II Reinado: o regresso conservador

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II Reinado: o regresso conservador

  1. 1. II Reinado: o regresso conservador D. Pedro II representado como o eixo de um carrossel. Na barra do vestido da mulher, lê-se “Partido Liberal”. Em oposição, o homem representa o Partido Conservador. Quem gira o carrossel é a Diplomacia.
  2. 2. ● Revolução Praieira (Pernambuco, 1848): a última revolta liberal ● Exigências: voto universal, federalismo e extinção do Poder Moderador. ● Restabelecimento da autoridade central (monarquia/centralização) ● “Parlamentarismo às avessas”: ● Parlamentarismo: Regime político no qual o chefe do governo (poder Executivo) é o primeiro-ministro e não o rei ou o presidente. O primeiro-ministro é escolhido pelo partido majoritário do Parlamento (poder Legislativo). Assim, Legislativo > Executivo. ● No Brasil: Primeiro-ministro escolhido pelo Imperador e Manipulação da Câmara (Legislativo) para que vencesse o partido do primeiro-ministro escolhido. Assim, Executivo > Legislativo
  3. 3. ● Partido Conservador e Partido Liberal: alternância pacífica no poder: “O debate foi substituído pela negociação e pela troca de favores, em vez de oposição e rivalidade, havia a concordância entre os partidos. (…) O arranjo entre liberais e conservadores foi possível porque ambos tinham muito em comum: pertenciam à camada senhorial (…); queriam o poder político para ampliar seu prestígio e fortalecer sua autoridade (…); defendiam a manutenção da escravidão; e temiam as revoltas populares por ameaçarem a posição social de seus membros”. (DOMINGUES, p. 168)
  4. 4. ● Ascensão dos barões do café aumento do→ consumo mundial em fins do XVIII
  5. 5. ● Mudança do eixo econômico do nordeste para o sudeste manutenção da escravidão→ Produtos 1821-1830 1831-1840 1841-1850 1851-1860 Açúcar 30,1 24,0 26,7 21,2 Algodão 20,6 10,8 7,5 6,2 Café 18,4 43,8 41,5 48,8 Brasil: Principais produtos exportados (em %) (Adaptado de NOYA PINTO, apud MONTEIRO, 1990:140)
  6. 6. “O açúcar e o algodão, que eram os principais produtos da exportação brasileira, tinham sua produção concentrada fundamentalmente no Nordeste do país. Ao assumir o café esse papel de proeminência, dava-se a mudança do eixo econômico daquela região para o sudeste (…). O grupo ligado ao café (…) assume no novo bloco de poder a hegemonia (…). As demais regiões e seus respectivos grupos dominantes entrariam nesse grupo em posição secundárias, porém concordes [de acordo] com os barões do café, porque, apesar das divergências eventuais, estavam unidos em torno da defesa da ordem e da manutenção da grande propriedade escravocrata.” (MONTEIRO, 1990: p.140)
  7. 7. “O açúcar e o algodão, que eram os principais produtos da exportação brasileira, tinham sua produção concentrada fundamentalmente no Nordeste do país. Ao assumir o café esse papel de proeminência, dava-se a mudança do eixo econômico daquela região para o sudeste (…). O grupo ligado ao café (…) assume no novo bloco de poder a hegemonia (…). As demais regiões e seus respectivos grupos dominantes entrariam nesse grupo em posição secundárias, porém concordes [de acordo] com os barões do café, porque, apesar das divergências eventuais, estavam unidos em torno da defesa da ordem e da manutenção da grande propriedade escravocrata.” (MONTEIRO, 1990: p.140)

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