O texto discute a natureza violenta do ser humano através da história. O autor argumenta que a violência sempre esteve presente nas sociedades humanas, seja em pequenos grupos primitivos ou em nações modernas, e que a ideia de fraternidade entre os homens é uma ilusão. Ele critica visões românticas do ser humano e usa exemplos históricos para mostrar que a guerra, a escravidão e a opressão foram recorrentes ao longo dos séculos.