No início do séc. XX, um meteorologista alemão, Alfred Wegener,
propôs a TEORIA DA DERIVA DOS CONTINENTES, segundo a qual os
continentes se moviam.



  Wegener admitiu que, há cerca de 200 M.a., os
  continentes fizeram parte de um único
  supercontinente, PANGEIA, rodeado por um
  único oceano, PANTALASSA.




                                            Há 200 milhões de anos
Mais tarde, a Pangeia ter-se-á fragmentado em dois grandes
continentes, LAURÁSIA (no hemisfério norte) e GONDWANA (no
hemisfério sul). Estes continuaram a fragmentar-se até aos vários
continentes que existem atualmente.




Há 180 milhões      Há 120 milhões       Há 60 milhões         Atualidade
   de anos             de anos              de anos
Teoria da Deriva dos
Alfred Wegener                           Continentes

                                      . Supercontinente - Pangeia


                                      . Oceano único - Pantalassa




                             Pangeia


                 Laurásia            Gondwana
                  Hemisfério norte      Hemisfério sul
ARGUMENTOS DE WEGENER

   Argumentos morfológicos

   • Os contornos da costa oriental da América do Sul e da costa
     ocidental de África encaixavam como peças de um “puzzle”.

   Argumentos litológicos

   • Existência de rochas do mesmo tipo e da mesma idade de um e
     do outro lado do oceano Atlântico.

   Argumentos paleontológicos

   • Existência do mesmo tipo de fósseis em locais que agora se
     encontram muito afastados.

   Argumentos paleoclimáticos

   • Ocorrência de paleoclimas idênticos em vários continentes que,
     atualmente, possuem climas muito diferentes.
ARGUMENTOS MORFOLÓGICOS




                          A costa oriental da
                          América do Sul e a costa
                          ocidental de África
                          encaixam como peças
                          de puzzle.
ARGUMENTOS LITOLÓGICOS




Correspondência entre
as rochas que se
encontram de um e do
outro lado do Oceano
Atlântico.
ARGUMENTOS PALEONTOLÓGICOS




Existência do mesmo tipo de fósseis em locais muito
afastados.
ARGUMENTOS PALEOCLIMÁTICOS




Existência de vestígios de glaciares em regiões com climas onde não é
habitual a sua existência.

Teoria da deriva dos continentes

  • 2.
    No início doséc. XX, um meteorologista alemão, Alfred Wegener, propôs a TEORIA DA DERIVA DOS CONTINENTES, segundo a qual os continentes se moviam. Wegener admitiu que, há cerca de 200 M.a., os continentes fizeram parte de um único supercontinente, PANGEIA, rodeado por um único oceano, PANTALASSA. Há 200 milhões de anos
  • 3.
    Mais tarde, aPangeia ter-se-á fragmentado em dois grandes continentes, LAURÁSIA (no hemisfério norte) e GONDWANA (no hemisfério sul). Estes continuaram a fragmentar-se até aos vários continentes que existem atualmente. Há 180 milhões Há 120 milhões Há 60 milhões Atualidade de anos de anos de anos
  • 4.
    Teoria da Derivados Alfred Wegener Continentes . Supercontinente - Pangeia . Oceano único - Pantalassa Pangeia Laurásia Gondwana Hemisfério norte Hemisfério sul
  • 5.
    ARGUMENTOS DE WEGENER Argumentos morfológicos • Os contornos da costa oriental da América do Sul e da costa ocidental de África encaixavam como peças de um “puzzle”. Argumentos litológicos • Existência de rochas do mesmo tipo e da mesma idade de um e do outro lado do oceano Atlântico. Argumentos paleontológicos • Existência do mesmo tipo de fósseis em locais que agora se encontram muito afastados. Argumentos paleoclimáticos • Ocorrência de paleoclimas idênticos em vários continentes que, atualmente, possuem climas muito diferentes.
  • 6.
    ARGUMENTOS MORFOLÓGICOS A costa oriental da América do Sul e a costa ocidental de África encaixam como peças de puzzle.
  • 7.
    ARGUMENTOS LITOLÓGICOS Correspondência entre asrochas que se encontram de um e do outro lado do Oceano Atlântico.
  • 8.
    ARGUMENTOS PALEONTOLÓGICOS Existência domesmo tipo de fósseis em locais muito afastados.
  • 9.
    ARGUMENTOS PALEOCLIMÁTICOS Existência devestígios de glaciares em regiões com climas onde não é habitual a sua existência.