a  melhor maneira  de  prever o  futuro… … é criá-lo.
PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR SOB OS HOLOFOTES 26/06/2006 Waldner Conde 26 de junho de 2008
Evolução do Segmento Aberto Crescimento das Entidades Abertas nos últimos 14 anos 1994: R$ 3 Bi 2007: R$ 120 Bi 2008: R4 150 Bi – Previsão Variação: 4.900%
Tamanho do Sistema Fechado - BRASIL Patrimônio do Sistema: R$ 440 Bilhões Representatividade do PIB: 18% Rentabilidade em 2007: 23,7% Quantidade de Fundações: 378 Quantidade de Patrocinadores: 2.400 Quantidade de Planos: 1.044 Quantidade de Participantes (Ativos): 2,1 Milhões Quantidade de Assistidos: 650 Mil Quantidade de Dependentes:  4,3 Milhões Aposentadoria (TS) “Média”: R$ 3,7 Mil Recursos Excedentes (Superávit): R$ 76,15 Bilhões Fonte: ABRAPP – Consolidado Estatístico Fev/2008 e Informe Estatísticos SPC
Potencial de Crescimento - BRASIL Dados Populacionais População Residente: 187,2 milhões Economicamente Ativa: 97,5 milhões Ocupada: 89,3 milhões Desocupada: 8,2 milhões Sem Previdência Oficial: 45,7 milhões Com Previdência Oficial: 43,6 milhões  Potenciais compradores de Previdência Complementar: 20 milhões Fonte: Ministério da Previdência Social / ABRAPP
RENDA VARIAVEL ISENÇÕES FISCAIS R$ 76 BI DESEMPENHO DA BOLSA LEI 11.053/2004 DISTRIBUIÇÃO OBRIGATÓRIA A PARTIR DE 2007 UTIMOS 6 ANOS ULTIMOS 3 ANOS Formação de Superávit
Objetivos Previdenciários Política de Retenção de Colaboradores (Fase Laboral) Facilita renovação do quadro funcional (idade para Apos.) Tendência de implantação em Empresas (todos os tamanhos) Achatamento gradativo dos benefícios do Regime Geral Salário Diferido: Garante Renda na Aposentadoria Custos administrativos compartilhados Ampara o Participante em caso de eventos (Invalidez e Morte) Educação financeira – estimula poupança interna Rentabilidades acima dos padrões do mercado financeiro Incentivos Fiscais e isenções tributárias Contrapartida contributiva patronal
Qual o Benefício ideal na Aposentadoria? Quais são as Principais Despesas de um Aposentado? Alimentação? Vestuário? Locomoção? Prestação do Imóvel? Educação dos Filhos? Dependentes menores? Automóvel? Viagens e Lazer? Assistência Médica? Medicamentos?
IPC-3i Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade Índice inflacionário para as pessoas idosas Um dos menores índices registrados nos últimos 6 anos Ficou abaixo do reajuste aplicado nos benefícios do INSS dos segurados que recebem mais de um salário mínimo Acumulado entre 2003 e 2008: INSS:  51,58% INPC:  50,25% IPCA:  48,52%. IPC-3i: 47,36%
Necessidade Previdencial 3ª geração: Meta 55% 40% BD + 15% CD 4ª geração - Mistos CD 45%  com Risco BD 70% 2ª geração: BD 60% 1ª geração:   BD Clássico 100%  Último salário Evolução dos Planos
Formação e Consumo de Reservas Exemplo: Plano de Benefício Definido 80% X Salário – INSS (80% X 10.000 – 2.000) = R$ 6.000 (Benefício Suplementar) Expectativa de vida do participante: 83 anos Taxa de juros de 6% a.a. Cálculo não considerou reversão em pensão, 13º Salário, nem Crescimento Salarial
Acumulação  x  Concessão Contribuições (% s/ Salário)  7,22% Consumo de Recursos Formação de Reservas 6.000 6.000 6.000 6.000 ... ... 6.000 722 722 722 35 anos 28 anos Sobrevivência (dos 55 aos 83 anos) 55 20 Benefícios R$  $ 991.515,00 ... Tende a Zero
Riscos do Patrocinador A previdência complementar não é “ core business ”, então: As entidades fechadas de previdência complementar, principalmente as patrocinadas por empresas privadas multinacionais,  terceirizam totalmente a administração Os Diretores, Conselheiros Deliberativos e Fiscais e administradores do fundo de pensão, assumem dupla função e possuem  responsabilidades que desconhecem Os controles sobre R$ 30 milhões, R$ 50 milhões,  + R$ 100 milhões, verdadeiras pequenas e médias empresas,  são frágeis com possibilidade de  erros  nos limites, atendimentos legais, fraudes...
Riscos do Patrocinador Os planos abertos, em geral, sequer são monitorados quanto à performance e risco dos investimentos A empresa  não entende e não se preocupa com a Expectativa de Vida  (renda vitalícia) praticada pela Seguradora cujo impacto incide sobre o benefício do participante Os contratos não são revisados periodicamente de forma pró-ativa para ajuste, por exemplo, das eventuais  reduções nas taxas de carregamento administrativo e de gestão dos investimentos  (gestores de ativos); reduções nas condições comerciais em geral, incorporação de novos serviços, novas práticas e desenhos de plano etc.
Riscos do Patrocinador O administrador do plano tem medo de assumir responsabilidades na performance dos investimentos com medo do gestor externo dos ativos acusá-lo como responsável pelas baixas performances É cada vez maior a tendência das empresas em transferir responsabilidades, como: - Planejamento tributário - Nível de contribuição para formação da aposentadoria - Perfil das aplicações financeiras - Momento para a aposentadoria - Forma de pagamento do benefício a ser escolhido
Riscos do Patrocinador Apesar do empregado ser, em sua maioria, conservador por natureza, ele está assumindo riscos que precisaria conhecer melhor para, assim, poder se programar de forma adequada Principais riscos que o participante nem sempre consegue enxergar: - Benefício de aposentadoria: - Os níveis de benefício dos planos corporativos, mesmo para uma carreira plena (média de 45% do último salário incluindo o INSS), são insuficientes e precisariam ser complementados por planos individuais, raramente comprados por iniciativa de quem já está coberto pelo plano da empresa....
Riscos do Patrocinador A portabilidade só passou a vigorar recentemente e seus efeitos só beneficiarão plenamente aqueles que entrarem hoje no mercado de trabalho e precisarem sair do Planos se está na metade da carreira...  As empresas que oferecem planos CD com multiportfólio, não costumam implantar programas de educação financeira para os participantes, que podem estar tomando decisões inadequadas de alocação dos investimentos....
ENTIDADE Como Funciona? Estrutura Organizacional Conselhos Diretoria Jurídico Atuarial Operacional Relacionamento P Produtos Investimentos
FUNDOS SINGULARES FUNDOS SINGULARES < $ 100 MILHÕES MULTIPATROCINADOS DÉCADA 70 – 80 - 90 2a. METADE DÉCADA 90 A PARTIR DE 2000 CIAS PRIVADAS, MULTINACIONAIS e INSTITUIDORES ESTATAIS & PRIVADAS de GRANDE PORTE PRIVADAS de PEQUENO PORTE Tendências...
Tendências  FUNDOS MULTIPATROCINADOS Quanto  MAIOR  a Terceirização MENOR  será a exposição do Patrocinador
Algumas Vantagens: Transferência total de responsabilidades Maior dedicação ao “core business” da empresa patrocinadora Custos administrativos compartilhados  Transferência total da agenda legal, tributária e operacional Planos não solidários com os demais Ganhos de economia de escala Como Escolher uma Entidade?
Algumas Desvantagens: Decisões limitadas Restrição na escolha de gestores de investimentos Restrição na escolha de de portfólios exclusivos Controle limitado das despesas administrativas Eventual desgaste no relacionamento Desigualdade de representantes nos Conselhos Como Escolher uma Entidade?
Prestar o melhor serviço pelo menor custo Maximizar rentabilidade patrimonial Domínio técnico em administração de Planos Competitividade em relação ao segmento: Entidades Abertas, Entidades Fechadas Singulares ou Multipatrocinadas Avanços tecnológicos constantes Objetivos
Entidade Aberta ou Fechada? Comparar Taxas de Gestão do Investimentos Comparar Tábua de Mortalidade adotada Comparar Tábuas de Inválidos e Entrada em Invalidez Comparar Rentabilidade repassada ao Plano Comparar Taxas de Juros garantidas Comparar Taxas de Administração do Plano Comparar Elenco de Benefícios Comparar Níveis de Benefícios (Invalidez ou Morte ) Comparar Exigências Legais e responsabilidades
Custos Médios
Modelagens de Planos de Benefícios BENEFÍCIO DEFINIDO CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA CONTRIBUIÇÃO  VARIÁVEL Benefícios Mistos Benefícios Conhecidos Benefícios Desconhecidos
Como Escolher um Plano? Ponderar o risco de exposição dos Participantes e da Empresa Analisar se o Plano pode impactar negativamente no Balanço da Empresa que o Patrocina Analisar Tendências do Sistema de Previdência Analisar o Programa Previdenciário dos Competidores Analisar se o Programa atende aos propósitos previdenciários dos empregados Analisar Flexibilidade de desistência do “Programa” Analisar Flexibilidade Contributiva de Participantes e Patrocinador Analisar a relação Custo x Benefício
Rendas Mais Usuais 1 - APOS. PROGRAMADA 2 - APOS. POR INVALIDEZ   RENDAS VITALÍCIAS  3 - PENSÃO POR MORTE 4 – PECÚLIOS:  PAGAMENTO ÚNICO
Pontos Técnicos a Serem Observados MODELO DE GOVERNAN Ç A DA DA Processos Alinhamento Estruturas Conformidade MODELO DE GOVERNAN Ç A DA HOLANDAPREVI MODELO DE GOVERNAN Ç A DA DA Processos Premissas Alinhamento Risco Biométrico Estruturas Tipo de Plano Conformidade Risco Financeiro MODELO DE GOVERNAN Ç A DA HOLANDAPREVI IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ATUARIAIS
Planos Mais Usuais: Médio Risco Plano de Contribuição Variável – Conjuga CD na acumulação com BD na concessão Renda Vitalícia apurada com base no Saldo de Contas, ou Renda temporária ou % sobre o saldo Garante um Beneficio pré-estabelecido (BD) em caso de eventos de risco como  Invalidez ou Morte  ocorridos durante o período laboral Correção do Benefício pela cota ou por indexador inflacionário Bem aceito por Participantes e Patrocinador Tem apresentado excelente performance de rentabilidade
Contribuição Variável O Valor da Renda Mensal ou o Benefício de Pagamento Único dependerá da capacidade financeira dos participantes e patrocinadora no aporte de recursos apenas na fase de acumulação das contribuição Quanto maior o montante financeiro acumulado no instante de pagamento do benefício maior será este benefício Na fase de percepção dos benefícios, as rendas tornam-se compromissos garantidos pelo Plano Há riscos Financeiros e Atuariais Moderados
Tendências do Sistema Administração individual do benefício de aposentadoria pelo próprio participante Inte gração, nos planos corporativos, da previdência fechada com a previdência aberta na modelagem de soluções para o benefício de previdência complementar Regras cada vez mais rígidas de Governança e de contabilização dos compromissos das empresas com os benefícios pós-emprego, alcançando as outras empresas além das de capital aberto Capitalização de recursos para despesas médicas do aposentado através dos mesmos veículos financeiros utilizados para previdência complementar pois as empresas estão terminando seus planos de saúde para aposentados em função dos altos passivos representados por esses benefícios
Tendências do Sistema Forma de recebimento do benefício: Há um leque de opções, mas as empresas ainda oferecem pouca orientação ao participante, com receio de serem responsabilizadas posteriormente pela escolha A renda vitalícia começa a desaparecer como opção de recebimento do benefício nos novos planos e, quando existe, o participante não sabe distinguir qual é a melhor renda, novamente, sem receber orientação satisfatória da empresa Como resultado do cerco aos atuários, deverão ocorrer com maior periodicidade alterações das premissas atuariais, com ênfase para a Tábua de Sobrevivência, usada no cálculo dos compromissos (renda vitalícia etc.), pois a fronteira da vida humana, hoje em 122 anos (os “Supercentenários”), continuará sendo empurrada para cima na medida em que a ciência desvenda soluções para suas atuais limitações (a água, a comida, o ar, o meio-ambiente etc.)
Influência do Governo Produtos e serviços disponíveis no mercado, que dependem de incentivos do Governo: Planos voltados à Saúde Suplementar (PGBL – SAÚDE) Planos voltados à Programas Educacionais Multiportfólios de investimentos para diferentes perfis  Influência do governo sobre a entidade e o segmento Forte influência motivadora:  Formação de poupança, rentabilidades acima da média, contrapartida patronal e incentivos fiscais Forte influência desmotivadora:   Regime Disciplinar, Processos de fiscalização, Morosidade do órgão normatizador, Legislação rígida e fortes ricos jurídicos
Influência do Governo (cont.) Riscos relacionados ao resultado de decisões judiciais envolvendo interesses da entidade Situação de grande preocupação. Ações têm dilapidado patrimônio previdenciário de alguns planos. Relação de assistidos que movem ações contra a Entidade por segmento: Multinacionais: menor que 1%. Nacionais privadas: de 10 a 12% Nacionais Estatais: 20 a 23%
Influência do Governo (cont.) Ações judiciais contra as entidades de previdência complementar abertas e fechadas Ainda não são muito comuns no Brasil pois os participantes ainda dão ênfase às questões trabalhistas  Não existe justiça especializada e os juízes desconhecem a própria legislação aplicável à previdência complementar tomando decisões sem a base legal adequada O aumento desse tipo de questionamento legal já ocorre com fundos de pensão de empresas estatais ou recentemente privatizadas A disseminação de ações iniciadas pelos participantes é apenas uma questão de tempo...
Influência do Governo (cont.) Em março de 2004, o governo britânico pediu que  Sir Derek Morris  conduzisse uma revisão ampla e independente da profissão atuarial em resposta as críticas feitas por  Lorde Penrose  sobre a quebra da  Equitable Life (Seguradora) As pesadas críticas de Lorde Penrose sobre a profissão atuarial no  Reino Unido centraram-se na: Falta de regras e padrões atuariais claros Confiança excessiva no atuário responsável Falta de questionamentos e verificação dos cálculos atuariais Relutância dos  atuários em questionar os colegas Existência de procedimentos disciplinares meramente reativos Preocupação com a capacidade de supervisão governamental
Influência do Governo (cont.) Um exemplo recente e próximo – O Caso Petrobrás (2005) Alteração da Tábua de Mortalidade GAM-1971 para AT-2000 Aumento de R$ 8 bilhões nos compromissos de longo prazo com o plano de previdência e mais R$ 5 bilhões no plano de saúde Redução, num primeiro momento, de cerca de 5% no valor das ações negociadas na BOVESPA Outro exemplo Normalmente a alteração da Tábua de Mortalidade gera déficit de R$ milhões em um Plano de Benefícios A Patrocinadora solicita simulações e pode optar por uma tábua intermediária para evitar, por exemplo, que o Plano fique deficitário
Oportunidades e Desafios Aumento na Expectativa A Contrapartida Contributiva Patronal
Panorama Geral da Mortalidade Século XX: novidade histórica Redução das taxas de mortalidade e aumento da expectativa de vida Esperança de vida ao nascer da população mundial Fonte: FMI, World Economic Outlook, setembro 2004.  www.imf.org
Mortalidade: Japão X Países AL
Mortalidade nos Próximos 40 anos... Há uma tendência mundial, incluindo países subdesenvolvidos, para o número de habitantes considerado idosos (acima de  65  anos)  triplicar , enquanto as demais faixas etárias terão um crescimento de 50%  ( Universidade de Cambridge) A idade tem se expandido com muita evidência. Na América Latina, o número de pessoas acima de  80  anos será  quatro vezes  maior que atualmente No mundo, o total de  pessoas centenárias  se  multiplicará por 10
Tendências da Mortalidade Expansão Retangularização
Panorama da Mortalidade no Brasil - 1980
Panorama da Mortalidade no Brasil - 2005
Panorama da Mortalidade no Brasil - 2020
Panorama da Mortalidade no Brasil - 2050
População de 80 anos e mais...
Panorama da Mortalidade no Brasil Fonte: IBGE 2007 Média Brasil: 72,3 anos Mulheres:  76,1 anos Homens:  68,5 anos
Panorama da Mortalidade no Brasil (cont.) Atualmente, o Brasil tem uma população de 20 milhões de habitantes com idade superior a 55 anos, e em 2025 terá uma população de 33 milhões acima dos 60 anos Fonte: IPEA
Panorama da Mortalidade no Brasil (cont.) Maior Variação na ultima faixa: 345% Fonte: IBGE
Panorama da Mortalidade no Brasil (cont.)
Envelhecimento em outros Segmentos Fonte:   Valor Econômico Setembro-2007 Em 3 anos, o número de motoristas acima de 80 anos cresceu 112% De 2003 a 2006, o total de habilitações nesta faixa etária passou de 94 mil para 199 mil Entre os condutores acima de 61 anos, a alta foi de 44% Entre jovens de 18 a 21 anos, alta de 4%  Fonte:  Renach (Registro Nacional de Carteira de Habilitação)  Publicação:  Folha de São Paulo: sábado, 07 de abril de 2007  No Regime Geral de Previdência Social: “ INSS recadastra 159 aposentados e pensionistas com mais de 110 anos”
Mortalidade em Movimento Até quando a mortalidade continuará em queda? “ Os aumentos na expectativa de vida  nunca levarão à imortalidade . No entanto, é evidente que as  pessoas com cem anos vão se tornar algo comum .” “ Ainda estamos longe do limite do crescimento da expectativa de vida.  A expectativa de vida vem crescendo linearmente desde 1840 . Se estivéssemos perto do limite, essa linha já deveria ter começado a se curvar, mas ainda não vemos sinais disso.” Jim Oeppen (Universidade de Cambridge) e James Vaupel (Instituto de Demografia Max Planck), Revista Science
Tábuas Demográficas AT83 – Tábua Mínima da Resolução CGPC 18/2006
Comparativo Básico FIF X PREV Taxa de Gestão FIF  = 1,1% a.a. PREV = 0,3% a.a. IR sobre Rentabilidade FIF  = de 22,5% a 15% PREV = Isento Despesas Administrativas FIF  = Isenta PREV = 6%
Comparativo Básico FIF X PREV (Cont.) Contribuições de Participante FIF  = 1 (sem contrapartida) PREV = 2 ( contrapartida Patronal ) IR sobre o Capital Total no Resgate FIF  = Isento PREV = até 27,5% ou até 35% (no regressivo) Rentabilidade Média FIF  = 10,7% a.a. PREV = 19,7% a.a.
Conclusões Sobrevivência está em movimento As Tábuas Biométricas devem estar adequadas ao perfil seleto dos empregados das Corporações Necessidade de tábuas de mortalidade dinâmicas que incorpore melhorias na expectativa de vida A queda da taxa de juros no médio e longo prazo, exige cada vez mais profissionalização no Sistema Por tratar-se de “Salário Diferido”, Previdência ainda é o beneficio mais caro no padrão corporativo Necessidade de tábuas dinâmicas
 

Waldner Conde

  • 1.
    a melhormaneira de prever o futuro… … é criá-lo.
  • 2.
    PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR SOBOS HOLOFOTES 26/06/2006 Waldner Conde 26 de junho de 2008
  • 3.
    Evolução do SegmentoAberto Crescimento das Entidades Abertas nos últimos 14 anos 1994: R$ 3 Bi 2007: R$ 120 Bi 2008: R4 150 Bi – Previsão Variação: 4.900%
  • 4.
    Tamanho do SistemaFechado - BRASIL Patrimônio do Sistema: R$ 440 Bilhões Representatividade do PIB: 18% Rentabilidade em 2007: 23,7% Quantidade de Fundações: 378 Quantidade de Patrocinadores: 2.400 Quantidade de Planos: 1.044 Quantidade de Participantes (Ativos): 2,1 Milhões Quantidade de Assistidos: 650 Mil Quantidade de Dependentes: 4,3 Milhões Aposentadoria (TS) “Média”: R$ 3,7 Mil Recursos Excedentes (Superávit): R$ 76,15 Bilhões Fonte: ABRAPP – Consolidado Estatístico Fev/2008 e Informe Estatísticos SPC
  • 5.
    Potencial de Crescimento- BRASIL Dados Populacionais População Residente: 187,2 milhões Economicamente Ativa: 97,5 milhões Ocupada: 89,3 milhões Desocupada: 8,2 milhões Sem Previdência Oficial: 45,7 milhões Com Previdência Oficial: 43,6 milhões Potenciais compradores de Previdência Complementar: 20 milhões Fonte: Ministério da Previdência Social / ABRAPP
  • 6.
    RENDA VARIAVEL ISENÇÕESFISCAIS R$ 76 BI DESEMPENHO DA BOLSA LEI 11.053/2004 DISTRIBUIÇÃO OBRIGATÓRIA A PARTIR DE 2007 UTIMOS 6 ANOS ULTIMOS 3 ANOS Formação de Superávit
  • 7.
    Objetivos Previdenciários Políticade Retenção de Colaboradores (Fase Laboral) Facilita renovação do quadro funcional (idade para Apos.) Tendência de implantação em Empresas (todos os tamanhos) Achatamento gradativo dos benefícios do Regime Geral Salário Diferido: Garante Renda na Aposentadoria Custos administrativos compartilhados Ampara o Participante em caso de eventos (Invalidez e Morte) Educação financeira – estimula poupança interna Rentabilidades acima dos padrões do mercado financeiro Incentivos Fiscais e isenções tributárias Contrapartida contributiva patronal
  • 8.
    Qual o Benefícioideal na Aposentadoria? Quais são as Principais Despesas de um Aposentado? Alimentação? Vestuário? Locomoção? Prestação do Imóvel? Educação dos Filhos? Dependentes menores? Automóvel? Viagens e Lazer? Assistência Médica? Medicamentos?
  • 9.
    IPC-3i Índice dePreços ao Consumidor da Terceira Idade Índice inflacionário para as pessoas idosas Um dos menores índices registrados nos últimos 6 anos Ficou abaixo do reajuste aplicado nos benefícios do INSS dos segurados que recebem mais de um salário mínimo Acumulado entre 2003 e 2008: INSS: 51,58% INPC: 50,25% IPCA: 48,52%. IPC-3i: 47,36%
  • 10.
    Necessidade Previdencial 3ªgeração: Meta 55% 40% BD + 15% CD 4ª geração - Mistos CD 45% com Risco BD 70% 2ª geração: BD 60% 1ª geração: BD Clássico 100% Último salário Evolução dos Planos
  • 11.
    Formação e Consumode Reservas Exemplo: Plano de Benefício Definido 80% X Salário – INSS (80% X 10.000 – 2.000) = R$ 6.000 (Benefício Suplementar) Expectativa de vida do participante: 83 anos Taxa de juros de 6% a.a. Cálculo não considerou reversão em pensão, 13º Salário, nem Crescimento Salarial
  • 12.
    Acumulação x Concessão Contribuições (% s/ Salário) 7,22% Consumo de Recursos Formação de Reservas 6.000 6.000 6.000 6.000 ... ... 6.000 722 722 722 35 anos 28 anos Sobrevivência (dos 55 aos 83 anos) 55 20 Benefícios R$ $ 991.515,00 ... Tende a Zero
  • 13.
    Riscos do PatrocinadorA previdência complementar não é “ core business ”, então: As entidades fechadas de previdência complementar, principalmente as patrocinadas por empresas privadas multinacionais, terceirizam totalmente a administração Os Diretores, Conselheiros Deliberativos e Fiscais e administradores do fundo de pensão, assumem dupla função e possuem responsabilidades que desconhecem Os controles sobre R$ 30 milhões, R$ 50 milhões, + R$ 100 milhões, verdadeiras pequenas e médias empresas, são frágeis com possibilidade de erros nos limites, atendimentos legais, fraudes...
  • 14.
    Riscos do PatrocinadorOs planos abertos, em geral, sequer são monitorados quanto à performance e risco dos investimentos A empresa não entende e não se preocupa com a Expectativa de Vida (renda vitalícia) praticada pela Seguradora cujo impacto incide sobre o benefício do participante Os contratos não são revisados periodicamente de forma pró-ativa para ajuste, por exemplo, das eventuais reduções nas taxas de carregamento administrativo e de gestão dos investimentos (gestores de ativos); reduções nas condições comerciais em geral, incorporação de novos serviços, novas práticas e desenhos de plano etc.
  • 15.
    Riscos do PatrocinadorO administrador do plano tem medo de assumir responsabilidades na performance dos investimentos com medo do gestor externo dos ativos acusá-lo como responsável pelas baixas performances É cada vez maior a tendência das empresas em transferir responsabilidades, como: - Planejamento tributário - Nível de contribuição para formação da aposentadoria - Perfil das aplicações financeiras - Momento para a aposentadoria - Forma de pagamento do benefício a ser escolhido
  • 16.
    Riscos do PatrocinadorApesar do empregado ser, em sua maioria, conservador por natureza, ele está assumindo riscos que precisaria conhecer melhor para, assim, poder se programar de forma adequada Principais riscos que o participante nem sempre consegue enxergar: - Benefício de aposentadoria: - Os níveis de benefício dos planos corporativos, mesmo para uma carreira plena (média de 45% do último salário incluindo o INSS), são insuficientes e precisariam ser complementados por planos individuais, raramente comprados por iniciativa de quem já está coberto pelo plano da empresa....
  • 17.
    Riscos do PatrocinadorA portabilidade só passou a vigorar recentemente e seus efeitos só beneficiarão plenamente aqueles que entrarem hoje no mercado de trabalho e precisarem sair do Planos se está na metade da carreira... As empresas que oferecem planos CD com multiportfólio, não costumam implantar programas de educação financeira para os participantes, que podem estar tomando decisões inadequadas de alocação dos investimentos....
  • 18.
    ENTIDADE Como Funciona?Estrutura Organizacional Conselhos Diretoria Jurídico Atuarial Operacional Relacionamento P Produtos Investimentos
  • 19.
    FUNDOS SINGULARES FUNDOSSINGULARES < $ 100 MILHÕES MULTIPATROCINADOS DÉCADA 70 – 80 - 90 2a. METADE DÉCADA 90 A PARTIR DE 2000 CIAS PRIVADAS, MULTINACIONAIS e INSTITUIDORES ESTATAIS & PRIVADAS de GRANDE PORTE PRIVADAS de PEQUENO PORTE Tendências...
  • 20.
    Tendências FUNDOSMULTIPATROCINADOS Quanto MAIOR a Terceirização MENOR será a exposição do Patrocinador
  • 21.
    Algumas Vantagens: Transferênciatotal de responsabilidades Maior dedicação ao “core business” da empresa patrocinadora Custos administrativos compartilhados Transferência total da agenda legal, tributária e operacional Planos não solidários com os demais Ganhos de economia de escala Como Escolher uma Entidade?
  • 22.
    Algumas Desvantagens: Decisõeslimitadas Restrição na escolha de gestores de investimentos Restrição na escolha de de portfólios exclusivos Controle limitado das despesas administrativas Eventual desgaste no relacionamento Desigualdade de representantes nos Conselhos Como Escolher uma Entidade?
  • 23.
    Prestar o melhorserviço pelo menor custo Maximizar rentabilidade patrimonial Domínio técnico em administração de Planos Competitividade em relação ao segmento: Entidades Abertas, Entidades Fechadas Singulares ou Multipatrocinadas Avanços tecnológicos constantes Objetivos
  • 24.
    Entidade Aberta ouFechada? Comparar Taxas de Gestão do Investimentos Comparar Tábua de Mortalidade adotada Comparar Tábuas de Inválidos e Entrada em Invalidez Comparar Rentabilidade repassada ao Plano Comparar Taxas de Juros garantidas Comparar Taxas de Administração do Plano Comparar Elenco de Benefícios Comparar Níveis de Benefícios (Invalidez ou Morte ) Comparar Exigências Legais e responsabilidades
  • 25.
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    Modelagens de Planosde Benefícios BENEFÍCIO DEFINIDO CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA CONTRIBUIÇÃO VARIÁVEL Benefícios Mistos Benefícios Conhecidos Benefícios Desconhecidos
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    Como Escolher umPlano? Ponderar o risco de exposição dos Participantes e da Empresa Analisar se o Plano pode impactar negativamente no Balanço da Empresa que o Patrocina Analisar Tendências do Sistema de Previdência Analisar o Programa Previdenciário dos Competidores Analisar se o Programa atende aos propósitos previdenciários dos empregados Analisar Flexibilidade de desistência do “Programa” Analisar Flexibilidade Contributiva de Participantes e Patrocinador Analisar a relação Custo x Benefício
  • 28.
    Rendas Mais Usuais1 - APOS. PROGRAMADA 2 - APOS. POR INVALIDEZ RENDAS VITALÍCIAS 3 - PENSÃO POR MORTE 4 – PECÚLIOS: PAGAMENTO ÚNICO
  • 29.
    Pontos Técnicos aSerem Observados MODELO DE GOVERNAN Ç A DA DA Processos Alinhamento Estruturas Conformidade MODELO DE GOVERNAN Ç A DA HOLANDAPREVI MODELO DE GOVERNAN Ç A DA DA Processos Premissas Alinhamento Risco Biométrico Estruturas Tipo de Plano Conformidade Risco Financeiro MODELO DE GOVERNAN Ç A DA HOLANDAPREVI IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS ATUARIAIS
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    Planos Mais Usuais:Médio Risco Plano de Contribuição Variável – Conjuga CD na acumulação com BD na concessão Renda Vitalícia apurada com base no Saldo de Contas, ou Renda temporária ou % sobre o saldo Garante um Beneficio pré-estabelecido (BD) em caso de eventos de risco como Invalidez ou Morte ocorridos durante o período laboral Correção do Benefício pela cota ou por indexador inflacionário Bem aceito por Participantes e Patrocinador Tem apresentado excelente performance de rentabilidade
  • 31.
    Contribuição Variável OValor da Renda Mensal ou o Benefício de Pagamento Único dependerá da capacidade financeira dos participantes e patrocinadora no aporte de recursos apenas na fase de acumulação das contribuição Quanto maior o montante financeiro acumulado no instante de pagamento do benefício maior será este benefício Na fase de percepção dos benefícios, as rendas tornam-se compromissos garantidos pelo Plano Há riscos Financeiros e Atuariais Moderados
  • 32.
    Tendências do SistemaAdministração individual do benefício de aposentadoria pelo próprio participante Inte gração, nos planos corporativos, da previdência fechada com a previdência aberta na modelagem de soluções para o benefício de previdência complementar Regras cada vez mais rígidas de Governança e de contabilização dos compromissos das empresas com os benefícios pós-emprego, alcançando as outras empresas além das de capital aberto Capitalização de recursos para despesas médicas do aposentado através dos mesmos veículos financeiros utilizados para previdência complementar pois as empresas estão terminando seus planos de saúde para aposentados em função dos altos passivos representados por esses benefícios
  • 33.
    Tendências do SistemaForma de recebimento do benefício: Há um leque de opções, mas as empresas ainda oferecem pouca orientação ao participante, com receio de serem responsabilizadas posteriormente pela escolha A renda vitalícia começa a desaparecer como opção de recebimento do benefício nos novos planos e, quando existe, o participante não sabe distinguir qual é a melhor renda, novamente, sem receber orientação satisfatória da empresa Como resultado do cerco aos atuários, deverão ocorrer com maior periodicidade alterações das premissas atuariais, com ênfase para a Tábua de Sobrevivência, usada no cálculo dos compromissos (renda vitalícia etc.), pois a fronteira da vida humana, hoje em 122 anos (os “Supercentenários”), continuará sendo empurrada para cima na medida em que a ciência desvenda soluções para suas atuais limitações (a água, a comida, o ar, o meio-ambiente etc.)
  • 34.
    Influência do GovernoProdutos e serviços disponíveis no mercado, que dependem de incentivos do Governo: Planos voltados à Saúde Suplementar (PGBL – SAÚDE) Planos voltados à Programas Educacionais Multiportfólios de investimentos para diferentes perfis Influência do governo sobre a entidade e o segmento Forte influência motivadora: Formação de poupança, rentabilidades acima da média, contrapartida patronal e incentivos fiscais Forte influência desmotivadora: Regime Disciplinar, Processos de fiscalização, Morosidade do órgão normatizador, Legislação rígida e fortes ricos jurídicos
  • 35.
    Influência do Governo(cont.) Riscos relacionados ao resultado de decisões judiciais envolvendo interesses da entidade Situação de grande preocupação. Ações têm dilapidado patrimônio previdenciário de alguns planos. Relação de assistidos que movem ações contra a Entidade por segmento: Multinacionais: menor que 1%. Nacionais privadas: de 10 a 12% Nacionais Estatais: 20 a 23%
  • 36.
    Influência do Governo(cont.) Ações judiciais contra as entidades de previdência complementar abertas e fechadas Ainda não são muito comuns no Brasil pois os participantes ainda dão ênfase às questões trabalhistas Não existe justiça especializada e os juízes desconhecem a própria legislação aplicável à previdência complementar tomando decisões sem a base legal adequada O aumento desse tipo de questionamento legal já ocorre com fundos de pensão de empresas estatais ou recentemente privatizadas A disseminação de ações iniciadas pelos participantes é apenas uma questão de tempo...
  • 37.
    Influência do Governo(cont.) Em março de 2004, o governo britânico pediu que Sir Derek Morris conduzisse uma revisão ampla e independente da profissão atuarial em resposta as críticas feitas por Lorde Penrose sobre a quebra da Equitable Life (Seguradora) As pesadas críticas de Lorde Penrose sobre a profissão atuarial no Reino Unido centraram-se na: Falta de regras e padrões atuariais claros Confiança excessiva no atuário responsável Falta de questionamentos e verificação dos cálculos atuariais Relutância dos atuários em questionar os colegas Existência de procedimentos disciplinares meramente reativos Preocupação com a capacidade de supervisão governamental
  • 38.
    Influência do Governo(cont.) Um exemplo recente e próximo – O Caso Petrobrás (2005) Alteração da Tábua de Mortalidade GAM-1971 para AT-2000 Aumento de R$ 8 bilhões nos compromissos de longo prazo com o plano de previdência e mais R$ 5 bilhões no plano de saúde Redução, num primeiro momento, de cerca de 5% no valor das ações negociadas na BOVESPA Outro exemplo Normalmente a alteração da Tábua de Mortalidade gera déficit de R$ milhões em um Plano de Benefícios A Patrocinadora solicita simulações e pode optar por uma tábua intermediária para evitar, por exemplo, que o Plano fique deficitário
  • 39.
    Oportunidades e DesafiosAumento na Expectativa A Contrapartida Contributiva Patronal
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    Panorama Geral daMortalidade Século XX: novidade histórica Redução das taxas de mortalidade e aumento da expectativa de vida Esperança de vida ao nascer da população mundial Fonte: FMI, World Economic Outlook, setembro 2004. www.imf.org
  • 41.
  • 42.
    Mortalidade nos Próximos40 anos... Há uma tendência mundial, incluindo países subdesenvolvidos, para o número de habitantes considerado idosos (acima de 65 anos) triplicar , enquanto as demais faixas etárias terão um crescimento de 50% ( Universidade de Cambridge) A idade tem se expandido com muita evidência. Na América Latina, o número de pessoas acima de 80 anos será quatro vezes maior que atualmente No mundo, o total de pessoas centenárias se multiplicará por 10
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    Tendências da MortalidadeExpansão Retangularização
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    Panorama da Mortalidadeno Brasil - 1980
  • 45.
    Panorama da Mortalidadeno Brasil - 2005
  • 46.
    Panorama da Mortalidadeno Brasil - 2020
  • 47.
    Panorama da Mortalidadeno Brasil - 2050
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    População de 80anos e mais...
  • 49.
    Panorama da Mortalidadeno Brasil Fonte: IBGE 2007 Média Brasil: 72,3 anos Mulheres: 76,1 anos Homens: 68,5 anos
  • 50.
    Panorama da Mortalidadeno Brasil (cont.) Atualmente, o Brasil tem uma população de 20 milhões de habitantes com idade superior a 55 anos, e em 2025 terá uma população de 33 milhões acima dos 60 anos Fonte: IPEA
  • 51.
    Panorama da Mortalidadeno Brasil (cont.) Maior Variação na ultima faixa: 345% Fonte: IBGE
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    Panorama da Mortalidadeno Brasil (cont.)
  • 53.
    Envelhecimento em outrosSegmentos Fonte: Valor Econômico Setembro-2007 Em 3 anos, o número de motoristas acima de 80 anos cresceu 112% De 2003 a 2006, o total de habilitações nesta faixa etária passou de 94 mil para 199 mil Entre os condutores acima de 61 anos, a alta foi de 44% Entre jovens de 18 a 21 anos, alta de 4% Fonte: Renach (Registro Nacional de Carteira de Habilitação) Publicação: Folha de São Paulo: sábado, 07 de abril de 2007 No Regime Geral de Previdência Social: “ INSS recadastra 159 aposentados e pensionistas com mais de 110 anos”
  • 54.
    Mortalidade em MovimentoAté quando a mortalidade continuará em queda? “ Os aumentos na expectativa de vida nunca levarão à imortalidade . No entanto, é evidente que as pessoas com cem anos vão se tornar algo comum .” “ Ainda estamos longe do limite do crescimento da expectativa de vida. A expectativa de vida vem crescendo linearmente desde 1840 . Se estivéssemos perto do limite, essa linha já deveria ter começado a se curvar, mas ainda não vemos sinais disso.” Jim Oeppen (Universidade de Cambridge) e James Vaupel (Instituto de Demografia Max Planck), Revista Science
  • 55.
    Tábuas Demográficas AT83– Tábua Mínima da Resolução CGPC 18/2006
  • 56.
    Comparativo Básico FIFX PREV Taxa de Gestão FIF = 1,1% a.a. PREV = 0,3% a.a. IR sobre Rentabilidade FIF = de 22,5% a 15% PREV = Isento Despesas Administrativas FIF = Isenta PREV = 6%
  • 57.
    Comparativo Básico FIFX PREV (Cont.) Contribuições de Participante FIF = 1 (sem contrapartida) PREV = 2 ( contrapartida Patronal ) IR sobre o Capital Total no Resgate FIF = Isento PREV = até 27,5% ou até 35% (no regressivo) Rentabilidade Média FIF = 10,7% a.a. PREV = 19,7% a.a.
  • 58.
    Conclusões Sobrevivência estáem movimento As Tábuas Biométricas devem estar adequadas ao perfil seleto dos empregados das Corporações Necessidade de tábuas de mortalidade dinâmicas que incorpore melhorias na expectativa de vida A queda da taxa de juros no médio e longo prazo, exige cada vez mais profissionalização no Sistema Por tratar-se de “Salário Diferido”, Previdência ainda é o beneficio mais caro no padrão corporativo Necessidade de tábuas dinâmicas
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