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Visão do
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LEI NACIONAL 2012
Contexto: diretrizes para redução de risco
Qual o
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Base conceitual: variáveis do Risco
R = f ( Evento, Vulnerabilidade, Consequências)
Política
Nacional
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Base conceitual: como exprimir as
variáveis do Risco?
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Base conceitual: a questão da
suscetibilidade
SUSCETIBILIDADE PERIGO
TERRENO PROCESSO
A Visão de território
A Visão de território
Define unidades de análise (a priori)
Substrato geológico Uso e cobertura
Unidade Territorial Básica...
A visão de território
20km
Unidade: substrato
A visão de território
20km
Unidade: cobertura
A visão de território
20km
Unidade: território
Indicadores/índices: natureza dos atributos
Indicadores/índices: natureza dos atributos
Perigo
1.Amplitude
2.Declividade Média
3.Densidade de Drenagem
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Indicadores/índices: procedimento cálculo
No caso do perigo a escorregamento, foram aplicadas as seguintes regras:
a) As unidades (UTB) caracterizadas como planície...
Indicadores/índices: natureza dos atributos
Comparar regiões diferentes: padrões para o Estado de
São Paulo
Pontos fortes da abordagem da paisagem
●
Unidade tem limites reconhecíveis no terreno;
●
Uniformiza espacialmente atributo...
Níveis de Gestão e Escalas/Resoluções
<1m
1-5m
5-30m
>30m
/ RESOLUÇÕES
Áreas/setores
de risco escala
1:3.000
Áreas de risco
escala
1:50.000
Mortes Desastres Afetados Mortes homicídios dolosos
Inventário de eventos: Dados estatísticos
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Atuação do Instituto Geológico, SP no gerenciamento de riscos de desastres – análise de perigo, suscetibilidade, vulnerabilidade e mapeamento de risco

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Palestra apresentada no Workshop - Diretrizes para a análise de suscetibilidade, perigo, vulnerabilidade e mapeamento de áreas de riscos de deslizamentos, realizado em Brasília, de 15-17 de abril de 2014

Publicada em: Governo e ONGs
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Atuação do Instituto Geológico, SP no gerenciamento de riscos de desastres – análise de perigo, suscetibilidade, vulnerabilidade e mapeamento de risco

  1. 1. Atuação do Instituto Geológico, SP no gerenciamento de riscos de desastres – análise de perigo, suscetibilidade, vulnerabilidade e mapeamento de risco Cláudio José Ferreira cferreira@igeologico.sp.gov.br WORKSHOP - DIRETRIZES PARA A ANÁLISE DE SUSCETIBILIDADE, PERIGO, VULNERABILIDADE E MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCOS DE DESLIZAMENTOS 15-17 de abril, Brasília/DF CENAD/SEDEC-MI e CPRM -MME
  2. 2. Visão do território Multiescalar/ multiresolução Inventário de eventos Índices numéricos/ indicadores Qual o problema? Qual o contexto? Quais as causas? Qual estratégia? Quais os atores? Quais os objetivos? Quais as limitações? Como avaliar? Principais tópicos abordados Base conceitual CONTEXTO CONTEXTO CONTEXTO CONTEXTO
  3. 3. LEI NACIONAL 2012 Contexto: diretrizes para redução de risco
  4. 4. Qual o problema? Qual o contexto? Quais as causas? Qual estratégia? Contexto: planejamento estratégico Quais os atores? Quais os objetivos? Quais as limitações? Como avaliar?
  5. 5. Contexto: modelos de gestão Fonte: Living with Risk A global review of disaster reduction initiatives. UNITED NATIONS, 2004 Volume I Modificado ISO 31000 Estabelecimento do contexto Identificação Análise Apreciação Tratamento do risco Comunicação & Tomada de Decisão Monitoramento Avaliação de Risco Prevenção Preparação Mitigação
  6. 6. BiológicoBiológico GeofísicoGeofísico HidrológicoHidrológico MeteorológicoMeteorológico  Epidemia  Doença infecciosa viral  Doença infecciosa bacteriana  Doença infecciosa parasítica  Doença infecciosa fúngica  Doença infecciosa por príon  Infestação de insetos  Estouro de animais  Epidemia  Doença infecciosa viral  Doença infecciosa bacteriana  Doença infecciosa parasítica  Doença infecciosa fúngica  Doença infecciosa por príon  Infestação de insetos  Estouro de animais  Terremoto  Vulcão  Movimento de massa (seco)  Queda de blocos rochosos  Escorregamento  Avalanche  Subsidência  Terremoto  Vulcão  Movimento de massa (seco)  Queda de blocos rochosos  Escorregamento  Avalanche  Subsidência  Inundação  Inundação em geral  Inundação relâmpaga  Tromba d'água / Ressaca  Movimento de massa (úmido)  Queda de blocos rochosos  Escorregamento  Avalanche  Subsidência  Inundação  Inundação em geral  Inundação relâmpaga  Tromba d'água / Ressaca  Movimento de massa (úmido)  Queda de blocos rochosos  Escorregamento  Avalanche  Subsidência  Temporal  Ciclone Tropical  Ciclone Extra-tropical  Temporal local  Temporal  Ciclone Tropical  Ciclone Extra-tropical  Temporal local ClimatológicoClimatológico  Temperatura extrema  Onda de calor  Onda de frio  Condições de inverno extremas  Seca  Incêndios naturais  Incêndios florestais  Incêndios campestres  Temperatura extrema  Onda de calor  Onda de frio  Condições de inverno extremas  Seca  Incêndios naturais  Incêndios florestais  Incêndios campestres Classificação Ameaças, Perigos, Fatores Naturais de Risco Fonte: CRED http://www.emdat.be/classification Base conceitual: classificação processos
  7. 7. BiológicoBiológico GeológicoGeológico HidrológicoHidrológico MeteorológicoMeteorológico  Epidemia  Doença infecciosa viral  Doença infecciosa bacteriana  Doença infecciosa parasítica  Doença infecciosa fúngica  Infestação/pragas  Epidemia  Doença infecciosa viral  Doença infecciosa bacteriana  Doença infecciosa parasítica  Doença infecciosa fúngica  Infestação/pragas  Terremoto  Vulcão  Movimento de massa  Queda de blocos rochosos  Deslizamento  Corrida de massa  Subsidência e colapso Erosão  Terremoto  Vulcão  Movimento de massa  Queda de blocos rochosos  Deslizamento  Corrida de massa  Subsidência e colapso Erosão  Inundação  Enxurrada  Alagamento  Inundação  Enxurrada  Alagamento  Sistemas Regionais  Ciclones  Frentes frias  Tempestades  Temperatura extrema Onda de calor Onda de frio  Sistemas Regionais  Ciclones  Frentes frias  Tempestades  Temperatura extrema Onda de calor Onda de frio ClimatológicoClimatológico  Seca  Seca  Incêndio florestal  Baixa umidade do ar  Seca  Seca  Incêndio florestal  Baixa umidade do ar Fonte: Ministério da Integração, Instrução Normativa n° - 1, de 24 de agosto de 2012 - COBRADE Base conceitual: classificação processos
  8. 8. Base conceitual: variáveis do Risco R = f ( Evento, Vulnerabilidade, Consequências) Política Nacional Ameaça Vulnerabilidade Dano, Perda, Prejuízo ISDR- ONU Perigo Vulnerabilidade Exposição ISO - 31000 Fontes Controle Consequência R = P * V *D
  9. 9. Base conceitual: como exprimir as variáveis do Risco? R1 R2 R3 R4 R = probabilidade e consequências R = probabilidade e consequências V = % de elementos atingidos V = % de elementos atingidos E = total de elementos em risco E = total de elementos em risco
  10. 10. Base conceitual: a questão da suscetibilidade SUSCETIBILIDADE PERIGO TERRENO PROCESSO
  11. 11. A Visão de território
  12. 12. A Visão de território Define unidades de análise (a priori) Substrato geológico Uso e cobertura Unidade Territorial Básica (UTB) Análise de atributos (modelo) Mapa Temático
  13. 13. A visão de território 20km Unidade: substrato
  14. 14. A visão de território 20km Unidade: cobertura
  15. 15. A visão de território 20km Unidade: território
  16. 16. Indicadores/índices: natureza dos atributos
  17. 17. Indicadores/índices: natureza dos atributos Perigo 1.Amplitude 2.Declividade Média 3.Densidade de Drenagem 4.Densidade de Lineamentos 5.Excedente Hídrico 6.Uso e Cobertura da Terra Vulnerabilidade 1.Densidade de Ocupação 2.Estágio de Ocupação 3.Ordenamento Urbano 4.Índice Abastecimento de Água 5.Índice Coleta de Esgoto 6.Índice Coleta de Lixo 7.Índice Instrução 8.Índice Renda Dano 1.Densidade de População 2.Exposição
  18. 18. Indicadores/índices: procedimento cálculo
  19. 19. No caso do perigo a escorregamento, foram aplicadas as seguintes regras: a) As unidades (UTB) caracterizadas como planície foram reclassificadas para a classe de perigo Muito Baixo ou Nulo (P0_ESC); b) As unidades (UTB) com declividade (DE) variando entre 0° e 9° foram reclassificadas para a classe de perigo Baixo (P1_ESC); c) Para as unidades (UTB) com declividade (DE) entre 9° e 17° foi mantido o resultado obtido da aplicação da equação 2; d) As unidades (UTB) com declividade (DE) entre 17° e 25° correspondentes às classes P1_ESC e P2_ESC foram reclassificadas para a classe de perigo Alto (P3_ESC); e) As unidades (UTB) com declividade (DE) > 25° foram reclassificadas para a classe de perigo Muito Alto (P4_ESC). Para o perigo de inundação foram aplicadas as seguintes regras: a) As unidades (UTB) caracterizadas como encosta foram reclassificadas para a classe de perigo de inundação Muito Baixo ou Nulo (P0_INUND). Indicadores/índices: equações e regras
  20. 20. Indicadores/índices: natureza dos atributos Comparar regiões diferentes: padrões para o Estado de São Paulo
  21. 21. Pontos fortes da abordagem da paisagem ● Unidade tem limites reconhecíveis no terreno; ● Uniformiza espacialmente atributos de diferentes natureza, escalas e resoluções; ● Própria para análises multidisciplinares; ● Facilita o processamento de dados: um plano de informação e uma tabela. ● Unidade tem limites reconhecíveis no terreno; ● Uniformiza espacialmente atributos de diferentes natureza, escalas e resoluções; ● Própria para análises multidisciplinares; ● Facilita o processamento de dados: um plano de informação e uma tabela.
  22. 22. Níveis de Gestão e Escalas/Resoluções <1m 1-5m 5-30m >30m / RESOLUÇÕES
  23. 23. Áreas/setores de risco escala 1:3.000 Áreas de risco escala 1:50.000
  24. 24. Mortes Desastres Afetados Mortes homicídios dolosos Inventário de eventos: Dados estatísticos

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