O documento discute os conflitos federativos envolvidos na implementação do modelo de gestão de recursos hídricos no Brasil, tendo como caso de estudo a bacia do Rio Macaé no estado do Rio de Janeiro. A descentralização trouxe conflitos verticais entre os níveis de governo e horizontais entre atores do mesmo nível na gestão dos recursos hídricos. O estado do Rio de Janeiro atravessou competências definidas na lei federal, atrasando a implantação do sistema de gestão.