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End.: Rua Arroio Grande, 50 – Cavalhada
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Relevância:
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Objetivo geral:
 Contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas
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Objetivos específicos:
 Promover o trabalho da SEDA na comunidade;
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Metodologia:
 As famílias apresentam a demanda de animais para
castrar e solicita apoio do CRAS;
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 Faz-se um levantamento do número de animais a
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 Os profissionais da SEDA examinam os animais e os
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Impacto social:
 As campanhas são bem aproveitadas pela
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 Através de relatos da própria comunidade, tem
diminuído consideravelmente a quantidade de
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Para reflexão...
 “A grandeza de uma terra e o grau de
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  1. 1. FAMÍLIAS E ANIMAIS DOMÉSTICOS: REPENSANDO AS RELAÇÕES. Serviço: CRAS Centro Sul End.: Rua Arroio Grande, 50 – Cavalhada POA Região 12 Técnicos responsáveis: Luanda Boschetti (Psicóloga) Lilian Schreiner (Assistente Social)
  2. 2. Especificação território: Loteamento Cavalhada, Camaquã, Vila Monte Cristo, Cohab cavalhada, São Vicente, Cavalhada, Eduardo Prado, Padre Réus, Padre Maciel, Afonso Arinos, Funil, Vila do Bosque, Pita Pinheiro, Campo Novo, Vila Nova, Vila Bosque, Alto Erechim, Nonoai, Teresópolis, Amapá, São Sebastião, Rio Grande, Morro Quente, Jardim das Palmeiras, Laguna, Campos do Cristal, Vicente Monteggia, Florinha.
  3. 3. Relevância:  Tendo em vista a criação da SEDA (secretaria dos Direitos Animais) e, tendo em vista o fato de já termos um olhar para as questões que envolvem animais domésticos e de estimação, passamos a incluir em nossa avaliação das situações familiares a existência desses animais, principalmente cães e gatos.
  4. 4.  Considerando as orientações técnicas sobre o PAIF (Proteção e Atendimento Integral á Família) alguns objetivos das ações comunitárias prevêem a mobilização social, protagonismo, organização comunitária, estimulando a participação cidadã.  Passamos a considerar a presença dos animais nas famílias, avaliando as condições de saúde e qualidade de vida, bem como os aspectos afetivos nas relações entre animais e pessoas.
  5. 5.  Alguns estudos apontam que há vantagens com a convivência entre animais de estimação e pessoas, que vão da infância à terceira idade. Trata-se de uma relação repleta de aprendizados diários.  A infância se beneficia do contato pelo auxílio no aprendizado de valores e ter um animado companheiro para brincar e se divertir.
  6. 6.  Para a terceira idade, o animal é o companheiro ideal, uma razão a mais para viver, considerando que os animais estão sempre disponíveis para oferecer carinho e companhia. Além disso, contribuem para o resgate da sensação de prazer relacionada ao cuidado com o outro.
  7. 7.  Na medida em que percebíamos a relevância da presença dos animais nas famílias e na comunidade surgiu a idéia de, articulando ações com a SEDA, promovermos campanhas informativas e de esterilização de cães e gatos na comunidade, além de verificar as condições de saúde dos mesmos, através de consultas veterinárias, incluindo desverminação.
  8. 8.  A convivência das famílias com animais domésticos ganha visibilidade na medida em que os serviços consideram essa realidade. Citamos um exemplo de novas configurações familiares, que incluem o animal de estimação:  “Minha família é assim um pouco diferente. Eu tenho um monte de irmão, já nem sei mais quantos... É que assim, meu pai casou com a minha mãe e teve eu e mais dois. Depois minha mãe teve outros filhos com meu padrasto [...]. Somos um monte lá em casa, tem uns que moram nos fundos e tem meus cachorros também... Já são da família. Acho que família é isso. [...]”
  9. 9.  Nas ações propostas, estão incluídas famílias acompanhadas pelo PAIF, outras que são atendidas assistematicamente, e aquelas que, ainda não conhecem o trabalho do CRAS, e procuram a ação comunitária somente pela necessidade do animal, possibilitando que a técnica conheça essa família além do atendimento aos seus animais. Por várias vezes a família ficou conhecida a partir dessa ação.
  10. 10.  Nesse sentido, exemplificamos com o caso de D. Jussara, que procurou ajuda porque seu animal estava com sangramento decorrente do parto.  Através dos atendimentos de saúde deste animal, passamos a nos comunicar com a família, o que nos possibilitou conhecer sua realidade.
  11. 11.  Jussara ainda não havia realizado o cadastro único, tampouco recebia algum benefício, trabalhava como diarista, sendo essa a única renda da família, que estava passando por sérias dificuldade financeiras.  Tinha dois filhos que estudavam e ficavam em casa no turno inverso da escola. Orientamos que a usuária realizasse o cadastro, informando os benefício que tem direito, e convidamos os filhos a conhecerem o Projovem.  Atualmente, D. Jussara conseguiu a tarifa social da energia elétrica e os filhos estão freqüentando o Projovem.
  12. 12.  Além da aproximação com as famílias e atuação nas ações comunitárias, acreditamos que as campanhas de esterilização melhoram consideravelmente a qualidade de vida das comunidades atendidas.  Estudos indicam que a esterilização é o método preventivo mais eficaz e recomendado no controle populacional dos animais domésticos. Torna-os menos agressivos, provocam menos brigas, lutando menos por demarcação territorial, atacam ou mordem com menos freqüência. Além disso, a esterilização não parece afetar o comportamento de guarda, no caso dos cães.
  13. 13.  Animais castrados perambulam menos, se perdem menos, pois os hormônios que orientam o instinto para busca de parceiros são removidos. Animais esterilizados tem menos propensão a desenvolver doenças como tumores e infecções em geral.
  14. 14. Objetivo geral:  Contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades atendidas pelo CRAS através de ações de cuidado aos animais. Objetivos específicos:  Promover ações de esterilização para evitar procriação excessiva e indesejada, bem como o abandono de cães e gatos,  Conscientizar a família para posse responsável de seus animais;  Evitar a proliferação de doenças e epidemias em animais domésticos;
  15. 15. Objetivos específicos:  Promover o trabalho da SEDA na comunidade;  Estimular ações intersetoriais, valorizando as redes de atendimento;  Orientar as famílias a buscar atendimento especializado em situação de doença dos animais;  Estimular a organização comunitária;  Fortalecer os vínculos das famílias do território com o CRAS;  Mobilizar as famílias para o protagonismo social e participação cidadã.
  16. 16. Metodologia:  As famílias apresentam a demanda de animais para castrar e solicita apoio do CRAS;  A assistente social entra em contato com o PSF da comunidade, que precisa formalizar o pedido para a SEDA através do serviço 156;  A UBS fornece o número do protocolo ao CRAS, e juntos fazem contato com a SEDA para organizar a campanha;
  17. 17.  Faz-se um levantamento do número de animais a serem esterilizados;  No momento em que é marcada a data da ação, iniciam-se os trabalhos de divulgação do dia, local e hora, através de visitas domiciliares em locais pré- definidos, distribuição de folhetos informativos, cartazes na comunidade, na unidade de saúde, no CRAS e demais entidades envolvidas na ação;  No dia da ação o ônibus da SEDA chega ao local determinado, organiza a estrutura e o espaço.
  18. 18.  As pessoas que vão chegando com seus animais, são orientadas a se organizarem em fila por ordem de chegada, apresentando seus documentos de identificação e número de NIS;  Os donos dos animais dão orientados sobre o procedimento e cuidados posteriores. É o momento em que a comunidade pode esclarecer suas dúvidas.
  19. 19.  Os profissionais da SEDA examinam os animais e os conduzem para gaiolas dentro do ônibus, devidamente identificados, para serem conduzidos à sede da secretaria, onde serão feitas as cirurgias.  O número de animais atendidos depende do número de gaiolas disponibilizadas, mas gira em torno de 30 animais por ação.  Combina-se com os donos dos animais, local e hora para buscarem os mesmos após a cirurgia.
  20. 20.  Durante a ação, a assistente social do CRAS dialoga com as pessoas, procura conhecer novas famílias, orienta, auxilia nas informações, tranqüiliza, busca saber qual a situação do cadastro único de cada família, informa sobre os serviços do CRAS, novos programas e projetos, revê famílias afastadas do atendimento, agenda novos atendimentos, entre outras ações.  No dia marcado, o ônibus retorna com os animais, onde seus donos já estão esperando. A assistente social do CRAS se faz presente e acompanha a ação, fortalecendo o vínculo com as famílias e com a comunidade em geral.
  21. 21. Impacto social:  As campanhas são bem aproveitadas pela comunidade, pois o número de famílias que procura e se beneficia é considerável em todas as ações, atingindo sempre o número limite de animais a serem atendidos e quase sempre existe uma lista de espera.  Ressaltamos que a adesão é voluntária, sendo que as pessoas não são obrigadas a esterilizarem seus animais. Trata-se de um processo contínuo de conscientização.
  22. 22.  Através de relatos da própria comunidade, tem diminuído consideravelmente a quantidade de animais doentes, pelo controle das epidemias e doenças transmissíveis. Ainda não se pode dizer que o número de cães e gatos que circulam pela comunidade, sem dono, diminuiu, pois o crime do abandono ainda persiste. Para isso, focamos bastante nosso trabalho no estímulo á adoção e posse responsável.
  23. 23. Para reflexão...  “A grandeza de uma terra e o grau de civilidade de seu país, podem ser julgados pela forma como tratam os seus animais.” (Mahatma Gandhi).
  24. 24.  “O mundo é um lugar perigoso para a vida dos seres humanos e não humanos, não só por causa dos que fazem o mal, mas, pesadamente, por aqueles que observam e deixam o mal acontecer.” (Albert Einstein)
  25. 25. “A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter...Quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.” (Arthur Schopenhauer)

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