INSTRUTOR:
TST. JOVANNY OKLAHOMA
SUPERVISOR DE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO
Tec. Salvamento e Resgate em Altura
Alpinista Industrial-N1
Bombeiro Civil
Requisitos para Atividades
Críticas (RAC) - CSP
2
RAC - 12
TRABALHO EM
ALTURA
.
.
Portaria
SIT nº313/12
“Todo Trabalho em Altura Começa no Solo”
MTE/Portaria n°. 313 de 23 de março de 2012
NORMA REGULAMENTADORA - NR 35
TRABALHO EM ALTURA
“ QUANDO EDIFICARES
UMA CASA NOVA
FARÁS UM PARAPEITO
( Guarda-Corpo),
NO EIRADO
(cobertura),
PARA QUE NÃO
PONHAS CULPA DE
SANGUE NA TUA
CASA, SE ALGUÉM DE
ALGUM MODO CAIR
DELA”
DEUTERONÔMIO capt. 22,
versc.8
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
NR35.1. Objetivo e Campo de Aplicação
NR35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos
Mínimos e as Medidas de Proteção para o
Trabalho em Altura, envolvendo o
Planejamento, a Organização e a Execução, de
forma a garantir a Segurança e a Saúde dos
Trabalhadores envolvidos Direta ou
indiretamente com esta atividade.
NR35.1.2 Considera-se Trabalho em Altura toda Atividade Executada
acima de 2,00 metros do nível inferior, onde haja Risco de Queda.
É Toda Atividade Executada acima de Dois metros do piso de Referência.
.
O que é Trabalho em Altura?
O que é Trabalho em Altura?
Portaria n. 313 de 23 de março de 2012
MTE
EUA = 1,80m
CSP = 1,80m
ALE = 1,00m
NR35.3.2 Considera-se Trabalhador Capacitado para Trabalho em Altura
aquele que foi Submetido e Aprovado em Treinamentos, Teórico e Prático,
com carga horária mínima de Oito 8hs, cujo Conteúdo Programático
deve, no mínimo, incluir:
Introdução a Segurança e a Saúde do Trabalhador,
Normas e Regulamentos aplicáveis ao Trabalho em Altura,
Acidentes típicos em Trabalho em Altura,
Condições Impeditivas ao Trabalho em Altura,
Análise de Risco e Permissão de Trabalho – PT,
Riscos Potencias inerentes ao Trabalho em Altura,
Medidas de Prevenção e Proteção contra Quedas de Altura,
EPIs para proteção contra quedas com diferença de nível,
(seleção, inspeção, conservação e limitação de uso)
Condutas em Situações de Emergência e RESGATE,
(Noções Básicas de Resgate e de Primeiros Socorros).
Treinamento Prático (Avaliar, Equipar, Conectar e Deslocar)
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO NR 35
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO NR 35
NR35.1.3 Esta norma se
complementa com as
normas técnicas oficiais
estabelecidas pelos
Órgãos Competentes e,
na ausência ou omissão
dessas, com as normas
Internacionais (OIT)
aplicáveis.
Algumas NRs que tratam de trabalhos
realizados em alturas e Alguns setores
que temos trabalhos realizados em
alturas?
CONSTRUÇÃO CIVIL NR18
ENERGIA ELÉTRICA, TELEFONIA FIXA e
TV A CABO NR10
REPARO E CONSTRUÇÃO NAVAL NR
34 MINERAÇÃO NR22
PORTUÁRIO NR29
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
- indústria petroquímica
caminhões / vagões
horizontal + vertical
Principais áreas com grande risco de queda
NR-35TRABALHOS EM ALTURA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
Cadeira Manual
Cadeira Motorizada
Trava-queda para cabo de aço
ou corda
Trava-queda para trilho inox
Trava-queda retrátil para áreas de
carga, telhados e andaimes
Escadas para telhados
Equipamentos manuais para áreas
confinadas
Equipamentos motorizados para
áreas confinadas
Sistemas de Segurança para
movimentação horizontal
Cinturões de segurança e acessórios para ancoragem
Acidentes Fatais por Queda de Altura ocorrem principalmente em:
• Obras da Construção Civil;
• Serviços de Manutenção e Limpeza em Fachadas;
• Serviços de Manutenção em Telhados;
• Limpeza Caixas d´agua;
• Montagem de Estruturas Diversas;
• Serviços em Ônibus e Caminhões;
• Depósitos de Materiais e Supermercados
• Serviços em Linha de Transmissão e Postes Elétricos;
• indústria da construção Naval
• Trabalhos de Manutenção em Torres Eólicas;
Uma das principais causas de Mortes de Trabalhadores se
deve a Acidentes envolvendo Queda de Pessoas e Materiais.
30% dos Acidentes Laborais ocorridos ao ano são decorrentes
de Quedas. (fonte: MTE).
Os Riscos de Quedas existem em vários Ramos de Atividades,
devemos intervir nestas situações de Riscos regularizando o
processo e tornando os Trabalhos mais Seguros.
MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS
SUSPENSAS
Trabalho em altura
Trabalho em altura
Trabalho em altura
ACIDENTES TÍPICOS
ACIDENTES TÍPICOS
Ato Inseguro ou
FPS
+
Condição Insegura
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES
Ato Inseguro ou Fator Pessoal de segurança
São Atitudes, Atos, Ações ou Comportamentos do
Trabalhador Contrários às Normas de Segurança.
"Segundo as Estatísticas, cerca de 70% do total dos acidentes são
oriundos do próprio Trabalhador, portanto os Atos inseguros ou FPS no
trabalho provocam a grande maioria dos acidentes, podendo também ser
classificado como as Falhas Humanas, atribuídas aos Trabalhadores"
Exemplos:
 Descumprir as Regras e Procedimentos de segurança,
 Não usar o EPI tendo sido Fornecido,
 Não Ancorar o Cinto de segurança, Trava quedas e Talabartes
 Trabalhar sob efeito de Álcool e/ou Drogas (REMEDIOS)
 Operar Máquinas e Equipamentos sem Habilitação ou Anuencia,
 Distrair-se ou realizar Brincadeiras durante o trabalho,
 Utilizar Ferramentas inadequadas,
 Expor-se a Riscos Desnecessários,
ACIDENTES TÍPICOS
ACIDENTES TÍPICOS
Condição Insegura
São Deficiências, Defeitos, Ausências ou irregularidades
técnicas nas instalações físicas, Máquinas e Equipamentos
que presentes no Ambiente Laboral geram riscos de
acidentes.
Exemplos: JOGO DOS SETE ERROS
 Falta de Treinamento e Capacitação,
 Falta de Pontos de Ancoragem,
 Falta de Andaimes e Escadas.
 Falta de Guarda-Corpo, vídeo
 Falta de Sinalização,
 Falta de Ferramentas.
 Falta de EPI Adequado,
VÍDEO
Trabalho em altura
Trabalho em altura
NR-35
NR35.2 RESPONSABILIDADES
NR35.2.1 Cabe ao Empregador:
a) Garantir a implementação das Medidas de Proteção
estabelecidas nesta Norma;
b) Assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando
aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT;
c) Desenvolver procedimento operacional para as atividades
Rotineiras de trabalho em altura;
d) Assegurar a realização de Avaliação Prévia das condições no local
do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação
das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis;
e) Adotar as providências necessárias para acompanhar o
cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma
pelas empresas contratadas; ( TST, SUPERVISÃO e
ENCARREGADOS)
NR-35
f) Garantir aos Trabalhadores informações Atualizadas sobre os
Riscos e as Medidas de Controle;
g) Garantir que qualquer Trabalho em Altura SÓ SE INICIE
DEPOIS de adotadas as medidas de Proteção definidas nesta
Norma;
h) Assegurar a SUSPENSÃO dos trabalhos em altura quando
verificar situação ou Condição de Risco não prevista, cuja
Eliminação ou Neutralização imediata não seja possível;
i) Estabelecer uma Sistemática de Autorização dos trabalhadores
para Trabalho em Altura; ( PT, PLACAS e ADESIVOS )
j) Assegurar que todo trabalho em Altura seja realizado sob
SUPERVISÃO, cuja forma será definida pela Análise de Riscos de
acordo com as peculiaridades da atividade;
k) Assegurar a Organização e o Arquivamento da Documentação
prevista nesta Norma.
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
NR35.2.2 Cabe aos Trabalhadores:
a) Cumprir as disposições legais e
regulamentares sobre Trabalho em Altura,
inclusive os procedimentos expedidos pelo
Empregador;
b) Colaborar com o Empregador na
implementação das disposições contidas nesta
Norma;
c) Interromper Suas Atividades Exercendo o
Direito de Recusa, sempre que constatarem
Evidências de Riscos Graves e iminentes para
Sua Segurança e Saúde ou a de outras Pessoas,
comunicando imediatamente o fato a seu
Superior Hierárquico, que diligenciará as
medidas cabíveis;
d) Zelar pela Sua Segurança e Saúde e a de
outras Pessoas e EPIs que possam ser Afetadas
por suas Ações ou Omissões no trabalho.
NR-35
NR35.3.3 O Empregador deve
realizar treinamento periódico
Bienal e sempre que ocorrer
quaisquer das seguintes situações:
a) Mudança nos procedimentos,
condições ou operações de
trabalho;
b) Evento que indique a
necessidade de novo treinamento;
c) Retorno de Afastamento ao
trabalho por período superior a
noventa 90 dias;
d) Mudança de Empresa.
NR35.3. Capacitação e Treinamento
NR35.3.1 O Empregador deve promover programa para capacitação
dos Trabalhadores à realização de Trabalho em Altura.
35.4 TRABALHADOR AUTORIZADO
35.4.1 Todo Trabalho em Altura deve ser Planejado, Organizado e Executado por
Trabalhador Capacitado e Autorizado.
35.4.1.1 Considera-se Trabalhador Autorizado para Trabalho em Altura aquele
capacitado, cujo estado de Saúde foi avaliado, tendo sido considerado Apto para
executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa.
35.4.1.2 Cabe ao Empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que
exercem atividades em altura, garantindo que:
a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados;
b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em
cada situação;
c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal
súbito e queda de altura, considerando também os fatores psicossociais.
35.4.1.2.1 a Aptidão para Trabalho em Altura deve ser Consignada
no Atestado de Saúde Ocupacional – ASO do Trabalhador.
35.4.1.3 A empresa deve manter Cadastro Atualizado que permita
conhecer a abrangência da Autorização de cada Trabalhador para
Trabalho em Altura.
.
• a) Medidas para Evitar o trabalho em altura, sempre
que existir meio alternativo de execução;
• b) Medidas que Eliminem o Risco de queda dos
trabalhadores, na impossibilidade de execução do
trabalho de outra forma;
• c) Medidas que Minimizem as Consequências da
queda, quando o risco de queda não puder ser
eliminado
35.4.2 No Planejamento do trabalho devem ser
adotadas, de acordo com a seguinte
Hierarquia:
MEDIDAS DE PROTEÇÃO
CONTRA QUEDAS DE ALTURA
R
e
a
l
i
z
a
r
o
t
r
a
b
a
l
h
o
a
o
n
í
v
e
l
d
o
s
o
l
o
R
e
s
t
r
i
n
g
i
r
o
a
c
e
s
s
o
.
F
a
z
e
r
u
s
o
d
o
E
P
C
.
Reduzir os danos da queda.
Utilizar os Epi´s.
Trabalho em altura
FALTA DE PLANEJAMENTO
vídeos
35.4.3 Todo Trabalho em Altura
deve ser realizado sob Supervisão,
cuja forma será definida pela
análise de risco de acordo com as
peculiaridades da atividade.
35.4.4 A execução do serviço deve
considerar as influências Externas
que possam alterar as condições do
local de trabalho já previstas na
Análise de Risco.
35.4.5 Todo trabalho em altura
deve ser precedido de Análise de
Risco.
Risco: capacidade de uma grandeza com
potencial para causar lesões ou danos à
saúde das pessoas. Os riscos podem ser
eliminados ou controlado.
Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar
lesões ou danos à saúde das pessoas.
Os Riscos podem ser : Eliminados, Atenuados ou Controlado.
NR-35
35.4.5.1 A Análise de Risco deve, além dos Riscos inerentes ao trabalho em
Altura, considerar:
a) o Local em que os serviços serão executados e seu Entorno;
b) o isolamento e a Sinalização no entorno da área de trabalho;
c) o estabelecimento dos sistemas e Pontos de Ancoragem;
d) as condições Meteorológicas adversas;
e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de
proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações
dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos Fatores de Queda;
f) o Risco de Queda de Materiais e Ferramentas;
g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos;
h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas
regulamentadoras;
i) os Riscos Adicionais;
j) as Condições impeditivas;
k) as situações de Emergência e o planejamento do Resgate e Primeiros Socorros, de
forma a reduzir o tempo da Suspensão inerte do trabalhador;
l) a necessidade de Sistema de Comunicação;
m) a forma de Supervisão.
NR35.4.6.1 Os Procedimentos
Operacionais para as Atividades
Rotineiras de trabalho em Altura devem
conter, no mínimo:
a) as Diretrizes e Requisitos da tarefa;
b) as Orientações Administrativas;
c) o Detalhamento da Tarefa;
d) as Medidas de Controle dos riscos
características à rotina;
e) as Condições Impeditivas;
f) os sistemas de Proteção Coletiva e
individual necessários;
g) as competências e responsabilidades.
CONDIÇÕES IMPEDITIVAS
AO TRABALHO EM ALTURA
Situações que impedem a Realização ou Continuidade do serviço que
possam colocar em Risco a Saúde ou a integridade Física do Trabalhador.
O Trabalho em Altura NÃO deverá ser Realizado nos seguintes casos:
• Trabalhador não possuir a devida Anuência para realizar Trabalho em Altura;
• Trabalhador sem a devida Qualificação para o Trabalho em Altura (treinado);
• Trabalhador sem Condições físicas, Mentais e Psicossociais (ASO);
• Ausência de Sistema e Pontos de Ancoragem Adequados;
• Ausência da AR – Análise de Risco, Procedimento operacional,
e/ou PT – Permissão de Trabalho;
• Falta de Inspeção Rotineira nos Sistema de Ancoragem e dos EPIs;
• Ausência de Isolamento e Sinalização no entorno da área de trabalho;
• Condições Meteorológicas Adversas (ventos fortes – acima de 12m/s ou
rajadas de 40km/h, chuva, calor ou frio excessivo);
• Não Observância a Riscos Adicionais e/ou às demais normas de segurança;
• Ausência de EPI Adequado;
• Ausência de Supervisão ( NUNCA SÓ)
35.4.7 As atividades de Trabalho em
Altura não rotineiras devem ser
Previamente Autorizadas mediante
Permissão de Trabalho-PT.
35.4.7.1 Para as atividades não rotineiras
as Medidas de Controle devem ser
evidenciadas na Análise de Risco e na
Permissão de Trabalho-PT.
35.4.8 A Permissão de Trabalho deve ser
emitida, aprovada pelo responsável pela
Autorização da Permissão,
Disponibilizada no Local de execução da
atividade e, ao final, encerrada e
arquivada de forma a
permitir sua Rastreabilidade.
APR
Análise Preliminar de Risco
68
A APR deve ser elaborada sempre que ocorrer qualquer
uma das situações abaixo:
- Quando não existir procedimento específico com
riscos e medidas de controles identificados;
-Quando houver mudança na equipe de execução
da tarefa;
-Quando por algum motivo os passos de execução
da tarefa necessitem ser modificados;
-Quando a tarefa a ser executada for diferente da
APR laborada inicialmente.
NR-35
NR35.4.8.1 A Permissão de Trabalho-PTE
deve conter:
a) os Requisitos mínimos a serem
atendidos para a execução dos trabalhos;
b) as Disposições e Medidas estabelecidas
na Análise de Risco;
c) a Relação de todos os envolvidos e
suas Autorizações.
NR35.4.8.2 A Permissão de Trabalho deve
ter Validade limitada à duração da
atividade, restrita ao turno de trabalho,
podendo ser Revalidada pelo
Responsável pela Aprovação nas
situações em que não Ocorram
Mudanças nas Condições estabelecidas
ou na Equipe de trabalho.
6
NR-35
35.5. Equipamentos de
Proteção Individual EPI,
Acessórios e Sistemas de
Ancoragem.
35.5.1 Os Equipamentos de
Proteção Individual - EPI,
acessórios e sistemas de
ancoragem devem ser
especificados e
selecionados considerando-
se a sua eficiência, o
Conforto, a Carga aplicada
aos mesmos e o respectivo
Fator de Segurança, em
caso de eventual queda.
E.P.C
NR6.1 Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-
se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo Dispositivo ou Produto, de uso
individual utilizado POR UM Trabalhador, destinado à proteção de riscos
suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
NR6.2 O Equipamento de Proteção Individual, de fabricação Nacional ou
Importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do
Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em
matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.
NR 06 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI
União Internacional das
Associações de Alpinismo
NR-35
35.5.1.1 Na Seleção dos EPI devem
ser considerados, além dos riscos a
que o trabalhador está exposto, os
riscos adicionais.
35.5.2 Na Aquisição e
periodicamente devem ser
efetuadas inspeções dos EPI,
Acessórios e Sistemas de
Ancoragem, destinados à proteção
de queda de altura, recusando-se os
que apresentem Defeitos ou
Deformações.
35.5.2.1 Antes do início dos
trabalhos deve ser efetuada
inspeção rotineira de todos os EPIs,
acessórios e sistemas de ancoragem.
NR-35
EPIs DE ALTURA PARA NR10
NR-35
35.5.2.2 Deve ser Registrado o resultado
das inspeções:
a) na aquisição;
b) periódicas e rotineiras quando os EPI,
acessórios e sistemas de ancoragem
forem recusados.
35.5.2.3 Os EPIs, Acessórios e sistemas
de ancoragem que apresentarem
Defeitos, Degradação, Deformações ou
sofrerem impactos de queda devem ser
inutilizados e Descartados, exceto
quando sua restauração for prevista em
normas técnicas nacionais ou, na sua
ausência, normas internacionais.
NR-35 TRABALHO EM ALTURA
Portaria n. 313 de 23 de março de 2012
Alguns tipos de cinto
Trabalho em altura
35.5.3 O Cinto de Segurança
deve ser do tipo Paraquedista e
dotado de dispositivo para
conexão em sistema de
ancoragem.
35.5.3.1 O sistema de
Ancoragem deve ser
estabelecido pela Análise de
Risco.
35.5.3.2 O trabalhador deve
permanecer conectado ao
sistema de ancoragem durante
todo o período de exposição ao
CINTO DE SEGURANÇA tipo
PARAQUEDISTA ou CINTURÃO
PARAQUEDISTA: Equipamento de
Proteção Individual utilizado para
Trabalhos em Altura onde haja
Risco de Queda, constituído de
Fixações e Sustentações
(Ancoragens) nas partes Antero
Posterior: Costa (Anc. Dorsal),
No Tórax/Frontal (Anc. Peitoral),
acima dos Ombros
( Anc.Trapézio),
na região Ventral (Anc.Umbilical),
Lombar (Ancs. Posicionamento) e
CINTO DE SEGURANÇA NÃO AJUSTADO
CORRETAMENTE!!!!
Trabalho em altura
COLOCAÇÃO DE CINTO DE SEGURANÇA
COLOCAÇÃO DE CINTO DE SEGURANÇA
TREINAMENTO EM CAMPO
TREINAMENTO EM CAMPO
Capacete
•Tipo I (aba total),
•TipoII (aba frontal)
•Tipo III (sem aba)
•Classe: A e Classe
B (risco elétrico)
ESTRUTURA:
•Suspensão:
Carneira e Coroa
(absorve impacto).
•3 - Jugular com 2
ou 3 pontos;
Luvas
Óculos de proteção
NR-
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
35.5.3.3 O Talabarte e o
dispositivo Trava-quedas
devem estar fixados Acima
do Nível da Cintura do
Trabalhador, ajustados de
modo a restringir a Altura
de queda e assegurar que,
em caso de ocorrência,
minimize as chances do
trabalhador colidir com
estrutura inferior.
NR-35
TALABARTES DESLOCAMENTO
TALABARTES DE POSICIONAMENTO
Talabarte Regulável Talabarte de Removível
NR-35
Absorvedor de Energia: Dispositivo
destinado a Reduzir o impacto transmitido
ao corpo do trabalhador e sistema de
segurança durante a contenção da queda.
Talabarte: Dispositivo de Conexão de um sistema de
segurança, regulável ou não, para sustentar, posicionar e/ou
limitar a movimentação do trabalhador
Absorvedor
de Energia
(ABS)-NBR14629
NBR 14.629
• De acordo com a NBR 14.629 no item
Absorvedores de energia.
• O comprimento do Sistema todo Aberto não
pode ser maior do que 2 X o Talabarte (=<2,00m)
+ Conectores + ABS fechado e + 1,75m do ABS
aberto.
Essa é a exigência para os fabricantes durante o
teste dinâmico para determinar a distância (H) de
parada após retenção de queda e abertura do
equipamento.
CERTO OU ERRADO?
Trabalho em altura
NR-35
Trava-queda: Dispositivo de Segurança para Proteção do usuário Contra
Quedas em operações com movimentação Vertical ou Horizontal, quando
Conectado com Cinturão de Segurança e uma Linha de Vida para Proteção
Contra Quedas.
Usado em Linha de Vida Rígida NBR 14627 ou Flexível NBR 14626
Em cabo de aço de 8mm ou corda sintética de 12mm.
Obs.: o Trava Queda deve Desliza Acompanhando o Trabalhador em Ascensões ou
Deserções, Travando Automaticamente em caso de Queda devido a Aceleração Brusca do
movimento. O aparelho deve contar com 2dois sistemas de fechamento de segurança.
Trava Quedas
TQ cabo de aço sem e com extensor TQ corda 12mm TQ retrátil cabo de aço
MOSQUETÕES/CONECTORES
OVAL
D
Pêra ou HMS
NR-35
MALHAS
METAL X ALUMINIO
NR-35
35.5.4 Quanto ao ponto de
ancoragem, devem ser tomadas as
seguintes providências:
a) ser selecionado por Profissional
Legalmente Habilitado;
b) ter Resistência para suportar a
carga máxima aplicável; (6KN)
c) ser inspecionado quanto à
integridade antes da sua utilização.
NR-3
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
Sistemas de ancoragem: Componentes Definitivos ou Temporários,
dimensionados para suportar impactos de queda, aos quais o trabalhador possa
conectar seu Equipamento de Proteção Individual, diretamente ou através de
outro dispositivo, de modo a que permaneça conectado em caso de perda de
equilíbrio, desfalecimento ou queda.
No Brasil existe a NBR 16325-1 e NBR 16325-2 para fabricação, testes, projeto e instalação
de dispositivos de ancoragem, Onde temos tipo A, B, C, D.
SISTEMAS DE ANCORAGEM
Ponto de ancoragem: ponto
destinado a Suportar Carga
de Pessoas para a conexão
de dispositivos de
Segurança, tais como
Cordas, Fitas, Cabos de aço,
Trava-queda e Talabartes.
NR-35
OS Sistemas Equalizados de ancoragem distribui as
cargas entre dois ou mais Pontos de Ancoragem
NR-35 TRABALHO EM ALTURA
Portaria n. 313 de 23 de março de 2012
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
Anel de ancoragem Fita de ancoragem fita de conexão
FITA PLANA E FITA TUBULAR
FITAS de Poliamida e dyneema; Resistência a cima de 18KN A 22KN; Usadas
em ancoragens;
Tamanhos variados: 60cm, 80cm, 120cm, 150cm e por metro;
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
Dispositivo para sistemas de ancoragem
CORDAS
• TIPOS : TRABALHO, ESPORTE E RESGATE.
• MATERIAL: poliéster (Dracon ®), poliamida, polipropileno, Aramida
(Kevlar ®), Spectra ®, Dyneema, Vectran®
• BITOLA ou ESPESSURA: Varia de 7mm a 13mm;
• Tipo A: 7mm>ø > 10mm
• Tipo B: 9mm < ø < 10mm
• CATEGORIAS: Semi-Estáticas, Dinâmicas e Cordeletes (7-9mm)
• Semi-estáticas: Alongamento entre 2% e 5% visando assim diminuir
o efeito “iô-iô”. NBR 15986 (A ≤ 5%)
• Dinâmicas: Alongamento entre 6% a 10% (dissipador de energia) no
caso de queda ao escalar.
MATERIAIS UTILIZADOS
TIPOS DE CABOS:
Fibra Natural Fibra Sintética
FORMA DOS CABOS
Cordão Trançado
Cordão Torcido
CORDAS
NBR 15986
NÓIS E AMARRAÇÕES
Características de um bom nó
•Aquele que é feito com Facilidade e Rapidez;
•Deve ser Seguro e fácil desatá-lo;
•Deve apertar à proporção que o esforço sobre
ele aumenta, firme.
•Forte, Porem que só retire pouco a resistência
da corda.
Trabalho em altura
Trabalho em altura
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
TREINAMENTO EM CAMPO
TREINAMENTO EM CAMPO
INSPEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS e UTILIZAÇÃO
INSPEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS e UTILIZAÇÃO
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
USAR SEMPRE UM CORDALETE PRESO A
UM PONTO FIXO OU AO CINTURÃO DE
SEGURANÇA POR MEIO DE UM
MOSQUETÃO
Trabalho em altura
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
Técnicas de Posicionamento
Pontos de Atracação:
principal
Beckup
Ponto de Ancoragem:
Positivo
Negativo
crítico
Positivo
Negativo
Critico
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO e RESGATE EM ALTURA
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
Escada de extensão ou
prolongável
Trabalho em altura
MEDIDAS DE PROTEÇÃO
MEDIDAS DE PROTEÇÃO
CONTRA QUEDAS DE ALTURA
CONTRA QUEDAS DE ALTURA
NR-35 TRABALHO EM ALTURA
Portaria n. 313 de 23 de março de 2012
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
NR-35 mostrar vídeo
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
FATOR DE QUEDA
Fator de Quedas
Fator de Quedas
Relação entre a Altura da Queda e o Comprimento do Talabarte ou Trava queda.
Quanto mais Alto for a Ancoragem menor será o Fator de queda.
FQ = distância da queda / comprimento do talabarte
O trabalhador deve permanecer
conectado ao sistema de
ancoragem durante todo o
período de exposição ao risco
de queda.
O talabarte e o dispositivo trava quedas
devem estar fixados acima do nível da
cintura do trabalhador, ajustados de modo a
restringir a altura de queda.
EMERGÊNCIA
NR-35
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
NR35.6. Emergência e Salvamento (RESGATE)
NR35.6.1 O Empregador deve disponibilizar equipe para
respostas em caso de Emergências para trabalho em Altura.
NR35.6.1.1 A equipe pode ser Própria, Externa ou Composta
pelos próprios trabalhadores que executam o Trabalho em
Altura, em função das características das atividades.
NR35.6.2 O Empregador deve assegurar que a equipe possua
os Recursos necessários para as respostas a Emergências.
NR35.6.3 As ações de respostas às Emergências que envolvam
o trabalho em altura devem constar do Plano de Emergência
da empresa.
NR35.6.4 As pessoas responsáveis pela execução das medidas
de Salvamento devem estar Capacitadas a executar o
Resgate, prestar Primeiros Socorros e possuir aptidão física e
mental compatível com a atividade a desempenhar.
BOMBEIRO CIVIL
RESGATISTAS EM ALTURA
RESGATE: Ato ou Ação de retirar alguém ou alguma coisa de uma
situação de Perigo, é sinônimo de Salvamento.
RESGATE VERTICAL ou RESGATE EM ALTURA: Mais correto usar o
termo “Vertical” pelo fato da atividade poder ocorrer em depressões,
em quanto o termo “ altura” somente se emprega a partir do nível do
solo.
RESGATE INDUSTRIAL: A rapidez e eficiência são necessárias. Como a
chegada de uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar, pode demorar,
uma equipe dentro da própria indústria pode ser imprescindível.
Atualmente as normas de segurança do trabalho exigem que indústrias
de grande porte tenham suas equipes de segurança. Bem como em
indústrias menores, porém com um serviço de alta periculosidade. NR
35.6.1
AUTO-RESGATE: capacidade do profissional de acesso por corda,
adquirida através do treinamento, para sair de situações de emergência
ou adversas por conta própria sem intervenções externas
NBR15595/2008
CONDUTAS EM SITUAÇÕES DE
CONDUTAS EM SITUAÇÕES DE
EMERGÊNCIA
EMERGÊNCIA
Resgate
Resgate
Podemos considerar um bom Sistema de Resgate aquele que necessita de um
menor número de equipamentos para sua aplicação, tornando com isso um ato
simplificado.
É essencial que todos os trabalhadores tenham Curso de Técnicas de Resgate
em Estruturas Elevadas(40hs) bem como noções Básicas de Primeiros Socorros.
Estudos comprovam que a Suspensão inerte, mesmo em períodos curtos de
tempo, podem desencadear Transtornos Fisiológicos Graves como a “intolerância
Ortostática” , em função da Compressão dos Vasos Sanguíneos e Problemas de
circulação. Estes transtornos podem levar a morte se o Resgate não for realizado
Rapidamente e com prudência nos procedimentos.
Um Bom RESGATISTA se preocupa primeiro com a sua segurança e depois com
a da vítima, parece um sentimento Egoísta, mas não é. Em várias ocasiões de
resgate o socorrista se tornou outra vítima ou veio falecer devido a imprudências
pelo seu Desespero.
Outro fator importante é o exercício periódico do treinamento de Resgate,
pois ao longo do tempo vários conceitos são esquecidos.
Princípios Básicos do Resgate Vertical
1: SEGURANÇA (princípio soberano): Mais importante, segurança deve sempre ser
tomada na ordem: 1º RESGATISTA – 2º EQUIPE – 3º VÍTIMA. Não se aceita realizar o
resgate de uma vítima sem antes verificar se o local é seguro e se toda a equipe está
assegurada.
2: REVISÃO: Revisão de todo o sistema antes do início da operação é obrigatório. “quatro
olhos”. Duas pessoas fazem a verificação.
3: AGILIDADE: Quanto mais cedo o acesso e a retirada da vítima da situação de risco,
mais cedo será iniciado o tratamento. Treinamento constante é garantia de um trabalho
seguro e ágil.
4: ESTAR PREPARADO PARA O AUTO-RESGATE: De nada adianta o Resgatista ter
todo o conhecimento para realizar o resgate de uma vítima, se ele próprio não
souber sair de uma situação de risco.
5: TRABALHO EM EQUIPE: Não há lugar para super-heróis no resgate. Só o
trabalho coordenado de todos os integrantes leva a um salvamento bem
sucedido. Cada integrante é um elo e, se um desses elos falha, todo o restante
da equipe falha.
6: MISS: Mantenha Isto Simples e Seguro
CONDUTAS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
CONDUTAS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA
 O plano de ação de Deverá ser de Conhecimento de todos os Envolvidos.
 Todo acidente deve ser imediatamente comunicado ao SESMT. (CAT)
 O atendimento ao acidentado será realizado no local, por pessoal treinado.
 Quando o Trabalhador cair em função da perda da consciência, e ficar
dependurado, estando ele equipado com um sistema de segurança, ficará
Suspenso pelo Cinturão de Segurança até o momento do Socorro.
TREINAMENTO EM CAMPO
TREINAMENTO EM CAMPO
TECNICAS DE RESGATE
TECNICAS DE RESGATE
Trabalho em altura
Trabalho em altura
Decida de maca na vertical e Decida na Tirolesa
Tirolesa
171
EMERGÊNCIAS
EMERGENCY ROUTE
EXTINGUISHERS EXISITING
DON’T USE ELEVATORS
IN CASE OF FIRE
EMERGENCY LEADER
TELEFONES EMERGÊNCIA
RAMAL – 911
RADIO – FAIXA 1
CELULAR 99613 8743
ASSEMBLY POINT

NR-35 ALTURA SEGURANÇA EM TRABALHOS EM ALTURA

  • 1.
    INSTRUTOR: TST. JOVANNY OKLAHOMA SUPERVISORDE ENTRADA EM ESPAÇO CONFINADO Tec. Salvamento e Resgate em Altura Alpinista Industrial-N1 Bombeiro Civil
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    . . Portaria SIT nº313/12 “Todo Trabalhoem Altura Começa no Solo”
  • 5.
    MTE/Portaria n°. 313de 23 de março de 2012 NORMA REGULAMENTADORA - NR 35 TRABALHO EM ALTURA
  • 6.
    “ QUANDO EDIFICARES UMACASA NOVA FARÁS UM PARAPEITO ( Guarda-Corpo), NO EIRADO (cobertura), PARA QUE NÃO PONHAS CULPA DE SANGUE NA TUA CASA, SE ALGUÉM DE ALGUM MODO CAIR DELA” DEUTERONÔMIO capt. 22, versc.8
  • 7.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA NR35.1. Objetivo e Campo de Aplicação NR35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos Mínimos e as Medidas de Proteção para o Trabalho em Altura, envolvendo o Planejamento, a Organização e a Execução, de forma a garantir a Segurança e a Saúde dos Trabalhadores envolvidos Direta ou indiretamente com esta atividade.
  • 8.
    NR35.1.2 Considera-se Trabalhoem Altura toda Atividade Executada acima de 2,00 metros do nível inferior, onde haja Risco de Queda. É Toda Atividade Executada acima de Dois metros do piso de Referência. . O que é Trabalho em Altura? O que é Trabalho em Altura? Portaria n. 313 de 23 de março de 2012 MTE EUA = 1,80m CSP = 1,80m ALE = 1,00m
  • 9.
    NR35.3.2 Considera-se TrabalhadorCapacitado para Trabalho em Altura aquele que foi Submetido e Aprovado em Treinamentos, Teórico e Prático, com carga horária mínima de Oito 8hs, cujo Conteúdo Programático deve, no mínimo, incluir: Introdução a Segurança e a Saúde do Trabalhador, Normas e Regulamentos aplicáveis ao Trabalho em Altura, Acidentes típicos em Trabalho em Altura, Condições Impeditivas ao Trabalho em Altura, Análise de Risco e Permissão de Trabalho – PT, Riscos Potencias inerentes ao Trabalho em Altura, Medidas de Prevenção e Proteção contra Quedas de Altura, EPIs para proteção contra quedas com diferença de nível, (seleção, inspeção, conservação e limitação de uso) Condutas em Situações de Emergência e RESGATE, (Noções Básicas de Resgate e de Primeiros Socorros). Treinamento Prático (Avaliar, Equipar, Conectar e Deslocar) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO NR 35 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO NR 35
  • 10.
    NR35.1.3 Esta normase complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos Competentes e, na ausência ou omissão dessas, com as normas Internacionais (OIT) aplicáveis. Algumas NRs que tratam de trabalhos realizados em alturas e Alguns setores que temos trabalhos realizados em alturas? CONSTRUÇÃO CIVIL NR18 ENERGIA ELÉTRICA, TELEFONIA FIXA e TV A CABO NR10 REPARO E CONSTRUÇÃO NAVAL NR 34 MINERAÇÃO NR22 PORTUÁRIO NR29
  • 16.
  • 18.
    CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 19.
    - indústria petroquímica caminhões/ vagões horizontal + vertical Principais áreas com grande risco de queda
  • 20.
    NR-35TRABALHOS EM ALTURA CURSODE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA Cadeira Manual Cadeira Motorizada Trava-queda para cabo de aço ou corda Trava-queda para trilho inox Trava-queda retrátil para áreas de carga, telhados e andaimes Escadas para telhados Equipamentos manuais para áreas confinadas Equipamentos motorizados para áreas confinadas Sistemas de Segurança para movimentação horizontal Cinturões de segurança e acessórios para ancoragem
  • 21.
    Acidentes Fatais porQueda de Altura ocorrem principalmente em: • Obras da Construção Civil; • Serviços de Manutenção e Limpeza em Fachadas; • Serviços de Manutenção em Telhados; • Limpeza Caixas d´agua; • Montagem de Estruturas Diversas; • Serviços em Ônibus e Caminhões; • Depósitos de Materiais e Supermercados • Serviços em Linha de Transmissão e Postes Elétricos; • indústria da construção Naval • Trabalhos de Manutenção em Torres Eólicas; Uma das principais causas de Mortes de Trabalhadores se deve a Acidentes envolvendo Queda de Pessoas e Materiais. 30% dos Acidentes Laborais ocorridos ao ano são decorrentes de Quedas. (fonte: MTE). Os Riscos de Quedas existem em vários Ramos de Atividades, devemos intervir nestas situações de Riscos regularizando o processo e tornando os Trabalhos mais Seguros.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    ACIDENTES TÍPICOS ACIDENTES TÍPICOS AtoInseguro ou FPS + Condição Insegura PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES
  • 39.
    Ato Inseguro ouFator Pessoal de segurança São Atitudes, Atos, Ações ou Comportamentos do Trabalhador Contrários às Normas de Segurança. "Segundo as Estatísticas, cerca de 70% do total dos acidentes são oriundos do próprio Trabalhador, portanto os Atos inseguros ou FPS no trabalho provocam a grande maioria dos acidentes, podendo também ser classificado como as Falhas Humanas, atribuídas aos Trabalhadores" Exemplos:  Descumprir as Regras e Procedimentos de segurança,  Não usar o EPI tendo sido Fornecido,  Não Ancorar o Cinto de segurança, Trava quedas e Talabartes  Trabalhar sob efeito de Álcool e/ou Drogas (REMEDIOS)  Operar Máquinas e Equipamentos sem Habilitação ou Anuencia,  Distrair-se ou realizar Brincadeiras durante o trabalho,  Utilizar Ferramentas inadequadas,  Expor-se a Riscos Desnecessários,
  • 46.
    ACIDENTES TÍPICOS ACIDENTES TÍPICOS CondiçãoInsegura São Deficiências, Defeitos, Ausências ou irregularidades técnicas nas instalações físicas, Máquinas e Equipamentos que presentes no Ambiente Laboral geram riscos de acidentes. Exemplos: JOGO DOS SETE ERROS  Falta de Treinamento e Capacitação,  Falta de Pontos de Ancoragem,  Falta de Andaimes e Escadas.  Falta de Guarda-Corpo, vídeo  Falta de Sinalização,  Falta de Ferramentas.  Falta de EPI Adequado, VÍDEO
  • 50.
  • 51.
  • 52.
    NR-35 NR35.2 RESPONSABILIDADES NR35.2.1 Cabeao Empregador: a) Garantir a implementação das Medidas de Proteção estabelecidas nesta Norma; b) Assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT; c) Desenvolver procedimento operacional para as atividades Rotineiras de trabalho em altura; d) Assegurar a realização de Avaliação Prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis; e) Adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas; ( TST, SUPERVISÃO e ENCARREGADOS)
  • 53.
    NR-35 f) Garantir aosTrabalhadores informações Atualizadas sobre os Riscos e as Medidas de Controle; g) Garantir que qualquer Trabalho em Altura SÓ SE INICIE DEPOIS de adotadas as medidas de Proteção definidas nesta Norma; h) Assegurar a SUSPENSÃO dos trabalhos em altura quando verificar situação ou Condição de Risco não prevista, cuja Eliminação ou Neutralização imediata não seja possível; i) Estabelecer uma Sistemática de Autorização dos trabalhadores para Trabalho em Altura; ( PT, PLACAS e ADESIVOS ) j) Assegurar que todo trabalho em Altura seja realizado sob SUPERVISÃO, cuja forma será definida pela Análise de Riscos de acordo com as peculiaridades da atividade; k) Assegurar a Organização e o Arquivamento da Documentação prevista nesta Norma.
  • 54.
    CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA NR35.2.2 Cabe aos Trabalhadores: a) Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre Trabalho em Altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo Empregador; b) Colaborar com o Empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma; c) Interromper Suas Atividades Exercendo o Direito de Recusa, sempre que constatarem Evidências de Riscos Graves e iminentes para Sua Segurança e Saúde ou a de outras Pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu Superior Hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis; d) Zelar pela Sua Segurança e Saúde e a de outras Pessoas e EPIs que possam ser Afetadas por suas Ações ou Omissões no trabalho.
  • 55.
    NR-35 NR35.3.3 O Empregadordeve realizar treinamento periódico Bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações: a) Mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho; b) Evento que indique a necessidade de novo treinamento; c) Retorno de Afastamento ao trabalho por período superior a noventa 90 dias; d) Mudança de Empresa. NR35.3. Capacitação e Treinamento NR35.3.1 O Empregador deve promover programa para capacitação dos Trabalhadores à realização de Trabalho em Altura.
  • 57.
    35.4 TRABALHADOR AUTORIZADO 35.4.1Todo Trabalho em Altura deve ser Planejado, Organizado e Executado por Trabalhador Capacitado e Autorizado. 35.4.1.1 Considera-se Trabalhador Autorizado para Trabalho em Altura aquele capacitado, cujo estado de Saúde foi avaliado, tendo sido considerado Apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa. 35.4.1.2 Cabe ao Empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura, garantindo que: a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados; b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação; c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura, considerando também os fatores psicossociais.
  • 58.
    35.4.1.2.1 a Aptidãopara Trabalho em Altura deve ser Consignada no Atestado de Saúde Ocupacional – ASO do Trabalhador. 35.4.1.3 A empresa deve manter Cadastro Atualizado que permita conhecer a abrangência da Autorização de cada Trabalhador para Trabalho em Altura. .
  • 59.
    • a) Medidaspara Evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução; • b) Medidas que Eliminem o Risco de queda dos trabalhadores, na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma; • c) Medidas que Minimizem as Consequências da queda, quando o risco de queda não puder ser eliminado 35.4.2 No Planejamento do trabalho devem ser adotadas, de acordo com a seguinte Hierarquia:
  • 60.
    MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRAQUEDAS DE ALTURA R e a l i z a r o t r a b a l h o a o n í v e l d o s o l o R e s t r i n g i r o a c e s s o . F a z e r u s o d o E P C . Reduzir os danos da queda. Utilizar os Epi´s.
  • 61.
    Trabalho em altura FALTADE PLANEJAMENTO
  • 62.
    vídeos 35.4.3 Todo Trabalhoem Altura deve ser realizado sob Supervisão, cuja forma será definida pela análise de risco de acordo com as peculiaridades da atividade. 35.4.4 A execução do serviço deve considerar as influências Externas que possam alterar as condições do local de trabalho já previstas na Análise de Risco. 35.4.5 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco. Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os riscos podem ser eliminados ou controlado.
  • 63.
    Risco: capacidade deuma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os Riscos podem ser : Eliminados, Atenuados ou Controlado.
  • 64.
    NR-35 35.4.5.1 A Análisede Risco deve, além dos Riscos inerentes ao trabalho em Altura, considerar: a) o Local em que os serviços serão executados e seu Entorno; b) o isolamento e a Sinalização no entorno da área de trabalho; c) o estabelecimento dos sistemas e Pontos de Ancoragem; d) as condições Meteorológicas adversas; e) a seleção, inspeção, forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual, atendendo às normas técnicas vigentes, às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos Fatores de Queda; f) o Risco de Queda de Materiais e Ferramentas; g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos; h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras; i) os Riscos Adicionais; j) as Condições impeditivas; k) as situações de Emergência e o planejamento do Resgate e Primeiros Socorros, de forma a reduzir o tempo da Suspensão inerte do trabalhador; l) a necessidade de Sistema de Comunicação; m) a forma de Supervisão.
  • 65.
    NR35.4.6.1 Os Procedimentos Operacionaispara as Atividades Rotineiras de trabalho em Altura devem conter, no mínimo: a) as Diretrizes e Requisitos da tarefa; b) as Orientações Administrativas; c) o Detalhamento da Tarefa; d) as Medidas de Controle dos riscos características à rotina; e) as Condições Impeditivas; f) os sistemas de Proteção Coletiva e individual necessários; g) as competências e responsabilidades.
  • 66.
    CONDIÇÕES IMPEDITIVAS AO TRABALHOEM ALTURA Situações que impedem a Realização ou Continuidade do serviço que possam colocar em Risco a Saúde ou a integridade Física do Trabalhador. O Trabalho em Altura NÃO deverá ser Realizado nos seguintes casos: • Trabalhador não possuir a devida Anuência para realizar Trabalho em Altura; • Trabalhador sem a devida Qualificação para o Trabalho em Altura (treinado); • Trabalhador sem Condições físicas, Mentais e Psicossociais (ASO); • Ausência de Sistema e Pontos de Ancoragem Adequados; • Ausência da AR – Análise de Risco, Procedimento operacional, e/ou PT – Permissão de Trabalho; • Falta de Inspeção Rotineira nos Sistema de Ancoragem e dos EPIs; • Ausência de Isolamento e Sinalização no entorno da área de trabalho; • Condições Meteorológicas Adversas (ventos fortes – acima de 12m/s ou rajadas de 40km/h, chuva, calor ou frio excessivo); • Não Observância a Riscos Adicionais e/ou às demais normas de segurança; • Ausência de EPI Adequado; • Ausência de Supervisão ( NUNCA SÓ)
  • 67.
    35.4.7 As atividadesde Trabalho em Altura não rotineiras devem ser Previamente Autorizadas mediante Permissão de Trabalho-PT. 35.4.7.1 Para as atividades não rotineiras as Medidas de Controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho-PT. 35.4.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida, aprovada pelo responsável pela Autorização da Permissão, Disponibilizada no Local de execução da atividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma a permitir sua Rastreabilidade.
  • 68.
    APR Análise Preliminar deRisco 68 A APR deve ser elaborada sempre que ocorrer qualquer uma das situações abaixo: - Quando não existir procedimento específico com riscos e medidas de controles identificados; -Quando houver mudança na equipe de execução da tarefa; -Quando por algum motivo os passos de execução da tarefa necessitem ser modificados; -Quando a tarefa a ser executada for diferente da APR laborada inicialmente.
  • 69.
    NR-35 NR35.4.8.1 A Permissãode Trabalho-PTE deve conter: a) os Requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos; b) as Disposições e Medidas estabelecidas na Análise de Risco; c) a Relação de todos os envolvidos e suas Autorizações. NR35.4.8.2 A Permissão de Trabalho deve ter Validade limitada à duração da atividade, restrita ao turno de trabalho, podendo ser Revalidada pelo Responsável pela Aprovação nas situações em que não Ocorram Mudanças nas Condições estabelecidas ou na Equipe de trabalho.
  • 70.
  • 71.
    NR-35 35.5. Equipamentos de ProteçãoIndividual EPI, Acessórios e Sistemas de Ancoragem. 35.5.1 Os Equipamentos de Proteção Individual - EPI, acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando- se a sua eficiência, o Conforto, a Carga aplicada aos mesmos e o respectivo Fator de Segurança, em caso de eventual queda.
  • 72.
  • 74.
    NR6.1 Para osfins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera- se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo Dispositivo ou Produto, de uso individual utilizado POR UM Trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. NR6.2 O Equipamento de Proteção Individual, de fabricação Nacional ou Importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. NR 06 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI
  • 75.
  • 76.
    NR-35 35.5.1.1 Na Seleçãodos EPI devem ser considerados, além dos riscos a que o trabalhador está exposto, os riscos adicionais. 35.5.2 Na Aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI, Acessórios e Sistemas de Ancoragem, destinados à proteção de queda de altura, recusando-se os que apresentem Defeitos ou Deformações. 35.5.2.1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPIs, acessórios e sistemas de ancoragem.
  • 77.
  • 78.
    NR-35 35.5.2.2 Deve serRegistrado o resultado das inspeções: a) na aquisição; b) periódicas e rotineiras quando os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados. 35.5.2.3 Os EPIs, Acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem Defeitos, Degradação, Deformações ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e Descartados, exceto quando sua restauração for prevista em normas técnicas nacionais ou, na sua ausência, normas internacionais.
  • 79.
    NR-35 TRABALHO EMALTURA Portaria n. 313 de 23 de março de 2012
  • 80.
    Alguns tipos decinto Trabalho em altura
  • 81.
    35.5.3 O Cintode Segurança deve ser do tipo Paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem. 35.5.3.1 O sistema de Ancoragem deve ser estabelecido pela Análise de Risco. 35.5.3.2 O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao
  • 82.
    CINTO DE SEGURANÇAtipo PARAQUEDISTA ou CINTURÃO PARAQUEDISTA: Equipamento de Proteção Individual utilizado para Trabalhos em Altura onde haja Risco de Queda, constituído de Fixações e Sustentações (Ancoragens) nas partes Antero Posterior: Costa (Anc. Dorsal), No Tórax/Frontal (Anc. Peitoral), acima dos Ombros ( Anc.Trapézio), na região Ventral (Anc.Umbilical), Lombar (Ancs. Posicionamento) e
  • 83.
    CINTO DE SEGURANÇANÃO AJUSTADO CORRETAMENTE!!!! Trabalho em altura
  • 85.
    COLOCAÇÃO DE CINTODE SEGURANÇA COLOCAÇÃO DE CINTO DE SEGURANÇA TREINAMENTO EM CAMPO TREINAMENTO EM CAMPO
  • 87.
    Capacete •Tipo I (abatotal), •TipoII (aba frontal) •Tipo III (sem aba) •Classe: A e Classe B (risco elétrico) ESTRUTURA: •Suspensão: Carneira e Coroa (absorve impacto). •3 - Jugular com 2 ou 3 pontos;
  • 88.
  • 89.
  • 91.
    NR- CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA 35.5.3.3 O Talabarte e o dispositivo Trava-quedas devem estar fixados Acima do Nível da Cintura do Trabalhador, ajustados de modo a restringir a Altura de queda e assegurar que, em caso de ocorrência, minimize as chances do trabalhador colidir com estrutura inferior.
  • 92.
    NR-35 TALABARTES DESLOCAMENTO TALABARTES DEPOSICIONAMENTO Talabarte Regulável Talabarte de Removível
  • 93.
    NR-35 Absorvedor de Energia:Dispositivo destinado a Reduzir o impacto transmitido ao corpo do trabalhador e sistema de segurança durante a contenção da queda. Talabarte: Dispositivo de Conexão de um sistema de segurança, regulável ou não, para sustentar, posicionar e/ou limitar a movimentação do trabalhador
  • 94.
  • 95.
    NBR 14.629 • Deacordo com a NBR 14.629 no item Absorvedores de energia. • O comprimento do Sistema todo Aberto não pode ser maior do que 2 X o Talabarte (=<2,00m) + Conectores + ABS fechado e + 1,75m do ABS aberto. Essa é a exigência para os fabricantes durante o teste dinâmico para determinar a distância (H) de parada após retenção de queda e abertura do equipamento.
  • 96.
  • 99.
    NR-35 Trava-queda: Dispositivo deSegurança para Proteção do usuário Contra Quedas em operações com movimentação Vertical ou Horizontal, quando Conectado com Cinturão de Segurança e uma Linha de Vida para Proteção Contra Quedas. Usado em Linha de Vida Rígida NBR 14627 ou Flexível NBR 14626 Em cabo de aço de 8mm ou corda sintética de 12mm. Obs.: o Trava Queda deve Desliza Acompanhando o Trabalhador em Ascensões ou Deserções, Travando Automaticamente em caso de Queda devido a Aceleração Brusca do movimento. O aparelho deve contar com 2dois sistemas de fechamento de segurança.
  • 100.
    Trava Quedas TQ cabode aço sem e com extensor TQ corda 12mm TQ retrátil cabo de aço
  • 101.
  • 103.
  • 105.
  • 106.
  • 107.
    NR-35 35.5.4 Quanto aoponto de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências: a) ser selecionado por Profissional Legalmente Habilitado; b) ter Resistência para suportar a carga máxima aplicável; (6KN) c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.
  • 108.
    NR-3 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA Sistemas de ancoragem: Componentes Definitivos ou Temporários, dimensionados para suportar impactos de queda, aos quais o trabalhador possa conectar seu Equipamento de Proteção Individual, diretamente ou através de outro dispositivo, de modo a que permaneça conectado em caso de perda de equilíbrio, desfalecimento ou queda. No Brasil existe a NBR 16325-1 e NBR 16325-2 para fabricação, testes, projeto e instalação de dispositivos de ancoragem, Onde temos tipo A, B, C, D.
  • 109.
    SISTEMAS DE ANCORAGEM Pontode ancoragem: ponto destinado a Suportar Carga de Pessoas para a conexão de dispositivos de Segurança, tais como Cordas, Fitas, Cabos de aço, Trava-queda e Talabartes.
  • 110.
    NR-35 OS Sistemas Equalizadosde ancoragem distribui as cargas entre dois ou mais Pontos de Ancoragem
  • 113.
    NR-35 TRABALHO EMALTURA Portaria n. 313 de 23 de março de 2012 CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA Anel de ancoragem Fita de ancoragem fita de conexão
  • 114.
    FITA PLANA EFITA TUBULAR FITAS de Poliamida e dyneema; Resistência a cima de 18KN A 22KN; Usadas em ancoragens; Tamanhos variados: 60cm, 80cm, 120cm, 150cm e por metro;
  • 115.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA Dispositivo para sistemas de ancoragem
  • 116.
    CORDAS • TIPOS :TRABALHO, ESPORTE E RESGATE. • MATERIAL: poliéster (Dracon ®), poliamida, polipropileno, Aramida (Kevlar ®), Spectra ®, Dyneema, Vectran® • BITOLA ou ESPESSURA: Varia de 7mm a 13mm; • Tipo A: 7mm>ø > 10mm • Tipo B: 9mm < ø < 10mm • CATEGORIAS: Semi-Estáticas, Dinâmicas e Cordeletes (7-9mm) • Semi-estáticas: Alongamento entre 2% e 5% visando assim diminuir o efeito “iô-iô”. NBR 15986 (A ≤ 5%) • Dinâmicas: Alongamento entre 6% a 10% (dissipador de energia) no caso de queda ao escalar.
  • 117.
    MATERIAIS UTILIZADOS TIPOS DECABOS: Fibra Natural Fibra Sintética
  • 118.
    FORMA DOS CABOS CordãoTrançado Cordão Torcido
  • 120.
  • 124.
    NÓIS E AMARRAÇÕES Característicasde um bom nó •Aquele que é feito com Facilidade e Rapidez; •Deve ser Seguro e fácil desatá-lo; •Deve apertar à proporção que o esforço sobre ele aumenta, firme. •Forte, Porem que só retire pouco a resistência da corda.
  • 125.
  • 126.
  • 127.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 129.
    TREINAMENTO EM CAMPO TREINAMENTOEM CAMPO INSPEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS e UTILIZAÇÃO INSPEÇÃO DOS EQUIPAMENTOS e UTILIZAÇÃO
  • 130.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 131.
    CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 132.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
  • 133.
    USAR SEMPRE UMCORDALETE PRESO A UM PONTO FIXO OU AO CINTURÃO DE SEGURANÇA POR MEIO DE UM MOSQUETÃO Trabalho em altura
  • 134.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA Técnicas de Posicionamento Pontos de Atracação: principal Beckup Ponto de Ancoragem: Positivo Negativo crítico Positivo Negativo Critico
  • 135.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO e RESGATE EM ALTURA
  • 136.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
  • 137.
    CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA
  • 138.
    Escada de extensãoou prolongável
  • 141.
  • 142.
    MEDIDAS DE PROTEÇÃO MEDIDASDE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA CONTRA QUEDAS DE ALTURA
  • 145.
    NR-35 TRABALHO EMALTURA Portaria n. 313 de 23 de março de 2012 CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 146.
    CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 147.
    NR-35 mostrar vídeo CURSODE CAPACITAÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM ALTURA
  • 148.
  • 149.
    Fator de Quedas Fatorde Quedas Relação entre a Altura da Queda e o Comprimento do Talabarte ou Trava queda. Quanto mais Alto for a Ancoragem menor será o Fator de queda. FQ = distância da queda / comprimento do talabarte
  • 150.
    O trabalhador devepermanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda. O talabarte e o dispositivo trava quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador, ajustados de modo a restringir a altura de queda.
  • 152.
  • 154.
    NR-35 CURSO DE CAPACITAÇÃOEM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO E RESGATE EM ALTURA NR35.6. Emergência e Salvamento (RESGATE) NR35.6.1 O Empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de Emergências para trabalho em Altura. NR35.6.1.1 A equipe pode ser Própria, Externa ou Composta pelos próprios trabalhadores que executam o Trabalho em Altura, em função das características das atividades. NR35.6.2 O Empregador deve assegurar que a equipe possua os Recursos necessários para as respostas a Emergências. NR35.6.3 As ações de respostas às Emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do Plano de Emergência da empresa. NR35.6.4 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de Salvamento devem estar Capacitadas a executar o Resgate, prestar Primeiros Socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar. BOMBEIRO CIVIL
  • 155.
  • 156.
    RESGATE: Ato ouAção de retirar alguém ou alguma coisa de uma situação de Perigo, é sinônimo de Salvamento. RESGATE VERTICAL ou RESGATE EM ALTURA: Mais correto usar o termo “Vertical” pelo fato da atividade poder ocorrer em depressões, em quanto o termo “ altura” somente se emprega a partir do nível do solo. RESGATE INDUSTRIAL: A rapidez e eficiência são necessárias. Como a chegada de uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar, pode demorar, uma equipe dentro da própria indústria pode ser imprescindível. Atualmente as normas de segurança do trabalho exigem que indústrias de grande porte tenham suas equipes de segurança. Bem como em indústrias menores, porém com um serviço de alta periculosidade. NR 35.6.1 AUTO-RESGATE: capacidade do profissional de acesso por corda, adquirida através do treinamento, para sair de situações de emergência ou adversas por conta própria sem intervenções externas NBR15595/2008
  • 157.
    CONDUTAS EM SITUAÇÕESDE CONDUTAS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA EMERGÊNCIA Resgate Resgate Podemos considerar um bom Sistema de Resgate aquele que necessita de um menor número de equipamentos para sua aplicação, tornando com isso um ato simplificado. É essencial que todos os trabalhadores tenham Curso de Técnicas de Resgate em Estruturas Elevadas(40hs) bem como noções Básicas de Primeiros Socorros. Estudos comprovam que a Suspensão inerte, mesmo em períodos curtos de tempo, podem desencadear Transtornos Fisiológicos Graves como a “intolerância Ortostática” , em função da Compressão dos Vasos Sanguíneos e Problemas de circulação. Estes transtornos podem levar a morte se o Resgate não for realizado Rapidamente e com prudência nos procedimentos. Um Bom RESGATISTA se preocupa primeiro com a sua segurança e depois com a da vítima, parece um sentimento Egoísta, mas não é. Em várias ocasiões de resgate o socorrista se tornou outra vítima ou veio falecer devido a imprudências pelo seu Desespero. Outro fator importante é o exercício periódico do treinamento de Resgate, pois ao longo do tempo vários conceitos são esquecidos.
  • 158.
    Princípios Básicos doResgate Vertical 1: SEGURANÇA (princípio soberano): Mais importante, segurança deve sempre ser tomada na ordem: 1º RESGATISTA – 2º EQUIPE – 3º VÍTIMA. Não se aceita realizar o resgate de uma vítima sem antes verificar se o local é seguro e se toda a equipe está assegurada. 2: REVISÃO: Revisão de todo o sistema antes do início da operação é obrigatório. “quatro olhos”. Duas pessoas fazem a verificação. 3: AGILIDADE: Quanto mais cedo o acesso e a retirada da vítima da situação de risco, mais cedo será iniciado o tratamento. Treinamento constante é garantia de um trabalho seguro e ágil. 4: ESTAR PREPARADO PARA O AUTO-RESGATE: De nada adianta o Resgatista ter todo o conhecimento para realizar o resgate de uma vítima, se ele próprio não souber sair de uma situação de risco. 5: TRABALHO EM EQUIPE: Não há lugar para super-heróis no resgate. Só o trabalho coordenado de todos os integrantes leva a um salvamento bem sucedido. Cada integrante é um elo e, se um desses elos falha, todo o restante da equipe falha. 6: MISS: Mantenha Isto Simples e Seguro
  • 160.
    CONDUTAS EM SITUAÇÕESDE EMERGÊNCIA CONDUTAS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA  O plano de ação de Deverá ser de Conhecimento de todos os Envolvidos.  Todo acidente deve ser imediatamente comunicado ao SESMT. (CAT)  O atendimento ao acidentado será realizado no local, por pessoal treinado.  Quando o Trabalhador cair em função da perda da consciência, e ficar dependurado, estando ele equipado com um sistema de segurança, ficará Suspenso pelo Cinturão de Segurança até o momento do Socorro.
  • 161.
    TREINAMENTO EM CAMPO TREINAMENTOEM CAMPO TECNICAS DE RESGATE TECNICAS DE RESGATE
  • 162.
  • 163.
  • 168.
    Decida de macana vertical e Decida na Tirolesa
  • 170.
  • 171.
    171 EMERGÊNCIAS EMERGENCY ROUTE EXTINGUISHERS EXISITING DON’TUSE ELEVATORS IN CASE OF FIRE EMERGENCY LEADER TELEFONES EMERGÊNCIA RAMAL – 911 RADIO – FAIXA 1 CELULAR 99613 8743 ASSEMBLY POINT

Notas do Editor

  • #1 JOVANNY OKLAHOMA