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Alexandra FonsecaDiretora da Escola de Bailado de FafeTudo o que nos sirva para abrirmos horizontes ésempre bem-vindo e, r...
José Manuel MachadoDiretor da Academia José AtalayaSendo a música uma arte, uma nobre formade arte, é óbvio que um projeto...
Antime e Arões São RomãoLABIRINTO DE AMOR E MORTEO projeto Fafe Cidade das Artes estreou-se no dia8 de março, na freguesia...
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Fafecidadeartes 2

  1. 1. n. 21newsletter . junho . 2013.programaçãoJUNHO28 DE JUNHOTRAVESSIAcom Ângela Mourão21.30 Junta de Fregue-sia de Antime30 DE JUNHOBULULÚcom Pedro Giestas eFernanda Pimenta21.30 ARA do Bugio- Silvares S. MartinhoDescentralizaro espetáculo!
  2. 2. Alexandra FonsecaDiretora da Escola de Bailado de FafeTudo o que nos sirva para abrirmos horizontes ésempre bem-vindo e, realmente, esta é umadas oportunidades para isso. Penso que estasexperiências são fantásticas, normalmente nãotemos oportunidade de fazer tal coisa sem sairdo nosso espaço de trabalho e vamos ter destavez, o que é bom. Espero que este seja o iníciode muitos outros trabalhos e de muitas outrasexperiências novas.Isaura Nogueira – Presidente da Junta de Fregue-sia de AntimePelo que eu tenho conhecimento, acho que é umprojeto para abraçar e acho que vai ser válidopara Antime porque o convívio com outras pesso-as e fazer trabalhos diferentes do que estão habi-tuadas é muito importante. Portanto, acho que éum projeto muito válido e que vai movimentar aspessoas encontrando-se com outras de outros pa-íses e outras culturas o que também é importante.Quando investimos em equipamentos de culturacomo os que temos foi com um objetivo: investirnas pessoas.Orlando AlvesPresidente do Grupo Nun’ÁlvaresFafe Cidade das Artes é um projeto que a mim,como responsável de uma coletividade que sededica à cultura em Fafe, abraço com certeza.Embarco no projeto e vou tentar levar as pessoasque trabalham comigo a embarcar também por-que achamos que só através da cultura e man-tendo a cultura bem viva é que vamos conseguirlevar, de alguma maneira, a bom porto a vidaque temos neste momento.Cláudia Castro - Presidente da Junta deFreguesia de Arões S. RomãoArões é uma terra onde o teatro se tem afirma-do ao longo dos anos, razão suficiente paraapoiar esta iniciativa em termos de descentrali-zação cultural. A Junta, enquanto espaçoaberto à comunidade , só pode ter uma res-posta positiva a esta parceria, estando certade que trará para o público em geral e para aspessoas que trabalham neste meio muitos ga-nhos. Mais uma aposta na cultura que benefici-ará os aroneneses.Um projeto aberto a todos, descentralizado, a trabalhar em conjunto com os parceiros locaisCriar com as organizações de Fafe, inovar e fazer o caminho juntos.
  3. 3. José Manuel MachadoDiretor da Academia José AtalayaSendo a música uma arte, uma nobre formade arte, é óbvio que um projeto como o FafeCidade das Artes será um projeto que se en-quadrará perfeitamente naquilo que levamosa cabo. É um objetivo que já vimos a perseguirhá quase 15 anos e que certamente será umamais-valia para a cidade e para todos nós .Ricardo GonçalvesPresidente do Complexo Turístico de Rilhadas“Gostamos de desafios e decidimos apoiar o pro-jeto com todo o gosto. Estamos apostados no su-cesso, e isto só pode valorizar o concelho, espe-rando que tenha uma grande adesão de toda apopulação.Nós somos um país com tradições culturais já mui-to antigas, somos um dos países com fronteirasdefinidas há mais tempo que os demais, portantoa nossa cultura está aqui, está à vista de todos esó é pena que não haja mais gente a vê-la. Espe-ramos que este projeto contribua também paraisso, para mostrar mais cultura.O projeto “Fafe Cidade das Artes” prosseguiu nodia 15 de março, com o espetáculo ‘Quando seAbrem os Guarda-chuvas’, interpretado pela atrizbrasileira Fernanda Pimenta e que teve lugar nasede da Junta de Freguesia de Arões S. Romão.O espetáculo conta a história de Conceição,uma mulher idosa, que vive a rotina da vida ten-tando manter-se ligada às mudanças dos tem-pos. Uma mulher que não se dá por vencida, queainda sente o prazer das pequenas coisas. Umamulher com humor, que mantém uma postura crí-tica sobre a velhice e relembra a necessidade deenvelhecer com dignidade. Um espetáculo degrande humanidade.É uma proposta para refletir sobre o amor, a von-tade de viver, a esperança e, principalmente, aexpectativa de se reviver. Basta estarmos vivospara sermos surpreendidos pelo espetáculo daprópria vida.Fernanda Pimenta, atriz brasileira, encontra-seArões S. RomãoQuando se abrem os guarda-chuvasem Fafe em regime de Residência Artística in-serida no projeto “Fafe Cidade das Artes”.Aqui vai mostrar este seu trabalho e ao mesmotempo desenvolver pesquisas para a monta-gem de um novo espetáculo.Empreender e olhar para a cultura como um trunfo para o desenvolvimento.Dar do espetáculo o que de maior ele possui: estar com as pessoas transformando os seus dias.
  4. 4. Antime e Arões São RomãoLABIRINTO DE AMOR E MORTEO projeto Fafe Cidade das Artes estreou-se no dia8 de março, na freguesia de Antime com a peçaLabirinto de Amor e Morte, interpretada pela atrizMarta Carvalho. No dia 22 de março a mesma pe-ça voltou ao palco, mas desta vez na vila deArões.O universo feminino desvendado como num so-nho. A mulher numa história sem história de umamor morto. Do universo denso e húmido, profun-do e cálido do amor feminino. A exposição cruada alma de uma mulher e da grandeza do seuamor... O desvendar da alma, o sacrifício e a puri-ficação. A poética oculta do amor, da morte eressurreição, das águas e das luas... Uma mulhersó, diante do abismo do ser mulher.Texto, Encenação e design de luz, figurinos e ce-nografia: Moncho Rodriguez. Interpretação: MartaCarvalho. Música e design de som: Narciso Fer-nandes. Canto: Clarisse Fernandes. Execução defigurinos: Marília Martins. Contrarregra: Vítor Cruz.AntimeA VISITAUm espetáculo construído com linguagem tea-tral experimental, que tem como base dramatúr-gica os elementos da tradição rural. Costumes,lendas, falares, cantares e a ficção poética querevela o universo do imaginário de um homemesquecido numa aldeia de Portugal. A históriaimaginada de, António, sobrevivente numa al-deia deserta. A memória deste António, testemu-nho do vazio. Antônio abandonado, aquele queficou esquecido. A terra deserta, a tradição de-serta. A identidade esquecida. António, mesmosem ser explícito, denuncia a perda da nossaidentidade cultural, no conflito entre a tradição ea modernidade. O drama de um homem queficou esquecido.Texto e Encenação: Moncho Rodriguez EspaçoSonoro: Narciso Fernandes Execução de Figuri-nos: Marília Martins / Lurdes Dourado Cenário eAdereços: Lino Gonçalves / CCPL Desenho deLuz: Ramon Barreto Interpretação: Pedro GiestasCoordenação de Pesquisa: Ana GonçalvesApoio na Pesquisa: C. M. Montalegre Operaçãode Luz e Som: Miguel Marques Fotos: Pitães Pro-dução: Teatro Invisível / ACNF Co-Produção: CCPL Imagem: Rui CancelaFernanda Pimenta - Marta Carvalho - Pedro Giestas iniciam descentralização do projeto.Newsletter do projeto Fafe - Cidade das Artes - nº 2 junho/2013 – Coordenação: Carina Faria. Fotografia e imagem- Manuel Meira - Produção - Carine PimentaContactos: 253 700 400—Casa Municipal de Cultura de Fafe - e,mail fafecidadedasartes@gmail.com facebook/fafe-cidade-das-artes

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