FICA O ERUDITO PELO NÃO DITO
rupturaCON tradição
banda cabaçal do crato e orquestra sinfônica na Teia-2010
P o n t o s d e C u l t u r a – e n f i m o p o r r e d e M á r i o c o m O s w a l d
luz...
camera...
tambores...
ação!!
cineclube em candomblé – cachoeira BA
...tudo muito além de “tecnologia social”, mas intervenção política e estética
choque -
construtivo
brasis no
caldeirão
o barraco no barroco
Tupi or not Pitu
um brasil ávido...
...o brasil grávido
a v e r t i g e m d o i m a g i n á r i o
x
a v i s a g e m d a d e s i n v e n ç ã o
inclusão não é inserir no padrão
miguel couto – baixada fluminense
um Br asi l sem i l has – aber t o par a t r ocas
o p r o f a n o d a r u a s e c o n s a g r a e m s a c r o o f í c i o
a fé não costuma falhar - Gil
ponto do quilombo kaonge em santiago de iguape-BA
do salão de dança a sala de edição
quilombo Kaonge - BA
há um outro país sob outros olhares de novas realidades reinventadas
vias e desvios – não há como impedir o choque...
...mas há como fortalecer a diversidade dos pontos de vista
um outro olhar,
reinventa
vídeo nas aldeias
novos cânones, outros canais
o garoto é funk, o pai foi boiadeiro: as miçangas travestem
cabaças elétricas pneus percussivos fitas do bomfim magnéticas ebós e-books
o aboio tem passagem de som no palco tekhno
Guaranis-MS kaiowa em hiphop e o
rap repente do rapadura xique-chic-DF
grial e griot -
cavalo marinho&contemporâneo
posso ser o que você é sem deixar de ser quem sou
i d e n t i d a d e e m p e r m a n e n t e c o n s t r u ç ã o
o sagrado desconfia do consagrado
VAI NESSA DUDU.......duchamp...
ocupar corredores antes inacessíveis
espírito republicano
lutar por mudanças e
combater o medo de
quem teme mudar
os párias da pátria deixam a exclusão: somos ...
o concer t o dos cam pos i m possí vei s
dimensões
do simbólico
da cidadania
da economia
detalhe painel de Portinari no
Capanema- Rio (primeiro
Diálogo Cultural)
o diferente é que as políticas são legitimadas por gente
lidar com as peças - consolidar as pessoas
axé com crachá
a cultura cai de boca na vida – gênero de primeira necessidade
basta de figuração! agora, ocupação protagonista
o dia em que rouanet começou virar raoni
o crachá não vai matar o axé
fluxo x estrutura
o est ado não im põe, o est ado dispõe
estrutura x fluxo
o C N P J p o d e m a t a r o s o n h o ?
antes do desfile tem o barracão
ginga x gangue
a u r g ê n c i a d e u m a L e i C u l t u r a Vi v a p a r a
escapar dos humores instáveis dos governantes –
p r o g r a...
a busca de um estado em diálogo com a sociedade:
PNC, II CNC,SNC, Colegiados, Câmaras Setoriais, editais
públicos etc...
FUNDOS
para sair do fundo
a luta por mais verba para a cultura
PEC 150 – continuidade nos Programas
o diálogo é político:
sai de cena o movimento cultural em busca de unicidade;
entra no terreiro a cultura em movimento sob...
estranhamentos: gestor que canta e dança mexer na política pública
o sentido maior
do diálogo
é estético:
a cultura popular sai do formol
folklore
e cai na vida
sob e sobre novas interações...
o feito com afeto
política pública sem ranço nem rancor
ponte entre linguagens – pontos de costura
pontos de cultura
TEIA é não discriminar expressões por situação econômica ou territorial...
– todos são “centro” por deter um saber ou um fazer,
sendo sua “periferia” quem com ele interage...
redes rompem paredes
potencializar o que já pulsa vivo na sociedade
Ações do Programa Cultura Viva:
Cultura e saúde
Griots
Economia Viva
Bolsas...
somos soma
a r t e c o m o p r o d u t o
c u l t u r a f e i t a p r o c e s s o
a v e z d e q u e m n ã o v i a
REVIDE
O
ADVERSO
luiz hermano – galeria – museu tito clemente – galera – ponto poleiro
“...só a antropofagia nos une...”
oswald de andrade
Mário de Andrade, das Políticas
Públicas ,encontra o canibal Oswald
e chama Darcy Ribeiro, Lina Bo Bardi,
Aloísio Magalhãe...
Chico Antonio inspirador da
Pancada do Ganzá de
Mário de Andrade – hoje,
Ponto de Cultura RGNorte
aqui viveu Chico Antonio
pecado original:
o curvo, impreciso,
a surpresa versus
o reto, o monotemático,
o previsível
a peleja do redutor pensamento único VERSUS a diversidade dos muitos em um
o fator humano
desestabiliza;
o artefato cultural
ressignifica;
um a ar t e s e m e nf ar t e : or gâni c a, c om prom e t i da, pl ur al
um a ar t e s e m ar t i f í c ios: na ve i a, d...
fabricação das realidades
o povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe...GIL
apropriações
permanentes
o cultural interfere, interage, interpreta, intervém com o natural
...e até com o sobrenatural...
o o l h o d e s c r e v e a p a i s a g e m , o o l h a r a i n v e n t a
transfusão
de ícones
se o presidente vem do povo
a tendência é menosprezar ações
como “cultura bumba-meu-boi”
vergara e o cacique de ramos
C P C – a n o s 6 0 :
o povo como fetiche;
vanguardas determinam caminhos;
estética direcionada ;
a eterna busca intelectu...
Noite do Pontão do Jongo em
Vassouras RJ: o antigo Paço Municipal
dos barões,
agora é de quem liberta
e u s i n t o , e u s e i , e u p o s s o , e u f a ç o , e u m u d o
coletivo mistérios e novidades-rio
hoje:
mix rural em
fluxo urbano
fluxo rural
em mix urbano
a felicidade guerreira – atuar pelas f(r)estas
simbolismo estático sem tentar misturas nem admitir
intervenções que provoquem atritos criativos;
forte carga ideológica n...
o real e o
cenográfico
o s e r t ã o n ã o v i r o u m a r k e t i n g . . .
MANDRAKARU
hoje...
C u l t u r a
e m
M o v i m e n t o
recepção digerida
em ativo ato de
retransmissão
à sombra das parabólicas em flor – samba de cumbuca do quilombo de salinas-PI
e x i s t o , c r i o e t a m b é m q u e r ...
organização e consciência do valor individual no coletivo
TUA CULTURA ATUA - para mudar a realidade;
Domínio da criação e
produção do próprio
conteúdo;
Diversidade imensa de
pontos de vista;
Linguagens estéticas
múltiplas e...
MinC – deveria fortalecer
o transe entre criatura e criação;
o trânsito entre criador e obra...
o B r a s i l o r g â n i c o v i v e e m e x e r c í c i o p e r m a n e n t e
o c l e r o s a g r a o t e r r e i r o
não há
patrimônio
da
humanidade
sem o
humano
novos eixos de transmissão do saber – pelo fazer...
...e pelo testemunho vivo dos que pensam e fazem
G U E TO E U N Ã O T E A G U E N TO :
APIMENTAR O APETITE VORAZ DE QUEM ESTAVA OCULTO
nova Iguaçu – embaixada fluminense c...
G i l -Ber l im ( 2005) :
“descom pr i m i r
a mola, abrir a represa,
libertar o vôo...e não sabemos
no que isso vai dar.....
quando se é capaz o capuz é outro
cultura x culatra
um toque sem barreiras
se o Estado chegar antes, não precisaremos de UPP depois
ministros do MERCOSUL na rocinha-rio
a pulsação orgânica reinventa a estrutura
eletroritos
m u d a r e n q u a n t o s e m u d a
r e i n v e n t a r a t r a d i ç ã o
ao proclamar a diversidade e
praticar políticas de celebração
da mestiçagem confrontam-se:
- o mercantilismo da arte;
- o ...
“Agora fala quem só ouvia”
lema de rádio comunitária - sp
COMO INJETAR VIDA NAS
CAMADAS INSTITUCIONAIS?
como conjugar o simbólico,
o econômico e a cidadania
O IMAGINÁRIO NO PODER
P R O C E S S O P E R M A N E N T E
balé antistatusquo-df
o EXUmonumental
Brasília – na entrecruzilhada
das contradições nacionais
primeira foto da cidade-cul...
ponto do Seu Estrelo – brasília -df
antes, só a vaca ia pro brejo...
fazer de cada local um lugar
cabeças r econect adas por novas ar m as:
t ecnol ogi a acessí vel
R ED ESC O B R I R R EEN C A N TA R
R EFO R Ç A R A S
FO R Ç A S O C U LTA DA S
ANTES INVISÍVEIS PASSIVOS
AGORA VISÍVEIS A...
“ s a l v e - s e q u e m s o u b e r ”
S M E T A K
atuar pelas artes
ativar pela linguagem
CHE-sburguer
diluição total e canibalismo:
perda das fronteiras e signos
montagem el quijote congresso iberoamaericano homenagem aos pontos de cultura - colômbia na palmares
marcha de Buenos Aires pelos Puntos em 2 de dezembro 2010
rede latinoamericana
segue MERCOSUL
pelos Puntos de Cultura:
uruguai, colômbia e argentina
Presídio San Martin –
Buenos Aires
na frente como
um Punto de Cultura
argentino
plataforma puente-colombia
ponto de cultura de Viena –
chegou a hora dessa gente
esbramquiçada mostrar seu valor...
Oxossi
arma o
arco sobre
as arcadas
européias
Pontos em
debate: Londres
aldeias guaranis
no centro
articulado
dos pontos
de fronteira
Murgas de Rio Branco-Uruguai
em diálogo nos pontos de fronteira
para um carnaval comum com o Brasil
Peru-Brasil – o GPS dos Ashaninkas segue o imaginário/Ponto Apiwtxa-Acre
antes - fraternos nas sombras,
hoje - ao sol da solidariedade
o s i s t e m a e n x e r g a
o r g a n i z a ç õ e s ,
s e m v e r o o r g â n i c o
Mandela, o oprimido, faz hoje a cabeça do antigo opressor
Londres- 2010
eu sou
o outro
em mim
mostra dos pontos na 12ª. conferencia
internacional da ONU-2010 sobre alternativas contra o crime
lina bo bardi, aloysio magalhaes, darcy ribeiro:
intervenção altera pela invenção
conjugar o princípio
da invenção
e do prazer
no desenvolvimento
pleno do humano
essa escala é o
módulo para
os modelos de
desenvolvimento:
a c u l t u r a c o m o
r e f e r ê n c i a d a s
e c o n o m i a s
entrencruzilhadas
conexões
políticas – com continuidade
marcos regulatórios – legislação
ferramentas – equipamentos -
fome...
a sociedade convocada precisa de retorno comprometido
não temo – temos uns aos outros
SINCRÉ
SIMBIÔ
C u r t o s C i r c u i t o s –
nem sempre se quer
a fusão,
mais vale a fundição
entre opostos
ARI-Ó, JOVEM YAWLAPITI; SEGUNDO O CHEFE ARITANA CADA UM RESPONDE PELO QUE FAZ OU PINTA
a mesa está posta:
comunidades
dão o seu ponto de vista
sobre a própria história
educação – cultura
aliança libertária para mudanças
ACESSO NÃO SÓ AO FRUIR, MAS AO CRIAR
samba de cumbuca – quilombo de salinas piauí
r espeito se conquista
Ponto de cultura do quilombo do Kaonge santiago do iguape-ba
a f a n t a s i a n o s r e v e l a
s e t e m o D O M . . .
. . . r e p a r t e C O M
Reverter o
Reverso da
opressão:
combate
pela beleza
morro do Vidigal - ponto nós do cinema ponto da Tia Bete no Alemão
superação
tua cultura atua
a festa liberta
a festa é libertária
s e m l i m i t e s n e m p e n a ,
q u a n d o a
a l m a n ã o é p e q u e n a
dragões reconciliados
g r a n d e z a c o r d i a l : u m a p o n t i n h a e p a p e l , b r o t a u m a r a i n h a
a moça põe a mão na massa: cortejo da reproclamação
o q u e é
m a i s r e a l ?
meu vestido de
sonho que me faz
inteiro, onde vivo,
ou
as vestes que
me impõem
uma realidade
e...
t a m b o r e s d i g i t a i s , t a m b é m c o m o
t a m b o r e s d i g i t a d o s , t e c l a s e m p e r c u s s ã o
2006
os pontos no terreiro da 29ª. Bienal-SP
– interações irrestritas estéticas
2010
sem ser a igreja universal do reino do chip –
software livre e conteúdos libertários
A primeira teia SP – foi o jorro, o
estamos aqui e viemos pra ficar;
A segunda teia BH – a sociedade se
estrutura na criaç...
criar repertórios, praticar estéticas e obter as ferramentas que ampliem
nossa consciência em linguagem e atitude
a legitimação da rede – nós desatamos os nós
tema do cortejo Dragão do Mar para a Teia 2010-Ceará
do do-in
antropológico
ao do-it
antropofágico
vade retro
retrocesso
o b r i n c a n t e
d e s v e s t e o b o d e
cortejo da reproclamação da republica, TEIA, 15 de nov...
o processo em construção coletiva – não há Programa sem atores
montagem coletiva de EL QUIJOTE com pontos do Brasil e teat...
p o d e o E s t a d o c o n v i v e r c o m t a n t a d i v e r s i d a d e ?
é c a p a z d e a c e i t a r t a n t a a u t o n o m i a d a s o c i e d a d e ?
c o n s e g u i r á s e o r i e n t a r e n t r e t a n t a s o r i e n t a ç õ e s ?
suportará tanta beleza?
n ó s s o m o s o s a u t o r e s d a s a u t o r i d a d e s
c u l t u r a é e q u i l í b r i o i n s t á v e l
infinito circular
p r o c e s s o p e r m a n e n t e
fotos textos:TT Catalão é preciso estetizar o discurso e proclamar as narrativas em sons, corpo, forma e imagens
seu teodo...
Catálogo expo Teia 2010 – curadoria Bené Fonteles
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
333 tt rupturaco ntradição novembro2012
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

333 tt rupturaco ntradição novembro2012

850 visualizações

Publicada em

uma viagem sobre a diversidade da cultura popular brasileira em fotos e textos de TT Catalão sobre as narrativas simbólicas dos Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva

Publicada em: Arte e fotografia
  • Seja o primeiro a comentar

333 tt rupturaco ntradição novembro2012

  1. 1. FICA O ERUDITO PELO NÃO DITO rupturaCON tradição
  2. 2. banda cabaçal do crato e orquestra sinfônica na Teia-2010
  3. 3. P o n t o s d e C u l t u r a – e n f i m o p o r r e d e M á r i o c o m O s w a l d
  4. 4. luz... camera... tambores... ação!! cineclube em candomblé – cachoeira BA
  5. 5. ...tudo muito além de “tecnologia social”, mas intervenção política e estética
  6. 6. choque - construtivo brasis no caldeirão
  7. 7. o barraco no barroco
  8. 8. Tupi or not Pitu
  9. 9. um brasil ávido...
  10. 10. ...o brasil grávido
  11. 11. a v e r t i g e m d o i m a g i n á r i o x a v i s a g e m d a d e s i n v e n ç ã o
  12. 12. inclusão não é inserir no padrão
  13. 13. miguel couto – baixada fluminense
  14. 14. um Br asi l sem i l has – aber t o par a t r ocas
  15. 15. o p r o f a n o d a r u a s e c o n s a g r a e m s a c r o o f í c i o
  16. 16. a fé não costuma falhar - Gil
  17. 17. ponto do quilombo kaonge em santiago de iguape-BA
  18. 18. do salão de dança a sala de edição quilombo Kaonge - BA
  19. 19. há um outro país sob outros olhares de novas realidades reinventadas
  20. 20. vias e desvios – não há como impedir o choque...
  21. 21. ...mas há como fortalecer a diversidade dos pontos de vista
  22. 22. um outro olhar, reinventa vídeo nas aldeias
  23. 23. novos cânones, outros canais
  24. 24. o garoto é funk, o pai foi boiadeiro: as miçangas travestem
  25. 25. cabaças elétricas pneus percussivos fitas do bomfim magnéticas ebós e-books
  26. 26. o aboio tem passagem de som no palco tekhno
  27. 27. Guaranis-MS kaiowa em hiphop e o rap repente do rapadura xique-chic-DF
  28. 28. grial e griot - cavalo marinho&contemporâneo
  29. 29. posso ser o que você é sem deixar de ser quem sou i d e n t i d a d e e m p e r m a n e n t e c o n s t r u ç ã o
  30. 30. o sagrado desconfia do consagrado
  31. 31. VAI NESSA DUDU.......duchamp...
  32. 32. ocupar corredores antes inacessíveis
  33. 33. espírito republicano lutar por mudanças e combater o medo de quem teme mudar os párias da pátria deixam a exclusão: somos fios da mesma teia
  34. 34. o concer t o dos cam pos i m possí vei s
  35. 35. dimensões do simbólico da cidadania da economia detalhe painel de Portinari no Capanema- Rio (primeiro Diálogo Cultural)
  36. 36. o diferente é que as políticas são legitimadas por gente
  37. 37. lidar com as peças - consolidar as pessoas
  38. 38. axé com crachá
  39. 39. a cultura cai de boca na vida – gênero de primeira necessidade
  40. 40. basta de figuração! agora, ocupação protagonista
  41. 41. o dia em que rouanet começou virar raoni
  42. 42. o crachá não vai matar o axé
  43. 43. fluxo x estrutura o est ado não im põe, o est ado dispõe
  44. 44. estrutura x fluxo o C N P J p o d e m a t a r o s o n h o ?
  45. 45. antes do desfile tem o barracão
  46. 46. ginga x gangue
  47. 47. a u r g ê n c i a d e u m a L e i C u l t u r a Vi v a p a r a escapar dos humores instáveis dos governantes – p r o g r a m a d e E s t a d o , v a i a l é m d a g e s t ã o
  48. 48. a busca de um estado em diálogo com a sociedade: PNC, II CNC,SNC, Colegiados, Câmaras Setoriais, editais públicos etc...
  49. 49. FUNDOS para sair do fundo
  50. 50. a luta por mais verba para a cultura PEC 150 – continuidade nos Programas
  51. 51. o diálogo é político: sai de cena o movimento cultural em busca de unicidade; entra no terreiro a cultura em movimento sob ampla diversidade...
  52. 52. estranhamentos: gestor que canta e dança mexer na política pública
  53. 53. o sentido maior do diálogo é estético: a cultura popular sai do formol folklore e cai na vida sob e sobre novas interações, mídias e discursos...
  54. 54. o feito com afeto política pública sem ranço nem rancor
  55. 55. ponte entre linguagens – pontos de costura pontos de cultura
  56. 56. TEIA é não discriminar expressões por situação econômica ou territorial...
  57. 57. – todos são “centro” por deter um saber ou um fazer, sendo sua “periferia” quem com ele interage...
  58. 58. redes rompem paredes
  59. 59. potencializar o que já pulsa vivo na sociedade Ações do Programa Cultura Viva: Cultura e saúde Griots Economia Viva Bolsas Agente Cultura Viva Cultura Digital Tuxaua Mídias Livres Interações Estéticas Programa Cultura Viva, criado em 2004
  60. 60. somos soma
  61. 61. a r t e c o m o p r o d u t o c u l t u r a f e i t a p r o c e s s o
  62. 62. a v e z d e q u e m n ã o v i a
  63. 63. REVIDE O ADVERSO luiz hermano – galeria – museu tito clemente – galera – ponto poleiro
  64. 64. “...só a antropofagia nos une...” oswald de andrade
  65. 65. Mário de Andrade, das Políticas Públicas ,encontra o canibal Oswald e chama Darcy Ribeiro, Lina Bo Bardi, Aloísio Magalhães, Gilberto Freire, Anísio Teixeira, Glauber Rocha, Milton Santos, Paulo Freire, Villa-Lobos, Guimarães Rosa, etc
  66. 66. Chico Antonio inspirador da Pancada do Ganzá de Mário de Andrade – hoje, Ponto de Cultura RGNorte aqui viveu Chico Antonio
  67. 67. pecado original: o curvo, impreciso, a surpresa versus o reto, o monotemático, o previsível
  68. 68. a peleja do redutor pensamento único VERSUS a diversidade dos muitos em um
  69. 69. o fator humano desestabiliza;
  70. 70. o artefato cultural ressignifica;
  71. 71. um a ar t e s e m e nf ar t e : or gâni c a, c om prom e t i da, pl ur al um a ar t e s e m ar t i f í c ios: na ve i a, di re t a, por t odas as vi as
  72. 72. fabricação das realidades
  73. 73. o povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe...GIL
  74. 74. apropriações permanentes
  75. 75. o cultural interfere, interage, interpreta, intervém com o natural
  76. 76. ...e até com o sobrenatural...
  77. 77. o o l h o d e s c r e v e a p a i s a g e m , o o l h a r a i n v e n t a
  78. 78. transfusão de ícones se o presidente vem do povo a tendência é menosprezar ações como “cultura bumba-meu-boi”
  79. 79. vergara e o cacique de ramos
  80. 80. C P C – a n o s 6 0 : o povo como fetiche; vanguardas determinam caminhos; estética direcionada ; a eterna busca intelectual de uma pureza irreal... cul t ur a “m essi âni ca” a par t i r de event os – transmissão alta – recepção passiva Rural em conflito com o Urbano
  81. 81. Noite do Pontão do Jongo em Vassouras RJ: o antigo Paço Municipal dos barões, agora é de quem liberta
  82. 82. e u s i n t o , e u s e i , e u p o s s o , e u f a ç o , e u m u d o coletivo mistérios e novidades-rio
  83. 83. hoje: mix rural em fluxo urbano fluxo rural em mix urbano
  84. 84. a felicidade guerreira – atuar pelas f(r)estas
  85. 85. simbolismo estático sem tentar misturas nem admitir intervenções que provoquem atritos criativos; forte carga ideológica na condução do que seria ou não “autêntico”;
  86. 86. o real e o cenográfico
  87. 87. o s e r t ã o n ã o v i r o u m a r k e t i n g . . . MANDRAKARU
  88. 88. hoje... C u l t u r a e m M o v i m e n t o recepção digerida em ativo ato de retransmissão
  89. 89. à sombra das parabólicas em flor – samba de cumbuca do quilombo de salinas-PI e x i s t o , c r i o e t a m b é m q u e r o m o s t r a r
  90. 90. organização e consciência do valor individual no coletivo TUA CULTURA ATUA - para mudar a realidade;
  91. 91. Domínio da criação e produção do próprio conteúdo; Diversidade imensa de pontos de vista; Linguagens estéticas múltiplas e interações sem barreiras;
  92. 92. MinC – deveria fortalecer o transe entre criatura e criação; o trânsito entre criador e obra...
  93. 93. o B r a s i l o r g â n i c o v i v e e m e x e r c í c i o p e r m a n e n t e
  94. 94. o c l e r o s a g r a o t e r r e i r o
  95. 95. não há patrimônio da humanidade sem o humano
  96. 96. novos eixos de transmissão do saber – pelo fazer...
  97. 97. ...e pelo testemunho vivo dos que pensam e fazem
  98. 98. G U E TO E U N Ã O T E A G U E N TO : APIMENTAR O APETITE VORAZ DE QUEM ESTAVA OCULTO nova Iguaçu – embaixada fluminense comcausa
  99. 99. G i l -Ber l im ( 2005) : “descom pr i m i r a mola, abrir a represa, libertar o vôo...e não sabemos no que isso vai dar...”
  100. 100. quando se é capaz o capuz é outro cultura x culatra
  101. 101. um toque sem barreiras
  102. 102. se o Estado chegar antes, não precisaremos de UPP depois ministros do MERCOSUL na rocinha-rio
  103. 103. a pulsação orgânica reinventa a estrutura
  104. 104. eletroritos
  105. 105. m u d a r e n q u a n t o s e m u d a
  106. 106. r e i n v e n t a r a t r a d i ç ã o
  107. 107. ao proclamar a diversidade e praticar políticas de celebração da mestiçagem confrontam-se: - o mercantilismo da arte; - o império do produto como único valor de avaliação; - o achatamento das expressões regionais;
  108. 108. “Agora fala quem só ouvia” lema de rádio comunitária - sp
  109. 109. COMO INJETAR VIDA NAS CAMADAS INSTITUCIONAIS? como conjugar o simbólico, o econômico e a cidadania
  110. 110. O IMAGINÁRIO NO PODER
  111. 111. P R O C E S S O P E R M A N E N T E
  112. 112. balé antistatusquo-df o EXUmonumental Brasília – na entrecruzilhada das contradições nacionais primeira foto da cidade-cultura Mario Fontenelle
  113. 113. ponto do Seu Estrelo – brasília -df
  114. 114. antes, só a vaca ia pro brejo...
  115. 115. fazer de cada local um lugar
  116. 116. cabeças r econect adas por novas ar m as: t ecnol ogi a acessí vel
  117. 117. R ED ESC O B R I R R EEN C A N TA R R EFO R Ç A R A S FO R Ç A S O C U LTA DA S ANTES INVISÍVEIS PASSIVOS AGORA VISÍVEIS ATIVOS
  118. 118. “ s a l v e - s e q u e m s o u b e r ” S M E T A K
  119. 119. atuar pelas artes ativar pela linguagem
  120. 120. CHE-sburguer diluição total e canibalismo: perda das fronteiras e signos
  121. 121. montagem el quijote congresso iberoamaericano homenagem aos pontos de cultura - colômbia na palmares
  122. 122. marcha de Buenos Aires pelos Puntos em 2 de dezembro 2010
  123. 123. rede latinoamericana segue MERCOSUL pelos Puntos de Cultura: uruguai, colômbia e argentina
  124. 124. Presídio San Martin – Buenos Aires na frente como um Punto de Cultura argentino
  125. 125. plataforma puente-colombia
  126. 126. ponto de cultura de Viena – chegou a hora dessa gente esbramquiçada mostrar seu valor...
  127. 127. Oxossi arma o arco sobre as arcadas européias
  128. 128. Pontos em debate: Londres
  129. 129. aldeias guaranis no centro articulado dos pontos de fronteira
  130. 130. Murgas de Rio Branco-Uruguai em diálogo nos pontos de fronteira para um carnaval comum com o Brasil
  131. 131. Peru-Brasil – o GPS dos Ashaninkas segue o imaginário/Ponto Apiwtxa-Acre
  132. 132. antes - fraternos nas sombras, hoje - ao sol da solidariedade
  133. 133. o s i s t e m a e n x e r g a o r g a n i z a ç õ e s , s e m v e r o o r g â n i c o
  134. 134. Mandela, o oprimido, faz hoje a cabeça do antigo opressor Londres- 2010
  135. 135. eu sou o outro em mim mostra dos pontos na 12ª. conferencia internacional da ONU-2010 sobre alternativas contra o crime
  136. 136. lina bo bardi, aloysio magalhaes, darcy ribeiro: intervenção altera pela invenção
  137. 137. conjugar o princípio da invenção e do prazer no desenvolvimento pleno do humano
  138. 138. essa escala é o módulo para os modelos de desenvolvimento:
  139. 139. a c u l t u r a c o m o r e f e r ê n c i a d a s e c o n o m i a s
  140. 140. entrencruzilhadas conexões políticas – com continuidade marcos regulatórios – legislação ferramentas – equipamentos - fomento com sustento – fundos marco zero brasília rodoviária/governo – estado teta ou tutor x estado compartilhado?
  141. 141. a sociedade convocada precisa de retorno comprometido
  142. 142. não temo – temos uns aos outros
  143. 143. SINCRÉ SIMBIÔ
  144. 144. C u r t o s C i r c u i t o s – nem sempre se quer a fusão, mais vale a fundição entre opostos
  145. 145. ARI-Ó, JOVEM YAWLAPITI; SEGUNDO O CHEFE ARITANA CADA UM RESPONDE PELO QUE FAZ OU PINTA
  146. 146. a mesa está posta: comunidades dão o seu ponto de vista sobre a própria história
  147. 147. educação – cultura aliança libertária para mudanças
  148. 148. ACESSO NÃO SÓ AO FRUIR, MAS AO CRIAR
  149. 149. samba de cumbuca – quilombo de salinas piauí
  150. 150. r espeito se conquista Ponto de cultura do quilombo do Kaonge santiago do iguape-ba
  151. 151. a f a n t a s i a n o s r e v e l a
  152. 152. s e t e m o D O M . . .
  153. 153. . . . r e p a r t e C O M
  154. 154. Reverter o Reverso da opressão: combate pela beleza morro do Vidigal - ponto nós do cinema ponto da Tia Bete no Alemão
  155. 155. superação tua cultura atua
  156. 156. a festa liberta
  157. 157. a festa é libertária
  158. 158. s e m l i m i t e s n e m p e n a , q u a n d o a a l m a n ã o é p e q u e n a
  159. 159. dragões reconciliados
  160. 160. g r a n d e z a c o r d i a l : u m a p o n t i n h a e p a p e l , b r o t a u m a r a i n h a
  161. 161. a moça põe a mão na massa: cortejo da reproclamação
  162. 162. o q u e é m a i s r e a l ? meu vestido de sonho que me faz inteiro, onde vivo, ou as vestes que me impõem uma realidade estranha?
  163. 163. t a m b o r e s d i g i t a i s , t a m b é m c o m o t a m b o r e s d i g i t a d o s , t e c l a s e m p e r c u s s ã o
  164. 164. 2006
  165. 165. os pontos no terreiro da 29ª. Bienal-SP – interações irrestritas estéticas 2010
  166. 166. sem ser a igreja universal do reino do chip – software livre e conteúdos libertários
  167. 167. A primeira teia SP – foi o jorro, o estamos aqui e viemos pra ficar; A segunda teia BH – a sociedade se estrutura na criação do forum permanente dos Pontos; A terceira teia DF – o desafio institucional e político na ousada reproclamação da república pela cultura; A quarta teia – além da abolição é a hora da ebulição dos libertos: nós desatamos os nós;
  168. 168. criar repertórios, praticar estéticas e obter as ferramentas que ampliem nossa consciência em linguagem e atitude
  169. 169. a legitimação da rede – nós desatamos os nós
  170. 170. tema do cortejo Dragão do Mar para a Teia 2010-Ceará
  171. 171. do do-in antropológico ao do-it antropofágico
  172. 172. vade retro retrocesso o b r i n c a n t e d e s v e s t e o b o d e cortejo da reproclamação da republica, TEIA, 15 de novembro de 2008 um brasil culto estava oculto
  173. 173. o processo em construção coletiva – não há Programa sem atores montagem coletiva de EL QUIJOTE com pontos do Brasil e teatros latinoamericanos
  174. 174. p o d e o E s t a d o c o n v i v e r c o m t a n t a d i v e r s i d a d e ?
  175. 175. é c a p a z d e a c e i t a r t a n t a a u t o n o m i a d a s o c i e d a d e ?
  176. 176. c o n s e g u i r á s e o r i e n t a r e n t r e t a n t a s o r i e n t a ç õ e s ?
  177. 177. suportará tanta beleza?
  178. 178. n ó s s o m o s o s a u t o r e s d a s a u t o r i d a d e s
  179. 179. c u l t u r a é e q u i l í b r i o i n s t á v e l
  180. 180. infinito circular p r o c e s s o p e r m a n e n t e
  181. 181. fotos textos:TT Catalão é preciso estetizar o discurso e proclamar as narrativas em sons, corpo, forma e imagens seu teodoro da resistência df
  182. 182. Catálogo expo Teia 2010 – curadoria Bené Fonteles

×