O documento discute as chamadas "falhas de mercado" que são usadas para justificar intervenções estatais na economia. Ele resume que (1) a maioria das falhas são resultado de defeitos institucionais e não do mercado em si, e (2) intervenções tendem a ampliar e não corrigir as falhas. Especificamente, analisa os argumentos de bens públicos e externalidades, concluindo que ambos podem ser resolvidos por meio de direitos de propriedade bem definidos, sem necessidade de intervenção estatal.