Universidade Estadual Norte do Paraná
FALM- CLM
Curso de Agronomia
Matheus Guerreiro Bueno Abrão
A fragilidade da comercialização enfrentada pelos pequenos e médios
produtores do território norte pioneiro do Paraná.
BANDEIRANTES
2012
Matheus Guerreiro Bueno Abrão
A fragilidade da comercialização enfrentada pelos pequenos e
médios produtores do território norte pioneiro do Paraná.
Trabalho apresentado à disciplina de Laboratório de
informática do curso de agronomia da Universidade Estadual
Norte do Paraná UENP, com objetivo de apresentar
resultados sobre comercialização de produtos agrícolas,
sobre orientação da Prof. Cristiane Yanase Hirabara
Bandeirantes
2012
Dedico este trabalho a todos interessados a aprender sobre
o assunto, Obrigado!
AGRADECIMENTOS
Agradeço a todos que me ajudaram na realização deste trabalho, e a
toda minha família pela paciência e apoio.
Resumo
Nas ultimas décadas a discussão sobre a agricultura familiar tem ganhado
força devido às dificuldades que os produtores familiares têm para se
posicionar no mercado. Fatores como falta de tecnologia, e falta de
profissionais no auxilio da produção, dificultam a venda dos produtos dos
pequenos agricultores.
SUMÁRIO
1- Introdução.................................................................................................07
2- As políticas públicas Paranaenses e agricultura familiar.....08
3- Importância econômica da agricultura familiar......................09
4- Dificuldades na hora de vender os produtos.........................10
5- Conclusão..................................................................................11
6- Referências...............................................................................12
INTRODUÇÃO
Neste trabalho apresentarei as dificuldades vividas pelos pequenos agricultores
do norte pioneiro do Paraná, e de todo o Brasil bem como sua importância
econômica em âmbito regional e nacional.
As políticas públicas Paranaenses e agricultura familiar
O norte do Paraná é uma área que em poucos anos de ocupação sofreu uma
série de interferências externas. Caracterizado pela presença de lotes
pequenos e médios, com área em torno de 50 hectares, durante décadas,
houve o predomínio da atividade cafeeira que atraiu um contingente
significativo de mão-de-obra. Por uma série de mudanças na economia
cafeeira, na política do governo federal e somada aos problemas inerentes à
ação da natureza (especificamente climáticos), esta base econômica
implantada passa por uma alteração radical tanto nas relações de produção,
quanto na estrutura fundiária, baseada na chamada “modernização
conservadora”. Em um estado no qual das 374 mil propriedades rurais, 320 mil
pertencem à agricultura familiar, quase 90% dos trabalhadores estão
vinculados à agricultura familiar. O Paraná tem uma expectativa de safra de 30
milhões de toneladas de grãos, e mais de 50% do valor bruto da produção vem
da agricultura familiar. 1/3 das terras do estado são agriculturáveis, e a maior
parte está em propriedades de pequenos agricultores.
Importância econômica da agricultura familiar
Os agricultores familiares brasileiros estão aumentando cada vez mais a
produção e a participação no Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as
riquezas – nacional. Somente em 2003, o setor foi responsável por 10,1% do
PIB, movimentando R$ 13,4 bilhões em 2003, o que representa 9,3% a mais
que no ano anterior. O aumento é superior ao crescimento do PIB nacional
(0,5%). O principal destino das mercadorias da agricultura familiar é o
abastecimento do mercado interno, ao contrário dos grandes produtores que
tem como alvo principal a exportação. Apesar de não apresentarem grandes
aparatos tecnológicos e a supervisão de técnicos para o auxilio e o melhor
aproveitamento do solo, a agricultura familiar consegue atender o mercado
nacional devido ao seu número elevado de produtores.
Dificuldades enfrentadas na hora de vender os produtos
A péssima política de preços agropecuários dos governos federal e estadual
tem criado muitos problemas. Muitas vezes, após a colheita, os preços
praticados para certos produtos estão tão baixos que os produtores preferem
deixa-los estocados ou estragando, pois os custos para disponibilizados para a
venda saem mais altos que o próprio valor de venda. Às vezes se opta por nem
fazer a colheita. Isso acaba fazendo com que o pequeno agricultor, devido a
suas dívidas, acabe tendo que vende suas terras e acaba se mudando para a
cidade aumentando assim o número de periferias e favelas nas grandes
metrópoles.
CONCLUSÃO
Pode-se concluir que o agricultor familiar, devido à falta de recursos
disponibilizados pelo governo, sofre vários problemas com relação à venda de
produtos, melhor aproveitamento de sua área e pela falta de profissionais
capacitados para os ajudarem em uma melhor produção visando mais lucro, e
assim conseguirem aumentar sua área e produção. Cabe ao governo a
melhoria dos recursos como Crédito rural com taxas cabíveis aos pequenos
produtores, e a melhoria de preços nas máquinas agrícolas, aumentando assim
o lucro e produtividade dos pequenos produtores.
REFERÊNCIAS
M. Rafael M, A falência dos Pequenos Produtores Rurais. Disponível em:
http://brasil.iwarp.com/falencia.html. Acesso em: 12/05/2012
Agricultura familiar representa 10,1% do PIB nacional. Disponível em:
www.geomundo.com.br/geografia-30106.htm. Acesso em: 12/05/2012
Agricultura familiar. Disponível em : pt.wikipedia.org/wiki/Agricultura_familiar.
Acesso em: 12/05/2012
Agricultura familiar: Um estudo de Focalização Regional. Disponível em:
www.sober.org.br/palestra/12/09O473.pdf. Acesso em 12/05/2012

Universidade estadual norte do paraná

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    Universidade Estadual Nortedo Paraná FALM- CLM Curso de Agronomia Matheus Guerreiro Bueno Abrão A fragilidade da comercialização enfrentada pelos pequenos e médios produtores do território norte pioneiro do Paraná. BANDEIRANTES 2012
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    Matheus Guerreiro BuenoAbrão A fragilidade da comercialização enfrentada pelos pequenos e médios produtores do território norte pioneiro do Paraná. Trabalho apresentado à disciplina de Laboratório de informática do curso de agronomia da Universidade Estadual Norte do Paraná UENP, com objetivo de apresentar resultados sobre comercialização de produtos agrícolas, sobre orientação da Prof. Cristiane Yanase Hirabara Bandeirantes 2012
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    Dedico este trabalhoa todos interessados a aprender sobre o assunto, Obrigado!
  • 4.
    AGRADECIMENTOS Agradeço a todosque me ajudaram na realização deste trabalho, e a toda minha família pela paciência e apoio.
  • 5.
    Resumo Nas ultimas décadasa discussão sobre a agricultura familiar tem ganhado força devido às dificuldades que os produtores familiares têm para se posicionar no mercado. Fatores como falta de tecnologia, e falta de profissionais no auxilio da produção, dificultam a venda dos produtos dos pequenos agricultores.
  • 6.
    SUMÁRIO 1- Introdução.................................................................................................07 2- Aspolíticas públicas Paranaenses e agricultura familiar.....08 3- Importância econômica da agricultura familiar......................09 4- Dificuldades na hora de vender os produtos.........................10 5- Conclusão..................................................................................11 6- Referências...............................................................................12
  • 7.
    INTRODUÇÃO Neste trabalho apresentareias dificuldades vividas pelos pequenos agricultores do norte pioneiro do Paraná, e de todo o Brasil bem como sua importância econômica em âmbito regional e nacional.
  • 8.
    As políticas públicasParanaenses e agricultura familiar O norte do Paraná é uma área que em poucos anos de ocupação sofreu uma série de interferências externas. Caracterizado pela presença de lotes pequenos e médios, com área em torno de 50 hectares, durante décadas, houve o predomínio da atividade cafeeira que atraiu um contingente significativo de mão-de-obra. Por uma série de mudanças na economia cafeeira, na política do governo federal e somada aos problemas inerentes à ação da natureza (especificamente climáticos), esta base econômica implantada passa por uma alteração radical tanto nas relações de produção, quanto na estrutura fundiária, baseada na chamada “modernização conservadora”. Em um estado no qual das 374 mil propriedades rurais, 320 mil pertencem à agricultura familiar, quase 90% dos trabalhadores estão vinculados à agricultura familiar. O Paraná tem uma expectativa de safra de 30 milhões de toneladas de grãos, e mais de 50% do valor bruto da produção vem da agricultura familiar. 1/3 das terras do estado são agriculturáveis, e a maior parte está em propriedades de pequenos agricultores.
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    Importância econômica daagricultura familiar Os agricultores familiares brasileiros estão aumentando cada vez mais a produção e a participação no Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todas as riquezas – nacional. Somente em 2003, o setor foi responsável por 10,1% do PIB, movimentando R$ 13,4 bilhões em 2003, o que representa 9,3% a mais que no ano anterior. O aumento é superior ao crescimento do PIB nacional (0,5%). O principal destino das mercadorias da agricultura familiar é o abastecimento do mercado interno, ao contrário dos grandes produtores que tem como alvo principal a exportação. Apesar de não apresentarem grandes aparatos tecnológicos e a supervisão de técnicos para o auxilio e o melhor aproveitamento do solo, a agricultura familiar consegue atender o mercado nacional devido ao seu número elevado de produtores.
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    Dificuldades enfrentadas nahora de vender os produtos A péssima política de preços agropecuários dos governos federal e estadual tem criado muitos problemas. Muitas vezes, após a colheita, os preços praticados para certos produtos estão tão baixos que os produtores preferem deixa-los estocados ou estragando, pois os custos para disponibilizados para a venda saem mais altos que o próprio valor de venda. Às vezes se opta por nem fazer a colheita. Isso acaba fazendo com que o pequeno agricultor, devido a suas dívidas, acabe tendo que vende suas terras e acaba se mudando para a cidade aumentando assim o número de periferias e favelas nas grandes metrópoles.
  • 11.
    CONCLUSÃO Pode-se concluir queo agricultor familiar, devido à falta de recursos disponibilizados pelo governo, sofre vários problemas com relação à venda de produtos, melhor aproveitamento de sua área e pela falta de profissionais capacitados para os ajudarem em uma melhor produção visando mais lucro, e assim conseguirem aumentar sua área e produção. Cabe ao governo a melhoria dos recursos como Crédito rural com taxas cabíveis aos pequenos produtores, e a melhoria de preços nas máquinas agrícolas, aumentando assim o lucro e produtividade dos pequenos produtores.
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    REFERÊNCIAS M. Rafael M,A falência dos Pequenos Produtores Rurais. Disponível em: http://brasil.iwarp.com/falencia.html. Acesso em: 12/05/2012 Agricultura familiar representa 10,1% do PIB nacional. Disponível em: www.geomundo.com.br/geografia-30106.htm. Acesso em: 12/05/2012 Agricultura familiar. Disponível em : pt.wikipedia.org/wiki/Agricultura_familiar. Acesso em: 12/05/2012 Agricultura familiar: Um estudo de Focalização Regional. Disponível em: www.sober.org.br/palestra/12/09O473.pdf. Acesso em 12/05/2012