, cuidar providenciar se tornou a minha missão o meu serviço. Os pobres de Ronco ocuparam meu coração. Percorrendo as ruas de Ronco carregava sob o manto do meu vestido preto, um pedaço de pão para saciar a quem encontrasse com fome pelo caminho.
  16. 17. Na minha missão coube também a tarefa de conduzir a família quando o nosso pai Pe. Baldo foi ao encontro de Deus. Sempre recomendei as irmãs que Deus deveria estar sempre em primeiro lugar. “ Vivamos continuamente na presença de Deus.”
  17. 18. Apresentei para vocês um pouco de minha história, minha vocação e minha missão e te convido a pensar também na sua missão de cristão.
  18. 19. Cristo continua a nos dizer: Eu estava com fome, e vocês me deram de comer; eu estava com sede, e me deram de beber; eu era estrangeiro, e me receberam em sua casa; eu estava sem roupa, e me vestiram; eu estava doente, e cuidaram de mim; eu estava na prisão, e vocês foram me visitar’ . Mt. 25, 35-36
  19. 22. Texto: Ir Ana Vilma PFSJ Formatação do Slides: Ir Franca PFSJ Imagens: Web Congregação Pequenas Filhas de São José Padre Josè Baldo Rua Rio Mossoró, 292 32.265-220 Riacho das Pedras Contagem MG Tel. (0xx) 31 33926143 [email_address] Congregação Pequenas Filhas de São José Casa de Nazaré Rua Suaçui 420 Bairro Jardim de Alá 33943-620 Ribeirão das Neves MG Tel. (0xx) 31 36382507 [email_address]

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