SlideShare uma empresa Scribd logo
Com certeza você já percebeu que, mesmo dentro de um mesmo país, existem várias maneiras de se
falar uma língua, no nosso caso, a Língua Portuguesa. As pessoas se comunicam de formas diferentes
e múltiplos fatores devem ser considerados, tais como a época, a região geográfica, a idade, o
ambiente e o status sociocultural dos falantes. Nós costumamos adequar o nosso modo de falar ao
ambiente e ao nosso interlocutor e não falamos da mesma forma que escrevemos.
VARIAÇÕES DIAFÁSICAS
(situacionais ou de estilo)
São as variações que se dão
em função do contexto
comunicativo, isto é, a ocasião
determina o modo como
falaremos com o nosso
interlocutor, podendo ser
formal ou informal. A variação
diafásica, diferente das
demais, parte de uma escolha
que é feita a partir do
contexto. O emissor adéqua
sua fala ou escrita ao
contexto, levando em conta o
eu receptor.
VARIAÇÕES DIATÓPICAS (REGIONAIS)
Representam as variações que ocorrem pelas diferenças regionais. As variações
regionais, denominados dialetos, são as variações referentes a diferentes regiões
geográficas, de acordo com a cultura local. Um exemplo deste tipo de variação é a
palavra “mandioca” que, em certos lugares, recebe outras denominações, como
“macaxeira” e “aipim”. Nesta modalidade também estão os sotaques, ligados às
marcas orais da linguagem.
Minas Gerais
EXPRESSÕES TÍPICAS DA REGIÃO NORDESTE
EXPRESSÕES TÍPICAS DA REGIÃO SUL
VARIAÇÕES DIASTRÁTICAS (SOCIAIS)
São as variações ocorridas em razão da convivência entre os grupos sociais. As gírias, os jargões e o
linguajar caipira são exemplos desta modalidade de variação linguística. É uma variação social e
pertence a um grupo específico de pessoas. As gírias pertencem ao vocabulário específico de certos
grupos, como os policiais, cantores de rap, surfistas, estudantes, jornalistas, entre outros. Já os jargões
estão relacionados com as áreas profissionais, caracterizando um linguajar técnico. Como exemplo,
podemos citar os profissionais da Medicina, os advogados, os profissionais da Informática, dentre
outros.
VARIAÇÕES DIACRÔNICAS (HISTÓRICAS)
Como já foi dito, a língua é dinâmica e sofre transformações ao longo do tempo. Um exemplo de
variação histórica é a questão da ortografia: a palavra “farmácia” já foi escrita com “ph”
(pharmácia). A palavra “você”, que tem origem etimológica na expressão de tratamento de
deferência “vossa mercê” e que se transformou sucessivamente em “vossemecê”, “vosmecê”,
“vancê”, até chegar na que utilizamos hoje que é, muitas vezes (principalmente na Internet),
abreviado para “vc”.
Variação
Diacrônica
Variação
Diacrônica
Bafafá
É o mesmo que confusão ou bagunça.
- Que bafafá é esse?
Barbeiro
É um motorista ruim, que não sabe dirigir direito.
- Ô barbeiro, sai da frente!
Chá de cadeira
Tomar um chá de cadeira é o mesmo que ter que ficar esperando por muito tempo.
- Minha namorada me deu um chá de cadeira hoje.
De lascar o cano
É o mesmo que dizer que algo é muito ruim.
- Essa minha situação está de lascar o cano.
Marcar touca
Significa perder uma oportunidade, dar bobeira.
- Claro que você não ia conseguir aquele emprego, fica aí marcando touca.
Na boca de espera
É quando você está prestes a conseguir alguma coisa.
- Estou na boca da espera pra ganhar aquele aumento.
Boa pinta
É o mesmo que dizer que a pessoa é bonita, de boa aparência.
- Aquele aluno novo é boa pinta.
Borogodó
Significa charme, sensualidade.
- Ele pode não ser tão bonito, mas tem borogodó.
Broto
É o mesmo que garota bonita.
- Aquela menina é um brotinho.
Bulhufas
Significa o mesmo que nada, coisa nenhuma.
- Não entendi bulhufas do que você disse.
Cafona
Uma coisa cafona é algo fora de moda, brega.
- Não acredito que você comprou essa blusa cafona.
Dar tábua
Significa se recusar a dançar.
- Já sabia que o João ia dar tábua.
Duvi-de-o-dó
É o mesmo que duvidar veemente de algo.
- Até parece que você vai se casar. Duvi-de-o-dó.
Fogo na roupa
É o mesmo que uma situação ou pessoa complicada.
- Essa menina é fogo na roupa.
Lelé da cuca
Uma pessoa lelé da cuca é alguém doido, maluco.
Arquibaldos
São os torcedores que assistem os jogos
das arquibancadas.
- Os arquibaldos estavam agitados hoje.
Barra pesada
É o mesmo que uma pessoa ou situação
difícil de lidar, ou mesmo perigosa.
- Aquela situação com seus pais está barra
pesada.
Bicho-grilo
É usado para definir pessoas que gostam
de ficar na natureza, ou hippies
- Ele não vem pra cidade, é um bicho-grilo.
Bidu
É o mesmo que uma pessoa esperta,
adivinhona.
- Acertou tudo ein? Bidu!
Careta
Significa uma pessoa conservadora.
- Lá vem aquela sua tia careta.
Chacrinha
É o mesmo que conversa fiada, sem objetivo.
- Chega de chacrinha por hoje.
Chato de galocha
Significa uma pessoa muito chata, insuportável.
-Você é um chato de galocha.
-Chuchu beleza
É o mesmo que dizer que está tudo certo.
- E aí Paula, chuchu beleza?
Entrar pelo cano
Significa se dar mal.
- O Marcos entrou pelo cano dessa vez.
Grilado
É o mesmo que estar desconfiado de alguma coisa.
- Aquela situação me deixou grilado.
Patota
Uma patota é uma turma de amigos.
- Vou sair com a patota hoje.
Tutu
É uma gíria para dinheiro
Ficar de bode
É o mesmo que estar de mau humor.
- Nem vem que estou de bode hoje.
Numa nice
Significa ficar de boas, relaxado.
- Está tudo numa nice hoje.
Viajar na maionese
É o mesmo que ficar imaginando coisas absurdas.
-Nossa, você viajou na maionese agora.
-Pentelho
Significa o mesmo que pessoa muito chata, irritante.
- Aquele seu sobrinho é muito pentelho.
Rachar o bico
É o mesmo que rir muito.
-Rachei o bico com aquele filme.
Antenado
Uma pessoa antenada é alguém que está por
dentro das coisas, que entende.
- Minha mãe está antenada nas tecnologias.
Arco da velha
Significa algo muito antigo.
- Essa novela aí é do arco da velha.
Azarar
É o mesmo que flertar.
- Vou sair essa noite só pra azaração.
Baranga
Significa "mulher feia".
- Credo, nessa festa só tem baranga.
Bolado
É o mesmo que estar chateado ou bravo.
- Poxa, fiquei bolado com minha namorada hoje.
Chavecar
É o mesmo que paquerar.
- O Mario ficou me chavecando a festa toda.
De lei
Dizer que algo é de lei é o mesmo que falar que
acontece sempre do mesmo modo.
- Aquela cervejinha na sexta-feira é de lei.
Descolar
É o mesmo que arranjar alguma coisa.
- Tem como você descolar aquele dinheiro pra mim?
Mauricinho
É como acham um rapaz que está sempre bem arrumado, que é
todo certinho.
- Ele não faz meu tipo, é muito mauricinho.
Patricinha
É a versão feminina para mauricinho, usada para meninas ricas e
mimadas.
- Aquela sua amiga é muito patricinha.
Pagar mico
É o mesmo que passar vergonha.
-Olha lá a Mariana pagando mico.
-Pindaíba
Estar na pindaíba é o mesmo que estar sem dinheiro, quebrado.
- Esse mês eu estou na pindaíba.
Queimar o filme
Significa estragar a imagem, passar por algo vergonhoso.
- A Maria queimou o filme comigo.
Xilindró
É uma gíria para prisão, cadeia.
- Melhor ficar quietinho ou você vai parar no xilindró.
Zoar
É o mesmo que brincar ou debochar da cara de alguém, fazer
bagunça.
- Ta zoando da minha cara, é?
Abalar
Significa arrasar, causar boa impressão.
- Essa nova música vai abalar no verão.
Beca
É o mesmo que roupa bonita, arrumada.
-Ta arrasando com essa beca, ein.
-Bombado
É um lugar com muita gente, animado.
- Pode vir que a festa ta bombada demais.
Busão
Uma gíria para ônibus.
- Corre senão a gente vai perder esse busão.
Caôzeiro
É como é chamada uma pessoa mentirosa.
- Ih, aquele seu amigo lá é mó caôzeiro.
Passar o rodo
É o mesmo que ficar com muita gente.
- João passou o rodo na balada ontem.
Tá dominado
Significa o mesmo que dizer que está tudo sob
controle.
- Fica tranquila com o trabalho, já tá dominado.
Tá ligado?
É o mesmo que "entendeu?".
- Eu não vou mais ficar te esperando não, tá
ligado?
X9
É o mesmo que dedo duro ou informante.
- Não dá pra confiar no Lucas, ele é mó X9.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Variação linguística - edição 2021.pptx

Atividades casa
Atividades casaAtividades casa
Variação Linguística e Preconceito Linguístico.pptx
Variação Linguística e Preconceito Linguístico.pptxVariação Linguística e Preconceito Linguístico.pptx
Variação Linguística e Preconceito Linguístico.pptx
JaineCarolaineLima
 
Prof daniel loureiro
Prof daniel loureiroProf daniel loureiro
Prof daniel loureiro
maria do socorro dos santos
 
Expressões idiomáticas
 Expressões idiomáticas Expressões idiomáticas
Expressões idiomáticas
Prof. Sonia Santana
 
Modulo 2015.2 revisado
Modulo 2015.2 revisadoModulo 2015.2 revisado
Modulo 2015.2 revisado
pibidbar
 
Viadologia
ViadologiaViadologia
Viadologia
carolina
 
Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44
Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44
Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44
luisprista
 
Slides língua portuguesa apresentação
Slides língua portuguesa apresentaçãoSlides língua portuguesa apresentação
Slides língua portuguesa apresentação
blogdoalunocefa
 
Variações linguísticas
Variações linguísticasVariações linguísticas
Variações linguísticas
Gabriel Lima
 
Variação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptxVariação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptx
Ione56
 
CURSO - OFICINA DE TEXTOS.ppt
CURSO - OFICINA DE TEXTOS.pptCURSO - OFICINA DE TEXTOS.ppt
CURSO - OFICINA DE TEXTOS.ppt
LlianGonalves3
 
Viadologia
ViadologiaViadologia
Viadologia
Mensagens Virtuais
 
Cantigas de roda
Cantigas de rodaCantigas de roda
Cantigas de roda
wendulino
 
Variações linguísticas
Variações linguísticasVariações linguísticas
Variações linguísticas
Éric Santos
 
Jogo final do ano
Jogo final do anoJogo final do ano
Jogo final do ano
Ana Pinto
 
Variação linguística
Variação linguísticaVariação linguística
Variação linguística
Nastrilhas da lingua portuguesa
 
Apresentação para décimo segundo ano, aula 8
Apresentação para décimo segundo ano, aula 8Apresentação para décimo segundo ano, aula 8
Apresentação para décimo segundo ano, aula 8
luisprista
 
Linguagem, língua e variabilidade versão resumida
Linguagem, língua e variabilidade versão resumidaLinguagem, língua e variabilidade versão resumida
Linguagem, língua e variabilidade versão resumida
Raquel Souza
 
Portefólio da linguagem
Portefólio da linguagemPortefólio da linguagem
Portefólio da linguagem
Diana Sousa
 
Folclore cantigas
Folclore   cantigasFolclore   cantigas
Folclore cantigas
Fabiane Ribeiro
 

Semelhante a Variação linguística - edição 2021.pptx (20)

Atividades casa
Atividades casaAtividades casa
Atividades casa
 
Variação Linguística e Preconceito Linguístico.pptx
Variação Linguística e Preconceito Linguístico.pptxVariação Linguística e Preconceito Linguístico.pptx
Variação Linguística e Preconceito Linguístico.pptx
 
Prof daniel loureiro
Prof daniel loureiroProf daniel loureiro
Prof daniel loureiro
 
Expressões idiomáticas
 Expressões idiomáticas Expressões idiomáticas
Expressões idiomáticas
 
Modulo 2015.2 revisado
Modulo 2015.2 revisadoModulo 2015.2 revisado
Modulo 2015.2 revisado
 
Viadologia
ViadologiaViadologia
Viadologia
 
Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44
Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44
Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 44
 
Slides língua portuguesa apresentação
Slides língua portuguesa apresentaçãoSlides língua portuguesa apresentação
Slides língua portuguesa apresentação
 
Variações linguísticas
Variações linguísticasVariações linguísticas
Variações linguísticas
 
Variação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptxVariação Linguística - Exercícios.pptx
Variação Linguística - Exercícios.pptx
 
CURSO - OFICINA DE TEXTOS.ppt
CURSO - OFICINA DE TEXTOS.pptCURSO - OFICINA DE TEXTOS.ppt
CURSO - OFICINA DE TEXTOS.ppt
 
Viadologia
ViadologiaViadologia
Viadologia
 
Cantigas de roda
Cantigas de rodaCantigas de roda
Cantigas de roda
 
Variações linguísticas
Variações linguísticasVariações linguísticas
Variações linguísticas
 
Jogo final do ano
Jogo final do anoJogo final do ano
Jogo final do ano
 
Variação linguística
Variação linguísticaVariação linguística
Variação linguística
 
Apresentação para décimo segundo ano, aula 8
Apresentação para décimo segundo ano, aula 8Apresentação para décimo segundo ano, aula 8
Apresentação para décimo segundo ano, aula 8
 
Linguagem, língua e variabilidade versão resumida
Linguagem, língua e variabilidade versão resumidaLinguagem, língua e variabilidade versão resumida
Linguagem, língua e variabilidade versão resumida
 
Portefólio da linguagem
Portefólio da linguagemPortefólio da linguagem
Portefólio da linguagem
 
Folclore cantigas
Folclore   cantigasFolclore   cantigas
Folclore cantigas
 

Mais de Marlene Cunhada

PERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .ppt
PERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .pptPERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .ppt
PERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .ppt
Marlene Cunhada
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
I.M.T - O MUNDO DO TRABALHO.ppt
I.M.T -  O   MUNDO    DO    TRABALHO.pptI.M.T -  O   MUNDO    DO    TRABALHO.ppt
I.M.T - O MUNDO DO TRABALHO.ppt
Marlene Cunhada
 
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
Marlene Cunhada
 
Oracoes subordinadas substantivas.pptx
Oracoes  subordinadas  substantivas.pptxOracoes  subordinadas  substantivas.pptx
Oracoes subordinadas substantivas.pptx
Marlene Cunhada
 
VARIEDADES LINGUÍSTICAS - 1. pptx
VARIEDADES        LINGUÍSTICAS - 1. pptxVARIEDADES        LINGUÍSTICAS - 1. pptx
VARIEDADES LINGUÍSTICAS - 1. pptx
Marlene Cunhada
 
reading Comprehension TOM AND HELEN.docx
reading Comprehension TOM AND HELEN.docxreading Comprehension TOM AND HELEN.docx
reading Comprehension TOM AND HELEN.docx
Marlene Cunhada
 
Luiz Vaz de Camoes - Vida-e-Obra .ppt
Luiz  Vaz  de  Camoes - Vida-e-Obra .pptLuiz  Vaz  de  Camoes - Vida-e-Obra .ppt
Luiz Vaz de Camoes - Vida-e-Obra .ppt
Marlene Cunhada
 
1º ANO - VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx
1º ANO -       VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx1º ANO -       VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx
1º ANO - VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx
Marlene Cunhada
 
Luis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.ppt
Luis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.pptLuis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.ppt
Luis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.ppt
Marlene Cunhada
 
LINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.ppt
LINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.pptLINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.ppt
LINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.ppt
Marlene Cunhada
 
SLIDES SOBRE Figuras de linguagem.pptx
SLIDES SOBRE   Figuras de linguagem.pptxSLIDES SOBRE   Figuras de linguagem.pptx
SLIDES SOBRE Figuras de linguagem.pptx
Marlene Cunhada
 
GENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptx
GENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptxGENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptx
GENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptx
Marlene Cunhada
 
Slide JOSE - POETA CARLOS DRUMMOND.pptx
Slide JOSE - POETA  CARLOS DRUMMOND.pptxSlide JOSE - POETA  CARLOS DRUMMOND.pptx
Slide JOSE - POETA CARLOS DRUMMOND.pptx
Marlene Cunhada
 
BIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptx
BIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptxBIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptx
BIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptx
Marlene Cunhada
 
2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL
2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL
2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL
Marlene Cunhada
 
2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx
2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx
2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx
Marlene Cunhada
 
1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf
1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf
1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf
Marlene Cunhada
 
VERB TO BE.docx
VERB TO BE.docxVERB TO BE.docx
VERB TO BE.docx
Marlene Cunhada
 
mothers-day-activity_69385.doc
mothers-day-activity_69385.docmothers-day-activity_69385.doc
mothers-day-activity_69385.doc
Marlene Cunhada
 

Mais de Marlene Cunhada (20)

PERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .ppt
PERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .pptPERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .ppt
PERÍODO COMPOSTO - ORAÇÕES COORDENADAS .ppt
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
I.M.T - O MUNDO DO TRABALHO.ppt
I.M.T -  O   MUNDO    DO    TRABALHO.pptI.M.T -  O   MUNDO    DO    TRABALHO.ppt
I.M.T - O MUNDO DO TRABALHO.ppt
 
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
 
Oracoes subordinadas substantivas.pptx
Oracoes  subordinadas  substantivas.pptxOracoes  subordinadas  substantivas.pptx
Oracoes subordinadas substantivas.pptx
 
VARIEDADES LINGUÍSTICAS - 1. pptx
VARIEDADES        LINGUÍSTICAS - 1. pptxVARIEDADES        LINGUÍSTICAS - 1. pptx
VARIEDADES LINGUÍSTICAS - 1. pptx
 
reading Comprehension TOM AND HELEN.docx
reading Comprehension TOM AND HELEN.docxreading Comprehension TOM AND HELEN.docx
reading Comprehension TOM AND HELEN.docx
 
Luiz Vaz de Camoes - Vida-e-Obra .ppt
Luiz  Vaz  de  Camoes - Vida-e-Obra .pptLuiz  Vaz  de  Camoes - Vida-e-Obra .ppt
Luiz Vaz de Camoes - Vida-e-Obra .ppt
 
1º ANO - VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx
1º ANO -       VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx1º ANO -       VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx
1º ANO - VARIAÇÃO LINGUÍSTICA.pptx
 
Luis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.ppt
Luis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.pptLuis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.ppt
Luis - Vaz - de - Camoes-Vida-e-Obra.ppt
 
LINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.ppt
LINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.pptLINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.ppt
LINGUA PORTUGUESA - Analise-Sintatica.ppt
 
SLIDES SOBRE Figuras de linguagem.pptx
SLIDES SOBRE   Figuras de linguagem.pptxSLIDES SOBRE   Figuras de linguagem.pptx
SLIDES SOBRE Figuras de linguagem.pptx
 
GENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptx
GENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptxGENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptx
GENEROS_LITERARIOS_ANGELICA_SOARES_1.pptx
 
Slide JOSE - POETA CARLOS DRUMMOND.pptx
Slide JOSE - POETA  CARLOS DRUMMOND.pptxSlide JOSE - POETA  CARLOS DRUMMOND.pptx
Slide JOSE - POETA CARLOS DRUMMOND.pptx
 
BIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptx
BIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptxBIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptx
BIOGRAFIA DA POETISA CECILIA MEIRELES.pptx
 
2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL
2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL
2º ANO MATUTINO - PARNASIANISMO NO BRASIL
 
2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx
2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx
2ª FASE MODERNISTA [Salvo automaticamente].pptx
 
1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf
1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf
1-¦-ano-M-PORTUGUèS-ativ.-08-Conto-de-humor.pdf
 
VERB TO BE.docx
VERB TO BE.docxVERB TO BE.docx
VERB TO BE.docx
 
mothers-day-activity_69385.doc
mothers-day-activity_69385.docmothers-day-activity_69385.doc
mothers-day-activity_69385.doc
 

Último

Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
samucajaime015
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
IACEMCASA
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 

Último (20)

Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptxTudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
Tudo sobre a Inglaterra, curiosidades, moeda.pptx
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 

Variação linguística - edição 2021.pptx

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4. Com certeza você já percebeu que, mesmo dentro de um mesmo país, existem várias maneiras de se falar uma língua, no nosso caso, a Língua Portuguesa. As pessoas se comunicam de formas diferentes e múltiplos fatores devem ser considerados, tais como a época, a região geográfica, a idade, o ambiente e o status sociocultural dos falantes. Nós costumamos adequar o nosso modo de falar ao ambiente e ao nosso interlocutor e não falamos da mesma forma que escrevemos.
  • 5. VARIAÇÕES DIAFÁSICAS (situacionais ou de estilo) São as variações que se dão em função do contexto comunicativo, isto é, a ocasião determina o modo como falaremos com o nosso interlocutor, podendo ser formal ou informal. A variação diafásica, diferente das demais, parte de uma escolha que é feita a partir do contexto. O emissor adéqua sua fala ou escrita ao contexto, levando em conta o eu receptor.
  • 6. VARIAÇÕES DIATÓPICAS (REGIONAIS) Representam as variações que ocorrem pelas diferenças regionais. As variações regionais, denominados dialetos, são as variações referentes a diferentes regiões geográficas, de acordo com a cultura local. Um exemplo deste tipo de variação é a palavra “mandioca” que, em certos lugares, recebe outras denominações, como “macaxeira” e “aipim”. Nesta modalidade também estão os sotaques, ligados às marcas orais da linguagem.
  • 7.
  • 9.
  • 10.
  • 11. EXPRESSÕES TÍPICAS DA REGIÃO NORDESTE
  • 12. EXPRESSÕES TÍPICAS DA REGIÃO SUL
  • 13. VARIAÇÕES DIASTRÁTICAS (SOCIAIS) São as variações ocorridas em razão da convivência entre os grupos sociais. As gírias, os jargões e o linguajar caipira são exemplos desta modalidade de variação linguística. É uma variação social e pertence a um grupo específico de pessoas. As gírias pertencem ao vocabulário específico de certos grupos, como os policiais, cantores de rap, surfistas, estudantes, jornalistas, entre outros. Já os jargões estão relacionados com as áreas profissionais, caracterizando um linguajar técnico. Como exemplo, podemos citar os profissionais da Medicina, os advogados, os profissionais da Informática, dentre outros.
  • 14.
  • 15. VARIAÇÕES DIACRÔNICAS (HISTÓRICAS) Como já foi dito, a língua é dinâmica e sofre transformações ao longo do tempo. Um exemplo de variação histórica é a questão da ortografia: a palavra “farmácia” já foi escrita com “ph” (pharmácia). A palavra “você”, que tem origem etimológica na expressão de tratamento de deferência “vossa mercê” e que se transformou sucessivamente em “vossemecê”, “vosmecê”, “vancê”, até chegar na que utilizamos hoje que é, muitas vezes (principalmente na Internet), abreviado para “vc”.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21. Bafafá É o mesmo que confusão ou bagunça. - Que bafafá é esse? Barbeiro É um motorista ruim, que não sabe dirigir direito. - Ô barbeiro, sai da frente! Chá de cadeira Tomar um chá de cadeira é o mesmo que ter que ficar esperando por muito tempo. - Minha namorada me deu um chá de cadeira hoje. De lascar o cano É o mesmo que dizer que algo é muito ruim. - Essa minha situação está de lascar o cano. Marcar touca Significa perder uma oportunidade, dar bobeira. - Claro que você não ia conseguir aquele emprego, fica aí marcando touca. Na boca de espera É quando você está prestes a conseguir alguma coisa. - Estou na boca da espera pra ganhar aquele aumento.
  • 22.
  • 23. Boa pinta É o mesmo que dizer que a pessoa é bonita, de boa aparência. - Aquele aluno novo é boa pinta. Borogodó Significa charme, sensualidade. - Ele pode não ser tão bonito, mas tem borogodó. Broto É o mesmo que garota bonita. - Aquela menina é um brotinho. Bulhufas Significa o mesmo que nada, coisa nenhuma. - Não entendi bulhufas do que você disse. Cafona Uma coisa cafona é algo fora de moda, brega. - Não acredito que você comprou essa blusa cafona. Dar tábua Significa se recusar a dançar. - Já sabia que o João ia dar tábua. Duvi-de-o-dó É o mesmo que duvidar veemente de algo. - Até parece que você vai se casar. Duvi-de-o-dó. Fogo na roupa É o mesmo que uma situação ou pessoa complicada. - Essa menina é fogo na roupa. Lelé da cuca Uma pessoa lelé da cuca é alguém doido, maluco.
  • 24.
  • 25. Arquibaldos São os torcedores que assistem os jogos das arquibancadas. - Os arquibaldos estavam agitados hoje. Barra pesada É o mesmo que uma pessoa ou situação difícil de lidar, ou mesmo perigosa. - Aquela situação com seus pais está barra pesada. Bicho-grilo É usado para definir pessoas que gostam de ficar na natureza, ou hippies - Ele não vem pra cidade, é um bicho-grilo. Bidu É o mesmo que uma pessoa esperta, adivinhona. - Acertou tudo ein? Bidu! Careta Significa uma pessoa conservadora. - Lá vem aquela sua tia careta. Chacrinha É o mesmo que conversa fiada, sem objetivo. - Chega de chacrinha por hoje. Chato de galocha Significa uma pessoa muito chata, insuportável. -Você é um chato de galocha. -Chuchu beleza É o mesmo que dizer que está tudo certo. - E aí Paula, chuchu beleza? Entrar pelo cano Significa se dar mal. - O Marcos entrou pelo cano dessa vez. Grilado É o mesmo que estar desconfiado de alguma coisa. - Aquela situação me deixou grilado. Patota Uma patota é uma turma de amigos. - Vou sair com a patota hoje. Tutu É uma gíria para dinheiro
  • 26.
  • 27. Ficar de bode É o mesmo que estar de mau humor. - Nem vem que estou de bode hoje. Numa nice Significa ficar de boas, relaxado. - Está tudo numa nice hoje. Viajar na maionese É o mesmo que ficar imaginando coisas absurdas. -Nossa, você viajou na maionese agora. -Pentelho Significa o mesmo que pessoa muito chata, irritante. - Aquele seu sobrinho é muito pentelho. Rachar o bico É o mesmo que rir muito. -Rachei o bico com aquele filme.
  • 28.
  • 29. Antenado Uma pessoa antenada é alguém que está por dentro das coisas, que entende. - Minha mãe está antenada nas tecnologias. Arco da velha Significa algo muito antigo. - Essa novela aí é do arco da velha. Azarar É o mesmo que flertar. - Vou sair essa noite só pra azaração. Baranga Significa "mulher feia". - Credo, nessa festa só tem baranga. Bolado É o mesmo que estar chateado ou bravo. - Poxa, fiquei bolado com minha namorada hoje. Chavecar É o mesmo que paquerar. - O Mario ficou me chavecando a festa toda. De lei Dizer que algo é de lei é o mesmo que falar que acontece sempre do mesmo modo. - Aquela cervejinha na sexta-feira é de lei. Descolar É o mesmo que arranjar alguma coisa. - Tem como você descolar aquele dinheiro pra mim? Mauricinho É como acham um rapaz que está sempre bem arrumado, que é todo certinho. - Ele não faz meu tipo, é muito mauricinho. Patricinha É a versão feminina para mauricinho, usada para meninas ricas e mimadas. - Aquela sua amiga é muito patricinha. Pagar mico É o mesmo que passar vergonha. -Olha lá a Mariana pagando mico. -Pindaíba Estar na pindaíba é o mesmo que estar sem dinheiro, quebrado. - Esse mês eu estou na pindaíba. Queimar o filme Significa estragar a imagem, passar por algo vergonhoso. - A Maria queimou o filme comigo. Xilindró É uma gíria para prisão, cadeia. - Melhor ficar quietinho ou você vai parar no xilindró. Zoar É o mesmo que brincar ou debochar da cara de alguém, fazer bagunça. - Ta zoando da minha cara, é?
  • 30.
  • 31. Abalar Significa arrasar, causar boa impressão. - Essa nova música vai abalar no verão. Beca É o mesmo que roupa bonita, arrumada. -Ta arrasando com essa beca, ein. -Bombado É um lugar com muita gente, animado. - Pode vir que a festa ta bombada demais. Busão Uma gíria para ônibus. - Corre senão a gente vai perder esse busão. Caôzeiro É como é chamada uma pessoa mentirosa. - Ih, aquele seu amigo lá é mó caôzeiro. Passar o rodo É o mesmo que ficar com muita gente. - João passou o rodo na balada ontem. Tá dominado Significa o mesmo que dizer que está tudo sob controle. - Fica tranquila com o trabalho, já tá dominado. Tá ligado? É o mesmo que "entendeu?". - Eu não vou mais ficar te esperando não, tá ligado? X9 É o mesmo que dedo duro ou informante. - Não dá pra confiar no Lucas, ele é mó X9.