O documento critica a influência ideológica das mídias Disney, comparando-as a um catecismo que ensina valores capitalistas e naturaliza a desigualdade social. Ele descreve o Brasil como parte desse sistema, onde oportunidades de riqueza são desiguais, criando uma pirâmide social que privilegia os donos do capital. Os proprietários controlam as esferas política, jurídica e ideológica para proteger seus interesses, enquanto os trabalhadores, que realmente produzem riqueza, permanecem marginalizados.