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Tendências de Mercado para o Setor de
Eletroeletrônica – Manufatura Aditiva

Outubro/2013

Relatório preparado pela Cysneiros Consultores Associados
para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de
Pernambuco.
Pesquisador Responsável
Eletroeletrônica: Eduardo Peixoto
2

Sumário
1

Introdução........................................................................................................................ 4

2

Análise das Tendências de Mercado em Eletroeletrônica ............................................. 5
2.1

Panorama e Tendências do Setor de Eletroeletrônica........................................................ 6

2.2

Panorama do Mercado de Manufatura Aditiva ................................................................. 9

2.3

Análise do Mercado de Manufatura Aditiva..................................................................... 16

2.3.1
2.3.2
2.3.3
2.3.4

A Manufatura Aditiva em Pernambuco .......................................................................................... 16
A Manufatura Aditiva no Brasil ..................................................................................................... 16
A Manufatura Aditiva no Mundo ................................................................................................... 17
Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) do setor pernamambucano. ....... 19

2.4

Macrotendências do setor de Manufatura Aditiva ........................................................... 20

2.5

Recomendações às Empresas de Eletroeletrônica de Pernambuco................................. 22

3

Conclusão....................................................................................................................... 24

4

Referências..................................................................................................................... 25
3

Índice de Figuras
Figura 1. Sea Change Index para despesas totais de p&d ..................................................................................... 7
Figura 2. Principais tendências de eletroeletrônica (CES 2013) ........................................................................... 8
Figura 3. As quatro tendências com potencial para revolucionar a manufatura ................................................. 10
Figura 4. Paralelismo de produção com o BotQueue .......................................................................................... 12
Figura 5. Vendas de impressoras 3D pessoais no EUA ....................................................................................... 14
Figura 6. Setores que já se beneficiam da produção personalizada .................................................................... 15
Figura 7. Mercado de impressoras 3D profissionais ........................................................................................... 15
Figura 8. Crescimento de vendas de equipamentos de fabricação 3D ................................................................. 17
Figura 9. Forças e Fraquezas da indústria de PE ............................................................................................... 19
Figura 10. Oportunidades e ameaças para a indústria de PE ............................................................................. 19
4

1 Introdução

Este relatório foi produzido no âmbito no projeto CICTEC - Centro de Inteligência
Competitiva para Parques Tecnológicos para estruturação de um Centro de Inteligência
Competitiva para os Parques Tecnológicos de Pernambuco (ParqTel e Porto Digital), reune as
análises para o setor de Eletroeletrônica.
O documento apresenta um panorama do setor com informações acerca do seu
tamanho de mercado, ritmo e vetores de crescimento, características competitivas e da
estrutura das respectivas indústrias, perfil dos trabalhadores e características de mercado,
emprego e renda. Os principais segmentos com tendência de crescimento são analisados em
maior detalhe, de modo a produzir indicações de oportunidades competitivas para as
empresas destacando a nova tecnologia de Manufatura Aditiva, sendo apresentado seu
mercado e as oportunidades e ameaças às empresas de Eletroeletrônica instaladas no ParqTel
em função dessas mudanças no mercado.
5

2

Análise das Tendências de Mercado em Eletroeletrônica

A indústria de eletroeletrônicos surgiu no século XX e tornou-se uma indústria global
de bilhões de dólares. A sociedade contemporânea usa todos os tipos e em diferentes formas
dispositivos eletrônicos, construídos em fábricas automatizadas ou semiautomatizadas e
operadas pela indústria também cada vez mais dependente da automação.
Com o advento da energia elétrica no século XIX deu-se a sequencia de inúmeros
inventos. Ao gramofone, seguiram-se os radiotransmissores, receptores e televisores, com
desenvolvimentos e aumento de capacidade que dobram a cada 18 meses1. Mais pra perto dos
tempos atuais, os computadores pessoais começaram a se tornar popular na década de 90 do
século XX, atingindo em na primeira década do século XXI volumes de venda que beiraram
1M de milhões de unidades dia em 2010 (Intel), de forma que uma grande parte da indústria
de eletroeletrônica hoje esta envolvida, de uma forma ou de outra, com tecnologia digital.

1

Cf. Lei de Moore, http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Moore
6

2.1 Panorama e Tendências do Setor de Eletroeletrônica

A indústria emprega hoje um grande número de engenheiros e técnicos no desenho,
desenvolvimento, teste e manufatura, instalação e manutenção de equipamentos elétricos e
eletrônicos, tais como equipamentos médicos, dispositivos de comunicação, dispositivos de
navegação, equipamentos de geração e transmissão de energia, entre outros.
No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Eletroeletrônica (Abinee), o setor de
eletroeletrônica, de forma geral, é composto por empresas que fabricam de pen-drive,
geladeiras a torres e pórticos. A lista completa de produtos do setor, e seus respectivos
códigos Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), podem ser encontrados no site da
Abinee (Abinee, 2013).
Em virtude da grande diversidade de linhas de produtos, a Abinee distribui as
indústrias em dez áreas diferentes: Automação Industrial; Componentes Elétricos e
Eletrônicos; Equipamentos Industriais; Geração, Transmissão e Distribuição de Energia
Elétrica; Informática; Material Elétrico de Instalação; Serviço de Manufatura em Eletrônica;
Sistemas Eletroeletrônicos Prediais; Telecomunicações; Utilidades Domésticas.
A indústria, de uma forma geral, é fortemente dependente de pesquisa e
desenvolvimento (p&d). A dinâmica de mudanças, em alguns setores, é tão veloz e brusca
que empresas com mais de 50 anos de história e bem estabelecidas à 5 anos, como a
Motorola, hoje praticamente não existem mais. O Industrial Research Institute (IRI)
(Industrial Research Institute, 2012), o seu panorama de previsão de tendências, na análise
para investimentos em p&d 2013, sugere que os líderes de P&D tem uma expectativa de
crescimento fraco, porém estável, dos investimentos no setor 2013.
7

Figura 1. Sea Change Index para despesas totais de p&d2

No Brasil, a indústria de eletroeletrônica se caracteriza mais pela fabricação,
dependendo da propriedade intelectual e desenvolvimentos externos. Embora os laboratórios
estejam em sua grande maioria no exterior, a indústria, mesmo na fabricação, tem pouca
competitividade e encontra-se fortemente pressionada pelos importados. O resultado da
balança comercial do setor amargou um déficit de US$ 32 bilhões em 2012, praticamente o
mesmo resultado de 2011. É da China que importamos a grande maioria dos itens, cerca de
37,3%. E é para Argentina, que mais exportamos, cerca de 24,3% (Abinee - Decon, 2013).
O momento porém nos reserva uma oportunidade (que foge ao controle e competição
pelo custo) a se explorar. Chris Anderson em seu livro, Makers: The New Industrial
Revolution, argumenta que a Terceira Revolução Industrial será vista da combinação da
manufatura digital com a manufatura pessoal, ou seja, da personalização da manufatura, a era
da impressão 3D (Anderson, 2012). A talvez ainda periférica mudança que esta sendo

2

Adaptado de (Industrial Research Institute, 2012)
8

introduzida pelas impressoras 3D já começa ser sentida. Na Consumer Electronic Show3
(CES), analistas do GigaOM perguntaram a seus leitores como acreditam que a indústria irá
se modificar nos próximos anos, baseado no que viram na feira. O gráfico abaixo representa a
resposta a esta enquete. Impressão 3D aparece em 3º lugar, acima de mobilidade e tecnologia
de TV (GIGA OM Pro, 2013).

Figura 2. Principais tendências de eletroeletrônica (CES 2013)4

Neste relatório, iremos abordar esta tendência (manufatura aditiva), com foco em
mercado, por acreditarmos ser um elemento de transformação relevante para o contexto da
indústria de eletroeletrônica de Pernambuco e no Brasil.

3

A CES atrai mais de 150 mil visitantes anualmente para Las Vegas e é considerada um termômetro
para a indústria de eletroeletrônica.
4
Adaptado de (GIGA OM Pro, 2012)
9

2.2 Panorama do Mercado de Manufatura Aditiva

Os rápidos avanços em tecnologia de manufatura apontam para uma cultura de
fabricação mais descentralizada e centrada no consumidor (personalizada). A manufatura
aditiva, impulsionada pela impressão 3D, é reconhecidamente o carro-chefe desta mudança,
cuja difusão, espera-se, irá modificar de forma radical a o futuro da produção e
desenvolvimento de novos produtos. O potencial de mudança, entretanto, está associado a
quão sofisticada se torna em termos do que pode produzir e materiais que pode utilizar. O
sucesso da impressão 3D irá modificar a forma como a indústria é construída e a produção é
executada.
São quatro as tendências, aparentemente não relacionadas, que tem o potencial para
revolucionar o futuro da manufatura. Estas quatro tendências sugerem que o arranjo das redes
de produção baseadas em baixo custo e economia de escala deixará de dominar no futuro. Ao
invés, design e produção guiados por tecnologia de informação (TI) irá favorecer a
manufatura local e o empreendedorismo – ambientes de manufatura virtual irão substituir as
cadeias tradicionais de fornecimento para manufatura personalizada e localizada.
Equipamentos feitos sob medida, ou modificados para produção em massa, podem
estar com seus dias contados. Manufaturas equipadas com impressoras 3D poderão no futuro
serem montadas, a um custo muito menor, e ter a produção rapidamente redirecionada, na
medida e no momento requisitado pelo mercado. Além de permitirem uma confecção de
formas impossíveis de se conseguir com tecnologia (tradicional) subtrativa, a construção,
camadas, após camadas, reduz as sobras da produção. Segundo a The Economist, cenários
como este já ocorrem em Haidian, um distrito de Beijing, na China (The Economist, 2013).
10

Figura 3. As quatro tendências com potencial para revolucionar a manufatura5

O novo cenário da manufatura irá permitir:
Produção em baixo volume e baixo custo – democratização da manufatura
Maximização de flexibilidade e complexidade no design de produtos
Aumento da funcionalidade de partes
Redução do impacto ambiental (menores perdas)
Novo modelo de negócio e realinhamento da cadeia de produção
Muito embora a tecnologia não esteja pronta para o uso da produção em massa
(subtração é mais rápida que adoção), a impressão 3D já causa impactos em atividades que
demandam mais flexibilidade, como a construção de protótipos em laboratórios de p&d, ou
pequenos lotes de produção – na impressão basta a alteração do software para se produzir
novas formas.
Enquanto a tecnologia se difunde e presidentes como Barack Obama diz que a tecnologia
poderá reviver a indústria America, algumas questões sobre os impactos que a tecnologia
poderá trazer para o mercado continuam em aberto:
5

Adaptado de (Petrick, 2013)
11

Até que ponto a tecnologia 3D poderá causar um impacto e deslocamento da
produção da Ásia para outros países do ocidente?
Pequenas empresas serão capazes de competir com grandes companhias, uma vez que
os custos de p&d irão cair?
Como mudança para impressão 3D irá provocar uma recombinação da produção?
Iremos encontrar fábricas genéricas de produção 3D que recebem pedidos com os
desenhos (codificados) do que será produzido?

Para que a impressão 3D se torne uma tecnologia principal na produção, avanços
ainda serão necessários na complexidade de produtos acabados, no tipo de material possível
de ser utilizado, e no software que controla as impressoras 3D nas técnicas avançadas de
produção.
A empresa citada que opera em Beijing chama-se Automate Fabrication Systems
(AFS). Por enquanto, ela encontra-se no negócio de prototipação. Seus principais clientes são
empresa do setor aeroespacial e fabricantes de veículos, que precisam experimentar formas
antes de produzi-las em metal. Mas algumas máquinas já podem trabalhar direto com metal.
De fato, uma das máquinas do National Laboratory for Aeronautics at Beihang University
está sendo empregada para fazer partes complexas do programa chinês de aeronaves
comerciais que fará frente as Boeing e Airbus.
A flexibilidade introduzida na produção com a impressão 3D causará impactos em
vários setores e na própria indústria de fabricação. Mas, de forma geral, já é possível
considerar seriamente a tecnologia para a fabricação de brinquedos, acessórios para o
mercado de dispositivos móveis e partes de carros. Um exemplo recentemente foi dado pela
NOKIA, que em movimento inesperado pela indústria, liberou a especificação para
impressoras 3D da caixa do LUMIA 820 (Forbes, 2013). Os resultados deste movimento
ainda estão para ser observados, mas certamente proporcionarão uma maior personalização
de produtos, e/ou de mudanças na cadeia de produção, e/ou da criação de ecossistemas de
fabricação de hardware.
Alguns acontecimentos que estão possibilitando a aceleração de uso e aumento de
escala da impressão 3D na indústria e no mercado de consumo são:
12

1. Software:
BotQueue, um programa de código aberto que coordena múltiplas impressoras 3D,
possibilitando o paralelismo (e aceleração da produção) na confecção de peças
complexas.
Figura 4. Paralelismo de produção com o BotQueue6

Websites

como

Thingiverse

(http://www.shapeways.com/),

(http://www.thingiverse.com/)
em

combinação

com

e

Shapeways

a

MakerBot

(http://www.makerbot.com/), fabricante de impressoras 3D de baixo custo, invertem a
lógica de Mercado existente ao vender não mais produtos, porém o design de
produtos, para serem (modificados e) reproduzidos. Fazendo um paralelo com a
música, é a mudança da venda de CDs, com as músicas impressas para serem
reproduzidas de forma definitiva em algum dispositivo, para a venda das cifras, que
podem ser alteradas e terão resultado (sonoridade) diferente em função de quem
produz.

2. Materiais
Avanços em técnicas de impressão 3D estão possibilitando o uso de metal, plástico e
gel na construção de produtos altamente resistentes, como o emprego do titânio em
partes de equipamentos na indústria aeronáutica.

6

Adapatado de (BotQueue, 2013)
13

Novos componentes químicos foram produzidos a partir de containers feitos com
tecnologia de impressão 3D.

3. Complexidade
A Stryer (http://www.stryker.com/en-us/index.htm) introduziu a tecnologia de
impressão 3D na fabricação de próteses para substituição de joelho e quadril
personalizada para o receptor. A prótese feita sob medida é complexa. Ela fabrica
juntas articuladas, cavidades para incentivar a formação de conexões com músculos e
sulcos para direcionar o crescimento de nervos e veias.
Em termos de mercado, as impressoras 3D podem ser classificadas em duas classes:
1. Pessoal.
Estas são as impressoras voltadas para os usuários não profissionais. Os alvos
neste mercado são os proprietários de casas, os DIY, pensadores, artistas, artesões e
jovens empreendedores.
Impressoras nesta classe estão na faixa de US$ 500 a US$ 4000. São fornecidas
como kits (montagem necessária), pacotes (alguma montagem necessária), e
equipamentos pré-montados. Pensadas para o uso casual, para produzirem algumas
poucas peças por mês, estas impressoras não estão preparadas para o trabalho contínuo,
para alta produtividade ou longos ciclos em operação.
A maioria dos projetos tem como base o projeto de código aberto RepRap7,
iniciado na Bath University, Londres, conhecido como fabricação de filamento fundido,
que tem origem em patentes da Stratasys de modelagem por deposição e fusão.
De acordo com o Wohlers Report 2013 (Wohlers Associates, 2013) as vendas de
2007 a 2011 no EUA deste tipo de impressora tiveram crescimento exponencial nos
últimos anos, como mostra a figura abaixo.

7

http://reprap.org/wiki/RepRap
14

Figura 5. Vendas de impressoras 3D pessoais no EUA8

Mantida as taxas de crescimento, estima-se que este é um mercado hoje que
representa cerca de 1 milhão de unidades ano, com o potencial de atingir tamanhos e
taxas de crescimento similares a indústria de PCs.

2. Profissionais.
São ferramentas para uso comercial em ambientes profissional. Em alguns setores,
como na aeronáutica e no automotivo, estas impressoras podem ser usadas para modelar e
experimentar protótipos. Na área de saúde, elas já vem sendo usadas para construir
próteses mais personalizadas e de melhor integração ao corpo humano.
Nesta classe, as impressoras 3D vão de US$ 7.000,00 a US$ 1.000.000,00 (alguns
modelos são únicos, não comercializados, podendo atingir custos maiores de fabricação).
A figura abaixo aponta vários setores que já se beneficiam da impressão 3D.

8

Adaptado de (Wohlers Associates, 2013)
15

Figura 6. Setores que já se beneficiam da produção personalizada9

No Cylon Investment Event, de janeiro de 2012, a Within em sua apresentação
intitulada “The next industrial revolution” apresentou estimativas para o mercado de
equipamentos de impressão 3D (aditiva) de acordo com a figura abaixo.
Figura 7. Mercado de impressoras 3D profissionais10

De acordo com o estudo apresentado, as receitas já excedem US$ 1.4 bilhões, com
mais de 3000 máquinas instaladas globalmente.

9

Adaptado de (EPSRC, 2013)
Adaptado de (Within, 2012)

10
16

2.3 Análise do Mercado de Manufatura Aditiva

2.3.1 A Manufatura Aditiva em Pernambuco

A tecnologia de impressão 3D ainda esta chegando ao estado. A empresa FabK 11, do
ParqTel, é até então a primeira a fazer parte de uma cadeia de produção flexível. Estabelecida
há 20 anos em desenvolvimento de projetos e produtos, a FabK oferece para os segmentos de
desenho industrial, área médica e construção civil serviços de prototipagem rápida utilizando
equipamentos de última geração.
Na Universidade Federal de Pernambuco, no departamento de Design, existe um
grupo de pesquisa e laboratório voltado as tecnologias de impressão 3D: LaCA2I, Laboratório
de Concepção e Análise de Artefatos Inteligentes. Fundado em 2009 e coordenado pelos
Professores Walter Correia e Fabio Campos, o LaCA2I tem entre suas linhas de atuação a
modelagem e prototipagem 3D. Nesta linha de pesquisa, o laboratório “visa estudar os vários
tipos de técnicas de modelagem e prototipagem rápida em 3D, por meio de pesquisas e testes
práticos, com o objetivo de fazer-se avaliação em artefatos novos ou pré-existentes”. O
laboratório conta com uma impressora 3D U-Print (Dimension) e Scanner 3D LPX 600, entre
outros equipamentos.

2.3.2 A Manufatura Aditiva no Brasil

Uma busca na web mostra que o advento da impressão 3D já começou
(discretamente) a reorganização do setor produtivo no Brasil. A Stratasys12, uma das
principais fornecedoras de impressoras e serviços 3D, já se encontra no país, ofertando
11

HTTP://www.fabk.com.br
http://web.stratasys.com/LATAMSearchLab_PPC_2013_PTB_3Dprinters_LP.html?cid=7013000000
1t5UX&utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=SL__BR_|_GGL_|_Brand_Stratasys&utm_ad=Stratasys%3E%3EExact_J186&gclid=CPqCx_-e7YCFQsy4AodBEcAYQ
12
17

equipamentos das series ideia, design e produção (mercados pessoais, semiprofissionais e
profissionais).
Encontramos também empresas como a Fábrica de Imagens13

e a Imprima3D14

ofertando serviços de impressão 3D.

2.3.3 A Manufatura Aditiva no Mundo

Em 2010, as principais empresas do setor, 3D Systems e a Stratasys relataram no site
de informação MakePartsFast.com, que mais de 40 dos seus clientes já usam fabricação
digital para produzir não apenas protótipos, mas partes e produtos finais.

Figura 8. Crescimento de vendas de equipamentos de fabricação 3D15

No mercado de consumo, já são mais que hobistas e Do It Yourselfers (DIY) com
impressoras com capacidade de produção aditiva que estão envolvidos nesta transformação.
A Shapeways (www.shapeways.com), por exemplo, está transformando o jogo entre e
13

http://www.fabricaimagens.com.br/index.html
http://www.imprima3d.com/
15
Adaptado de (ARC Advisory Group, 2012)
14
18

significado entre produtor e consumidor. Através de uma plataforma na web, o consumidor
carrega as especificações de um produto ou peça e a Shapeways com a impressão 3D produz
o que foi solicitado pelo consumidor, e envia o resultado pelo correio. Em 2011, a Shapeways
relatou o envio de 750.000 partes. O material a ser utilizado ainda pode ser selecionado pelo
consumidor, variando de plástico a aço, prata e cerâmica. A ZoomRP16 e a Sculpteo17
também oferecem serviços similares. Já as startups MboT18, MakerGear19 e MakerBot20 estão
no negócio de fabricação de impressoras 3D pessoais.

16

http://www.zoomrp.com/
http://www.sculpteo.com/en/
18
http://www.mbot3d.com/
19
http://www.makergear.com/
20
http://www.makerbot.com/
17
19

2.3.4 Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) do setor
pernamambucano.
Figura 9. Forças e Fraquezas da indústria de PE

Figura 10. Oportunidades e ameaças para a indústria de PE
20

2.4 Macrotendências do setor de Manufatura Aditiva

A indústria de uma forma geral é protegida ou tem sua localização direcionada através
de barreiras e/ou benefícios fiscais. O foco de disputa atual entre os estados da federação é o
ICMS. O sudeste, notadamente São Paulo conseguiu anular, em parte, a vantagem do norte e
nordeste com outro beneficio estadual, que caiu recentemente (dez/12) por liminar impetrada
pelo estado do Amazonas e concedida pelo STF (IDG Now, 2012).
A questão vista de forma isolada trata da disputa com relação a acabar ou não com os
incentivos (pagos pelos outros estados, principalmente São Paulo, que tem o maior mercado
consumidor) ao desenvolvimento da industrialização em Manaus (e em menores proporções
do Polo de Ilhéus).
É certo que sem o arranjo atual do ICMS não existiriam indústrias para produção de
TICs em Manaus e Ilhéus. Outros setores da indústria de eletroeletrônico também sentiriam
reverse e a produção de qualquer coisa se concentraria mais e mais no sudeste: maior
mercado consumidor, menor custo de logística.
Vista de forma mais ampla, a diferença de tratativa não afeta apenas o setor produtivo,
mas também o ecossistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação no país, que depende
hoje fortemente da lei de informática, dado que esta legislação também determina destino
específico para os recursos oriundos da fabricação no norte do país.
Em função disso, a Abinee está apoiando a emenda da Senadora Ana Amélia (RS), ao
Projeto de Resolução do Senado (PRS nº01/2013), que prevê que os bens de informática
oriundos da região Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incluindo a Zona Franca de Manaus
(ZFM), produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos (PPBs), terão
alíquota de ICMS reduzida de forma escalonada (11%, em 2014, caindo 1 ponto percentual
ao ano, até atingir o patamar de 7%, em 2018).
Para o estado de Pernambuco, pouco industrializado, ou com produção mais voltada
ao mercado local/regional, a princípio a discussão pouco faz diferença. No entanto,
prevalecendo a vontade de São Paulo, no longo prazo, ocorrerá o adensamento do setor
21

produtivo naquele estado, inviabilizando o surgimento, na eletroeletrônica, um polo de
produção de equipamentos de consumo de massa na região.
Neste cenário, torna-se ainda mais importante a flexibilização da produção.
Preservado os gostos e a cultura da região, fabricantes locais, com suporte de um ecossistema
de manufatura flexível e personalizada, poderão atender a custo competitivo a produção
realizada externamente ao estado.
O mesmo desafio, quando observado sob a ótica comportamental é ainda maior.
Segundo o relatório da TrendWatching (Trendwatching, 2013), que deu a esta tendência o
nome de Tribe-Factoring, com tantos diferentes nichos de consumidores, sobreviverão as
marcas que souberem endereçar produções que atendam as necessidades estéticas, estilo de
vida e outras de um número cada vez maior, de cada vez menores, grupos de consumidores.
Alguns exemplos vão de computadores projetados para idosos, como o KIWI PC, tablets para
crianças, a câmeras fotográficas com cores e superfícies de textura diferenciadas, como as
LUMIX da Panasonic.
22

2.5 Recomendações às Empresas de Eletroeletrônica de Pernambuco

As empresas do ParqTel atuam de forma diferente (modelos de negócios) e em elos
diferentes na cadeia de produção de eletroeletrônicos. Mas cada uma delas tem um pouco ou
muito a se beneficiar de uma produção flexível e personalizada, frente às tendências e
ameaças do setor.
A TRON, por exemplo, pode se beneficiar enormemente ao fabricar suas mesas
educacionais com maior qualidade e maior personalização. Os baixos volumes da mesa,
associados à especificidade do treinamento desejado, poderiam ser amplamente beneficiados
por uma produção customizada, feita quase que “artesanalmente”, mas ao mesmo tempo com
acabamento industrial, para cada encomenda a ser produzida. A impressão 3D ainda poderia
beneficiar esta linha de produto ao permitir:
1. Testar e ajustar modelos antes de uma fabricação final;
2. Reduzir desperdício de materiais e;
3. Permitir coautoria, como forma de inovar nos produtos.
Já a Elcoma pode personalizar seus equipamentos e escapar da forte concorrência,
permitindo que seus consumidores desenhem e produzam seus próprios gabinetes (ou
mouses). Os nascidos na era digital não mais aceitam produtos massificados. Em muitos
casos, exigem participar do projeto, desenho, os produtos que irão consumir. Um forte
exemplo nesta linha é Camiseteria21 e a própria ação da NOKIA (Forbes, 2013) ao publicar o
modelo 3D de um dos seus telefones.
A Serttel pode acelerar a prototipação e experimentação dos equipamentos que utiliza
para prestar os diversos serviços inovadores que trás para seus clientes. A impressão 3D
aceleraria os processos de teste, antes da fabricação final, dos seus modelos.
A FabK, junto com o LACA2I, podem funcionar dentro deste ecossistema como a
unidade de produção e laboratório de estudo respectivamente do ecossistema, elaborando e
produzindo os modelos que as demais empresas do ParqTel necessitam nos seus negócios.

21

www.camiseteria.com.br
23

De uma forma geral, quem adotar a fabricação flexível, baseada em impressão 3D por
adição, deverá:


Desenvolver capacidades de modelagem 3D para desenhar partes ou produtos
digitalmente;



Fazer uso das capacidades instaladas ao seu redor: FabK e LaCA2I!



Estabelecer uma linha de produção mista (interna ou em parceria com empresas do
ecossistema), com partes ou produtos sendo produzidos em larga escala e parte ou
todos personalizados;



Fazer uso de inovação aberta com co-criação. Deixar que seus usuários participem do
desenho de partes seus produtos;



Estar alerta para o mau uso da nova tecnologia.
24

3

Conclusão
A indústria de semicondutores – base dos setores eletroeletrônico e de TICs –

nascido há pouco mais de 50 anos, época em que só havia grandes computadores
(mainframes) para grandes empresas, hoje vive profundas transformações, dentre as quais o
massivo empoderamento computacional dos seus usuários finais que estão contribuindo para
a produção e disseminação de um dilúvio de dados e informações sem precedentes na história
da humanidade. Tais artefatos estão revolucionando a forma como vivemos e trabalhamos.
Os rápidos avanços em tecnologia de manufatura apontam para uma cultura de
fabricação mais descentralizada e centrada no consumidor (personalizada). A manufatura
aditiva, impulsionada pela impressão 3D, é reconhecidamente o carro-chefe desta mudança,
cuja difusão, espera-se, irá modificar de forma radical a o futuro da produção e
desenvolvimento de novos produtos. O potencial de mudança, entretanto, está associado a
quão sofisticada se torna em termos do que pode produzir e materiais que pode utilizar. O
sucesso da impressão 3D irá modificar a forma como a indústria é construída e a produção é
executada.
Em pernambuco a tecnologia de impressão 3D ainda esta chegando. Vimos que a
empresa FabK22, do ParqTel, é até então a primeira a fazer parte de uma cadeia de produção
flexível para impressora 3D e que

que na Universidade Federal de Pernambuco, no

departamento de Design, existe um grupo de pesquisa e laboratório voltado as tecnologias de
impressão 3D: LaCA2I, Laboratório de Concepção e Análise de Artefatos Inteligentes, que irá
estudar os vários tipos de técnicas de modelagem e prototipagem rápida em 3D, por meio de
pesquisas, com o objetivo de fazer-se avaliação em artefatos novos ou pré-existentes.

22

HTTP://www.fabk.com.br
25

4

Referências

Abinee - Decon. (Março de 2013). Desempenho Setorial. Acesso em 04 de Abril de
2013, disponível em Abinee - Decon: http://www.abinee.org.br/abinee/decon/decon15.htm
Abinee. (15 de Janeiro de 2013). Lista de Produtos do Setor Eletroeletronico. Acesso
em

28

de

Abril

de

2013,

disponível

em

Abinee:

www.abinee.org.br/informac/arquivos/lprod.pdf
Anderson, C. (2012). Makers. Nova Iorque: Crown Business.
ARC Advisory Group. (2012). Additive Manufacturing Systems Global Market.
DEDHAM: arcweb.com.
BotQueue. (2013). BotQueue has arrived! Acesso em 30 de Maio de 2013, disponível
em BotQueue.com: https://www.botqueue.com/
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The University of Nottingham.
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Tendências de mercado para o setor de eletroeletrônica – manufatura aditiva

  • 1. Tendências de Mercado para o Setor de Eletroeletrônica – Manufatura Aditiva Outubro/2013 Relatório preparado pela Cysneiros Consultores Associados para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco. Pesquisador Responsável Eletroeletrônica: Eduardo Peixoto
  • 2. 2 Sumário 1 Introdução........................................................................................................................ 4 2 Análise das Tendências de Mercado em Eletroeletrônica ............................................. 5 2.1 Panorama e Tendências do Setor de Eletroeletrônica........................................................ 6 2.2 Panorama do Mercado de Manufatura Aditiva ................................................................. 9 2.3 Análise do Mercado de Manufatura Aditiva..................................................................... 16 2.3.1 2.3.2 2.3.3 2.3.4 A Manufatura Aditiva em Pernambuco .......................................................................................... 16 A Manufatura Aditiva no Brasil ..................................................................................................... 16 A Manufatura Aditiva no Mundo ................................................................................................... 17 Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) do setor pernamambucano. ....... 19 2.4 Macrotendências do setor de Manufatura Aditiva ........................................................... 20 2.5 Recomendações às Empresas de Eletroeletrônica de Pernambuco................................. 22 3 Conclusão....................................................................................................................... 24 4 Referências..................................................................................................................... 25
  • 3. 3 Índice de Figuras Figura 1. Sea Change Index para despesas totais de p&d ..................................................................................... 7 Figura 2. Principais tendências de eletroeletrônica (CES 2013) ........................................................................... 8 Figura 3. As quatro tendências com potencial para revolucionar a manufatura ................................................. 10 Figura 4. Paralelismo de produção com o BotQueue .......................................................................................... 12 Figura 5. Vendas de impressoras 3D pessoais no EUA ....................................................................................... 14 Figura 6. Setores que já se beneficiam da produção personalizada .................................................................... 15 Figura 7. Mercado de impressoras 3D profissionais ........................................................................................... 15 Figura 8. Crescimento de vendas de equipamentos de fabricação 3D ................................................................. 17 Figura 9. Forças e Fraquezas da indústria de PE ............................................................................................... 19 Figura 10. Oportunidades e ameaças para a indústria de PE ............................................................................. 19
  • 4. 4 1 Introdução Este relatório foi produzido no âmbito no projeto CICTEC - Centro de Inteligência Competitiva para Parques Tecnológicos para estruturação de um Centro de Inteligência Competitiva para os Parques Tecnológicos de Pernambuco (ParqTel e Porto Digital), reune as análises para o setor de Eletroeletrônica. O documento apresenta um panorama do setor com informações acerca do seu tamanho de mercado, ritmo e vetores de crescimento, características competitivas e da estrutura das respectivas indústrias, perfil dos trabalhadores e características de mercado, emprego e renda. Os principais segmentos com tendência de crescimento são analisados em maior detalhe, de modo a produzir indicações de oportunidades competitivas para as empresas destacando a nova tecnologia de Manufatura Aditiva, sendo apresentado seu mercado e as oportunidades e ameaças às empresas de Eletroeletrônica instaladas no ParqTel em função dessas mudanças no mercado.
  • 5. 5 2 Análise das Tendências de Mercado em Eletroeletrônica A indústria de eletroeletrônicos surgiu no século XX e tornou-se uma indústria global de bilhões de dólares. A sociedade contemporânea usa todos os tipos e em diferentes formas dispositivos eletrônicos, construídos em fábricas automatizadas ou semiautomatizadas e operadas pela indústria também cada vez mais dependente da automação. Com o advento da energia elétrica no século XIX deu-se a sequencia de inúmeros inventos. Ao gramofone, seguiram-se os radiotransmissores, receptores e televisores, com desenvolvimentos e aumento de capacidade que dobram a cada 18 meses1. Mais pra perto dos tempos atuais, os computadores pessoais começaram a se tornar popular na década de 90 do século XX, atingindo em na primeira década do século XXI volumes de venda que beiraram 1M de milhões de unidades dia em 2010 (Intel), de forma que uma grande parte da indústria de eletroeletrônica hoje esta envolvida, de uma forma ou de outra, com tecnologia digital. 1 Cf. Lei de Moore, http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Moore
  • 6. 6 2.1 Panorama e Tendências do Setor de Eletroeletrônica A indústria emprega hoje um grande número de engenheiros e técnicos no desenho, desenvolvimento, teste e manufatura, instalação e manutenção de equipamentos elétricos e eletrônicos, tais como equipamentos médicos, dispositivos de comunicação, dispositivos de navegação, equipamentos de geração e transmissão de energia, entre outros. No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Eletroeletrônica (Abinee), o setor de eletroeletrônica, de forma geral, é composto por empresas que fabricam de pen-drive, geladeiras a torres e pórticos. A lista completa de produtos do setor, e seus respectivos códigos Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), podem ser encontrados no site da Abinee (Abinee, 2013). Em virtude da grande diversidade de linhas de produtos, a Abinee distribui as indústrias em dez áreas diferentes: Automação Industrial; Componentes Elétricos e Eletrônicos; Equipamentos Industriais; Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica; Informática; Material Elétrico de Instalação; Serviço de Manufatura em Eletrônica; Sistemas Eletroeletrônicos Prediais; Telecomunicações; Utilidades Domésticas. A indústria, de uma forma geral, é fortemente dependente de pesquisa e desenvolvimento (p&d). A dinâmica de mudanças, em alguns setores, é tão veloz e brusca que empresas com mais de 50 anos de história e bem estabelecidas à 5 anos, como a Motorola, hoje praticamente não existem mais. O Industrial Research Institute (IRI) (Industrial Research Institute, 2012), o seu panorama de previsão de tendências, na análise para investimentos em p&d 2013, sugere que os líderes de P&D tem uma expectativa de crescimento fraco, porém estável, dos investimentos no setor 2013.
  • 7. 7 Figura 1. Sea Change Index para despesas totais de p&d2 No Brasil, a indústria de eletroeletrônica se caracteriza mais pela fabricação, dependendo da propriedade intelectual e desenvolvimentos externos. Embora os laboratórios estejam em sua grande maioria no exterior, a indústria, mesmo na fabricação, tem pouca competitividade e encontra-se fortemente pressionada pelos importados. O resultado da balança comercial do setor amargou um déficit de US$ 32 bilhões em 2012, praticamente o mesmo resultado de 2011. É da China que importamos a grande maioria dos itens, cerca de 37,3%. E é para Argentina, que mais exportamos, cerca de 24,3% (Abinee - Decon, 2013). O momento porém nos reserva uma oportunidade (que foge ao controle e competição pelo custo) a se explorar. Chris Anderson em seu livro, Makers: The New Industrial Revolution, argumenta que a Terceira Revolução Industrial será vista da combinação da manufatura digital com a manufatura pessoal, ou seja, da personalização da manufatura, a era da impressão 3D (Anderson, 2012). A talvez ainda periférica mudança que esta sendo 2 Adaptado de (Industrial Research Institute, 2012)
  • 8. 8 introduzida pelas impressoras 3D já começa ser sentida. Na Consumer Electronic Show3 (CES), analistas do GigaOM perguntaram a seus leitores como acreditam que a indústria irá se modificar nos próximos anos, baseado no que viram na feira. O gráfico abaixo representa a resposta a esta enquete. Impressão 3D aparece em 3º lugar, acima de mobilidade e tecnologia de TV (GIGA OM Pro, 2013). Figura 2. Principais tendências de eletroeletrônica (CES 2013)4 Neste relatório, iremos abordar esta tendência (manufatura aditiva), com foco em mercado, por acreditarmos ser um elemento de transformação relevante para o contexto da indústria de eletroeletrônica de Pernambuco e no Brasil. 3 A CES atrai mais de 150 mil visitantes anualmente para Las Vegas e é considerada um termômetro para a indústria de eletroeletrônica. 4 Adaptado de (GIGA OM Pro, 2012)
  • 9. 9 2.2 Panorama do Mercado de Manufatura Aditiva Os rápidos avanços em tecnologia de manufatura apontam para uma cultura de fabricação mais descentralizada e centrada no consumidor (personalizada). A manufatura aditiva, impulsionada pela impressão 3D, é reconhecidamente o carro-chefe desta mudança, cuja difusão, espera-se, irá modificar de forma radical a o futuro da produção e desenvolvimento de novos produtos. O potencial de mudança, entretanto, está associado a quão sofisticada se torna em termos do que pode produzir e materiais que pode utilizar. O sucesso da impressão 3D irá modificar a forma como a indústria é construída e a produção é executada. São quatro as tendências, aparentemente não relacionadas, que tem o potencial para revolucionar o futuro da manufatura. Estas quatro tendências sugerem que o arranjo das redes de produção baseadas em baixo custo e economia de escala deixará de dominar no futuro. Ao invés, design e produção guiados por tecnologia de informação (TI) irá favorecer a manufatura local e o empreendedorismo – ambientes de manufatura virtual irão substituir as cadeias tradicionais de fornecimento para manufatura personalizada e localizada. Equipamentos feitos sob medida, ou modificados para produção em massa, podem estar com seus dias contados. Manufaturas equipadas com impressoras 3D poderão no futuro serem montadas, a um custo muito menor, e ter a produção rapidamente redirecionada, na medida e no momento requisitado pelo mercado. Além de permitirem uma confecção de formas impossíveis de se conseguir com tecnologia (tradicional) subtrativa, a construção, camadas, após camadas, reduz as sobras da produção. Segundo a The Economist, cenários como este já ocorrem em Haidian, um distrito de Beijing, na China (The Economist, 2013).
  • 10. 10 Figura 3. As quatro tendências com potencial para revolucionar a manufatura5 O novo cenário da manufatura irá permitir: Produção em baixo volume e baixo custo – democratização da manufatura Maximização de flexibilidade e complexidade no design de produtos Aumento da funcionalidade de partes Redução do impacto ambiental (menores perdas) Novo modelo de negócio e realinhamento da cadeia de produção Muito embora a tecnologia não esteja pronta para o uso da produção em massa (subtração é mais rápida que adoção), a impressão 3D já causa impactos em atividades que demandam mais flexibilidade, como a construção de protótipos em laboratórios de p&d, ou pequenos lotes de produção – na impressão basta a alteração do software para se produzir novas formas. Enquanto a tecnologia se difunde e presidentes como Barack Obama diz que a tecnologia poderá reviver a indústria America, algumas questões sobre os impactos que a tecnologia poderá trazer para o mercado continuam em aberto: 5 Adaptado de (Petrick, 2013)
  • 11. 11 Até que ponto a tecnologia 3D poderá causar um impacto e deslocamento da produção da Ásia para outros países do ocidente? Pequenas empresas serão capazes de competir com grandes companhias, uma vez que os custos de p&d irão cair? Como mudança para impressão 3D irá provocar uma recombinação da produção? Iremos encontrar fábricas genéricas de produção 3D que recebem pedidos com os desenhos (codificados) do que será produzido? Para que a impressão 3D se torne uma tecnologia principal na produção, avanços ainda serão necessários na complexidade de produtos acabados, no tipo de material possível de ser utilizado, e no software que controla as impressoras 3D nas técnicas avançadas de produção. A empresa citada que opera em Beijing chama-se Automate Fabrication Systems (AFS). Por enquanto, ela encontra-se no negócio de prototipação. Seus principais clientes são empresa do setor aeroespacial e fabricantes de veículos, que precisam experimentar formas antes de produzi-las em metal. Mas algumas máquinas já podem trabalhar direto com metal. De fato, uma das máquinas do National Laboratory for Aeronautics at Beihang University está sendo empregada para fazer partes complexas do programa chinês de aeronaves comerciais que fará frente as Boeing e Airbus. A flexibilidade introduzida na produção com a impressão 3D causará impactos em vários setores e na própria indústria de fabricação. Mas, de forma geral, já é possível considerar seriamente a tecnologia para a fabricação de brinquedos, acessórios para o mercado de dispositivos móveis e partes de carros. Um exemplo recentemente foi dado pela NOKIA, que em movimento inesperado pela indústria, liberou a especificação para impressoras 3D da caixa do LUMIA 820 (Forbes, 2013). Os resultados deste movimento ainda estão para ser observados, mas certamente proporcionarão uma maior personalização de produtos, e/ou de mudanças na cadeia de produção, e/ou da criação de ecossistemas de fabricação de hardware. Alguns acontecimentos que estão possibilitando a aceleração de uso e aumento de escala da impressão 3D na indústria e no mercado de consumo são:
  • 12. 12 1. Software: BotQueue, um programa de código aberto que coordena múltiplas impressoras 3D, possibilitando o paralelismo (e aceleração da produção) na confecção de peças complexas. Figura 4. Paralelismo de produção com o BotQueue6 Websites como Thingiverse (http://www.shapeways.com/), (http://www.thingiverse.com/) em combinação com e Shapeways a MakerBot (http://www.makerbot.com/), fabricante de impressoras 3D de baixo custo, invertem a lógica de Mercado existente ao vender não mais produtos, porém o design de produtos, para serem (modificados e) reproduzidos. Fazendo um paralelo com a música, é a mudança da venda de CDs, com as músicas impressas para serem reproduzidas de forma definitiva em algum dispositivo, para a venda das cifras, que podem ser alteradas e terão resultado (sonoridade) diferente em função de quem produz. 2. Materiais Avanços em técnicas de impressão 3D estão possibilitando o uso de metal, plástico e gel na construção de produtos altamente resistentes, como o emprego do titânio em partes de equipamentos na indústria aeronáutica. 6 Adapatado de (BotQueue, 2013)
  • 13. 13 Novos componentes químicos foram produzidos a partir de containers feitos com tecnologia de impressão 3D. 3. Complexidade A Stryer (http://www.stryker.com/en-us/index.htm) introduziu a tecnologia de impressão 3D na fabricação de próteses para substituição de joelho e quadril personalizada para o receptor. A prótese feita sob medida é complexa. Ela fabrica juntas articuladas, cavidades para incentivar a formação de conexões com músculos e sulcos para direcionar o crescimento de nervos e veias. Em termos de mercado, as impressoras 3D podem ser classificadas em duas classes: 1. Pessoal. Estas são as impressoras voltadas para os usuários não profissionais. Os alvos neste mercado são os proprietários de casas, os DIY, pensadores, artistas, artesões e jovens empreendedores. Impressoras nesta classe estão na faixa de US$ 500 a US$ 4000. São fornecidas como kits (montagem necessária), pacotes (alguma montagem necessária), e equipamentos pré-montados. Pensadas para o uso casual, para produzirem algumas poucas peças por mês, estas impressoras não estão preparadas para o trabalho contínuo, para alta produtividade ou longos ciclos em operação. A maioria dos projetos tem como base o projeto de código aberto RepRap7, iniciado na Bath University, Londres, conhecido como fabricação de filamento fundido, que tem origem em patentes da Stratasys de modelagem por deposição e fusão. De acordo com o Wohlers Report 2013 (Wohlers Associates, 2013) as vendas de 2007 a 2011 no EUA deste tipo de impressora tiveram crescimento exponencial nos últimos anos, como mostra a figura abaixo. 7 http://reprap.org/wiki/RepRap
  • 14. 14 Figura 5. Vendas de impressoras 3D pessoais no EUA8 Mantida as taxas de crescimento, estima-se que este é um mercado hoje que representa cerca de 1 milhão de unidades ano, com o potencial de atingir tamanhos e taxas de crescimento similares a indústria de PCs. 2. Profissionais. São ferramentas para uso comercial em ambientes profissional. Em alguns setores, como na aeronáutica e no automotivo, estas impressoras podem ser usadas para modelar e experimentar protótipos. Na área de saúde, elas já vem sendo usadas para construir próteses mais personalizadas e de melhor integração ao corpo humano. Nesta classe, as impressoras 3D vão de US$ 7.000,00 a US$ 1.000.000,00 (alguns modelos são únicos, não comercializados, podendo atingir custos maiores de fabricação). A figura abaixo aponta vários setores que já se beneficiam da impressão 3D. 8 Adaptado de (Wohlers Associates, 2013)
  • 15. 15 Figura 6. Setores que já se beneficiam da produção personalizada9 No Cylon Investment Event, de janeiro de 2012, a Within em sua apresentação intitulada “The next industrial revolution” apresentou estimativas para o mercado de equipamentos de impressão 3D (aditiva) de acordo com a figura abaixo. Figura 7. Mercado de impressoras 3D profissionais10 De acordo com o estudo apresentado, as receitas já excedem US$ 1.4 bilhões, com mais de 3000 máquinas instaladas globalmente. 9 Adaptado de (EPSRC, 2013) Adaptado de (Within, 2012) 10
  • 16. 16 2.3 Análise do Mercado de Manufatura Aditiva 2.3.1 A Manufatura Aditiva em Pernambuco A tecnologia de impressão 3D ainda esta chegando ao estado. A empresa FabK 11, do ParqTel, é até então a primeira a fazer parte de uma cadeia de produção flexível. Estabelecida há 20 anos em desenvolvimento de projetos e produtos, a FabK oferece para os segmentos de desenho industrial, área médica e construção civil serviços de prototipagem rápida utilizando equipamentos de última geração. Na Universidade Federal de Pernambuco, no departamento de Design, existe um grupo de pesquisa e laboratório voltado as tecnologias de impressão 3D: LaCA2I, Laboratório de Concepção e Análise de Artefatos Inteligentes. Fundado em 2009 e coordenado pelos Professores Walter Correia e Fabio Campos, o LaCA2I tem entre suas linhas de atuação a modelagem e prototipagem 3D. Nesta linha de pesquisa, o laboratório “visa estudar os vários tipos de técnicas de modelagem e prototipagem rápida em 3D, por meio de pesquisas e testes práticos, com o objetivo de fazer-se avaliação em artefatos novos ou pré-existentes”. O laboratório conta com uma impressora 3D U-Print (Dimension) e Scanner 3D LPX 600, entre outros equipamentos. 2.3.2 A Manufatura Aditiva no Brasil Uma busca na web mostra que o advento da impressão 3D já começou (discretamente) a reorganização do setor produtivo no Brasil. A Stratasys12, uma das principais fornecedoras de impressoras e serviços 3D, já se encontra no país, ofertando 11 HTTP://www.fabk.com.br http://web.stratasys.com/LATAMSearchLab_PPC_2013_PTB_3Dprinters_LP.html?cid=7013000000 1t5UX&utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=SL__BR_|_GGL_|_Brand_Stratasys&utm_ad=Stratasys%3E%3EExact_J186&gclid=CPqCx_-e7YCFQsy4AodBEcAYQ 12
  • 17. 17 equipamentos das series ideia, design e produção (mercados pessoais, semiprofissionais e profissionais). Encontramos também empresas como a Fábrica de Imagens13 e a Imprima3D14 ofertando serviços de impressão 3D. 2.3.3 A Manufatura Aditiva no Mundo Em 2010, as principais empresas do setor, 3D Systems e a Stratasys relataram no site de informação MakePartsFast.com, que mais de 40 dos seus clientes já usam fabricação digital para produzir não apenas protótipos, mas partes e produtos finais. Figura 8. Crescimento de vendas de equipamentos de fabricação 3D15 No mercado de consumo, já são mais que hobistas e Do It Yourselfers (DIY) com impressoras com capacidade de produção aditiva que estão envolvidos nesta transformação. A Shapeways (www.shapeways.com), por exemplo, está transformando o jogo entre e 13 http://www.fabricaimagens.com.br/index.html http://www.imprima3d.com/ 15 Adaptado de (ARC Advisory Group, 2012) 14
  • 18. 18 significado entre produtor e consumidor. Através de uma plataforma na web, o consumidor carrega as especificações de um produto ou peça e a Shapeways com a impressão 3D produz o que foi solicitado pelo consumidor, e envia o resultado pelo correio. Em 2011, a Shapeways relatou o envio de 750.000 partes. O material a ser utilizado ainda pode ser selecionado pelo consumidor, variando de plástico a aço, prata e cerâmica. A ZoomRP16 e a Sculpteo17 também oferecem serviços similares. Já as startups MboT18, MakerGear19 e MakerBot20 estão no negócio de fabricação de impressoras 3D pessoais. 16 http://www.zoomrp.com/ http://www.sculpteo.com/en/ 18 http://www.mbot3d.com/ 19 http://www.makergear.com/ 20 http://www.makerbot.com/ 17
  • 19. 19 2.3.4 Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) do setor pernamambucano. Figura 9. Forças e Fraquezas da indústria de PE Figura 10. Oportunidades e ameaças para a indústria de PE
  • 20. 20 2.4 Macrotendências do setor de Manufatura Aditiva A indústria de uma forma geral é protegida ou tem sua localização direcionada através de barreiras e/ou benefícios fiscais. O foco de disputa atual entre os estados da federação é o ICMS. O sudeste, notadamente São Paulo conseguiu anular, em parte, a vantagem do norte e nordeste com outro beneficio estadual, que caiu recentemente (dez/12) por liminar impetrada pelo estado do Amazonas e concedida pelo STF (IDG Now, 2012). A questão vista de forma isolada trata da disputa com relação a acabar ou não com os incentivos (pagos pelos outros estados, principalmente São Paulo, que tem o maior mercado consumidor) ao desenvolvimento da industrialização em Manaus (e em menores proporções do Polo de Ilhéus). É certo que sem o arranjo atual do ICMS não existiriam indústrias para produção de TICs em Manaus e Ilhéus. Outros setores da indústria de eletroeletrônico também sentiriam reverse e a produção de qualquer coisa se concentraria mais e mais no sudeste: maior mercado consumidor, menor custo de logística. Vista de forma mais ampla, a diferença de tratativa não afeta apenas o setor produtivo, mas também o ecossistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação no país, que depende hoje fortemente da lei de informática, dado que esta legislação também determina destino específico para os recursos oriundos da fabricação no norte do país. Em função disso, a Abinee está apoiando a emenda da Senadora Ana Amélia (RS), ao Projeto de Resolução do Senado (PRS nº01/2013), que prevê que os bens de informática oriundos da região Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incluindo a Zona Franca de Manaus (ZFM), produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos (PPBs), terão alíquota de ICMS reduzida de forma escalonada (11%, em 2014, caindo 1 ponto percentual ao ano, até atingir o patamar de 7%, em 2018). Para o estado de Pernambuco, pouco industrializado, ou com produção mais voltada ao mercado local/regional, a princípio a discussão pouco faz diferença. No entanto, prevalecendo a vontade de São Paulo, no longo prazo, ocorrerá o adensamento do setor
  • 21. 21 produtivo naquele estado, inviabilizando o surgimento, na eletroeletrônica, um polo de produção de equipamentos de consumo de massa na região. Neste cenário, torna-se ainda mais importante a flexibilização da produção. Preservado os gostos e a cultura da região, fabricantes locais, com suporte de um ecossistema de manufatura flexível e personalizada, poderão atender a custo competitivo a produção realizada externamente ao estado. O mesmo desafio, quando observado sob a ótica comportamental é ainda maior. Segundo o relatório da TrendWatching (Trendwatching, 2013), que deu a esta tendência o nome de Tribe-Factoring, com tantos diferentes nichos de consumidores, sobreviverão as marcas que souberem endereçar produções que atendam as necessidades estéticas, estilo de vida e outras de um número cada vez maior, de cada vez menores, grupos de consumidores. Alguns exemplos vão de computadores projetados para idosos, como o KIWI PC, tablets para crianças, a câmeras fotográficas com cores e superfícies de textura diferenciadas, como as LUMIX da Panasonic.
  • 22. 22 2.5 Recomendações às Empresas de Eletroeletrônica de Pernambuco As empresas do ParqTel atuam de forma diferente (modelos de negócios) e em elos diferentes na cadeia de produção de eletroeletrônicos. Mas cada uma delas tem um pouco ou muito a se beneficiar de uma produção flexível e personalizada, frente às tendências e ameaças do setor. A TRON, por exemplo, pode se beneficiar enormemente ao fabricar suas mesas educacionais com maior qualidade e maior personalização. Os baixos volumes da mesa, associados à especificidade do treinamento desejado, poderiam ser amplamente beneficiados por uma produção customizada, feita quase que “artesanalmente”, mas ao mesmo tempo com acabamento industrial, para cada encomenda a ser produzida. A impressão 3D ainda poderia beneficiar esta linha de produto ao permitir: 1. Testar e ajustar modelos antes de uma fabricação final; 2. Reduzir desperdício de materiais e; 3. Permitir coautoria, como forma de inovar nos produtos. Já a Elcoma pode personalizar seus equipamentos e escapar da forte concorrência, permitindo que seus consumidores desenhem e produzam seus próprios gabinetes (ou mouses). Os nascidos na era digital não mais aceitam produtos massificados. Em muitos casos, exigem participar do projeto, desenho, os produtos que irão consumir. Um forte exemplo nesta linha é Camiseteria21 e a própria ação da NOKIA (Forbes, 2013) ao publicar o modelo 3D de um dos seus telefones. A Serttel pode acelerar a prototipação e experimentação dos equipamentos que utiliza para prestar os diversos serviços inovadores que trás para seus clientes. A impressão 3D aceleraria os processos de teste, antes da fabricação final, dos seus modelos. A FabK, junto com o LACA2I, podem funcionar dentro deste ecossistema como a unidade de produção e laboratório de estudo respectivamente do ecossistema, elaborando e produzindo os modelos que as demais empresas do ParqTel necessitam nos seus negócios. 21 www.camiseteria.com.br
  • 23. 23 De uma forma geral, quem adotar a fabricação flexível, baseada em impressão 3D por adição, deverá:  Desenvolver capacidades de modelagem 3D para desenhar partes ou produtos digitalmente;  Fazer uso das capacidades instaladas ao seu redor: FabK e LaCA2I!  Estabelecer uma linha de produção mista (interna ou em parceria com empresas do ecossistema), com partes ou produtos sendo produzidos em larga escala e parte ou todos personalizados;  Fazer uso de inovação aberta com co-criação. Deixar que seus usuários participem do desenho de partes seus produtos;  Estar alerta para o mau uso da nova tecnologia.
  • 24. 24 3 Conclusão A indústria de semicondutores – base dos setores eletroeletrônico e de TICs – nascido há pouco mais de 50 anos, época em que só havia grandes computadores (mainframes) para grandes empresas, hoje vive profundas transformações, dentre as quais o massivo empoderamento computacional dos seus usuários finais que estão contribuindo para a produção e disseminação de um dilúvio de dados e informações sem precedentes na história da humanidade. Tais artefatos estão revolucionando a forma como vivemos e trabalhamos. Os rápidos avanços em tecnologia de manufatura apontam para uma cultura de fabricação mais descentralizada e centrada no consumidor (personalizada). A manufatura aditiva, impulsionada pela impressão 3D, é reconhecidamente o carro-chefe desta mudança, cuja difusão, espera-se, irá modificar de forma radical a o futuro da produção e desenvolvimento de novos produtos. O potencial de mudança, entretanto, está associado a quão sofisticada se torna em termos do que pode produzir e materiais que pode utilizar. O sucesso da impressão 3D irá modificar a forma como a indústria é construída e a produção é executada. Em pernambuco a tecnologia de impressão 3D ainda esta chegando. Vimos que a empresa FabK22, do ParqTel, é até então a primeira a fazer parte de uma cadeia de produção flexível para impressora 3D e que que na Universidade Federal de Pernambuco, no departamento de Design, existe um grupo de pesquisa e laboratório voltado as tecnologias de impressão 3D: LaCA2I, Laboratório de Concepção e Análise de Artefatos Inteligentes, que irá estudar os vários tipos de técnicas de modelagem e prototipagem rápida em 3D, por meio de pesquisas, com o objetivo de fazer-se avaliação em artefatos novos ou pré-existentes. 22 HTTP://www.fabk.com.br
  • 25. 25 4 Referências Abinee - Decon. (Março de 2013). Desempenho Setorial. Acesso em 04 de Abril de 2013, disponível em Abinee - Decon: http://www.abinee.org.br/abinee/decon/decon15.htm Abinee. (15 de Janeiro de 2013). Lista de Produtos do Setor Eletroeletronico. Acesso em 28 de Abril de 2013, disponível em Abinee: www.abinee.org.br/informac/arquivos/lprod.pdf Anderson, C. (2012). Makers. Nova Iorque: Crown Business. ARC Advisory Group. (2012). Additive Manufacturing Systems Global Market. DEDHAM: arcweb.com. BotQueue. (2013). BotQueue has arrived! Acesso em 30 de Maio de 2013, disponível em BotQueue.com: https://www.botqueue.com/ EPSRC. (2013). The rise of 3D Printing as a Digital Fabrication approach. Centi: The University of Nottingham. Forbes. (19 de Janeiro de 2013). Nokia 3D Printing Innovation, Make Your Own Phone Some Time Soon? Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em Forbes: http://www.forbes.com/sites/haydnshaughnessy/2013/01/19/nokia-in-3d-printing-innovationmake-your-own-phone-some-time-soon/ Forbes. (05 de Fevereiro de 2013). Woman Has Jaw Replaced With A 3-D Printed Jaw. Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em Forbes: http://www.forbes.com/sites/alexknapp/2012/02/05/woman-has-jaw-replaced-with-3-dprinted-model/ GIGA OM Pro. (31 de Maio de 2012). A field guide to 3D printing. Acesso em 04 de Maio de 2013, disponível em GIGA OM Pro: http://pro.gigaom.com/blog/a-field-guide-to3d-printing/ GIGA OM Pro. (22 de Janeiro de 2013). CES 2013 flash analysis: disruptions and disappointments from consumer tech’s biggest show. Acesso em 05 de Maio de 2013,
  • 26. 26 disponível em GIGA OM Pro: http://pro.gigaom.com/2013/01/ces-2013-flash-analysisdisruptions-and-disappointments-from-consumer-techs-biggest-show/ IDG Now. (31 de Outubro de 2012). STF suspende isenção de ICMS para fabricação de tablets em São Paulo. Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em IDG Now: http://idgnow.uol.com.br/ti-corporativa/2012/10/31/stf-suspende-isencao-de-icms-parafabricacao-de-tablets-em-sao-paulo/ Industrial Research Institute. (Setembro de 2012). Weak Signal Report IRI2038. Acesso em 01 de Maio de 2013, disponível em Industrial Research Institute: http://www.iriweb.org/Public_Site/Navigation/Library/Public_Documents/Member_Summit_ 2012/Weak_Signals_Report_IRI2038.aspx Petrick, I. J. (Fevereiro de 2013). The Future of Manufacturing. Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em Innovation Roadmapping: http://strategic-technologyroadmapping.com/wp-content/uploads/2013/03/The-Future-of-Manufacturing-WorkingPaper.pdf Strategy+Business. (23 de Agosto de 2011). A Strategist’s Guide to Digital Fabrication. Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em Strategy+Business: http://www.strategy-business.com/article/11307?pg=all The Economist. (27 de Abril de 2013). 3D printing. A new brick in the Great Wall. Additive manufacturing is growing apace in China. Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em The Economist: http://www.economist.com/news/science-and- technology/21576626-additive-manufacturing-growing-apace-china-new-brick-greatwall?frsc=dg%7Ca The Economist. (10 de Fevereiro de 2011). Technology. Print me a Stradivarius. Acesso em 05 de Maio de 2013, disponível em The Economist: http://www.economist.com/node/18114327 Trendwatching. (2013). Consumer Electronics. Acesso em 1 de Maio de 2013, disponível em Trendwatching: www.trendwatchingpremium/industry-reports/ Within. (2012). The Next Industrial Revolution. WithinLab.
  • 27. 27 Wohlers Associates. (2013). Wohlers Report 2013. Acesso em 4 de Maio de 2013, disponível em Wohlers Associates: http://wohlersassociates.com/2012report.htm