“Introdução à implantação da NR
35”
PIRACICABA
23-05-2013
QUEDA DE ALTURA: PRINCIPAIS CAUSAS DE
ACIDENTES GRAVES E FATAIS
CPR/MG
Foto da obra do Freedom Tower . Este novo edifício e todo o resto
do complexo, denominado Novo World Trade Center, construído
no antigo terreno do World Trade Center.
Práticas Modernas
CPR/MG
CPR/MG
Acidentes Fatais na Construção Civil – Município de SP
ANO
Desabamento e
soterramento
Choque Queda de
operários
Queda
de
objetos
Guincho Equip. Diversos
1997 6 3 16 2 1 2 2
1998 6 2 13 4 6 1 3
1999 - 3 9 2 3 5 1
2000 3 4 9 - - 1 -
2001 7 1 8 3 1 1 -
2002 5 1 9 1 - 3 2
2003 4 3 6 - - 2 -
2004 2 3 5 1 - - 1
2005 5 1 3 4 1 1 -
2006 1 - 8 1 - 1
2007 8 - 7 - 1 4 -
2008 3 - 5 2 - 3 2
2009 6 1 8 1 - 2 3
2010 1 - 4 1 - - -
2011 6 3 2 1
2012 2 4 3 - 2 -
Procedimentos/treinamento
ACIDENTE
FATORES DE AT:
 dos indivíduos (qualificação, experiência etc)
 da atividade ou tarefa
 dos materiais
 do ambiente
Atividades dos Trabalhos em Altura
Construção civil
Taludes e Telhados
Telecomunicações
Energia elétrica
Indústria química
Carregamento de caminhões
Arborismo e Poda
Shows e eventos
Limpeza de fachadas
Instalação e manutenção de outdoors,
etc.
Cadeira Manual
Cadeira Motorizada
Trava-queda para cabo de aço
ou corda
Trava-queda para trilho inox
Trava-queda retrátil para áreas de carga,
telhados e andaimes
Escadas para telhados
Equipamentos manuais para áreas
confinadas
Equipamentos motorizados para
áreas confinadas
Sistemas de Segurança para
movimentação horizontal
Cinturões de segurança e acessórios para ancoragem
Exemplos de áreas com grande risco de queda e principais
equipamentos e acessórios para proteção do trabalhador
CPR/MG
CPR/MG
CPR/MG
CPR/MG
CPR/MG
Principais pontos da NR-35
Objetivo
Estabelecer os requisitos mínimos e as
medidas de proteção para o trabalho em
altura, envolvendo:
• o planejamento, a organização e a
execução de forma a garantir a segurança
e a saúde dos trabalhadores envolvidos
direta ou indiretamente com esta
atividade.
Campo de Aplicação
• Considera-se trabalho em altura toda atividade
executada acima de 2,00m (dois metros) do
nível inferior, onde haja riscos de queda, seja
em elevação(escadas, plataformas, andaimes,
etc.) ou em profundidade(poços, escavações,
dutos, etc.),sempre da superfície de referência
onde haja este risco.
- indústria petroquímicacaminhões / vagõeshorizontal + vertical
Principais áreas com grande risco de queda
CPR/MG
PROGRAMA DE PREVENÇÃO &
PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
• Qual a diferença entre Prevenção e
Proteção?
PROGRAMA DE PREVENÇÃO &
PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
Prevenção contra quedas:
• Dispositivos desenvolvidos, projetados e
dimensionados para controlar e reduzir o risco
potencial de queda, por atributos de engenharia
e que são posicionados nos locais de trabalho,
onde existe esse risco.
• Ex: guarda-corpo, piso antiderrapante, pontos
de ancoragem, corrimãos e outros.
ESPERA DE ANCORAGEM
PROGRAMA DE PREVENÇÃO &
PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
Proteção contra queda :
• Dispositivos desenvolvidos, projetados e
dimensionados, com capacidade de controlar e proteger
a pessoa, em situação de queda e, que minimiza os
efeitos e a gravidade do acidente, no ato e durante a
sua ocorrência.
Ex.:
• cinto de segurança do tipo pára-quedista;
• Linhas de vida ou cabos guia;
• Trava-quedas retráteis;
• Redes de proteção, etc.
61
Fonte : Engº Gianfranco Pampalon
SIMULAÇÃO
SIMULAÇÃO
SIMULAÇÃO
LINHAS DE VIDA
PONTOS IMPORTANTES DA NR-35
 Norma de Aplicação
Gerencial pelas Empresas
 Análise de Riscos - AR
Reconhecer, analisar,
planejar e adotar medidas
 Implementar medidas de
controle para Trabalhos em
Altura e outras medidas de
segurança – inclusive
paralisação das atividades
 Procedimentos operacionais
de rotina de trabalhos em
altura
 Sistemática para autorização
em Trabalhos em Altura e
Supervisão
 Atividades não rotineiras
devem autorizadas e ter
Permissão de Trabalho - PT
 Informações e Comunicação
 Treinamentos e Capacitação dos
Trabalhadores
 Avaliação detalhada do estado
de saúde dos trabalhadores que
exercem atividade em altura –
PCMSO e exames médicos
solicitados
 Registro na ficha da aptidão,
capacitação para trabalho em
altura
 Especificação de EPI, acessórios
e sistemas de ancoragem com
carga, conforto, eficiência e
inspeção
 Condutas de emergência,
salvamento, resgate e primeiros
socorros com pessoas aptas e
capacitadas
CPR/MG
Planejamento, Organização e Execução
35.4 Planejamento, Organização e
Execução
Toda atividade que seja realizada em altura,
apresenta grandes riscos de queda e para
eliminar ou diminuir estes riscos, deve-se
planejar e organizar todo procedimento de
trabalho, para uma execução segura, afim
de assegurar a saúde e a segurança do
trabalhador e todos envolvidos no trabalho.
O trabalhador deve ser avaliado pelo
PCMSO, para estar capacitado
psicologicamente e fisicamente para
trabalho em altura.
35.4.2 No planejamento do trabalho devem ser
adotadas, de acordo com a seguinte
hierarquia:
a) medidas para evitar o trabalho em altura,
sempre que existir meio alternativo de
execução;
b) medidas que eliminem o risco de queda dos
trabalhadores, na impossibilidade de execução
do trabalho de outra forma;
c) medidas que minimizem as consequências
da queda, quando o risco de queda não puder
ser eliminado.
COMO VOU ACESSAR MEU
OBJETIVO
Bate estacas hidráulico
Proteções Coletivas – Poço de elevador
ProteçãoModuladaPeriférica
Sistema de calha para captação de resíduos em geral
decorrentes da elevação da alvenaria
RESPONSABILIDADES
35.2.Responsabilidades
 35.2.1.Cabe ao empregador
b) assegurar a realização da Análise de Risco – AR
e, quando aplicável, a Permissão de Trabalho – PT
f) garantir aos trabalhadores informações
atualizadas sobre riscos e medidas de controle.
h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura
quando verificar situação ou condição de risco não
prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não
seja possível.
CABE AOS TRABALHADORES
• Colaborar na implantação da NR
• Cumprir as disposições legais e
procedimentos do empregador
• Interromper imediatamente o trabalho
( direito de recusa)
• Zelar pela sua segurança e saúde e a de
outras pessoas que possam ser afetadas
por suas ações ou omissões no trabalho
CPR/MG
AUTO CONFIANÇA NÃO É
BOM
CPR/MG
Controle Médico
CPR/MG
Gestão de Saúde e
Segurança
. Providenciar a realização dos exames
médicos. Item 7.4.1, NR07;
QUADRO II PARÂMETROS P/ MONITORIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A
ALGUNS RISCOS À SAÚDE (redação dada pela Portaria nº 19 de 09 de Abril de 1998)
QUADRO I PARÂMETROS P/ CONTROLE BIOLÓGICO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A
ALGUNS AGENTES QUÍMICOS
Gestão de Saúde e
Segurança
APTO para
trabalhos em altura
Gestão de Saúde e
Segurança
Fonte: manual da indústria da Panificação - SESI
http://www.sesisp.org.br/home/2006/saude/manual.asp#panificacao
QUADRO III
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO
DE SAÚDE OCUPACIONAL
RELATÓRIO ANUAL
Gestão de Saúde e Segurança
4. Elaborar Relatório Anual. Item 7.4.6.1 da NR-07
Exames médicos
• Constar aptidão para trabalho em altura no
ASO
• Exames e sistemática de avaliação e
periodicidade constante do PCMSO
• Algumas empresas solicitam eletro
encefalograma – nem sempre se apresenta
alterado
• Epilepsia diagnosticada pela história clínica
descrita pelo paciente ou familiares
• Portadores de epilepsia costumam omitir
nos exames admissionais
• Verificar problemas psicosociais
CPR/MG
35.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em
altura aquele capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo
sido considerado apto para executar essa atividade e que possua
anuência formal da empresa.
• A empresa deve declarar formalmente numa
autorização, a capacidade do trabalhador em executar
trabalhos em altura.
• Ela tem a responsabilidade de emitir esta autorização.
35.4.1.2 Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos
trabalhadores que exercem atividades em altura, garantindo que:
b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os
riscos envolvidos em cada situação.
 Além dos exames e avaliações efetuados pelo PCMSO, nestes,
devem estar compreendidos, além os fatores que causam as
quedas, outras avaliações e exames específicos de acordo com a
tarefa executada em altura, para garantir a saúde e segurança
numa ampla opção de tarefas.
c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão
originar mal súbito e queda de altura, considerando também os
fatores psicossociais.
 Deve ser realizado exames que possam causar mal súbito e que
de altura, como stress, distúrbios do sono, medo de altura
(acrofobia), problemas de equilíbrio, labirintite, uso de
medicamentos, etc.Tudo que possa prejudicar o trabalho em altura
e consequente queda.
Treinamentos – Operadores de Grua.
Uso de Simuladores
CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO
35.3 Capacitação e Treinamento
• 35.3.4 Os Treinamentos inicial, periódico e eventual
para trabalho em altura podem ser ministrados em
conjunto com outros treinamentos da empresa.
CAPACITAÇÃO
 Empregador deve promover
programa de capacitação
capacitação para trabalhos em
altura
 Trabalhador capacitado para
trabalho em altura aquele que
foi submetido e aprovado em
treinamento, teórico e prático,
com carga horária mínima de
oito horas e conteúdo
programático definido
 Empregador deve realizar
treinamento periódico bienal ( 8
horas e conteúdo definido) e
sempre mudança de procedimentos
ou operações,evento que indique
novo treinamento, retorno ao
trabalho com afastamento superior
a 90 dias, mudança de empresa
 Realizado por pessoal competente,
junto com outros treinamentos da
empresa, no horário de trabalho,
computado como horário de
trabalho
 Emissão de certificado completo
 Uma cópia para empregado
 Capacitação registrada ficha do
empregado
CPR/MG
35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura
aquele que foi submetido a aprovado em treinamento, teórico e
prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo
programático deve, no mínimo, incluir:
f) Condutas em situações de emergência, incluindo
noções de técnicas de resgate e de primeiros
socorros.
 É importante que o trabalhador tenha noções de
situações de emergência, de acordo com sua
atividade. As técnicas de resgate numa situação de
emergência, deve ser passadas com aulas teóricas e
práticas. Com a finalidade de antecipar o atendimento
de emergência, até a equipe especializada chegar. As
técnicas de resgate devem ser praticadas em
situações simuladas comuns e situações pouco
conhecidas.
Treinamentos – Direção Defensiva com Simulador.
EMERGÊNCIA E
SALVAMENTO
35.6. Emergência e Salvamento
 Toda atividade perigosa realizada em altura, traz muitos
risco e quando estes riscos não são eliminados, podem
causar um acidente.
 Para diminuir o risco de morte ou lesões de um trabalhador
acidentado por queda, o empregador deve criar equipes e
assegurar recursos necessários para pronto atendimento em
condições de emergência.
 Esta equipe pode ser interna, externa ou formada pelos
próprios trabalhadores e deve constar no plano de
emergência da empresa. Esta equipe deve estar capacitada
para situações de emergência, tanto física como mental,
para uma ação rápida de resgate.
Resgate e Treinamento
Fonte : CPR-MG
Condições de Resgate
• Plano de emergência da empresa
• Equipes de emergência cientes do serviço
• Trabalhadores autorizados a prestar primeiros socorros
• Empresa deve possuir métodos de resgate
padronizados e adequados as atividades e disponíveis
• Responsáveis pelas medidas de salvamento devem
possuir aptidão física e mental
– Equipes treinadas
• Reconhecer os riscos
• Comunicar irregularidades
• Parar o serviço
• Sistema de comunicação eficiente, conhecido
CPR/MG
Efeitos na saúde
Tempo Máximo de Suspensão
• Com cinto pára-quedista: 14 Minutos*
Efeitos da suspensão
• Circulação restrita do sangue
• Adormecimento dos membros inferiores
* Em excelente estado físico.
SALVAMENTO EM ALTURA
Conceito
Biossegurança
EPIs
Equipamentos
Técnicas
Voltas e Nós
Ancoragens
Descidas
Ascensão
Resgate
Trabalho com maca
CPR/MG
CPR/MG
Análise de Risco
35.4.5 Todo trabalho em altura deve ser precedido de
Análise de Risco.
35.4.5.1 A Análise de Risco deve, além dos riscos
inerentes ao trabalho em altura, considerar:
 A Análise de Risco indica os prováveis riscos em toda área
de trabalho, como entorno, pontos de ancoragem, condições
meteorológicas, condições gerais de trabalho, supervisão,
comunicação, situações de emergência etc.
 Com todas estas considerações detalhadas e específicas,
geram um amplo campo de visão para eliminar e controlar o
risco e garantir um ambiente sem que algo inesperado possa
comprometer a segurança e a saúde do trabalhador e das
demais pessoa.
TÉCNICAS DE ANÁLISE
ANÁLISES INICIAIS:
APR - Análise Preliminar de Risco
ANÁLISE OPERACIONAL:
TIC - Técnica de Incidentes Críticos
ANÁLISE DETALHADA:
AMFE - Análise de Modos de Falha e
Efeito
ANÁLISE QUANTITATIVA:
AAF - Análise de Árvore de Falhas
ESTIMATIVA E AVALIAÇÃO DO RISCO
• RISCO = Probabilidade X
Gravidade
Gravidade
Probabilidade
Intole
rável
Trivial
Tolerável
Moderado
Substancial
Definição de ProbabilidadeProbabilidade Critério Pontuação
Baixa Improvável de ocorrer – não há registro
de acidentes, nem de quase acidentes e
as medidas de controle são consideradas
adequadas e oferecem garantia de
controle
1
Média Provável de ocorrer – há registro de
incidentes críticos e de acidentes com ou
sem perda de tempo. Existem medidas,
contudo não eficazes
2
Alta Esperado que ocorra – há registro de
incidentes e de acidentes com perda de
tempo. Não existem medidas de controle
ou são precárias
3
Definição de Severidade
Severidade da
Lesão
Critérios
Baixa(1 e 2) Lesão de natureza leve podendo o trabalhador de exercer suas
funções, num período de tempo de, no máximo, até 15
dias.(pequenos cortes, escoriações, contusões, crises alérgicas
cutâneas e/ou respiratórias, etc.)
Média(3 e 4) Lesão de média gravidade podendo impedir o trabalhador de
exercer suas funções por um período de tempo entre 16 a 90
dias, sempre com previsão de alta definida.(luxações, cortes
extensos e profundos, perfurações, intoxicações graves,
pneumonias, etc.)
Alta(6 e9) Lesão de alta gravidade ocasionando o afastamento do
trabalhador por tempo superior a 90 dias ou por tempo
indeterminado, podendo ocasionar incapacidade parcial ou
total(perdas de membros superiores e/ou inferiores, intoxicações
graves, lesões graves na coluna cervical, queimaduras sérias,
etc.)
Definição de Categoria de
Riscos
• 6
Probabilidade
Severidade
1 2 3
1
2
3
1 2 3
2 4 6
9
Risco Leve
Moderado
Grave
Prioridade nas ações
ANALISE PRELIMINAR DE RISCO(APR)
(PHA)Preliminary Hazard Analysis
RISCO CAUSAS EFEITOS CATEGORIA
DE RISCO
MEDIDAS
PREVENTIVAS
OU
CORRETIVAS
Sistema :
Exemplo 1 : Matriz de avaliação de risco à segurança
(Modelo da B/S/H)
Atividade Fonte
geradora
Perigo Dano F S Prioridade
/grau de risco
Medidas de
controle
Comentários
Armazena
gem de
mercado-
rias e
contagem
Piso
irregular
Empilha-
deiras,
carrinhos
hidráuli-
cosl
Queda de
altura do
mesmo
nível
Atropela-
mento
Lesões
leves
Lesões
graves
I
AI
LP
EP
Tolerável
moderado
Sinalização de
áreas críticas e
manutenção do
piso
Orientação e
sinalização
sonora
NR-8
NR-11
Área : Almoxarifado de bobinas e recebimento
Data da avaliação : 01/03/2009
Exemplo 2 : Matriz de avaliação de risco à segurança
(Modelo da Fundacentro-MG/Gilmar Trivelato)
Item analisado Situações
de risco
Medidas de
controle
danos População IG IP Risco Ações necessárias
Decapagem/
Desengraxe
Esforço físico
intenso
Inalação
de contami-
nantes
atmosféricos
Rodízio de
tarefas
Sistema de
ventilação
local
exaustora
Lombalgias
Irritação das
vias
respiratórias
Ajudante
geral(5)
Ajudante
geral(5)
2
3
2
2
Tolerável
Moderado
Manter os controles existentes
Monitorização da exposição a gás/névoa de
ácido clorídrico
Área : Decapagem
Data da avaliação : 08/03/2009
Avaliação de Riscos
• Como as principais técnicas de avaliação
de riscos e que também utilizam conceitos
de engenharia de confiabilidade, podemos
citar: Análise da Árvore de Eventos (AAE),
Análise por Diagrama de Blocos (ADB),
Análise de Causas e Consequências
(ACC), Análise da Árvore de Falhas
(AAF), Management Oversight and Risk
Tree (MORT);
35.4.7 As atividades de trabalho em altura não rotineiras
devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de
Trabalho.
• Existem algumas atividades, que não são habituais ou
são executadas de tempos em tempos e estão fora do
planejamento e execução e análise de risco, portanto
deverão ter autorização prévia de Permissão de
Trabalho, para atender os requisitos mínimos para a
execução do trabalho e deve estar em conformidade
com a Análise de Risco.
TELHADOS
Serviços em telhados
Serviços em telhados
Serviços em telhados
Causas de quedas nos serviços de
manutenção de telhados
• Ruptura de telhas de fibrocimento;
• Existência de aberturas no telhado ou
cobertura;
• Beiral excessivo do telhado;
• Escorregamento em telhados úmidos,
molhados ou com inclinação acentuada;
• Falta de uso de EPI adequado ao risco;
Para serviços em telhados, devemos :
Usar escadas de ripas ou escadas plana
para telhados;
Usar tábuas ou pranchas metálicas para
circulação transversal;
Usar escada amarrada e fixada;
Evitar o uso de calçados escorregadios ou
molhados;
Evitar concentração de carga;
Não pisar nos vãos entre os apoios das
telhas
Usar EPI adequados ao risco.
Serviços em telhados
18.18.1. Para trabalhos em telhados, devem ser usados dispositivos que
permitam a movimentação segura dos trabalhadores, sendo obrigatória a
instalação de cabo-guia de aço, para fixação do cinto de segurança tipo pára-
quedista.
cabo-guia de aço cinto de segurança pára-quedista
18.18.4. É proibido o trabalho em telhado c/ chuva ou vento, bem como
concentrar cargas num mesmo ponto.
Alternativas para trabalhos em
altura
• Andaimes/plataformas
• Plataformas de trabalho Aéreas
• Cestos aéreos suspensos
• Andaimes especiais
18.15.32.3 É proibida a fixação de sistemas de sustentação dos
andaimes por meio de sacos com areia, pedras ou qualquer outro meio
similar
contrapesos
Cadeira Suspensa
Cadeira Suspensa(NR 18.16)
• Sustentação da cadeira suspensa pode ser
feita por meio de cabo de aço ou fibra
sintética;
• Sistema dotado com dispositivo de descida
com dupla trava de segurança(corda);
• Cadeira suspensa deve ter o nome do
fabricante e o CNPJ;
• Especificações da corda;
• Ensaio conforme ISO 2307/1990.
Cadeira Suspensa
18.15.49. Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de
andaimes, é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim
individual).
18.15.50. A sustentação da cadeira deve ser feita por
meio de cabo de aço ou fibra sintética.
18.15.51. A cadeira suspensa deve dispor de:
a e b) sistema dotado com dispositivo de subida e
descida com dupla trava de segurança(cabo de aço) e de
descida para fibra sintética ;
c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 -
Ergonomia;
d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto.
18.15.52. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança
tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia
independente.
Montagem da
corda de
poliamida
Para
atendimento da
NR-18
Definição:
Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel, auto
propelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou
plataforma) e sustentado em sua base por hastes metálica (lança) ou
tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho
elevado
MANUAL DE RESPONSABILIDADES
PARA DISTRIBUIDORES,
PROPRIETÁRIOS, USUÁRIOS,
OPERADORES E LOCATÁRIOS DA ANSI
A 92.5 - 1992
DEMANDA ORIGINAL DA REVISÃO DA NR-18 E INTRODUÇÃO DAS
PTA E DOS CESTOS AÉREOS SUSPENSOS
TRABALHOS EM
MONTAGENS E
MANUTENÇÕES
INDUSTRIAIS A MAIS
DE 60 METROS DE
ALTURA NA
PETROBRAS -
PAULÍNIA
INSTALAÇÕES
DE SISTEMAS
AEÓLICOS COM
MAIS DE 80
METROS DE
ALTURA
CPR/SP
CESTOS
SUSPENSOS
ANEXO XII DA
NR-12
(PORTARIA 293
DE 12-2011)
PTA
ANEXO IV DA NR-18
(PORTARIA N.º 40)
PLATAFORMAS AÉREAS - TIPOS
 ARTICULADAS
 MASTROS
 TELESCÓPICAS
 TESOURAS
 REBOCÁVEIS
QUANTIDADE DE PTA NO
MUNDO
Fonte : IPAF
PLATAFORMAS DE CREMALHEIRA
PLATAFORMAS AÉREAS DE TRABALHO
• Texto baseado na ANSI/SIA A 92.5
• Definição de inspeções:
Pré-entrega
Pré-arranque
No local de trabalho
• Treinamento dos operadores
• Responsabilidades :
• fabricantes/locadores/proprietários/operadores
•Conservar registro de operadores por 5 anos
•Comprovação de capacitação do operador por meio de
certificação
•Manuais considerados partes integrantes do equipamento
•A manutenção devera ser feita por pessoa com
qualificação especifica para marca e modelo do
equipamento
•Guardar registro de manutenção por 5 anos
RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO
Respeite as distâncias mínimas de segurança nas proximidades de rede elétrica ENERGIZADA.
AS PLATAFORMAS NÃO SÃO ISOLADAS PARA
TRABALHAR PRÓXIMO A REDES ENERGIZADAS
OPERAÇÃO & SEGURANÇA
DIFICULDADES ATUAIS NO USO DAS
PTA
A) BAIXA QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES E
ORIENTADORES;
B) CARGA HORÁRIA DIMINUTA DOS TREINAMENTOS;
C) FALTA DE CAPACITAÇÃO CONTÍNUADA DOS
ENVOLVIDOS;
D) ESMAGAMENTO DO OPERADOR EM PONTOS
SUPERIORES A CAÇAMBA.
Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realização de
Trabalho em Altura
CESTA AÉREA: Equipamento veicular destinado à elevação de pessoas para execução de trabalho em altura, dotado de
braço móvel, articulado, telescópico ou misto, com caçamba ou plataforma, com ou sem isolamento elétrico, podendo, desde
que projetado para este fim, também elevar material por meio de guincho e de lança complementar (JIB), respeitadas as
especificações do fabricante.
CESTO ACOPLADO: Caçamba ou plataforma acoplada a um guindaste veicular para elevação de pessoas e execução de
trabalho em altura, com ou sem isolamento elétrico, podendo também elevar material de apoio indispensável para realização
do serviço.
CESTO SUSPENSO: Conjunto formado pelo sistema de suspensão e a Caçamba ou plataforma suspensa por equipamento
de guindar que atenda aos requisitos de segurança deste anexo, para utilização em trabalhos em altura.
Caminhão Munck com Cesto
4.1 Nas atividades onde tecnicamente for inviável o uso de
Plataforma de trabalho aéreo - PTA, cesta aérea ou cesto
acoplado, e em que não haja possibilidade de contato ou
proximidade com redes energizadas ou com possibilidade de
energização, poderá ser utilizado cesto suspenso içado por
equipamento de guindar que atenda aos requisitos mínimos
previstos neste anexo, sem prejuízo do disposto nas demais
Normas Regulamentadoras e normas técnicas oficiais vigentes
pertinentes a tarefa.
4.2 A inviabilidade técnica deve ser comprovada por laudo
técnico elaborado por profissional legalmente habilitado e
mediante emissão de respectiva Anotação de Responsabilidade
Técnica - ART.
NECESSIDADE TÉCNICA DO
USO
4.3 É proibida a movimentação de pessoas simultaneamente
com carga, exceto as ferramentas, equipamentos e materiais
para a execução da tarefa acondicionados de forma segura.
4.4 As ferramentas, equipamentos e materiais a serem
transportados não devem ter dimensões que possam trazer
riscos ou desconforto aos trabalhadores.
4.5 O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos
e materiais não pode exceder, em nenhum momento, a
capacidade de carga nominal da caçamba.
4.6 Para os cestos suspensos o peso total da carga içada,
incluindo o moitão, conjunto de cabos, caçamba,
trabalhadores, ferramentas e material não deve exceder 50%
da capacidade de carga nominal do equipamento de guindar.
CUIDADOS NO USO
4.7 A utilização de cesto suspenso deverá ser objeto de
planejamento formal, contemplando as seguintes etapas:
a) realização de análise de risco;
b) especificação dos materiais e ferramentas necessárias;
c) elaboração de plano de movimentação de pessoas;
d) elaboração de procedimentos operacionais e de
emergência;
e) emissão de permissão de trabalho para movimentação de
pessoas.
PLANEJAMENTO DAS AÇÕES
4.8 A utilização do cesto suspenso deve estar sob a
responsabilidade técnica de Engenheiro de Segurança do
Trabalho.
4.9 A supervisão da operação do cesto suspenso deve ser
realizada por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Técnico
de Segurança do Trabalho.
4.10 A operação contará com a presença física de profissional
capacitado em movimentação de carga desde o planejamento
até a conclusão.
ACOMPANHAMENTO DA ATIVIDADE
TESTES ANTES DE INCIAR A
ATIVIDADE
4.13 Antes de içar os trabalhadores nos cestos suspensos devem ser
realizados testes operacionais de içamento com a caçamba a cada turno e
após qualquer mudança de local de instalação, configuração dos
equipamentos de içamento, ou do operador.
4.14 Os testes de içamento devem ser executados para avaliar a correta
instalação e configuração dos equipamentos de içamento, o funcionamento
dos sistemas de segurança, as capacidades de carga e a existência de
qualquer interferência perigosa.
4.15 No içamento de teste, a caçamba deve ser carregada com a carga
prevista para o içamento dos trabalhadores e deslocada até a posição em que
ocorre o momento de carga máximo da operação planejada.
DIMENSIONAMENTO DO CESTO AÉREOS SUSPENSO
4.16 O cesto suspenso deve ser projetado por Profissional Legalmente Habilitado,
contendo as especificações construtivas e a respectiva memória de cálculo,
acompanhado de ART.
4.17 Para efeitos de dimensionamento devem ser considerados a carga nominal,
com os seguintes
coeficientes de segurança:
a) cinco para os elementos estruturais da caçamba;
b) sete para o sistema de suspensão com um único ponto de sustentação;
c) cinco para os sistemas de suspensão com dois ou mais pontos de sustentação.
DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA DO
GUINDASTE
4.26 O equipamento de guindar utilizado para movimentar pessoas no cesto suspenso deve
possuir, no mínimo:
a) anemômetro que emita alerta visual e sonoro para o operador do equipamento de guindar
quando for detectada a incidência de vento com velocidade igual ou superior a 35 km/h;
b) indicadores do raio e do ângulo de operação da lança, com dispositivos automáticos de
interrupção de movimentos (dispositivo limitador de momento de carga), que emita um alerta
visual e sonoro automaticamente e impeça o movimento de cargas acima da capacidade máxima
do guindaste;
c) indicadores de níveis longitudinal e transversal;
d) limitador de altura de subida do moitão que interrompa a ascensão do mesmo ao atingir a
altura previamente ajustada;
e) dispositivo de tração de subida e descida do moitão que impeça a descida da caçamba ou
plataforma em queda livre (banguela);
f) ganchos com identificação e travas de segurança;
g) aterramento elétrico;
h) válvulas hidráulicas em todos os cilindros hidráulicos a fim de evitar movimentos indesejáveis
em caso de perda de pressão no sistema hidráulico, quando utilizado guindastes;
i) controles que devem voltar para a posição neutra quando liberados pelo operador;
j) dispositivo de parada de emergência;
k) dispositivo limitador de velocidade de deslocamento vertical do cesto suspenso de forma a
garantir que se mantenha, no máximo, igual a trinta metros por minuto (30m/min).
4.28 É obrigatório, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
a) reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as
atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas
de proteção, conforme analise de risco, consignado num documento a ser
arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
b) inspeção visual do cesto suspenso;
c) checagem do funcionamento do rádio;
d) confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na
operação.
ACOMPANHAMENTO DA ATIVIDADE
DIMENSIONAMENTO
DO CESTO AÉREO
ANALISE DE RISCO DA
ATIVIDADE A SER
EXECUTADA
DISPOSITIVOS DE
SEGURANÇA
DEFINIÇÕES DE
RESPONSABILIDADES
USO DO
CESTO AÉREO
SUSPENSO
Plataformas aéreas de trabalho
(Cuidados)
 Os usuários deverão possuir e fornecer cópias dos
manuais de operação e manutenção do equipamento;
 Realizar inspeção anual;
 Realizar inspeção visual diária;
 Realizar no local do trabalho;
 Em localidades de risco deverão ser aprovadas em
conformidade da ANSI/NFPA 505-1987;
 Treinamento dos operadores;
 Guarda de registros.
ANDAIMES ESPECIAIS
EPI PARA TRABALHOS EM
ALTURA
35.5 Equipamentos de Proteção Individual,
Acessórios e Sistemas de Ancoragem
 Os equipamentos de proteção individual, devem ser
específicos e selecionados para cada tipo de
atividade em altura, para garantir eficiência, conforto
e atender os fatores de segurança.
 Todos os riscos devem ser considerados para a
seleção do EPI, além da inspeção periódica, para
garantir uma condição de uso seguro do
equipamento, respeitando as especificações e
classificação de uso.
 O sistema de ancoragem deve estar contido na
Análise de Risco, para evitar o uso indevido.
NBR 11370:2001 – Cinturão e talabarte de segurança
NBR 14626:2000 – Trava queda guiado em linha
flexível
NBR 14627:2000 – Trava queda guiado em linha rígida
NBR 14628:2000 – Trava queda retrátil
NBR 14629:2000 – Absorvedor de energia
Estrutura antes da atualização
-Normas “desatualizadas”
-Norma 11370 de difícil interpretação
-Novos produtos no mercado
-Novas técnicas
-Acompanhamento do mercado mundial
-Viabilidade para o selo do Inmetro
Motivos da atualização
NBR 11 370 ESTA NORMA
ESTÁ CANCELADA
 NBR.15.836/2010-Cinturão de segurança tipo
paraquedista
 NBR.15.835/2010-Cinturão de segurança tipo abdominal e
talabarte de segurança para posicionamento e restrição
 NBR.15.834/2010-Talabarte de segurança
NBR´s
NBR 11 370 ESTA NORMA ESTA CANCELADA
 NBR 14626:2010 – Trava queda guiado em
linha flexível
 NBR 14627:2010 – Trava queda guiado em
linha rígida
 NBR 14628:2010 – Trava queda retrátil
 NBR 14629:2010 – Absorvedor de energia
 NBR 15834:2010 – Talabarte de segurança
 NBR 15836:2010 – Cinturão abdominal e
talabarte para posicionamento e restrição
 NBR 15835:2010 – Cinturão pára-quedista
 NBR 15837:2010 – Conectores
Estrutura atual
Atualizações comuns a várias normas
 Individualidade dos ensaios – avaliação da verdadeira
eficiência de cada item;
 Limitação do polipropileno como matéria prima;
 Ensaio de corrosão por névoa salina e não mais por espessura
de camada de zino;
 Valor maior dado ao manual de instrução do equipamento
Talabartes de
segurançaP/ PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
 Comprimento maior 0,90m deve ter
absorvedor impacto
 Absorvedor conectado ao cinto pára-
quedista
 Pode ser em corda ou fita
 Pode ter regulagem comprimento
 Diversidade de ganchos para conecção
• ABNT – 15.834-2010
NBR 15834/2010
Talabarte de segurança
Talabartes de segurança
• Nunca emende
um talabarte em
outro, deve ser
sempre fixado à
linha de vida ou
ancoragens
Talabartes de segurança
• Instruções para uso dos talabartes:
– Procure conectá-lo sempre num ponto de
ancoragem acima da conecção do cinto
– Nunca faça alterações e modificações em
seu equipamento
– Na ocorrência de uma queda o
equipamento deve ser retirado do uso
imediatamente,
“Que, en todo el mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...”
Acessórios
Talabarte
ABT-510 ABTY-520
15834-2010
CONFORME
NR 35
15837-2010
14.629-2010
Posicionamento:
Esta norma não atende a
sistemas de retenção de
queda.
Seus talabartes devem ser
marcados com o pictograma:
NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de
posicionamento
NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de
posicionamento
Requisitos:
Os talabartes de
posicionamento devem
possuir um comprimento
máximo de 2 metros
exceto os descritos em
4.1.2.4 secção c que não
possui limite máximo.
NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de
posicionamento
Requisitos:
Obtenção de L1 (comprimento do talabarte).
Medido através dos pontos de contato.
Ensaio de resistência dinâmica de cinturão de segurança tipo
abdominal
NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de
posicionamento
Cinturão
• Nº desta norma
• Código e tamanho
• Data e lote
• Logo do fabricante
Talabarte
• Nº desta norma
• Código
• Data e lote
• Logo do fabricante
NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de
posicionamento
Definição:
- Talabarte simples: Possui dois terminais
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
Definição:
- Talabarte duplo :Possui duas “pernas” e um terminal comum.
Também conhecido como talabarte em Y ou em V.
Definição:
- Talabarte regulável: Possui um dispositivo de
regulagem. O dispositivo de regulagem não pode ser um
terminal.
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
Requisitos:
O comprimento máximo dos talabartes não pode exceder
2 metros.
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
Requisitos:
 Quando maiores do que 0,9 m e forem parte de um sistema anti-
queda, devem obrigatoriamente possuir um meio de absorção de
energia;
 Devem ser ensaiados conforme NBR 14629:2010.
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
Requisitos:
Obtenção de L1 (comprimento do talabarte).
Medido através dos pontos de contato.
Marcação:
 Nº desta norma
 Código (modelo e tipo)
 Data e lote
 Logo do fabricante
 Pictograma de Zona Livre de Queda (idem NBR 14629:2010)
NBR 15834 – Talabartes de Segurança
NBR 15836/2010
Cinturão de segurança tipo pára-quedista
QUAL MODELO DE CINTURÃO QUE
DEVO COMPRAR OU SERA QUE
ESTOU USANDO O CORRETO
Frente Costas Frente Costas
NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
Frente Costas Frente Costas
NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
Marcação
Características
técnicas:
Etiquetas identificando
pontos ancoragem :
CINTO PÁRA-QUEDISTA
Cuidados c/cinto pára-quedista
• Devem ser inspecionados diariamente
antes do uso,
• Não podem ser modificados
• Devem ser retirados de uso na
ocorrência de uma queda
Manual de Instruções :
 Instruções de uso
 Usos específicos
 Compatibilidade de equipamentos
 Espaço Livre de queda
 Materiais de fabricação e suas limitações
 Considerações sobre resgate e treinamento de pessoas
 Duração e armazenamento
 Significado das marcações
NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
NBR 14629/2010
Absorvedor de energia
NBR 14629 – Absorvedor de energia
Absorvedor integrado ao talabarte
(medida L1)
Maior medida L1 supre outras
apresentações menores para ensaio
Absorvedor de energia como componente em
separado
Ensaio estático (após a extensão completa da parte ativa)
Força / tempo de aplicação 15 kN / 3 min
Requisito Não pode haver ruptura
NBR 14629 – Absorvedor de energia
NBR 14629 – Absorvedor de energia
Marcação:
Pictograma
“Leia o Manual”
NBR 14629 – Absorvedor de energia
Marcação:
Pictograma
Zona Livre de queda
(ZQL)
O comprimento indicado
no pictograma será a
somatória das distâncias
ao lado
Comprimento do talabarte (L1)
Comprimento do Absorvedor
(aberto)
Distância máxima entre o pé do
usuário e os pontos de ancoragem
(aprox. 1,5 metros)
Altura de segurança
(aprox. 1 metro)
NBR 15837/2010
Conectores
CONECTORES
“Que, en todo el mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...”
• ABNT-NBR 15.837-2010
• Diversidade em formatos , materiais e aberturas –
• Resistência mínima : 20KN
• Dupla trava de segurança no mínimo
Fechamento do gatilho
Automático
Sistema de trava
Rosca (manual) Automático
NBR 15837 - Conectores
NBR 15837 - Conectores
CLASSES DOS CONECTORES
CLASSE B conectores de base
Fecho automático trava manual ou automática
CLASSE A conectores de amarração
Fecho automático trava automática
CLASSES DOS CONECTORES
NBR 15837 - Conectores
NBR 15837 - Conectores
NBR 14626/2010
Trava queda deslizante guiado em linha flexível
Trava-queda deslizante guiado em linha flexível:
Sistema guiado em uma linha de vida que pode ser corda ou cabo
de aço, fixada em um ponto de ancoragem superior, com resistência
mínima de 15KN .
- Provido de mosquetão para fixação ao cinto pára-quedista,
- Com ou sem extensor,
- Se o mecanismo permitir sua abertura, que ela seja feita através de
duas ações manuais, consecutivas e voluntárias,
NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
Linha de ancoragem flexível:
É aquela em que o cabo metálico ou a
corda devem ser planejados para ser
fixos a um ponto de ancoragem superior.
NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
Extensores:
- Componente ou elemento de conexão do trava quedas deslizante
- Pode ser constituído de corda em fibra sintética, fita, absorvedor de
impacto ou corrente
- Comprimento máximo = 1metro (já incluídos os conectores)
NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
TRAVA QUEDAS CABO DE AÇO
ABNT-NBR14626-2010
Uso em cabo de aço 8mm
Aplicações:
 Escada marinheiro,
 Torres de telecomunicações
 Torres de energia eólica
Requisitos:
Cordas de fibra e fitas:
- Resistência mínima a 22KN (era 20KN)
- Fibras virgens sintéticas mono ou multi filamentos
- Proibido o uso do polipropileno
Cabos de aço:
- Cabos em aço inox ou galvanizado
- Resistência mínima de 15KN
- Deve ter um terminal inferior fixo ou um lastro
NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
NBR 14627/2010
Trava queda guiado em linha rígida
Trava-queda deslizante guiado em linha rígida:
Sistema guiado em uma linha de vida que pode ser um trilho ou
cabo metálico, fixo à uma estrutura de forma que os movimentos
laterais fiquem limitados .
NBR 14627 – Trava-quedas deslizante em linha rígida
Linha de ancoragem rígida:
Deve ser projetada de forma que haja um batente superior e
inferior evitando que o trava quedas se desprenda da mesma.
Deverá dispor de travamentos intermedíários que impeçam
movimentações laterais
NBR 14628/2010
Trava queda retrátil
SISTEMAS RETRÁTEIS
ABNT-NBR 14628-2010
• Pode ser em cabo de
aço ou fita.
• Sistema de mola que
permite que o cabo fique
totalmente enrolado no
tambor, exceto o
comprimento utilizado
para o trabalho
TRAVA QUEDAS RETRÁTIL
• Se ocorrer uma queda
o equipamento se
travará
automaticamente.
• Sistema onde é
minimizado a distância
de queda, reduzindo
as forças de impacto
Ancoragens
ANCORAGENS
“Que, en todo el mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...”
ancoragens móveis – certificações :
ANSI e EN795
Diâmetro Resistência Uso Carga
trabalho
¾” 22KN Proteção contra quedas,
multi-uso
4,4KN
1” 44KN 8,8KN
ANCORAGENS
“Que, en todo el mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...”
ancoragens móveis – certificações : ANSI e EN795
Resistência Uso Instalação
22KN Proteção contra quedas Vigas I de 3” a 12”
Ancoragem fixa – NR 18
Itens da mudança aprovados em março-
2012 pelo CTPP
• Carga pontual de 1500 kgf;
• Fabricação de aço inox ou material de
resistência similar;
• Identificação das peças com fabricante, tipo
de aço e lote;
Outros cuidados
CUIDADOS COM CABOS
Ascensão de Materiais
CUIDADOS DE ACESSÓRIOS EM TRABALHOS EM ALTURA
CPR/MG
Vigência da Norma
 Capítulo 3 – Capacitação e
Treinamento - Itens e subitens
35.3.1 a 35.3.8 -01 ano após
27/03/12 – Março/2013
 Subitem 6.4 -As pessoas
responsáveis pela
execução das medidas
de salvamento devem
estar capacitadas a
executar o resgate,
prestar primeiros
socorros e possuir
aptidão física e mental
compatível com a
atividade a desempenhar
- 01 ano após 27/03/12 –
Março/2013
CPR/MG
Principais Requisitos Legais e
Técnicos
• ISO 1140/90 : Especificação para cabos de poliamida;
• OSHA 1910.25 : Escadas portáteis de madeira;
• OSHA 1910.27: Escadas fixas;
• OSHA 1910.Anexo C : Sistema individual de controle de
quedas;
• OSHA 1926.502 : Critério e práticas para sistemas de
proteção de quedas;
• ANSI A10.32-2004 : Equipamento de proteção de
quedas para construção e demolição;
• ANSI Z359.1-1992 : Requisitos para equipamentos e
sistemas para controle de quedas;
NR-35
Revisões futuras
• Acesso por corda
• Linhas de vida
• Escadas e rampas
LINHAS DE VIDA

Trabalho em altura

  • 1.
    “Introdução à implantaçãoda NR 35” PIRACICABA 23-05-2013
  • 2.
    QUEDA DE ALTURA:PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES GRAVES E FATAIS CPR/MG
  • 7.
    Foto da obrado Freedom Tower . Este novo edifício e todo o resto do complexo, denominado Novo World Trade Center, construído no antigo terreno do World Trade Center. Práticas Modernas CPR/MG
  • 8.
  • 28.
    Acidentes Fatais naConstrução Civil – Município de SP ANO Desabamento e soterramento Choque Queda de operários Queda de objetos Guincho Equip. Diversos 1997 6 3 16 2 1 2 2 1998 6 2 13 4 6 1 3 1999 - 3 9 2 3 5 1 2000 3 4 9 - - 1 - 2001 7 1 8 3 1 1 - 2002 5 1 9 1 - 3 2 2003 4 3 6 - - 2 - 2004 2 3 5 1 - - 1 2005 5 1 3 4 1 1 - 2006 1 - 8 1 - 1 2007 8 - 7 - 1 4 - 2008 3 - 5 2 - 3 2 2009 6 1 8 1 - 2 3 2010 1 - 4 1 - - - 2011 6 3 2 1 2012 2 4 3 - 2 -
  • 39.
  • 40.
    ACIDENTE FATORES DE AT: dos indivíduos (qualificação, experiência etc)  da atividade ou tarefa  dos materiais  do ambiente
  • 43.
    Atividades dos Trabalhosem Altura Construção civil Taludes e Telhados Telecomunicações Energia elétrica Indústria química Carregamento de caminhões Arborismo e Poda Shows e eventos Limpeza de fachadas Instalação e manutenção de outdoors, etc.
  • 44.
    Cadeira Manual Cadeira Motorizada Trava-quedapara cabo de aço ou corda Trava-queda para trilho inox Trava-queda retrátil para áreas de carga, telhados e andaimes Escadas para telhados Equipamentos manuais para áreas confinadas Equipamentos motorizados para áreas confinadas Sistemas de Segurança para movimentação horizontal Cinturões de segurança e acessórios para ancoragem Exemplos de áreas com grande risco de queda e principais equipamentos e acessórios para proteção do trabalhador CPR/MG
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 52.
  • 53.
    Objetivo Estabelecer os requisitosmínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo: • o planejamento, a organização e a execução de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.
  • 54.
    Campo de Aplicação •Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00m (dois metros) do nível inferior, onde haja riscos de queda, seja em elevação(escadas, plataformas, andaimes, etc.) ou em profundidade(poços, escavações, dutos, etc.),sempre da superfície de referência onde haja este risco.
  • 56.
    - indústria petroquímicacaminhões/ vagõeshorizontal + vertical Principais áreas com grande risco de queda CPR/MG
  • 57.
    PROGRAMA DE PREVENÇÃO& PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS • Qual a diferença entre Prevenção e Proteção?
  • 58.
    PROGRAMA DE PREVENÇÃO& PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS Prevenção contra quedas: • Dispositivos desenvolvidos, projetados e dimensionados para controlar e reduzir o risco potencial de queda, por atributos de engenharia e que são posicionados nos locais de trabalho, onde existe esse risco. • Ex: guarda-corpo, piso antiderrapante, pontos de ancoragem, corrimãos e outros.
  • 59.
  • 60.
    PROGRAMA DE PREVENÇÃO& PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS Proteção contra queda : • Dispositivos desenvolvidos, projetados e dimensionados, com capacidade de controlar e proteger a pessoa, em situação de queda e, que minimiza os efeitos e a gravidade do acidente, no ato e durante a sua ocorrência. Ex.: • cinto de segurança do tipo pára-quedista; • Linhas de vida ou cabos guia; • Trava-quedas retráteis; • Redes de proteção, etc.
  • 61.
  • 62.
    Fonte : EngºGianfranco Pampalon
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 72.
  • 73.
    PONTOS IMPORTANTES DANR-35  Norma de Aplicação Gerencial pelas Empresas  Análise de Riscos - AR Reconhecer, analisar, planejar e adotar medidas  Implementar medidas de controle para Trabalhos em Altura e outras medidas de segurança – inclusive paralisação das atividades  Procedimentos operacionais de rotina de trabalhos em altura  Sistemática para autorização em Trabalhos em Altura e Supervisão  Atividades não rotineiras devem autorizadas e ter Permissão de Trabalho - PT  Informações e Comunicação  Treinamentos e Capacitação dos Trabalhadores  Avaliação detalhada do estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividade em altura – PCMSO e exames médicos solicitados  Registro na ficha da aptidão, capacitação para trabalho em altura  Especificação de EPI, acessórios e sistemas de ancoragem com carga, conforto, eficiência e inspeção  Condutas de emergência, salvamento, resgate e primeiros socorros com pessoas aptas e capacitadas CPR/MG
  • 74.
  • 75.
    35.4 Planejamento, Organizaçãoe Execução Toda atividade que seja realizada em altura, apresenta grandes riscos de queda e para eliminar ou diminuir estes riscos, deve-se planejar e organizar todo procedimento de trabalho, para uma execução segura, afim de assegurar a saúde e a segurança do trabalhador e todos envolvidos no trabalho. O trabalhador deve ser avaliado pelo PCMSO, para estar capacitado psicologicamente e fisicamente para trabalho em altura.
  • 76.
    35.4.2 No planejamentodo trabalho devem ser adotadas, de acordo com a seguinte hierarquia: a) medidas para evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução; b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma; c) medidas que minimizem as consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado.
  • 77.
    COMO VOU ACESSARMEU OBJETIVO
  • 85.
  • 87.
    Proteções Coletivas –Poço de elevador
  • 88.
    ProteçãoModuladaPeriférica Sistema de calhapara captação de resíduos em geral decorrentes da elevação da alvenaria
  • 91.
  • 92.
    35.2.Responsabilidades  35.2.1.Cabe aoempregador b) assegurar a realização da Análise de Risco – AR e, quando aplicável, a Permissão de Trabalho – PT f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre riscos e medidas de controle. h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.
  • 93.
    CABE AOS TRABALHADORES •Colaborar na implantação da NR • Cumprir as disposições legais e procedimentos do empregador • Interromper imediatamente o trabalho ( direito de recusa) • Zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho CPR/MG
  • 94.
    AUTO CONFIANÇA NÃOÉ BOM CPR/MG
  • 95.
  • 96.
  • 97.
    Gestão de Saúdee Segurança . Providenciar a realização dos exames médicos. Item 7.4.1, NR07;
  • 98.
    QUADRO II PARÂMETROSP/ MONITORIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A ALGUNS RISCOS À SAÚDE (redação dada pela Portaria nº 19 de 09 de Abril de 1998)
  • 99.
    QUADRO I PARÂMETROSP/ CONTROLE BIOLÓGICO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A ALGUNS AGENTES QUÍMICOS
  • 100.
    Gestão de Saúdee Segurança APTO para trabalhos em altura
  • 101.
    Gestão de Saúdee Segurança Fonte: manual da indústria da Panificação - SESI http://www.sesisp.org.br/home/2006/saude/manual.asp#panificacao
  • 102.
    QUADRO III PROGRAMA DECONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL RELATÓRIO ANUAL
  • 103.
    Gestão de Saúdee Segurança 4. Elaborar Relatório Anual. Item 7.4.6.1 da NR-07
  • 104.
    Exames médicos • Constaraptidão para trabalho em altura no ASO • Exames e sistemática de avaliação e periodicidade constante do PCMSO • Algumas empresas solicitam eletro encefalograma – nem sempre se apresenta alterado • Epilepsia diagnosticada pela história clínica descrita pelo paciente ou familiares • Portadores de epilepsia costumam omitir nos exames admissionais • Verificar problemas psicosociais CPR/MG
  • 105.
    35.4.1.1 Considera-se trabalhadorautorizado para trabalho em altura aquele capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa. • A empresa deve declarar formalmente numa autorização, a capacidade do trabalhador em executar trabalhos em altura. • Ela tem a responsabilidade de emitir esta autorização.
  • 106.
    35.4.1.2 Cabe aoempregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura, garantindo que: b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação.  Além dos exames e avaliações efetuados pelo PCMSO, nestes, devem estar compreendidos, além os fatores que causam as quedas, outras avaliações e exames específicos de acordo com a tarefa executada em altura, para garantir a saúde e segurança numa ampla opção de tarefas. c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura, considerando também os fatores psicossociais.  Deve ser realizado exames que possam causar mal súbito e que de altura, como stress, distúrbios do sono, medo de altura (acrofobia), problemas de equilíbrio, labirintite, uso de medicamentos, etc.Tudo que possa prejudicar o trabalho em altura e consequente queda.
  • 107.
    Treinamentos – Operadoresde Grua. Uso de Simuladores
  • 108.
  • 109.
    35.3 Capacitação eTreinamento • 35.3.4 Os Treinamentos inicial, periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da empresa.
  • 110.
    CAPACITAÇÃO  Empregador devepromover programa de capacitação capacitação para trabalhos em altura  Trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas e conteúdo programático definido  Empregador deve realizar treinamento periódico bienal ( 8 horas e conteúdo definido) e sempre mudança de procedimentos ou operações,evento que indique novo treinamento, retorno ao trabalho com afastamento superior a 90 dias, mudança de empresa  Realizado por pessoal competente, junto com outros treinamentos da empresa, no horário de trabalho, computado como horário de trabalho  Emissão de certificado completo  Uma cópia para empregado  Capacitação registrada ficha do empregado CPR/MG
  • 111.
    35.3.2 Considera-se trabalhadorcapacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido a aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo, incluir: f) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.  É importante que o trabalhador tenha noções de situações de emergência, de acordo com sua atividade. As técnicas de resgate numa situação de emergência, deve ser passadas com aulas teóricas e práticas. Com a finalidade de antecipar o atendimento de emergência, até a equipe especializada chegar. As técnicas de resgate devem ser praticadas em situações simuladas comuns e situações pouco conhecidas.
  • 112.
    Treinamentos – DireçãoDefensiva com Simulador.
  • 114.
  • 115.
    35.6. Emergência eSalvamento  Toda atividade perigosa realizada em altura, traz muitos risco e quando estes riscos não são eliminados, podem causar um acidente.  Para diminuir o risco de morte ou lesões de um trabalhador acidentado por queda, o empregador deve criar equipes e assegurar recursos necessários para pronto atendimento em condições de emergência.  Esta equipe pode ser interna, externa ou formada pelos próprios trabalhadores e deve constar no plano de emergência da empresa. Esta equipe deve estar capacitada para situações de emergência, tanto física como mental, para uma ação rápida de resgate.
  • 116.
  • 117.
    Condições de Resgate •Plano de emergência da empresa • Equipes de emergência cientes do serviço • Trabalhadores autorizados a prestar primeiros socorros • Empresa deve possuir métodos de resgate padronizados e adequados as atividades e disponíveis • Responsáveis pelas medidas de salvamento devem possuir aptidão física e mental – Equipes treinadas • Reconhecer os riscos • Comunicar irregularidades • Parar o serviço • Sistema de comunicação eficiente, conhecido CPR/MG
  • 124.
    Efeitos na saúde TempoMáximo de Suspensão • Com cinto pára-quedista: 14 Minutos* Efeitos da suspensão • Circulação restrita do sangue • Adormecimento dos membros inferiores * Em excelente estado físico.
  • 126.
    SALVAMENTO EM ALTURA Conceito Biossegurança EPIs Equipamentos Técnicas Voltase Nós Ancoragens Descidas Ascensão Resgate Trabalho com maca CPR/MG
  • 128.
  • 129.
  • 130.
    35.4.5 Todo trabalhoem altura deve ser precedido de Análise de Risco. 35.4.5.1 A Análise de Risco deve, além dos riscos inerentes ao trabalho em altura, considerar:  A Análise de Risco indica os prováveis riscos em toda área de trabalho, como entorno, pontos de ancoragem, condições meteorológicas, condições gerais de trabalho, supervisão, comunicação, situações de emergência etc.  Com todas estas considerações detalhadas e específicas, geram um amplo campo de visão para eliminar e controlar o risco e garantir um ambiente sem que algo inesperado possa comprometer a segurança e a saúde do trabalhador e das demais pessoa.
  • 131.
    TÉCNICAS DE ANÁLISE ANÁLISESINICIAIS: APR - Análise Preliminar de Risco ANÁLISE OPERACIONAL: TIC - Técnica de Incidentes Críticos ANÁLISE DETALHADA: AMFE - Análise de Modos de Falha e Efeito ANÁLISE QUANTITATIVA: AAF - Análise de Árvore de Falhas
  • 132.
    ESTIMATIVA E AVALIAÇÃODO RISCO • RISCO = Probabilidade X Gravidade Gravidade Probabilidade Intole rável Trivial Tolerável Moderado Substancial
  • 133.
    Definição de ProbabilidadeProbabilidadeCritério Pontuação Baixa Improvável de ocorrer – não há registro de acidentes, nem de quase acidentes e as medidas de controle são consideradas adequadas e oferecem garantia de controle 1 Média Provável de ocorrer – há registro de incidentes críticos e de acidentes com ou sem perda de tempo. Existem medidas, contudo não eficazes 2 Alta Esperado que ocorra – há registro de incidentes e de acidentes com perda de tempo. Não existem medidas de controle ou são precárias 3
  • 134.
    Definição de Severidade Severidadeda Lesão Critérios Baixa(1 e 2) Lesão de natureza leve podendo o trabalhador de exercer suas funções, num período de tempo de, no máximo, até 15 dias.(pequenos cortes, escoriações, contusões, crises alérgicas cutâneas e/ou respiratórias, etc.) Média(3 e 4) Lesão de média gravidade podendo impedir o trabalhador de exercer suas funções por um período de tempo entre 16 a 90 dias, sempre com previsão de alta definida.(luxações, cortes extensos e profundos, perfurações, intoxicações graves, pneumonias, etc.) Alta(6 e9) Lesão de alta gravidade ocasionando o afastamento do trabalhador por tempo superior a 90 dias ou por tempo indeterminado, podendo ocasionar incapacidade parcial ou total(perdas de membros superiores e/ou inferiores, intoxicações graves, lesões graves na coluna cervical, queimaduras sérias, etc.)
  • 135.
    Definição de Categoriade Riscos • 6 Probabilidade Severidade 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 6 9 Risco Leve Moderado Grave Prioridade nas ações
  • 136.
    ANALISE PRELIMINAR DERISCO(APR) (PHA)Preliminary Hazard Analysis RISCO CAUSAS EFEITOS CATEGORIA DE RISCO MEDIDAS PREVENTIVAS OU CORRETIVAS Sistema :
  • 137.
    Exemplo 1 :Matriz de avaliação de risco à segurança (Modelo da B/S/H) Atividade Fonte geradora Perigo Dano F S Prioridade /grau de risco Medidas de controle Comentários Armazena gem de mercado- rias e contagem Piso irregular Empilha- deiras, carrinhos hidráuli- cosl Queda de altura do mesmo nível Atropela- mento Lesões leves Lesões graves I AI LP EP Tolerável moderado Sinalização de áreas críticas e manutenção do piso Orientação e sinalização sonora NR-8 NR-11 Área : Almoxarifado de bobinas e recebimento Data da avaliação : 01/03/2009
  • 138.
    Exemplo 2 :Matriz de avaliação de risco à segurança (Modelo da Fundacentro-MG/Gilmar Trivelato) Item analisado Situações de risco Medidas de controle danos População IG IP Risco Ações necessárias Decapagem/ Desengraxe Esforço físico intenso Inalação de contami- nantes atmosféricos Rodízio de tarefas Sistema de ventilação local exaustora Lombalgias Irritação das vias respiratórias Ajudante geral(5) Ajudante geral(5) 2 3 2 2 Tolerável Moderado Manter os controles existentes Monitorização da exposição a gás/névoa de ácido clorídrico Área : Decapagem Data da avaliação : 08/03/2009
  • 139.
    Avaliação de Riscos •Como as principais técnicas de avaliação de riscos e que também utilizam conceitos de engenharia de confiabilidade, podemos citar: Análise da Árvore de Eventos (AAE), Análise por Diagrama de Blocos (ADB), Análise de Causas e Consequências (ACC), Análise da Árvore de Falhas (AAF), Management Oversight and Risk Tree (MORT);
  • 140.
    35.4.7 As atividadesde trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. • Existem algumas atividades, que não são habituais ou são executadas de tempos em tempos e estão fora do planejamento e execução e análise de risco, portanto deverão ter autorização prévia de Permissão de Trabalho, para atender os requisitos mínimos para a execução do trabalho e deve estar em conformidade com a Análise de Risco.
  • 141.
  • 145.
  • 146.
  • 147.
  • 148.
    Causas de quedasnos serviços de manutenção de telhados • Ruptura de telhas de fibrocimento; • Existência de aberturas no telhado ou cobertura; • Beiral excessivo do telhado; • Escorregamento em telhados úmidos, molhados ou com inclinação acentuada; • Falta de uso de EPI adequado ao risco;
  • 149.
    Para serviços emtelhados, devemos : Usar escadas de ripas ou escadas plana para telhados; Usar tábuas ou pranchas metálicas para circulação transversal; Usar escada amarrada e fixada; Evitar o uso de calçados escorregadios ou molhados; Evitar concentração de carga; Não pisar nos vãos entre os apoios das telhas Usar EPI adequados ao risco.
  • 150.
    Serviços em telhados 18.18.1.Para trabalhos em telhados, devem ser usados dispositivos que permitam a movimentação segura dos trabalhadores, sendo obrigatória a instalação de cabo-guia de aço, para fixação do cinto de segurança tipo pára- quedista. cabo-guia de aço cinto de segurança pára-quedista 18.18.4. É proibido o trabalho em telhado c/ chuva ou vento, bem como concentrar cargas num mesmo ponto.
  • 151.
    Alternativas para trabalhosem altura • Andaimes/plataformas • Plataformas de trabalho Aéreas • Cestos aéreos suspensos • Andaimes especiais
  • 158.
    18.15.32.3 É proibidaa fixação de sistemas de sustentação dos andaimes por meio de sacos com areia, pedras ou qualquer outro meio similar contrapesos
  • 160.
  • 161.
    Cadeira Suspensa(NR 18.16) •Sustentação da cadeira suspensa pode ser feita por meio de cabo de aço ou fibra sintética; • Sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança(corda); • Cadeira suspensa deve ter o nome do fabricante e o CNPJ; • Especificações da corda; • Ensaio conforme ISO 2307/1990.
  • 162.
    Cadeira Suspensa 18.15.49. Emquaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes, é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual). 18.15.50. A sustentação da cadeira deve ser feita por meio de cabo de aço ou fibra sintética. 18.15.51. A cadeira suspensa deve dispor de: a e b) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança(cabo de aço) e de descida para fibra sintética ; c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 - Ergonomia; d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. 18.15.52. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente.
  • 163.
  • 164.
    Definição: Plataforma de TrabalhoAéreo – PTA é o equipamento móvel, auto propelido ou não, dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por hastes metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado MANUAL DE RESPONSABILIDADES PARA DISTRIBUIDORES, PROPRIETÁRIOS, USUÁRIOS, OPERADORES E LOCATÁRIOS DA ANSI A 92.5 - 1992
  • 165.
    DEMANDA ORIGINAL DAREVISÃO DA NR-18 E INTRODUÇÃO DAS PTA E DOS CESTOS AÉREOS SUSPENSOS TRABALHOS EM MONTAGENS E MANUTENÇÕES INDUSTRIAIS A MAIS DE 60 METROS DE ALTURA NA PETROBRAS - PAULÍNIA INSTALAÇÕES DE SISTEMAS AEÓLICOS COM MAIS DE 80 METROS DE ALTURA CPR/SP CESTOS SUSPENSOS ANEXO XII DA NR-12 (PORTARIA 293 DE 12-2011) PTA ANEXO IV DA NR-18 (PORTARIA N.º 40)
  • 166.
    PLATAFORMAS AÉREAS -TIPOS  ARTICULADAS  MASTROS  TELESCÓPICAS  TESOURAS  REBOCÁVEIS
  • 167.
  • 168.
  • 177.
  • 178.
    PLATAFORMAS AÉREAS DETRABALHO • Texto baseado na ANSI/SIA A 92.5 • Definição de inspeções: Pré-entrega Pré-arranque No local de trabalho • Treinamento dos operadores • Responsabilidades : • fabricantes/locadores/proprietários/operadores
  • 184.
    •Conservar registro deoperadores por 5 anos •Comprovação de capacitação do operador por meio de certificação •Manuais considerados partes integrantes do equipamento •A manutenção devera ser feita por pessoa com qualificação especifica para marca e modelo do equipamento •Guardar registro de manutenção por 5 anos
  • 185.
    RISCO DE CHOQUEELÉTRICO Respeite as distâncias mínimas de segurança nas proximidades de rede elétrica ENERGIZADA. AS PLATAFORMAS NÃO SÃO ISOLADAS PARA TRABALHAR PRÓXIMO A REDES ENERGIZADAS OPERAÇÃO & SEGURANÇA
  • 186.
    DIFICULDADES ATUAIS NOUSO DAS PTA A) BAIXA QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES E ORIENTADORES; B) CARGA HORÁRIA DIMINUTA DOS TREINAMENTOS; C) FALTA DE CAPACITAÇÃO CONTÍNUADA DOS ENVOLVIDOS; D) ESMAGAMENTO DO OPERADOR EM PONTOS SUPERIORES A CAÇAMBA.
  • 188.
    Equipamentos de Guindarpara Elevação de Pessoas e Realização de Trabalho em Altura CESTA AÉREA: Equipamento veicular destinado à elevação de pessoas para execução de trabalho em altura, dotado de braço móvel, articulado, telescópico ou misto, com caçamba ou plataforma, com ou sem isolamento elétrico, podendo, desde que projetado para este fim, também elevar material por meio de guincho e de lança complementar (JIB), respeitadas as especificações do fabricante. CESTO ACOPLADO: Caçamba ou plataforma acoplada a um guindaste veicular para elevação de pessoas e execução de trabalho em altura, com ou sem isolamento elétrico, podendo também elevar material de apoio indispensável para realização do serviço. CESTO SUSPENSO: Conjunto formado pelo sistema de suspensão e a Caçamba ou plataforma suspensa por equipamento de guindar que atenda aos requisitos de segurança deste anexo, para utilização em trabalhos em altura.
  • 191.
  • 195.
    4.1 Nas atividadesonde tecnicamente for inviável o uso de Plataforma de trabalho aéreo - PTA, cesta aérea ou cesto acoplado, e em que não haja possibilidade de contato ou proximidade com redes energizadas ou com possibilidade de energização, poderá ser utilizado cesto suspenso içado por equipamento de guindar que atenda aos requisitos mínimos previstos neste anexo, sem prejuízo do disposto nas demais Normas Regulamentadoras e normas técnicas oficiais vigentes pertinentes a tarefa. 4.2 A inviabilidade técnica deve ser comprovada por laudo técnico elaborado por profissional legalmente habilitado e mediante emissão de respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. NECESSIDADE TÉCNICA DO USO
  • 199.
    4.3 É proibidaa movimentação de pessoas simultaneamente com carga, exceto as ferramentas, equipamentos e materiais para a execução da tarefa acondicionados de forma segura. 4.4 As ferramentas, equipamentos e materiais a serem transportados não devem ter dimensões que possam trazer riscos ou desconforto aos trabalhadores. 4.5 O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos e materiais não pode exceder, em nenhum momento, a capacidade de carga nominal da caçamba. 4.6 Para os cestos suspensos o peso total da carga içada, incluindo o moitão, conjunto de cabos, caçamba, trabalhadores, ferramentas e material não deve exceder 50% da capacidade de carga nominal do equipamento de guindar. CUIDADOS NO USO
  • 200.
    4.7 A utilizaçãode cesto suspenso deverá ser objeto de planejamento formal, contemplando as seguintes etapas: a) realização de análise de risco; b) especificação dos materiais e ferramentas necessárias; c) elaboração de plano de movimentação de pessoas; d) elaboração de procedimentos operacionais e de emergência; e) emissão de permissão de trabalho para movimentação de pessoas. PLANEJAMENTO DAS AÇÕES
  • 201.
    4.8 A utilizaçãodo cesto suspenso deve estar sob a responsabilidade técnica de Engenheiro de Segurança do Trabalho. 4.9 A supervisão da operação do cesto suspenso deve ser realizada por Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Técnico de Segurança do Trabalho. 4.10 A operação contará com a presença física de profissional capacitado em movimentação de carga desde o planejamento até a conclusão. ACOMPANHAMENTO DA ATIVIDADE
  • 202.
    TESTES ANTES DEINCIAR A ATIVIDADE 4.13 Antes de içar os trabalhadores nos cestos suspensos devem ser realizados testes operacionais de içamento com a caçamba a cada turno e após qualquer mudança de local de instalação, configuração dos equipamentos de içamento, ou do operador. 4.14 Os testes de içamento devem ser executados para avaliar a correta instalação e configuração dos equipamentos de içamento, o funcionamento dos sistemas de segurança, as capacidades de carga e a existência de qualquer interferência perigosa. 4.15 No içamento de teste, a caçamba deve ser carregada com a carga prevista para o içamento dos trabalhadores e deslocada até a posição em que ocorre o momento de carga máximo da operação planejada.
  • 203.
    DIMENSIONAMENTO DO CESTOAÉREOS SUSPENSO 4.16 O cesto suspenso deve ser projetado por Profissional Legalmente Habilitado, contendo as especificações construtivas e a respectiva memória de cálculo, acompanhado de ART. 4.17 Para efeitos de dimensionamento devem ser considerados a carga nominal, com os seguintes coeficientes de segurança: a) cinco para os elementos estruturais da caçamba; b) sete para o sistema de suspensão com um único ponto de sustentação; c) cinco para os sistemas de suspensão com dois ou mais pontos de sustentação.
  • 205.
    DISPOSITIVOS DE SEGURANÇADO GUINDASTE 4.26 O equipamento de guindar utilizado para movimentar pessoas no cesto suspenso deve possuir, no mínimo: a) anemômetro que emita alerta visual e sonoro para o operador do equipamento de guindar quando for detectada a incidência de vento com velocidade igual ou superior a 35 km/h; b) indicadores do raio e do ângulo de operação da lança, com dispositivos automáticos de interrupção de movimentos (dispositivo limitador de momento de carga), que emita um alerta visual e sonoro automaticamente e impeça o movimento de cargas acima da capacidade máxima do guindaste; c) indicadores de níveis longitudinal e transversal; d) limitador de altura de subida do moitão que interrompa a ascensão do mesmo ao atingir a altura previamente ajustada; e) dispositivo de tração de subida e descida do moitão que impeça a descida da caçamba ou plataforma em queda livre (banguela); f) ganchos com identificação e travas de segurança; g) aterramento elétrico; h) válvulas hidráulicas em todos os cilindros hidráulicos a fim de evitar movimentos indesejáveis em caso de perda de pressão no sistema hidráulico, quando utilizado guindastes; i) controles que devem voltar para a posição neutra quando liberados pelo operador; j) dispositivo de parada de emergência; k) dispositivo limitador de velocidade de deslocamento vertical do cesto suspenso de forma a garantir que se mantenha, no máximo, igual a trinta metros por minuto (30m/min).
  • 206.
    4.28 É obrigatório,imediatamente antes da movimentação, a realização de: a) reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme analise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes; b) inspeção visual do cesto suspenso; c) checagem do funcionamento do rádio; d) confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação. ACOMPANHAMENTO DA ATIVIDADE
  • 207.
    DIMENSIONAMENTO DO CESTO AÉREO ANALISEDE RISCO DA ATIVIDADE A SER EXECUTADA DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA DEFINIÇÕES DE RESPONSABILIDADES USO DO CESTO AÉREO SUSPENSO
  • 208.
    Plataformas aéreas detrabalho (Cuidados)  Os usuários deverão possuir e fornecer cópias dos manuais de operação e manutenção do equipamento;  Realizar inspeção anual;  Realizar inspeção visual diária;  Realizar no local do trabalho;  Em localidades de risco deverão ser aprovadas em conformidade da ANSI/NFPA 505-1987;  Treinamento dos operadores;  Guarda de registros.
  • 209.
  • 218.
  • 219.
    35.5 Equipamentos deProteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem  Os equipamentos de proteção individual, devem ser específicos e selecionados para cada tipo de atividade em altura, para garantir eficiência, conforto e atender os fatores de segurança.  Todos os riscos devem ser considerados para a seleção do EPI, além da inspeção periódica, para garantir uma condição de uso seguro do equipamento, respeitando as especificações e classificação de uso.  O sistema de ancoragem deve estar contido na Análise de Risco, para evitar o uso indevido.
  • 222.
    NBR 11370:2001 –Cinturão e talabarte de segurança NBR 14626:2000 – Trava queda guiado em linha flexível NBR 14627:2000 – Trava queda guiado em linha rígida NBR 14628:2000 – Trava queda retrátil NBR 14629:2000 – Absorvedor de energia Estrutura antes da atualização
  • 223.
    -Normas “desatualizadas” -Norma 11370de difícil interpretação -Novos produtos no mercado -Novas técnicas -Acompanhamento do mercado mundial -Viabilidade para o selo do Inmetro Motivos da atualização
  • 224.
    NBR 11 370ESTA NORMA ESTÁ CANCELADA
  • 225.
     NBR.15.836/2010-Cinturão desegurança tipo paraquedista  NBR.15.835/2010-Cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição  NBR.15.834/2010-Talabarte de segurança NBR´s NBR 11 370 ESTA NORMA ESTA CANCELADA
  • 226.
     NBR 14626:2010– Trava queda guiado em linha flexível  NBR 14627:2010 – Trava queda guiado em linha rígida  NBR 14628:2010 – Trava queda retrátil  NBR 14629:2010 – Absorvedor de energia  NBR 15834:2010 – Talabarte de segurança  NBR 15836:2010 – Cinturão abdominal e talabarte para posicionamento e restrição  NBR 15835:2010 – Cinturão pára-quedista  NBR 15837:2010 – Conectores Estrutura atual
  • 227.
    Atualizações comuns avárias normas  Individualidade dos ensaios – avaliação da verdadeira eficiência de cada item;  Limitação do polipropileno como matéria prima;  Ensaio de corrosão por névoa salina e não mais por espessura de camada de zino;  Valor maior dado ao manual de instrução do equipamento
  • 229.
    Talabartes de segurançaP/ PROTEÇÃOCONTRA QUEDAS  Comprimento maior 0,90m deve ter absorvedor impacto  Absorvedor conectado ao cinto pára- quedista  Pode ser em corda ou fita  Pode ter regulagem comprimento  Diversidade de ganchos para conecção • ABNT – 15.834-2010
  • 230.
  • 231.
    Talabartes de segurança •Nunca emende um talabarte em outro, deve ser sempre fixado à linha de vida ou ancoragens
  • 232.
    Talabartes de segurança •Instruções para uso dos talabartes: – Procure conectá-lo sempre num ponto de ancoragem acima da conecção do cinto – Nunca faça alterações e modificações em seu equipamento – Na ocorrência de uma queda o equipamento deve ser retirado do uso imediatamente, “Que, en todo el mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...”
  • 233.
  • 234.
    Posicionamento: Esta norma nãoatende a sistemas de retenção de queda. Seus talabartes devem ser marcados com o pictograma: NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de posicionamento
  • 235.
    NBR 15835 –Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de posicionamento Requisitos: Os talabartes de posicionamento devem possuir um comprimento máximo de 2 metros exceto os descritos em 4.1.2.4 secção c que não possui limite máximo.
  • 236.
    NBR 15835 –Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de posicionamento Requisitos: Obtenção de L1 (comprimento do talabarte). Medido através dos pontos de contato.
  • 237.
    Ensaio de resistênciadinâmica de cinturão de segurança tipo abdominal NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de posicionamento
  • 238.
    Cinturão • Nº destanorma • Código e tamanho • Data e lote • Logo do fabricante Talabarte • Nº desta norma • Código • Data e lote • Logo do fabricante NBR 15835 – Cinturão de segurança abdominal e Talabartes de posicionamento
  • 239.
    Definição: - Talabarte simples:Possui dois terminais NBR 15834 – Talabartes de Segurança
  • 240.
    NBR 15834 –Talabartes de Segurança Definição: - Talabarte duplo :Possui duas “pernas” e um terminal comum. Também conhecido como talabarte em Y ou em V.
  • 241.
    Definição: - Talabarte regulável:Possui um dispositivo de regulagem. O dispositivo de regulagem não pode ser um terminal. NBR 15834 – Talabartes de Segurança
  • 242.
    NBR 15834 –Talabartes de Segurança Requisitos: O comprimento máximo dos talabartes não pode exceder 2 metros.
  • 243.
    NBR 15834 –Talabartes de Segurança Requisitos:  Quando maiores do que 0,9 m e forem parte de um sistema anti- queda, devem obrigatoriamente possuir um meio de absorção de energia;  Devem ser ensaiados conforme NBR 14629:2010.
  • 244.
    NBR 15834 –Talabartes de Segurança Requisitos: Obtenção de L1 (comprimento do talabarte). Medido através dos pontos de contato.
  • 245.
    Marcação:  Nº destanorma  Código (modelo e tipo)  Data e lote  Logo do fabricante  Pictograma de Zona Livre de Queda (idem NBR 14629:2010) NBR 15834 – Talabartes de Segurança
  • 246.
    NBR 15836/2010 Cinturão desegurança tipo pára-quedista
  • 247.
    QUAL MODELO DECINTURÃO QUE DEVO COMPRAR OU SERA QUE ESTOU USANDO O CORRETO
  • 248.
    Frente Costas FrenteCostas NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
  • 249.
    Frente Costas FrenteCostas NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
  • 250.
    NBR 15836/2010 –Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista Marcação
  • 252.
  • 253.
    Cuidados c/cinto pára-quedista •Devem ser inspecionados diariamente antes do uso, • Não podem ser modificados • Devem ser retirados de uso na ocorrência de uma queda
  • 254.
    Manual de Instruções:  Instruções de uso  Usos específicos  Compatibilidade de equipamentos  Espaço Livre de queda  Materiais de fabricação e suas limitações  Considerações sobre resgate e treinamento de pessoas  Duração e armazenamento  Significado das marcações NBR 15836/2010 – Cinturão de Segurança tipo Pára-quedista
  • 255.
  • 256.
    NBR 14629 –Absorvedor de energia Absorvedor integrado ao talabarte (medida L1) Maior medida L1 supre outras apresentações menores para ensaio Absorvedor de energia como componente em separado
  • 257.
    Ensaio estático (apósa extensão completa da parte ativa) Força / tempo de aplicação 15 kN / 3 min Requisito Não pode haver ruptura NBR 14629 – Absorvedor de energia
  • 258.
    NBR 14629 –Absorvedor de energia Marcação: Pictograma “Leia o Manual”
  • 259.
    NBR 14629 –Absorvedor de energia Marcação: Pictograma Zona Livre de queda (ZQL) O comprimento indicado no pictograma será a somatória das distâncias ao lado Comprimento do talabarte (L1) Comprimento do Absorvedor (aberto) Distância máxima entre o pé do usuário e os pontos de ancoragem (aprox. 1,5 metros) Altura de segurança (aprox. 1 metro)
  • 260.
  • 261.
    CONECTORES “Que, en todoel mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...” • ABNT-NBR 15.837-2010 • Diversidade em formatos , materiais e aberturas – • Resistência mínima : 20KN • Dupla trava de segurança no mínimo
  • 262.
    Fechamento do gatilho Automático Sistemade trava Rosca (manual) Automático NBR 15837 - Conectores
  • 263.
    NBR 15837 -Conectores CLASSES DOS CONECTORES CLASSE B conectores de base Fecho automático trava manual ou automática
  • 264.
    CLASSE A conectoresde amarração Fecho automático trava automática CLASSES DOS CONECTORES NBR 15837 - Conectores
  • 265.
    NBR 15837 -Conectores
  • 266.
    NBR 14626/2010 Trava quedadeslizante guiado em linha flexível
  • 267.
    Trava-queda deslizante guiadoem linha flexível: Sistema guiado em uma linha de vida que pode ser corda ou cabo de aço, fixada em um ponto de ancoragem superior, com resistência mínima de 15KN . - Provido de mosquetão para fixação ao cinto pára-quedista, - Com ou sem extensor, - Se o mecanismo permitir sua abertura, que ela seja feita através de duas ações manuais, consecutivas e voluntárias, NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
  • 269.
    Linha de ancoragemflexível: É aquela em que o cabo metálico ou a corda devem ser planejados para ser fixos a um ponto de ancoragem superior. NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
  • 270.
    Extensores: - Componente ouelemento de conexão do trava quedas deslizante - Pode ser constituído de corda em fibra sintética, fita, absorvedor de impacto ou corrente - Comprimento máximo = 1metro (já incluídos os conectores) NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
  • 271.
    TRAVA QUEDAS CABODE AÇO ABNT-NBR14626-2010 Uso em cabo de aço 8mm Aplicações:  Escada marinheiro,  Torres de telecomunicações  Torres de energia eólica
  • 273.
    Requisitos: Cordas de fibrae fitas: - Resistência mínima a 22KN (era 20KN) - Fibras virgens sintéticas mono ou multi filamentos - Proibido o uso do polipropileno Cabos de aço: - Cabos em aço inox ou galvanizado - Resistência mínima de 15KN - Deve ter um terminal inferior fixo ou um lastro NBR 14626 – Trava-quedas deslizante em linha flexível
  • 274.
    NBR 14627/2010 Trava quedaguiado em linha rígida
  • 275.
    Trava-queda deslizante guiadoem linha rígida: Sistema guiado em uma linha de vida que pode ser um trilho ou cabo metálico, fixo à uma estrutura de forma que os movimentos laterais fiquem limitados . NBR 14627 – Trava-quedas deslizante em linha rígida Linha de ancoragem rígida: Deve ser projetada de forma que haja um batente superior e inferior evitando que o trava quedas se desprenda da mesma. Deverá dispor de travamentos intermedíários que impeçam movimentações laterais
  • 276.
  • 277.
    SISTEMAS RETRÁTEIS ABNT-NBR 14628-2010 •Pode ser em cabo de aço ou fita. • Sistema de mola que permite que o cabo fique totalmente enrolado no tambor, exceto o comprimento utilizado para o trabalho
  • 278.
    TRAVA QUEDAS RETRÁTIL •Se ocorrer uma queda o equipamento se travará automaticamente. • Sistema onde é minimizado a distância de queda, reduzindo as forças de impacto
  • 279.
  • 280.
    ANCORAGENS “Que, en todoel mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...” ancoragens móveis – certificações : ANSI e EN795 Diâmetro Resistência Uso Carga trabalho ¾” 22KN Proteção contra quedas, multi-uso 4,4KN 1” 44KN 8,8KN
  • 281.
    ANCORAGENS “Que, en todoel mundo, hombres y mujeres puedan trabajar con seguridad...” ancoragens móveis – certificações : ANSI e EN795 Resistência Uso Instalação 22KN Proteção contra quedas Vigas I de 3” a 12”
  • 282.
  • 283.
    Itens da mudançaaprovados em março- 2012 pelo CTPP • Carga pontual de 1500 kgf; • Fabricação de aço inox ou material de resistência similar; • Identificação das peças com fabricante, tipo de aço e lote;
  • 284.
  • 285.
    CUIDADOS COM CABOS Ascensãode Materiais CUIDADOS DE ACESSÓRIOS EM TRABALHOS EM ALTURA CPR/MG
  • 286.
    Vigência da Norma Capítulo 3 – Capacitação e Treinamento - Itens e subitens 35.3.1 a 35.3.8 -01 ano após 27/03/12 – Março/2013  Subitem 6.4 -As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar - 01 ano após 27/03/12 – Março/2013 CPR/MG
  • 287.
    Principais Requisitos Legaise Técnicos • ISO 1140/90 : Especificação para cabos de poliamida; • OSHA 1910.25 : Escadas portáteis de madeira; • OSHA 1910.27: Escadas fixas; • OSHA 1910.Anexo C : Sistema individual de controle de quedas; • OSHA 1926.502 : Critério e práticas para sistemas de proteção de quedas; • ANSI A10.32-2004 : Equipamento de proteção de quedas para construção e demolição; • ANSI Z359.1-1992 : Requisitos para equipamentos e sistemas para controle de quedas;
  • 288.
    NR-35 Revisões futuras • Acessopor corda • Linhas de vida • Escadas e rampas
  • 289.