Mídia deixa tomates machucados de
tanto “palpá-los”
No Brasil há uma diversidade de hortaliças e hortifrútis para flexibilizarem a
crise e ganharem espaço no mercado
Por: JESUS RIOS

---------------------------------Arquivo Artigo 2013

De origem americana, o tomate
foi levado para a Europa no século
xvI pelos espanhóis e logo se tornou
popular em todo o mundo. Atualmente fica para trás apenas da batata, ocupando o segundo lugar nas
mesas das pessoas. Mas, desde o mês
de março deste ano, seu preço está
ardendo nos bolsos dos consumidores, devido ao período de entressafra.
O preço do tomate subiu até três
vezes mais que o valor de mercado.
Em Franca, interior de São Paulo,
chegou a custar R$ 9,21. Este preço
passou a sofrer alterações benéficas
ao bolso do consumidor em meados
de abril.
Os meios de comunicação trataram este assunto como se tivesse
acontecido um atentado a Brasília,
ao Presidente da República, a morte da apresentadora Hebe Camargo,
Michael Jackson, ou a volta de Jesus
a Terra. Foi pauta de diversos jornais
quando estava com preços elevados.
E passou a ser novamente após o seu
declínio.
Casos como o do tomate foi o
do novo Presidente dos Direitos Humanos (...) que, tornou-se enjoativo
até de soletrar seu nome. Mesmo sabendo que a mídia é um produto, e
cabe a ela levar assuntos convenientes à massa, não há necessidade de
alto degredar-se com pautas pobres

e cansativas. Existem assuntos de
outras editorias e de maiores importâncias a serem explorados.
Faltou-se da mídia, dar opções
a diversas hortaliças e hortifrútis.
Divulgar a as diversidades agrícolas brasileiras. Têm-se milhares de
espécies a serem substituídas e se

popularizarem ainda mais, gerando lucros aos pequenos, médios e
grandes agricultores. Cerca de 23%
do PIB brasileiro vem do agronegócio e usar a mídia para ajudar no
crescimento nacional pode ser uma
melhor opção a “deixar os tomates
até machucados de tanto palpa-los”.

Tomates s

  • 1.
    Mídia deixa tomatesmachucados de tanto “palpá-los” No Brasil há uma diversidade de hortaliças e hortifrútis para flexibilizarem a crise e ganharem espaço no mercado Por: JESUS RIOS ---------------------------------Arquivo Artigo 2013 De origem americana, o tomate foi levado para a Europa no século xvI pelos espanhóis e logo se tornou popular em todo o mundo. Atualmente fica para trás apenas da batata, ocupando o segundo lugar nas mesas das pessoas. Mas, desde o mês de março deste ano, seu preço está ardendo nos bolsos dos consumidores, devido ao período de entressafra. O preço do tomate subiu até três vezes mais que o valor de mercado. Em Franca, interior de São Paulo, chegou a custar R$ 9,21. Este preço passou a sofrer alterações benéficas ao bolso do consumidor em meados de abril. Os meios de comunicação trataram este assunto como se tivesse acontecido um atentado a Brasília, ao Presidente da República, a morte da apresentadora Hebe Camargo, Michael Jackson, ou a volta de Jesus a Terra. Foi pauta de diversos jornais quando estava com preços elevados. E passou a ser novamente após o seu declínio. Casos como o do tomate foi o do novo Presidente dos Direitos Humanos (...) que, tornou-se enjoativo até de soletrar seu nome. Mesmo sabendo que a mídia é um produto, e cabe a ela levar assuntos convenientes à massa, não há necessidade de alto degredar-se com pautas pobres e cansativas. Existem assuntos de outras editorias e de maiores importâncias a serem explorados. Faltou-se da mídia, dar opções a diversas hortaliças e hortifrútis. Divulgar a as diversidades agrícolas brasileiras. Têm-se milhares de espécies a serem substituídas e se popularizarem ainda mais, gerando lucros aos pequenos, médios e grandes agricultores. Cerca de 23% do PIB brasileiro vem do agronegócio e usar a mídia para ajudar no crescimento nacional pode ser uma melhor opção a “deixar os tomates até machucados de tanto palpa-los”.