VIVER SEM LINGUAGEM
Apresentado por
Adriane França
CAP. 2
A LINGUAGEM NO CÉREBRO
2.1. Afasia de Broca e localização das funções psicológicas
1.Visão do campo agregado
2. Localizacionista
3. Conexionismo
1.Campo agregado
A hipótese do campo agregado, proposta por Pierre Flourens,
defende que o cérebro funciona como uma unidade integrada,
ou seja, que as funções mentais superiores não estão
localizadas em áreas específicas, mas são resultado da ação
conjunta de todo o órgão. Em seus experimentos com animais,
Flourens observou que a remoção de diferentes partes do
cérebro causava efeitos semelhantes, o que o levou a concluir
que a mente não está separada em regiões funcionais fixas, mas
distribuída por todo o cérebro. Para ele, quando uma parte do
cérebro era danificada, outras podiam compensar parcialmente a
perda.
2. Localizacionista
Desenvolvida por Paul Broca, defende que certas funções
mentais estão localizadas em regiões específicas do
cérebro. A partir da análise de pacientes com distúrbios na
fala — especialmente o famoso caso de "Tan" — Broca
identificou uma área no lobo frontal esquerdo responsável
que afetava somente a linguagem, especialmente a
produção, hoje conhecida como área de Broca. Sua teoria
marcou o início da neuropsicologia moderna, mostrando
que há uma correspondência entre estrutura cerebral e
função cognitiva.
2.2. Afasia de Wernick e
o conexionismo
A partir dos estudos de Paul Broca sobre a produção da linguagem, o
neurologista Carl Wernicke deu continuidade às investigações sobre as
funções cerebrais e, em 1874, descreveu um novo tipo de afasia,
caracterizada por dificuldade na compreensão da linguagem, apesar da fala
fluente — a chamada afasia de Wernicke. Ele identificou que essa condição
estava associada a lesões em uma área do lobo temporal esquerdo, que ficou
conhecida como área de Wernicke. Com isso, surgiu a ideia de que diferentes
áreas cerebrais realizam funções distintas, mas se comunicam entre si por
meio de conexões — dando início à proposta do conexionismo, que combina
o localizacionismo com a ideia de circuitos cerebrais interligados. Esse
modelo propõe que funções complexas, como a linguagem, resultam da
interação entre regiões especializadas, marcando uma transição importante
nos estudos neurológicos da época.
A área de Wernicke, localizada
no lobo temporal esquerdo, é
responsável por compreender a
palavra ouvida.
A informação é então transmitida
por meio de um feixe de fibras
nervosas chamado fascículo
arqueado para a área de Broca,
no lobo frontal.
A área de Broca coordena os
movimentos necessários para
articular a palavra e enviá-la às
áreas motoras envolvidas na
fala.
2.3. A representação da flexão e área de Broca
Com o desenvolvimento da linguística, temos a possibilidade de exames não
invasivos. Os estudos seguem em investigação da relação das dificuldades
linguísticas com as áreas cerebrais.
O capítulo agora descreve os déficits linguísticos de dois pacientes afásicos
de Broca. Ele utiliza o teste de Boston para exemplificar a fala dos pacientes.
O que você percebe dessa linguagem?
Evita o uso de verbos
Frases curtas
Verbo “ser” como marcador
discursivo
Gosta como forma cristalizada
do verbo
O que você percebe dessa linguagem?
Evita o uso de verbos
Tempo comprometido
Ecoa o verbo
Concordância preservada
Onde está o problema?
Conclusão: o déficit é seletivo
E a compreensão?
Conhecimento de mundo Conhecimento sintático
A partir desses estudos, postula-se 3
ideias fundamentais:
Modalidades da linguagem
Conhecimento linguístico de
indivíduos afásicos e não afásicos
Área de Broca e a movimentação de
constituintes
Modalidades da linguagem
Compreensão? Produção?
O problema insere-se no conhecimento
linguístico.
Logo, afeta a compreensão e produção
oral e escrita.
Conhecimento linguístico de
indivíduos afásicos e não afásicos
O médico é empurrado pelo soldado
Dificuldade de atribuição do papel
temático por deslocamento de
constituinte
Conhecimento linguístico de
indivíduos afásicos e não afásicos
O que você jogou?
Dificuldade de interpretação da
sentença por deslocamento de
constituinte
2.4. Linguagem e área de Broca
Preservação
> Declarativas e interrogativas
> Conhecimento de verbo e
aspecto progressivo
cantando
Questão a ser respondida:
Qual é a extensão da atuação da área
de Broca na representação da
linguagem?
Questão a ser respondida:
Qual é a extensão da atuação da área de Broca na
representação da linguagem?
Devido a grande heterogeneidade,
devemos destacar a importância da
individualidade, mesmo que seja
possível gerar generalizações.
2.5. Linguagem e outras áreas do
cérebro
Estudos indicam a atuação de
outras áreas do cérebro no
processamento linguístico.
2.5. Linguagem e outras áreas do cérebro
Caplan, Hildebrant e Makris (1996)
> Testes em pacientes com lesões em diferentes
partes do cérebro
> Conclusão: tanto os com lesão no hemisfério
esquerdo (mais que os outros) tanto com o
hemisfério direito apresentaram desempenho
inferior ao grupo controle.
Embora o hemisfério direito seja menos
especializado, os estudos revelam aspectos
localizados e distribuídos do distúrbio sintático.
2.5. Linguagem e outras áreas do cérebro
Joanette (2004)
Hemisfério direito tem relação direta com a
prosódia, processamento semântico, habilidades
discursivas e pragmáticas.
Destaque para a prosódia emocional.
Eu to feliz. EU TO FELIZ!
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :)))))))
2.5. Linguagem e outras áreas do cérebro
2.5. Linguagem e outras áreas do cérebro
VIVER SEM LINGUAGEM
Apresentado por
Adriane França
CAP. 3
A linguagem na vida
diária
3.1. A universalidade da linguagem
A linguagem é universal e regida por princípios
universais inatos e configurações neurais
específicas
Esta afirmação inclui indivíduos típicos e
atípicos.
Mesmo as mais divergentes propostas de aquisição de linguagem acreditam que há
um núcleo inato. A questão é:
Para mim, o núcleo inato
é vigoroso e específico.
Uma gramática
Universal.
Para mim, o núcleo inato
não passa de uma
inteligência geral, não
específica.
O fato é que todos os indivíduos da espécie humana desenvolvem linguagem.
A partir disso, Leibniz propõe que a
linguagem é o espelho da mente
humana.
Qual é a sua
opinião?
Linguagem como produto da evolução
A linguagem propicia então o desenvolvimento...
Motor:
transmissão de conhecimento das
ferramentas
Cognitivo:
Transmissão de saberes
Inferir o que o outro sente;
Manipulação
2.2. A linguagem e o
desenvolvimento
cognitivo
2.2. A linguagem e o
desenvolvimento
cognitivo
Em estudos com crianças surdas, naquelas
que usavam uma língua de sinais, constatou-
se que, devido a falta de interação típica pais-
filhos, eles veem o mundo de forma diferente.
Ou seja, a modalidade de linguagem interfere
no modo como funciona a cognição.
Fernandes (1989) realizou um experimento em que
crianças surdas narravam histórias a partir de
imagens. Ele observou que aquelas com acesso à
LIBRAS produziam narrativas bem estruturadas,
enquanto as sem esse acesso apresentavam
dificuldades. Concluiu que a linguagem é essencial
para o desenvolvimento do pensamento e da
cognição, destacando a importância do contato
precoce com uma língua.
E o indivíduo com linguagem
comprometida?
Ele tem a sua concepção de mundo bastante
alterada em relação àqueles sem lesão.
A dificuldade de transmissão de informações e
emoções decorre do fato também do indivíduo
não mais se reconhecer.
Freud explica: a repesentação simbólica de um objeto por outro só é possível com a emergência
da linguagem.
3.3. Linguagem e o
inconsciente
Sobre os estímulos linguísticos: a língua
particular
3.3. Linguagem e o
inconsciente
Discursos aos quais as crianças são expostas
(principalmente pelos pais)
Segundo Lacan, com a aquisição
da linguagem, a criança é
inserida no mundo da cultura.
Dessa forma, seu
comportamento natural
passa a ser social.
“É na linguagem que o homem se
constitui como sujeito”.
Do mesmo modo, o
comprometimento da linguagem
Pode significar a morte do
indivíduo
Pois, sem linguagem, não há
como encontrar o sentido da
existência.
Qual é a sua
opinião?
3.4. As funções da linguagem
Referencial
Emotiva
Poética
Conativa
Fática
Metalinguística
3.4. As funções da linguagem
Transmissão de uma informação
Transmitir nossos sentimentos
Orientada para a própria
mensagem
Tentativa de convencimento
Prolongar, interromper ou chamar atenção
na comunicação
Objeto que fala sobre o objeto
3.5 A linguagem como ela
é: a realização da flexão
Descompasso entre língua do dia a dia e língua escolar
Eu amo
Tu amas
Ele ama
Nós amamos
Vós amais
Eles amam
Eu amo
Você ama
Ele ama
Nós ama/ a gente ama
Vocês amam
Eles amam
Os estudos, nesse sentido, não buscam encontrar a gramática
da escola, mas sim entender a gramática mental, refletida
pelo nosso uso.
Obrigada!

Viver sem Linguagem capítulos 2 e 3 do livro

  • 1.
    VIVER SEM LINGUAGEM Apresentadopor Adriane França CAP. 2
  • 2.
  • 3.
    2.1. Afasia deBroca e localização das funções psicológicas 1.Visão do campo agregado 2. Localizacionista 3. Conexionismo
  • 4.
    1.Campo agregado A hipótesedo campo agregado, proposta por Pierre Flourens, defende que o cérebro funciona como uma unidade integrada, ou seja, que as funções mentais superiores não estão localizadas em áreas específicas, mas são resultado da ação conjunta de todo o órgão. Em seus experimentos com animais, Flourens observou que a remoção de diferentes partes do cérebro causava efeitos semelhantes, o que o levou a concluir que a mente não está separada em regiões funcionais fixas, mas distribuída por todo o cérebro. Para ele, quando uma parte do cérebro era danificada, outras podiam compensar parcialmente a perda.
  • 5.
    2. Localizacionista Desenvolvida porPaul Broca, defende que certas funções mentais estão localizadas em regiões específicas do cérebro. A partir da análise de pacientes com distúrbios na fala — especialmente o famoso caso de "Tan" — Broca identificou uma área no lobo frontal esquerdo responsável que afetava somente a linguagem, especialmente a produção, hoje conhecida como área de Broca. Sua teoria marcou o início da neuropsicologia moderna, mostrando que há uma correspondência entre estrutura cerebral e função cognitiva.
  • 6.
    2.2. Afasia deWernick e o conexionismo A partir dos estudos de Paul Broca sobre a produção da linguagem, o neurologista Carl Wernicke deu continuidade às investigações sobre as funções cerebrais e, em 1874, descreveu um novo tipo de afasia, caracterizada por dificuldade na compreensão da linguagem, apesar da fala fluente — a chamada afasia de Wernicke. Ele identificou que essa condição estava associada a lesões em uma área do lobo temporal esquerdo, que ficou conhecida como área de Wernicke. Com isso, surgiu a ideia de que diferentes áreas cerebrais realizam funções distintas, mas se comunicam entre si por meio de conexões — dando início à proposta do conexionismo, que combina o localizacionismo com a ideia de circuitos cerebrais interligados. Esse modelo propõe que funções complexas, como a linguagem, resultam da interação entre regiões especializadas, marcando uma transição importante nos estudos neurológicos da época.
  • 7.
    A área deWernicke, localizada no lobo temporal esquerdo, é responsável por compreender a palavra ouvida. A informação é então transmitida por meio de um feixe de fibras nervosas chamado fascículo arqueado para a área de Broca, no lobo frontal. A área de Broca coordena os movimentos necessários para articular a palavra e enviá-la às áreas motoras envolvidas na fala.
  • 8.
    2.3. A representaçãoda flexão e área de Broca Com o desenvolvimento da linguística, temos a possibilidade de exames não invasivos. Os estudos seguem em investigação da relação das dificuldades linguísticas com as áreas cerebrais.
  • 9.
    O capítulo agoradescreve os déficits linguísticos de dois pacientes afásicos de Broca. Ele utiliza o teste de Boston para exemplificar a fala dos pacientes.
  • 10.
    O que vocêpercebe dessa linguagem?
  • 11.
    Evita o usode verbos Frases curtas Verbo “ser” como marcador discursivo Gosta como forma cristalizada do verbo
  • 12.
    O que vocêpercebe dessa linguagem?
  • 13.
    Evita o usode verbos Tempo comprometido Ecoa o verbo Concordância preservada
  • 15.
    Onde está oproblema?
  • 16.
  • 17.
    E a compreensão? Conhecimentode mundo Conhecimento sintático
  • 18.
    A partir dessesestudos, postula-se 3 ideias fundamentais: Modalidades da linguagem Conhecimento linguístico de indivíduos afásicos e não afásicos Área de Broca e a movimentação de constituintes
  • 19.
    Modalidades da linguagem Compreensão?Produção? O problema insere-se no conhecimento linguístico. Logo, afeta a compreensão e produção oral e escrita.
  • 20.
    Conhecimento linguístico de indivíduosafásicos e não afásicos O médico é empurrado pelo soldado Dificuldade de atribuição do papel temático por deslocamento de constituinte
  • 21.
    Conhecimento linguístico de indivíduosafásicos e não afásicos O que você jogou? Dificuldade de interpretação da sentença por deslocamento de constituinte
  • 22.
    2.4. Linguagem eárea de Broca
  • 23.
    Preservação > Declarativas einterrogativas > Conhecimento de verbo e aspecto progressivo cantando
  • 24.
    Questão a serrespondida: Qual é a extensão da atuação da área de Broca na representação da linguagem?
  • 25.
    Questão a serrespondida: Qual é a extensão da atuação da área de Broca na representação da linguagem?
  • 26.
    Devido a grandeheterogeneidade, devemos destacar a importância da individualidade, mesmo que seja possível gerar generalizações.
  • 27.
    2.5. Linguagem eoutras áreas do cérebro Estudos indicam a atuação de outras áreas do cérebro no processamento linguístico.
  • 28.
    2.5. Linguagem eoutras áreas do cérebro Caplan, Hildebrant e Makris (1996) > Testes em pacientes com lesões em diferentes partes do cérebro > Conclusão: tanto os com lesão no hemisfério esquerdo (mais que os outros) tanto com o hemisfério direito apresentaram desempenho inferior ao grupo controle. Embora o hemisfério direito seja menos especializado, os estudos revelam aspectos localizados e distribuídos do distúrbio sintático.
  • 29.
    2.5. Linguagem eoutras áreas do cérebro Joanette (2004) Hemisfério direito tem relação direta com a prosódia, processamento semântico, habilidades discursivas e pragmáticas. Destaque para a prosódia emocional. Eu to feliz. EU TO FELIZ! !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :)))))))
  • 30.
    2.5. Linguagem eoutras áreas do cérebro
  • 31.
    2.5. Linguagem eoutras áreas do cérebro
  • 32.
    VIVER SEM LINGUAGEM Apresentadopor Adriane França CAP. 3
  • 33.
    A linguagem navida diária 3.1. A universalidade da linguagem A linguagem é universal e regida por princípios universais inatos e configurações neurais específicas Esta afirmação inclui indivíduos típicos e atípicos.
  • 34.
    Mesmo as maisdivergentes propostas de aquisição de linguagem acreditam que há um núcleo inato. A questão é: Para mim, o núcleo inato é vigoroso e específico. Uma gramática Universal. Para mim, o núcleo inato não passa de uma inteligência geral, não específica. O fato é que todos os indivíduos da espécie humana desenvolvem linguagem.
  • 35.
    A partir disso,Leibniz propõe que a linguagem é o espelho da mente humana. Qual é a sua opinião?
  • 36.
  • 37.
    A linguagem propiciaentão o desenvolvimento... Motor: transmissão de conhecimento das ferramentas Cognitivo: Transmissão de saberes Inferir o que o outro sente; Manipulação
  • 38.
    2.2. A linguageme o desenvolvimento cognitivo
  • 39.
    2.2. A linguageme o desenvolvimento cognitivo
  • 40.
    Em estudos comcrianças surdas, naquelas que usavam uma língua de sinais, constatou- se que, devido a falta de interação típica pais- filhos, eles veem o mundo de forma diferente. Ou seja, a modalidade de linguagem interfere no modo como funciona a cognição. Fernandes (1989) realizou um experimento em que crianças surdas narravam histórias a partir de imagens. Ele observou que aquelas com acesso à LIBRAS produziam narrativas bem estruturadas, enquanto as sem esse acesso apresentavam dificuldades. Concluiu que a linguagem é essencial para o desenvolvimento do pensamento e da cognição, destacando a importância do contato precoce com uma língua.
  • 41.
    E o indivíduocom linguagem comprometida? Ele tem a sua concepção de mundo bastante alterada em relação àqueles sem lesão. A dificuldade de transmissão de informações e emoções decorre do fato também do indivíduo não mais se reconhecer.
  • 42.
    Freud explica: arepesentação simbólica de um objeto por outro só é possível com a emergência da linguagem. 3.3. Linguagem e o inconsciente Sobre os estímulos linguísticos: a língua particular 3.3. Linguagem e o inconsciente Discursos aos quais as crianças são expostas (principalmente pelos pais)
  • 44.
    Segundo Lacan, coma aquisição da linguagem, a criança é inserida no mundo da cultura. Dessa forma, seu comportamento natural passa a ser social. “É na linguagem que o homem se constitui como sujeito”.
  • 45.
    Do mesmo modo,o comprometimento da linguagem Pode significar a morte do indivíduo Pois, sem linguagem, não há como encontrar o sentido da existência. Qual é a sua opinião?
  • 46.
    3.4. As funçõesda linguagem Referencial Emotiva Poética Conativa Fática Metalinguística
  • 47.
    3.4. As funçõesda linguagem Transmissão de uma informação Transmitir nossos sentimentos Orientada para a própria mensagem Tentativa de convencimento Prolongar, interromper ou chamar atenção na comunicação Objeto que fala sobre o objeto
  • 48.
    3.5 A linguagemcomo ela é: a realização da flexão
  • 49.
    Descompasso entre línguado dia a dia e língua escolar Eu amo Tu amas Ele ama Nós amamos Vós amais Eles amam Eu amo Você ama Ele ama Nós ama/ a gente ama Vocês amam Eles amam Os estudos, nesse sentido, não buscam encontrar a gramática da escola, mas sim entender a gramática mental, refletida pelo nosso uso.
  • 50.