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  1. 1. Características da literatura realista<br />
  2. 2. Introdução <br />
  3. 3. Esses princípios geram as características fundamentais da literatura realista<br /><ul><li>Objetividade/ compromisso com a verdade
  4. 4. Contemporaneidade
  5. 5. Semelhança das personagens com o homem comum
  6. 6. A verossimilhança </li></li></ul><li>Diferenças entre naturalismo e realismo<br /><ul><li>Introdução
  7. 7. Conflito
  8. 8. Tratamento do tema</li></li></ul><li>Diferença entre romantismo e realismo<br />
  9. 9. Poesia romântica<br />Sese morrer de amor!<br />Se se morrer de amor- Não, não se morre,<br />Quando é fascinação que nos surpreende<br />De ruidoso sarau entre os festejos;<br />Quando luzes, calor, orquestras e flores<br />Assomos de prazer nos raiam n’alma,<br />Que embelezada e solta em tal ambiente<br />No que ouve, e no que vê prazer alcança!<br />Simpáticas feições, cintura breve,<br />Graciosa postura, porte airoso,<br />Uma fita, uma flor entre os cabelos,<br />Um quê mal definido, acaso podem<br />Num engano d’amor arrebatar-nos .<br />Mas isso amor não é; isso é delírio,<br />Devaneio, ilusão, que se esvaece<br />Ao som final da orquestra, ao derradeiro<br />Clarão, que as luzes no morrer dependem:<br />Se outro nome lhe dão, se o amor o chamam,<br />D’amor igual ninguém sucumbe á perda.<br />Amor é vida; é ter constantemente <br />Alma, sentidos, coração- abertos<br />Ao grande, ao belo; é ser capaz d’extremos,<br />D’altas virtudes, té capaz de crimes!<br />Compr’ender o infinito, a intensidade,<br />E a natureza e deus; gostar dos campos, d’aves, flores, murmúrios solitários; <br />Buscar tristeza, a soledade3,o ermo,<br />E ter o coração em riso e festa;<br />E á branda festa, ao riso da nossa alma<br />Fontes de pranto intercalar sem custo;<br />Conhecer o prazer e a desventura<br />No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto <br />O ditoso, o misérrimo dos entes:<br />Isso é amor, e desse amor se morre!<br />Gonçalves Dias<br />
  10. 10. Poesia realista<br />Hino á razão<br />Razão, irmã do amor e da justiça<br />Mais uma vez escuta a minha prece.<br />É a voz dum coração que te apetece,<br />Duma alma livre, só a ti submissa.<br />Por ti é que a poeira movediça<br />De astros e sóis e mundos permanece;<br />E é por ti que a virtude prevalece,<br />E a flor do heroísmo medra e viça.<br />Por ti, na arena trágica, as nações<br />Buscam a liberdade, entre clarões;<br />E os que olham o futuro e cismam, mudos,<br />Por ti , podem sofrer e não se abatem<br />Mãe dos filhos robustos, que combatem<br /> tendo o teu nome escrito em seus escudos!<br /> Antero de Quental<br />

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