O documento discute a teoria de Augusto Comte sobre a sociedade industrial no século 19. Ele descreve como a indústria se baseava na organização científica do trabalho para maximizar a produção, levando à concentração de trabalhadores e à oposição entre empregados e empregadores. Apesar do crescimento da riqueza, a superprodução gerava crises e pobreza. Comte via a sociedade como passando por fases de progresso e buscava unificar a diversidade das sociedades humanas.