Bombas de Polpa - Básico
Diretrizes Básicas para o Bombeamento de Polpas
Apresentando o Software para o Dimensionamento de Bombas - Metso PumpDim™ para Windows™
Uma publicação da
Metso Minerals (Sweden) AB
S-733 25 Sala, Sweden
Telephone +46 224 570 00
Telefax +46 224 169 50
Índice
HISTÓRICO	1
INTRODUÇÃO	2
DEFINIÇÕES BÁSICAS	 3	
MECÂNICA	4
componentEs	5	
PROTEÇÃO AO DESGASTE	 6	
SELAGENS	7	
EIXO E MANCAIS	 8	
ACIONAMENTO	9	
DESEMPENHO HIDRÁULICO 	 10	
SISTEMAS	11	
PONTO DE MELHOR EFICIÊNCIA (BEP - Best Efficiency Point) 	 12	
NOMENCLATURA E CARACTERÍSTICAS 	 13	
DESCRIÇÕES TÉCNICAS	 14	
GUIA DE APLICAÇÃO 	 15	
DIMENSIONAMENTO	16	
INTRODUÇÃO AO SOFTWARE METSO MINERALS PumpDim™ 	 17	
MISCELÂNEAS	18	
TABELAS DE RESISTÊNCIA QUÍMICA 	 19	
NOTAS	20	
Índice
BOMBAS DE POLPA
Índice
1. HISTÓRICO
Bombas de Polpa - Histórico.......................................................................................................1-1
Bombas de Polpa Horizontais.....................................................................................................1-2
Bombas de Espuma Verticais......................................................................................................1-2
Bombas Verticais de Poço e de Tanque...................................................................................1-3
2. INTRODUÇÃO
Transporte hidráulico de sólidos..............................................................................................................2-5
Quais tipos de sólidos?.................................................................................................................................2-5
Quais tipos de líquidos?...............................................................................................................................2-5
Definição de polpa.........................................................................................................................................2-5
Quais são as limitações de vazão?............................................................................................................2-6
Quais são as limitações em relação aos sólidos?................................................................................2-6
Bombas de Polpa como conceito de mercado....................................................................................2-6
3.DEFINIÇÕES BÁSICAS
Por que Bombas de Polpa?.........................................................................................................................3-9
Bomba de Polpa - nome conforme o serviço.......................................................................................3-9
Bomba de Polpa - nome conforme a aplicação..................................................................................3-9
Bomba de Polpa - Seca ou Semi-seca?................................................................................................3-10
Bomba de Polpa e condições de desgaste........................................................................................3-12
4. MECÂNICA
Componentes básicos...............................................................................................................................4-15
Projetos básicos...........................................................................................................................................4-15
5. BOMBA DE POLPA - COMPONENTES
Rotor / Carcaça.............................................................................................................................................5-17
Rotor de bomba e carcaça - os principais componentes de todas as Bombas de Polpa..5-17
O rotor da Bomba de Polpa.....................................................................................................................5-18
Vane do rotor - desenhos.........................................................................................................................5-19
Quantidade de vanes do rotor?.............................................................................................................5-19
Rotor semi-aberto ou fechado?.............................................................................................................5-20
Rotores fechados.........................................................................................................................................5-20
Rotores semi-abertos.................................................................................................................................5-20
Rotores Vórtex / rotores de vazão induzido.......................................................................................5-21
Regras básicas..............................................................................................................................................5-21
Diâmetro do rotor.......................................................................................................................................5-21
Largura do rotor...........................................................................................................................................5-22
Limitações de geometria e por quê?....................................................................................................5-23
A carcaça da Bomba de Polpa.................................................................................................................5-23
Coletor em voluta ou concêntrico?......................................................................................................5-24
Carcaças bipartidas ou sólidas?.... ........................................................................................................5-24
Índice
6. PROTEÇÃO AO DESGASTE
Abrasão...........................................................................................................................................................6-27
Erosão..............................................................................................................................................................6-28
Efeito da erosão sobre componentes de bombas...........................................................................6-29
Proteção ao desgaste - quais são as opções?....................................................................................6-30
Seleção de materiais de desgaste.........................................................................................................6-31
Efeito do tamanho de partícula sobre a seleção do material......................................................6-32
Selecão de material de desgaste - Metais..........................................................................................6-33
Selecão de material de desgaste - Elastômeros...............................................................................6-33
As famílias de elastômeros......................................................................................................................6-34
Revestimentos cerâmicos.........................................................................................................................6-35
7. SELAGENS
Parâmetros críticos para a escolha de selagens...............................................................................7-37
Função básica da selagem de eixo........................................................................................................7-38
Tipo de vazamento.....................................................................................................................................7-38
Localização e tipos de selagens.............................................................................................................7-38
Selagens com lavagem de descarga (flushing)................................................................................7-39
Selagens sem lavagem de descarga (sem‘flushing’)......................................................................7-40
Selagens centrífugas..................................................................................................................................7-41
Limitações das selagens centrífugas....................................................................................................7-40
Selagens mecânicas...................................................................................................................................7-41
Bombas de Polpa sem selagem - projetos verticais.......................................................................7-43
8. EIXOS E ROLAMENTOS (MANCAIS)
Tipos de transmissões...............................................................................................................................8-45
Eixos de bombas e o fator SFF (Fator de Flexibilidade de Eixo)..................................................8-45
Informações básicas sobre mancais.....................................................................................................8-46
Vida L10..........................................................................................................................................................8-46
Configurações de mancais.......................................................................................................................8-46
Rolamentos e conjuntos de rolamentos (mancais).........................................................................8-46
Escolha de mancais.....................................................................................................................................8-47
9. ACIONAMENTOS PARA BOMBAS DE POLPA
Acionamentos indiretos............................................................................................................................9-49
Acionamentos diretos...............................................................................................................................9-50
Comentários sobre arranjos de acionamentos................................................................................9-50
Transmissões por correia em V (acionamentos de velocidade fixa).........................................9-51
Transmissões por correia em V - limitações.......................................................................................9-51
Acionamentos de velocidade variável.................................................................................................9-52
Acionamentos com ”motor a combustão”.........................................................................................9-52
Índice
10. DESEMPENHO HIDRÁULICO
Desempenho hidráulico.........................................................................................................................10-55
Curvas de bombeamento......................................................................................................................10-56
Desempenho hidráulico - que curvas são necessárias?..............................................................10-57
Curvas H/Q - as leis de afinidade das bombas................................................................................10-58
Efeitos da polpa no desempenho da bomba..................................................................................10-59
Desempenho de bombas com polpas que sedimentam...........................................................10-60
Desempenho de bombas com polpas que não sedimentam (polpas viscosas)................10-61
Tabela de correção de desempenho..................................................................................................10-62
Altura manométrica e pressão.............................................................................................................10-63
Condições hidráulicas no lado da sucção........................................................................................10-64
Altura Líquida de Sucção Positiva (NPSH)........................................................................................10-64
Pressão de vapor e cavitação................................................................................................................10-64
NPSH - cálculos...........................................................................................................................................10-66
Bombas que operam com elevação da sucção..............................................................................10-69
Preparação de Bombas de Polpa.........................................................................................................10-69
Bombeamento de Espuma....................................................................................................................10-71
Dimensonamento de bombas horizontais para espuma...........................................................10-72
Bombas de Polpa Verticais - a escolha ótima para bombeamento de espuma.................10-73
A bomba VF - projetada para o bombeamento de espuma......................................................10-74
11. SISTEMAS DE BOMBAS DE POLPA
Geral...............................................................................................................................................................11-77
O sistema de tubulação..........................................................................................................................11-78
Perdas de carga..........................................................................................................................................11-79
Tubulações retas........................................................................................................................................11-79
Perdas de carga - conexões (fittings).................................................................................................11-79
TEL - Comprimento Equivalente Total...............................................................................................11-79
Velocidades e perdas de carga - Tabela de Cálculo.......................................................................11-80
Válvulas, conexões, perdas de altura manométrica......................................................................11-81
Efeitos da polpa sobre as perdas de carga.......................................................................................11-82
Perdas de carga - polpas sedimentadoras.......................................................................................11-82
Perdas de carga - polpas não-sedimentadoras..............................................................................11-83
Arranjos de Poço........................................................................................................................................11-84
Instalações com várias bombas...........................................................................................................11-86
Bombas em série.......................................................................................................................................11-86
Bombas em paralelo................................................................................................................................11-86
Conceitos básicos sobre viscosidade.................................................................................................11-87
Viscosidade aparente...............................................................................................................................11-88
Outros fluídos não-Newtonianos........................................................................................................11-89
12. PONTO DE MELHOR EFICIÊNCIA (BEP - BEST EFFICIENCY POINT)
Efeito hidráulico da operação no ponto de eficiência.................................................................12-91
Carga radial..................................................................................................................................................12-92
Índice
Carga axial....................................................................................................................................................12-93
Os efeitos da deflexão do eixo..............................................................................................................12-93
BEP - Resumo..............................................................................................................................................12-94
13. NOMENCLATURAS E CARACTERÍSTICAS
Programa de Bomba de Polpa Metso Minerals..............................................................................13-95
Nomenclatura.............................................................................................................................................13-95
Bombas para serviços altamente abrasivos.....................................................................................13-96
Bombas para serviços abrasivos..........................................................................................................13-97
Bombas verticais........................................................................................................................................13-98
Selagem de Polpa......................................................................................................................................13-99
14. DESCRIÇÕES TÉCNICAS
Geral............................................................................................................................................................14-101
Bomba de Polpa tipo XM.....................................................................................................................14-106
Bomba de dragagem tipo Thomas Simplicity.............................................................................14-108
Bomba de Polpa tipo Vasa HD e XR.................................................................................................14-110
Bomba de Polpa tipo HR e HM..........................................................................................................14-112
Bomba de Polpa tipo MR e MM.........................................................................................................14-114
Bomba de Polpa tipo VT......................................................................................................................14-116
Bomba de Polpa tipo VF.......................................................................................................................14-118
Bomba de Polpa tipo VS.......................................................................................................................14-120
Bomba de Polpa tipo VSHM - VSMM...............................................................................................14-123
Configurações modulares de estrutura e via úmida.................................................................14-126
Selagem de Polpa...................................................................................................................................14-127
Bomba de Polpa tipo STGVA..............................................................................................................14-129
Bomba de Polpa tipo STHM................................................................................................................14-132
15. GUIA DE APLICAÇÃO
Seleção por serviço ou por aplicação industrial.........................................................................15-135
Seleção por serviço................................................................................................................................15-135
Como bombear.......................................................................................................................................15-136
Como alimentar......................................................................................................................................15-136
Seleção por sólidos................................................................................................................................15-137
Partículas grossas...................................................................................................................................15-137
Partículas finas.........................................................................................................................................15-137
Partículas pontiagudas (abrasivas)..................................................................................................15-137
Alto percentual de sólidos..................................................................................................................15-137
Baixo percentual de sólidos................................................................................................................15-138
Partículas fibrosas..................................................................................................................................15-138
Partículas de tamanho único.............................................................................................................15-138
Serviços relativos a“altura manométrica”e ”Volume”...............................................................15-139
Altura manométrica elevada (high head).....................................................................................15-139
Altura manométrica variável..............................................................................................................15-139
Índice
Vazão constante (altura manométrica)..........................................................................................15-139
Alta elevação da sucção.......................................................................................................................15-139
Alta vazão..................................................................................................................................................15-140
Baixa vazão...............................................................................................................................................15-140
Vazão oscilante........................................................................................................................................15-140
Serviço relacionados com o tipo de polpa....................................................................................15-141
Polpas frágeis...........................................................................................................................................15-141
Polpas de hidrocarbonetos (contaminados por óleo e reagentes)......................................15-141
Alta temperatura....................................................................................................................................15-141
Polpas perigosas.....................................................................................................................................15-141
Polpas corrosivas (baixo pH)..............................................................................................................15-142
Fluídos de alta viscosidade (Newtonianos)..................................................................................15-142
Fluídos de alta viscosidade (não-Newtonianos).........................................................................15-142
Serviços relativos a processos de mistura.....................................................................................15-142
Seleção de Bombas de Polpa por aplicação industrial.............................................................15-143
Segmento industrial: Minerais metálicos e industriais.............................................................15-143
Bombas para circuitos de moagem.................................................................................................15-143
Bombas para espuma...........................................................................................................................15-143
Bombas para reservatórios de piso.................................................................................................15-144
Bombas para rejeitos de mineração................................................................................................15-144
Bombas para alimentação de hidrociclone..................................................................................15-144
Bombas para alimentação de filtro prensa...................................................................................15-144
Bombas para alimentação de prensa tubular..............................................................................15-144
Bombas para lixiviação.........................................................................................................................15-145
Bombas para mídia densa (mídia pesada)....................................................................................15-145
Bombas para aplicações gerais com minerais.............................................................................15-145
Segmento industrial: Construção.....................................................................................................15-145
Bombas para água de lavagem (areia e brita).............................................................................15-145
Bombas para transporte de areia.....................................................................................................15-145
Bombas para desaguamento de túneis.........................................................................................15-146
Bombas de drenagem..........................................................................................................................15-146
Segmento industrial: Carvão..............................................................................................................15-146
Bombas para lavagem de carvão.....................................................................................................15-146
Bombas para espuma (carvão)..........................................................................................................15-146
Bombas para mídia densa (carvão)..................................................................................................15-146
Bombas para misturas carvão/água................................................................................................15-146
Bombas para uso geral (carvão)........................................................................................................15-147
Segmento industrial: Lixo e reciclagem.........................................................................................15-147
Bombas para manuseio de efluentes..............................................................................................15-147
Transporte hidráulico de lixo leve....................................................................................................15-147
Bombas para tratamento de solos...................................................................................................15-147
Bombas para uso geral (carvão)........................................................................................................15-147
Segmento industrial: Energia & FGD (desulfurização de gases de combustão)..............15-147
Bombas para alimentação de reator FGD (calcário)..................................................................15-147
Bombas para descarga de reator FGD (gypsum - gesso).........................................................15-148
Índice
Bombeamento de cinzas de fundo..................................................................................................15-148
Bombeamento de cinzas volantes (fly ash)..................................................................................15-148
Segmentos industriais: Papel & Celulose.......................................................................................15-148
Bombas para liquores/licores............................................................................................................15-148
Bombas para calcário e lama cáustica............................................................................................15-148
Bombas para rejeito de celulose (contendo areia)....................................................................15-149
Bombas para sólidos provenientes de descascamentos de árvores...................................15-149
Bombas para transporte hidráulico de cavacos de madeiras................................................15-149
Bombas para extensor de papel e de revestimentos de papel.............................................15-149
Bombas para derramamentos em pisos........................................................................................15-149
Segmento industrial: Metalúrgico....................................................................................................15-150
Bombas para transporte de carepa de siderurgia......................................................................15-150
Bombas para transporte de escória.................................................................................................15-150
Bombas para efluentes de lavadora de gases .............................................................................15-150
Bombas para transporte de pó de ferro ........................................................................................15-150
Bombas para limalhas de usinagem...............................................................................................15-150
Segmento industrial: Químico...........................................................................................................15-151
Bombas para polpas ácidas................................................................................................................15-151
Bombas para salmouras.......................................................................................................................15-151
Bombas para produtos cáusticos.....................................................................................................15-151
Segmento industrial: Mineração.......................................................................................................15-151
Bombas para aterros hidráulicos (com ou sem cimento)........................................................15-151
Bombas para água de mina (com sólidos)....................................................................................15-151
16. DIMENSIONAMENTO
Os passos para o dimensionamento...............................................................................................16-153
Checagem para verificação de cavitação......................................................................................16-159
O dimensionamento em resumo.....................................................................................................16-159
17. INTRODUÇÃO AO SOFTWARE PumpDim™ DA METSO
Introdução................................................................................................................................................17-161
Formulário de registro..........................................................................................................................17-162
I8. MISCELÂNEAS
Fatores de conversão............................................................................................................................18-165
Escala de padrão de tela (Tyler)........................................................................................................18-166
Densidade de sólidos............................................................................................................................18-167
Água e sólidos - dados sobre densidade de polpa....................................................................18-169
19. TABELAS DE RESISTÊNCIA QUÍMICA
Materiais elastoméricos (elastômeros)...........................................................................................19-185
Alto cromo................................................................................................................................................19-187
20. NOTAS...............................................................................................................................................20-191
Índice
1-1 Histórico
1. HISTÓRICO
Bombas de Polpa – sua história
Apesar da Denver e Sala (duas empresas que mais tarde constitui-
riam a área de Bombas e Processos dentro do Grupo Svedala - que,
em setembro de 2001, tornou-se Metso) trabalharem ativamente
com ‘Bombeamento de Polpas’, elas não começaram, originalmente,
oferecendo ao mercado bombas projetadas pelas próprias empresas.
Ambas começaram como fabricantes de equipamentos para proces-
samento mineral: A Denver com foco na flotação como seu produto
chave e a Sala oferecendo tanto equipamentos para flotação quanto
para separação magnética como seus principais produtos.
Após um período de sucesso trabalhando com equipamentos para
processamento mineral, as empresas logo perceberam a clara neces-
sidade delas se tornarem ativas no fornecimento de Bombas de Polpa.
A primeira bomba vertical, fabricada em 1933.
1-2Histórico
Bombas de Polpa Horizontais
O Bombeamento de Polpas - base de todo processamento mineral a
úmido - ganhava cada vez mais importância para os clientes tanto da
Denver quanto da Sala.
A solução encontrada pela Denver foi tornar-se uma licenciada da Allis
Chalmers para utilização do‘design’de sua Bomba de Polpa SRL (Soft
Rubber Lined - com revestimento de borracha macia).
A versão desenvolvida desta bomba constituiu a base do programa de
bombasdepolpadaDenverpormuitasdécadaseaindaéconsiderada
por muitos como o padrão da indústria.
Em 1984, a Denver adquiriu o portfolio de Bombas de Polpa em metal
duro Orion. Essa série, paralelamente às bombas SRL, vem sendo
desenvolvida ao longo dos anos; com ambos os projetos se comple-
mentando.
A aquisição daThomas Foundries (FundiçõesThomas) em 1989 acres-
centou uma série de bombas muito grandes em metal duro, para
dragagem e agregados, ao programa de bombas da Denver.
No caso da Sala, a situação era parecida. Os clientes da Sala continua-
vam a solicitar que as Bombas de Polpa fossem fornecidas junto com
os equipamentos para processamento mineral. Assim, pela primeira
vez, entregava-se um pacote completo.
O contrato - assinado pela Sala - tratava do licenciamento de um pro-
jeto inglês: a Bomba de Polpa“Vac-Seal”.
No início dos anos 60, a Sala desenvolveu uma nova série de Bombas
de Polpa para serviços de média severidade. Essa série, conhecida
como VASA (Vac Seal - Sala), foi complementada no fim da década de
Bombas de Espuma Verticais
O uso da flotação como método de separação de minerais exigia que
as Bombas de Polpa passassem por um desenvolvimento maior.
Ainda em 1933, uma “bomba aberta” vertical foi desenvolvida numa
planta de flotação na Suécia. Esse tipo de desenho de bomba se fazia
necessário devido aos circuitos, por vezes muito complicados, exis-
tentes nessas plantas.
Os reagentes e a tecnologia de controle de nível não eram particu-
larmente avançados. As variações da vazão de espuma nas diversas
partes do circuito causavam bloqueios de ar nas Bombas de Polpa
convencionais.
Pela primeira vez, a“bomba aberta”, com seu tanque de alimentação
integral, proporcionava desaeração, estabilidade e autoajuste; pro-
priedades que, hoje em dia, são consideradas normais.
1-3 Histórico
Bombas de Poço e de Tanque Verticais
Comomuitosdospisosnasplantasestavamsujeitosaderramamentos
e inundação, os clientes também tentavam desenvolver um conceito
de bomba que pudesse dar conta do trabalho de manter o piso da
planta livre de polpa derramada. Assim, foi desenvolvida a bomba de
poço“sump pump”.
O nascimento da primeira bomba de poço, para uso nesses serviços
de limpeza, se deu em meados da década de 40. Mais uma vez, elas
foram desenhadas especificamente para atender a uma necessidade.
Tanto a bomba de tanque vertical quanto a bomba de poço vertical
foram desenvolvidas dentro da Boliden Mining Company ao longo da
década de 40. A Sala era uma fornecedora usual dessas bombas para
a Boliden, como sua subcontratada, até o ano de 1950 quando a Sala
assinou um contrato pelo qual começava a fabricá-las sob licença.
Essaslinhasdebombasforamentãocomercializadascomsucessopela
Sala junto com o programa de bombas VASA.
Ao longo dos anos, estas bombas verticais passaram por desenvol-
vimento adicional e se estabeleceram como um produto da Sala. O
acordo de licenciamento se encerrou no início dos anos 70 quando a
Boliden comprou a Sala. Além da bomba de tanque vertical, desen-
volveu-se uma bomba de espuma especial que serviu para aprimorar
ainda mais o conceito básico de manuseio de espuma.
Hoje, a bomba de poço da Metso é o padrão da indústria para o bom-
beamento de drenagem.
Quando a Svedala Pumps & Process (Svedala Bombas e Processos)
foi formada em 1992, foi decidido que a série de bombas deveria ser
mais‘enxuta’e atualizada para melhor servir ao mercado, oferecendo
Bombas de Polpa“de ponta”.
Em setembro de 2001, a Svedala foi comprada pela empresa finlan-
desa Metso.
Desde então, uma série inteiramente nova de Bombas de Polpa hori-
zontais e verticais foi desenvolvida, conforme apresentamos neste
manual.
1-4Histórico
2-5 Introdução
2. INTRODUÇÃO
Transporte hidráulico de sólidos
Em todos os processos industriais, o ”transporte hidráulico de sólidos” é uma tecnologia que visa
avançarosprocessamentosentreosdiferentesestágiosdemisturaSólido/Líquido,separaçãoSólido/
Sólido, separação Sólido/Líquido, etc.
Maiores detalhes sobre estes processos industriais a úmido encontram-se na seção 15.
Quais tipos de sólidos?
Podemserconsiderados‘sólidos’praticamentequalquercoisaqueseja:
Dura
Grossa
Pesada
Abrasiva
Cristalina
Cortante
Pegajosa
Floculenta
De fibra longa
Espumosa
Seja o que for - pode ser transportado hidraulicamente !
Quais tipos de líquidos?
Na maioria das aplicações, o líquido é somente o “veículo”. Em 98%
das aplicações industriais, esse líquido é água.
Outros tipos de líquidos podem ser soluções químicas como ácidos
e sodas, álcool, líquidos leves derivados de petróleo (querosene), etc.
Definição de uma polpa
Normalmente chamamos uma mistura de sólidos com líquidos de
“polpa”!
Uma polpa pode ser descrita como um meio bifásico (líquido/sólido).
Polpa misturada com ar (comum em muitos processos químicos) é
descrita como um meio fluído trifásico (líquido/sólido/gás).
2-6Introdução
Quais são as limitações na vazão?
Teoricamente, não há limites em relação a ‘o que’ pode ser transpor-
tado hidraulicamente. Veja o desempenho do transporte hidráulico
de sólidos realizado pelas geleiras do mundo e pelos grandes rios!
Na prática os limites de vazão para uma instalação de Bomba de Polpa
são de 1 m3
/ hora (4 GPM) até 20000 m3
/hora (88000 GPM).
O limite inferior é determinado pela queda em eficiência nas bombas
menores.
O limite superior é determinado pelo aumento dramático nos custos
deBombasdePolpagrandes(comparadoàsinstalaçõescommúltiplas
bombas).
Quais são as limitações em relação aos sólidos?
As limitações em relação aos sólidos são sua forma geométrica, seu
tamanho e o risco de bloqueio da passagem através da Bomba de
Polpa.
O tamanho máximo permissível do material a ser transportado em
massa por uma Bomba de Polpa é de aproximadamente 200 mm.
Entretanto, aglomerações individuais de material passando através de
umabombadedragagemgrandepodemteraté350mmdetamanho
(dependendo do dimensionamento da extremidade úmida).
Bombas de Polpa como conceito de mercado
De todas as bombas centrífugas instaladas na indústria de processa-
mento, proporção entre as bombas de polpa e outras bombas para
líquidos é de 5 : 95.
Se examinarmos os custos operacionais destas bombas, a relação é
quase inversa, isto é, 80 : 20.
IssoconfiguraumperfilmuitoespecialparaoBombeamentodePolpas
e o conceito de mercado foi formulado assim:
”Instale uma bomba para líquido limpo e esqueça-a”!
”Instale uma bomba para polpa e você terá potencial
para realização de serviços pelo resto da vida dessa
bomba”!
Isso vale tanto para o usuário final quanto para o fornecedor.
O objetivo desse manual é orientar sobre o procedimento a ser aplicado
no dimensionamento e seleção de várias aplicações de Bombas de Polpa
de forma a minimizar os custos com o transporte hidráulico de sólidos!
2-7 Introdução
2-8Introdução
3-9 Definições básicas
3. Definições básicas
Por que Bombas de Polpa?
PordefiniçãoasBombasdePolpasãoumaversãopesadaerobustadeumabombacentrífuga,capazes
de atender a serviços difíceis e abrasivos.
”O nome ‘Bomba de Polpa’ também deve ser considerado um termo genérico, para diferenciá-la de
outras bombas centrífugas que visam principalmente os líquidos límpidos/transparentes.”
Bomba de Polpa – nome conforme o serviço
O termo Bomba de Polpa, conforme dissemos, abrange vários tipos
de bombas centrífugas para serviços pesados utilizadas no transporte
de sólidos.
Uma terminologia mais precisa se faz utilizando a classificação de
sólidos processados nas várias aplicações de bombas.
Bombas de Polpa fazem o bombeamento de lama/argila, lodo e areia
na faixa de tamanho de sólidos com até 2 mm.
As faixas de tamanho são:
Lama/argila 		 menos 2 micras
Lodo 		 2-50 micras
Areia, fina 		 50-100 micras
Areia, média 	 100-500 micras
Areia, grossa 	 500-2000 micras
Bombas de Areia e Brita cobrem o bombeamento de cascalho e brita
na faixa de tamanho entre 2 e 8 mm.
Bombas de Brita fazem o bombeamento de sólidos com tamanhos
de até 50 mm.
BombasparaDragagemcobremobombeamentodesólidosmenores
e maiores de 50 mm.
Bomba de Polpa - nome conforme a aplicação
Aplicaçõesdeprocessamentotambémconfiguramumaterminologia,
sendo esta tipicamente:
Bomba de Espuma define, pela sua aplicação, o manuseio de polpas
espumosas, principalmente nas operações de flotação.
Bomba de Transferência de Carbono define o transporte delicado
de carbono nos circuitos CIP (carbono em polpa) e CIL (carbono em
lixiviação).
Bomba de Poço é também um nome já estabelecido tipicamente
para aquelas bombas que operam em drenagem de poços/pisos, com
carcaças(‘pumphouses’)submersas,mascommancaiseacionamento
mantidos á seco.
Bomba Submersível. Todo o equipamento, inclusive o acionamento,
fica submerso.
3-10Definições básicas
Bomba de Polpa - seca ou semi-seca?
Instalações secas
A maioria das Bombas de Polpa horizontais são instaladas no seco,
onde o acionamento e os mancais são mantidos fora da polpa e a“via
úmida”(“wet end”) é fechada. As bombas não requerem suportes ou
apoios, mantendo-se livres do líquido ao seu redor.
		
A Bomba de Tanque vertical possui um reservatório aberto com o
corpo da bomba montado diretamente na superfície inferior do
tanque. O eixo do rotor em balanço, com sua caixa de rolamentos e
acionamento montado na parte superior do tanque, faz girar o rotor
dentro da carcaça da bomba. A polpa vai do tanque para dentro da
via úmida em volta do eixo e é descarregada horizontalmente pela
descarga. Não há selagens do eixo ou mancais submersos no seu
desenho.
3-11 Definições básicas
Instalações semi-secas
Umarranjoespecialpodeserutilizadoparaasaplicaçõesdedragagem
na quais bombas horizontais são utilizadas com a via úmida -“wet
end”- (e mancais) imersos. Isto requer uma combinação de selagens
especiais para os mancais.
		
A bomba de poço possui uma via úmida -“wet end” - imersa,
instalada no final do eixo em balanço (sem mancais submersos) e um
acionamento seco.
3-12Definições básicas
Instalações úmidas
Para determinadas aplicações de Bombas de Polpa, é necessário uma
bomba inteiramente submergível.
Por exemplo, para elevar uma polpa de dentro de um poço com níveis
de polpa que oscilam bastante.
Neste caso, tanto a carcaça da bomba quanto o acionamento são
imersos, exigindo um desenho especial e arranjo de selagens.
Bombas de Polpa e condições de desgaste
Para assegurar um bom desempenho em operações envolvendo
uma variedade de condições de trabalho e aplicações, as seguintes
diretrizes são utilizadas para a escolha da bomba baseado no material
a ser transportado.
•	 Altamente abrasivo
•	 Abrasivo
•	 Levemente abrasivo
3-13 Definições básicas
Em resumo:
Todas as bombas dentro da série de Bombas de Polpa são bombas
centrífugas!
“Bomba de Polpa” (“Slurry Pump”) é uma designação genérica !
TodasasBombasdePolparecebem,naprática,nomesprovenientes
de sua aplicação em particular:
•	 Bombas de Polpa
•	 Bombas de Brita
•	 Bombas de Dragagem
•	 Bombas de Poço
•	 Bombas de Espuma
•	 Bombas de Transferência de Carbono
•	 Bombas submersíveis
Existem principalmente três desenhos diferentes:
•	 Tanque horizontal e tanque vertical (instalação seca)
•	 Vertical de poço (instalação semi-seca)
•	 Tanque (instalação seca)
•	 Submersível (instalação molhada)
Os desenhos de Bombas de Polpa são escolhidos e fornecidos de
acordo com as condições de desgaste provocado por material
•	 Altamente abrasivo
•	 Abrasivo
•	 Levemente abrasivo
3-14Definições básicas
4-15 Mecânica
4. Mecânica
Comparado à maioria dos equipamentos para processamento, a Bomba de Polpa tem um projeto
simples, descomplicado. Apesar da simplicidade de seu desenho, há poucas máquinas na indústria
pesada que trabalham sob condições tão severas.
As Bombas de Polpa e seus sistemas são fundamentais para todos os processos úmidos.
Trabalhando 100% do tempo disponível sob condições variáveis de vazão, teor de sólidos, etc., o
desenho mecânico tem que ser muito confiável em todos os detalhes.
Componentes básicos
Os componentes básicos de todas as Bombas de Polpa são:
1. O rotor
2. A carcaça
3. O arranjo de selagem
4. O conjunto de mancais
5. O acionamento
Desenhos básicos
Horizontal Eu tenho
todos
4-16Mecânica
Vertical
	 Tank					 Sump
Submersível
Olha !
Não tem 3.
Aqui
Tambénnão.
Número
5 está in-
tegrado em
mim.
5-17 Componentes
5. Bomba de Polpa - componentes
Nestaseção,veremosemmaiordetalhe,odesenhodosvárioscomponentesdeumaBombadePolpa
Rotor/carcaça
Rotor da bomba e carcaça - componentes chaves de todas as Bombas de
Polpa
O desempenho do bombeamento de todas as Bombas de
Polpa é regido
* pelo desenho do rotor e da carcaça.
Outroscomponentesmecânicosservemparavedar,apoiar
e proteger esse sistema hidráulico de rotor e carcaça.
Para todos os quatro tipos de Bombas de Polpa, os
princípios que norteiam o sistema hidráulico (rotor e
carcaça) são os mais ou menos mesmos
* enquanto o desenho (projeto) do restante da bomba,
não.
Imagens mostrando os mesmos componentes hidráulicos
paraodesenhodebombasubmersível,verticalehorizontal.
5-18Componentes
O rotor da Bomba de Polpa
Sem compreender a função do rotor de uma Bomba de Polpa, nunca
entenderemos porque ou como uma bomba é projetada e funciona.
O Rotor = um conversor de energia!
”A função do rotor que gira é ‘carregar’ a massa de polpa de energia
cinética e acelerá-la”.
Uma parte dessa energia cinética é posteriormente convertida em
energia de pressão antes de sair do rotor.
Além da transformação hidráulica estrita - nas Bombas de Polpa - é
conseguido parcialmente pela capacidade especial dos sólidos
na própria polpa de transmitir a energia através de ‘forças de
arraste hidráulico’. Estas forças de arraste são utilizadas em várias
máquinas hidráulicas para o processamento a úmido (classificadores,
clarificadores, separadores, etc.).
Conversão de energia feita?
Abaixo, você pode ver as forças cinéticas/hidráulicas geradas pelos
vanes do rotor da Bomba de Polpa.
”Os vanes do rotor são o seu coração. O resto, que constitui o ‘design’
ouprojetodorotor,somenteexisteparacarregar,protegereequilibrar
os vanes durante sua operação!”
Concepções dos vanes
Os rotores de Bombas de Polpa possuem vanes externas e internas
Vanes externas
Estas vanes, também chamadas de pás de saída ou de expulsão, são
rasas e localizadas do lado de fora dos“shrouds”do rotor. Esses vanes
contribuem para a selagem e eficiência da bomba.
Vanes internas
Também conhecidos por vanes principais. São elas que realmente
bombeiam a polpa.
Normalmente, utilizamos dois tipos de desenhos para as vanes
principais nas Bombas de Polpa:
5-19 Componentes
Vane Francis ou Vane Simples	
Quando utilizar Simples ou Francis?
”ComoovaneFrancisémaiseficaznaconversãodeenergia,eleéutilizado
quando a preocupação principal é com a eficiência - apesar de suas
vantagens serem menos evidentes quando se trata de rotores de polpa
largos.”
“O inconveniente do vane Francis é que seu desenho a torna mais
complicadadeproduzireessedesenhoacarreta,também,maiordesgaste
quando bombeamos polpas com partículas grosseiras!” Portanto, vanes
Simples são utilizadas quando estamos bombeando partículas grossas.
Quantidade de vanes do rotor?
Maiornúmerodevanesproporcionamaioreficiência.Issoquerdizerque
sempreutilizamosonúmeromáximodevanestodavezqueissoéprático.
(A exceção o torque da vazão.)
As limitações são criadas pela espessura dos vanes que é necessária
para proporcionar boa durabilidade e a necessidade de dar passagem a
partículas de um determinado tamanho.
Na prática, o número máximo de vanes é cinco, sendo utilizadas em
rotores metálicos com diâmetro superior a 300 mm e de borracha
superiores a 500 mm.
Abaixo desses diâmetros, a área dos vanes relativa à área do rotor se
torna crítica (área de vanes grande demais produz atrito em excesso) e a
eficiência começa a cair, podendo ocorrer bloqueios.
5-20Componentes
Rotor semi-aberto ou fechado?
O desenho do rotor da Bomba de Polpa não está relacionado a uma
configuração fechada ou aberta. Isso é determinado por aspectos de
produçãoepelostiposdeaplicaçõesparaaquaisorotorseráutilizado.
Rotores fechados
Rotores fechados são, por sua própria natureza, mais eficientes do que
rotores abertos devido à redução dos vazamentos“em curto circuito”
por cima dos vanes.
A eficiência é menos afetada por desgaste.
			
”Se o que você procura é eficiência - use um rotor fechado sempre
que possível!”
Limitações
O rotor fechado, com seu desenho confinado, é naturalmente mais
propenso a entupir quando encontra partículas grossas.
Esse fenômeno é mais crítico com rotores pequenos.
Rotores semi-abertos
Rotores semi-abertos são utilizados para superar as limitações de
um design fechado e dependem do diâmetro do rotor, tamanho ou
estrutura dos sólidos, presença de ar aprisionado, alta viscosidade, etc.
			
Limitações
A eficiência é um pouco menor do que nos rotores fechados.
5-21 Componentes
Rotores tipo vórtex/vazão induzido
Rotores tipo vórtex/vazão induzido são utilizados quando o bloqueio
do rotor é fator crítico ou quando as partículas são frágeis.
		
O rotor é recuado dentro da carcaça. Somente um volume limitado do
vazão fica em contato com o rotor, proporcionando um tratamento
delicado para a polpa e grande capacidade de sólidos.
Limitações
A eficiência é significativamente menor do que em rotores fechados
ou mesmo em rotores semi-abertos.
Regras básicas
Rotores fechados são utilizados para polpas contendo partículas
grossasvisandoamaisaltaeficiênciaemelhordurabilidade(resistência
ao desgaste) – verifique os tamanhos máximos de sólidos.
Rotores abertos são utilizados para polpas de alta viscosidade, ar
aprisionado e quando problemas de bloqueio podem ser previstos.
Rotores tipo vórtex/vazão induzido são utilizados para materiais
grandes com sólidos moles, fibrosos ou para o manuseio‘delicado’, ou
partículas frágeis, alta viscosidade e ar aprisionado.
Diâmetro do rotor
“Odiâmetrodeumrotordeterminaaalturamanométrica produzidaem
qualquer velocidade.”
Quanto maior o diâmetro do rotor, maior será a altura manométrica
alcançada.
Um rotor de grande diâmetro operando muito lentamente alcançaria a
mesma altura manométrica quanto um rotor menor operando muito
mais rapidamente (um aspecto chave quanto se trata de desgaste - vide
seção 6).
5-22Componentes
Qual será o diâmetro correto?
Os fatores que orientaram a Metso em relação a este aspecto são:
Para serviços altamente abrasivos, queremos grande durabilidade
e eficiência razoável! Para serviços abrasivos e levemente abrasivos
queremos durabilidade razoável e alta eficiência!
Resumindo:
Para os serviços altamente abrasivos, utilizamos rotores grandes que
proporcionam longa vida útil e eficiência razoável.
Portanto,mesmoquegrandesrotoressejammaiscaroseproporcionem
eficiência um pouco menor, eles compensam mais (em termos de
retorno financeiro) nos serviços altamente abrasivos.
Para os serviços abrasivos, onde o desgaste não é a principal
preocupação,rotorespequenossãomaiseconômicos,eproporcionam
maior eficiência.
Esta relação é conhecida como:
IMPELLER ASPECT RATIO (IAR - Relação de Aspecto do Rotor)
= Diâmetro do rotor / Diâmetro do bocal de admissão.
Por exemplo:
para serviços altamente abrasivos, utilizamos um IAR = 2,5:1
para serviços abrasivos,utilizamos um IAR = 2,0:1
paraserviçoslevementepesados,podemosutilizarumIARabaixode2,0:1.
TodososparâmetrosacimaforamconsideradospelaMetsoaoprojetar
sua série de Bombas de Polpa, proporcionando ótima economia
operacional nos vários tipos de serviço.
Largura do rotor
“Alarguradorotordeterminaovazãodabombaemqualquervelocidade.”
Um rotor de grande largura operando lentamente poderia produzir
a mesma vazão (velocidade de vazão) quanto um rotor mais estreito
operandoavelocidademaior,masaindamaisimportante-avelocidade
relativaaovaneeshroudseriaconsideravelmentemaisalta(umaspecto
chave quando falamos em desgaste - vide seção 6).
5-23 Componentes
Lembre-se:
Comparadas às bombas d’água e dependendo do‘perfil de desgaste’,
as Bombas de Polpa normalmente têm rotores que são
não só maiores,
mas também
muito mais largos.
Limitações em geometria e por quê?
Naturalmente há vários limites práticos em relação à geometria dos
rotores de Bombas de Polpa.
Estes limites são determinados por:
“odesempenhohidráulicoótimoemrelaçãoacadatamanhodebomba”
“a necessidade de padronização do produto”
“o custo de produção do rotor e da carcaça”
Considerações práticas a partir destas limitações proporcionam um
portfólio ou série de produtos hamônica.
A carcaça da Bomba de Polpa
Uma das funções da carcaça é captar o vazão proveniente de toda a
circunferênciadorotor,convertendo-onumpadrãodevazãodesejável
e dirigindo-o para uma saída (ponto de descarga) da bomba. Outra
função importante é a de reduzir a velocidade do vazão e converter
sua energia cinética em energia de pressão.
5-24Componentes
E quanto à forma da carcaça?
A carcaça e o rotor são combinados de modo a permitir o melhor
padrão de vazão (e conversão de energia) possível.
				Em voluta Semi-voluta Concêntrica
Voluta ou concêntrica?
A forma voluta proporciona maior eficiência em conversão de energia
comparadocomaformaconcêntricae,porvoltadopontodetrabalho
ideal de vazão/altura manométrica , ela ocasiona cargas radiais muito
baixas no rotor.
Carcaças bipartidas ou inteiriças?
Carcaça inteiriça
No caso da maioria das bombas de metal duro, a voluta normalmente
é constituída de uma única peça maciça. Este desenho é o mais custo-
eficienteemtermosdefabricaçãoenãoháexigênciasdeordemprática
para se dividir a voluta em duas metades.
Algumasbombasrevestidasdeborrachatambémutilizamumavoluta
inteiriça,especialmentenostamanhosmenoresemqueémaisprático
e econômico utilizar uma voluta sólida.
5-25 Componentes
Carcaça bipartida
Dividir uma carcaça acrescenta custo à bomba e, por isso, só é feito
quando necessário.
A bipartição facilita a substituição de peças, particularmente no
caso de bombas revestidas de borracha maiores.
5-26Componentes
6-27 Proteção ao desgaste
6. Proteção ao desgaste
Numa Bomba de Polpa, o rotor e o interior da carcaça estão sempre expostos à polpa e, portanto,
precisam ser protegidos apropriadamente contra o desgaste.
“A escolha do material do rotor e da carcaça é tão importante quanto à escolha da bomba em si!”
Há três condições diferentes que ocasionam desgaste numa Bomba de Polpa
Abrasão
Erosão
Corrosão
Abrasão
Abrasão por esmagamento	
Abrasão por moagem
Abrasão de baixa pressão
Em Bombas de Polpa, o que temos, principalmente, é a abrasão por
moagem e de baixa pressão
A taxa de abrasão depende do tamanho de partícula e dureza do
material.
A abrasão somente ocorre em dois locais dentro de uma Bomba de Polpa
1. Entre o rotor e o ponto de admissão (bocal) estacionário.
2. Entre a luva de eixo e o conjunto de gaxetas.
6-28Proteção ao desgaste
Erosão
Este é o desgaste que predomina nas Bombas de Polpa. A razão disso
é que partículas existentes na polpa impactam a superfície do seu
material por diversos ângulos.
O desgaste por erosão é fortemente influenciado pelo modo que
operamos a bomba.
O desgaste por erosão, em geral, tem seu nível mínimo à vazão no BEP
(“BestEfficiencyPoint”ouPontodeMelhorEficiência)eaumentatanto
com vazões menores quanto maiores. Vide seção 12.
Por motivos que não são bem compreendidos, o desgaste por erosão
tambémpodeaumentardramaticamentesepermitimosqueabomba
opere “roncando”; isto é, levando ar para dentro do tubo de sucção.
Vide página 11-84 onde se encontra o desenho do poço - da bomba
de poço.
Já se sugeriu que isto pode ser causado por cavitação devido à
vibração das superfícies da bomba à medida que o ar flui por estas
superfícies.Essahipótese,porém,édifícildeaceitartendoemvistaque
as bolhas de ar geralmente atenuam a cavitação, movimentando-se
para preencher as cavidades de vapor. Vide página 10-64 para um
descrição de cavitação.
Há três tipos principais de erosão.
Leito deslizante
Baixo impacto ângular
Alto impacto ângular
6-29 Proteção ao desgaste
Efeito da erosão sobre componentes da bomba
Rotor
Orotorestásujeitoadesgasteporimpacto(altoebaixo)principalmente
no seu olho, no shroud do lado da caixa de gaxeta (A), quando a vazão
gira 90º. Na borda do vane (B).
Oleitodeslizanteebaixoimpactoangularocorremaolongodasvanes
entre os shrouds do rotor (C).
Revestimentos laterais estão sujeitos ao leito deslizante e abrasão por
esmagamento moagem
			
C
6-30Proteção ao desgaste
Voluta
A voluta está sujeito ao desgaste por impacto sobre o corta-água.
Leito deslizante e baixo impacto angular ocorrem no resto da voluta.
		
Corrosão
A corrosão (e ataques químicos) nas vias úmidas de uma Bomba de
Polpaéumfenômenocomplexo,tantoemrelaçãoaomaterialmetálico
quanto de elastômero.
Para orientação, as tabelas de resistência química para material
metálico e de elastômero encontram-se na página 6:35 e seção 19.
Proteção contra desgaste - quais as opções?
Existem algumas opções principais na escolha de proteção contra
desgaste para Bombas de Polpa:
Rotor e carcaça em Metal Duro e várias ligas de ferro fundido branco
e aço.
Rotor fabricado em elastômeros e carcaça protegida por revestimento
de elastômero. Os elastômeros são, normalmente, borracha de várias
qualidades ou poliuretano.
Uma combinação de um rotor em metal duro e carcaças revestidas
de elastômeros.
6-31 Proteção ao desgaste
Seleção de materiais de desgaste
Aescolhadepeçasdedesgasteconsisteemencontrarumequilíbrio
entre a resistência ao desgaste e o custo das peças de desgaste.
Há duas estratégias para se ter resistência ao desgaste:
O material de desgaste deve ser duro para resistir à ação de corte de
sólidos colisores!
ou
O material de desgaste tem que ser elástico para conseguir absorver
os impactos e ricochetear de partículas!
Parâmetros para a seleção
A seleção de peças de desgaste se baseia normalmente nos seguintes
parâmetros:
Tamanho do sólido (peso específico do sólido, formato e dureza)
Temperatura da polpa
pH e produtos químicos
Velocidade do rotor
Os materiais de desgaste predominantes em Bombas de Polpa são
metal duro e elastômeros moles. A Metso fornece uma ampla série
de qualidades em ambos.
Materiais cerâmicos estão disponíveis como opcional para algumas
classificações dentro da série.
Vide a tabela de orientação geral na página a seguir.
6-32Proteção ao desgaste
Efeito do tamanho de partícula na seleção do material
TABELA 1 Classificação de Bombas Conforme o Tamanho de Partículas Sólidas (partículas com‘dureza de areia’).
Pulverizado
Série de telas padrão Tyler					
Tamanho de Partícula		 Descrição 			
Pol. 	 mm	 Malha	 de partícula	 Classificação geral da bomba
3									
2								
1,5								
1,050	 26,67							
0,883	 22,43							
0,742	 18,85		 Peneira			 Bomba de 	 Bomba	
0,624	 15,85		 cascalho			 aço-	 de	
0,525	 13,33					 manganês	dragagem
0,441	 11,20					 pumps	
0,371	 9,423					 austenítico		
0,321	 7,925	 2,5			 Bombas 		
0,263	 6,68	 3		 Bombas revestidas	 de		
0,221	 5,613	 3,5		 de borracha, rotor	 ferro		 Bomba	
0,185	 4,699	 4		 fechado, partículas	 duro		 de areia	
0,156	 3,962	 5		 obrigatoriamente			 e 	
0,131	 3,327	 6		 redondas			 cascalho/	
0,110	 2,794	 7					 brita	
0,093	 2,362	 8		 Bombas 				
0,078	 1,981	 9	Areia	 revestidas				
0,065	 1,651	 10	 bastante	 de borracha, 			 Bomba	
0,055	 1,397	 12	 grossa	 impeller			 de areia		
0,046	 1,168	 14		 rotor fechado				
0,039	 0,991	 16	Areia					
0,0328	 0,833	 20	grossa					
0,0276	 0,701	 24						
0,0232	 0,589	 28		 Bombas de 			
0,0195	 0,495	 32	 Areia	 poliuretano 				
0,0164	 0,417	 35	 média	 & Bombas 				
0,0138	 0,351	 42		 revestidas 				
0,0116	 0,295	 48		 de 				
0,0097	 0,248	 60		 borracha, 			 Bomba	
0,0082	 0,204	 65	 Areia 	 rotor			 de polpa	
0,0069	 0,175	 80	fina	 aberto				
0,0058	 0,147	 100						
0,0049	 0,124	 115						
0,0041	 0,104	 150						
0,0035	 0,089	 170						
0,0029	 0,074	 200	 Lodo		 Bombas 		
0,0024	 0,061	 250			 de		
0,0021	 0,053	 270			 ferro		
0,0017	 0,043	 325			 duro			
0,0015	 0,038	 400						
	 0,025	 a500						
	 0,020	 a625						
	 0,010	a1250						
	 0,005	a2500						
	 0,001	a12500						
			 Argila de Barro
6-33 Proteção ao desgaste
Escolha do material de desgaste – Metais
Metal geralmente suporta mais abuso do que borracha e é a melhor
escolha para material grosseiro.
Os metais utilizados são, principalmente:
Ferro Alto Cromo
Ferro alto cromo de alta resistência com dureza nominal de 650 BHN.
PodeserutilizadoemcondiçõesdepHaté3,5(menorvaloradmissível).
É o material ‘standard’ para a maioria das séries/faixas de utilização
de bombas.
Aço manganês
Aço manganês com dureza de até 350 BHN. Usado principalmente em
aplicações de dragagem
Escolha do material de desgaste – Elastômeros
A borracha natural é, de longe, o principal elastômero utilizado no
Bombeamento de Polpa. É o mais custo-eficiente para sólidos finos.
Geralmente,dependendodesuaagudezaedensidade,partículascom
tamanho de até 5-8 mm podem ser bombeadas.
Aviso!
Sucata muito grande e partículas cortantes podem destruir as peças
de desgaste, especialmente o rotor
6-34Proteção ao desgaste
As famílias de elastômeros
Borrachas naturais
Borrachas sintéticas e poliuretano
As qualidades da borracha natural são:
Borracha natural 110	 Material de revestimento macio
Borracha natural 168	 Material de rotor de alta resistência
Borracha natural 134	 Materialderevestimentodealtodesempenho
Borracha natural 129	 Material de alto desempenho com 		
	 resistência mecânica extra
Estes materiais são fornecidos como materiais padrão com diferentes
séries de bombas.
Qualidade de borracha sintética:
A Metso oferece uma ampla série de outras borrachas sintéticas.
Estes materiais são utilizados principalmente quando não se pode
usar a borracha natural.
Os principais tipos de borracha sintética encontram-se na tabela
na página a seguir, a qual pode ser utilizada como guia geral para a
escolha do elastômero.
Existemmaistiposdepoliuretanodoquetiposdeaço.Ascomparações
entre os poliuretanos devem ser feitas com muito cuidado. A Metso
utiliza um poliuretano especial do tipo MDI.
Há poliuretano para a maioria das séries/faixas de utilização de
bombas e o material proporciona excelente resistência ao desgaste
para operações com partículas finas (<0,15 mm), mas é também
menos sensível à sucata muito grande (superdimensionada) do que a
borracha.Seumelhordesempenhoseevidencianodesgasteporbaixo
impacto angular e por deslizamento. O poliuretano é normalmente
usado em bombas de circuitos de flotação quando são utilizados óleo
ou reagentes de hidrocarboneto.
Para outras borrachas sintéticas, vide a tabela na página a seguir.
6-35 Proteção ao desgaste
Material		 Propriedades 	 Propriedades 	 Propriedades
	 	 físicas	 químicas	 térmicas
	 Max.	 Resistência	 Água 	 Ácidos	 Óleos, 		 Maior temp.
	 Velocidade	 ao	 quente,	 fortes e	 hidro-		 de serviço (o
C)
	 periférica do	 desgaste	 ácidos	 oxidantes	 carbo-		 Continuamente
	 Rotor (m/s)		 diluídos		 netos		 Ocasionalmente
Borrachas	 27	 Muito boa 	 Excellente	 Razoável	 Ruim	 (-50) to 65	 100naturais
Cloropreno 452	 27	 Boa	 Excellente	Razoável	 Boa		 90	 120
EPDM 016	 30	 Boa	 Excellente	 Boa	 Ruim		 100	 130
Borracha
	 30	 Razoável	Excellente	 Boa	 Ruim		 100	 130Butílica
Poliuretano	 30	 Muito boa 	 Razoável	 Ruim	 Boa		 (-15) 45-50	 65
Para dados exatos sobre resistência química consulte as tabelas na seção 19.
Revestimentos de cerâmica
Apesar da cerâmica ter alta resistência ao desgaste, temperatura e à
maioria dos produtos químicos, ela nunca foi realmente aceita como
um material padrão para o dia-a-dia do Bombeamento de Polpa.
Por ser tanto frágil quanto de fabricação cara.
Trabalho para o desenvolvimento de cerâmica continua na tentativa
de melhorar a sua aceitação.
6-36Proteção ao desgaste
7-37 Selagens
7. selagens
“Se os desenhos dos rotores e carcaças são essencialmente os mesmos para todas as nossas Bombas
de Polpa, definitivamente não se pode dizer o mesmo em relação às selagens para estes sistemas
hidráulicos!”
Parâmetros críticos para a escolha de selagens
Horizontal: Vazamento de polpa (sucção afogada), vazamento 		
	 de ar (sucção elevada), deflexão de eixo, e altura de 	
	sucção
			
Vertical: 	 Projetada sem selagens de eixo
	 	
Submersível: Vazamento de polpa, conexões elétricas
7-38Selagens
Selagens de eixo
“Onde o eixo penetra na carcaça, previne-se o vazamento (ar ou
polpa) através do uso de várias selagens de eixo”!
“A selagem do eixo é a função mais importante a realizar em
qualquer Bomba de Polpa.”
“A escolha da selagem correta para qualquer aplicação é essencial.”
Função básica da selagem de eixo
Afunçãobásicadeumaselagemdeeixoépuraesimplesmentetampar
o buraco na carcaça por onde passa o eixo, restringindo (quando não
impedindo) os vazamentos.
Tipo de vazamento
Na sucção afogada, o vazamento é geralmente de um líquido saindo
dabomba,poroutrolado,emelevaçãodasucção,tal‘vazamento’pode
ser de ar entrando na bomba.
Localização e tipos de selagens
As selagens se localizam num alojamento ou caixa de gaxetas. Três
desenhos básicos estão disponíveis:
•	 Selagem por Gaxetas (‘Soft Packed gland’)
•	 Selagem Mecânica (faces planas carregadas por mola)
•	 Selagem dinâmica
7-39 Selagens
Selagens com água
Para a maioria das Bombas de Polpa, o líquido usado para a selagem
é água limpa. Para proporcionar a melhor durabilidade possível de
selagem,aáguadeveráserdeboaqualidadesemquaisquerpartículas
sólidas.
Onde um pouco de diluição da polpa for aceitável, as selagens de
preenchimento por gaxetas são normalmente a primeira escolha,
com duas opções:
Tipo ‘full flow’, para o caso em que uma diluição da polpa não é um
problema.
Quantidades típicas de descarga para o tipo‘full flow’:
10-90 litros/min (dependendo do tamanho da bomba)
Tipo‘low flow’ quando a diluição é um problema menor.
Quantidades típicas de descarga para o low flow“baixo vazão”:
0,5- 10 litros/min (dependendo do tamanho da bomba).
Obs!
A opção de enchimento‘full flow’, quando aplicável, normalmente
proporcionaamaior‘vidaútildeselagem’paraasBombasdePolpa.
			 Vazão Pleno			 Baixo Vazão
		
Selagens mecânicas também são oferecidas, com e sem água. Se água
for utilizada (as configurações com gaxetas são mais econômicas e
de manutenção mais fácil), deve-se sempre considerar um caixa de
gaxetas, contanto que o vazamento externo seja aceitável.
Comrelaçãoàsselagensmetálicassemágua,videapáginaaseguir.
7-40Selagens
Selagens sem água
Paraproporcionarumaselagemconfiávelsemáguadedescarga(flush
water), utilizamos selagens centrífugas (expellers ou expelidores).
Selagens centrífugas
Um expeller utilizado em conjunto com um alojamento preenchido
com selagem (caixa de gaxetas) é descrito como uma selagem
centrífuga.
Apesardeseloscentrífugosexistiremhámuitosanos,sórecentemente
é que o desenho e a tecnologia de materiais avançaram a ponto de
permitir que uma grande parcela das Bombas de Polpa fornecidas
hoje em dia incluam um expeller.
O selo centrífugo só é eficaz quando a bomba está em operação.
Quando a bomba está parada (estacionária), uma selagem
convencional estática é proporcionada pela selagem do eixo, mas
utiliza menor número de anéis de gaxeta de enchimento do que num
alojamento (caixa de gaxetas) convencional.
Descrição – Expeller
O ‘expeller’ ou expelidor é, na verdade, um rotor secundário
posicionado atrás do rotor principal, alojado em sua própria câmara
de selagem, próximo à carcaça principal da bomba.
Funcionando em série com as vanes de expulsão da capa traseira
do rotor, o expeller evita que o liquido vaze para a caixa de gaxetas,
assegurando uma selagem seca.
“Essa selagem é conseguida porque a pressão total produzida pelas
vanes de expulsão e pelo rotor é maior do que a pressão produzida
pelas vanes principais do rotor, somada à altura manométrica da
sucção.”
A pressão da caixa de gaxetas, com um selo centrífugo, se reduz,
portanto, à pressão atmosférica
7-41 Selagens
Limitações do selo centrífugo
Todos os selos centrífugos são limitados em termos da altura
manométrica de entrada que eles conseguem vedar em relação à
altura manométrica de operação da bomba.
O limite de altura manométrica de entrada aceitável, no primeiro
caso, é determinado pela relação entre o diâmetro do expeller (selo
centrífugo) e o diâmetro do vane principal do rotor.
Variando conforme o seu desenho, a maioria dos expellers (selos
centrífugos) proporcionarão selagem contanto que a altura
manométrica de entrada não exceda 10% da altura manométrica
operacional de descarga para os rotores padrão. Cálculos exatos são
feitos por nosso software de dimensionamento PumpDim™.
Selo Dinâmico – sumário dos benefícios
“Não requer água de selagem”
“Não há diluição provocada por água de selagem”
“Menor manutenção de gaxetas”
“Sem vazamento nas gaxetas durante a operação”
Selos mecânicos
Selagens mecânicas terão que ser consideradas nos casos em que não
for possível o uso de selos dinâmicos (vide limitações acima).
As selagens mecânicas são selos de alta precisão, lubrificados e
refrigerados a água, que funcionam dentro de faixas de tolerância tais
que as partículas de polpa não conseguem penetrar nas superfícies
de selagem o que causaria sua destruição.
7-42Selagens
		
Os selos mecânicos são bastante sensíveis a deflexão do eixo e
vibrações.
Um arranjo de eixo e mancal (rolamento) rígido é crucial para que se
tenha êxito na operação.
Se o selo mecânico não estiver imerso num líquido, o atrito entre as
superfícies de selagem irá gerar calor, levando as faces a falharem em
questão de segundos. Isto também pode acontecer se os vanes de
descarga do rotor da bomba forem eficazes demais.
O maior senão, porém, é o custo que é bastante alto.
O trabalho de desenvolvimento em busca de selos mecânicos com
melhor custo efetivo e confiáveis é contínuo e esse tipo de selagem
é, a partir de hoje, também uma opção viável para bombas de polpa.
Selo mecânico - a única opção para bombas submersíveis!
Quando se trata da selagem dos rolamentos de um motor elétrico em
umabombasubmersível,nãoháalternativasenãoosselosmecânicos
(selagens mecânicas).
7-43 Selagens
Oconjuntodeselagemconsistededoisselosmecânicosindependentes,
funcionando em óleo.
No lado onde se encontra o rotor, as superfícies de selagem são de
carbeto de tungstênio contra carbeto de tungstênio e no lado onde
está o motor, carbono contra cerâmica.
Obs! Nestas bombas há também um pequeno disco expulsor fixado
ao eixo atrás do rotor para proteger os selos selos.
Isto não é um selo centrífugo conforme descrito acima para as
bombas horizontais!
Trata-se de uma espécie de defletor ou disco de proteção mecânica,
impedindo que as partículas da polpa danifiquem o selo mecânico
inferior.
Bombas de Polpa sem selagens - desenhos verticais
AsduasrazõesprincipaisparaodesenvolvimentodeBombasdePolpa
Verticais foram:
•	 Utilizar motores secos, protegidos de inundação
•	 Eliminar os problemas de selagem
7-44Selagens
8-45 Eixos e mancais
8. EIXOS E MANCAIS
Desenhos de transmissões
Bombas de Polpa Horizontais
Os rotores são apoiados num eixo que, por sua vez, é sustentado por
mancais antiatrito.
Os rolamentos são geralmente lubrificados a óleo ou graxa.
EmnossasBombasdePolpa,orotorésempremontadonaextremidade
terminal do eixo.
O acionamento do eixo é normalmente feito por correias e polias, ou
via um acoplamento flexível (com ou sem redutor).
Eixos de bombas e o fator SFF (Fator de Flexibilidade de Eixo)
Como os rotores das Bombas de Polpa estão sujeitos a cargas mais
altas do que as bombas de água limpa, é essencial que o eixo tenha
um desenho robusto.
O fator de flexibilidade de eixo (SFF - Shaft Flexibility Factor) relaciona
o diâmetro do eixo, no ponto do selo D (mm), como o comprimento
em balanço (desde o rolamento da via úmida até a linha central do
rotor) L (mm) e é definido como L3
/D4
.
Esta é uma medida da susceptibilidade do eixo a deflexão (o que é
crítico para selagem do eixo e a vida útil do rolamento).
Valores típicos de SFF para Bombas de Polpa Horizontais são de 0,2
a 0,75.
Valores típicos de SFF para líquidos limpos são de 1 a 5.
Obs!AdeflexãodeeixoocorretantonasBombasdePolpahorizontais
quantonasverticais,masquantomaislongoapartesuspensa,maior
a deflexão em relação à mesma carga radial!
8-46Eixos e mancais
Informações básicas sobre mancais
Vida útil-L10
A vida útil de um rolamento é calculada utilizando o método ISO 281.
AvidaquecalculamoséachamadavidaútilL10.Essevaloréonúmero
de horas em que é previsto que 10% dos rolamentos em uso sob
aquelas condições de operação sofrerão falha.
A vida útil média é de aproximadamente quatro vezes a vida útil L10
.
As Bombas de Polpa da Metso, em sua maioria, são dimensionadas
para uma vida L10
mínima de 40.000 horas, isto é, 160.000 horas de
vida média.
Éclaroqueosrolamentosirãofalharmuitomaisrapidamenteseforem
contaminados pela polpa.
Configurações de mancais
Cargas radiais
Em serviços como o preenchimento e pressurização de filtros-prensa,
onde são encontradas baixas taxas de vazão com grandes alturas
manométricas, as cargas radiais nos rotores são altas e, então,
conjuntos duplos de rolamentos de via úmida são utilizados para
proporcionar um vida útil L10
superior a 40.000 horas (isto é, 10% de
falha em 40.000 horas). Vide capítulo 12 para maiores detalhes sobre
cargas radiais.
Cargas axiais
Em serviços tais como bombeamento em série multi-estágio, onde
cadabombasegueimediatamentedepoisdeoutra(i.easbombasnão
são colocadas espaçadamente ao longo da linha), altas cargas axiais
são encontradas devido à grande altura manométrica de entrada no
segundo estágio e estágios subseqüentes. Para atender a exigência
de vida útil de rolamento mínima, podem ser necessários duplos
rolamentos no lado do acionamento. Vide capítulo 12 para maiores
detalhes sobre cargas axiais.
Mancais e arranjos
Numa Bomba de Polpa, temos tanto forças radiais quanto forças axiais
agindo sobre o eixo e os rolamentos.
A escolha de rolamentos segue duas linhas de raciocínio:
O primeiro arranjo ou conjunto com um rolamento na via úmida,
absorvendosomenteasforçasradiais,eumrolamentonaextremidade
propulsora, absorvendo tanto forças axiais quanto forças radiais.
O segundo arranjo, utilizando rolamentos de rolos cônicos (dos tipos
padrão,fabricadosemmassa)emambasasposições,absorvendotanto
as cargas axiais quanto radias em ambas as posições.
8-47 Eixos e mancais
Escolha de mancais
Na série de Bombas de Polpa, ambos os arranjos são utilizados,
variando conforme a série da bomba
Primeiro arranjo
Segundo arranjo
No desenho vertical onde o segmento em balanço é extremamente
longo, utiliza-se o primeiro arranjo de rolamentos.
8-48Eixos e mancais
9-49 Acionamentospara bombas de polpa
9. ACIONAMENTOS PARA BOMBAS DE POLPA
Existem dois desenhos básicos de acionamentos para Bombas de
Polpa:
1. Acionamentos indiretos utilizados nas bombas horizontais e
verticais, consistindo de motor (em vários arranjos de acionamento)
e de transmissão (correia em V ou redutor).
Este conceito permite a liberdade de escolher motores de baixo
custo (de 4 pólos) e componentes de acionamento conforme o
padrão industrial local. Tem-se também boa flexibilidade para alterar
o desempenho da bomba através de uma simples mudança de
velocidade.
2. Acionamentos Diretos são sempre utilizados em bombas
submersíveis e, onde casos em que a aplicação assim determinar,
também nas bombas horizontais e verticais.
Por este conceito de acionamento fazer com que ele seja parte
integral da bomba, isto causa problemas tanto para o fornecimento
de componentes quanto para a alteração do desempenho da bomba.
9-50Acionamentospara bombas de polpa
Acionamentos indiretos
Escolha de motores
De longe, o motor mais comum é o motor de indução tipo‘gaiola-de-
esquilo’que é econômico, confiável e produzido em todo o mundo.
Apráticanodimensionamentodemotoresdebombasédeestabelecer
um fator de segurança mínimo,
acima da potência absorvida calculada, de 15%.
Essamargemlevaemcontaincertezasnocálculodecargasdetrabalho
e modificações do tipo de trabalho posteriormente.
ComunidadespropulsorasdecorreiaemV,énormaloptarpormotores
de quatro pólos pois isto proporciona o arranjo/conjunto propulsor
mais econômico.
Arranjos de acionamentos/acionadores
Háváriosarranjos(disposições)deacionamentodisponíveisemrelação
a motores elétricos com propulsão a correia, isto é: superior, superior
reversa, e montagem lateral.
Comentários sobre arranjos de acionamento
Os arranjos mais comuns de unidades propulsoras são os de motores
com montagem lateral e superior. A montagem em posição sobre a
bombaégeralmenteamaiseconômicaeelevaomotor,distanciando-o
do piso e de derramamentos.
Se a bomba tiver desenho do tipo “back-pull out” e for montada
sobre uma base de manutenção deslizante a manutenção pode ser
significativamente simplificada.
Limitações em relação à montagem superior:
O tamanho do motor é limitado pelo tamanho da estrutura da bomba.
Se a montagem superior não puder ser utilizada, utilize motores de
montagem lateral (com trilhos deslizantes para o tensionamento da
correia).
9-51 Acionamentospara bombas de polpa
Transmissões por correia em V (V-belt) (acionamentos de velocidade fixa)
Os diâmetros dos rotores de Bombas de Polpa (de metal duro ou
elastômeros) não pode ser alterado com facilidade, portanto, para
se conseguir alterações no desempenho, é necessário uma mudança
na velocidade. Isso se faz, normalmente, com um propulsor a correia
em V. Alterando-se uma ou ambas as polias, pode-se fazer a“sintonia
fina” da bomba para alcançar o ponto de carga de trabalho, mesmo
quando as aplicações são alteradas.
Contanto que as correias estejam tensionadas corretamente, os
modernos acionamentos a correia emV são extremamente confiáveis,
com uma vida útil esperada de 40 000 horas e perda de potência de
menos de 2%.
A razão de velocidade máxima típica para os acionamentos a correia
em V é de 5:1, com motores de 1500 rpm, e 4:1 com motores de 1800
rpm.
Transmissões a correia em V - limitações
Quando a velocidade da bomba for baixa demais (bombeamento de
dragagem) ou quando a potência for alta demais, as correias em V
não são adequadas.
Nesses casos, é necessário o uso de redutores ou correias dentadas.
Os acionamentos a correia dentada estão se tornando cada vez mais
populares, proporcionando a flexibilidade dinâmica de um propulsor
a correia em V com tensão mais baixa.
9-52Acionamentospara bombas de polpa
Acionamentos de velocidade variável
Para certas aplicações (condições de vazão variáveis, longas linhas de
tubulação, etc.), devem ser utilizados acionamentos de velocidade
variável.
Com os acionamentos de velocidade variável, a vazão da bomba
centrífuga pode ser controlado com rigor fazendo a ligação da
velocidade com um medidor de vazão. Mudanças na concentração
ou no tamanho das partículas então têm efeito mínimo sobre a vazão.
Caso uma linha de tubulação comece a bloquear, a velocidade
aumentará para manter a velocidade de vazão constante e ajudar a
prevenir o bloqueio.
Acionamentoseletrônicosmodernos,particularmenteosacionamentos
de frequência variável oferecem muitas vantagens (podem ser
utilizados com motores padrão) e são largamente utilizados
Acionamentos de velocidade variável - limitações
Only price, which is considerable, prevents wider use!!
Acionamentos com“motor a combustão”
Em áreas remotas ou locais de construção ‘green field’ (construções
em áreas pioneiras) os equipamentos móveis temporários ou de
emergência são frequentemente acionados por motores industriais a
diesel. Fornecidos prontos para operarem montados sobre estruturas
basedebomba,umconjuntodebombaacionadaadieselproporciona
desempenho variável em relação à velocidade variável de motor.
9-53 Acionamentospara bombas de polpa
9-54Acionamentospara bombas de polpa
10-55 Desempenho hidráulico
10. DESEMPENHO HIDRÁULICO
Para realmente compreender o que é uma Bomba de Polpa e seu sistema, é essencial ter um
entendimentobásicodofuncionamentoedesempenhodestetipodebombaecomoelafuncionaem
conjunto com o sistema de tubulação da instalação.
O desempenho hidráulico de uma Bomba de Polpa depende de duas considerações hidráulicas
igualmente importantes:
I. 	 AscondiçõeshidráulicasdentrodaBombadePolpaedosistema
que ela está alimentando envolvem:
	 “o desempenho da Bomba de Polpa (altura manométrica de saída
e capacidade)”
	 “tubulação de descarga e sistema de polpa (perdas de carga)”
	 “efeitos da polpa sobre o desempenho da bomba”
II. 	 As condições hidráulicas no lado da sucção da bomba
envolvem:
	 “altura manométrica de sucção ou elevação - positiva ou negativa”
	 “pressão atmosférica (dependendo da altitude e do clima)”
	 ”tubulações de entrada (perdas de carga)”
	 ”temperatura da polpa (afetando a pressão de vapor da polpa)”
Para uma operação otimizada estas duas condições hidráulicas
precisam ser consideradas e são igualmente importantes!!
10-56Desempenho hidráulico
Curvas de bombeamento
O desempenho de uma Bomba de Polpa é normalmente ilustrado
através de curvas de desempenho com água limpa.
A curva básica para desempenho é a curva HQ (Head/Capacity), isto
é Altura manométrica por Capacidade, mostrando a relação entre
a altura manométrica de descarga de polpa e a capacidade (vazão
volumétrica) à velocidade constante do rotor.
Tipos de curvas H/Q para bombas
		 Comentários:
	 Curva ascendente para 	 Às vezes especificado (estável)	
	 fechamento de válvula 	
	
	 Curva descendente para 	 Às vezes inaceitável		
	 fechamento de válvula 	 (instável)
	
	 Curva íngreme 	 Às vezes desejável
	
	 Curva plana	 NamaioriadasBombasdePolpa
Capacidade
Capacidade
Capacidade
Capacidade
Altura
manométrica
Altura
manométrica
Altura
manométrica
Altura
manométrica
10-57 Desempenho hidráulico
Desempenho hidráulico – que curvas são necessárias?
Para uma completa descrição do desempenho de uma Bomba de
Polpa, precisamos das seguintes curvas:
1. Diferença de altura manométrica da bomba em função do vazão
(curva HQ)
2. Curva de eficiência em função do vazão
3. Potência (entrada) em função do vazão
4. Características de cavitação em função do vazão (NPSH - Net
Positive Suction Head)
Obs!
Todas as curvas para altura manométrica , potência e eficiência
somente são válidas se a altura manométrica da entrada da bomba
for suficiente. Se este não for o caso, o desempenho da bomba será
reduzido ou falhará. Leia sobre NPSH mais adiante.
Altura
manométrica
Capacidade
10-58Desempenho hidráulico
Curvas H/Q – as leis de afinidade das bombas
Para se conseguir descrever o desempenho de uma Bomba de Polpa
em várias velocidades ou diâmetros de rotor, precisamos traçar uma
série de curvas. Isso se faz utilizando as leis de afinidade das bombas.
As leis para diâmetro fixo de rotor:
Para uma mudança em velocidade, mantendo um diâmetro fixo de
rotor, as leis a seguir se aplicam onde:
H= altura manométrica Q= Capacidade 	 N= Velocidade 		
P= Potência
Com Q1, H1 & P1 a uma determinada velocidade N1 e Q2, H2 & P2, à
nova velocidade N2, são calculadas:
Q1/Q2 = N1/N2	 ou	 Q2 = Q1x N2/N1
H1/H2 = (N1/N2)2	
ou 	 H2 = H1x (N2/N1)2
P1/P2 = (N1/N2)3	
ou 	 P2 = P1(N2/N1)3
A eficiência permanece aproximadamente a mesma.
HQ Curva N
1
N
2
N1
N2
Q
Curva de potência
10-59 Desempenho hidráulico
As leis para velocidade fixa de rotor:
Para uma mudança no diâmetro do rotor, mantendo uma velocidade
fixa, as leis a seguir se aplicam onde:
H= altura manométrica Q= Capacidade D= Diâmetro 		
P= Potência
Com Q1, H1 & P1 num determinado diâmetro D1 e Q2, H2 & P2, no
novo diâmetro D2, são calculadas:
Q1/Q2 = D1/D2	 ou 	 Q2 = Q1x D2/D1
H1/H2 = (D1/D2)2
	 ou 	 H2 = H1(D2/D1)2
P1/P2 = (D1/D2)3	
ou 	 P2-= P1x(D2/D1)3
Efeitos da polpa no desempenho da bomba
Como dissemos antes, as curvas de desempenho de bombas se
baseiamemtestescomágualimpa.Portanto,correçõessãonecessárias
quando se trata do bombeamento de polpas.
Uma determinada polpa terá que ser tratada ou como ‘polpa que
sedimenta’ou‘polpa que não sedimenta’(viscosa).
Geralmente,ascomtamanhodepartícula<50micrasãotratadascomo
‘polpa que não se sedimenta’(viscosas).
HQ Curva D
1
D
2
D1
D2
Q
Curva de potência
10-60Desempenho hidráulico
Desempenho de bombas com polpas que sedimentam
Para polpas que se sedimentam e cálculos manuais, a correlação
estabelecida por Cave é o método mais comum de se levar em conta
os efeitos de sólidos sobre o desempenho de uma bomba.
Métodos posteriores, como o método da Metso Minerals, que incluem
o efeito do tamanho da bomba são utilizados quando softwares de
dimensionamento, como o PumpDim, são utilizados.
Estes métodos são mais precisos e o método Cave frequentemente se
mostra conservador demais.
Isto proporciona um fator de mudança de regras no fator HR/
ER derivado do tamanho de partícula sólida (d50
), densidade e
concentraçãomédias.HR(HeadRatio),arelaçãodealturamanométrica
é igual ao ER (Efficiency Ratio), a relação de eficiência
Altura da polpa /HR = altura manométrica de curva d’água.
Eficiência da polpa = Eficiência em água x ER.
A altura manométrica em água (e a vazão) são utilizadas para
determinar a velocidade da bomba e a eficiência em água. A altura
manométrica em polpa e a eficiência em polpa são utilizadas para o
cálculo de potência.
	 	
Classificação do desempenho conhecido em água para trabalhos com
polpaemtermosdediferencialdealturamanométricaeeficiência.HR/
ER - Head and Efficiency Ratio (Relação Altura Manométrica/Eficiência.
CONCENTRAÇÃO
DESÓLIDOS
(%
de
m
assa)
DIÂMETRO MÉDIO DA PARTÍCULa (d50), /mm
DENSIDADERELATIVADOSSÓLIDOS
10-61 Desempenho hidráulico
Desempenho de bombas com polpas que não sedimentam (polpas
viscosas)
Parapolpasviscosas,odesempenhodabombaéclassificadodeacordo
com as normas do American Hydraulics Institute.
Estes gráficos usam a viscosidade verdadeira para classificar a bomba,
não a viscosidade aparente. Vide da página 11:87 em diante para
informaçõessobreadiferençaentreviscosidadeverdadeiraeaparente.
Deve-se notar que a classificação de Altura Manométrica, Eficiência
e Vazão é calculada a partir do B.E.P. (Ponto de Melhor Eficiência) da
bomba classificada e não a partir do ponto de trabalho.
Para Bombas de Polpa estes fatores de reclassificação podem ser
consideradas como bastante conservadores pois todo o trabalho de
desenvolvimento realizado pelo American Hydraulics
Institute foi feito em relação a bombas de processamento com rotores
estreitos.
AsBombasdePolpatradicionalmenteutilizamrotoresbastantelargos
e são, portanto, menos afetadas.
Curva típica para polpas que não sedimentam
Altura
manométrica
Q/H
Capacidade
Eficiência
Potência
Viscosa
Viscosa
Viscosa
Água
Água
10-62Desempenho hidráulico
Capacidade em 100 USGPM (ao Ponto de melhor Eficiência - B.E.P.)
Fig. 63 TABELA DE CORREÇÃO DE DESEMPENHO
Tabela de correção para líquidos viscosos
TABELA DE CORREÇÃO DE DESEMPENHO
FATORESDECORREÇÃO
CAPACIDADEEEFICIÊNCIAALTURAMANOMÉTRICAALTURAMANOMÉTRICAEMPÉS(PRIMEIROESTÁGIO)
10-63 Desempenho hidráulico
Altura manométrica e pressão
Éimportanteentenderadiferençaentre“alturamanométrica”(“head”)e“pressão”quandosetratado
desempenhodeumaBombadePolpa.“Bombascentrífugasgeramalturamanométricanãopressão!!”
Exemplo
Para uma bomba produzindo 51,0 m ((167 pés) de altura manométrica
de água, a pressão de manômetro seria de 5,0 bar (72,5 psi).
Em polpa pesada com S.G. (Peso Específico) de 1,5, a altura de 51,0 m
(167 pés) apresentaria uma pressão de manômetro de 7,5 bar (108.8
psi).
Em trabalho com óleo combustível leve de S.G (Peso Específico) 0,75,
a altura de 51,0 m (167 ft) apresentaria uma pressão de manômetro
de 3,75 bar (54,4 psi).
Obs! Para a mesma altura manométrica, a leitura de manômetro e a
potência de bomba requerida irão variar conforme o S.G. (Specific
Gravity : Peso Específico).
O problema em medir a altura manométrica com um manômetro
Mesmo que o manômetro esteja marcado para indicar metros, o que
ele realmente mede é pressão.
Se o seu S.G. (Peso Específico) estiver mudando, qual é a altura
manométrica de sua bomba ??
Água Polpa
Água
Polpa
Óleo
Combustível
Óleo
Combustível
10-64Desempenho hidráulico
Condições hidráulicas no lado da sucção
Net Positive Suction Head (NPSH) ou‘Altura Líquida de Sucção Positiva’
To ensure that a Slurry Pump performs satisfactorily, the liquid must
at all times be above the vapour pressure inside the pump.
Para assegurar que uma Bomba de Polpa trabalhe de maneira
satisfatória, o líquido deve estar sempre acima da pressão de vapor
dentro da bomba.
Isso se consegue estabelecendo uma pressão suficiente do lado de
sucção da bomba.
Esta pressão necessária é chamada de:
“NetPositiveSuctionHead”,conhecidacomoNPSH*(‘AlturaLíquida
de Sucção Positiva’).
Se pressão de entrada estiver, por qualquer motivo, baixa demais,
a pressão na entrada da bomba cairia até atingir a menor pressão
possível do líquido sendo bombeado: a pressão de vapor.
*O termo NPSH é um padrão de nomenclatura internacional e é
adotado na maioria dos idiomas
Pressão de vapor e cavitação
When the local pressure drops to the liquid vapour pressure, vapour
bubbles start to form. These bubbles are carried by the liquid to
locationswithhigherpressure,wheretheycollapse(implode)creating
extremely high local pressures (up to 10,000 bar), which can erode the
pump surfaces.
Estasminiexplosõessãochamadasdecavitação;videtambémpágina
10:65
10-65 Desempenho hidráulico
			
A cavitação não é, como às vezes se afirma, gerada por ar dentro do
líquido.
Trata-se da fervura do líquido à temperatura ambiente devido à
redução de pressão. Ao nível do mar, a pressão atmosférica é de 1
bar e a água ferve a 100º C. A uma altitude de 2.000 metros, a pressão
atmosférica cai para 0,72 bar e a água ferve a 92º C. Vide também a
tabela na página 10-66 e o diagrama na página 10-67.
Um importante efeito causado pela cavitação é uma queda marcante
na eficiência da bomba causada por uma queda na capacidade e na
altura manométrica da bomba. Podem ocorrer também vibrações e
danos mecânicos.
A cavitação é uma questão importante principalmente quando:
• 	 O local de trabalho fica a altitude elevada
• 	 Quando se opera em elevação por sucção (suction lift). Vide 		
	 também página 10:69
• 	 Quando são bombeados líquidos a alta temperatura
NPSH baixo demais causará cavitação !!
É importante checar o NPSH tanto no procedimento para o
dimensionamento quanto no início de operação.
Como se calcula o NPSH?
Como sabemos qual NPSH (altura manométrica de sucção) estamos
procurando?
Para todas as bombas, existe sempre um valor obrigatório (requerido)
de NPSH conhecido NPSHR. Este valor não é calculado; ele é uma
propriedade daquela bomba.
Em todas as curvas traçadas para as bombas, este valor requerido de
NPSH é apresentado para várias vazões e velocidades.
OsistemaemquestãodevenosforneceroNPSHdisponível,conhecido
como NPSHA (Available).
10-66Desempenho hidráulico
			
Agora precisamos checar o valor disponível de NPSH (o NPSHA) do
lado de sucção da bomba.
Obs! O valor de NPSHA (o NPSH disponível) sempre terá que ser
maior do que o valor de NPSHR (o NPSH requerido)!
NPSH – cálculos
Temos que resumir todas as alturas manométricas e deduzir todas
as perdas no sistema de tubulação do lado da entrada/admissão da
bomba.
Alguns números úteis:
A pressão atmosférica na altura manométrica em água (metros)
necessária para gerar uma pressão de 1 ATM nas diferentes altitudes
(metros Acima do Nível do Mar = mANM)
mANM	H2
O Altura Manométrica (m)
0		 10,3
1 000	 9,2
2 000	 8,1
3 000	 7,1
10-67 Desempenho hidráulico
					
Curva representando a pressão de vapor para a água a diferentes
temperaturas (ºC).
Fórmula para o cálculo de NPSHA
NPSHA = pressão ATM em m água + (-) Head (altura manométrica)
– perdas do sistema – pressão de
Exemplo:	
Instalação de uma Bomba de Polpa tipo Metso HM 150 a grande
altitude, e.g. Chuquicamata, Chile.
Carga de Trabalho: 		 65 m de altura manométrica a
				440 m3/hora
Localização da Planta: 	 2.800 m acima do nível do mar resulta 	
				 em pressão atm de 7,3 m
Localização do
ponto de alimentação: 	 elevação de 2,0 m (2,0 m abaixo do 	
				 bocal de entrada da bomba)
Perda de carga na tubulação
de entrada: 			 0,5 m
Temp. média de operação: 	 22 ºC, resultando em pressão de 		
				 vapor de 0,3 m
NPSHA é 7,3 - 2,0- 0,5- 0,3 = 4,5 m
ONPSHRdeacordocomacurvadedesempenhodabombaéde6,0m
O NPSHA (disponível) é 1,5 m baixo demais !!
A mesma instalação no norte da Europa ao nível do mar teria dado
um valor de NPSHA (disponível) de 7,5 m.
NPSHA está OK!
20 40 60 80 100
10
8
6
4
2
VapourPressure
(m)
Temperature (C )
oTemperatura (ºC)
PressãodeVapor
10-68Desempenho hidráulico
Cavitação – resumo
Se o NPSHA (disponível) for menor do que o NPSHR (requerido) o
líquido irá se vaporizar no olho do rotor.
Se a cavitação aumentar, as quantidades de bolhas de vapor irão
restringirseveramenteaáreadevazãotransversaldisponívelepoderá,
de fato, causar bloqueio por vapor da bomba, desta forma impedindo
o líquido de passar pelo rotor.
Quando as bolhas de vapor se deslocam do rotor para uma região de
maior pressão, elas entram em colapso com tanta força que poderá
ocorrer dano mecânico.
Acavitaçãobrandapoderácausarumpoucomaisdoqueumaredução
de eficiência e desgaste moderado. A cavitação severa causará ruído
excessivo, vibração e dano.
Obs!AsBombasdePolpasofremmenosdanosporcavitação,devido
à sua concepção pesada, largas aberturas de passagem hidráulica
e o material utilizado em sua construção, quando comparadas com
bombas de processamento.
10-69 Desempenho hidráulico
Bombas que operam com sucção em elevação
Quando calculamos a carga de trabalho da bomba em “região alta
na Cordilheira dos Andes”(na pagina 10:67 acima), a sucção era fator
crítico.
Normalmente, a Bomba de Polpa padrão irá operar de maneira
satisfatória em aplicações de elevação por sucção, porém somente
dentro dos limites do projeto da bomba, o que significa que
“O NPSHR (requerido) é menor do que o NPSHA (disponível)!”
A elevação máxima por sucção é calculada facilmente para cada
aplicação utilizando a fórmula a seguir:
Elevação Máx. por sucção = pressão atmosférica - NPSHR - pressão
de vapor.
Preparação de Bombas de Polpa
		
Em qualquer bomba centrífuga, precisamos substituir o ar existente
do lado molhado por líquido!
Isso pode ser feito manualmente, mas estas aplicações costumam
ocorreremambientesindustriaisondeprecisamosdeumequipamento
automatizado.
.
10-70Desempenho hidráulico
Bomba auto-escorvante
Uma maneira de se fazer o priming ou preparação automática é
utilizando um sistema auto-escorvante assistido a vácuo.
O sistema requer o acréscimo dos seguintes componentes básicos à
Bomba de Polpa:
1.Bombadevácuoacionadacontinuamenteapartirdoeixoprincipal,
retirando o ar da carcaça da bomba.
2. Tanque de ‘Priming’ / Preparação, fixado a parafuso do lado de
sucção da bomba, regulando o nível de água e protegendo a bomba
de vácuo contra a entrada de líquido.
3. Descarga, válvula anti-retorno, instalada no bocal de saída/
descarga da bomba, isolando a linha de saída durante o ‘priming’
(enquanto se realiza o‘priming’).
1
2
3
10-71 Desempenho hidráulico
Bombeamento de espuma
O bombeamento de espuma (proveniente de flotação ou outros
processos) é uma área problemática clássica no Bombeamento de
Polpas.
Como a espuma afeta o desempenho hidráulico?
Num sistema de bomba horizontal, o problema ocorre quando polpa
espumosa entra em contato com o rotor que está girando.
Nesta situação, a espuma começa a girar dentro do canal de entrada
da bomba.
		
A força centrífuga ocasiona uma separação entre o líquido e o ar,
arremessandoolíquidoparaforaefazendooarseacumularnocentro.
O ar aprisionado bloqueia o caminho da polpa para dentro da bomba,
causando a diminuição do desempenho hidráulico da bomba.
O nível de líquido no poço começa agora a subir, a pressão de entrada
aumenta, comprimindo o ar aprisionado até que a polpa chega aos
vanes do rotor novamente.
10-72Desempenho hidráulico
Agora o bombeamento é retomado e o ar aprisionado é ‘varrido’
embora.
No entanto, um novo ‘travamento por ar’ (eclusa de ar) começa a se
formar e a mudança em desempenho se repete, e continuará a se
repetir.
O resultado disso é um desempenho oscilante.
						
Dimensionamento para espuma nas bombas horizontais
Se Bombas Horizontais forem a única alternativa, as regras a seguir
devem ser aplicadas para conseguir um melhor desempenho
hidráulico.
Superdimensione a bomba!
–	 Uma entrada grande permite que mais ar escape
–	 Um bocal maior de entrada de bomba é mais difícil de obstruir
O estrangulamento da bomba deve ser evitado!
–	 O tubo de entrada deve ser ao menos do mesmo tamanho que o 	
	 tubo de a saída
A altura do poço deve ser aumentada!
–	 Para ser eficaz, o poço deverá ter uma altura de 6-10 m
6-10 m
10-73 Desempenho hidráulico
Bombas de Polpa Verticais - a escolha ótima para bombeamento de
espuma
Asbombasdepolpaverticaisforamoriginalmentedesenvolvidaspara
vazãos de polpa oscilantes e.... bombeamento de espuma.
As duas Bombas de Polpa verticais, do tipo VT e VS (abaixo), podem
igualmente ser utilizadas para o bombeamento de espuma.
A Bomba de Polpa VT (abaixo) consiste de uma bomba e um tanque
de bomba integrados em uma única unidade. A carcaça da bomba
se localiza debaixo do tanque e se conecta ao tanque através de
um furo no fundo do tanque.O ar, concentrado no centro do rotor, é
simplesmente liberado para cima ao longo do eixo.
			
A Bomba de PolpaVS (abaixo) possui entrada de alimentação através
do fundo da carcaça. O rotor tem vanes de operação do lado inferior
e pequenas vanes de selagem do lado superior.
No projeto básico da bomba VS, a carcaça tem dois furos aspersores.
Através desses furos, a carcaça é continuamente desaerada.
10-74Desempenho hidráulico
A Bomba VF – projetada para o bombeamento de espuma
A bombaVF (bomba vertical de espuma) é projetada especificamente
para o bombeamento de espuma
Critérios de projeto
• O eixo da bomba se localiza no centro do tanque.
• O tanque é cônico e coberto.
• O tanque tem uma entrada de alimentação tangencial.
Função
O alimentador tangencial proporciona uma forte ação de vórtice no
tanque cônico, semelhante à função de um hidrociclone.
As forças de cisalhamento e centrífuga neste vórtice rompem (ou
destroem) a ligação entre as bolhas de ar e os sólidos e separa o ar
livre da polpa.
Oarlivreéliberadoparacimaaolongodoeixocentral,proporcionando
desempenho livre de bloqueio..
Otanquecobertocomseulocalizadordevórticepatenteadoaumenta
o desempenho e reduz derramamento.
Vantagens
Aumento de capacidade através do sistema da bomba.
Reduz o derramamento em redor da bomba a altas cargas.
10-75 Desempenho hidráulico
10-76Desempenho hidráulico
11-77 Sistemas de bombas de polpa
11. SISTEMAS DE BOMBAS DE POLPA
Geral
Tendo examinado o lado de sucção (entrada) da Bomba de Polpa, precisamos agora examinar mais
atentamenteoladodesaída,ondeteremosqueconsiderarasperdashidráulicasnosistemadepolpa
Tendo examinado o lado de sucção (entrada) da Bomba de Polpa,
precisamos agora examinar mais atentamente o lado de saída, onde
teremos que considerar as perdas hidráulicas no sistema de polpa.
Montada num sistema de tubulações, uma Bomba de Polpa precisa
ser classificada (graduada) tanto para a altura manométrica estática,
qualquer pressão de entrega e em relação a todas as perdas de carga
para poder fornecer a vazão requerida.
O ponto de operação será onde a curva de desempenho da bomba
cruza com a curva de altura manométrica do sistema.
Obs!
Nunca superestime a resistência do sistema. Se superestimada, a
Bomba de Polpa irá:
•	 Dar um vazão maior do que o necessário
•	 Absorver maior potência do que esperado
•	 Correr o risco de sobrecarregar o motor (e nos piores casos,
sofrerá dano)
•	 Cavitar em condições de sucção fraca (pobre)
•	 Sofrer desgaste maior do que esperado
•	 Sofrer de problemas com a gaxeta
Sempre utilize a melhor estimativa de altura manométrica do sistema.
Acrescente margens de segurança à potência calculada somente.
Ponto de
operação
Curva de altura
manométrica do
sistema.
Altura
manométrica
Vazão
Curvas de
bombeamento
Altura
manométrica
estática
Altura
manométrica
perdas de
carga
11-78Sistemas de bombas de polpa
Informações básicas sobre sistemas de tubulações
O Sistema de Tubulação
A altura manométrica total de um líquido é a soma entre a altura
manométrica estática (energia gravitacional), altura manométrica
de pressão (energia de esforço) e altura manométrica de velocidade
(energiacinética).Aalturamanométrica(energia)queabombaprecisa
fornecer ao líquido para estabelecer a vazão (vazão) requerida é a
diferença entre a altura manométrica total no flange de descarga e a
altura manométrica total na sucção.
Como não conhecemos as condições nos flanges da bomba, temos
que escolher um ponto em cada lado da bomba, nos quais sabemos,
e então considerar perdas devido aos segmentos de tubulação
entre estes pontos conhecidos e os flanges, para determinar a altura
manométrica total no local dos flanges.
No diagrama acima, a altura manométrica total é conhecida na
superfície do líquido no tanque de alimentação (Ponto 1) e na saída
do tubo de descarga (Ponto 2).
No ponto 1 	 Altura manométrica Estática	 = 	H1
	 Altura manométrica de Pressão	 = 	0 (pressão atmosférica)
	 Altura manométrica de 	 = 	0 (praticamente
	 Velocidade			 nenhuma velocidade)
Portanto	 Altura Manométrica da	 = 	H1
– perdas do 	
	 Entrada da Bomba 		 tubo de entrada 	
No ponto 2 	 Altura manométrica Estática	 = H2
	 Altura manométrica de Pressão	= 0 (pressão atmosférica)
	 Altura manométrica de Velocidade	 = V2
2
/ 2g
	 Onde V2	
= Velocidade de Vazão no Ponto 2 em m/s
	 g	 = Constante gravitacional 	 = 	9.81 m/s2
Portanto 	 Altura Manométrica da 		 = 	H2
+ V2
2
/ 2g + perdas
	 Saída da Bomba 			 do tubo de saída
	 Pump differential head (PHD) = Outlet head – inlet head
PDH = (H2
+ V2
2
/ 2g + perdas do tubo de saída) – (H1
– perdas do
tubo de entrada) na prática, a altura manométrica de velocidade é
pequena (3,0 m/s dá uma altura manométrica de velocidade de 0,46
m), e portanto frequentemente é desprezada.
Então 	 PHD = H2
– H1
perdas de saída + perdas de entrada
11-79 Sistemas de bombas de polpa
Perdas de carga
Tubulações retas
Semelhanteaumaquedadevoltagemnumcabodeenergia,háperdas
de carga num sistema de tubulações.
As perdas de carga em encanamento retilíneo variam conforme o:
• 	 Diâmetro
•	 Comprimento
• 	 Material (rugosidade)
• 	 Vazão (velocidade)
A perda de carga pode ser:
1. 	Consultada numa tabela,
2. 	Extraída a partir de um Diagrama de Moody, ou
3. 	Calculada a partir de uma fórmula semi-empírica, como a 		
	 Fórmula Hazen-Williams.
Se não for utilizado software para cálculo de perdas, como o
PumpDim™ paraWindows™ da Metso, então recomendamos que
você utilize o diagrama na página a seguir.
Perdas de carga
Conexões		
Quando um sistema inclui válvulas e conexões, é necessário prever
um valor adicional relativo ao atrito.
O método mais comum para o cálculo de perda de carga devido
a conexões é chamado de método do Comprimento de tubo
Equivalente. Este método pode ser utilizado para líquidos que não
água, i.e. fluídos viscosos e não-Newtonianos. A conexão é tratada
como um determinado comprimento de tubo reto que acarretaria
resistência equivalente á vazão. Vide tabela na página 11-80
TEL – Comprimento Equivalente Total
TEL = Comprimento em tubo reto + comprimento equivalente de
todas as conexões aplicadas na tubulação.
11-80Sistemas de bombas de polpa
40
30
20
10
1.0	 1.1	1.2	1.3	1.4	 1.5	1.6	 1.7	 1.8	
Velocidades e perdas de carga para água limpa em
tubulações de aço liso– Tabela de cálculo
Bombeamento de polpas
Quando se calcula perdas de carga em tubulações
numa polpa (i.e. uma suspensão de partículas
sólidas em água) é aconselhável prever um certo
aumento nessas perdas comparado às perdas
em relação a água limpa. Em se tratando de
concentrações de até 15% por volume, podemos
presumir que a suspensão se comportará como a
água. Para concentrações maiores, as perdas de
carga deverão ser corrigidas por um fator obtido
do diagrama abaixo:
Perdas de carga são baseadas na fórmula
Hazen-Williams com C = 140.
Exemplo indicado pela linha
pontilhada: 2000 l/min. (530
USGPM) em tubo com 150 mm
diâmetrodávelocidadede1,9m/
seg (6,2 FPS - pés por seg.) perda
de carga de 2,2%..
Vazão L/min
Velocidadenatubulação
Perdasdecarga,metros/100metrosdetubo
Valores calculados devem ser utilizados somente para estimativas grosseiras.
11-81 Sistemas de bombas de polpa
VÁLVULAS, CONEXÕES, PERDAS DE ALTURA MANOMÉTRICA
ResistênciaaproximadadeVálvulaseConexõesusadasfrequentemente
em tubulações de polpas.
					
									
	
	 R>3xN.B.	R=2xN.B.						
Taman-	 Curva de	 Curva de			 R>10xN.B.	 Váluva de	 Váluva de	 Valvuva
ho de	 Raio/Longo/	Raio Curto/			 Mangueira de	 dia- 	 passagem	 de
tuba N.B	 Grande	 Pequeno	 Cotovelo	 Té	 borracha	 fragma	 plena	 retenção
						
25	 0,52	 0,70	0,82	 1,77	 0,30	 2,60	 -	 0,37
32	 0,73	 0,91	1,13	 2,40	 0,40	 3,30	 -	 0,49
38	 0,85	 1,09	1,31	 2,70	 0,49	 3,50	1,19	 0,58
50	 1,07	 1,40	1,67	 3,40	 0,55	 3,70	1,43	 0,73
63	 1,28	 1,65	1,98	 4,30	 0,70	 4,60	1,52	 0,85
75	 1,55	 2,10	2,50	 5,20	 0,85	 4,90	1,92	 1,03
88	 1,83	 2,40	2,90	 5,80	 1,01	 -	 -	 1,22
100	 2,10	 2,80	3,40	 6,70	 1,16	 7,60	2,20	 1,40
113	 2,40	 3,10	3,70	 7,30	 1,28	 -	 -	 1,58
125	 2,70	 3,70	4,30	 8,20	 1,43	 13,10	3,00	 1,77
150	 3,40	 4,30	4,90	10,10	 1,55	 18,30	3,10	 2,10
200	 4,30	 5,50	6,40	13,10	 2,40	 19,80	7,90	 2,70
250	 5,20	 6,70	 7,90	 17,10	 3,00	 21,00	10,70	 3,50
300	 6,10	 7,90	 9,80	 20,00	 3,40	 29,00	15,80	 4,10
350	 7,00	 9,50	11,00	 23,00	 4,30	 29,00	 -	 4,90
400	 8,20	 10,70	13,00	 27,00	 4,90	 -	 -	 5,50
450	 9,10	 12,00	14,00	 30,00	 5,50	 -	 -	 6,20
500	 10,30	 13,00	16,00	 33,00	 6,10	 -	 -	 7,30	
Comprimento em metros de tubo reto dando resistência equivalente á vazão.
11-82Sistemas de bombas de polpa
Efeitos da polpa sobre as perdas de carga
No que diz respeito ao desempenho da bomba, as perdas de carga
também são afetadas pelas polpas já que elas se comportam
diferentemente de água limpa. A polpa tem que ser tratada como
polpa com tendência à sedimentação ou polpa que não se sedimenta
(viscosa).
Geralmente, as polpas com tamanho de partícula < 50 micra são
tratadas como polpas que não se sedimentam.
Perdas de carga em polpas sedimentadoras
A avaliação de perdas de carga nas polpas que se sedimentam é
muito complexa, e é melhor efetuada através do uso de software de
computador como o PumpDim™ for Windows™ da Metso
Entretanto, para segmentos curtos de tubulação a velocidades mais
altas, a perda de altura manométrica pode ser considerada como igual
às perdas com água. Para estimativas aproximadas, pode-se utilizar o
fator de correção no final da página 11:83.
A baixas velocidades é difícil prever a perda de altura manométrica,
e existe o risco rela dos sólidos se sedimentarem e bloquearem a
tubulação.
O nomograma de velocidade mínima na página a seguir fornecerá
uma velocidade mínima segura.
Perda de altura manométrica
Sólidos & Água
Leito Deslizante/
Leito Estacionário
Água
“Saltation”(Suspenso
dentro da polpa)
Heterogêneo Homogêneo
Velocidade do fluxo
11-83 Sistemas de bombas de polpa
Tabela Manométrica de velocidade mínima. (Adaptada de Wilson, 1976).
Exemplo: 	 Pipe diâmetro 250 mm = 0,250 m
	 Tamanho da partícula = 0,5 mm (Pior caso)
	 S. G. partícula = 3,8 kg/dm3
	 Velocidade mínima = 4,5 m/s
Perdas de carga, polpas não sedimentadoras
As avaliações de perdas de carga nas polpas não sedimentadoras são
melhor efetuadas com o auxílio de software de computador.
Entretanto,háváriosmétodosparafazeravaliaçõesmanualmente,mas
estes métodos podem se revelar difíceis de aplicar devido a todas as
variáveis envolvidas. Seja qual for o método, uma completa reologia
da solução viscosa é necessária para uma avaliação precisa.
Suposições podem ser feitas, mas estas podem se revelar muito
imprecisas.
Resumo:
Émuitoimportantequetodasasperdasnumsistemadebombeamento
depolpasejamcalculadasdamelhormaneirapossível,permitindoque
a bomba equilibre a resistência total do sistema, opere no ponto de
trabalho correto, proporcionando altura manométrica e capacidade
corretas!
Utilize o software de computador PumpDim™ for Windows™.
0.1
.11
.12
.13
.14
.15
.16
.17
.18
.19
.20
.25
.30
.40
0.5
10
15
30
20
10
5
4
3
2
1.0
.50
.40
.30
.20
.15
10
8.0
7.0
6.0
5.0
4.0
3.5
3.0
2.5
2.0
1.9
1.8
1.7
1.6
1.5
1.4
1.3
1.2
1.0
1.1
10
8.0
7.0
6.0
5.0
4.0
3.5
3.0
2.5
2.0
1.9
1.8
1.7
1.6
1.5
1.4
1.3
1.2
1.0
1.1
10
8.0
7.0
6.0
5.0
4.0
3.02.8
2.65
2.2
1.9
1.8
1.7
1.6
1.5
1.4
1.3
1.2
1.1
2.4
2.0
RELATIVE
DENSITY
Sg
PIPEDIAMETERD(m)
PARTICLE
DIAMETER
d(mm)
FOR
GRAINS
WITH
Sg=2.65
VELOCITYATLIMITOFSTATIONARYDEPOSITVsm(m/s)FORGRAINSWITHSg=2.65
Vsm(m/s)FORGRAINSWITHSg=2.65
DIÂMETROPIPED(m)
DIÂMETRODAPARTÍCULAd(mm)
PARAGRÃOSCOM
Sg=2.65
DENSIDADE
RELATIVA Sg
Vsm(m/s)PARAGRÃOSCOMsG=2.65
LIMITEDEVELOCIDADENOESTACIONAMENTODODEPÓSITOVsm(m/s)PARAGRÃOSCOMSg=2.65
11-84Sistemas de bombas de polpa
Arranjos de poço
Abaixo você encontrará algumas diretrizes úteis para o desenho dos
poços reservatórios de bombas para polpas:
Poço de bomba horizontal
	
1. 	 O fundo do reservatório deverá formar um ângulo de pelo menos
45º em relação ao tubo de entrada. A existência de partículas de
rápida sedimentação poderá exigir um ângulo de até 60º.
2. 	O bocal de alimentação do reservatório deverá estar abaixo da
superfície líquida para evitar o arrastamento de ar no vazão. Isto é
especialmente importante quando se trata de polpas espumosas.
3. 	 Ovolumedoreservatóriodeveráseromenorpossível.Oparâmetro
paradeterminaroseutamanhoéotempoderetençãodapolpa;até
o mínimo de 15 segundos para partículas grossas, e até o máximo
de 2 minutos para partículas finas.
4. 	 Aligação(tubodeligação)doreservatório com a Bomba de Polpa
deverá ser a mais curta possível. Como regra básica, deverá ter o
comprimento equivalente a 5 (cinco) vezes o diâmetro do tubo e
ter a mesma bitola da entrada da bomba. Segmentos de tubo com
comprimento superior a 10 vezes o diâmetro do tubo devem ser
evitados.
Os itens a seguir devem ser incluídos na ligação do reservatório:
5. 	 Ligação de dreno/drenagem no tubo de entrada. Recomenda-se
possuir um canal no piso (6) debaixo do dreno para recuperação
de polpa.
7. 	 Conexão de entrada flexível que é reforçada desde a vácuo pode
ser criada.
8. 	 Válvula de corte (fechamento)“Full bore”(calibre total)
	 Reservatórios separados são preferíveis para as instalações de
bombas ‘standby’ (bombas reserva). Isso evitará a ocorrência de
sedimentação no reservatório da bomba reserva‘standby’quando
esta não estiver em uso.
11-85 Sistemas de bombas de polpa
Poços (sumps) de piso
Volume de poço o menor possível (para evitar sedimentação).
Profundidade de poço a partir da entrada da bomba (B) deverá ser de
duas vezes o diâmetro do bocal de entrada da bomba (A).
Fundo do poço (secção plana C) deverá ser de 4-5 vezes o diâmetro
do bocal de entrada da bomba (A). 45º graus em relação às paredes
do reservatório.
Profundidadedopoço - (D) deve ser escolhida considerando o tempo
de retenção necessário e o comprimento da estrutura inferior da
bomba padrão compatível com essa profundidade.
D
11-86Sistemas de bombas de polpa
Instalações de várias bombas
Há dois casos em que necessitamos de instalação múltipla de Bombas
de Polpa
“Quandoaalturamanométricaforgrandedemaisparaumaúnica
bomba”
“Quando a vazão for grande demais para uma única bomba”
Bombas em série
Quando não se consegue alcançar a altura manométrica necessária
com uma única bomba, duas (ou mais) bombas podem sem operadas
em série.
				
Para duas bombas em série, a descarga proveniente do primeiro
estágio é conectada diretamente à segunda bomba, efetivamente
dobrando a altura manométrica produzida.
Paraduasbombasidênticasemsérie,osistemateráamesmaeficiência
que as bombas individuais.
Bombas em paralelo
Quando o vazão necessário não não for alcançável com uma única
bomba, duas (ou mais) bombas podem ser operadas em paralelo.
Para duas bombas em paralelo, o vazão (descarga) proveniente de
ambas as bombas é conectado à mesma linha.
11-87 Sistemas de bombas de polpa
Conceitos básicos sobre viscosidade
No bombeamento de polpas, sempre nos deparamos com a palavra
‘viscosidade’.
Viscosidade = a capacidade da polpa de‘fluir’.
Esta capacidade de fluir depende do atrito interno na polpa, isto
é, a capacidade de transferência de tensão de cisalhamento (ou
movimento) dentro da polpa.
Geralmente, fala-se em dois tipos de fluídos quando discutimos esta
capacidade de fluir:
o Newtoniano e o Não-Newtoniano
Newtoniano
O movimento de um fluído Newtoniano ou taxa de cisalhamento é
linear e proporcional ao aporte de energia cinética na polpa.
A viscosidade é definida como a tangente do ângulo e é constante
para uma polpa Newtoniana.
Fluídos Newtonianos típicos são água e óleo.
Não-Newtonianos
A maioria das polpas com partículas finas em altas concentrações são
não-Newtonianasepossuemoqueéconhecidocomocomportamento
“plástico”.
Isto significa que a energia precisa ser‘colocada’na polpa para iniciar a
vazão, por exemplo: um sedimento fino no fundo de um balde precisa
ser ajudado com batidas/impactos ao fundo para conseguir que ele
flua para fora. Quando o nível de energia é alcançado, a relação entre
o movimento do fluído e a energia é uma reta.
Tensão de
cisalhamento
Viscosidade
Taxa de
cisalhamento
11-88Sistemas de bombas de polpa
Para determinar as perdas de carga - ou efeitos sobre o desempenho
da bomba para as polpas“plásticas”, é necessário verificar a verdadeira
viscosidade dinâmica e o nível de energia (yield stress - tensão de
escoamento) para o ponto de flutuação (float point).
Podemos prestar serviços de realização dos testes para a verificação
destes parâmetros.
Apparent viscosity
A viscosidade aparente é, com frequência, presumida erradamente
comoamesmacoisaqueaviscosidadeverdadeiraouplásticadinâmica.
A viscosidade aparente é, com frequência, presumida erradamente
comoamesmacoisaqueaviscosidadeverdadeiraouplásticadinâmica.
Tensão de
cisalhamento
Viscosidade
verdadeira ou
plástica
Tensão de
escoamento
Taxa de
cisalhamento
Tensão de
cisalhamento
Viscosidade
verdadeira / real
Tensão de
escoamento
Taxa de
cisalhamento
Vviscosi-
dade
aparente
11-89 Sistemas de bombas de polpa
Outros fluídos não-Newtonianos
Existem outros fluídos não-Newtonianos nos quais a tensão de
cisalhamento não é linear com a taxa de cisalhamento. Fluídos
“dilatantes’nos quais a viscosidade aumenta com o aporte/entrada de
energia (e.g. polímeros orgânicos e polpa de celulose/papel).
Fluídos pseudo-plásticos diminuem em viscosidade com o aporte/
entrada de energia (e.g. tintas, tintas de impressão, maionese).
Todos os comportamentos não-Newtonianos acima não são
dependentes de tempo.
Há também alguns fluídos não-Newtonianos que são tempo-
dependentes. Fluídos reopéticos aumentam em viscosidade com o
tempo,paraumdadoaportedeenergia(e.g.bentonitaeoutraspolpas
“hidrofílicas”)efluidostixotrópicosdiminuememviscosidadeaolongo
do tempo (e.g. tinta‘non-drip’(i.e. que não respinga, não respinga).
11-90Sistemas de bombas de polpa
12-91 Best efficiency point (BEP)
12. PONTO DE MELHOR EFICIÊNCIA – BEP
(BEP – BEST EFFICIENCY POINT)
O desempenho hidráulico de uma bomba de polpa naturalmente afeta a carga mecânica exercida
sobre várias partes do desenho da bomba.
Em relação a todas as bombas de polpa centrífugas, existe somente um ponto realmente ideal para
aquela bomba em particular - o BEP Best Efficiency Point ou “Ponto de Melhor Eficiência”.
Esse ponto se localiza na intersecção da linha de melhor eficiência
com a linha que relaciona a altura manométrica diferencial com o
vazão volumétrico (vazão), a uma determinada velocidade da bomba.
“BEP - o ponto ótimo de operação da bomba!”
Por que esse ponto é tão importante?
Efeito hidráulico da operação no ponto de eficiência
Para termos uma compreensão completa da importância de se operar
no (ou próximo do) BEP - ponto de melhor eficiência, temos que
estudar o comportamento hidráulico dentro da bomba.
Operação no BEP 	 Operação abaixo do BEP	 Operação acima do BEP
12-92Ponto de Melhor Eficiência (BEP)
Seexaminarmososefeitoshidráulicosnafiguraacima,podemosnotar
o seguinte efeito sobre o desenho da bomba de polpa.
Carga radial
Dentro da carcaça de uma bomba existem pressões‘não-balaceadas’
atuando sobre o rotor, fazendo com que ocorra uma deflexão/desvio
no eixo da bomba.
Na teoria, esta força radial aplicada ao rotor é desprezível no ponto
de melhor eficiência (BEP).
Em velocidades e vazãos maiores, tanto acima quanto abaixo do BEP,
a força radial aumenta de maneira significativa.
Forçaradial
12-93 Ponto de Melhor Eficiência (BEP)
Carga axial
A pressão distribuída nos shrouds frontais e traseiros de um rotor cria
uma carga axial na direção do bocal de sucção da bomba.
Nasbombasdepolpaqueforemdotipo‘sucçãoterminal’(end-suction
type), a pressão de entrada atuando sobre a área da secção transversal
do eixo cria uma carga axial na direção contrária do bocal de sucção.
A soma destas duas forças causa uma carga axial resultante sobre o
eixo.
Com uma baixa pressão de entrada (altura manométrica) esta força
líquida age na direção do bocal de entrada, mas com vanes nas capas
traseiras, esta força se equilibra normalmente.
À medida que a altura manométrica aumenta, a força age na direção
contrária ao bocal de entrada da bomba.
Efeitos da deflexão do eixo
As cargas de rotor variáveis levam o rotor e o eixo a sofrerem deflexão.
Esta deflexão de eixo causa um efeito prejudicial à selagem do eixo
bem como à vida útil do rolamento.
Uma deflexão excessiva do eixo levará os vedadores mecânicos a
falharem e as caixas de gaxetas (stuffing boxes) a vazarem.
Como as gaxetas de eixo (enchimentos de eixo) não servem somente
para vedar uma caixa de gaxetas, mas também atuam como um
rolamento (mancal) hidrodinâmico, o desgaste excessivo da manga
deeixopoderiatambémocorrerapósaoperaçãosobaltacargaradial/
deflexão de eixo.
12-94Ponto de Melhor Eficiência (BEP)
Operando no BEP – resumo
“A escolha de uma bomba que opere no BEP, ou muito próximo deste
ponto, é preferível apesar de nem sempre possível com uma série
limitada de bombas.
No BEP, a carga radial e a deflexão do eixo estão em seus valores
mínimos, desta forma assegurando uma boa selagem do eixo e vida
útil do rolamento.
A força absorvida se situa no mínimo e a vazão hidráulica estável é
assegurada.
Para as bombas de polpa, o mínimo de turbulência e recirculação no
BEP também significa desgaste mínimo”.
13-95 Nomenclaturaecaracterísticas
13. NOMENCLATURA E CARACTERÍSTICAS 		
	
Programa de Bombas de Polpa Metso
Nomenclatura
Bombas Horizontais
Tipo XM 	 = 	 Bomba de Polpa para Serviços EXtra Pesados com Peças de Desgaste de Metal
Tipo XR 	 = 	 Bomba de Polpa para Serviços EXtra Pesados com Peças de Desgaste de boRracha
Tipo HM 	 = 	 Bomba de Polpa para Serviços‘Heavy Duty’(Pesados) com Peças de Metal
Tipo HR 	 = 	 Bomba de Polpa para Serviços‘Heavy Duty’com Peças de boRracha
Tipo MM 	 = 	 Bomba de Polpa para Serviços de Mineração com Peças de Metal
Tipo MR 	 = 	 Bomba de Polpa para Serviços de Mineração com Peças de boRracha
Bombas Verticais
Type VT 	 = 	Bomba de Polpa Vertical do tipo Tanque com peças de metal ou borracha
Type VF 	 = 	Bomba de Polpa Vertical do tipo Espuma“Froth”com peças de metal ou borracha
Type VS 	 = 	Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”com peças de metal ou borracha
Type VSHM 	= 	Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”, Serviço Pesado“Heavy duty”com 	
		 peças de Metal
Type VSHR 	 = 	Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”, Serviço Pesado“Heavy duty”com 	
		 peças de boRracha
Type VSMM 	= 	Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”, serviço Mineração com peças de 		
		Metal
13-96Nomenclatura e características
Características e tamanhos
BOMBAS PARA SERVIÇOS ALTAMENTE ABRASIVOS
Série	 XM	 XR	 VASA HD	 HM	 HR
			
Elastômeros
Material	 Metal Duro 	Elastômeros		 Metal Duro	 Elastômeros
			 Metal Duro
Estrutura	 X	 X	 VASA HD	 O	 O
Características	 Alta Relação de Aspecto do Rotor (High Impeller Aspect Ratio)
	 Construção Robusta/Reforçada
	 Remoção por trás (Back Pull-out) (não no XM)
	 Alta Eficiência
	 Eficaz Selagem da Bucha Seca (“Dry Gland”)
	 Desenhada para serviço altamente abrasivo no máximo e em 		
	 ambiente agressivo
TAMANHOS DE BOCAL DE SUCÇÃO (mm)
800
600
400
200
50
HR
XM
XR	
HM
VASA HD
13-97 Nomenclaturaecaracterísticas
Características e tamanhos
BOMBAS PARA SERVIÇO ABRASIVO
Série		 MM	 MR
Material		 Metal Duro	 Elastômeros
Estrutura		 O	 O
Características	 Média Relação de Aspecto do Rotor (Medium Impeller 		
	 Aspect Ratio)
		 Construção Compacta Custo-Eficiente
		 Remoção por trás (Back Pull-out)
		 Alta Eficiência
		 Eficaz Selagem da Bucha Seca (“Dry Gland”)
		 Desenhada para serviço abrasivo médio e em ambiente 		
	agressivo
TAMANHOS DE BOCAL DE SUCÇÃO (mm)
500
400
300
200
100
MM
MR
13-98Nomenclatura e características
VS	
VF	
VT	
VSHR	
VSMM	
VSHM	
Características e tamanhos
BOMBAS VERTICAIS
Tipo 	 POÇO	 POÇO	 ESPUMA	 TANQUE	
Série	VSHR	VS	VF	 VT
		VSHM
		VSMM	
Material	 Elastômero	Metal Duro /	 Metal Duro /	 Metal Duro /	
		 Elastômero	Elastômero	 Elastômero	
Estrutura	V	V	 V	 V
Características		 Desenho em balanço
		 Sem selagens de eixo
		 Flexibilidade de disposição
		 Instalação simples
		 Desenho robusto e de fácil manutenção
		 Peças em comum para a via úmida para a série VF/VT
		 Intercambiabilidade borracha/metal
TAMANHOS DE BOCAL DE SAÍDA (mm)
350
250
200
50
40
25
13-99 Nomenclaturaecaracterísticas
Características e tamanhos
SELAGEM DE POLPA
Estrutura	 Tipo de Selagem 	 Item No.
250	 BA-047,5-WW107/WW187	 SA 981 205
300	 BA-063--WW107/WW187	 SA 981 206
400	 BA-075-WW107/WW187	 SA 981 207
500	 BA--095-WW107/WW187	 SA 981 208
600	 BA-111,7-WW107/WW187	 SA 981 209
750	 BA-120-WW107/WW187	 SA 981 210
Estrutura	 Tipo de Selagem 	 Item No.
250	 BF-047,5-WW177	 SA 981 199
300	 BF-063-WW177	 SA 981 200
400	 BF-075-WW177	 SA 981 201
500	 BF-095-WW177	 SA 981 202
600	 BF-111,7-WW177	 SA 981 203
750	 BF-120-WW177	 SA 981 204
Características
• 	 Desenhado para se ajustar à bomba
• 	 Anel de selagem estacionário ajustável ± 12 mm
• 	 Carborundum (carbeto de silício) de alta tecnologia em todas as	
	 faces das selagens
• 	 Desenho patenteado com molas localizadas do lado atmosférico
• 	 Protegida tanto do produto quanto da barreira
13-100Nomenclatura e características
14-101 Descrição técnica
14. DESCRIÇÕES TÉCNICAS
General
Se você examinar discriminadamente os‘custos operacionais relativos’
para uma instalação“normal”de Bomba de Polpa, você identificará os
fatores que orientam a nossa concepção de Bombas de Polpa.
1. 	 Alta eficiência e minimização dos efeitos de sólidos que causam	
	 quedas de eficiência, resultando em menor consumo de energia.
2. 	 Novos materiais de desgaste de bom desenho, fabricados em 	
	 elastômeros e também em metal, que proporcionam longa vida 	
	 útil para as peças de desgaste.
3. 		Características de serviço no projeto das bombas permitem 		
	 ciclos de paradas curtas e baixos custos de manutenção.
4. 		Desenhos modernos de selagem significam baixo ‘downtime’ 	
	 (baixo tempo parado) e baixos custos para selagem do eixo
Estassãonossascontribuiçõesparaaboaoperaçãoeeconomiaatravés
do uso das Bombas de Polpa da Metso descritas nesta seção.
Lubrificação
Troca de peças de desgaste
Serviço em caixa de gaxetas
Água de selagem
Energia elétrica
Peças de desgaste
14-102Descrição técnica
14-103 Descrição técnica
14-104Descrição técnica
14-105 Descrição técnica
Visite-nos na internet!
www.metso.com/br
14-106Descrição técnica
Bomba de Polpa série XM
A Série Thomas de bombas‘Extra Heavy Duty’Metal Duro
para Serviços Extra Pesados
A série de Bombas de Polpa XM (metal duro) Extra Heavy Duty (para
ServiçosExtraPesados)foiprojetadaparaasmaisárduasaplicaçõesde
bombeamento. A resistente“via úmida”foi projetada com seções de
metal de espessura extra-robusta nos pontos de desgaste conhecidos
e o rotor “high aspect ratio” assegura excelente desempenho com
longa vida útil.
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 Tecnologia de desenho modular
• 	 Construção robusta projetada para serviço máximo altamente
abrasivo
• 	 Grossa carcaça de voluta e rotores“high aspect ratio”capazes de
lidar com sólidos em regime de serviço pesado e com hidráulica
de alta eficiência, cuidadosamente combinada/compatibilizada,
para desgaste uniforme
• 	 Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis,
proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste
quanto resistência à corrosão
• 	 Conjunto completo/ autônomo de cartucho de rolamento, com
eixo superdimensionado (oversized) e rolamentos antiatrito
lubrificados a graxa/óleo
• 	 Várias opções de selagem de eixo
• 	 Facilidade de manutenção
• 	 Opção de base deslizante para manutenção
XM 350
		 Tipo da Bomba	 Tamanho do Bocal de Entrada (mm)
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-107 Descrição técnica
Dimensões da bomba
Modelo	 Entrada	 Saida	 H 	 L 	 W 		 Peso*	
	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 ton		 (lb)	
XM350	 350 (14)	 300 (12)	 1 727 (68)	 1 808 (71)	 1 110 (44)	 5	 11 023	
XM400	 400 (16)	 350 (14)	 1 881 (74)	 1 980 (78)	 1 204 (47)	 6,7	 14 770
XM500	 500 (20)	 450 (18)	 2 150 (85)	 2 145 (84)	 1 380 (54)	 9,8	 21 649
XM600	 600 (24)	 550 (22)	 2 468 (97)	 2 308 (91)	 1 566 (62)	 14,9	 33 014
XM700	 700 (28)	 650 (26)	 2 560 (100)	 2 324 (91)	 1 565 (62)	 19,9	 43 940
*Peso do equipamento no eixo
60
50
40
30
20
10
200
150
100
50
800 1000 2000 4000 6000 8000 10000
4000 6000 8000 10000 15000 20000 30000 40000
ft m
m /hr
USGPM
3
XM350
XM400
XM500
XM600
XM700
H
LW
Tabela de Seleção
14-108Descrição técnica
Bombas de Dragagem Thomas“Simplicity”
A bomba de dragagem Thomas “Simplicity foi projetada para a sua
operação específica.
Anos de operação e muitas melhorias no design resultaram em uma
bomba que proporcionará para você o menor custo operacional
de qualquer bomba oferecida pela indústria, para o trabalho com
materiais abrasivos.
As resistentes peças da extremidade úmida foram projetadas com
setores de metal extra-pesados nos pontos de desgaste extremo
- o peso extra traz benefícios no desempenho e baixo custo de
manutenção.
Nenhum outro fabricante de bomba para dragagem oferece uma
série tão ampla de ligas resistentes ao desgaste quanto a Metso.
Combinar a liga correta com a sua aplicação específica lhe dará o
melhor desempenho ao custo mais baixo.
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 Rotação opcional – Rotação para a direita ou para a esquerda
• 	 Posições opcionais de descarga
• 	 Adaptador de sucção com esgotamento/purga‘clean out’
• 	 Disponibilidade de rotores de três e quatro vanes
• 	 Selo‘Amor-lok’nosrevestimentoslateraisparaajustemetalcommetal
• 	 Anel‘knock-out’(remoçãorápida)parafacilidadederemoçãoderotor
• 	 Ampla série de ligas para as peças de desgaste da bomba
• 	 Rolamentos e eixo superdimensionados (oversized) para maior
vida útil
• 	 Desenho em balanço
	 – Menor deflexão do eixo
	 – Maior vida útil de gaxetas (packing) e rolamentos
	 – Apoio 360º do‘crescent’
	 – Despensa pés/sapatas (case feet) para a caixa
14-109 Descrição técnica
Tabela de desempenho
Modelos, tamanhos, e posições de descarga de bomba disponíveis
Esquerda
Descarga por baixo
Esquerda
Descarga superior vertical
Esquerda
Descarga superior horizontal
Direita
Descarga por baixo
Direita
Descarga superior vertical
Right-hand
Descarga superior
horizontal
Rotação para a direita
Rotação para a direita Rotação para a esquerda
Rotação para a esquerda Rotação para a esquerda
Rotação para a direita
	 	Tamanho da Bomba 	No. de vanes	 Máximo
	 8x6 F24	 3	 4.5”
	 8x6 F24	 4	 4.0”
	 10x8 H30	 3	 6.0”
	 10x8 H30	 4	 5.5”
	 12x10 J36	 3	 6.7”
	 12x10 J36	 4	 5.8”
	 14x12 L40	 3	 6.9”
	 14x12 L40	 4	 6.0”
	 16X14 N40	 3	 6.9”
	 16X14 N40	 4	 6.0”
	 18X16 P40WD	 3	 9.8”
	 18x16 P40WD	 4	 7.4”
	 18x16 P46	 3	 9.8”
	 18x16 P46	 4	 7.4”
	 22x20 T46WD	 3	 12.5”
	 22x20 T46WD	 4	 8.5”
	 22x20 T52ND	 4	 9.0”
	 22x20 T52WD	 3	 12.5”
	 22x20 T52WD	 4	 10.0”
	 24x24 T52WD	 3	 12.5”
	 24x24 T52WD	 4	 10.0”
	 Bombas Montadas em Deck	 Bombas Submersíveis
Tamanho	 Rotor	 12 ft./sec	 17 pés/seg	 21 pés/seg	 17 pés/seg Velocidad
	da Bomba 	tamhano	 Velocity	 Velocidad	 Velocidad	 TPH
	 Pol.	 Pol.	 *GPM	**TPH	*GPM	**TPH	*GPM	**TPH	 *GPM	 Min.	 Max.		
	 4	 18,00	480	 17.6	680	 39	 830	 62	 N/A	 N/A	 N/A
	 6	 24,00	 1058	 39	 1 540	 88	 1 900	 108	 1 540	 154	 193
	 8	 30,00	 1880	 69	 2 650	 151	 3 280	 246	 2 650	 265	 332
	 10	 36,40	 2940	 108	 4 160	 237	 5 190	 389	 4 160	 416	 520
	 12	 36,40	 4230	 155	 6 000	 342	 7 390	 553	 6 000	 600	 750
	 14	 36,40	 5160	 190	 7 300	 417	 9 025	 700	 7 300	 730	 913
	 16	 40,46	 6830	 250	 9 600	 547	 12 000	 899	 9 600	 960	 1 200
	 18	 46,00	 8640	 317	 12 400	 706	 15 190	 1137	 12 400	 1 240	 1 550
	 20	 46,52	 10 820	 397	 15 400	 877	 19 000	 1423	 15 400	 1 540	 1 925
	 24	 52,00	 15 000	 550	 22 400	 1 275	 28 000	 2097	 22 400	 2 240	 2 800
* Galões por minuto **Toneladas por hora de areia grossa
14-110Descrição técnica
Bomba de Polpa linha VASA HD e XR
A Série Sala e Thomas de Bombas de Polpa‘Extra Heavy
Duty’(serviço extra-pesaado) com Revestimento de Borracha
A série de Bombas de Polpa VASA HD e XR (revestida de borracha),
‘Extra Heavy Duty’ (para Serviço Extra Pesado) foi projetada para as
maisrigorosasaplicaçõesdebombeamento.Aresistente“extremidade
de desgaste” possui seções de borracha extra-grossa nos pontos de
desgaste conhecidos e o rotor ‘high aspect ratio’ de metal, também
disponível em borracha, assegura excelente desempenho com longa
vida útil.
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 Tecnologia de desenho modular
• 	 Construção robusta, com o recurso “back pull-out” (retirada por
trás), projetada para ambientes altamente abrasivos, de serviços
máximos e agressivos
• 	 Grossos revestimentos de carcaça de voluta e rotores“high aspect
ratio” capazes de lidar com sólidos em regime de serviço pesado
e com hidráulica de alta eficiência, cuidadosamente combinada/
compatibilizada, para desgaste uniforme
• 	 Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis,
proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste
quanto resistência à corrosão
• 	 Conjuntocompleto/autônomodecartuchoderolamento,comeixo
superdimensionado(oversized)erolamentosantiatritolubrificados
a graxa
• 	 Várias opções de selagem de eixo
• 	 Opção de base deslizante para manutenção
• 	 Facilidade de manutenção		
XR 350
			 Tipo da Bomba 	 Tamanho do Bocal de Entrada (mm)
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-111 Descrição técnica
Modelo	 Entrada 	 Saída	 H	 L 	 W 	 Peso*	
	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 ton (lb)	
XR300		 300 (12)	 250 (10)	 1340 (53)	 1827 (72)	 940 (37)	 3,0 (6 720)
XR350		 350 (14)	 300 (12)	 1 727 (68)	 1 808 (71)	 1 110 (44)	 4,2 (9 305)
XR400		 400 (16)	 350 (14)	 1 881 (74)	 1 980 (78)	 1 204 (47)	 5,3 (11 823)
H
LW
H
LW
Modelo	 Entrada 	 Saída	 H	 L 	 W 	 Peso*	
	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 ton (lb)	
VASA HD455-100	 150 (6)	 100 (4)	 825 (33)	 1171 (46)	 610 (24)	 0,9 (2 016)
VASA HD507-150	 200 (8)	 150 (6)	 1 055 (42)	 1 554 (61)	 700 (28)	 1,5 (3 360)
VASA HD7010-200	 250 (10)	 200 (8)	 1 400 (55)	 1 724 (68)	 950 (37)	 2,9 (6 496)
* Peso doequipamento no eixo
60
50
40
30
20
10
200
150
100
50
ft
1000 2000 3000 4000
5000 10000 15000
m
m/hr
USGPM
XR 350 XR 400
XR 3007010-200
507-
150
455-
100
Dimensões da Bomba
Tabela de Seleção
14-112Descrição técnica
A Série Orion de Bombas de Polpa“Heavy Duty”Revestidas
de Borracha e Metal Duro tipo HR e HM
As linhas de Bombas de Polpa HR (revestidas de borracha) e HM
(metal duro), ‘Heavy Duty’ (para Serviço Pesado) foram projetadas
para as mais rigorosas aplicações de bombeamento. O excelente
desenho hidráulico, com seções extra-grossas nos pontos de
desgaste conhecidos, e o rotor‘high aspect ratio’asseguram excelente
desempenho com longa vida útil.
		
		 	
Via úmida HR			 Via úmida HM
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 Tecnologiadedesenhomodulareorecurso“backpull-out”(retirada
por trás)
• 	 Construção robusta
• 	 Grossos revestimentos e carcaça de voluta e rotores de grande
diâmetro capazes de lidar com sólidos e com hidráulica de alta
eficiência, cuidadosamente combinada/compatibilizada, para
proporcionar desgaste uniforme
• 	 Duplo ajuste para uma eficiência sustentada
• 	 Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis,
proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste
quanto resistência à corrosão
• 	 Conjuntocompleto/autônomodecartuchoderolamento,comeixo
superdimensionado e rolamentos antiatrito lubrificados a graxa
• 	 Várias opções de selagem de eixo
• 	 Facilidade de manutenção
• 	 Opção de base deslizante para manutenção
	 HR or HM 100
	 Tipo da Bomba: HR Borracha 		 Tamanho do Bocal
Tipo da Bomba: HM Metal			 de Entrada (mm)
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-113 Descrição técnica
Dimensões da Bomba
Tabela de Seleção
	 Dimensões Conexão 	 Dimensões Gerais 	 Peso Total*	 Peso Total*
Modelo	 Entrada 	 Saída	 H	 L	 W 	 Ajuste Duplo 	 Ajuste Simples
	 mm 	 pol.	 mm	 pol.	 mm 	 pol.	 mm 	 pol.	 mm 	pol.	 kg	 lbs	 kg	 lbs
HM50 •	50	2	 32	1,5	433	17	713	28	360	14	 160	353	136	300
HM75 •	75	3	 50	2	438	17	734	29	360	14	 200	441	161	355
HM100 •	100	4	 75	3	505	20	880	35	424	17	 320	705	250	551
HM150 •	150	6	100	4	630	25	1 025	40	545	21	 550	1 213	440	970
HM200	 200	 8	 150	 6	 855	 34	 1 258	 50	 686	 27	 1 220	 2 690	 1 010	 2 227
HM250	 250	 10	 200	 8	 1 030	 41	 1 463	 58	 830	 33	 2 040	 4 497	 1 660	 3 660
HM300	 300	 12	 250	 10	 1 150	 45	 1 591	 63	 1 000	 39	 2850	 6 283	 1 900	 4 189
HR50	 50	 2	 32	 1,5	 428	 17	 709	 28	 360	 14	 180	 397	 126	 278
HR75	 75	 3	 50	 2	 463	 18	 729	 29	 360	 14	 220	 485	 145	 320
HR100	 100	 4	 75	 3	 555	 22	 913	 36	 424	 17	 330	 728	 270	 595
HR150	 150	 6	 100	 4	 713	 28	 1 097	 43	 545	 21	 630	 1 389	 510	 1 124
HR200	 200	 8	 150	 6	 965	 38	 1 295	 51	 686	 27	 1 250	 2 756	 1 065	 2 348
HR250	 250	 10	 200	 8	 1 125	 44	 1 550	 61	 830	 33	 2 110	 4 652	 1 715	 3 781
L W
H
HM5020 40 60 80 100 200 300 400 500 1000 2000 3000 m3/hr
100 200 300 400 500 1000 1500 2000 3000 4000 5000 10000 15000 USGPM
350
300
250
200
150
100
50
ft
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
m
HM75
HM100
HM150
HM200HM250
HM300
HR50
HR75
HR100
HR150
HR200
HR250
* Peso do equipamento no eixo • Estas bombas estão disponíveis com o rotor de vórtice induzido (totalmente recuado).
14-114Descrição técnica
A Série Orion de Bombas de Polpa para Serviços de Mineração,
Revestidas de Borracha e Metal Duro tipo MR e MM
As séries de Bombas de Polpa MR (revestidas de borracha) e MM
(metal duro),‘Mining Duty’(para Serviços de Mineração) foram
projetadas para proporcionar uma solução econômica em todas
aplicações de bombas de polpa. Os excelentes desenhos hidráulicos
maximizam a eficiência por toda a vida útil da bomba e a seleção
de peças de desgaste, oriundas das extensas séries oferecidas pela
Metso em metais e elastômeros, asseguram longa vida útil.
		
		
	 Via úmida MR	 		 Via úmida MM
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 Tecnologiadedesenhomodulareorecurso“backpull-out”(retirada
por trás)
• 	 Construção robusta
• 	 Rotor de diâmetro médio capaz de lidar com sólidos e com
hidráulica de alta eficiência, cuidadosamente combinada/
compatibilizada para proporcionar desgaste uniforme
• 	 Duplo ajuste para uma eficiência sustentada
• 	 Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis,
proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste
quanto resistência à corrosão
• 	 Conjunto completo/autônomo de cartucho de rolamento, com
eixo de bomba superdimensionado e rolamentos de rolos cônicos
lubrificados a graxa
• 	 Várias opções de selagem de eixo
• 	 Facilidade de manutenção
• 	 Opção de base deslizante para manutenção
	 MR or MM 100
	 Tipo da Bomba: MR Borracha	 Inlet size (mm)
	 Tipo da Bomba: MM Metal
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-115 Descrição técnica
Tabela de Seleção
L W
H
70
60
50
40
225
200
175
150
125
100
75
50
25
ft m
30
20
10
MM100 MM150 MM
250
MM
300
MM
350
MR
300
MR
250
m /h
USPGM
3
MM
400
20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000 2000 3000 5000
100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 10000 25000
MM
500
MR100 MR150 MR200 MR
350
MM 200
MR
500
Dimensões da Bomba
	 Dimensões Conexão 	 Dimensões Gerais 	 Peso Total*	 Peso Total*
Modelo	 Entrada 	 Saída	 H	 L	 W 	 Ajuste Duplo 	 Ajuste Simples
	 mm 	 pol.	 mm	 pol.	 mm 	 pol.	 mm 	 pol.	 mm 	pol.	 kg	 lbs	 kg	 lbs
MM100 •	100	 4	 75	 3	 454	 18	 730	 29	 360	 14	 230	 507	 170	 375
MM150 •	150	6	100	4	527	21	889	35	424	17	 370	816	275	606
MM200 •	200	 8	 150	 6	 710	 28	 1 073	 42	 545	 21	 650	 1 433	 525	 1 157
MM250	 250	 10	 200	 8	 885	 35	 1 245	 49	 686	 27	 1 350	 2 976	 1 095	 2 414
MM300	 300	 12	 250	 10	 1 055	 42	 1 483	 58	 830	 33	 2 150	 4 740	 1 775	 3 913
MM350	 350	 14	 300	 12	 1 080	 43	 1 527	 60	 830	 33	 2 300	 5 071	 1 960	 4 321
MM400	 400	 16	 350	 14	 1 250	 49	 1 620	 64	 1 000	 39	 3 000	 6 614	 2105	 4 641
MM500	 500	 20	 450	 18	 1 726	 68	 2 180	 86	 1 110	 44	 —	 —	 5 980	 13 184
MR100	 100	 4	 75	 3	 456	 18	 741	 29	 360	 14	 260	 573	 150	 331
MR150	 150	 6	 100	 4	 507	 20	 919	 36	 424	 17	 420	 926	 270	 595
MR200	 200	 8	 150	 6	 683	 27	 1 092	 43	 545	 21	 740	 1 631	 490	 1 080
MR250	 250	 10	 200	 8	 878	 35	 1 303	 51	 686	 27	 1 540	 3 395	 960	 2 116
MR300	 300	 12	 250	 10	 1 035	 41	 1 506	 59	 830	 33	 2 450	 5 401	 1 520	 3 351
MR350	 350	 14	 300	 12	 1 257	 49	 1 665	 66	 1 000	 39	 —	 —	 1 600	 5 732
MR500	 489	 20	 438	 18	 2 064	 81	 2 689	 106	 1 204	 47	 —	 —	 8 030	 17 703
	*Pesodoequipamentonoeixo • Estas bombas estão disponíveis com o rotor de vórtice induzido (totalmente recuado).
14-116Descrição técnica
A Série Sala de Bombas de Tanque Verticais VT
As Bombas Verticais Metso são projetadas para bombeamento de
polpas abrasivas e oferecem facilidade de manutenção e desenho
robusto.
A Metso agora lança a próxima geração de bomba de polpa com
tanque integrado tipo VS, desenvolvida a partir das tradicionais
bombas de tanque SALA, tipo SPV.
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 A bomba, o tanque/reservatório e o motor são integrados em
uma mesma unidade, proporcionando flexibilidade de layout e
facilidade de instalação.
• 	 O tanque/reservatório aberto e a entrada vertical previnem o
bloqueioporarepermiteumaoperaçãosuave/semimpedimentos.
• 	 Mancais superdimensionados (oversized) para maior vida útil com
o mínimo de manutenção. Conjunto de selagem com proteção
dupla contra a penetração de polpa.
• 	 Eixoprojetadoembalançosemrolamentosouselagenssubmersas.
Eixo fabricado em aço liga para força e resistência superiores.
• 	 Peças de desgaste facilmente substituíveis e intercambiabilidade
entre metal/borracha.
VT 100 O
		 Tipo da Bomba			 Tipo de Rotor
	 Tamanho de descarga/saída (mm)
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-117 Descrição técnica
5 10 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000m /h3
25 50 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 USGPM
40
30
20
10
125
100
75
50
25
ft
VT 250
Type O
VT 200
Type O
VT 150
Type C
VT 100
Type O
VT 80
Type O
VT 50
Type O
VT 40
Type O
m
VT 80
Type C
VT 150
Type O
Dimensões da Bombao
Tabela de Seleção
W L
H
Modelo	 H mm (pol.) 	 L mm (pol.)	 W mm (pol.)	 Peso**	 Volume do Poço	
				 kg/lb	 m³/USG	
VT 40 (1.5) lab	 955 (37,5)	 640 (25)	 400 (16)	 90/198	 0,03/8	
VT 40 (1.5)	 1 030 (40,5)	 740 (29)	 610 (24)	 110/243	 0,06/16	
VT 50 (2)	 1 470 (58)	 1 035 (41)	 1 010 (40)	 305/672	 0,25/66	
VT 80 (3)	 1 880 (74)	 1 015 (40)	 1 060 (42)	 580/1279	 0,33/87	
VT100 (4)	 2 050 (81)	 1 225 (48)	 1 100 (43)	 825/1819	 0,57/150	
VT150 (6)	 2 160 (85)	 1 285 (50,5)	 1 100 (43)	 925/2039	 0,57/150	
VT200 (8)	 3 105 (122)	 1 710 (67)	 1 510 (59)	 2 655/5853	 1,26/333	
VT 250 (10)	 3 105 (122)	 1 760 (69)	 1 510 (59)	 2 785/6140	 1,26/333	
*VT50 (2), VT = Tanque Vertical, 50 (2) = tamanho da saída mm (polegada).
** Pesos informados se referem a peças de metal. Para peças de borracha, reduzir o peso em 10%.
14-118Descrição técnica
A Série Sala de Bombas Verticais para Polpas Espumosas VF
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 A bomba, o tanque/reservatório e o motor são integrados em
uma mesma unidade, proporcionando flexibilidade de layout e
facilidade de instalação.
• 	 O tanque/reservatório aberto e a entrada vertical previnem o
bloqueio por ar.
• 	 Mancais superdimensionados (oversized) para maior vida útil com
o mínimo de manutenção. Conjunto de selagem com proteção
dupla contra a penetração de polpa.
• 	 Eixo projetado em balanço fabricado em aço liga para força e
resistência superiores, sem rolamentos ou selagens submersas.
• 	 Peças de desgaste facilmente substituíveis e intercambiabilidade
entre metal/borracha.
As Bombas Verticais Metso para Polpas com Espuma são projetadas
para aumentar a capacidade de bombeamento de suspensões
espumosas. O princípio de operação é semelhante ao da separação
por hidrociclones.
O ar é separado da polpa em um vórtice/turbilhão
criadopelarotaçãodorotorepelaentradatangencial
que leva ao tanque cônico da bomba. Isto resulta em
maior eficiência de bombeamento a capacidades
mais altas e operação suave, livre de oscilações.
.
				VF 100
		
	
Tipo da Bomba		 Tamanho Bocal de Saída (mm)
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-119 Descrição técnica
Tabela de Seleção
Tabela de Seleção
10 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000m /h
3
50 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 USGPM
30
20
10
100
75
50
25
ft m
VF50 VF80 VF100 VF150 VF200 VF250 VF350
W
H
Modelo	 H mm (pol.) 	 W mm (pol.)	 Peso**	 Volume do Poço
			 kg/lb	m³/USG
VF50 (2)*	 1 600 (63)	 800 (31)	 355/783	 0,14/37	
VF80 (3)	 2 250 (88)	 1 000 (39)	 605/1 334	 0,37/98	
VF100(4)	 2 700 (106)	 1 400 (55)	 975/2 150	 0,82/217	
VF150(6)	 2 700 (106)	 1 400 (55)	 1 095/2 414	 0,82/217	
VF200(8)	 3 760 (148)	 1 850 (73)	 2 700/5 952	 2,30/607	
VF250(10)	 3 760 (148)	 1 850 (73)	 2 900/6 392	 2,30/607	
VF350(14)	 4 500 (177)	 2 150 (85)	 5 555/12 245	 3,50/925	
*VF50 (2), VF = Vertical Espuma, 50 (2) = tamanho da saída mm (polegada).
** Pesos informados se referem a peças de metal. Para peças de borracha, reduzir o peso em 10%.
14-120Descrição técnica
Todas as Bombas de Poço da Metso são projetadas especificamente
para polpas abrasivas e apresentam projeto robusto e facilidade de
manutenção.
Desenvolvida a partir das tradicionais bombas de drenagem de poço
SALA, Tipo VASA G, a bomba Metso Tipo VS é a próxima geração de
bombas de drenagem de poço para serviço pesado.
Como sua antecessora, a linha de bombas de poço VS é uma das
mais fortes, robustas e confiáveis bombas para altas faixas de volume
disponíveis no mercado. É por isso que esta série é a preferida em
todo o mundo pela maioria das indústrias pesadas.
VS 100 L120 O4S
		 Tipo da Bomba		 Opção de Tipo de
			 Tamanho Saída (mm) 			 Carcaça e Agitação 		 	
								 Comprimento Armação (cm)
A Série Sala de Bombas Verticais de Poço VS
Resumo de recursos/características de projeto
• 	 Instalação simples.
• 	 Projetoembalançosemrolamentosouselagemdeeixosubmersos
• 	 Conjunto de mancais possui selagem com proteção dupla para
prevenir contra a entrada de polpa.
• 	 Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis,
proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste
quanto resistência à corrosão
• 	 Peças de desgaste disponíveis em uma variedade de materiais,
com total intercambiabilidade
• 	 Série de opções de rotores
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
14-121 Descrição técnica
Tabela de Seleção
5 10 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000
25 50 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 5000
m
40
30
20
10
150
125
100
75
50
25
ft
VS 250
TYPE C
VS 250
TYPE W
VS 200
TYPE C
VS 200
TYPE S & W
VS 150
TYPE C
VS 150
TYPE O & W
VS 100
TYPE C
VS 100
TYPE O & W
VS 80
TYPE C
VS 80
TYPE OS
VS 50
TYPE C
VS 50
TYPE OS
VS 25
TYPE O
14-122Descrição técnica
W
H2
H1
L
O
D
Dimensões da Bomba
Tamanho	H1	 H2	 D**	 L**	 W**	 Peso***
da Bomba	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	kg/lb
VS25 (1)	 800 (32)	 585 (23)	 400 (15¾)Ø			 130/287
VS25 (1)	 1200 (48)	 865 (34)	 530 (20¾)Ø			 350/772	
VS25 (1)	 1500(60)	 865 (34)	 530 (20¾)Ø			 375/827	
VS25 (1)	 1800 (72)	 865 (34)	 530 (20¾)Ø			 395/871
VS50 (2) •	 800 (32)	 585 (23)	 400 (15¾)Ø			 220/485	
VS50 (2) •	 1200 (48)	 865 (34)	 530 (20¾)Ø			 480/1 058
VS50 (2) •	 1500 (60)	 865 (34)	 530 (20¾)Ø			 510/1 124
VS50 (2) •	 1800 (72)	 865 (34)	 530 (20¾)Ø			 540/1 190
VS80 (3)	 800 (32)	 870 (34¼)	 530 (20¾)Ø			 435/959	
VS80 (3) •	 1 200 (48)	 975 (38½)	 565 (22¼)Ø			 545/1 202
VS80 (3) •	 1 500 (60)	 975 (38½)	 565 (22¼)Ø			 580/1 279
VS80 (3) •	 1 800 (72)	 975 (38½)	 565 (22¼)Ø			 615/1 356
VS100(4)	 8 00 (32)	 850 (33½)	 530 (20¾)Ø			 465/1 025
VS100(4)	 1 200 (48)	 960 (37¾)	 565 (22¼)Ø			 575/1 268
VS100(4) •	 1 500 (60)	 960 (37¾)	 565 (22¼)Ø			 610/1 345
VS100(4) •	 1 800 (72)	 960 (37¾)	 565 (22¼)Ø			 645/1 422
VS150(6) •	 1 200 (48)	 965 (38)	 565 (22¼)Ø			 680/1 499	
VS150(6) •	 1 500 (60)	 1 285 (50½)		 800 (31½)	 800 (31½)	 1 415/3 120
VS150(6) •	 1 800 (72)	 1 285 (50½)		 800 (31½)	 800 (31½)	 1 470/3 241
VS200(8) •	 1 200 (48)	 1 285 (50½)		 800 (31½)	 800 (31½)	 1 675/3 693
VS200(8) •	 1 500 (60)	 1 285 (50½)		 800 (31½)	 800 (31½)	 1 725/3 803
VS200(8) •	 1 800 (72)	 1 285 (50½)		 800 (31½)	 800 (31½)	 1 775/3 913
VS250(10)	 1 500 (60)	 1 420 (56)		 800 (31½)	 800 (31½)	 2 200/4 850	
VS250(10)	 1 800(72)	 1 420 (56)		 800 (31½)	 800 (31½)	 2 280/5 027
* VS25 (1) = Bomba Vertical de Poço; 25 =saída/descarga mm; (1) = saída/descarga polegadas
** ØD ou LxW é a dimensão da placa base/apoio da bomba. Placa base/apoio opcional incluindo a tubulação de
descarga também disponível.
*** Os pesos informados se referem a peças de metal. Para peças de borracha, reduzir o peso em 10%
•Estas bombas estão disponíveis na versão à prova de ácido com todas as peças revestidas totalmente cobertas
com borracha natural ou cloropreno.
14-123 Descrição técnica
As Bombas VSH e VSM são uma nova combinação entre nossas
tradicionais bombas verticais de poço VS e nossa bomba horizontal
de extremidade úmida/molhada da Série Orion.
Isso proporciona uma grande vantagem para o cliente: as mesmas
peçasdaextremidadeúmidasãoutilizadastantonasbombasdepolpa
horizontais quanto nas bombas de poço, reduzindo - dessa forma - o
estoque de peças e simplificando a manutenção.
Além disso, também torna possível gerar maior TDH, altura
manométrica da bomba.
DESIGNAÇÃO DA BOMBA
					VSHM150 L120 C5		
A Série Sala de Bombas Verticais de Poço VSHM e VSMM
Rotor fechado de 5 vanes
Comprimento da Armação (cm)
HM150 se refere às peças de desgaste
da bomba horizontal (150 é o tama-
nho do bocal de entrada, mm)
Tipo da Bomba
14-124Descrição técnica
Tabelas de seleção
20 40 60 80 100 200 300 400 500 1000 m3/hr
100 200 300 400 500 1000 1500 2000 3’ 4’ 5’ USGPM
150
100
50
ft
50
40
30
20
10
m
VSHM50
VSHM75
VSHM100
VSHM150
VSHM200
VSHM250
40
30
20
10
m
150
100
50
ft
20 40 60 80 100 200 300 400 500 1000 2000 3000 m3/hr
100 200 300 400 500 1000 1500 2000 3’ 4’ 5’ 10’ USGPM
VSMM100
VSMM150
VSMM200
VSMM250
VSMM300
VSMM350
14-125 Descrição técnica
W
H2
H1
L
O
D
W
H2
H1
L
D
Dimensões da bomba
Tamanho		Saída	 H*	
D**	L Placa base	 W		 Peso ***
					 maior opc.
da bomba	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.)	 mm (pol.) 	 mm (pol.)	 kg		 lb
VSHM50 •	 32 (1,25)	 870 (34)	 Ø 530 (20 ¾)	 600 (23 ½)	 600 (23 ½)	 390/405/420	 860/893/926
VSHR50	 32 (1,25)	 870 (34)	 Ø 530 (20 ¾)	 600 (23 ½)	 600 (23 ½)	 380/395/410	 838/871/904
VSHM75 •	 50 (2)	 870 (34)	 Ø 530 (20 ¾)	 600 (23 ½)	 600 (23 ½)	 (L120) 415	 915
VSHM75 •	 50 (2)	 980 (38)	 Ø 565 (22 ¼)	 600 (23 ½)	 600 (23 ½)	(L150 180) 530/565	 1 168/1 245
VSHR75	 50 (2)	 870 (34)	 Ø 530 (20 ¾)	 600 (23 ½)	 600 (23 ½)	 399/424/449	 880/935/990
VSHM100 •	 75 (3)	 980 (38)	 Ø 565 (22 ¼)	 750( 29 ½)	 600 (23 ½)	 535/565/605	 1 180/1 246/1334
VSHR100	 75 (3)	 980 (38)	 Ø 565 (22 ¼)	 750 (29 ½)	 600 (23 ½)	 555/585/625	 1 224/1 290/1378
VSHM150 •	 100 (4)	 1280 (50)	 c 800 (31 ½)	 1 200 (47 ¼)	900 (35 ½)	 1 314/1366/1418	 2 897/3 012/3127
VSHR150	 100 (4)	 1280 (50)	 c 800 (31 ½)	 1 200 (47 ¼)	900 (35 ½)	 1 405/1460/1515	 3 098/3 219/3340
VSHM200	 150 (8)	 1280 (50)	 c 800 (31 ½)	 1 200 (47 ¼)	900 (35 ½)	 1 650/1710/1770	 3 638/3 770/3903
VSHR200	 150 (8)	 1280 (50)	 c 800 (31 ½)	 1 200 (47 ¼)	900 (35 ½)	 1 680/1740/1796	 3 704/3 836/3960
VSHM250	 200 (10)	 1420 (56)	 c 800 (31 ½)	 1 360 (53 ½)	1 220 (48)	 2 310/2400/2480	 5 093/5 291/5468
VSHR250	 200 (10)	 1420 (56)	 c800 (31 ½)	 1 360 (53 ½)	1 220 (48)	 2 365/2455/2535	 5 214/5 413/5589
VSMM100 •	 75 (3)	 870 (34)	 Ø 530 (20 ¾)	 600 (23 ½)	 600 (23 ½)	 430/465/500	 948/1 025/1103
VSMM150 •	 100 (4)	 980 (38)	 Ø 565 (22 ¼)	 750 (29 ½)	 600 (23 ½)	 560/590/630	 1 235/1 301/1389
VSMM200 •	 150 (6)	 1280 (50)	 c 800 (31 ½)	 1 200 (47 ¼)	900 (35 ½)	 1 390/1445/1500	 3 065/3 186/3307
VSMM250	 200 (10)	 1280 (50)	 c 800 (31 ½)	 1 200 (47 ¼)	900 (35 ½)	 1 720/1780/1840	 3 792/3 925/4057
VSMM300	 300 (12)	 1420 (56)	 c 800 (31 ½)	 1 360 (53 ½)	1 220 (48)	 2 490/2570/2650	 5 490/5 666/5843
VSMM350	 300 (14)	 1420 (56)	 c 800 (31 ½)	 1 360 (53 ½)	1 220 (48)	 – /2745/2825	 – /6 052/6 228
*Frame length (H1) is available in 120, 150, 180 cm (48, 60, 72 inch) except VSMM350 which is available in 150, 180 cm
(60, 72 inch).
** D Ø or c é a placa base de estrutura de rolamento. Placa base maior opcional ou placa de montagem incluindo
tubo de descarga também disponíveis.
*** Os pesos informados se referem a peças de metal e para diferentes comprimentos de estrutura (L120 / L150 / L180).
• Estas bombas estão disponíveis com o rotor de vórtice induzido (totalmente recuado).
14-126Descrição técnica
Configurações modulares de estrutura e de via úmida
14-127 Descrição técnica
Selagem de Polpa
Os selos mecânicos tipo cartucho da Metso, tipos BA e BF, são
projetados para serviços com polpas de leves a médias.
Os selos são projetados como unidades deslizáveis e podem ser
instalados em quaisquer das bombas a seguir, sem modificações:
Bombas para Serviços pesados HR/HM
Bombas para serviços de mineração MR/MM (estrutura 250 e maior)
Ambos os selos toleram ajustes do cartucho de rolamento de ±12 mm
sem necessidade de reajustamento/reassentamento do selo.
Selos Duplos BA
Temperatura: 	 Max. 70°C*
Pressão máx.
da bomba.: 	 40 bar
Velocidade: 	 3000 rpm
* ”O”-rings em borracha Viton®
Selos Simples/Únicos BF
Temperatura: 	 Max. 70°C*
Pressão máx.
da bomba.: 	 30 bar
Velocidade: 	 3000 rpm
* ”O”-rings em borracha Viton®
Seleção de Material
•	 Faces do Selo - carbeto de silício sinterizado
•	 Elastômeros – Viton®, outros elastômeros tais como EPDM ou
Perfluor mediante solicitação
•	 Molas em Hastelloy C
•	 Peças de Metal – AISI 316, outros materiais como Titânio ou
•	 Hastelloy C mediante solicitação
14-128Descrição técnica
Exigências em relação ao Líquido de Arrefecimento/Barreira
Selo Duplo Tipo BA
Pressão do líquido de selagem (água) deverá ser 1-2 bar acima da
pressão de descarga da bomba..
Selo Simples Tipo BA
Sealing liquid (water) pressure at maximum pressure 0,4 bar.
Vazão Recomendada para o Líquido de Arrefecimento/Barreira
Use a tabela abaixo para cálculo da quantidade real de água de lavagem
necessária
					Qualidade da Água			 rpm fator
VelocidadedeLavageml/min
Tamanho da Armação
	700	 0,2
	 1 150	 0,3
	 1 400	 0,4
	 1 750	 0,5
	 2 100	 0,6
	 2 450	 0,7
	 2 800	 0,8
	 3 150	 0,9
	 3 500	 1,0
l/min x fator rpm =
velocidade total de
lavagem
Partículas sólidas: 	 max 10 mg/l
Tamanho de partícula: 	 10 - 50 µm
Permanganate value: 	 max 30
	 (livre de humus)
Teor de ferro: 	 max 1 mg/l
Valor dureza: 	 max 10° dH
Tamanho crítico de	 2-5 µm
partícula
Vel. mínima de lavagem: 	 0,5 l/min
Temperatura máxima de
líquido de arrefecimentoi/
barreira: 	 110°C*
* ”O”-rings em borracha Viton®
14-129 Descrição técnica
ASérieSaladeBombasVerticaisSTRecuadaseRotordeCanal
Bombas Verticais de Vazão por Torque (Torque Flow Pumps) Tipo STGVA
A linha de bombas ST consiste de Bombas de Polpa robustas, para
uso geral, conhecidas por seus rotores de vazão induzido. O projeto
hidráulico permite tratar a polpa com bastante suavidade. O baixo
desgastedecargacomprovadodaspartículasbombeadastornouesta
linha o Padrão Industrial paraTransferência de Carbono nos processos
de Lixiviação de Ouro.
O desempenho “Sem Entupimento” dos rotores
por vazão induzido também torna essa série de
produtos ideal para todas as aplicações onde
serão processados sólidos grandes ou longos e
filamentosos.
Projeto de poço úmido vertical para sólidos em
polpa e materiais corrosivos. Com sucção única e
sem selagem do eixo, a bomba STGVA apresenta
excelentesrecursosproporcionadosporseudesign.
Desenho em balanço
O eixo da bomba projetado para serviços pesados
se move livremente sob a carcaça dos rolamentos.
Não há rolamentos radiais (journal bearings) abaixo
do nível do líquido para serem mantidas. A Bomba
não possui caixa de gaxetas e, portanto, não requer
água de selagem.
Metalurgia
Peçashidráulicasestãodisponíveisdonossoestoque,
fabricadas em ferro fundido e aço inoxidável e alto
cromo.Algunstamanhostambémestãodisponíveis
compeçasdedesgasterevestidasdeborrachaoude
poliuretano. Os conjuntos de estrutura da bomba,
abaixo da placa de base, estão disponíveis em aço
carbono e aço inoxidável. Outros materiais estão
disponíveis mediante solicitação.
Rotor de vórtice (Vortex) disponível
Este rotor recuado se situa fora da corrente do vazão. O efeito de
bombeamento é produzido pelo vórtice que o rotor gera na polpa. A
passagem através da bomba de vórtice é inteiramente aberta, sendo,
portanto, especialmente adequada para o bombeamento de fibras e
material similar.
Acionamento por correia em V
Isso permite o ajuste simples e custo-eficiente da vazão (velocidade
de vazão) da bomba.
Asbombas‘STGVA’sãoprojetadasparaosproblemasseverosexistentes
notrabalhodebombeamento,comocorrosão,abrasão,eextremosde
temperatura nas indústrias química, de processamento de minerais,
papel e celulose, cervejaria, alimentícia e outras.
14-130Descrição técnica
100 200 400 1000
150
1300 rpm
/
Feet
Head
3000 5000
100
80
60
40
20
10
6
1500 rpm/
US GPM
ST 335
10 50 250 500 1000m
3
/h
m
40
20
10
5
2500 rpm/ 1700 rpm/
ST 545
1500 rpm/
ST 655
ST765
ST 10107
1000 rpm/
ST 885
100 200 400 1000
150
1300 rpm/
3000 5000
100
80
60
40
20
10
6
US GPM
ST 33W
ST 22WFR
ST 76W ST 88W
10 50 250 500 1000m
3
/h
m
40
20
10
5
Feet
Head
1500 rpm/
2500 rpm/
1500 rpm/
ST 33WFR
1700 rpm/
ST 54W 1515 rpm/
1600 rpm/
1000 rpm/
ST 1010W
1500 rpm/
ST 44WFR
ST 65W
Tabelas de seleção
14-131 Descrição técnica
TipodeBomba		Medidasempolegadas(mm)				Max.motor	Massa
STGVAFramel.		A	B	D	E	F	nemahp(IECkW)	lbs(kg)
22WFRL80	24(600)	24(600)	2(51)	32(810)	35(870)	286T30	(180L)(22)	770(350)
22WFRL120/150/180	24(600)	24(600)	2(51)	32(810)	50/62/74(1270/1570/1870)	286T30	(180L)(22)	850/905/960(385/410/435)
33WFRL80	24(600)	24(600)	3(76)	32(810)	36(900)	286T30	(180L)(22)	795(360)
33WFRL120/150/180	24(600)	24(600)	3(76)	32(810)	51/63/75(1300/1600/1900)	286T30	(180L)(22)	870/925/980(395/420/445)
44WFRL80	24(600)	24(600)	4(102)	32(810)	37(930)	286T30	(180L)(22)	820(370)
44WFRL120/150/180	24(600)	24(600)	4(102)	32(810)	52/64/76(1330/1630/1930)	286T30	(180L)(22)	890/945/1000(405/430/455)
33L80	24(600)	24(600)	3(76)	32(810)	31.5(800)	286T30	(180L)(22)	730(330)
33L120/150/180	24(600)	24(600)	3(76)	32(810)	48/59/71(1200/1500/1800)	286T30	(180L)(22)	805/860/915(365/390/415)
54L80	30(750)	24(600)	4(102)	32(810)	33(837)	324T40	(200L)(30)	880(400)
54L120/150/180	30(750)	24(600)	4(102)	38(955)	48/59/71(1200/1500/1800)	365T75	(250S)(55)	1375/1420/1465(625/645/665)
65L80	35(900)	30(750)	5(127)	33(810)	34(865)	324T40	(200L)(30)	1035(470)
65L120/150/180	35(900)	30(750)	5(127)	38(955)	48/60/72(1230/1530/1830)	365T75	(250S)(55)	1545/1585/1630(700/720/740)
76L110	35(900)	30(750)	6(152)	38(955)	44(1112)	365T75	(250S)(55)	1630(740)
76L150/L180	35(900)	30(750)	6(152)	48(1210)	59/71(1505/1805)	444T125	(280S)(90)	2730/2900(1240/1315)
88L110	47(1200)	35(900)	6(152)	38(860)	44(1122)	365T75	(250S)(55)	1980(900)
88L150/180	47(1200)	35(900)	8(203)	48(1215)	60/71(1515/1815)	445T150	(280M)(110)	3080/3250(1400/1475)
1010L110	54(1360)	35(900)	10(254)	38(960)	48(1230)	365T75	(250S)(55)	2200(1000)
1010L150/180	54(1360)	35(900)	10(254)	48(1215)	64/76(1623/1923)	445T150	(280M)(110)	3300/3470(1500/1575)
1414L150/180	60(1525)	54(1360)	14(356)	55(1400)	59/71(1513/1813)	447T200	(280S)(90)	6170/7270(2800/3300)
F
AA
E
D
F
Section A-A
AA
A
B
E
D
Dimensões de bomba
14-132Descrição técnica
A Série Sala de Bombas Horizontais de Vazão por Torque
Tipo STHM
As bombas STHM estão disponíveis também com outros desenhos de
rotoresquepermitemaótimaadaptaçãoadiferentesmateriais-desde
suspensões pesadas até líquidos limpos.
Rotor de Vórtice ou de canal
O rotor de vórtice para suspensões pesadas e misturas líquido/gás.
Rotor de canal para suspensões leves e líquidos limpos.
Acionamento por correia em V
Isto permite a alteração do desempenho da bomba sem sua abertura.
Conjunto de rolamentos (mancais)
Tipocartuchocomrolamentosderoloslubrificadosagraxa,projetados
para mais de 60.000 horas de operação.
Selagem de eixo
Caixa de gaxetas padrão com água de selagem. Opcional: selos
mecânicos.
Peças de bombeamento
Peças de bombeamento standard (padrão) em ferro fundido, alto
cromo e alguns tamanhos em poliuretano ou com revestimento de
borracha. Outros materiais estão disponíveis mediante solicitação.
Placa de fixação/assentamento motor
Placa de fixação de motor suspensa permite instalação compacta,
proporcionando proteção extra para o motor e facilidade de
tensionamento da correia.
Rotor de vórtice
O rotor de vórtice é recuado na parte traseira da carcaça da bomba,
permitindo a passagem livre através da carcaça. A bomba pode,
normalmente, bombear qualquer coisa que consiga passar pelas
tubulações de conexão.
14-133 Descrição técnica
A
B
CD
100 200 400 1000
150
1300 rpm
/
Feet
Head
3000 5000
100
80
60
40
20
10
6
1500 rpm/
US GPM
ST 335
10 50 250 500 1000m
3
/h
m
40
20
10
5
2500 rpm/ 1700 rpm/
ST 545
1500 rpm/
ST 655
ST765
ST 10107
1000 rpm/
ST 885
100 200 400 1000
150
1300 rpm/
3000 5000
100
80
60
40
20
10
6
US GPM
ST 33W
ST 22WFR
ST 76W ST 88W
10 50 250 500 1000m
3
/h
m
40
20
10
5
Feet
Head
1500 rpm/
2500 rpm/
1500 rpm/
ST 33WFR
1700 rpm/
ST 54W 1515 rpm/
1600 rpm/
1000 rpm/
ST 1010W
1500 rpm/
ST 44WFR
ST 65W
A
B
C
E
F
D
	
Tipo de Bomba 						 	
STHM		Medidas em polegadas (mm)					 Max.motor	 Peso
Tamanho	 A	 B	 C	 D	 E	 F	 nema hp 	 (IEC) (kW)	 lbs (kg)
22WFR	 2 (51)	 2 (51)	 31.5 (802)	 4 (100)	 18.3 (465)	 15.4 (390)	 286T 30 	 (180 L) (22)	 330 (150)
33WFR	 3 (76)	 3 (76)	 31.5 (802)	 4.5 (116)	 19.3 (490)	 15.4 (390)	 286T 30	 (180 L) (22)	 355 (160)
44WFR	 4 (102)	 4 (102)	 32 (813)	 5.2 (133)	 19.9 (505)	 15.4 (390)	 286T 30	 (180 L) (22)	 385 (175)
33	 3 (76)	 3 (76)	 30.2 (768)	 7.5 (190)	 18.5 (470)	 15.4 (390)	 286T 30	 (180 L) (22)	 330 (150)
44	 4 (102)	 4 (102)	 31.5 (803)	 8.3 (210)	 20 (510)	 17 (430)	 326T 50	 (225 S) (37)	 650 (295)
54	 6 (152)	 4 (102)	 40.7 (1 035)	 8.3 (210)	 20.9 (530)	 17 (430)	 326T 50	 (225 S) (37)	 650 (295)
65	 6 (152)	 5 (127)	 45.5 (1 159)	 8.7 (222)	 25.5 (650)	 19.7 (500)	 365T 75	 (250 S) (55)	 840 (380)
76	 8 (203)	 6 (152)	 46 (1 169)	 9.5 (241)	 26.4 (670)	 19.7 (500)	 365T 75	 (250 S) (55)	 915 (415)
88	 10 (254)	 8 (203)	 49 (1 248)	 11 (279)	 31.8 (810)	 25.6 (650)	 444T 125	 (280 S) (90)	1 050 (475)
1010	 12 (305)	 10 (254)	 50.8 (1 292)	 14.8 (375)	 34.5 (880)	 25.6 (650)	 444T 125	 (280 S) (90)	1 155 (525)
1414	 14 (356)	 14 (356)	 62.5 (1 590)	 20 (511)	 46.3 (1 175)	 29.5 (749)	 447T 125	 (280 S) (90)	1 600 (725)	
*As bombas que possuem rotor de vórtice
sãoidentificadaspelaletra‘W’,porexemplo:
STHM 76 W.
**Asbombasquepossuemrotordecanalsão
identificadas com um dígito, por exemplo:
STHM 76 5.
O dígito indica o número de vanes no rotor.
Tabelas de seleção				 Dimensões da Bomba
14-134Descrição técnica
15-135 Guia de aplicação
15.	 GUIA DE APLICAÇÃO
Geral
Esta seção constitui um guia para a seleção da série correta de Bomba
de Polpa para várias aplicações.
Como dito anteriormente, o dimensionamento da Bomba de Polpa e
do seu sistema é muito importante.
Igualmente importante é escolher o tipo correto de Bomba de Polpa
para a respectiva aplicação de processamento.
AsériedeBombasdePolpaapresentadanestemanualrepresentauma
amplacoberturadeaplicaçõesparaotransportehidráulicodesólidos.
Lembre-se!
O uso de Bombas de Polpa para o transporte hidráulico de sólidos
é limitado principalmente por sua imaginação!
Seleção por serviço ou por aplicação industrial?
Para ser tão prático quanto possível, este guia de aplicação se divide
em duas partes.
Seleção por serviço
Nesta seção estamos selecionando a Bomba de Polpa‘ótima’simples-
mente em relação ao serviço especificado para a bomba.
A seleção de acordo com o serviço significa selecionar as bombas
levando em conta parâmetros como:
•	 Sólidos (tamanho, formato, densidade, etc.)
•	 Altura manométrica (máx., alta, baixa)
•	 Líquido (corrosivo, tixotrópico, espumoso)
Este guia se baseia estritamente em desempenho técnico refletindo
vários parâmetros Sólido/Líquido.
15-136Guia de aplicação
Seleção por aplicações industriais
Esta seção é mais uma espécie de guia prático baseado nas experiências colhidas a partir das
aplicaçõesdodiaadiadenossosclientes,trabalhandoemambientesindustriaismuitodiferentes.
Como bombear
• cavacos de madeira
• sobras de fresagem
• rejeitos minerais
• resíduos de lixiviação
• lixo industrial
• etc.
Como alimentar
• 	 um hidrociclone
• 	 um filtro prensa
• 	 uma prensa tubular (Tube Press)
• 	 um máquina de flotação
• 	 etc.
Este guia é estruturado de acordo com a experiência prática em
transporte hidráulico de sólidos nos seguintes segmentos industriais:
• 	 Mineral (Metálico & Industrial)
• 	 Construção
• 	 Carvão
• 	 Lixo & Reciclagem
• 	 Energia & FGD (Dessulfurização de Gás Combustível)
• 	 Papel & Celulose
• 	 Metalurgia
• 	 Química
• 	 Mineração & construção de túneis
15-137 Guia de aplicação
Seleção - por sólidos
Serviço: Partículas grosseiras
Comentários:Tudo que for maior do que 5 mm é considerado grosso/
grosseiro.
Não use bombas de borracha; bombas metálicas somente.
Na prática o limite superior em tamanho de partícula é normalmente
50 mm.
O fator limitante é o impacto sobre o rotor.
Obs: O diâmetro máximo de partícula é 1/3 do diâmetro da tubulação.
Recomendação: Séries XM e HM.
Serviço: Partículas finas
Comentários: Se as partículas são finas e afiadas (agudas) - use
borracha.
Se as partículas são finas e lisas - use borracha ou metal.
Recomendação: Séries H e M.
Serviço: Partículas cortantes (abrasivas)
Comentários: Se os tamanhos forem menores de 5 mm - use borracha.
Se as partículas forem maiores de 5 mm - use metal.
Recomendação: Séries X, H e M.
Serviço: Alto percentual de sólidos
Comentários:Você tem que tomar cuidado se o percentual de sólidos
estiver chegando próximo dos 40% em volume. Acima de 50%, é
impossível processar a polpa com bombas centrífugas. Somente
bombas verticais conseguem lidar com aplicações que envolvem um
percentual realmente alto de sólidos.
Recomendação: Série VT.
Serviço: Baixo percentual de sólidos
Comentários: Escolha as bombas mais leves e mais custo-eficientes.
Recomendação: Série/Série M.
15-138Guia de aplicação
Serviço: Partículas fibrosas
Comentários: O problema é o bloqueio por partículas e bloqueio por
ar. Use rotores de vazão induzido (Vortex - Vórtice).
Recommendation: Série H e V.
Serviço: Partículas tamanho único
Comentários: Quando todas as partículas finas são retiradas da polpa,
a velocidade de sedimentação de sólidos pode ser crítica e pode
obrigar a uma severa reclassificação/rebaixamento de classificação
(derating) da bomba. A eficiência de bombeamento cai para todos
os tipos de bombas.
Recomendação: Todas as séries de bombas.
Serviços relativos a altura manométrica e Volume
Serviço: Altura manométrica elevada
Comentários:Normalmentesãoaplicaçõesdebombasdemetaldevido
à alta velocidade periférica no rotor. Se você precisa de bombas reves-
tidas de borracha, poderá ser necessário o bombeamento em série.
Altura manométrica máxima em bomba de metal duro: 125 m.
Altura manométrica máxima em rotor de borracha: 45 m.
Note! Alta taxa de desgaste a altas velocidades para as bombas
centrífugas.
Recomendação: XM, XR e HM, ou HR“staged”(em estágios).
Serviço: Altura manométrica variável a vazão constante
Comentários:Useumpropulsordemúltiplasvelocidadesoupropulsor
de velocidade variável (por controle de frequência).
Recomendação: Todas as séries.
Serviço: Fluxo variável a vazão constante
Comentários: Use acionamentos de velocidade variável (por controle
de frequência).
Recomendação: Todas as séries.
15-139 Guia de aplicação
Alta elevação por sucção 		
Comentários: Bombas de metal são preferidas devido ao risco de
colapso do revestimento de borracha em altas elevações por sucção
(high suction lifts).
Elevação por sucção máxima na prática: 5 - 8 m dependendo do S.G.
(specific gravity = peso específico)
Asbombasnãosãoauto-escorvantes(self-priming),istoé,vocêprecisa
de um artefato que faça o priming / preparação.
Abombaeatubulaçãodeentrada/admissãoprecisamserpreenchidas
com líquido antes de dar partida.
Recomendação: XM, HM e MM.
Serviço: Alta vazão
Comentários: Use instalações de bombas em paralelo, vide página
11-92.
Risco de cavitação, vide secção 10.
Recomendação: Todas as séries / faixas de utilização
Serviço: Baixa vazão
Comentários: Compare com BEP*, vide seção 12.
A baixas vazões, os revestimentos de borracha podem superaquecer.
Use metal.
Cuidado se as alturas manométricas estiverem altas e o vazão estiver
baixo.
Bombas verticais abertas não têm qualquer problema.
*BEP = Best Efficiency Point - Ponto de Melhor Eficiência
Recomendação: Procure usar as séries VS, VT e VF.
Duty: Serviço: Vazão oscilante
Comentários: Use bombas horizontais com propulsor de velocidade
variável ou bombas verticais de velocidade fixa.
Recomendação: VT, VF ou VS. Horizontais; todos os tipos com aciona-
mentos de velocidade variável.
15-140Guia de aplicação
Serviços relacionados com o tipo de polpa	
Serviço: Polpas frágeis
Comentários: Use rotores de vazão induzido (totalmente recuados/
embutidos).
Tanto bombas de metal quanto de borracha podem ser utilizadas.
Tanto bombas horizontais quanto verticais podem ser utilizadas.  
Recomendação: Todas as séries.
Serviço: Polpas de hidrocarbonetos (contaminados por óleo e reagentes)
Comentários: Vedado (proibido) o uso de borracha natural.
Cuidado com material selo feito de borracha natural. Utilize selos
sintéticos.
Utilize bombas metálicas ou peças de desgaste em poliuretano.
Recomendação: Todas as séries.
Serviço: Polpas a altas temperaturas (superiores a 110o
C)
Comentários: (Temperatura limite para borracha natural é de 60o
C.)
Vide seção 6 para borrachas sintéticas.
Limite prático de temperatura de operação é 135o
C. Acima dessa
temperatura os rolamentos poderão sofrer superaquecimento!
Recomendação: Todas as séries horizontais.
Serviço: Polpas espumosas 		
Comentários: Use bomba de espuma de desenho vertical.
Recomendação: Série VF.
Serviço: Polpas perigosas
Comentários: Aviso! Este caso requer o retorno aos departamentos de
apoio a vendas de bombas que terão que ser consultados.
A selagem de eixo é fator crítico sob o aspecto de potencial de
explosão. Normalmente, são utilizados sistemas fechados de bomba.
Recomendação: Séries horizontais.
15-141 Guia de aplicação
Serviço: Polpas corrosivas (baixo pH)
Comentários: Para serviços ácidos use borracha ou elastômero.
Para bombas de metal com peças em ferro-cromo, o limite de acidez
é pH 2,5.
Polpas com água do mar (contendo cloretos) exigem bomba de
borracha.
Note! CuSO4 (utilizado em circuitos de flotação) é extremamente
corrosivo - use bombas de borracha.
Recomendação: Todas as séries.
Serviço: Fluídos de alta viscosidade (Newtonianos)
Comentários: O bombeamento se torna crítico quando a viscosidade
chega a 5 (cinco) vezes a viscosidade da água.
Com esta restrição, basicamente qualquer bomba dentro de nossas
séries podem ser utilizadas, se corretamente dimensionada.  
Recomendação: Todos os tamanhos.
Serviço: Fluídos de alta viscosidade (Não-Newtonianos)
Comentários/Recomendação:Estasaplicaçõessãomuitocomplexasde
avaliar e a equipe de apoio a vendas de bombas deve ser consultada.
Serviços relativos a processos de mistura
Serviço: Mistura
Comentários: Bombas de tanque são excelentes como misturadores.
Aomisturaráguaesólidosconsulteacorretaproporção(relação)entre
o líquido e sólidos.
Recomendação: Séries VT e VF.
15-142Guia de aplicação
Seleção de Bombas de Polpa - por aplicação industrial
EsteguiadeseleçãosebaseiaemexperiênciapráticaoriundadeváriasaplicaçõesdeBombadePolpa
dentro dos seguintes segmentos industriais:
•	 Minerais metálicos e industriais
•	 Construção
•	 Carvão mineral
•	 Lixo e reciclagem
•	 Energia & FGD (flue-gas desulfurization)
•	 Papel e celulose
•	 Metalúrgico
•	 Químico
•	 Mineração e perfuração de túneis
Segmento industrial: Minerais metálicos e industriais
Aplicação: Bombas para circuitos de moagem
Comentários: Nossas séries X e H são especialmente desenhadas para
circuitos de moagem (inclusive alimentação de ciclone).
Para tamanhosdeparticularinferioresa5(cinco)mm,utilizeborracha.
Se possível, misture vazãos contendo partículas grosseiras e finas,
juntas, para uma maior estabilidade de polpa.
Recomendação: XR e XM, HR e HM.
Aplicação: Bombas para espuma
Comentários: A série VF foi desenhada especialmente para o bombe-
amento de espuma.
Tenha cautela quando se trata de alturas manométricas superiores
a 15 m.
Recomendação: VF.
15-143 Guia de aplicação
Aplicação: Bombas para reservatórios/poços de piso
Comentários: Utilize bombas de piso do tipo VS com peças de
desgaste metálicas pois, frequentemente, há risco de que material
superdimensionadoestranho(trampmaterial)entrenosreservatórios/
poços de piso.
Se for necessário utilizar borracha, coloque um coador/uma peneira
na frente da bomba ou em volta da bomba.
Recomendação: Série VS.
Aplicação: Bombas para resíduos/rejeitos de mineração 		
Comentários: Dependendo do tamanho da particular, tanto pode-se
usar bombas de borracha quanto de metal. Para instalações de longa
distância / longo percurso (em série), vide o capítulo 11.
Recomendação: Séries X e H, tanto em borracha quanto metal.
Aplicação: Bombas para alimentação de hidrociclone
Comentários:Paraaclassificaçãodemateriaiscortantes,utilizebombas
horizontais tipo X ou H.
Para ciclones de desaguamento, utilize bombas de tanque.
Recomendação: Séries X, H, e VT.
Aplicação: Bombas para alimentação de filtro prensa
Comentários: É necessário elevada altura manométrica com controle
de velocidade variável (como alternativa, um propulsor de duas
velocidades).
Evite borracha devido ao acúmulo de‘low flow head’(altura de baixo
vazão).
Aplicação: Bombas para alimentação de prensa tubular
Comentários:Baixovazãoegrandealturamanométrica,utilizebombas
de metal do tipo HM.
Uma bomba consegue alimentar muitos tubos através de um anel de
distribuição de polpa.
Recomendação: Série HM.
15-144Guia de aplicação
Aplicação: Bombas para lixiviação
Comentários: Vide polpas corrosivas, página 15-142
Aplicação: Bombas para mídia densa (mídia pesada)
Comentários:Elevadaalturamanométricadeentradaealtopercentual
de sólidos combinado com baixa altura manométrica de saída pode
causar problemas de vazamento na selagem/selo do expeller (selo
do expeller).
Recomendação: Série HM.
Aplicação: Bombas para uso geral (mineral)
Comentários: Bombas horizontais do tipo MM e MR são ideais para o
serviço normal em circuitos de processamento mineral. Se o desgaste
for extremo, utilize as séries X e H.
Normalmente, é preferível a borracha em concentradores de “rocha
dura”/”pedra dura”.
Para aplicações especiais, utilize bombas verticais.
Recomendação: Todas as séries.
Segmento industrial: Construção
Aplicação: Bombas para água de lavagem (areia e brita)
Comentários: Normalmente, bombas verticais do tipo VS e VT são
utilizadas.
A bomba horizontal da série M também é adequada.
Recomendação: Séries V e M
Aplicação: Bombas para transporte de areia
Comentários: Bombas horizontais com revestimento de borracha são
preferíveis.
Recomendação: MR
15-145 Guia de aplicação
Aplicação: Bombas para desaguamento de túneis
Comentários: Como as bombas ‘frontais’ (iniciais), utilize bombas de
drenagem. Para o primeiro estágio de transporte, normalmente são
utilizadas bombas verticais do tipo VS.   
Para bombeamento horizontal de longa distância, utilize a série HM.
Para os entulhos provenientes de perfuração de face inteira (TBMs -
Tunnel Boring Machines ou‘Tatuzão’), utilize bombas HM e MM.
Para pequenos túneis (micro perfuração), utilize a pequena HM.
Recomendação:SériesH,M,eVS.(Semusodeborrachadevidoaóleo.)
Segmento industrial: Carvão mineral
Aplicação: Bombas para lavagem de carvão
Comentários: Geralmente, são utilizada bombas de metal devido ao
risco de material estranho superdimensionado.
Recomendação: Séries HM e MM.
Aplicação: Bombas para espuma (carvão mineral)
Comentários: Utilize bomba vertical do tipo VF.
Recomendação: VF.
Aplicação: Bombas para mídia densa (carvão)
Comentários: Vide mídia densa, página 15-145.
Aplicação: Bombas para misturas carvão/água
Comentários: Utilize bombas convencionais das séries M.
Recomendação: Séries MR.
Aplicação: Bombas para aplicações gerais (carvão)
Comentários: A  indústria do carvão normalmente não utiliza bombas
de borracha.
Recomendação: Utilize HM e MM.
15-146Guia de aplicação
Segmento industrial: Lixo e reciclagem
Aplicação: Bombas para o manuseio de efluentes
Comentários: Aplicação para serviço leve. Utilize tanto bombas
horizontais quanto verticais. Bombas em metal são a primeira opção.
Recomendação: Séries HM, MM e V.
Aplicação: Transporte hidráulico de lixo leve
Comentários: Utilize bombas horizontais com rotores de vazão
induzido por Vórtice. (Vortex induced flow impellers).
Recomendação: Séries HM e MM.
Aplicação: Bombas para tratamento de solo (terras)
Comentários: Vide minerais acima. Bombas do tipo VT são recomen-
dadas para plantas móveis e semi-móveis (sem vazamento de selo/
selagem e fácil de transportar e instalar).
Recomendação: Todas a séries.
Segmento industrial: Energia e FGD (dessulfurização de
gases de combustão)
Aplicação: Bombas para alimentação de reator FGD (calcário)
Comentários: Normalmente, as aplicações minerais utilizam as séries
X, H e M,
todas com peças de borracha e/ou metal.
Borracha para altas concentrações de cloretos.
Recomendação: Séries X, H e M.
Aplicação: Bombas para descarga de reator FGD (gesso - gipsita)
Comentários: Vide bombas de calcário acima.
Recomendação: Séries X, H e M.
15-147 Guia de aplicação
Aplicação: Bombeamento de cinzas de fundo
Comentários: Bombas em metal são preferíveis devido à temperatura
e tamanho de partículas.
Utilize bombas horizontais dos tipos X e H.
Recomendação: Séries XM e HM
Aplicação: Bombeamento de Cinzas Volantes (Fly ash)
Comentários: Metal é normalmente utilizado devido ao risco de
contaminação por óleo.
Se for necessário utilizar borracha (baixo pH), fique atento para a
presença de óleo (em qualquer quantidade) ou de outros produtos
químicos.
Recomendação: Séries X, H, M e VS.
Segmento industrial: Papel e Celulose	
Aplicação: Bombas para licores
Comentários: Com licores negros, não se deve recomendar borracha
(devido ao risco da presença de terebintina).
Recomendações standard (padrão): Séries H e M (peças em metal).
Recomendação: Séries HM e MM.
Aplicação: Bombas para calcário e lama cáustica
Comentários: Estas aplicações são, normalmente, de alta temperatura.
Entretanto, recomendam-se peças de metal.
Recomendação: HM e MM.
Aplicação: Bombas para rejeito de polpa/celulose (contendo areia)
Comentários: Normalmente serviço leve, mas recomendam-se peças
de metal.
Normally we are competing with stainless steel pumps.
Recomendação: Série MM.
15-148Guia de aplicação
Aplicação: Bombas para sólidos de descascamentos de árvores
Comentários: Para areia e cascas de árvores, desenvolvemos uma
bomba vertical do tipo VS extra longa.
Utilize peças em metal e rotor de vazão induzido (Vortex-Vórtice).
Recomendação: Série VS
Aplicação: Bombas para transporte hidráulico de cavacos de madeiras	
Comments: Use induced flow pumps (Vortex) of H and M type.
Recommendation: HM and MM ranges.
Aplicação: Bombas para polpas de extensor e de revestimentos de papel
Comentários: Utilize bombas de vazão induzido (Vortex-Vórtice) dos
tipos H e M.
Recomendação: Séries HM e MM.
Aplicação: Bombas para derramamentos em pisos
Comentários: Utilize uma bomba vertical do tipo VS. Às vezes peças
em aço inoxidável são necessárias devido a baixo pH.
Recomendação: Série VS.
Segmento industrial: Metalúrgico
Aplicação: Bombas para transporte de carepa de siderurgia
Comentários: A primeira escolha é a bomba vertical do tipo VS com
rotor de vazão induzido e peças metálicas.
AsbombashorizontaisutilizamtipoHMsomentecompeçasemmetal.
Recomendação: Séries HM e VS.
Aplicação: Bombas para transporte de escória
Comentários: As mesma considerações com relação ao “Carepa de
Siderurgia”acima.
15-149 Guia de aplicação
Aplicação: Bombas para efluentes de lavadora de gases (wet scrubber)
Comentários: Normalmente, recomendamos uma bomba do tipo
horizontal da série M ou bombas verticais da série VS.
Se o pH for muito baixo, utilize borracha.
Se o pH for muito baixo e a temperatura for muito alta utilize peças
de aço inoxidável ou de borracha sintética.
Recomendação: Séries MR e VS.
Aplicação: Bombas para transporte de pó de ferro 	
Comentários: Vide bombas para mídias densas acima.
Aplicação: Bombas para transporte de aparas de usinagem
Comentários: Nenhuma peça de borracha poderá ser utilizada devido
a óleo.
Bomba vertical do tipo VS e bombas horizontais do tipo M.
Recomendação: VS e MM.
Segmento industrial: Químico	
Aplicação: Bombas para polpas ácidas
Comentários: A primeira recomendação são as bombas horizontais
com peças de borracha ou de inox. Para polpas extremamente
abrasivas utilize bomba horizontal tipo HR.
Recomendação: Séries MR e HR.
Aplicação: Bombas para salmouras
Comentários: Aplicações muito corrosivas. Também podem ser
abrasivas (cristais).
Poliuretano pode ser utilizado para evitar a cristalização em peças da
bomba.
Recomendação: Séries HM, HR, MM, MR e VS (peças de poliuretano).
Aplicação: Bombas para produtos cáusticos
Comentários:Tanto bombas de borracha quanto de metal podem ser
utilizadas. Fácil aplicação.
Recomendação: Séries MM, MR, PM e VS.
15-150Guia de aplicação
Segmento industrial: Mineração
Aplicação: Bombas para aterros hidráulicos (com ou sem cimento)
Comentários: Cuidado com rejeitos ‘deslimed’ (deslamados)! Utilize
bombashorizontaisdotipoHouMcompeçasdeborrachaoudemetal.
Recomendação: Séries H e M.
Aplicação: Bombas para água de mina (com sólidos)
Comentários: A recomendação normal é de bombas horizontais do
tipo HM (multi-estágio se necessário).
Cuidado com o aparecimento de corrosão!
Recomendação: HM
15-151 Guia de aplicação
15-152Guia de aplicação
16-153 Dimensionamento
16. DIMENSIONAMENTO
Os procedimentos modernos para o dimensionamento de Bombas de Polpa são computadorizados
e fáceis de trabalhar - como é o caso do PumpDim™ para Windows™ da Metso. É importante que
saibamos os passos para realizar o dimensionamento de bombas de polpa, e a relação entre estes,
para assegurarmos que estes procedimentos sejam corretamente compreendidos.
O procedimento manual a seguir é aproximado e proporciona uma precisão aproximada, exceto em
aplicações extremas.
Os passos para o dimensionamento
Passo 1.
Determine se a polpa/líquido é:
Líquido Claro (límpido)
Polpaquenãosedimenta(viscosa)(Tamanhodepartícula<50micra)
Polpa que sedimenta
Passo 2.
Estabeleçaosdetalhesemrelaçãoaoserviço.Estesvariamdependendo
do tipo de líquido conforme citado no Passo 1. Detalhes comuns são:
Vazão ou Tonelagem
Elevação estática (head / altura manométrica)
Perdas de carga dadas ou sistema de tubulação conhecida / escolhida.
Propriedades químicas como valor de pH, teor de coletos, óleo, etc.
Outros detalhes sobre o líquido/polpa conforme abaixo
Líquidos claros (límpidos)
Quandosetratadeágualimpa-nãohánecessidadedeoutrosdetalhes
sobre o líquido. Para outros líquidos claros, é necessário o seguinte:
- Peso Específico (SG = specific gravity) do líquido.
-Viscosidadedinâmicadolíquido.Sefordadaaviscosidadecinemática,
vide os fatores de conversão na página 18-165.
16-154Dimensionamento
Polpas
Para polpas, vários detalhes são necessários. Conforme as fórmulas
a seguir, certas combinações destes dados são necessárias para que
possamos calcular todos eles.
Sm 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) da Polpa
Cv 	 = Concentração por Volume %
Cw 	 = Concentração por Peso %
S 	 = Peso Específico (S.E. = Gravidade Específica) dos Sólidos
Q 	 = M3
/H taxa de vazão
tph 	 = Toneladas por hora (sólidos)
Fórmula para Polpa:
Sm 	 = 	 100 - Cv
		 100 - Cw
Sm 	 =	 Cv ( S - 1 ) + 1
		 100
Cv 	 =	 Sm - 1 x 100
		 S - 1
Cv 	 =	 100 - [ (100 - Cw) x Sm ]
Cw 	 =	 100 -
100 - Cv
	 Sm
Cw 	 =	 100 x S
		 100 + (S - 1)
		 Cv
Q 	 =	 tph x 1 + 100 - 1
	 S Cw
Para as polpas que não sedimentam (viscosas) também são
necessárias a viscosidade dinâmica plástica e o tamanho máximo de
partícula.
Para as polpas que sedimentam são necessários os tamanhos máx.
e médio de partículas (d50).
16-155 Dimensionamento
Tonelagem de sólidos ou vazão da polpa?
Como um comentário sobre as fórmulas acima, é muito importante
compreender a diferença entre “porcentagem de sólidos por peso”
e“porcentagem de sólidos por volume”.
Porcentagem de sólidos por peso é a maneira normal de ‘explicar’
uma polpa, por exemplo: Polpa de magnetita, 40 porcento de sólidos
por peso.
Polpa de pedra calcária, 40 porcento sólidos por peso.
Isto se deve à prática de que a produção em geral é medida em
toneladas (sólidos) por hora.
Por exemplo, alimentação de magnetita para o circuito é de 300
toneladas/hora como polpa 40% por peso.
Alimentação de pedra calcária para o circuito é de 300 toneladas/hora
como polpa 40% por peso.
Estes são números inúteis para um especialista em Bombas de
Polpa, pois as bombas são máquinas volumétricas e precisam ser
dimensionadas com base no vazão.
Seexaminarmosascondiçõesdevazãodaspolpasacima,veremosque:
A polpa de magnetita (com um P.E. - peso específico - de sólidos de
4,6) nos dá um vazão de polpa de 515 m3
/hora.
A polpa de pedra calcária (com um P.E. - peso específico - de sólidos
de 2,6) nos dá um vazão de polpa de 565 m3
/hora.
Como tonelagens, estas capacidades são iguais, mas hidraulicamente
não são.
Passo 3.
Somente para polpas que sedimentam.
Certifique-se de que a velocidade real na tubulação é maior do que a
velocidadecríticaparadeposiçãoestacionária.Consulteodiagramana
página11-83utilizandotamanhomáximodepartícula,PesoEspecífico
de sólidos e diâmetro de tubo.
Se um diâmetro de tubo não tiver sido especificado, a melhor maneira
de se chegar num diâmetro (estabelecer um) é escolher o primeiro
tamanho de tubo que dê uma velocidade acima de 3 m/s. Esse
tamanho de tubo deve ser checado para assegurar que a velocidade
real seja maior do que a velocidade crítica. Use o diagrama na página
11-83 para velocidades em diferentes diâmetros de tubo a um
determinado vazão.
Se a velocidade real for menor do que, ou maior do que a velocidade
crítica, oexercíciodeveserrepetidoparaumtamanhodetubomenor,
ou maior, para certificar-se de que você use o maior tubo possível
visando assegurar quer não ocorra a sedimentação.
NOTA!!! Use sempre o valor mínimo previsto de vazão para o cálculo
da velocidade no tubo.
16-156Dimensionamento
Passo 4.
Calcule a altura manométrica de descarga total de acordo com a
seção 11.
Oequipamentoadicionaldeprocessoqueprecisedepressãotambém
precisa ser considerado. Par hidrociclones, a pressão de entrada
normalmente é especificada em kPa ou bar.
Estes números precisam ser convertidos em altura manométrica na
coluna de polpa em metro (divida a pressão pela densidade do fluído)
e esta tem que ser somada à altura manométrica que foi calculada de
acordo com a seção 11.
Passo 5.
O próximo passo é a escolha do material das peças de desgaste para
a via úmida.
- Escolha o material a partir do tamanho máximo de partícula de
acordo com a tabela na página 6-32. Para líquidos claros (límpidos), as
bombasdemetalsãoaprimeira/melhorescolha.Verifiquearesistência
química do material escolhido a partir da página 6-35 e as tabelas das
páginas 19-185 a 19-189.
Passo 6.
Agora temos que escolher o tipo certo de bomba considerando os
custos operacionais, levando em conta o desgaste, manutenção e
consumo de energia. Dependendo da aplicação, poderá ser uma
Bomba de Polpa horizontal, vertical ou submersível.
Tambémpoderáserumabombaparacondiçõesextremas,pesadasou
normais de desgaste. A partir da seção 15, você pode ver qual o tipo
de bomba que recomendamos para várias aplicações industriais. Com
basenisso,juntocomomaterialescolhidoparaaviaúmida,vocêpode
escolher uma série de bomba adequada da seção 13 e 14.
Agora, vamos ao tamanho da bomba. Com base nos passos
anteriores (acima), sabemos agora a taxa de vazão da polpa e a altura
manométrica total de descarga.
Agora temos que encontrar o tamanho de bomba para atender este
serviço.
Isto poderá ser feito a partir da tabela de seleção de bombas - vide
seção 14.
Para poder prosseguir e escolher a necessária velocidade de bomba e
potência instalada de motor é necessário traçar uma curva completa
de desempenho baseado em água limpa para a bomba escolhida.
Entre em contato com a sua Metso local (se representante Metso local)
para obter apoio.
16-157 Dimensionamento
Passo 7.
Como as curvas de desempenho das bombas têm como base a água
limpa, são necessárias correções/ajustes nestas curvas se outros
líquidos ou algum tipo de polpa forem bombeados.
Água limpa
Marque o seu vazão e o ponto de altura manométrica de descarga
total na seção superior da curva de desempenho com água limpa, de
acordo com a figura abaixo.
16-158Dimensionamento
A partir disso, você poderá estimar a velocidade de bomba necessária
oucalcularestavelocidadeatravésdasfórmulasnapágina10-64.Com
base no exemplo dado acima, a velocidade é de 1880 r/min.
Então,encontreeextraiaapotêncianecessáriaapartirdaparteinferior
da curva de desempenho utilizando o vazão de serviço e a velocidade
de rotação.
Para as polpas que sedimentam, veja o diagrama na página 10-60
usando o tamanho de partícula média de d50, P.E. de sólidos e
concentração por peso. A partir disso, o Fator HR (Head Ratio)/ER
(Efficiency Ratio) - Razão de Altura Manométrica / Razão de Eficiência
- pode de ser determinado.
Divida a altura manométrica de descarga total pelo fator HR. Como o
fator é <1, a altura manométrica de descarga total terá um valor maior.
Marqueoseuvazãoeopontodealturamanométricadedescargatotal
corrigidonacurvadedesempenho,conformeafigura,sobágualimpa.
A partir disso, você pode estimar a velocidade de bomba necessária
ou calcular esta velocidade a partir das fórmulas na página 10-58.
Então, encontre e extraia a potência (em água limpa) a partir da
curva de desempenho para água limpa. Multiplique a potência pela
densidade relativa.
Densidade relativa = Densidade da polpa / Densidade de água limpa
Então você tem a potência de polpa necessária no eixo da bomba.
Para polpas que não sedimentam ou líquidos viscosos, o diagrama na
página 10-68 é utilizado para corrigir o desempenho da bomba. Para
polpas que não sedimentam, é necessário a verdadeira viscosidade
plástica dinâmica, a qual poderá ser encontrada através do reograma
estabelecido por meio de testes.
Para outros líquidos Newtonianos, com viscosidade diferente da água
limpa, a viscosidade pode ser expressa como viscosidade cinemática
ou como viscosidade dinâmica (absoluta). Veja fatores de conversão
na seção 18.
A partir da viscosidade dinâmica (plástica), do vazão e da altura
manométrica de descarga total, pode se obter os fatores de correção
para eficiência CN e para vazão CQ. O fator de correção de altura
manométrica CH depende de quão próximo do BEP (Ponto de Melhor
Eficiência - 1,0 = melhor eficiência) a bomba irá operar.
Divida sua vazão (vazão) de serviço e head pelos fatores de correção
acima e marque-as na curva de água limpa conforme descrito acima
A partir disto, você poderá estimar a velocidade de bomba necessária
ou calcular a velocidade a partir das fórmulas na página 10-58.
Então, encontre e extraia a potência necessária para água limpa a
partirdacurvadedesempenho.Multipliqueapotênciapeladensidade
relativa. No fim, você terá a velocidade para o serviço e potência de
polpa necessária no eixo da bomba.
16-159 Dimensionamento
Checagem para verificação de cavitação
De acordo com a seção 10, precisamos também checar a situação
hidráulica no lado de entrada (o NPSH - NET POSITIVE SUCTION HEAD/
ALTURA LÍQUIDA DE SUCÇÃO POSITIVA).
Se as perdas no tubo de entrada da bomba forem altas demais
(suction lift - elevação por sucção), se a temperatura da polpa for alta
ou se o local estiver a grande altitude, poderemos ter o surgimento
de cavitação.
Passo 8.
Em seguida, temos que definir o tamanho correto do motor. É
recomendável acrescentar 15% a título de margem de segurança
acima da potência necessária. Escolhemos então o tamanho seguinte
e superior de motor disponível.
Passo 9.
Escolha um conjunto de acionamento apropriado para conseguir
ajustar a velocidade do motor à velocidade necessária da bomba.
Vide seção 9 para orientações gerais. Consulte fornecedores
de acionamentos ou seu representante Metso local para obter
recomendações.
O dimensionamento em resumo
A ferramenta para o dia-a-dia de dimensionamento de Bombas de
Polpa é o software PumpDim™. Você pode obter uma cópia desse
programa se cadastrando através do formulário fornecido na seção
17. O programa segue, basicamente, o mesmo roteiro ou passos de
dimensionamento citado acima, mas é simples e rápido de usar e
executa, automaticamente, muitas verificações mecânicas, tais como:
vida dos rolamentos, deflexão de eixo e velocidades críticas.
Boa Sorte!!!
16-160Dimensionamento
17-161 Introdução ao Metso PumpDim™
I7. INTRODUÇÃO AO METSO PumpDimTM
Apresentação
Metso PumpDimTM
para WindowsTM
PumpDim™ para Windows™ é principalmente um programa para o
dimensionamento e seleção das bombas da Metso. O software pode
dimensionar uma bomba para um nível de serviço específico ou para
um sistema de tubulação, bombeando água limpa, líquidos viscosos
ou uma suspensão de sólidos num líquido.
O software é fornecido mediante o pagamento de uma taxa de
cadastramento. Por favor copie e preencha o formulário de cadastro
anexo.
O que o software consegue fazer?
O programa considera e/ou calcula, por exemplo, os seguintes
parâmetros:
• 	 Velocidadedevazãocríticaparaevitarasedimentaçãodepartículas
nas tubulações.
• 	 A curva completa do sistema perdas de altura manométrica pela
tubulação quando a altura manométrica estática, tubulações,
conexões e outros componentes são especificados.
• 	 Bombeamento de espuma quando um fator de espuma estiver
especificado.
• 	 Efeito de sólidos sobre a altura manométrica gerada pela bomba
e a eficiência da bomba.
• 	 Recomenda o material a ser aplicado para a via úmida da bomba
considerando o tamanho de partícula e a distribuição.
• 	 Escolhe o tamanho da bomba para um serviço especificado e
calcula a velocidade de bomba necessária.
• 	 Calcula a deflexão do eixo e a vida útil do rolamento no ponto de
serviço.
• 	 Recomenda o tamanho do motor e o acionamento para o serviço.
• 	 Calcula a densidade da polpa baseado na densidade da partícula
e do líquido, e na concentração e/ou tonelagem. Calcula o vazão
real através de uma instalação existente baseado no sistema de
tubulação, propriedades da polpa e velocidade da bomba, isto é,
estabelecendo a carga circulante nas aplicações de descarga do
moinho.
17-162Introdução ao Metso PumpDim™
Limitações
Os resultados fornecidos pelo PumpDim™ são representativos para
polpas que sedimentam que possuam partículas de tamanho e
distribuição “normais”, tais como aquelas encontradas nas indústrias
de processamento mineral, com concentrações menores de 40% por
volume.
Polpas homogêneas com partículas essencialmente menores do
que 50 um (µm), isto é: argilas, polpas de cimento, carbonatos de
cálcio na qualidade de revestimento/cobertura e ‘filler’, que têm
comportamento não-Newtoniano, precisam ser tratadas como sendo
um líquido viscoso. A verdadeira velocidade dinâmica plástica da
polpa, yield stress (tensão de escoamento) e índice de vazão precisam
ser conhecidos. Estes parâmetros podem ser determinados a partir de
ensaios (testes) realizados pela Metso Minerals, ou outro laboratório.
Para partículas com formato floculento ou fibroso, isto é, algumas
aplicações em carepa de moinho e aplicações em polpa de celulose
requerem considerações/observações especiais. Por favor consulte a
os especialistas em aplicações da Metso.
Contact us if you have any further questions.
Direitos autorais e garantias
O programa (software) foi desenvolvido pela Metso e permanece
sempre como nossa propriedade. Ele será devolvido mediante nossa
solicitação. A Metso possui os direitos autorais ao software e ele não
será copiado ou repassado a terceiros sem a nossa permissão por
escrito.
Qualquerinformaçãoobtidaapartirdosoftwareéapenasorientadora
(consultiva) e não sugere/propõe qualquer oferta legalmente
vinculativa ou garantia, a menos que confirmada pela Metso.
Quaisquerperguntasrelativasaosoftwareserãodirigidas/endereçadas
ao escritório local da Metso.
17-163 Introdução ao Metso PumpDim™
Formulário de Cadastramento
Por favor copie este formulário e envie-o ao seu escritório local da
Metso, conforme endereço constante da contra capa deste manual,
ou envie os dados por email para PumpDim@metso.com.
Consultetambémosite:www.metso.com/pumpsparaveroformulário
de registro pela internet.
Nome.............................................................................................................................
Cargo.............................................................................................................................
Empresa........................................................................................................................
Endereço......................................................................................................................
Cidade/Estado............................................................................................................
CEP/Código de Endereçamento Postal.............................................................
Tel...................................................................................................................................
Fax..................................................................................................................................
E-mail............................................................................................................................
17-164Introdução ao Metso PumpDim™
18-165 Miscelâneas
I8. MISCELÂNEAS
1 kp/cm2
	 = 98.1 kPa
1 atm 	 = 760 torr = 101 kPa
1lbf/in2
(psi) = 6.89 kPa = 0.07031 kp/cm2
1 torr (mm Hg) = 133 Pa
Torque
1 pé. lb = 1.356 Nm
Viscosidade dinâmica
N s/m2
	 N s/mm2
	P	 cP
1	10-6
	10	 103
106
	1	 10 .
106
	109
0,1	0,1 .
10-6
	1	 100
10-3
	10-9
	10 .
10-3
	1
Viscosidade cinemática
= densidade de viscos. dinâmica
m2
/s	 St (Stoke)	 mm2/
s	
		 cSt
1	10 .
103
	106
10-6
	10 .
10-3
	1
0,1 .
10-3
	1	 100
Vazão
1 usgpm 	= 	0.23 m3
/h (galão U.S. /min)
1 Igpm 	 = 	 0.276 m3
/h (galão intern./min)
Velocidade
1 fps 	 = 	 0,3408 m/s
1 fpm 	 = 	 18.288 m/min
Claridade de concentração
ppm 	= partes por milhão = mg/l
ppb 	 = partes por bilhão = mg/m3
SS 	 = sólidos em suspensão
TS 	 = total de sólidos (incl. sólidos 		
		dissolvidos)
Fatores de conversão
Comprimento (L)
1 polegada 	= 	25.4 mm
1 pé 	 = 	0.305 m
Área
1 pol, quadrada = 645 mm2
	 =	6.45 cm2
1 pé quadrado 	=	 0.0929 m2
	= 	929 cm2
Volume
11 polegada cúbica 	 = 16,4 cm3
1 pé cúbico	 = 	28,3 l
1 galão UK (galão imperial) 	= 	4,55 l
1 galão EUA 	 = 	3,79 l
Massa
1 libra (lb) 	 = 	0,454 kg
1 onça peso (oz) 	 = 	28,3 g
1 tonelada curta
(tonelada norte-americana) 	= 	907 kg
Peso Específico (Gravid. Espec).
1 lb/pol3
	 = 	27.7 t/m3
= 27.7 g/cm3
1 lb/pé3
		 = 	16.0 kg/m3
Força
1 kp (kgf) = 9.81 N
1 lbf 	 = 4.45 N
Energia
1 kWh 	 = 	 3.60 MJ
1 kcal 	 = 	 4.19 kJ
1 Btu 	 =	 1.06 kJ
Potência
1 kcal/h	 = 1.16 W
1 hp 	 = 746 W
Pressão
1 bar = 14.5 psi = 100 kPa
1 bar = 100 kPa
18-166Miscelâneas
Escala padrão de tela Tyler
	Mesh	 Micra	 Mesh	 Micra	 Mesh	 Micra
	21
/2
	 8000	 14	 1180	 80	 180	
	3	 6700	 16	 1000	 100	 150
	31
/2
	5600	 20	 850	 115	 125	
	4	 4750	 24	 710	 150	 106
	5	 4000	 28	 600	 170	 90	
	6	 3350	 32	 500	 200	 75	
	7	 2800	 35	 425	 250	 63	
	8	 2360	 42	 355	 270	 53
	9	 2000	 48	 300	 325	 45	
	10	 1700	 60	 250	 400	 38
	12	 1400	 65	 212	 500	 25
18-167 Miscelâneas
Densidade de sólidos
Mineral	 Densidade Relativa 	 Mineral	 Densidade Relativa
A	Albita	 2.6
	Almandina	 4.3
	Amianto	 2.4-2.5
	Anatase	 3.9
	Apatitendradita	 3.8
	Apatita	 3.2
	Arsenopirita	 5.9-6.2
	Azurita	 3.8
B	 Badeleita 	 5,6
	 Barita 	 4,5
	 Bauxita 	 2,6
	 Berilo 	 2,7-2,8
	 Biotita 	 3,0-3,1
	 Bismuto 	 9,8
C	 Calcita 	 2,7
	 Calcocite 	 5,5-5,8
	 Calcopirita 	 4,1-4,3
	 Cassiterita 	 7,0
	 Caulinita 	 2,6
	 Celestita 	 4,0
	 Cerussite 	 6,6
	 Cianita 	 3,6-3,7
	 Cinabrita 	 8,1
	 Clorite 	 2,6-3,2
	 Cobaltita 	 6,0-6,3
	 Cobre 	 8,9
	 Colemanita 	 2,4
	 Coríndon (Corundum) 3	 ,9-4,1
	 Covelita 	 4,7
	 Criolita 	 3,0
	 Crisocola 	 2,0-2,3
	 Cromita 	 5,1
	 Cuprita 	 5,8-6,2
D	 Diamante 	 3,5
	 Diopsídio 	 3,3-3,4
	 Dolomita 	 1,8-2,9
E	 Enxofre 	 2,1
	 Epidoto 	 3,4
	 Esfalerita 	 3,9-4,0
	 Esfeno (Titanita) 	 3,3-8,6
	 Espinela 	 3,6
	 Espodumênio 	 3,1-3,2
	 Estanita (Estanho) 	 4,3-4,5
	 Estibnita (Antimonita) 	 4.6
F	 Feldspato (Grupo) 	 2,6-2,8
	 Ferberita 	 7,5
	 Flint (vide: Sílex) 	 2,6
	 Fluorita 	 3,2
	 Franklinita 	 5,1-5,2
G	 Gahnita 	 4,6
	 Galena 	 7,5
	 Gesso 	 2,3
	 Goethita 	 4,3
	 ‘Gold’(vide: Ouro) 	 15,6-19,3
	 Grafite 	 2,1-2,2
	 Grossulária 	 3,5
H	 Halita 	 2,5
	 Hematita 	 5,2
	 Hiperstênio 	 3,4
	 Hornblenda 	 3,1-3,3
	 Hübnerita 	 6,7-7,5
I	Ilmenita	 4.7
K	 Kaolinite (vide: Caulinita) 	 2,6
	 Kyanite (vide: Cianita) 	 3,6-3,7
L	Lepidolita	 2.8-2.9
	Limonita	 2.2-2.4
M	 Magnesita 	 3,0
	 Magnetita 	 4,7
	 Malaquita 	 4,0
	 Magnita 	 4,3
18-168Miscelâneas
Mineral	 Densidade Relativa Mineral Densidade Relativa
M	 Marcasite 	 4,6-4,9
	 Martita 	 5,2
	 Microclina 	 2,6
	 Microlita 	 5,5
	 Molibdenita 	 4,7-5,0
	 Monazita 	 4,9-5,5
	 Mulita 	 3,2
	 Moscovita 	 2,8-3,0
N	 Nefelina Sienito 	 2,6
	 Niquelina ou Nicolita 	 7,6-7,8
O	 Olivina 	 3,3-3,5
	 Orpimento 	 3,4-3,5
	 Ortoclase ou Ortoclásio 	 2,5-2,6
	 Ouro 	 15,6-19,3
P	 Petalita 	 2,4
	 Platina 	 14,0-21,5
	 Pirita 	 5,0
	 Pirocloro 	 4,2-4,4
	 Pirolusita 	 4,7-5,0
	 Piroxênio 	 3,1-3,6
	 Pirrotita 	 4,6-4,7
	 Prata 	 10,1-11,1
Q	QuartzO	 2.7
R	 Realgar 	 3,6
	 Rodocrosita 	 3,7
	 Rodonita 	 3,6-3,7
	 Rutilo 	 4,2-4,3
S	 Scheelita 	 6,1
	 Serpentina 	 2,5-2,7
	 Siderita 	 3,9
	 Sílex 	 2,6
	 Sillimanita 	 3,2
	 Silver 	 10,1-11,1
	 Smithsonita 	 4,1-4,5
S	 Sphalerite 	 3,9-4,0
	 Sphene 	 3,3-8,6
	Spinel	 3,6
	 Spodumene 	 3,1-3,2
	 Stannite 	 4,3-4,5
	 Stibnite 	 4.6
	 Sulphur 	 2,1
	 Silvinita 	 2,0
T	 Talco 	 2,7-2,8
	 Tantalita 	 5,2-8,2
	 Tetraedrita 	 5,0
	 Torita 	 4,5-5,4
	 Topázio 	 3,5-3,6
	 Turmalina 2	 ,9-3,2
U	 UraninitA	11.0
V	 VermiculitA	2.4-2.7
W	 WolframitA	6.7-7.5
	WollastonitA	 2.8-2.9
Z	 Zólitas 	 2,0-2,5
	 Zincita 	 5,7
	 Zircão 	 4,7
Outros sólidos de composição
variada:
Escória 	 1,5-4
Terra 	 1,5-2,8
Cinza (volante) 	 1,5-3,5
Cinza (de fundo) 	 1,5-3
Efluentes de lavadora de gases
(Wet Scrubber) 	 2-5
Carepa (Mill Scale) 	 4,9-5,2
18-169 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 1.4	 Densidade de sólidos: 1.8
	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.003	99.714	 41	1.133	2.153	 1	1.004	99.556	 41	1.223	1.995
	2	1.006	49.714	 42	1.136	2.095	 2	1.009	49.556	 42	1.230	1.937
	3	1.009	33.048	 43	1.140	2.040	 3	1.014	32.889	 43	1.236	1.881
	4	1.012	24.714	 44	1.144	1.987	 4	1.018	24.556	 44	1.243	1.828
	5	1.014	19.714	 45	1.148	1.937	 5	1.023	19.556	 45	1.250	1.778
	6	1.017	16.381	 46	1.151	1.888	 6	1.027	16.222	 46	1.257	1.729
	7	1.020	14.000	 47	1.155	1.842	 7	1.032	13.841	 47	1.264	1.683
	8	1.023	12.214	 48	1.159	1.798	 8	1.037	12.056	 48	1.271	1.639
	9	1.026	10.825	 49	1.163	1.755	 9	1.042	10.667	 49	1.278	1.596
	10	1.029	 9.714	 50	1.167	1.714	 10	1.047	 9.556	 50	1.286	 1.556
	11	1.032	 8.805	 51	1.171	1.675	 11	1.051	 8.646	 51	1.293	 1.516
	12	1.036	 8.048	 52	1.174	1.637	 12	1.056	 7.889	 52	1.301	 1.479
	13	1.039	 7.407	 53	1.178	1.601	 13	1.061	 7.248	 53	1.308	 1.442
	14	1.042	 6.857	 54	1.182	1.566	 14	1.066	 6.698	 54	1.316	 1.407
	15	1.045	 6.381	 55	1.186	1.532	 15	1.071	 6.222	 55	1.324	 1.374
	16	1.048	 5.964	 56	1.190	1.500	 16	1.077	 5.806	 56	1.331	 1.341
	17	1.051	 5.597	 57	1.195	1.469	 17	1.082	 5.438	 57	1.339	 1.310
	18	1.054	 5.270	 58	1.199	1.438	 18	1.087	 5.111	 58	1.347	 1.280
	19	1.057	 4.977	 59	1.203	1.409	 19	1.092	 4.819	 59	1.355	 1.250
	20	1.061	 4.714	 60	1.207	1.381	 20	1.098	 4.556	 60	1.364	 1.222
	21	1.064	 4.476	 61	1.211	1.354	 21	1.103	 4.317	 61	1.372	 1.195
	22	1.067	 4.260	 62	1.215	1.327	 22	1.108	 4.101	 62	1.380	 1.168
	23	1.070	 4.062	 63	1.220	1.302	 23	1.114	 3.903	 63	1.389	 1.143
	24	1.074	 3.881	 64	1.224	1.277	 24	1.119	 3.722	 64	1.398	 1.118
	25	1.077	 3.714	 65	1.228	1.253	 25	1.125	 3.556	 65	1.406	 1.094
	26	1.080	 3.560	 66	1.232	1.229	 26	1.131	 3.402	 66	1.415	 1.071
	27	1.084	 3.418	 67	1.237	1.207	 27	1.136	 3.259	 67	1.424	 1.048
	28	1.087	 3.286	 68	1.241	1.185	 28	1.142	 3.127	 68	1.433	 1.026
	29	1.090	 3.163	 69	1.246	1.164	 29	1.148	 3.004	 69	1.442	 1.005
	30	1.094	 3.048	 70	1.250	1.143	 30	1.154	 2.889	 70	1.452	 0.984
	31	1.097	 2.940	 71	1.254	1.123	 31	1.160	 2.781	 71	1.461	 0.964
	32	1.101	 2.839	 72	1.259	1.103	 32	1.166	 2.681	 72	1.471	 0.944
	33	1.104	 2.745	 73	1.264	1.084	 33	1.172	 2.586	 73	1.480	 0.925
	34	1.108	 2.655	 74	1.268	1.066	 34	1.178	 2.497	 74	1.490	 0.907
	35	1.111	 2.571	 75	1.273	1.048	 35	1.184	 2.413	 75	1.500	 0.889
	36	1.115	 2.492	 76	1.277	1.030	 36	1.190	 2.333	 76	1.510	 0.871
	37	1.118	 2.417	 77	1.282	1.013	 37	1.197	 2.258	 77	1.520	 0.854
	38	1.122	 2.346	 78	1.287	0.996	 38	1.203	 2.187	 78	1.531	 0.838
	39	1.125	 2.278	 79	1.292	0.980	 39	1.210	 2.120	 79	1.541	 0.821
	40	1.129	 2.214	 80	1.296	0.964	 40	1.216	 2.056	 80	1.552	 0.806
18-170Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA)
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos		 	
Densidade de sólidos: 1.4	 Densidade de sólidos: 1.8
	A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.003	23897	 41	1.133	516	 1	1.004	 23859	 41	1.223	 478	
	2	1.006	11914	 42	1.136	502	 2	1.009	 11876	 42	1.230	 464	
	3	1.009	 7920	 43	1.140	489	 3	1.014	 7882	 43	1.236	 451	
	4	1.012	 5923	 44	1.144	476	 4	1.018	 5885	 44	1.243	 438	
	5	1.014	 4725	 45	1.148	464	 5	1.023	 4687	 45	1.250	 426	
	6	1.017	 3926	 46	1.151	452	 6	1.027	 3888	 46	1.257	 414	
	7	1.020	 3355	 47	1.155	441	 7	1.032	 3317	 47	1.264	 403	
	8	1.023	 2927	 48	1.159	431	 8	1.037	 2889	 48	1.271	 393	
	9	1.026	 2594	 49	1.163	421	 9	1.042	 2556	 49	1.278	 382	
	10	1.029	 2328	 50	1.167	 411	 10	1.047	 2290	 50	1.286	 373	
	11	1.032	 2110	 51	1.171	 401	 11	1.051	 2072	 51	1.293	 363	
	12	1.036	 1929	 52	1.174	 392	 12	1.056	 1891	 52	1.301	 354	
	13	1.039	 1775	 53	1.178	 384	 13	1.061	 1737	 53	1.308	 346	
	14	1.042	 1643	 54	1.182	 375	 14	1.066	 1605	 54	1.316	 337	
	15	1.045	 1529	 55	1.186	 367	 15	1.071	 1491	 55	1.324	 329	
	16	1.048	 1429	 56	1.190	 359	 16	1.077	 1391	 56	1.331	 321	
	17	1.051	 1341	 57	1.195	 352	 17	1.082	 1303	 57	1.339	 314	
	18	1.054	 1263	 58	1.199	 345	 18	1.087	 1225	 58	1.347	 307	
	19	1.057	 1193	 59	1.203	 338	 19	1.092	 1155	 59	1.355	 300	
	20	1.061	 1130	 60	1.207	 331	 20	1.098	 1092	 60	1.364	 293	
	21	1.064	 1073	 61	1.211	 324	 21	1.103	 1035	 61	1.372	 286	
	22	1.067	 1021	 62	1.215	 318	 22	1.108	 983	 62	1.380	 280	
	23	1.070	 973	 63	1.220	 312	 23	1.114	 935	 63	1.389	 274	
	24	1.074	 930	 64	1.224	 306	 24	1.119	 892	 64	1.398	 268	
	25	1.077	 890	 65	1.228	 300	 25	1.125	 852	 65	1.406	 262	
	26	1.080	 853	 66	1.232	 295	 26	1.131	 815	 66	1.415	 257	
	27	1.084	 819	 67	1.237	 289	 27	1.136	 781	 67	1.424	 251	
	28	1.087	 787	 68	1.241	 284	 28	1.142	 749	 68	1.433	 246	
	29	1.090	 758	 69	1.246	 279	 29	1.148	 720	 69	1.442	 241	
	30	1.094	 730	 70	1.250	 274	 30	1.154	 692	 70	1.452	 236	
	31	1.097	 705	 71	1.254	 269	 31	1.160	 666	 71	1.461	 231	
	32	1.101	 680	 72	1.259	 264	 32	1.166	 643	 72	1.471	 226	
	33	1.104	 658	 73	1.264	 260	 33	1.172	 620	 73	1.480	 222	
	34	1.108	 636	 74	1.268	 255	 34	1.178	 598	 74	1.490	 217	
	35	1.111	 616	 75	1.273	 251	 35	1.184	 578	 75	1.500	 213	
	36	1.115	 597	 76	1.277	 247	 36	1.190	 559	 76	1.510	 209	
	37	1.118	 579	 77	1.282	 243	 37	1.197	 541	 77	1.520	 205	
	38	1.122	 562	 78	1.287	 239	 38	1.203	 524	 78	1.531	 201	
	39	1.125	 546	 79	1.292	 235	 39	1.210	 508	 79	1.541	 197	
	40	1.129	 531	 80	1.296	 231	 40	1.216	 493	 80	1.552	 193
18-171 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 2.0	 Densidade de sólidos: 2.6
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.005	99.500	 41	1.258	1.939	 1	1.006	99.385	 41	1.337	1.824
	2	1.010	49.500	 42	1.266	1.881	 2	1.012	49.385	 42	1.349	1.766
	3	1.015	32.833	 43	1.274	1.826	 3	1.019	32.718	 43	1.360	1.710
	4	1.020	24.500	 44	1.282	1.773	 4	1.025	24.385	 44	1.371	1.657
	5	1.026	19.500	 45	1.290	1.722	 5	1.032	19.385	 45	1.383	1.607
	6	1.031	16.167	 46	1.299	1.674	 6	1.038	16.051	 46	1.395	1.559
	7	1.036	13.786	 47	1.307	1.628	 7	1.045	13.670	 47	1.407	1.512
	8	1.042	12.000	 48	1.316	1.583	 8	1.052	11.885	 48	1.419	1.468
	9	1.047	10.611	 49	1.325	1.541	 9	1.059	10.496	 49	1.432	1.425
	10	1.053	 9.500	 50	1.333	1.500	 10	1.066	 9.385	 50	1.444	 1.385
	11	1.058	 8.591	 51	1.342	1.461	 11	1.073	 8.476	 51	1.457	 1.345
	12	1.064	 7.833	 52	1.351	1.423	 12	1.080	 7.718	 52	1.471	 1.308
	13	1.070	 7.192	 53	1.361	1.387	 13	1.087	 7.077	 53	1.484	 1.271
	14	1.075	 6.643	 54	1.370	1.352	 14	1.094	 6.527	 54	1.498	 1.236
	15	1.081	 6.167	 55	1.379	1.318	 15	1.102	 6.051	 55	1.512	 1.203
	16	1.087	 5.750	 56	1.389	1.286	 16	1.109	 5.635	 56	1.526	 1.170
	17	1.093	 5.382	 57	1.399	1.254	 17	1.117	 5.267	 57	1.540	 1.139
	18	1.099	 5.056	 58	1.408	1.224	 18	1.125	 4.940	 58	1.555	 1.109
	19	1.105	 4.763	 59	1.418	1.195	 19	1.132	 4.648	 59	1.570	 1.080
	20	1.111	 4.500	 60	1.429	1.167	 20	1.140	 4.385	 60	1.585	 1.051
	21	1.117	 4.262	 61	1.439	1.139	 21	1.148	 4.147	 61	1.601	 1.024
	22	1.124	 4.045	 62	1.449	1.113	 22	1.157	 3.930	 62	1.617	 0.998
	23	1.130	 3.848	 63	1.460	1.087	 23	1.165	 3.732	 63	1.633	 0.972
	24	1.136	 3.667	 64	1.471	1.063	 24	1.173	 3.551	 64	1.650	 0.947
	25	1.143	 3.500	 65	1.481	1.038	 25	1.182	 3.385	 65	1.667	 0.923
	26	1.149	 3.346	 66	1.493	1.015	 26	1.190	 3.231	 66	1.684	 0.900
	27	1.156	 3.204	 67	1.504	0.993	 27	1.199	 3.088	 67	1.702	 0.877
	28	1.163	 3.071	 68	1.515	0.971	 28	1.208	 2.956	 68	1.720	 0.855
	29	1.170	 2.948	 69	1.527	0.949	 29	1.217	 2.833	 69	1.738	 0.834
	30	1.176	 2.833	 70	1.538	0.929	 30	1.226	 2.718	 70	1.757	 0.813
	31	1.183	 2.726	 71	1.550	0.908	 31	1.236	 2.610	 71	1.776	 0.793
	32	1.190	 2.625	 72	1.563	0.889	 32	1.245	 2.510	 72	1.796	 0.774
	33	1.198	 2.530	 73	1.575	0.870	 33	1.255	 2.415	 73	1.816	 0.754
	34	1.205	 2.441	 74	1.587	0.851	 34	1.265	 2.326	 74	1.836	 0.736
	35	1.212	 2.357	 75	1.600	0.833	 35	1.275	 2.242	 75	1.857	 0.718
	36	1.220	 2.278	 76	1.613	0.816	 36	1.285	 2.162	 76	1.879	 0.700
	37	1.227	 2.203	 77	1.626	0.799	 37	1.295	 2.087	 77	1.901	 0.683
	38	1.235	 2.132	 78	1.639	0.782	 38	1.305	 2.016	 78	1.923	 0.667
	39	1.242	 2.064	 79	1.653	0.766	 39	1.316	 1.949	 79	1.946	 0.650
	40	1.250	 2.000	 80	1.667	0.750	 40	1.327	 1.885	 80	1.970	 0.635
18-172Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA)
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos			
Densidade de sólidos: 2.0	 Densidade de sólidos: 2.6
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.005	23845	 41	1.258	465	 1	1.006	 23818	 41	1.337	 437	
	2	1.010	11863	 42	1.266	451	 2	1.012	 11835	 42	1.349	 423	
	3	1.015	 7869	 43	1.274	438	 3	1.019	 7841	 43	1.360	 410	
	4	1.020	 5871	 44	1.282	425	 4	1.025	 5844	 44	1.371	 397	
	5	1.026	 4673	 45	1.290	413	 5	1.032	 4646	 45	1.383	 385	
	6	1.031	 3874	 46	1.299	401	 6	1.038	 3847	 46	1.395	 374	
	7	1.036	 3304	 47	1.307	390	 7	1.045	 3276	 47	1.407	 362	
	8	1.042	 2876	 48	1.316	379	 8	1.052	 2848	 48	1.419	 352	
	9	1.047	 2543	 49	1.325	369	 9	1.059	 2515	 49	1.432	 342	
	10	1.053	 2277	 50	1.333	 359	 10	1.066	 2249	 50	1.444	 332	
	11	1.058	 2059	 51	1.342	 350	 11	1.073	 2031	 51	1.457	 322	
	12	1.064	 1877	 52	1.351	 341	 12	1.080	 1850	 52	1.471	 313	
	13	1.070	 1724	 53	1.361	 332	 13	1.087	 1696	 53	1.484	 305	
	14	1.075	 1592	 54	1.370	 324	 14	1.094	 1564	 54	1.498	 296	
	15	1.081	 1478	 55	1.379	 316	 15	1.102	 1450	 55	1.512	 288	
	16	1.087	 1378	 56	1.389	 308	 16	1.109	 1350	 56	1.526	 280	
	17	1.093	 1290	 57	1.399	 301	 17	1.117	 1262	 57	1.540	 273	
	18	1.099	 1212	 58	1.408	 293	 18	1.125	 1184	 58	1.555	 266	
	19	1.105	 1141	 59	1.418	 286	 19	1.132	 1114	 59	1.570	 259	
	20	1.111	 1078	 60	1.429	 280	 20	1.140	 1051	 60	1.585	 252	
	21	1.117	 1021	 61	1.439	 273	 21	1.148	 994	 61	1.601	 245	
	22	1.124	 969	 62	1.449	 267	 22	1.157	 942	 62	1.617	 239	
	23	1.130	 922	 63	1.460	 261	 23	1.165	 894	 63	1.633	 233	
	24	1.136	 879	 64	1.471	 255	 24	1.173	 851	 64	1.650	 227	
	25	1.143	 839	 65	1.481	 249	 25	1.182	 811	 65	1.667	 221	
	26	1.149	 802	 66	1.493	 243	 26	1.190	 774	 66	1.684	 216	
	27	1.156	 768	 67	1.504	 238	 27	1.199	 740	 67	1.702	 210	
	28	1.163	 736	 68	1.515	 233	 28	1.208	 708	 68	1.720	 205	
	29	1.170	 706	 69	1.527	 227	 29	1.217	 679	 69	1.738	 200	
	30	1.176	 679	 70	1.538	 223	 30	1.226	 651	 70	1.757	 195	
	31	1.183	 653	 71	1.550	 218	 31	1.236	 625	 71	1.776	 190	
	32	1.190	 629	 72	1.563	 213	 32	1.245	 602	 72	1.796	 185	
	33	1.198	 606	 73	1.575	 208	 33	1.255	 579	 73	1.816	 181	
	34	1.205	 585	 74	1.587	 204	 34	1.265	 557	 74	1.836	 176	
	35	1.212	 565	 75	1.600	 200	 35	1.275	 537	 75	1.857	 172	
	36	1.220	 546	 76	1.613	 196	 36	1.285	 518	 76	1.879	 168	
	37	1.227	 528	 77	1.626	 191	 37	1.295	 500	 77	1.901	 164	
	38	1.235	 511	 78	1.639	 187	 38	1.305	 483	 78	1.923	 160	
	39	1.242	 495	 79	1.653	 184	 39	1.316	 467	 79	1.946	 156	
	40	1.250	 479	 80	1.667	 180	 40	1.327	 452	 80	1.970	 152
18-173 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 2.8	 Densidade de sólidos: 3.0
	A	 B	 C	 A	 B	 C	 A	 B	 C	 A	 B	 C
	1	1.006	99.357	 41	1.358	1.796	 1	1.007	99.333	 41	1.376	1.772
	2	1.013	49.357	 42	1.370	1.738	 2	1.014	49.333	 42	1.389	1.714
	3	1.020	32.690	 43	1.382	1.683	 3	1.020	32.667	 43	1.402	1.659
	4	1.026	24.357	 44	1.394	1.630	 4	1.027	24.333	 44	1.415	1.606
	5	1.033	19.357	 45	1.407	1.579	 5	1.034	19.333	 45	1.429	1.556
	6	1.040	16.024	 46	1.420	1.531	 6	1.042	16.000	 46	1.442	1.507
	7	1.047	13.643	 47	1.433	1.485	 7	1.049	13.619	 47	1.456	1.461
	8	1.054	11.857	 48	1.446	1.440	 8	1.056	11.833	 48	1.471	1.417
	9	1.061	10.468	 49	1.460	1.398	 9	1.064	10.444	 49	1.485	1.374
	10	1.069	 9.357	 50	1.474	1.357	 10	1.071	 9.333	 50	1.500	 1.333
	11	1.076	 8.448	 51	1.488	1.318	 11	1.079	 8.424	 51	1.515	 1.294
	12	1.084	 7.690	 52	1.502	1.280	 12	1.087	 7.667	 52	1.531	 1.256
	13	1.091	 7.049	 53	1.517	1.244	 13	1.095	 7.026	 53	1.546	 1.220
	14	1.099	 6.500	 54	1.532	1.209	 14	1.103	 6.476	 54	1.563	 1.185
	15	1.107	 6.024	 55	1.547	1.175	 15	1.111	 6.000	 55	1.579	 1.152
	16	1.115	 5.607	 56	1.563	1.143	 16	1.119	 5.583	 56	1.596	 1.119
	17	1.123	 5.239	 57	1.578	1.112	 17	1.128	 5.216	 57	1.613	 1.088
	18	1.131	 4.913	 58	1.595	1.081	 18	1.136	 4.889	 58	1.630	 1.057
	19	1.139	 4.620	 59	1.611	1.052	 19	1.145	 4.596	 59	1.648	 1.028
	20	1.148	 4.357	 60	1.628	1.024	 20	1.154	 4.333	 60	1.667	 1.000
	21	1.156	 4.119	 61	1.645	0.996	 21	1.163	 4.095	 61	1.685	 0.973
	22	1.165	 3.903	 62	1.663	0.970	 22	1.172	 3.879	 62	1.705	 0.946
	23	1.174	 3.705	 63	1.681	0.944	 23	1.181	 3.681	 63	1.724	 0.921
	24	1.182	 3.524	 64	1.699	0.920	 24	1.190	 3.500	 64	1.744	 0.896
	25	1.191	 3.357	 65	1.718	0.896	 25	1.200	 3.333	 65	1.765	 0.872
	26	1.201	 3.203	 66	1.737	0.872	 26	1.210	 3.179	 66	1.786	 0.848
	27	1.210	 3.061	 67	1.757	0.850	 27	1.220	 3.037	 67	1.807	 0.826
	28	1.220	 2.929	 68	1.777	0.828	 28	1.230	 2.905	 68	1.829	 0.804
	29	1.229	 2.805	 69	1.797	0.806	 29	1.240	 2.782	 69	1.852	 0.783
	30	1.239	 2.690	 70	1.818	0.786	 30	1.250	 2.667	 70	1.875	 0.762
	31	1.249	 2.583	 71	1.840	0.766	 31	1.261	 2.559	 71	1.899	 0.742
	32	1.259	 2.482	 72	1.862	0.746	 32	1.271	 2.458	 72	1.923	 0.722
	33	1.269	 2.387	 73	1.884	0.727	 33	1.282	 2.364	 73	1.948	 0.703
	34	1.280	 2.298	 74	1.907	0.708	 34	1.293	 2.275	 74	1.974	 0.685
	35	1.290	 2.214	 75	1.931	0.690	 35	1.304	 2.190	 75	2.000	 0.667
	36	1.301	 2.135	 76	1.955	0.673	 36	1.316	 2.111	 76	2.027	 0.649
	37	1.312	 2.060	 77	1.980	0.656	 37	1.327	 2.036	 77	2.055	 0.632
	38	1.323	 1.989	 78	2.006	0.639	 38	1.339	 1.965	 78	2.083	 0.615
	39	1.335	 1.921	 79	2.032	0.623	 39	1.351	 1.897	 79	2.113	 0.599
	40	1.346	 1.857	 80	2.059	0.607	 40	1.364	 1.833	 80	2.143	 0.583
18-174Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA)
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos			
Densidade de sólidos: 2.8	 Densidade de sólidos: 3.0
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.006	23811	 41	1.358	430	 1	1.007	 23805	 41	1.376	 425	
	2	1.013	11829	 42	1.370	417	 2	1.014	 11823	 42	1.389	 411	
	3	1.020	 7834	 43	1.382	403	 3	1.020	 7829	 43	1.402	 398	
	4	1.026	 5837	 44	1.394	391	 4	1.027	 5831	 44	1.415	 385	
	5	1.033	 4639	 45	1.407	378	 5	1.034	 4633	 45	1.429	 373	
	6	1.040	 3840	 46	1.420	367	 6	1.042	 3834	 46	1.442	 361	
	7	1.047	 3270	 47	1.433	356	 7	1.049	 3264	 47	1.456	 350	
	8	1.054	 2842	 48	1.446	345	 8	1.056	 2836	 48	1.471	 340	
	9	1.061	 2509	 49	1.460	335	 9	1.064	 2503	 49	1.485	 329	
	10	1.069	 2242	 50	1.474	 325	 10	1.071	 2237	 50	1.500	 319	
	11	1.076	 2025	 51	1.488	 316	 11	1.079	 2019	 51	1.515	 310	
	12	1.084	 1843	 52	1.502	 307	 12	1.087	 1837	 52	1.531	 301	
	13	1.091	 1689	 53	1.517	 298	 13	1.095	 1684	 53	1.546	 292	
	14	1.099	 1558	 54	1.532	 290	 14	1.103	 1552	 54	1.563	 284	
	15	1.107	 1444	 55	1.547	 282	 15	1.111	 1438	 55	1.579	 276	
	16	1.115	 1344	 56	1.563	 274	 16	1.119	 1338	 56	1.596	 268	
	17	1.123	 1256	 57	1.578	 266	 17	1.128	 1250	 57	1.613	 261	
	18	1.131	 1177	 58	1.595	 259	 18	1.136	 1172	 58	1.630	 253	
	19	1.139	 1107	 59	1.611	 252	 19	1.145	 1101	 59	1.648	 246	
	20	1.148	 1044	 60	1.628	 245	 20	1.154	 1038	 60	1.667	 240	
	21	1.156	 987	 61	1.645	 239	 21	1.163	 981	 61	1.685	 233	
	22	1.165	 935	 62	1.663	 232	 22	1.172	 930	 62	1.705	 227	
	23	1.174	 888	 63	1.681	 226	 23	1.181	 882	 63	1.724	 221	
	24	1.182	 845	 64	1.699	 220	 24	1.190	 839	 64	1.744	 215	
	25	1.191	 805	 65	1.718	 215	 25	1.200	 799	 65	1.765	 209	
	26	1.201	 768	 66	1.737	 209	 26	1.210	 762	 66	1.786	 203	
	27	1.210	 734	 67	1.757	 204	 27	1.220	 728	 67	1.807	 198	
	28	1.220	 702	 68	1.777	 198	 28	1.230	 696	 68	1.829	 193	
	29	1.229	 672	 69	1.797	 193	 29	1.240	 667	 69	1.852	 188	
	30	1.239	 645	 70	1.818	 188	 30	1.250	 639	 70	1.875	 183	
	31	1.249	 619	 71	1.840	 184	 31	1.261	 613	 71	1.899	 178	
	32	1.259	 595	 72	1.862	 179	 32	1.271	 589	 72	1.923	 173	
	33	1.269	 572	 73	1.884	 174	 33	1.282	 567	 73	1.948	 168	
	34	1.280	 551	 74	1.907	 170	 34	1.293	 545	 74	1.974	 164	
	35	1.290	 531	 75	1.931	 165	 35	1.304	 525	 75	2.000	 160	
	36	1.301	 512	 76	1.955	 161	 36	1.316	 506	 76	2.027	 156	
	37	1.312	 494	 77	1.980	 157	 37	1.327	 488	 77	2.055	 151	
	38	1.323	 477	 78	2.006	 153	 38	1.339	 471	 78	2.083	 147	
	39	1.335	 460	 79	2.032	 149	 39	1.351	 455	 79	2.113	 144	
	40	1.346	 445	 80	2.059	 145	 40	1.364	 439	 80	2.143	 140
18-175 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 3.2	 Densidade de sólidos: 3.4
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.007	99.313	 41	1.393	1.752	 1	1.007	99.294	 41	1.407	1.733
	2	1.014	49.313	 42	1.406	1.693	 2	1.014	49.294	 42	1.421	1.675
	3	1.021	32.646	 43	1.420	1.638	 3	1.022	32.627	 43	1.436	1.620
	4	1.028	24.313	 44	1.434	1.585	 4	1.029	24.294	 44	1.451	1.567
	5	1.036	19.313	 45	1.448	1.535	 5	1.037	19.294	 45	1.466	1.516
	6	1.043	15.979	 46	1.463	1.486	 6	1.044	15.961	 46	1.481	1.468
	7	1.051	13.598	 47	1.477	1.440	 7	1.052	13.580	 47	1.496	1.422
	8	1.058	11.813	 48	1.493	1.396	 8	1.060	11.794	 48	1.512	1.377
	9	1.066	10.424	 49	1.508	1.353	 9	1.068	10.405	 49	1.529	1.335
	10	1.074	 9.313	 50	1.524	1.313	 10	1.076	 9.294	 50	1.545	 1.294
	11	1.082	 8.403	 51	1.540	1.273	 11	1.084	 8.385	 51	1.563	 1.255
	12	1.090	 7.646	 52	1.556	1.236	 12	1.093	 7.627	 52	1.580	 1.217
	13	1.098	 7.005	 53	1.573	1.199	 13	1.101	 6.986	 53	1.598	 1.181
	14	1.107	 6.455	 54	1.590	1.164	 14	1.110	 6.437	 54	1.616	 1.146
	15	1.115	 5.979	 55	1.608	1.131	 15	1.118	 5.961	 55	1.635	 1.112
	16	1.124	 5.563	 56	1.626	1.098	 16	1.127	 5.544	 56	1.654	 1.080
	17	1.132	 5.195	 57	1.644	1.067	 17	1.136	 5.176	 57	1.673	 1.049
	18	1.141	 4.868	 58	1.663	1.037	 18	1.146	 4.850	 58	1.693	 1.018
	19	1.150	 4.576	 59	1.682	1.007	 19	1.155	 4.557	 59	1.714	 0.989
	20	1.159	 4.313	 60	1.702	0.979	 20	1.164	 4.294	 60	1.735	 0.961
	21	1.169	 4.074	 61	1.722	0.952	 21	1.174	 4.056	 61	1.756	 0.933
	22	1.178	 3.858	 62	1.743	0.925	 22	1.184	 3.840	 62	1.778	 0.907
	23	1.188	 3.660	 63	1.764	0.900	 23	1.194	 3.642	 63	1.801	 0.881
	24	1.198	 3.479	 64	1.786	0.875	 24	1.204	 3.461	 64	1.824	 0.857
	25	1.208	 3.313	 65	1.808	0.851	 25	1.214	 3.294	 65	1.848	 0.833
	26	1.218	 3.159	 66	1.831	0.828	 26	1.225	 3.140	 66	1.872	 0.809
	27	1.228	 3.016	 67	1.854	0.805	 27	1.235	 2.998	 67	1.897	 0.787
	28	1.238	 2.884	 68	1.878	0.783	 28	1.246	 2.866	 68	1.923	 0.765
	29	1.249	 2.761	 69	1.902	0.762	 29	1.257	 2.742	 69	1.950	 0.743
	30	1.260	 2.646	 70	1.928	0.741	 30	1.269	 2.627	 70	1.977	 0.723
	31	1.271	 2.538	 71	1.954	0.721	 31	1.280	 2.520	 71	2.005	 0.703
	32	1.282	 2.438	 72	1.980	0.701	 32	1.292	 2.419	 72	2.033	 0.683
	33	1.293	 2.343	 73	2.008	0.682	 33	1.304	 2.324	 73	2.063	 0.664
	34	1.305	 2.254	 74	2.036	0.664	 34	1.316	 2.235	 74	2.094	 0.645
	35	1.317	 2.170	 75	2.065	0.646	 35	1.328	 2.151	 75	2.125	 0.627
	36	1.329	 2.090	 76	2.094	0.628	 36	1.341	 2.072	 76	2.157	 0.610
	37	1.341	 2.015	 77	2.125	0.611	 37	1.354	 1.997	 77	2.191	 0.593
	38	1.354	 1.944	 78	2.156	0.595	 38	1.367	 1.926	 78	2.225	 0.576
	39	1.366	 1.877	 79	2.189	0.578	 39	1.380	 1.858	 79	2.261	 0.560
	40	1.379	 1.813	 80	2.222	0.563	 40	1.393	 1.794	 80	2.297	 0.544
18-176Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA)
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos			
Densidade de sólidos: 2.8	 Densidade de sólidos: 3.0
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.006	23811	 41	1.358	430	 1	1.007	 23805	 41	1.376	 425	
	2	1.013	11829	 42	1.370	417	 2	1.014	 11823	 42	1.389	 411	
	3	1.020	 7834	 43	1.382	403	 3	1.020	 7829	 43	1.402	 398	
	4	1.026	 5837	 44	1.394	391	 4	1.027	 5831	 44	1.415	 385	
	5	1.033	 4639	 45	1.407	378	 5	1.034	 4633	 45	1.429	 373	
	6	1.040	 3840	 46	1.420	367	 6	1.042	 3834	 46	1.442	 361	
	7	1.047	 3270	 47	1.433	356	 7	1.049	 3264	 47	1.456	 350	
	8	1.054	 2842	 48	1.446	345	 8	1.056	 2836	 48	1.471	 340	
	9	1.061	 2509	 49	1.460	335	 9	1.064	 2503	 49	1.485	 329	
	10	1.069	 2242	 50	1.474	 325	 10	1.071	 2237	 50	1.500	 319	
	11	1.076	 2025	 51	1.488	 316	 11	1.079	 2019	 51	1.515	 310	
	12	1.084	 1843	 52	1.502	 307	 12	1.087	 1837	 52	1.531	 301	
	13	1.091	 1689	 53	1.517	 298	 13	1.095	 1684	 53	1.546	 292	
	14	1.099	 1558	 54	1.532	 290	 14	1.103	 1552	 54	1.563	 284	
	15	1.107	 1444	 55	1.547	 282	 15	1.111	 1438	 55	1.579	 276	
	16	1.115	 1344	 56	1.563	 274	 16	1.119	 1338	 56	1.596	 268	
	17	1.123	 1256	 57	1.578	 266	 17	1.128	 1250	 57	1.613	 261	
	18	1.131	 1177	 58	1.595	 259	 18	1.136	 1172	 58	1.630	 253	
	19	1.139	 1107	 59	1.611	 252	 19	1.145	 1101	 59	1.648	 246	
	20	1.148	 1044	 60	1.628	 245	 20	1.154	 1038	 60	1.667	 240	
	21	1.156	 987	 61	1.645	 239	 21	1.163	 981	 61	1.685	 233	
	22	1.165	 935	 62	1.663	 232	 22	1.172	 930	 62	1.705	 227	
	23	1.174	 888	 63	1.681	 226	 23	1.181	 882	 63	1.724	 221	
	24	1.182	 845	 64	1.699	 220	 24	1.190	 839	 64	1.744	 215	
	25	1.191	 805	 65	1.718	 215	 25	1.200	 799	 65	1.765	 209	
	26	1.201	 768	 66	1.737	 209	 26	1.210	 762	 66	1.786	 203	
	27	1.210	 734	 67	1.757	 204	 27	1.220	 728	 67	1.807	 198	
	28	1.220	 702	 68	1.777	 198	 28	1.230	 696	 68	1.829	 193	
	29	1.229	 672	 69	1.797	 193	 29	1.240	 667	 69	1.852	 188	
	30	1.239	 645	 70	1.818	 188	 30	1.250	 639	 70	1.875	 183	
	31	1.249	 619	 71	1.840	 184	 31	1.261	 613	 71	1.899	 178	
	32	1.259	 595	 72	1.862	 179	 32	1.271	 589	 72	1.923	 173	
	33	1.269	 572	 73	1.884	 174	 33	1.282	 567	 73	1.948	 168	
	34	1.280	 551	 74	1.907	 170	 34	1.293	 545	 74	1.974	 164	
	35	1.290	 531	 75	1.931	 165	 35	1.304	 525	 75	2.000	 160	
	36	1.301	 512	 76	1.955	 161	 36	1.316	 506	 76	2.027	 156	
	37	1.312	 494	 77	1.980	 157	 37	1.327	 488	 77	2.055	 151	
	38	1.323	 477	 78	2.006	 153	 38	1.339	 471	 78	2.083	 147	
	39	1.335	 460	 79	2.032	 149	 39	1.351	 455	 79	2.113	 144	
	40	1.346	 445	 80	2.059	 145	 40	1.364	 439	 80	2.143	 140
18-177 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 3.6	 Densidade de sólidos: 3.8
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.007	99.278	 41	1.421	1.717	 1	1.007	99.263	 41	1.433	1.702
	2	1.015	49.278	 42	1.435	1.659	 2	1.015	49.263	 42	1.448	1.644
	3	1.022	32.611	 43	1.450	1.603	 3	1.023	32.596	 43	1.464	1.589
	4	1.030	24.278	 44	1.466	1.551	 4	1.030	24.263	 44	1.480	1.536
	5	1.037	19.278	 45	1.481	1.500	 5	1.038	19.263	 45	1.496	1.485
	6	1.045	15.944	 46	1.498	1.452	 6	1.046	15.930	 46	1.513	1.437
	7	1.053	13.563	 47	1.514	1.405	 7	1.054	13.549	 47	1.530	1.391
	8	1.061	11.778	 48	1.531	1.361	 8	1.063	11.763	 48	1.547	1.346
	9	1.070	10.389	 49	1.548	1.319	 9	1.071	10.374	 49	1.565	1.304
	10	1.078	 9.278	 50	1.565	1.278	 10	1.080	 9.263	 50	1.583	 1.263
	11	1.086	 8.369	 51	1.583	1.239	 11	1.088	 8.354	 51	1.602	 1.224
	12	1.095	 7.611	 52	1.601	1.201	 12	1.097	 7.596	 52	1.621	 1.186
	13	1.104	 6.970	 53	1.620	1.165	 13	1.106	 6.955	 53	1.641	 1.150
	14	1.112	 6.421	 54	1.639	1.130	 14	1.115	 6.406	 54	1.661	 1.115
	15	1.121	 5.944	 55	1.659	1.096	 15	1.124	 5.930	 55	1.681	 1.081
	16	1.131	 5.528	 56	1.679	1.063	 16	1.134	 5.513	 56	1.703	 1.049
	17	1.140	 5.160	 57	1.700	1.032	 17	1.143	 5.146	 57	1.724	 1.018
	18	1.149	 4.833	 58	1.721	1.002	 18	1.153	 4.819	 58	1.746	 0.987
	19	1.159	 4.541	 59	1.742	0.973	 19	1.163	 4.526	 59	1.769	 0.958
	20	1.169	 4.278	 60	1.765	0.944	 20	1.173	 4.263	 60	1.792	 0.930
	21	1.179	 4.040	 61	1.787	0.917	 21	1.183	 4.025	 61	1.816	 0.903
	22	1.189	 3.823	 62	1.811	0.891	 22	1.193	 3.809	 62	1.841	 0.876
	23	1.199	 3.626	 63	1.835	0.865	 23	1.204	 3.611	 63	1.866	 0.850
	24	1.210	 3.444	 64	1.860	0.840	 24	1.215	 3.430	 64	1.892	 0.826
	25	1.220	 3.278	 65	1.885	0.816	 25	1.226	 3.263	 65	1.919	 0.802
	26	1.231	 3.124	 66	1.911	0.793	 26	1.237	 3.109	 66	1.947	 0.778
	27	1.242	 2.981	 67	1.938	0.770	 27	1.248	 2.967	 67	1.975	 0.756
	28	1.253	 2.849	 68	1.965	0.748	 28	1.260	 2.835	 68	2.004	 0.734
	29	1.265	 2.726	 69	1.993	0.727	 29	1.272	 2.711	 69	2.034	 0.712
	30	1.277	 2.611	 70	2.022	0.706	 30	1.284	 2.596	 70	2.065	 0.692
	31	1.288	 2.504	 71	2.052	0.686	 31	1.296	 2.489	 71	2.097	 0.672
	32	1.301	 2.403	 72	2.083	0.667	 32	1.309	 2.388	 72	2.130	 0.652
	33	1.313	 2.308	 73	2.115	0.648	 33	1.321	 2.293	 73	2.164	 0.633
	34	1.325	 2.219	 74	2.148	0.629	 34	1.334	 2.204	 74	2.199	 0.615
	35	1.338	 2.135	 75	2.182	0.611	 35	1.348	 2.120	 75	2.235	 0.596
	36	1.351	 2.056	 76	2.217	0.594	 36	1.361	 2.041	 76	2.273	 0.579
	37	1.365	 1.980	 77	2.253	0.576	 37	1.375	 1.966	 77	2.311	 0.562
	38	1.378	 1.909	 78	2.290	0.560	 38	1.389	 1.895	 78	2.351	 0.545
	39	1.392	 1.842	 79	2.329	0.544	 39	1.403	 1.827	 79	2.393	 0.529
	40	1.406	 1.778	 80	2.368	0.528	 40	1.418	 1.763	 80	2.436	 0.513
18-178Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA)
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos			
Densidade de sólidos: 3.6	 Densidade de sólidos: 3.8
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.007	23792	 41	1.421	411	 1	1.007	 23789	 41	1.433	 408	
	2	1.015	11810	 42	1.435	398	 2	1.015	 11806	 42	1.448	 394	
	3	1.022	 7815	 43	1.450	384	 3	1.023	 7812	 43	1.464	 381	
	4	1.030	 5818	 44	1.466	372	 4	1.030	 5815	 44	1.480	 368	
	5	1.037	 4620	 45	1.481	359	 5	1.038	 4616	 45	1.496	 356	
	6	1.045	 3821	 46	1.498	348	 6	1.046	 3818	 46	1.513	 344	
	7	1.053	 3250	 47	1.514	337	 7	1.054	 3247	 47	1.530	 333	
	8	1.061	 2823	 48	1.531	326	 8	1.063	 2819	 48	1.547	 323	
	9	1.070	 2490	 49	1.548	316	 9	1.071	 2486	 49	1.565	 313	
	10	1.078	 2223	 50	1.565	 306	 10	1.080	 2220	 50	1.583	 303	
	11	1.086	 2006	 51	1.583	 297	 11	1.088	 2002	 51	1.602	 293	
	12	1.095	 1824	 52	1.601	 288	 12	1.097	 1820	 52	1.621	 284	
	13	1.104	 1670	 53	1.620	 279	 13	1.106	 1667	 53	1.641	 276	
	14	1.112	 1539	 54	1.639	 271	 14	1.115	 1535	 54	1.661	 267	
	15	1.121	 1424	 55	1.659	 263	 15	1.124	 1421	 55	1.681	 259	
	16	1.131	 1325	 56	1.679	 255	 16	1.134	 1321	 56	1.703	 251	
	17	1.140	 1237	 57	1.700	 247	 17	1.143	 1233	 57	1.724	 244	
	18	1.149	 1158	 58	1.721	 240	 18	1.153	 1155	 58	1.746	 237	
	19	1.159	 1088	 59	1.742	 233	 19	1.163	 1085	 59	1.769	 230	
	20	1.169	 1025	 60	1.765	 226	 20	1.173	 1022	 60	1.792	 223	
	21	1.179	 968	 61	1.787	 220	 21	1.183	 965	 61	1.816	 216	
	22	1.189	 916	 62	1.811	 214	 22	1.193	 913	 62	1.841	 210	
	23	1.199	 869	 63	1.835	 207	 23	1.204	 865	 63	1.866	 204	
	24	1.210	 825	 64	1.860	 201	 24	1.215	 822	 64	1.892	 198	
	25	1.220	 786	 65	1.885	 196	 25	1.226	 782	 65	1.919	 192	
	26	1.231	 749	 66	1.911	 190	 26	1.237	 745	 66	1.947	 186	
	27	1.242	 714	 67	1.938	 185	 27	1.248	 711	 67	1.975	 181	
	28	1.253	 683	 68	1.965	 179	 28	1.260	 679	 68	2.004	 176	
	29	1.265	 653	 69	1.993	 174	 29	1.272	 650	 69	2.034	 171	
	30	1.277	 626	 70	2.022	 169	 30	1.284	 622	 70	2.065	 166	
	31	1.288	 600	 71	2.052	 164	 31	1.296	 596	 71	2.097	 161	
	32	1.301	 576	 72	2.083	 160	 32	1.309	 572	 72	2.130	 156	
	33	1.313	 553	 73	2.115	 155	 33	1.321	 550	 73	2.164	 152	
	34	1.325	 532	 74	2.148	 151	 34	1.334	 528	 74	2.199	 147	
	35	1.338	 512	 75	2.182	 146	 35	1.348	 508	 75	2.235	 143	
	36	1.351	 493	 76	2.217	 142	 36	1.361	 489	 76	2.273	 139	
	37	1.365	 475	 77	2.253	 138	 37	1.375	 471	 77	2.311	 135	
	38	1.378	 457	 78	2.290	 134	 38	1.389	 454	 78	2.351	 131	
	39	1.392	 441	 79	2.329	 130	 39	1.403	 438	 79	2.393	 127	
	40	1.406	 426	 80	2.368	 127	 40	1.418	 423	 80	2.436	 123
18-179 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 4.2	 Densidade de sólidos: 4.6
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.008	99.238	 41	1.454	1.677	 1	1.008	99.217	 41	1.472	1.656
	2	1.015	49.238	 42	1.471	1.619	 2	1.016	49.217	 42	1.490	1.598
	3	1.023	32.571	 43	1.487	1.564	 3	1.024	32.551	 43	1.507	1.543
	4	1.031	24.238	 44	1.504	1.511	 4	1.032	24.217	 44	1.525	1.490
	5	1.040	19.238	 45	1.522	1.460	 5	1.041	19.217	 45	1.544	1.440
	6	1.048	15.905	 46	1.540	1.412	 6	1.049	15.884	 46	1.563	1.391
	7	1.056	13.524	 47	1.558	1.366	 7	1.058	13.503	 47	1.582	1.345
	8	1.065	11.738	 48	1.577	1.321	 8	1.067	11.717	 48	1.602	1.301
	9	1.074	10.349	 49	1.596	1.279	 9	1.076	10.329	 49	1.622	1.258
	10	1.082	 9.238	 50	1.615	1.238	 10	1.085	 9.217	 50	1.643	 1.217
	11	1.091	 8.329	 51	1.636	1.199	 11	1.094	 8.308	 51	1.664	 1.178
	12	1.101	 7.571	 52	1.656	1.161	 12	1.104	 7.551	 52	1.686	 1.140
	13	1.110	 6.930	 53	1.677	1.125	 13	1.113	 6.910	 53	1.709	 1.104
	14	1.119	 6.381	 54	1.699	1.090	 14	1.123	 6.360	 54	1.732	 1.069
	15	1.129	 5.905	 55	1.721	1.056	 15	1.133	 5.884	 55	1.756	 1.036
	16	1.139	 5.488	 56	1.744	1.024	 16	1.143	 5.467	 56	1.780	 1.003
	17	1.149	 5.120	 57	1.768	0.992	 17	1.153	 5.100	 57	1.805	 0.972
	18	1.159	 4.794	 58	1.792	0.962	 18	1.164	 4.773	 58	1.831	 0.942
	19	1.169	 4.501	 59	1.817	0.933	 19	1.175	 4.481	 59	1.858	 0.912
	20	1.180	 4.238	 60	1.842	0.905	 20	1.186	 4.217	 60	1.885	 0.884
	21	1.190	 4.000	 61	1.868	0.877	 21	1.197	 3.979	 61	1.913	 0.857
	22	1.201	 3.784	 62	1.895	0.851	 22	1.208	 3.763	 62	1.943	 0.830
	23	1.212	 3.586	 63	1.923	0.825	 23	1.220	 3.565	 63	1.973	 0.805
	24	1.224	 3.405	 64	1.952	0.801	 24	1.231	 3.384	 64	2.003	 0.780
	25	1.235	 3.238	 65	1.981	0.777	 25	1.243	 3.217	 65	2.035	 0.756
	26	1.247	 3.084	 66	2.011	0.753	 26	1.255	 3.064	 66	2.068	 0.733
	27	1.259	 2.942	 67	2.043	0.731	 27	1.268	 2.921	 67	2.102	 0.710
	28	1.271	 2.810	 68	2.075	0.709	 28	1.281	 2.789	 68	2.138	 0.688
	29	1.284	 2.686	 69	2.108	0.687	 29	1.294	 2.666	 69	2.174	 0.667
	30	1.296	 2.571	 70	2.143	0.667	 30	1.307	 2.551	 70	2.212	 0.646
	31	1.309	 2.464	 71	2.178	0.647	 31	1.320	 2.443	 71	2.250	 0.626
	32	1.322	 2.363	 72	2.215	0.627	 32	1.334	 2.342	 72	2.291	 0.606
	33	1.336	 2.268	 73	2.253	0.608	 33	1.348	 2.248	 73	2.333	 0.587
	34	1.350	 2.179	 74	2.293	0.589	 34	1.363	 2.159	 74	2.376	 0.569
	35	1.364	 2.095	 75	2.333	0.571	 35	1.377	 2.075	 75	2.421	 0.551
	36	1.378	 2.016	 76	2.376	0.554	 36	1.392	 1.995	 76	2.468	 0.533
	37	1.393	 1.941	 77	2.419	0.537	 37	1.408	 1.920	 77	2.516	 0.516
	38	1.408	 1.870	 78	2.465	0.520	 38	1.423	 1.849	 78	2.567	 0.499
	39	1.423	 1.802	 79	2.512	0.504	 39	1.439	 1.781	 79	2.620	 0.483
	40	1.438	 1.738	 80	2.561	0.488	 40	1.456	 1.717	 80	2.674	 0.467
18-180Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA)
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos			
Densidade de sólidos: 4.2	 Densidade de sólidos: 4.6
A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C	 A	B	 C
	1	1.008	23783	 41	1.454	402	 1	1.008	 23778	 41	1.472	 397	
	2	1.015	11800	 42	1.471	388	 2	1.016	 11795	 42	1.490	 383	
	3	1.023	 7806	 43	1.487	375	 3	1.024	 7801	 43	1.507	 370	
	4	1.031	 5809	 44	1.504	362	 4	1.032	 5804	 44	1.525	 357	
	5	1.040	 4610	 45	1.522	350	 5	1.041	 4605	 45	1.544	 345	
	6	1.048	 3812	 46	1.540	338	 6	1.049	 3807	 46	1.563	 333	
	7	1.056	 3241	 47	1.558	327	 7	1.058	 3236	 47	1.582	 322	
	8	1.065	 2813	 48	1.577	317	 8	1.067	 2808	 48	1.602	 312	
	9	1.074	 2480	 49	1.596	307	 9	1.076	 2475	 49	1.622	 301	
	10	1.082	 2214	 50	1.615	 297	 10	1.085	 2209	 50	1.643	 292	
	11	1.091	 1996	 51	1.636	 287	 11	1.094	 1991	 51	1.664	 282	
	12	1.101	 1814	 52	1.656	 278	 12	1.104	 1810	 52	1.686	 273	
	13	1.110	 1661	 53	1.677	 270	 13	1.113	 1656	 53	1.709	 265	
	14	1.119	 1529	 54	1.699	 261	 14	1.123	 1524	 54	1.732	 256	
	15	1.129	 1415	 55	1.721	 253	 15	1.133	 1410	 55	1.756	 248	
	16	1.139	 1315	 56	1.744	 245	 16	1.143	 1310	 56	1.780	 240	
	17	1.149	 1227	 57	1.768	 238	 17	1.153	 1222	 57	1.805	 233	
	18	1.159	 1149	 58	1.792	 231	 18	1.164	 1144	 58	1.831	 226	
	19	1.169	 1079	 59	1.817	 224	 19	1.175	 1074	 59	1.858	 219	
	20	1.180	 1016	 60	1.842	 217	 20	1.186	 1011	 60	1.885	 212	
	21	1.190	 959	 61	1.868	 210	 21	1.197	 954	 61	1.913	 205	
	22	1.201	 907	 62	1.895	 204	 22	1.208	 902	 62	1.943	 199	
	23	1.212	 859	 63	1.923	 198	 23	1.220	 854	 63	1.973	 193	
	24	1.224	 816	 64	1.952	 192	 24	1.231	 811	 64	2.003	 187	
	25	1.235	 776	 65	1.981	 186	 25	1.243	 771	 65	2.035	 181	
	26	1.247	 739	 66	2.011	 180	 26	1.255	 734	 66	2.068	 176	
	27	1.259	 705	 67	2.043	 175	 27	1.268	 700	 67	2.102	 170	
	28	1.271	 673	 68	2.075	 170	 28	1.281	 668	 68	2.138	 165	
	29	1.284	 644	 69	2.108	 165	 29	1.294	 639	 69	2.174	 160	
	30	1.296	 616	 70	2.143	 160	 30	1.307	 611	 70	2.212	 155	
	31	1.309	 591	 71	2.178	 155	 31	1.320	 585	 71	2.250	 150	
	32	1.322	 566	 72	2.215	 150	 32	1.334	 561	 72	2.291	 145	
	33	1.336	 544	 73	2.253	 146	 33	1.348	 539	 73	2.333	 141	
	34	1.350	 522	 74	2.293	 141	 34	1.363	 517	 74	2.376	 136	
	35	1.364	 502	 75	2.333	 137	 35	1.377	 497	 75	2.421	 132	
	36	1.378	 483	 76	2.376	 133	 36	1.392	 478	 76	2.468	 128	
	37	1.393	 465	 77	2.419	 129	 37	1.408	 460	 77	2.516	 124	
	38	1.408	 448	 78	2.465	 125	 38	1.423	 443	 78	2.567	 120	
	39	1.423	 432	 79	2.512	 121	 39	1.439	 427	 79	2.620	 116	
	40	1.438	 417	 80	2.561	 117	 40	1.456	 411	 80	2.674	 112
18-181 Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Densidade de Polpa [ton/m3
]
C 	 = Volume de polpa [m3/ton sólidos]
Densidade de sólidos: 5.0
A	 B	 C	 A	 B	 C
	1	 1.008	 99.200	 41	 1.488	 1.639
	2	 1.016	 49.200	 42	 1.506	 1.581
	3	 1.025	 32.533	 43	 1.524	 1.526
	4	 1.033	 24.200	 44	 1.543	 1.473
	5	 1.042	 19.200	 45	 1.563	 1.422
	6	 1.050	 15.867	 46	 1.582	 1.374
	7	 1.059	 13.486	 47	 1.603	 1.328
	8	 1.068	 11.700	 48	 1.623	 1.283
	9	 1.078	 10.311	 49	 1.645	 1.241
	10	 1.087	 9.200	 50	 1.667	 1.200
	11	 1.096	 8.291	 51	 1.689	 1.161
	12	 1.106	 7.533	 52	 1.712	 1.123
	13	 1.116	 6.892	 53	 1.736	 1.087
	14	 1.126	 6.343	 54	 1.761	 1.052
	15	 1.136	 5.867	 55	 1.786	 1.018
	16	 1.147	 5.450	 56	 1.812	 0.986
	17	 1.157	 5.082	 57	 1.838	 0.954
	18	 1.168	 4.756	 58	 1.866	 0.924
	19	 1.179	 4.463	 59	 1.894	 0.895
	20	 1.190	 4.200	 60	 1.923	 0.867
	21	 1.202	 3.962	 61	 1.953	 0.839
	22	 1.214	 3.745	 62	 1.984	 0.813
	23	 1.225	 3.548	 63	 2.016	 0.787
	24	 1.238	 3.367	 64	 2.049	 0.763
	25	 1.250	 3.200	 65	 2.083	 0.738
	26	 1.263	 3.046	 66	 2.119	 0.715
	27	 1.276	 2.904	 67	 2.155	 0.693
	28	 1.289	 2.771	 68	 2.193	 0.671
	29	 1.302	 2.648	 69	 2.232	 0.649
	30	 1.316	 2.533	 70	 2.273	 0.629
	31	 1.330	 2.426	 71	 2.315	 0.608
	32	 1.344	 2.325	 72	 2.358	 0.589
	33	 1.359	 2.230	 73	 2.404	 0.570
	34	 1.374	 2.141	 74	 2.451	 0.551
	35	 1.389	 2.057	 75	 2.500	 0.533
	36	 1.404	 1.978	 76	 2.551	 0.516
	37	 1.420	 1.903	 77	 2.604	 0.499
	38	 1.437	 1.832	 78	 2.660	 0.482
	39	 1.453	 1.764	 79	 2.717	 0.466
	40	 1.471	 1.700	 80	 2.778	 0.450
18-182Miscelâneas
Água e sólidos – Dados sobre densidade de polpa (US-EUA
A 	 = Sólidos por peso [%]
B 	 = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa
C 	 = Volume da Polpa USG/ston sólidos					
Densidade de sólidos: 5.0
A	 B	 C	 A	 B	 C
	1	 1.008	 23774	 41	 1.488	 393	
	2	 1.016	 11791	 42	 1.506	 379	
	3	 1.025	 7797	 43	 1.524	 366	
	4	 1.033	 5800	 44	 1.543	 353	
	5	 1.042	 4601	 45	 1.563	 341	
	6	 1.050	 3803	 46	 1.582	 329	
	7	 1.059	 3232	 47	 1.603	 318	
	8	 1.068	 2804	 48	 1.623	 307	
	9	 1.078	 2471	 49	 1.645	 297	
	10	 1.087	 2205	 50	 1.667	 288	
	11	 1.096	 1987	 51	 1.689	 278	
	12	 1.106	 1805	 52	 1.712	 269	
	13	 1.116	 1652	 53	 1.736	 261	
	14	 1.126	 1520	 54	 1.761	 252	
	15	 1.136	 1406	 55	 1.786	 244	
	16	 1.147	 1306	 56	 1.812	 236	
	17	 1.157	 1218	 57	 1.838	 229	
	18	 1.168	 1140	 58	 1.866	 221	
	19	 1.179	 1070	 59	 1.894	 214	
	20	 1.190	 1007	 60	 1.923	 208	
	21	 1.202	 950	 61	 1.953	 201	
	22	 1.214	 897	 62	 1.984	 195	
	23	 1.225	 850	 63	 2.016	 189	
	24	 1.238	 807	 64	 2.049	 183	
	25	 1.250	 767	 65	 2.083	 177	
	26	 1.263	 730	 66	 2.119	 171	
	27	 1.276	 696	 67	 2.155	 166	
	28	 1.289	 664	 68	 2.193	 161	
	29	 1.302	 635	 69	 2.232	 156	
	30	 1.316	 607	 70	 2.273	 151	
	31	 1.330	 581	 71	 2.315	 146	
	32	 1.344	 557	 72	 2.358	 141	
	33	 1.359	 534	 73	 2.404	 137	
	34	 1.374	 513	 74	 2.451	 132	
	35	 1.389	 493	 75	 2.500	 128	
	36	 1.404	 474	 76	 2.551	 124	
	37	 1.420	 456	 77	 2.604	 120	
	38	 1.437	 439	 78	 2.660	 116	
	39	 1.453	 423	 79	 2.717	 112	
	40	 1.471	 407	 80	 2.778	 108
18-183 Miscelâneas
18-184Miscelâneas
19-185 Tabelas de resistência química
Mídia								
	 Borracha				 Cloro-	 CSM*	 Poli-	
	 Natural	 Butila	 EPDM	 Nitrila	 pren0	 Hypalone	 urethano
Aluminium Chloride	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Aluminium Phosphate	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Ammonium Nitrate	 C	 A	 A	 A	 B	 A	 U
Animal Fats	 U	 B	 B	 A	 B	 B	 A
Beet Sugar Liquors	
A	 A	 A	A	 A	 A
Bleach Solution	
U	A	A		C	 A
Brine			 A	A	 A	 A
Bunker Oil	
			A			 B
Calcium Hydroxide	
A	A	 A	 A	A	 A	 A
Calcium Hypochlorite	 U	 A	 A	 C	 C	 A
Chlorine (Wet)	 U	 C	 C		 U	 C	 U
Chrome Plating Solutions	 U	 U	 U	 U	 U	 C	 U
Copper Chloride	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Copper Cyanide	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Copper Sulfate	 B	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Creosote	 U	 U	U	B	 C	 C	 B
Detergent Solutions	 B	 A	 A	 A	 A	 A	 U
Diesel Oil	 U	 U	 U	 A	 B	 B	 B
Fatty Acids	 C	 U	 U	 B	 B	 B	
Ferric Chloride	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Ferric Nitrate	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Ferric Sulfate	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Fluorosilic Acid	 A			 A	 A	 A
Fuel Oil	 U	 U	 U	 A	 B	 B	 B
Gasoline	 U	 U	 U	A	 B	 B	 A
Glycerine	 A	 A	 A	A	 A	 A	 A
Glycols	 A	 A	 A	A	 A	 A	 B
Hydraulic Oil (Petroleum)	 U	 U	 U	 A	 B	 B	 A
Hydrochloric Acid (Hot 37%)	 U	 C	 C	 U	 U	 C	 U
Hydrochloric Acid (Cold 37%)	 B	 A	 A	 B	 B	 A	 U
Hydrofluoric Acid (Conc) Cold	 U	 B	 B	 U	 B	 A	 U
Hydrofluoric Acid (Anhydrous)	 U	 B	 B			 A
*= Clorossulfonil-polietileno A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado
C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado
	
Materiais Elastômeros
19. TABELAS DE RESISTÊNCIA QUÍMICA
Cloreto de alumínio
Fosfato de alumínio
Nitrato de amônio
Gorduras animais
Licores/Xaropes de açúcar de
beterraba
Solução de alvejante
Salmoura
Óleo combustível de alta
viscosidade
Hidróxido de cálcio
Hipoclorito de cálcio
Cloro (molhado)
Soluções para cromeação
Cloreto de cobre
Cianeto de cobre
Sulfato de cobre
Creosoto
Soluções detergentes
Óleo diesel
Ácidos graxos
Cloreto férrico
Nitrato férrico
Sulfato férrico
Ácido Fluorosilícico
Óleo Combustível
Gasolina
Glicerina
Glicóis
Óleo hidráulico (de petróleo)
Ácido clorídrico (quente 37%)
Ácido clorídrico (frio 37%)
Ácido fluorídrico (Conc.) Frio
Ácido fluorídrico (anidro)
19-186Tabelas de resistência química
Elastomer Materials
Mídia								
	 Borracha				 Cloro-	 CSM*	 Poli-	
	 Natural	 Butila	 EPDM	 Nitrila	 pren0	 Hypalone	 urethano
Hydrogen Peroxide (90%)	
U	 C	 C	U		 C
	
	
Kerosene	U	 U	 U	A	C	 C	 B
Lacquers	 U	 U	 U	 U	U	 U	 U
Lacquers Solvents	 U	 U	 U	 U	 U	 U	 U
Lead Acetate		 A	 A	 B	 B
Lubrication Oils (Petroleum)	
U	 U	 U	A	B	 B	 B
		
Lye	
B	 A	 A	B	B	 A	 B
Magnesium Chloride	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Mineral Oil	 U	 U	 U	 A	 B	 B	 A
Naphta	 U	 U	 U	C	C	 U	 C
Nickel Chloride	 A	 A	 A	 A		 A	 A
Nickel Sulfate	 B	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Nitric Acid Conc.	 U	 C	 C	 U	 C	 B	 U
Nitric Acid Dilute	 U	 B	 B	 U	 A	 A	 C
Olive Oil	 U	 B	 B	 A	 B	 B	 A
Phosphoric Acid 20%	 C	 A	 A	 B	 B	 A	 A
Pickling Solution		 C	 C			 C
Pine Oil	 U	 U	 U	 B	 U	 U
Potassium Carbonate	 B	 B	 B	 B	 B	 B
Salt Water	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Sewage	 B	 B	 B	 A	A	 A	 U
Silicone Greases	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Silicone Oils	 A	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Soda Ash	 A	 A	 A	 A	 A	 A
Sodium Bislulfite	 B	 A	 A	 A	 A	 A
Sulfite Liquors	 B	 B	 B	 B	 B	 B
Sulfuric Acid (Dilute)	 C	 B	 B	 U	 B	 A	 B
Sulfuric Acid (Conc)	 U	 B	 B	 U	 U	 B	 U
Tar. Bituminous	 U	 U	 U	 B	 C	 C
Transformer Oil	 U	 U	 U	 A	 B	 B
Transmission Fluid Type A	 U	 U	 U	 A	 B	 B	 A
Trichloroethylene	 U	 U	 U	 C	U	 U	 U
*= Clorossulfonil-polietileno A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado
C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado 	
Peróxido de hidrogênio/
água oxigenada (90%)
Querosene
Lacas
Lacas solventes
Acetato de chumbo
Óleos lubrificantes
(petróleo)
Soda cáustica (hidróxido de
sódio)
Cloreto de Magnésio
Óleo Mineral
Nafta
Cloreto de níquel
Sulfato de níquel
Ácido Nítrico conc.
Ácido nítrico diluído
Azeite de oliva
Ácido fosfórico 20%
Solução para decapagem
Óleo de pinho
Carbonato de potássio
Água salgada
Esgoto
Graxas de Silicone
Óleos de silicone
Carbonato de sódio (barrilha)
Bissulfito de sódio
Licores de Sulfite
Ácido Sulfúrico (diluído)
Ácido Sulfúrico (conc.)
Piche betuminoso (betume)
Óleo de transformador
Fluido de transmissão Tipo A
Tricloroetileno
19-187 Tabelas de resistência química
Alto Cromo
Centígrado C	 20o
	60o
	100o
Aluminium sulphite	 U	 U	 U
Ammonia, anhydrous	 A	 A	 A
Ammonia, aqueous	 A	 A	 A
Ammonium chloride	 A
Aqua regia	 U	 U	 U
Aromatic solvents	 A	 A	 A
Brines, saturated	 U	 U	 U
Bromide (K) soin.	 U	 U	 U
Calcium chloride	 U	 U	 U
Carton disulphide	 A	 A	 A
Caroonic acid	 A	 A	 A
Caustic soda & potash	 A	 A	 A
Cellulose paint	 Não há dados
Chlorates of Na, K, Ba	 Não há dados
Chlorine wet	 U	 U	 U
Chlorides oif Na, K, Mg	 U	 U	 U
Copper sulphate	 U	 U	 U
Emulsifiers (all conc.)	 U	 U	 U
Ether	 A	A	A
Fatty acids (<Cb)	 A	 A	 A
Ferrous sulphate	 A	 A	 A
Fluorine, wet	 U	 U	 U
Fluorosilic acid	 U	 U	 U
Sulfito de alumínio
Amônia anidra
Amônia aquosa
Cloreto de amônio
Água-régia
Solventes aromáticos
Salmouras saturadas
Brometo de (K) soin.
Cloreto de cálcio
Dissulfeto de carbono
Ácido carbônico
Soda cáustica e cloreto de potássio
Tinta de celulose
Cloretos de Na, K, Ba
Cloro úmido
Cloretos de Na, K, Mg
Sulfato de cobre
Emulsionantes (todos as conc.)
Éter
Ácidos graxos (<Cb)
Sulfato ferroso
Flúor, molhado
Ácido Fluorosilícico
A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado
C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado
19-188Tabelas de resistência química
Centigrado C	 20o
	60o
	100o
Hydrochloric acid (10%)	 U	 U	 U
Hydrochloric acid (conc.)	 U	 U	 U
Hydrofluoric acid (40%)	 U	 U	 U
Hydrofluoric acid (75%)	 U	 U	 U
Hydrogen sulphide	 A	 A	 A
Hypochlorites	 A	B	C
Hypochlorite (Na 12-14%)	 A	 Não há dados	 Não há dados
Lead acetate	 A	 A	 C
Lime (CaO)	 A	 A	 A
Methanol	 A	A	A
Milk and its products	 A	 B	 B
Molasses	 A	A	A
Naphta	 A	A	A
Naphtalene	 A	A	A
Nickel salts	 U	 U	 U
Nitrates of Na, K, NH3
	 A	A	A
Nitric acid (<25%)	 A	 A	 C
Nitric acid (50%)	 A	 A	 C
Nitric acid (90%)	 A	 A 	 C
Nitric acid, fuming	 A	 B	 C
Nitrite (Na)	 A	 A	 A
Oil, diesel	 A	 A	 A
Oils, essential	 A	 A	 A
Oils, lube + aromatic ads.	 A	A	A
Oils, mineral	
A	 A	A
Oils, vegetable & animal	 A	A	A
A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado
C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado
Alto Cromo
Ácido clorídrico (10%)
Ácido clorídrico (conc.)
Ácido fluorídrico (40%)
Ácido fluorídrico (75%)
Sulfureto de hidrogénio
Hipocloritos
Hipoclorito (Na 12-14%)
Acetato de chumbo
Cal (CaO)
Metanol
Leite e seus derivados
Melaço
Nafta
Naftaleno
Sais de níquel
Nitratos de K Na, NH3
Ácido nítrico (<25%)
Ácido nítrico (50%)
Ácido nítrico (90%)
Ácido nítrico, fumegate
Nitrito (Na)
Óleo, diesel
Óleos essenciais
Óleos lubrificantes
+ aditivos aromáticos.
Óleos minerais
Óleos vegetais e animais
19-189 Tabelas de resistência química
Centigrado C	 20o
	60o
	100o
Petroleum spirits	 A	 A	 A
Phenol	 A	A	A
Phosphoric acid (20%)	 U	 U	 U
Phosphorous chlorides	 U	 U	 U
Pieric acid	 A	 B	 C
Sea water	 A	 A	 B
Sodium carbonate	 A	 A	 A
Sodium silicate	 A	 A	 A
Sodium sulphide	 U	 U	 U
Stannic chloride	 U	 U	 U
Starch	 A	A	A
Sugar spin, syrups, jams	 A	A	A
Sulphates (Na, K, Mg, Ca)	 A	 A	 A
Sulphites	A	A	A
Sulphur	 A	A	A
Sulphur dioxide, dry	 A	 A	 A
Sulphur dioxide, wet	 A	 B	 C
Sulphur dioxide (96%)	 U	 U	 U
Sulphur trioxide	 U	 U	 U
Sulphuric acid (<50%)	 U	 U	 U
Sulphur chlorides	 U	 U	 U
Tallow	 A	A	A
Tannic acid (10%)	 A	 A	 A
Wetting agents (to 5%)	 A	 A	 A
Zinc chloride	 U	 U	 U
A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado
C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado
Alto Cromo
Gasolinas
Fenol
Ácido fosfórico (20%)
Cloretos de fósforo
Ácido Pipérico
Água do mar
Carbonato de sódio
Silicato de sódio
Sulfeto de sódio
Cloreto de estanho
Amido
Centrifugados, xaropes, geléias
do açúcar
Sulfatos (Na, K, Mg, Ca)
Sulfitos
Enxofre
Dióxido de enxofre, seco
Dióxido de enxofre, molhado
Dióxido de enxofre (96%)
Trióxido de enxofre
Ácido sulfúrico (<50%)
Cloretos de enxofre
Sebo
Ácido tânico (10%)
Agentes umectantes (para 5%)
Cloreto de zinco
19-190Tabelas de resistência química
20-191 Anotações pessoais
Anotações pessoais
20-192Anotações pessoais
Anotações pessoais
As informações contidas neste documento são de natureza
geralenãosedestinamàconstrução,instalaçãooufinalidades
de aplicação específicas. As previsões de desempenho real
de um determinado equipamento devem levar em conta
os muitos fatores variáveis que a máquina / equipamento
poderá encontrar em campo. Devido àqueles fatores, não
se faz nenhuma garantia de qualquer espécie, expressa
ou implícita, pela apresentação dos dados generalizados
contidos neste documento.
Reservamo-nos o direito de realizar alterações nas especi-
ficações apresentadas neste documento ou de introduzir
melhorias a qualquer momento sem aviso ou obrigação.
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•	 Metso Minerals (Sweden) AB
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	 Fax: +1 719 471 4469
•	 Metso Minerals Industries Inc.
	 P.O. Box 96, Birmingham, AL 35201, USA, Phone: +1 205 599 6600, Fax: +1 205 599 6623
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•	 Metso Minerals (Australia) Ltd.
	 Level 2, 1110 Hay Street, West Perth, WA 6005, Australia, Phone: +61 8 9420 5555, Fax: +61 8 9320 2500
•	 Metso Minerals (India) Pvt Ltd
	 1th floor, DLF Building No. 10, Tower A, DLF Cyber City, Phase - III, Gurgaon - 122 002, India,
	 Phone: +91 124 235 1541, Fax: +91 124 235 1601
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	 Calle 5 Nro. 144, Urb. Industrial Vulcano, Ate, Lima 03, Peru, Phone: +51 1 313 4366, Fax: +51 1 349 0913
•	 Metso Minerals (Chile) S.A.
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•	 Metso Brasil Indústria e Comércio Ltda.	
	 Av. Independência, 2500 Éden, 18087-101 Sorocaba-SP - Brazil, Phone: +55 15 2102 1300

Slurry pump basic 2012 ed1_pt

  • 1.
    Bombas de Polpa- Básico Diretrizes Básicas para o Bombeamento de Polpas Apresentando o Software para o Dimensionamento de Bombas - Metso PumpDim™ para Windows™
  • 2.
    Uma publicação da MetsoMinerals (Sweden) AB S-733 25 Sala, Sweden Telephone +46 224 570 00 Telefax +46 224 169 50
  • 3.
    Índice HISTÓRICO 1 INTRODUÇÃO 2 DEFINIÇÕES BÁSICAS 3 MECÂNICA 4 componentEs 5 PROTEÇÃOAO DESGASTE 6 SELAGENS 7 EIXO E MANCAIS 8 ACIONAMENTO 9 DESEMPENHO HIDRÁULICO 10 SISTEMAS 11 PONTO DE MELHOR EFICIÊNCIA (BEP - Best Efficiency Point) 12 NOMENCLATURA E CARACTERÍSTICAS 13 DESCRIÇÕES TÉCNICAS 14 GUIA DE APLICAÇÃO 15 DIMENSIONAMENTO 16 INTRODUÇÃO AO SOFTWARE METSO MINERALS PumpDim™ 17 MISCELÂNEAS 18 TABELAS DE RESISTÊNCIA QUÍMICA 19 NOTAS 20 Índice BOMBAS DE POLPA
  • 4.
    Índice 1. HISTÓRICO Bombas dePolpa - Histórico.......................................................................................................1-1 Bombas de Polpa Horizontais.....................................................................................................1-2 Bombas de Espuma Verticais......................................................................................................1-2 Bombas Verticais de Poço e de Tanque...................................................................................1-3 2. INTRODUÇÃO Transporte hidráulico de sólidos..............................................................................................................2-5 Quais tipos de sólidos?.................................................................................................................................2-5 Quais tipos de líquidos?...............................................................................................................................2-5 Definição de polpa.........................................................................................................................................2-5 Quais são as limitações de vazão?............................................................................................................2-6 Quais são as limitações em relação aos sólidos?................................................................................2-6 Bombas de Polpa como conceito de mercado....................................................................................2-6 3.DEFINIÇÕES BÁSICAS Por que Bombas de Polpa?.........................................................................................................................3-9 Bomba de Polpa - nome conforme o serviço.......................................................................................3-9 Bomba de Polpa - nome conforme a aplicação..................................................................................3-9 Bomba de Polpa - Seca ou Semi-seca?................................................................................................3-10 Bomba de Polpa e condições de desgaste........................................................................................3-12 4. MECÂNICA Componentes básicos...............................................................................................................................4-15 Projetos básicos...........................................................................................................................................4-15 5. BOMBA DE POLPA - COMPONENTES Rotor / Carcaça.............................................................................................................................................5-17 Rotor de bomba e carcaça - os principais componentes de todas as Bombas de Polpa..5-17 O rotor da Bomba de Polpa.....................................................................................................................5-18 Vane do rotor - desenhos.........................................................................................................................5-19 Quantidade de vanes do rotor?.............................................................................................................5-19 Rotor semi-aberto ou fechado?.............................................................................................................5-20 Rotores fechados.........................................................................................................................................5-20 Rotores semi-abertos.................................................................................................................................5-20 Rotores Vórtex / rotores de vazão induzido.......................................................................................5-21 Regras básicas..............................................................................................................................................5-21 Diâmetro do rotor.......................................................................................................................................5-21 Largura do rotor...........................................................................................................................................5-22 Limitações de geometria e por quê?....................................................................................................5-23 A carcaça da Bomba de Polpa.................................................................................................................5-23 Coletor em voluta ou concêntrico?......................................................................................................5-24 Carcaças bipartidas ou sólidas?.... ........................................................................................................5-24
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    Índice 6. PROTEÇÃO AODESGASTE Abrasão...........................................................................................................................................................6-27 Erosão..............................................................................................................................................................6-28 Efeito da erosão sobre componentes de bombas...........................................................................6-29 Proteção ao desgaste - quais são as opções?....................................................................................6-30 Seleção de materiais de desgaste.........................................................................................................6-31 Efeito do tamanho de partícula sobre a seleção do material......................................................6-32 Selecão de material de desgaste - Metais..........................................................................................6-33 Selecão de material de desgaste - Elastômeros...............................................................................6-33 As famílias de elastômeros......................................................................................................................6-34 Revestimentos cerâmicos.........................................................................................................................6-35 7. SELAGENS Parâmetros críticos para a escolha de selagens...............................................................................7-37 Função básica da selagem de eixo........................................................................................................7-38 Tipo de vazamento.....................................................................................................................................7-38 Localização e tipos de selagens.............................................................................................................7-38 Selagens com lavagem de descarga (flushing)................................................................................7-39 Selagens sem lavagem de descarga (sem‘flushing’)......................................................................7-40 Selagens centrífugas..................................................................................................................................7-41 Limitações das selagens centrífugas....................................................................................................7-40 Selagens mecânicas...................................................................................................................................7-41 Bombas de Polpa sem selagem - projetos verticais.......................................................................7-43 8. EIXOS E ROLAMENTOS (MANCAIS) Tipos de transmissões...............................................................................................................................8-45 Eixos de bombas e o fator SFF (Fator de Flexibilidade de Eixo)..................................................8-45 Informações básicas sobre mancais.....................................................................................................8-46 Vida L10..........................................................................................................................................................8-46 Configurações de mancais.......................................................................................................................8-46 Rolamentos e conjuntos de rolamentos (mancais).........................................................................8-46 Escolha de mancais.....................................................................................................................................8-47 9. ACIONAMENTOS PARA BOMBAS DE POLPA Acionamentos indiretos............................................................................................................................9-49 Acionamentos diretos...............................................................................................................................9-50 Comentários sobre arranjos de acionamentos................................................................................9-50 Transmissões por correia em V (acionamentos de velocidade fixa).........................................9-51 Transmissões por correia em V - limitações.......................................................................................9-51 Acionamentos de velocidade variável.................................................................................................9-52 Acionamentos com ”motor a combustão”.........................................................................................9-52
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    Índice 10. DESEMPENHO HIDRÁULICO Desempenhohidráulico.........................................................................................................................10-55 Curvas de bombeamento......................................................................................................................10-56 Desempenho hidráulico - que curvas são necessárias?..............................................................10-57 Curvas H/Q - as leis de afinidade das bombas................................................................................10-58 Efeitos da polpa no desempenho da bomba..................................................................................10-59 Desempenho de bombas com polpas que sedimentam...........................................................10-60 Desempenho de bombas com polpas que não sedimentam (polpas viscosas)................10-61 Tabela de correção de desempenho..................................................................................................10-62 Altura manométrica e pressão.............................................................................................................10-63 Condições hidráulicas no lado da sucção........................................................................................10-64 Altura Líquida de Sucção Positiva (NPSH)........................................................................................10-64 Pressão de vapor e cavitação................................................................................................................10-64 NPSH - cálculos...........................................................................................................................................10-66 Bombas que operam com elevação da sucção..............................................................................10-69 Preparação de Bombas de Polpa.........................................................................................................10-69 Bombeamento de Espuma....................................................................................................................10-71 Dimensonamento de bombas horizontais para espuma...........................................................10-72 Bombas de Polpa Verticais - a escolha ótima para bombeamento de espuma.................10-73 A bomba VF - projetada para o bombeamento de espuma......................................................10-74 11. SISTEMAS DE BOMBAS DE POLPA Geral...............................................................................................................................................................11-77 O sistema de tubulação..........................................................................................................................11-78 Perdas de carga..........................................................................................................................................11-79 Tubulações retas........................................................................................................................................11-79 Perdas de carga - conexões (fittings).................................................................................................11-79 TEL - Comprimento Equivalente Total...............................................................................................11-79 Velocidades e perdas de carga - Tabela de Cálculo.......................................................................11-80 Válvulas, conexões, perdas de altura manométrica......................................................................11-81 Efeitos da polpa sobre as perdas de carga.......................................................................................11-82 Perdas de carga - polpas sedimentadoras.......................................................................................11-82 Perdas de carga - polpas não-sedimentadoras..............................................................................11-83 Arranjos de Poço........................................................................................................................................11-84 Instalações com várias bombas...........................................................................................................11-86 Bombas em série.......................................................................................................................................11-86 Bombas em paralelo................................................................................................................................11-86 Conceitos básicos sobre viscosidade.................................................................................................11-87 Viscosidade aparente...............................................................................................................................11-88 Outros fluídos não-Newtonianos........................................................................................................11-89 12. PONTO DE MELHOR EFICIÊNCIA (BEP - BEST EFFICIENCY POINT) Efeito hidráulico da operação no ponto de eficiência.................................................................12-91 Carga radial..................................................................................................................................................12-92
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    Índice Carga axial....................................................................................................................................................12-93 Os efeitosda deflexão do eixo..............................................................................................................12-93 BEP - Resumo..............................................................................................................................................12-94 13. NOMENCLATURAS E CARACTERÍSTICAS Programa de Bomba de Polpa Metso Minerals..............................................................................13-95 Nomenclatura.............................................................................................................................................13-95 Bombas para serviços altamente abrasivos.....................................................................................13-96 Bombas para serviços abrasivos..........................................................................................................13-97 Bombas verticais........................................................................................................................................13-98 Selagem de Polpa......................................................................................................................................13-99 14. DESCRIÇÕES TÉCNICAS Geral............................................................................................................................................................14-101 Bomba de Polpa tipo XM.....................................................................................................................14-106 Bomba de dragagem tipo Thomas Simplicity.............................................................................14-108 Bomba de Polpa tipo Vasa HD e XR.................................................................................................14-110 Bomba de Polpa tipo HR e HM..........................................................................................................14-112 Bomba de Polpa tipo MR e MM.........................................................................................................14-114 Bomba de Polpa tipo VT......................................................................................................................14-116 Bomba de Polpa tipo VF.......................................................................................................................14-118 Bomba de Polpa tipo VS.......................................................................................................................14-120 Bomba de Polpa tipo VSHM - VSMM...............................................................................................14-123 Configurações modulares de estrutura e via úmida.................................................................14-126 Selagem de Polpa...................................................................................................................................14-127 Bomba de Polpa tipo STGVA..............................................................................................................14-129 Bomba de Polpa tipo STHM................................................................................................................14-132 15. GUIA DE APLICAÇÃO Seleção por serviço ou por aplicação industrial.........................................................................15-135 Seleção por serviço................................................................................................................................15-135 Como bombear.......................................................................................................................................15-136 Como alimentar......................................................................................................................................15-136 Seleção por sólidos................................................................................................................................15-137 Partículas grossas...................................................................................................................................15-137 Partículas finas.........................................................................................................................................15-137 Partículas pontiagudas (abrasivas)..................................................................................................15-137 Alto percentual de sólidos..................................................................................................................15-137 Baixo percentual de sólidos................................................................................................................15-138 Partículas fibrosas..................................................................................................................................15-138 Partículas de tamanho único.............................................................................................................15-138 Serviços relativos a“altura manométrica”e ”Volume”...............................................................15-139 Altura manométrica elevada (high head).....................................................................................15-139 Altura manométrica variável..............................................................................................................15-139
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    Índice Vazão constante (alturamanométrica)..........................................................................................15-139 Alta elevação da sucção.......................................................................................................................15-139 Alta vazão..................................................................................................................................................15-140 Baixa vazão...............................................................................................................................................15-140 Vazão oscilante........................................................................................................................................15-140 Serviço relacionados com o tipo de polpa....................................................................................15-141 Polpas frágeis...........................................................................................................................................15-141 Polpas de hidrocarbonetos (contaminados por óleo e reagentes)......................................15-141 Alta temperatura....................................................................................................................................15-141 Polpas perigosas.....................................................................................................................................15-141 Polpas corrosivas (baixo pH)..............................................................................................................15-142 Fluídos de alta viscosidade (Newtonianos)..................................................................................15-142 Fluídos de alta viscosidade (não-Newtonianos).........................................................................15-142 Serviços relativos a processos de mistura.....................................................................................15-142 Seleção de Bombas de Polpa por aplicação industrial.............................................................15-143 Segmento industrial: Minerais metálicos e industriais.............................................................15-143 Bombas para circuitos de moagem.................................................................................................15-143 Bombas para espuma...........................................................................................................................15-143 Bombas para reservatórios de piso.................................................................................................15-144 Bombas para rejeitos de mineração................................................................................................15-144 Bombas para alimentação de hidrociclone..................................................................................15-144 Bombas para alimentação de filtro prensa...................................................................................15-144 Bombas para alimentação de prensa tubular..............................................................................15-144 Bombas para lixiviação.........................................................................................................................15-145 Bombas para mídia densa (mídia pesada)....................................................................................15-145 Bombas para aplicações gerais com minerais.............................................................................15-145 Segmento industrial: Construção.....................................................................................................15-145 Bombas para água de lavagem (areia e brita).............................................................................15-145 Bombas para transporte de areia.....................................................................................................15-145 Bombas para desaguamento de túneis.........................................................................................15-146 Bombas de drenagem..........................................................................................................................15-146 Segmento industrial: Carvão..............................................................................................................15-146 Bombas para lavagem de carvão.....................................................................................................15-146 Bombas para espuma (carvão)..........................................................................................................15-146 Bombas para mídia densa (carvão)..................................................................................................15-146 Bombas para misturas carvão/água................................................................................................15-146 Bombas para uso geral (carvão)........................................................................................................15-147 Segmento industrial: Lixo e reciclagem.........................................................................................15-147 Bombas para manuseio de efluentes..............................................................................................15-147 Transporte hidráulico de lixo leve....................................................................................................15-147 Bombas para tratamento de solos...................................................................................................15-147 Bombas para uso geral (carvão)........................................................................................................15-147 Segmento industrial: Energia & FGD (desulfurização de gases de combustão)..............15-147 Bombas para alimentação de reator FGD (calcário)..................................................................15-147 Bombas para descarga de reator FGD (gypsum - gesso).........................................................15-148
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    Índice Bombeamento de cinzasde fundo..................................................................................................15-148 Bombeamento de cinzas volantes (fly ash)..................................................................................15-148 Segmentos industriais: Papel & Celulose.......................................................................................15-148 Bombas para liquores/licores............................................................................................................15-148 Bombas para calcário e lama cáustica............................................................................................15-148 Bombas para rejeito de celulose (contendo areia)....................................................................15-149 Bombas para sólidos provenientes de descascamentos de árvores...................................15-149 Bombas para transporte hidráulico de cavacos de madeiras................................................15-149 Bombas para extensor de papel e de revestimentos de papel.............................................15-149 Bombas para derramamentos em pisos........................................................................................15-149 Segmento industrial: Metalúrgico....................................................................................................15-150 Bombas para transporte de carepa de siderurgia......................................................................15-150 Bombas para transporte de escória.................................................................................................15-150 Bombas para efluentes de lavadora de gases .............................................................................15-150 Bombas para transporte de pó de ferro ........................................................................................15-150 Bombas para limalhas de usinagem...............................................................................................15-150 Segmento industrial: Químico...........................................................................................................15-151 Bombas para polpas ácidas................................................................................................................15-151 Bombas para salmouras.......................................................................................................................15-151 Bombas para produtos cáusticos.....................................................................................................15-151 Segmento industrial: Mineração.......................................................................................................15-151 Bombas para aterros hidráulicos (com ou sem cimento)........................................................15-151 Bombas para água de mina (com sólidos)....................................................................................15-151 16. DIMENSIONAMENTO Os passos para o dimensionamento...............................................................................................16-153 Checagem para verificação de cavitação......................................................................................16-159 O dimensionamento em resumo.....................................................................................................16-159 17. INTRODUÇÃO AO SOFTWARE PumpDim™ DA METSO Introdução................................................................................................................................................17-161 Formulário de registro..........................................................................................................................17-162 I8. MISCELÂNEAS Fatores de conversão............................................................................................................................18-165 Escala de padrão de tela (Tyler)........................................................................................................18-166 Densidade de sólidos............................................................................................................................18-167 Água e sólidos - dados sobre densidade de polpa....................................................................18-169 19. TABELAS DE RESISTÊNCIA QUÍMICA Materiais elastoméricos (elastômeros)...........................................................................................19-185 Alto cromo................................................................................................................................................19-187 20. NOTAS...............................................................................................................................................20-191
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    1-1 Histórico 1. HISTÓRICO Bombasde Polpa – sua história Apesar da Denver e Sala (duas empresas que mais tarde constitui- riam a área de Bombas e Processos dentro do Grupo Svedala - que, em setembro de 2001, tornou-se Metso) trabalharem ativamente com ‘Bombeamento de Polpas’, elas não começaram, originalmente, oferecendo ao mercado bombas projetadas pelas próprias empresas. Ambas começaram como fabricantes de equipamentos para proces- samento mineral: A Denver com foco na flotação como seu produto chave e a Sala oferecendo tanto equipamentos para flotação quanto para separação magnética como seus principais produtos. Após um período de sucesso trabalhando com equipamentos para processamento mineral, as empresas logo perceberam a clara neces- sidade delas se tornarem ativas no fornecimento de Bombas de Polpa. A primeira bomba vertical, fabricada em 1933.
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    1-2Histórico Bombas de PolpaHorizontais O Bombeamento de Polpas - base de todo processamento mineral a úmido - ganhava cada vez mais importância para os clientes tanto da Denver quanto da Sala. A solução encontrada pela Denver foi tornar-se uma licenciada da Allis Chalmers para utilização do‘design’de sua Bomba de Polpa SRL (Soft Rubber Lined - com revestimento de borracha macia). A versão desenvolvida desta bomba constituiu a base do programa de bombasdepolpadaDenverpormuitasdécadaseaindaéconsiderada por muitos como o padrão da indústria. Em 1984, a Denver adquiriu o portfolio de Bombas de Polpa em metal duro Orion. Essa série, paralelamente às bombas SRL, vem sendo desenvolvida ao longo dos anos; com ambos os projetos se comple- mentando. A aquisição daThomas Foundries (FundiçõesThomas) em 1989 acres- centou uma série de bombas muito grandes em metal duro, para dragagem e agregados, ao programa de bombas da Denver. No caso da Sala, a situação era parecida. Os clientes da Sala continua- vam a solicitar que as Bombas de Polpa fossem fornecidas junto com os equipamentos para processamento mineral. Assim, pela primeira vez, entregava-se um pacote completo. O contrato - assinado pela Sala - tratava do licenciamento de um pro- jeto inglês: a Bomba de Polpa“Vac-Seal”. No início dos anos 60, a Sala desenvolveu uma nova série de Bombas de Polpa para serviços de média severidade. Essa série, conhecida como VASA (Vac Seal - Sala), foi complementada no fim da década de Bombas de Espuma Verticais O uso da flotação como método de separação de minerais exigia que as Bombas de Polpa passassem por um desenvolvimento maior. Ainda em 1933, uma “bomba aberta” vertical foi desenvolvida numa planta de flotação na Suécia. Esse tipo de desenho de bomba se fazia necessário devido aos circuitos, por vezes muito complicados, exis- tentes nessas plantas. Os reagentes e a tecnologia de controle de nível não eram particu- larmente avançados. As variações da vazão de espuma nas diversas partes do circuito causavam bloqueios de ar nas Bombas de Polpa convencionais. Pela primeira vez, a“bomba aberta”, com seu tanque de alimentação integral, proporcionava desaeração, estabilidade e autoajuste; pro- priedades que, hoje em dia, são consideradas normais.
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    1-3 Histórico Bombas dePoço e de Tanque Verticais Comomuitosdospisosnasplantasestavamsujeitosaderramamentos e inundação, os clientes também tentavam desenvolver um conceito de bomba que pudesse dar conta do trabalho de manter o piso da planta livre de polpa derramada. Assim, foi desenvolvida a bomba de poço“sump pump”. O nascimento da primeira bomba de poço, para uso nesses serviços de limpeza, se deu em meados da década de 40. Mais uma vez, elas foram desenhadas especificamente para atender a uma necessidade. Tanto a bomba de tanque vertical quanto a bomba de poço vertical foram desenvolvidas dentro da Boliden Mining Company ao longo da década de 40. A Sala era uma fornecedora usual dessas bombas para a Boliden, como sua subcontratada, até o ano de 1950 quando a Sala assinou um contrato pelo qual começava a fabricá-las sob licença. Essaslinhasdebombasforamentãocomercializadascomsucessopela Sala junto com o programa de bombas VASA. Ao longo dos anos, estas bombas verticais passaram por desenvol- vimento adicional e se estabeleceram como um produto da Sala. O acordo de licenciamento se encerrou no início dos anos 70 quando a Boliden comprou a Sala. Além da bomba de tanque vertical, desen- volveu-se uma bomba de espuma especial que serviu para aprimorar ainda mais o conceito básico de manuseio de espuma. Hoje, a bomba de poço da Metso é o padrão da indústria para o bom- beamento de drenagem. Quando a Svedala Pumps & Process (Svedala Bombas e Processos) foi formada em 1992, foi decidido que a série de bombas deveria ser mais‘enxuta’e atualizada para melhor servir ao mercado, oferecendo Bombas de Polpa“de ponta”. Em setembro de 2001, a Svedala foi comprada pela empresa finlan- desa Metso. Desde então, uma série inteiramente nova de Bombas de Polpa hori- zontais e verticais foi desenvolvida, conforme apresentamos neste manual.
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    2-5 Introdução 2. INTRODUÇÃO Transportehidráulico de sólidos Em todos os processos industriais, o ”transporte hidráulico de sólidos” é uma tecnologia que visa avançarosprocessamentosentreosdiferentesestágiosdemisturaSólido/Líquido,separaçãoSólido/ Sólido, separação Sólido/Líquido, etc. Maiores detalhes sobre estes processos industriais a úmido encontram-se na seção 15. Quais tipos de sólidos? Podemserconsiderados‘sólidos’praticamentequalquercoisaqueseja: Dura Grossa Pesada Abrasiva Cristalina Cortante Pegajosa Floculenta De fibra longa Espumosa Seja o que for - pode ser transportado hidraulicamente ! Quais tipos de líquidos? Na maioria das aplicações, o líquido é somente o “veículo”. Em 98% das aplicações industriais, esse líquido é água. Outros tipos de líquidos podem ser soluções químicas como ácidos e sodas, álcool, líquidos leves derivados de petróleo (querosene), etc. Definição de uma polpa Normalmente chamamos uma mistura de sólidos com líquidos de “polpa”! Uma polpa pode ser descrita como um meio bifásico (líquido/sólido). Polpa misturada com ar (comum em muitos processos químicos) é descrita como um meio fluído trifásico (líquido/sólido/gás).
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    2-6Introdução Quais são aslimitações na vazão? Teoricamente, não há limites em relação a ‘o que’ pode ser transpor- tado hidraulicamente. Veja o desempenho do transporte hidráulico de sólidos realizado pelas geleiras do mundo e pelos grandes rios! Na prática os limites de vazão para uma instalação de Bomba de Polpa são de 1 m3 / hora (4 GPM) até 20000 m3 /hora (88000 GPM). O limite inferior é determinado pela queda em eficiência nas bombas menores. O limite superior é determinado pelo aumento dramático nos custos deBombasdePolpagrandes(comparadoàsinstalaçõescommúltiplas bombas). Quais são as limitações em relação aos sólidos? As limitações em relação aos sólidos são sua forma geométrica, seu tamanho e o risco de bloqueio da passagem através da Bomba de Polpa. O tamanho máximo permissível do material a ser transportado em massa por uma Bomba de Polpa é de aproximadamente 200 mm. Entretanto, aglomerações individuais de material passando através de umabombadedragagemgrandepodemteraté350mmdetamanho (dependendo do dimensionamento da extremidade úmida). Bombas de Polpa como conceito de mercado De todas as bombas centrífugas instaladas na indústria de processa- mento, proporção entre as bombas de polpa e outras bombas para líquidos é de 5 : 95. Se examinarmos os custos operacionais destas bombas, a relação é quase inversa, isto é, 80 : 20. IssoconfiguraumperfilmuitoespecialparaoBombeamentodePolpas e o conceito de mercado foi formulado assim: ”Instale uma bomba para líquido limpo e esqueça-a”! ”Instale uma bomba para polpa e você terá potencial para realização de serviços pelo resto da vida dessa bomba”! Isso vale tanto para o usuário final quanto para o fornecedor. O objetivo desse manual é orientar sobre o procedimento a ser aplicado no dimensionamento e seleção de várias aplicações de Bombas de Polpa de forma a minimizar os custos com o transporte hidráulico de sólidos!
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    3-9 Definições básicas 3.Definições básicas Por que Bombas de Polpa? PordefiniçãoasBombasdePolpasãoumaversãopesadaerobustadeumabombacentrífuga,capazes de atender a serviços difíceis e abrasivos. ”O nome ‘Bomba de Polpa’ também deve ser considerado um termo genérico, para diferenciá-la de outras bombas centrífugas que visam principalmente os líquidos límpidos/transparentes.” Bomba de Polpa – nome conforme o serviço O termo Bomba de Polpa, conforme dissemos, abrange vários tipos de bombas centrífugas para serviços pesados utilizadas no transporte de sólidos. Uma terminologia mais precisa se faz utilizando a classificação de sólidos processados nas várias aplicações de bombas. Bombas de Polpa fazem o bombeamento de lama/argila, lodo e areia na faixa de tamanho de sólidos com até 2 mm. As faixas de tamanho são: Lama/argila menos 2 micras Lodo 2-50 micras Areia, fina 50-100 micras Areia, média 100-500 micras Areia, grossa 500-2000 micras Bombas de Areia e Brita cobrem o bombeamento de cascalho e brita na faixa de tamanho entre 2 e 8 mm. Bombas de Brita fazem o bombeamento de sólidos com tamanhos de até 50 mm. BombasparaDragagemcobremobombeamentodesólidosmenores e maiores de 50 mm. Bomba de Polpa - nome conforme a aplicação Aplicaçõesdeprocessamentotambémconfiguramumaterminologia, sendo esta tipicamente: Bomba de Espuma define, pela sua aplicação, o manuseio de polpas espumosas, principalmente nas operações de flotação. Bomba de Transferência de Carbono define o transporte delicado de carbono nos circuitos CIP (carbono em polpa) e CIL (carbono em lixiviação). Bomba de Poço é também um nome já estabelecido tipicamente para aquelas bombas que operam em drenagem de poços/pisos, com carcaças(‘pumphouses’)submersas,mascommancaiseacionamento mantidos á seco. Bomba Submersível. Todo o equipamento, inclusive o acionamento, fica submerso.
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    3-10Definições básicas Bomba dePolpa - seca ou semi-seca? Instalações secas A maioria das Bombas de Polpa horizontais são instaladas no seco, onde o acionamento e os mancais são mantidos fora da polpa e a“via úmida”(“wet end”) é fechada. As bombas não requerem suportes ou apoios, mantendo-se livres do líquido ao seu redor. A Bomba de Tanque vertical possui um reservatório aberto com o corpo da bomba montado diretamente na superfície inferior do tanque. O eixo do rotor em balanço, com sua caixa de rolamentos e acionamento montado na parte superior do tanque, faz girar o rotor dentro da carcaça da bomba. A polpa vai do tanque para dentro da via úmida em volta do eixo e é descarregada horizontalmente pela descarga. Não há selagens do eixo ou mancais submersos no seu desenho.
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    3-11 Definições básicas Instalaçõessemi-secas Umarranjoespecialpodeserutilizadoparaasaplicaçõesdedragagem na quais bombas horizontais são utilizadas com a via úmida -“wet end”- (e mancais) imersos. Isto requer uma combinação de selagens especiais para os mancais. A bomba de poço possui uma via úmida -“wet end” - imersa, instalada no final do eixo em balanço (sem mancais submersos) e um acionamento seco.
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    3-12Definições básicas Instalações úmidas Paradeterminadas aplicações de Bombas de Polpa, é necessário uma bomba inteiramente submergível. Por exemplo, para elevar uma polpa de dentro de um poço com níveis de polpa que oscilam bastante. Neste caso, tanto a carcaça da bomba quanto o acionamento são imersos, exigindo um desenho especial e arranjo de selagens. Bombas de Polpa e condições de desgaste Para assegurar um bom desempenho em operações envolvendo uma variedade de condições de trabalho e aplicações, as seguintes diretrizes são utilizadas para a escolha da bomba baseado no material a ser transportado. • Altamente abrasivo • Abrasivo • Levemente abrasivo
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    3-13 Definições básicas Emresumo: Todas as bombas dentro da série de Bombas de Polpa são bombas centrífugas! “Bomba de Polpa” (“Slurry Pump”) é uma designação genérica ! TodasasBombasdePolparecebem,naprática,nomesprovenientes de sua aplicação em particular: • Bombas de Polpa • Bombas de Brita • Bombas de Dragagem • Bombas de Poço • Bombas de Espuma • Bombas de Transferência de Carbono • Bombas submersíveis Existem principalmente três desenhos diferentes: • Tanque horizontal e tanque vertical (instalação seca) • Vertical de poço (instalação semi-seca) • Tanque (instalação seca) • Submersível (instalação molhada) Os desenhos de Bombas de Polpa são escolhidos e fornecidos de acordo com as condições de desgaste provocado por material • Altamente abrasivo • Abrasivo • Levemente abrasivo
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    4-15 Mecânica 4. Mecânica Comparadoà maioria dos equipamentos para processamento, a Bomba de Polpa tem um projeto simples, descomplicado. Apesar da simplicidade de seu desenho, há poucas máquinas na indústria pesada que trabalham sob condições tão severas. As Bombas de Polpa e seus sistemas são fundamentais para todos os processos úmidos. Trabalhando 100% do tempo disponível sob condições variáveis de vazão, teor de sólidos, etc., o desenho mecânico tem que ser muito confiável em todos os detalhes. Componentes básicos Os componentes básicos de todas as Bombas de Polpa são: 1. O rotor 2. A carcaça 3. O arranjo de selagem 4. O conjunto de mancais 5. O acionamento Desenhos básicos Horizontal Eu tenho todos
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    4-16Mecânica Vertical Tank Sump Submersível Olha! Não tem 3. Aqui Tambénnão. Número 5 está in- tegrado em mim.
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    5-17 Componentes 5. Bombade Polpa - componentes Nestaseção,veremosemmaiordetalhe,odesenhodosvárioscomponentesdeumaBombadePolpa Rotor/carcaça Rotor da bomba e carcaça - componentes chaves de todas as Bombas de Polpa O desempenho do bombeamento de todas as Bombas de Polpa é regido * pelo desenho do rotor e da carcaça. Outroscomponentesmecânicosservemparavedar,apoiar e proteger esse sistema hidráulico de rotor e carcaça. Para todos os quatro tipos de Bombas de Polpa, os princípios que norteiam o sistema hidráulico (rotor e carcaça) são os mais ou menos mesmos * enquanto o desenho (projeto) do restante da bomba, não. Imagens mostrando os mesmos componentes hidráulicos paraodesenhodebombasubmersível,verticalehorizontal.
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    5-18Componentes O rotor daBomba de Polpa Sem compreender a função do rotor de uma Bomba de Polpa, nunca entenderemos porque ou como uma bomba é projetada e funciona. O Rotor = um conversor de energia! ”A função do rotor que gira é ‘carregar’ a massa de polpa de energia cinética e acelerá-la”. Uma parte dessa energia cinética é posteriormente convertida em energia de pressão antes de sair do rotor. Além da transformação hidráulica estrita - nas Bombas de Polpa - é conseguido parcialmente pela capacidade especial dos sólidos na própria polpa de transmitir a energia através de ‘forças de arraste hidráulico’. Estas forças de arraste são utilizadas em várias máquinas hidráulicas para o processamento a úmido (classificadores, clarificadores, separadores, etc.). Conversão de energia feita? Abaixo, você pode ver as forças cinéticas/hidráulicas geradas pelos vanes do rotor da Bomba de Polpa. ”Os vanes do rotor são o seu coração. O resto, que constitui o ‘design’ ouprojetodorotor,somenteexisteparacarregar,protegereequilibrar os vanes durante sua operação!” Concepções dos vanes Os rotores de Bombas de Polpa possuem vanes externas e internas Vanes externas Estas vanes, também chamadas de pás de saída ou de expulsão, são rasas e localizadas do lado de fora dos“shrouds”do rotor. Esses vanes contribuem para a selagem e eficiência da bomba. Vanes internas Também conhecidos por vanes principais. São elas que realmente bombeiam a polpa. Normalmente, utilizamos dois tipos de desenhos para as vanes principais nas Bombas de Polpa:
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    5-19 Componentes Vane Francisou Vane Simples Quando utilizar Simples ou Francis? ”ComoovaneFrancisémaiseficaznaconversãodeenergia,eleéutilizado quando a preocupação principal é com a eficiência - apesar de suas vantagens serem menos evidentes quando se trata de rotores de polpa largos.” “O inconveniente do vane Francis é que seu desenho a torna mais complicadadeproduzireessedesenhoacarreta,também,maiordesgaste quando bombeamos polpas com partículas grosseiras!” Portanto, vanes Simples são utilizadas quando estamos bombeando partículas grossas. Quantidade de vanes do rotor? Maiornúmerodevanesproporcionamaioreficiência.Issoquerdizerque sempreutilizamosonúmeromáximodevanestodavezqueissoéprático. (A exceção o torque da vazão.) As limitações são criadas pela espessura dos vanes que é necessária para proporcionar boa durabilidade e a necessidade de dar passagem a partículas de um determinado tamanho. Na prática, o número máximo de vanes é cinco, sendo utilizadas em rotores metálicos com diâmetro superior a 300 mm e de borracha superiores a 500 mm. Abaixo desses diâmetros, a área dos vanes relativa à área do rotor se torna crítica (área de vanes grande demais produz atrito em excesso) e a eficiência começa a cair, podendo ocorrer bloqueios.
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    5-20Componentes Rotor semi-aberto oufechado? O desenho do rotor da Bomba de Polpa não está relacionado a uma configuração fechada ou aberta. Isso é determinado por aspectos de produçãoepelostiposdeaplicaçõesparaaquaisorotorseráutilizado. Rotores fechados Rotores fechados são, por sua própria natureza, mais eficientes do que rotores abertos devido à redução dos vazamentos“em curto circuito” por cima dos vanes. A eficiência é menos afetada por desgaste. ”Se o que você procura é eficiência - use um rotor fechado sempre que possível!” Limitações O rotor fechado, com seu desenho confinado, é naturalmente mais propenso a entupir quando encontra partículas grossas. Esse fenômeno é mais crítico com rotores pequenos. Rotores semi-abertos Rotores semi-abertos são utilizados para superar as limitações de um design fechado e dependem do diâmetro do rotor, tamanho ou estrutura dos sólidos, presença de ar aprisionado, alta viscosidade, etc. Limitações A eficiência é um pouco menor do que nos rotores fechados.
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    5-21 Componentes Rotores tipovórtex/vazão induzido Rotores tipo vórtex/vazão induzido são utilizados quando o bloqueio do rotor é fator crítico ou quando as partículas são frágeis. O rotor é recuado dentro da carcaça. Somente um volume limitado do vazão fica em contato com o rotor, proporcionando um tratamento delicado para a polpa e grande capacidade de sólidos. Limitações A eficiência é significativamente menor do que em rotores fechados ou mesmo em rotores semi-abertos. Regras básicas Rotores fechados são utilizados para polpas contendo partículas grossasvisandoamaisaltaeficiênciaemelhordurabilidade(resistência ao desgaste) – verifique os tamanhos máximos de sólidos. Rotores abertos são utilizados para polpas de alta viscosidade, ar aprisionado e quando problemas de bloqueio podem ser previstos. Rotores tipo vórtex/vazão induzido são utilizados para materiais grandes com sólidos moles, fibrosos ou para o manuseio‘delicado’, ou partículas frágeis, alta viscosidade e ar aprisionado. Diâmetro do rotor “Odiâmetrodeumrotordeterminaaalturamanométrica produzidaem qualquer velocidade.” Quanto maior o diâmetro do rotor, maior será a altura manométrica alcançada. Um rotor de grande diâmetro operando muito lentamente alcançaria a mesma altura manométrica quanto um rotor menor operando muito mais rapidamente (um aspecto chave quanto se trata de desgaste - vide seção 6).
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    5-22Componentes Qual será odiâmetro correto? Os fatores que orientaram a Metso em relação a este aspecto são: Para serviços altamente abrasivos, queremos grande durabilidade e eficiência razoável! Para serviços abrasivos e levemente abrasivos queremos durabilidade razoável e alta eficiência! Resumindo: Para os serviços altamente abrasivos, utilizamos rotores grandes que proporcionam longa vida útil e eficiência razoável. Portanto,mesmoquegrandesrotoressejammaiscaroseproporcionem eficiência um pouco menor, eles compensam mais (em termos de retorno financeiro) nos serviços altamente abrasivos. Para os serviços abrasivos, onde o desgaste não é a principal preocupação,rotorespequenossãomaiseconômicos,eproporcionam maior eficiência. Esta relação é conhecida como: IMPELLER ASPECT RATIO (IAR - Relação de Aspecto do Rotor) = Diâmetro do rotor / Diâmetro do bocal de admissão. Por exemplo: para serviços altamente abrasivos, utilizamos um IAR = 2,5:1 para serviços abrasivos,utilizamos um IAR = 2,0:1 paraserviçoslevementepesados,podemosutilizarumIARabaixode2,0:1. TodososparâmetrosacimaforamconsideradospelaMetsoaoprojetar sua série de Bombas de Polpa, proporcionando ótima economia operacional nos vários tipos de serviço. Largura do rotor “Alarguradorotordeterminaovazãodabombaemqualquervelocidade.” Um rotor de grande largura operando lentamente poderia produzir a mesma vazão (velocidade de vazão) quanto um rotor mais estreito operandoavelocidademaior,masaindamaisimportante-avelocidade relativaaovaneeshroudseriaconsideravelmentemaisalta(umaspecto chave quando falamos em desgaste - vide seção 6).
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    5-23 Componentes Lembre-se: Comparadas àsbombas d’água e dependendo do‘perfil de desgaste’, as Bombas de Polpa normalmente têm rotores que são não só maiores, mas também muito mais largos. Limitações em geometria e por quê? Naturalmente há vários limites práticos em relação à geometria dos rotores de Bombas de Polpa. Estes limites são determinados por: “odesempenhohidráulicoótimoemrelaçãoacadatamanhodebomba” “a necessidade de padronização do produto” “o custo de produção do rotor e da carcaça” Considerações práticas a partir destas limitações proporcionam um portfólio ou série de produtos hamônica. A carcaça da Bomba de Polpa Uma das funções da carcaça é captar o vazão proveniente de toda a circunferênciadorotor,convertendo-onumpadrãodevazãodesejável e dirigindo-o para uma saída (ponto de descarga) da bomba. Outra função importante é a de reduzir a velocidade do vazão e converter sua energia cinética em energia de pressão.
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    5-24Componentes E quanto àforma da carcaça? A carcaça e o rotor são combinados de modo a permitir o melhor padrão de vazão (e conversão de energia) possível. Em voluta Semi-voluta Concêntrica Voluta ou concêntrica? A forma voluta proporciona maior eficiência em conversão de energia comparadocomaformaconcêntricae,porvoltadopontodetrabalho ideal de vazão/altura manométrica , ela ocasiona cargas radiais muito baixas no rotor. Carcaças bipartidas ou inteiriças? Carcaça inteiriça No caso da maioria das bombas de metal duro, a voluta normalmente é constituída de uma única peça maciça. Este desenho é o mais custo- eficienteemtermosdefabricaçãoenãoháexigênciasdeordemprática para se dividir a voluta em duas metades. Algumasbombasrevestidasdeborrachatambémutilizamumavoluta inteiriça,especialmentenostamanhosmenoresemqueémaisprático e econômico utilizar uma voluta sólida.
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    5-25 Componentes Carcaça bipartida Dividiruma carcaça acrescenta custo à bomba e, por isso, só é feito quando necessário. A bipartição facilita a substituição de peças, particularmente no caso de bombas revestidas de borracha maiores.
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    6-27 Proteção aodesgaste 6. Proteção ao desgaste Numa Bomba de Polpa, o rotor e o interior da carcaça estão sempre expostos à polpa e, portanto, precisam ser protegidos apropriadamente contra o desgaste. “A escolha do material do rotor e da carcaça é tão importante quanto à escolha da bomba em si!” Há três condições diferentes que ocasionam desgaste numa Bomba de Polpa Abrasão Erosão Corrosão Abrasão Abrasão por esmagamento Abrasão por moagem Abrasão de baixa pressão Em Bombas de Polpa, o que temos, principalmente, é a abrasão por moagem e de baixa pressão A taxa de abrasão depende do tamanho de partícula e dureza do material. A abrasão somente ocorre em dois locais dentro de uma Bomba de Polpa 1. Entre o rotor e o ponto de admissão (bocal) estacionário. 2. Entre a luva de eixo e o conjunto de gaxetas.
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    6-28Proteção ao desgaste Erosão Esteé o desgaste que predomina nas Bombas de Polpa. A razão disso é que partículas existentes na polpa impactam a superfície do seu material por diversos ângulos. O desgaste por erosão é fortemente influenciado pelo modo que operamos a bomba. O desgaste por erosão, em geral, tem seu nível mínimo à vazão no BEP (“BestEfficiencyPoint”ouPontodeMelhorEficiência)eaumentatanto com vazões menores quanto maiores. Vide seção 12. Por motivos que não são bem compreendidos, o desgaste por erosão tambémpodeaumentardramaticamentesepermitimosqueabomba opere “roncando”; isto é, levando ar para dentro do tubo de sucção. Vide página 11-84 onde se encontra o desenho do poço - da bomba de poço. Já se sugeriu que isto pode ser causado por cavitação devido à vibração das superfícies da bomba à medida que o ar flui por estas superfícies.Essahipótese,porém,édifícildeaceitartendoemvistaque as bolhas de ar geralmente atenuam a cavitação, movimentando-se para preencher as cavidades de vapor. Vide página 10-64 para um descrição de cavitação. Há três tipos principais de erosão. Leito deslizante Baixo impacto ângular Alto impacto ângular
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    6-29 Proteção aodesgaste Efeito da erosão sobre componentes da bomba Rotor Orotorestásujeitoadesgasteporimpacto(altoebaixo)principalmente no seu olho, no shroud do lado da caixa de gaxeta (A), quando a vazão gira 90º. Na borda do vane (B). Oleitodeslizanteebaixoimpactoangularocorremaolongodasvanes entre os shrouds do rotor (C). Revestimentos laterais estão sujeitos ao leito deslizante e abrasão por esmagamento moagem C
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    6-30Proteção ao desgaste Voluta Avoluta está sujeito ao desgaste por impacto sobre o corta-água. Leito deslizante e baixo impacto angular ocorrem no resto da voluta. Corrosão A corrosão (e ataques químicos) nas vias úmidas de uma Bomba de Polpaéumfenômenocomplexo,tantoemrelaçãoaomaterialmetálico quanto de elastômero. Para orientação, as tabelas de resistência química para material metálico e de elastômero encontram-se na página 6:35 e seção 19. Proteção contra desgaste - quais as opções? Existem algumas opções principais na escolha de proteção contra desgaste para Bombas de Polpa: Rotor e carcaça em Metal Duro e várias ligas de ferro fundido branco e aço. Rotor fabricado em elastômeros e carcaça protegida por revestimento de elastômero. Os elastômeros são, normalmente, borracha de várias qualidades ou poliuretano. Uma combinação de um rotor em metal duro e carcaças revestidas de elastômeros.
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    6-31 Proteção aodesgaste Seleção de materiais de desgaste Aescolhadepeçasdedesgasteconsisteemencontrarumequilíbrio entre a resistência ao desgaste e o custo das peças de desgaste. Há duas estratégias para se ter resistência ao desgaste: O material de desgaste deve ser duro para resistir à ação de corte de sólidos colisores! ou O material de desgaste tem que ser elástico para conseguir absorver os impactos e ricochetear de partículas! Parâmetros para a seleção A seleção de peças de desgaste se baseia normalmente nos seguintes parâmetros: Tamanho do sólido (peso específico do sólido, formato e dureza) Temperatura da polpa pH e produtos químicos Velocidade do rotor Os materiais de desgaste predominantes em Bombas de Polpa são metal duro e elastômeros moles. A Metso fornece uma ampla série de qualidades em ambos. Materiais cerâmicos estão disponíveis como opcional para algumas classificações dentro da série. Vide a tabela de orientação geral na página a seguir.
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    6-32Proteção ao desgaste Efeitodo tamanho de partícula na seleção do material TABELA 1 Classificação de Bombas Conforme o Tamanho de Partículas Sólidas (partículas com‘dureza de areia’). Pulverizado Série de telas padrão Tyler Tamanho de Partícula Descrição Pol. mm Malha de partícula Classificação geral da bomba 3 2 1,5 1,050 26,67 0,883 22,43 0,742 18,85 Peneira Bomba de Bomba 0,624 15,85 cascalho aço- de 0,525 13,33 manganês dragagem 0,441 11,20 pumps 0,371 9,423 austenítico 0,321 7,925 2,5 Bombas 0,263 6,68 3 Bombas revestidas de 0,221 5,613 3,5 de borracha, rotor ferro Bomba 0,185 4,699 4 fechado, partículas duro de areia 0,156 3,962 5 obrigatoriamente e 0,131 3,327 6 redondas cascalho/ 0,110 2,794 7 brita 0,093 2,362 8 Bombas 0,078 1,981 9 Areia revestidas 0,065 1,651 10 bastante de borracha, Bomba 0,055 1,397 12 grossa impeller de areia 0,046 1,168 14 rotor fechado 0,039 0,991 16 Areia 0,0328 0,833 20 grossa 0,0276 0,701 24 0,0232 0,589 28 Bombas de 0,0195 0,495 32 Areia poliuretano 0,0164 0,417 35 média & Bombas 0,0138 0,351 42 revestidas 0,0116 0,295 48 de 0,0097 0,248 60 borracha, Bomba 0,0082 0,204 65 Areia rotor de polpa 0,0069 0,175 80 fina aberto 0,0058 0,147 100 0,0049 0,124 115 0,0041 0,104 150 0,0035 0,089 170 0,0029 0,074 200 Lodo Bombas 0,0024 0,061 250 de 0,0021 0,053 270 ferro 0,0017 0,043 325 duro 0,0015 0,038 400 0,025 a500 0,020 a625 0,010 a1250 0,005 a2500 0,001 a12500 Argila de Barro
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    6-33 Proteção aodesgaste Escolha do material de desgaste – Metais Metal geralmente suporta mais abuso do que borracha e é a melhor escolha para material grosseiro. Os metais utilizados são, principalmente: Ferro Alto Cromo Ferro alto cromo de alta resistência com dureza nominal de 650 BHN. PodeserutilizadoemcondiçõesdepHaté3,5(menorvaloradmissível). É o material ‘standard’ para a maioria das séries/faixas de utilização de bombas. Aço manganês Aço manganês com dureza de até 350 BHN. Usado principalmente em aplicações de dragagem Escolha do material de desgaste – Elastômeros A borracha natural é, de longe, o principal elastômero utilizado no Bombeamento de Polpa. É o mais custo-eficiente para sólidos finos. Geralmente,dependendodesuaagudezaedensidade,partículascom tamanho de até 5-8 mm podem ser bombeadas. Aviso! Sucata muito grande e partículas cortantes podem destruir as peças de desgaste, especialmente o rotor
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    6-34Proteção ao desgaste Asfamílias de elastômeros Borrachas naturais Borrachas sintéticas e poliuretano As qualidades da borracha natural são: Borracha natural 110 Material de revestimento macio Borracha natural 168 Material de rotor de alta resistência Borracha natural 134 Materialderevestimentodealtodesempenho Borracha natural 129 Material de alto desempenho com resistência mecânica extra Estes materiais são fornecidos como materiais padrão com diferentes séries de bombas. Qualidade de borracha sintética: A Metso oferece uma ampla série de outras borrachas sintéticas. Estes materiais são utilizados principalmente quando não se pode usar a borracha natural. Os principais tipos de borracha sintética encontram-se na tabela na página a seguir, a qual pode ser utilizada como guia geral para a escolha do elastômero. Existemmaistiposdepoliuretanodoquetiposdeaço.Ascomparações entre os poliuretanos devem ser feitas com muito cuidado. A Metso utiliza um poliuretano especial do tipo MDI. Há poliuretano para a maioria das séries/faixas de utilização de bombas e o material proporciona excelente resistência ao desgaste para operações com partículas finas (<0,15 mm), mas é também menos sensível à sucata muito grande (superdimensionada) do que a borracha.Seumelhordesempenhoseevidencianodesgasteporbaixo impacto angular e por deslizamento. O poliuretano é normalmente usado em bombas de circuitos de flotação quando são utilizados óleo ou reagentes de hidrocarboneto. Para outras borrachas sintéticas, vide a tabela na página a seguir.
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    6-35 Proteção aodesgaste Material Propriedades Propriedades Propriedades físicas químicas térmicas Max. Resistência Água Ácidos Óleos, Maior temp. Velocidade ao quente, fortes e hidro- de serviço (o C) periférica do desgaste ácidos oxidantes carbo- Continuamente Rotor (m/s) diluídos netos Ocasionalmente Borrachas 27 Muito boa Excellente Razoável Ruim (-50) to 65 100naturais Cloropreno 452 27 Boa Excellente Razoável Boa 90 120 EPDM 016 30 Boa Excellente Boa Ruim 100 130 Borracha 30 Razoável Excellente Boa Ruim 100 130Butílica Poliuretano 30 Muito boa Razoável Ruim Boa (-15) 45-50 65 Para dados exatos sobre resistência química consulte as tabelas na seção 19. Revestimentos de cerâmica Apesar da cerâmica ter alta resistência ao desgaste, temperatura e à maioria dos produtos químicos, ela nunca foi realmente aceita como um material padrão para o dia-a-dia do Bombeamento de Polpa. Por ser tanto frágil quanto de fabricação cara. Trabalho para o desenvolvimento de cerâmica continua na tentativa de melhorar a sua aceitação.
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    7-37 Selagens 7. selagens “Seos desenhos dos rotores e carcaças são essencialmente os mesmos para todas as nossas Bombas de Polpa, definitivamente não se pode dizer o mesmo em relação às selagens para estes sistemas hidráulicos!” Parâmetros críticos para a escolha de selagens Horizontal: Vazamento de polpa (sucção afogada), vazamento de ar (sucção elevada), deflexão de eixo, e altura de sucção Vertical: Projetada sem selagens de eixo Submersível: Vazamento de polpa, conexões elétricas
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    7-38Selagens Selagens de eixo “Ondeo eixo penetra na carcaça, previne-se o vazamento (ar ou polpa) através do uso de várias selagens de eixo”! “A selagem do eixo é a função mais importante a realizar em qualquer Bomba de Polpa.” “A escolha da selagem correta para qualquer aplicação é essencial.” Função básica da selagem de eixo Afunçãobásicadeumaselagemdeeixoépuraesimplesmentetampar o buraco na carcaça por onde passa o eixo, restringindo (quando não impedindo) os vazamentos. Tipo de vazamento Na sucção afogada, o vazamento é geralmente de um líquido saindo dabomba,poroutrolado,emelevaçãodasucção,tal‘vazamento’pode ser de ar entrando na bomba. Localização e tipos de selagens As selagens se localizam num alojamento ou caixa de gaxetas. Três desenhos básicos estão disponíveis: • Selagem por Gaxetas (‘Soft Packed gland’) • Selagem Mecânica (faces planas carregadas por mola) • Selagem dinâmica
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    7-39 Selagens Selagens comágua Para a maioria das Bombas de Polpa, o líquido usado para a selagem é água limpa. Para proporcionar a melhor durabilidade possível de selagem,aáguadeveráserdeboaqualidadesemquaisquerpartículas sólidas. Onde um pouco de diluição da polpa for aceitável, as selagens de preenchimento por gaxetas são normalmente a primeira escolha, com duas opções: Tipo ‘full flow’, para o caso em que uma diluição da polpa não é um problema. Quantidades típicas de descarga para o tipo‘full flow’: 10-90 litros/min (dependendo do tamanho da bomba) Tipo‘low flow’ quando a diluição é um problema menor. Quantidades típicas de descarga para o low flow“baixo vazão”: 0,5- 10 litros/min (dependendo do tamanho da bomba). Obs! A opção de enchimento‘full flow’, quando aplicável, normalmente proporcionaamaior‘vidaútildeselagem’paraasBombasdePolpa. Vazão Pleno Baixo Vazão Selagens mecânicas também são oferecidas, com e sem água. Se água for utilizada (as configurações com gaxetas são mais econômicas e de manutenção mais fácil), deve-se sempre considerar um caixa de gaxetas, contanto que o vazamento externo seja aceitável. Comrelaçãoàsselagensmetálicassemágua,videapáginaaseguir.
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    7-40Selagens Selagens sem água Paraproporcionarumaselagemconfiávelsemáguadedescarga(flush water),utilizamos selagens centrífugas (expellers ou expelidores). Selagens centrífugas Um expeller utilizado em conjunto com um alojamento preenchido com selagem (caixa de gaxetas) é descrito como uma selagem centrífuga. Apesardeseloscentrífugosexistiremhámuitosanos,sórecentemente é que o desenho e a tecnologia de materiais avançaram a ponto de permitir que uma grande parcela das Bombas de Polpa fornecidas hoje em dia incluam um expeller. O selo centrífugo só é eficaz quando a bomba está em operação. Quando a bomba está parada (estacionária), uma selagem convencional estática é proporcionada pela selagem do eixo, mas utiliza menor número de anéis de gaxeta de enchimento do que num alojamento (caixa de gaxetas) convencional. Descrição – Expeller O ‘expeller’ ou expelidor é, na verdade, um rotor secundário posicionado atrás do rotor principal, alojado em sua própria câmara de selagem, próximo à carcaça principal da bomba. Funcionando em série com as vanes de expulsão da capa traseira do rotor, o expeller evita que o liquido vaze para a caixa de gaxetas, assegurando uma selagem seca. “Essa selagem é conseguida porque a pressão total produzida pelas vanes de expulsão e pelo rotor é maior do que a pressão produzida pelas vanes principais do rotor, somada à altura manométrica da sucção.” A pressão da caixa de gaxetas, com um selo centrífugo, se reduz, portanto, à pressão atmosférica
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    7-41 Selagens Limitações doselo centrífugo Todos os selos centrífugos são limitados em termos da altura manométrica de entrada que eles conseguem vedar em relação à altura manométrica de operação da bomba. O limite de altura manométrica de entrada aceitável, no primeiro caso, é determinado pela relação entre o diâmetro do expeller (selo centrífugo) e o diâmetro do vane principal do rotor. Variando conforme o seu desenho, a maioria dos expellers (selos centrífugos) proporcionarão selagem contanto que a altura manométrica de entrada não exceda 10% da altura manométrica operacional de descarga para os rotores padrão. Cálculos exatos são feitos por nosso software de dimensionamento PumpDim™. Selo Dinâmico – sumário dos benefícios “Não requer água de selagem” “Não há diluição provocada por água de selagem” “Menor manutenção de gaxetas” “Sem vazamento nas gaxetas durante a operação” Selos mecânicos Selagens mecânicas terão que ser consideradas nos casos em que não for possível o uso de selos dinâmicos (vide limitações acima). As selagens mecânicas são selos de alta precisão, lubrificados e refrigerados a água, que funcionam dentro de faixas de tolerância tais que as partículas de polpa não conseguem penetrar nas superfícies de selagem o que causaria sua destruição.
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    7-42Selagens Os selos mecânicossão bastante sensíveis a deflexão do eixo e vibrações. Um arranjo de eixo e mancal (rolamento) rígido é crucial para que se tenha êxito na operação. Se o selo mecânico não estiver imerso num líquido, o atrito entre as superfícies de selagem irá gerar calor, levando as faces a falharem em questão de segundos. Isto também pode acontecer se os vanes de descarga do rotor da bomba forem eficazes demais. O maior senão, porém, é o custo que é bastante alto. O trabalho de desenvolvimento em busca de selos mecânicos com melhor custo efetivo e confiáveis é contínuo e esse tipo de selagem é, a partir de hoje, também uma opção viável para bombas de polpa. Selo mecânico - a única opção para bombas submersíveis! Quando se trata da selagem dos rolamentos de um motor elétrico em umabombasubmersível,nãoháalternativasenãoosselosmecânicos (selagens mecânicas).
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    7-43 Selagens Oconjuntodeselagemconsistededoisselosmecânicosindependentes, funcionando emóleo. No lado onde se encontra o rotor, as superfícies de selagem são de carbeto de tungstênio contra carbeto de tungstênio e no lado onde está o motor, carbono contra cerâmica. Obs! Nestas bombas há também um pequeno disco expulsor fixado ao eixo atrás do rotor para proteger os selos selos. Isto não é um selo centrífugo conforme descrito acima para as bombas horizontais! Trata-se de uma espécie de defletor ou disco de proteção mecânica, impedindo que as partículas da polpa danifiquem o selo mecânico inferior. Bombas de Polpa sem selagens - desenhos verticais AsduasrazõesprincipaisparaodesenvolvimentodeBombasdePolpa Verticais foram: • Utilizar motores secos, protegidos de inundação • Eliminar os problemas de selagem
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    8-45 Eixos emancais 8. EIXOS E MANCAIS Desenhos de transmissões Bombas de Polpa Horizontais Os rotores são apoiados num eixo que, por sua vez, é sustentado por mancais antiatrito. Os rolamentos são geralmente lubrificados a óleo ou graxa. EmnossasBombasdePolpa,orotorésempremontadonaextremidade terminal do eixo. O acionamento do eixo é normalmente feito por correias e polias, ou via um acoplamento flexível (com ou sem redutor). Eixos de bombas e o fator SFF (Fator de Flexibilidade de Eixo) Como os rotores das Bombas de Polpa estão sujeitos a cargas mais altas do que as bombas de água limpa, é essencial que o eixo tenha um desenho robusto. O fator de flexibilidade de eixo (SFF - Shaft Flexibility Factor) relaciona o diâmetro do eixo, no ponto do selo D (mm), como o comprimento em balanço (desde o rolamento da via úmida até a linha central do rotor) L (mm) e é definido como L3 /D4 . Esta é uma medida da susceptibilidade do eixo a deflexão (o que é crítico para selagem do eixo e a vida útil do rolamento). Valores típicos de SFF para Bombas de Polpa Horizontais são de 0,2 a 0,75. Valores típicos de SFF para líquidos limpos são de 1 a 5. Obs!AdeflexãodeeixoocorretantonasBombasdePolpahorizontais quantonasverticais,masquantomaislongoapartesuspensa,maior a deflexão em relação à mesma carga radial!
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    8-46Eixos e mancais Informaçõesbásicas sobre mancais Vida útil-L10 A vida útil de um rolamento é calculada utilizando o método ISO 281. AvidaquecalculamoséachamadavidaútilL10.Essevaloréonúmero de horas em que é previsto que 10% dos rolamentos em uso sob aquelas condições de operação sofrerão falha. A vida útil média é de aproximadamente quatro vezes a vida útil L10 . As Bombas de Polpa da Metso, em sua maioria, são dimensionadas para uma vida L10 mínima de 40.000 horas, isto é, 160.000 horas de vida média. Éclaroqueosrolamentosirãofalharmuitomaisrapidamenteseforem contaminados pela polpa. Configurações de mancais Cargas radiais Em serviços como o preenchimento e pressurização de filtros-prensa, onde são encontradas baixas taxas de vazão com grandes alturas manométricas, as cargas radiais nos rotores são altas e, então, conjuntos duplos de rolamentos de via úmida são utilizados para proporcionar um vida útil L10 superior a 40.000 horas (isto é, 10% de falha em 40.000 horas). Vide capítulo 12 para maiores detalhes sobre cargas radiais. Cargas axiais Em serviços tais como bombeamento em série multi-estágio, onde cadabombasegueimediatamentedepoisdeoutra(i.easbombasnão são colocadas espaçadamente ao longo da linha), altas cargas axiais são encontradas devido à grande altura manométrica de entrada no segundo estágio e estágios subseqüentes. Para atender a exigência de vida útil de rolamento mínima, podem ser necessários duplos rolamentos no lado do acionamento. Vide capítulo 12 para maiores detalhes sobre cargas axiais. Mancais e arranjos Numa Bomba de Polpa, temos tanto forças radiais quanto forças axiais agindo sobre o eixo e os rolamentos. A escolha de rolamentos segue duas linhas de raciocínio: O primeiro arranjo ou conjunto com um rolamento na via úmida, absorvendosomenteasforçasradiais,eumrolamentonaextremidade propulsora, absorvendo tanto forças axiais quanto forças radiais. O segundo arranjo, utilizando rolamentos de rolos cônicos (dos tipos padrão,fabricadosemmassa)emambasasposições,absorvendotanto as cargas axiais quanto radias em ambas as posições.
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    8-47 Eixos emancais Escolha de mancais Na série de Bombas de Polpa, ambos os arranjos são utilizados, variando conforme a série da bomba Primeiro arranjo Segundo arranjo No desenho vertical onde o segmento em balanço é extremamente longo, utiliza-se o primeiro arranjo de rolamentos.
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    9-49 Acionamentospara bombasde polpa 9. ACIONAMENTOS PARA BOMBAS DE POLPA Existem dois desenhos básicos de acionamentos para Bombas de Polpa: 1. Acionamentos indiretos utilizados nas bombas horizontais e verticais, consistindo de motor (em vários arranjos de acionamento) e de transmissão (correia em V ou redutor). Este conceito permite a liberdade de escolher motores de baixo custo (de 4 pólos) e componentes de acionamento conforme o padrão industrial local. Tem-se também boa flexibilidade para alterar o desempenho da bomba através de uma simples mudança de velocidade. 2. Acionamentos Diretos são sempre utilizados em bombas submersíveis e, onde casos em que a aplicação assim determinar, também nas bombas horizontais e verticais. Por este conceito de acionamento fazer com que ele seja parte integral da bomba, isto causa problemas tanto para o fornecimento de componentes quanto para a alteração do desempenho da bomba.
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    9-50Acionamentospara bombas depolpa Acionamentos indiretos Escolha de motores De longe, o motor mais comum é o motor de indução tipo‘gaiola-de- esquilo’que é econômico, confiável e produzido em todo o mundo. Apráticanodimensionamentodemotoresdebombasédeestabelecer um fator de segurança mínimo, acima da potência absorvida calculada, de 15%. Essamargemlevaemcontaincertezasnocálculodecargasdetrabalho e modificações do tipo de trabalho posteriormente. ComunidadespropulsorasdecorreiaemV,énormaloptarpormotores de quatro pólos pois isto proporciona o arranjo/conjunto propulsor mais econômico. Arranjos de acionamentos/acionadores Háváriosarranjos(disposições)deacionamentodisponíveisemrelação a motores elétricos com propulsão a correia, isto é: superior, superior reversa, e montagem lateral. Comentários sobre arranjos de acionamento Os arranjos mais comuns de unidades propulsoras são os de motores com montagem lateral e superior. A montagem em posição sobre a bombaégeralmenteamaiseconômicaeelevaomotor,distanciando-o do piso e de derramamentos. Se a bomba tiver desenho do tipo “back-pull out” e for montada sobre uma base de manutenção deslizante a manutenção pode ser significativamente simplificada. Limitações em relação à montagem superior: O tamanho do motor é limitado pelo tamanho da estrutura da bomba. Se a montagem superior não puder ser utilizada, utilize motores de montagem lateral (com trilhos deslizantes para o tensionamento da correia).
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    9-51 Acionamentospara bombasde polpa Transmissões por correia em V (V-belt) (acionamentos de velocidade fixa) Os diâmetros dos rotores de Bombas de Polpa (de metal duro ou elastômeros) não pode ser alterado com facilidade, portanto, para se conseguir alterações no desempenho, é necessário uma mudança na velocidade. Isso se faz, normalmente, com um propulsor a correia em V. Alterando-se uma ou ambas as polias, pode-se fazer a“sintonia fina” da bomba para alcançar o ponto de carga de trabalho, mesmo quando as aplicações são alteradas. Contanto que as correias estejam tensionadas corretamente, os modernos acionamentos a correia emV são extremamente confiáveis, com uma vida útil esperada de 40 000 horas e perda de potência de menos de 2%. A razão de velocidade máxima típica para os acionamentos a correia em V é de 5:1, com motores de 1500 rpm, e 4:1 com motores de 1800 rpm. Transmissões a correia em V - limitações Quando a velocidade da bomba for baixa demais (bombeamento de dragagem) ou quando a potência for alta demais, as correias em V não são adequadas. Nesses casos, é necessário o uso de redutores ou correias dentadas. Os acionamentos a correia dentada estão se tornando cada vez mais populares, proporcionando a flexibilidade dinâmica de um propulsor a correia em V com tensão mais baixa.
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    9-52Acionamentospara bombas depolpa Acionamentos de velocidade variável Para certas aplicações (condições de vazão variáveis, longas linhas de tubulação, etc.), devem ser utilizados acionamentos de velocidade variável. Com os acionamentos de velocidade variável, a vazão da bomba centrífuga pode ser controlado com rigor fazendo a ligação da velocidade com um medidor de vazão. Mudanças na concentração ou no tamanho das partículas então têm efeito mínimo sobre a vazão. Caso uma linha de tubulação comece a bloquear, a velocidade aumentará para manter a velocidade de vazão constante e ajudar a prevenir o bloqueio. Acionamentoseletrônicosmodernos,particularmenteosacionamentos de frequência variável oferecem muitas vantagens (podem ser utilizados com motores padrão) e são largamente utilizados Acionamentos de velocidade variável - limitações Only price, which is considerable, prevents wider use!! Acionamentos com“motor a combustão” Em áreas remotas ou locais de construção ‘green field’ (construções em áreas pioneiras) os equipamentos móveis temporários ou de emergência são frequentemente acionados por motores industriais a diesel. Fornecidos prontos para operarem montados sobre estruturas basedebomba,umconjuntodebombaacionadaadieselproporciona desempenho variável em relação à velocidade variável de motor.
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    10-55 Desempenho hidráulico 10.DESEMPENHO HIDRÁULICO Para realmente compreender o que é uma Bomba de Polpa e seu sistema, é essencial ter um entendimentobásicodofuncionamentoedesempenhodestetipodebombaecomoelafuncionaem conjunto com o sistema de tubulação da instalação. O desempenho hidráulico de uma Bomba de Polpa depende de duas considerações hidráulicas igualmente importantes: I. AscondiçõeshidráulicasdentrodaBombadePolpaedosistema que ela está alimentando envolvem: “o desempenho da Bomba de Polpa (altura manométrica de saída e capacidade)” “tubulação de descarga e sistema de polpa (perdas de carga)” “efeitos da polpa sobre o desempenho da bomba” II. As condições hidráulicas no lado da sucção da bomba envolvem: “altura manométrica de sucção ou elevação - positiva ou negativa” “pressão atmosférica (dependendo da altitude e do clima)” ”tubulações de entrada (perdas de carga)” ”temperatura da polpa (afetando a pressão de vapor da polpa)” Para uma operação otimizada estas duas condições hidráulicas precisam ser consideradas e são igualmente importantes!!
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    10-56Desempenho hidráulico Curvas debombeamento O desempenho de uma Bomba de Polpa é normalmente ilustrado através de curvas de desempenho com água limpa. A curva básica para desempenho é a curva HQ (Head/Capacity), isto é Altura manométrica por Capacidade, mostrando a relação entre a altura manométrica de descarga de polpa e a capacidade (vazão volumétrica) à velocidade constante do rotor. Tipos de curvas H/Q para bombas Comentários: Curva ascendente para Às vezes especificado (estável) fechamento de válvula Curva descendente para Às vezes inaceitável fechamento de válvula (instável) Curva íngreme Às vezes desejável Curva plana NamaioriadasBombasdePolpa Capacidade Capacidade Capacidade Capacidade Altura manométrica Altura manométrica Altura manométrica Altura manométrica
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    10-57 Desempenho hidráulico Desempenhohidráulico – que curvas são necessárias? Para uma completa descrição do desempenho de uma Bomba de Polpa, precisamos das seguintes curvas: 1. Diferença de altura manométrica da bomba em função do vazão (curva HQ) 2. Curva de eficiência em função do vazão 3. Potência (entrada) em função do vazão 4. Características de cavitação em função do vazão (NPSH - Net Positive Suction Head) Obs! Todas as curvas para altura manométrica , potência e eficiência somente são válidas se a altura manométrica da entrada da bomba for suficiente. Se este não for o caso, o desempenho da bomba será reduzido ou falhará. Leia sobre NPSH mais adiante. Altura manométrica Capacidade
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    10-58Desempenho hidráulico Curvas H/Q– as leis de afinidade das bombas Para se conseguir descrever o desempenho de uma Bomba de Polpa em várias velocidades ou diâmetros de rotor, precisamos traçar uma série de curvas. Isso se faz utilizando as leis de afinidade das bombas. As leis para diâmetro fixo de rotor: Para uma mudança em velocidade, mantendo um diâmetro fixo de rotor, as leis a seguir se aplicam onde: H= altura manométrica Q= Capacidade N= Velocidade P= Potência Com Q1, H1 & P1 a uma determinada velocidade N1 e Q2, H2 & P2, à nova velocidade N2, são calculadas: Q1/Q2 = N1/N2 ou Q2 = Q1x N2/N1 H1/H2 = (N1/N2)2 ou H2 = H1x (N2/N1)2 P1/P2 = (N1/N2)3 ou P2 = P1(N2/N1)3 A eficiência permanece aproximadamente a mesma. HQ Curva N 1 N 2 N1 N2 Q Curva de potência
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    10-59 Desempenho hidráulico Asleis para velocidade fixa de rotor: Para uma mudança no diâmetro do rotor, mantendo uma velocidade fixa, as leis a seguir se aplicam onde: H= altura manométrica Q= Capacidade D= Diâmetro P= Potência Com Q1, H1 & P1 num determinado diâmetro D1 e Q2, H2 & P2, no novo diâmetro D2, são calculadas: Q1/Q2 = D1/D2 ou Q2 = Q1x D2/D1 H1/H2 = (D1/D2)2 ou H2 = H1(D2/D1)2 P1/P2 = (D1/D2)3 ou P2-= P1x(D2/D1)3 Efeitos da polpa no desempenho da bomba Como dissemos antes, as curvas de desempenho de bombas se baseiamemtestescomágualimpa.Portanto,correçõessãonecessárias quando se trata do bombeamento de polpas. Uma determinada polpa terá que ser tratada ou como ‘polpa que sedimenta’ou‘polpa que não sedimenta’(viscosa). Geralmente,ascomtamanhodepartícula<50micrasãotratadascomo ‘polpa que não se sedimenta’(viscosas). HQ Curva D 1 D 2 D1 D2 Q Curva de potência
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    10-60Desempenho hidráulico Desempenho debombas com polpas que sedimentam Para polpas que se sedimentam e cálculos manuais, a correlação estabelecida por Cave é o método mais comum de se levar em conta os efeitos de sólidos sobre o desempenho de uma bomba. Métodos posteriores, como o método da Metso Minerals, que incluem o efeito do tamanho da bomba são utilizados quando softwares de dimensionamento, como o PumpDim, são utilizados. Estes métodos são mais precisos e o método Cave frequentemente se mostra conservador demais. Isto proporciona um fator de mudança de regras no fator HR/ ER derivado do tamanho de partícula sólida (d50 ), densidade e concentraçãomédias.HR(HeadRatio),arelaçãodealturamanométrica é igual ao ER (Efficiency Ratio), a relação de eficiência Altura da polpa /HR = altura manométrica de curva d’água. Eficiência da polpa = Eficiência em água x ER. A altura manométrica em água (e a vazão) são utilizadas para determinar a velocidade da bomba e a eficiência em água. A altura manométrica em polpa e a eficiência em polpa são utilizadas para o cálculo de potência. Classificação do desempenho conhecido em água para trabalhos com polpaemtermosdediferencialdealturamanométricaeeficiência.HR/ ER - Head and Efficiency Ratio (Relação Altura Manométrica/Eficiência. CONCENTRAÇÃO DESÓLIDOS (% de m assa) DIÂMETRO MÉDIO DA PARTÍCULa (d50), /mm DENSIDADERELATIVADOSSÓLIDOS
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    10-61 Desempenho hidráulico Desempenhode bombas com polpas que não sedimentam (polpas viscosas) Parapolpasviscosas,odesempenhodabombaéclassificadodeacordo com as normas do American Hydraulics Institute. Estes gráficos usam a viscosidade verdadeira para classificar a bomba, não a viscosidade aparente. Vide da página 11:87 em diante para informaçõessobreadiferençaentreviscosidadeverdadeiraeaparente. Deve-se notar que a classificação de Altura Manométrica, Eficiência e Vazão é calculada a partir do B.E.P. (Ponto de Melhor Eficiência) da bomba classificada e não a partir do ponto de trabalho. Para Bombas de Polpa estes fatores de reclassificação podem ser consideradas como bastante conservadores pois todo o trabalho de desenvolvimento realizado pelo American Hydraulics Institute foi feito em relação a bombas de processamento com rotores estreitos. AsBombasdePolpatradicionalmenteutilizamrotoresbastantelargos e são, portanto, menos afetadas. Curva típica para polpas que não sedimentam Altura manométrica Q/H Capacidade Eficiência Potência Viscosa Viscosa Viscosa Água Água
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    10-62Desempenho hidráulico Capacidade em100 USGPM (ao Ponto de melhor Eficiência - B.E.P.) Fig. 63 TABELA DE CORREÇÃO DE DESEMPENHO Tabela de correção para líquidos viscosos TABELA DE CORREÇÃO DE DESEMPENHO FATORESDECORREÇÃO CAPACIDADEEEFICIÊNCIAALTURAMANOMÉTRICAALTURAMANOMÉTRICAEMPÉS(PRIMEIROESTÁGIO)
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    10-63 Desempenho hidráulico Alturamanométrica e pressão Éimportanteentenderadiferençaentre“alturamanométrica”(“head”)e“pressão”quandosetratado desempenhodeumaBombadePolpa.“Bombascentrífugasgeramalturamanométricanãopressão!!” Exemplo Para uma bomba produzindo 51,0 m ((167 pés) de altura manométrica de água, a pressão de manômetro seria de 5,0 bar (72,5 psi). Em polpa pesada com S.G. (Peso Específico) de 1,5, a altura de 51,0 m (167 pés) apresentaria uma pressão de manômetro de 7,5 bar (108.8 psi). Em trabalho com óleo combustível leve de S.G (Peso Específico) 0,75, a altura de 51,0 m (167 ft) apresentaria uma pressão de manômetro de 3,75 bar (54,4 psi). Obs! Para a mesma altura manométrica, a leitura de manômetro e a potência de bomba requerida irão variar conforme o S.G. (Specific Gravity : Peso Específico). O problema em medir a altura manométrica com um manômetro Mesmo que o manômetro esteja marcado para indicar metros, o que ele realmente mede é pressão. Se o seu S.G. (Peso Específico) estiver mudando, qual é a altura manométrica de sua bomba ?? Água Polpa Água Polpa Óleo Combustível Óleo Combustível
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    10-64Desempenho hidráulico Condições hidráulicasno lado da sucção Net Positive Suction Head (NPSH) ou‘Altura Líquida de Sucção Positiva’ To ensure that a Slurry Pump performs satisfactorily, the liquid must at all times be above the vapour pressure inside the pump. Para assegurar que uma Bomba de Polpa trabalhe de maneira satisfatória, o líquido deve estar sempre acima da pressão de vapor dentro da bomba. Isso se consegue estabelecendo uma pressão suficiente do lado de sucção da bomba. Esta pressão necessária é chamada de: “NetPositiveSuctionHead”,conhecidacomoNPSH*(‘AlturaLíquida de Sucção Positiva’). Se pressão de entrada estiver, por qualquer motivo, baixa demais, a pressão na entrada da bomba cairia até atingir a menor pressão possível do líquido sendo bombeado: a pressão de vapor. *O termo NPSH é um padrão de nomenclatura internacional e é adotado na maioria dos idiomas Pressão de vapor e cavitação When the local pressure drops to the liquid vapour pressure, vapour bubbles start to form. These bubbles are carried by the liquid to locationswithhigherpressure,wheretheycollapse(implode)creating extremely high local pressures (up to 10,000 bar), which can erode the pump surfaces. Estasminiexplosõessãochamadasdecavitação;videtambémpágina 10:65
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    10-65 Desempenho hidráulico Acavitação não é, como às vezes se afirma, gerada por ar dentro do líquido. Trata-se da fervura do líquido à temperatura ambiente devido à redução de pressão. Ao nível do mar, a pressão atmosférica é de 1 bar e a água ferve a 100º C. A uma altitude de 2.000 metros, a pressão atmosférica cai para 0,72 bar e a água ferve a 92º C. Vide também a tabela na página 10-66 e o diagrama na página 10-67. Um importante efeito causado pela cavitação é uma queda marcante na eficiência da bomba causada por uma queda na capacidade e na altura manométrica da bomba. Podem ocorrer também vibrações e danos mecânicos. A cavitação é uma questão importante principalmente quando: • O local de trabalho fica a altitude elevada • Quando se opera em elevação por sucção (suction lift). Vide também página 10:69 • Quando são bombeados líquidos a alta temperatura NPSH baixo demais causará cavitação !! É importante checar o NPSH tanto no procedimento para o dimensionamento quanto no início de operação. Como se calcula o NPSH? Como sabemos qual NPSH (altura manométrica de sucção) estamos procurando? Para todas as bombas, existe sempre um valor obrigatório (requerido) de NPSH conhecido NPSHR. Este valor não é calculado; ele é uma propriedade daquela bomba. Em todas as curvas traçadas para as bombas, este valor requerido de NPSH é apresentado para várias vazões e velocidades. OsistemaemquestãodevenosforneceroNPSHdisponível,conhecido como NPSHA (Available).
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    10-66Desempenho hidráulico Agora precisamoschecar o valor disponível de NPSH (o NPSHA) do lado de sucção da bomba. Obs! O valor de NPSHA (o NPSH disponível) sempre terá que ser maior do que o valor de NPSHR (o NPSH requerido)! NPSH – cálculos Temos que resumir todas as alturas manométricas e deduzir todas as perdas no sistema de tubulação do lado da entrada/admissão da bomba. Alguns números úteis: A pressão atmosférica na altura manométrica em água (metros) necessária para gerar uma pressão de 1 ATM nas diferentes altitudes (metros Acima do Nível do Mar = mANM) mANM H2 O Altura Manométrica (m) 0 10,3 1 000 9,2 2 000 8,1 3 000 7,1
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    10-67 Desempenho hidráulico Curvarepresentando a pressão de vapor para a água a diferentes temperaturas (ºC). Fórmula para o cálculo de NPSHA NPSHA = pressão ATM em m água + (-) Head (altura manométrica) – perdas do sistema – pressão de Exemplo: Instalação de uma Bomba de Polpa tipo Metso HM 150 a grande altitude, e.g. Chuquicamata, Chile. Carga de Trabalho: 65 m de altura manométrica a 440 m3/hora Localização da Planta: 2.800 m acima do nível do mar resulta em pressão atm de 7,3 m Localização do ponto de alimentação: elevação de 2,0 m (2,0 m abaixo do bocal de entrada da bomba) Perda de carga na tubulação de entrada: 0,5 m Temp. média de operação: 22 ºC, resultando em pressão de vapor de 0,3 m NPSHA é 7,3 - 2,0- 0,5- 0,3 = 4,5 m ONPSHRdeacordocomacurvadedesempenhodabombaéde6,0m O NPSHA (disponível) é 1,5 m baixo demais !! A mesma instalação no norte da Europa ao nível do mar teria dado um valor de NPSHA (disponível) de 7,5 m. NPSHA está OK! 20 40 60 80 100 10 8 6 4 2 VapourPressure (m) Temperature (C ) oTemperatura (ºC) PressãodeVapor
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    10-68Desempenho hidráulico Cavitação –resumo Se o NPSHA (disponível) for menor do que o NPSHR (requerido) o líquido irá se vaporizar no olho do rotor. Se a cavitação aumentar, as quantidades de bolhas de vapor irão restringirseveramenteaáreadevazãotransversaldisponívelepoderá, de fato, causar bloqueio por vapor da bomba, desta forma impedindo o líquido de passar pelo rotor. Quando as bolhas de vapor se deslocam do rotor para uma região de maior pressão, elas entram em colapso com tanta força que poderá ocorrer dano mecânico. Acavitaçãobrandapoderácausarumpoucomaisdoqueumaredução de eficiência e desgaste moderado. A cavitação severa causará ruído excessivo, vibração e dano. Obs!AsBombasdePolpasofremmenosdanosporcavitação,devido à sua concepção pesada, largas aberturas de passagem hidráulica e o material utilizado em sua construção, quando comparadas com bombas de processamento.
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    10-69 Desempenho hidráulico Bombasque operam com sucção em elevação Quando calculamos a carga de trabalho da bomba em “região alta na Cordilheira dos Andes”(na pagina 10:67 acima), a sucção era fator crítico. Normalmente, a Bomba de Polpa padrão irá operar de maneira satisfatória em aplicações de elevação por sucção, porém somente dentro dos limites do projeto da bomba, o que significa que “O NPSHR (requerido) é menor do que o NPSHA (disponível)!” A elevação máxima por sucção é calculada facilmente para cada aplicação utilizando a fórmula a seguir: Elevação Máx. por sucção = pressão atmosférica - NPSHR - pressão de vapor. Preparação de Bombas de Polpa Em qualquer bomba centrífuga, precisamos substituir o ar existente do lado molhado por líquido! Isso pode ser feito manualmente, mas estas aplicações costumam ocorreremambientesindustriaisondeprecisamosdeumequipamento automatizado. .
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    10-70Desempenho hidráulico Bomba auto-escorvante Umamaneira de se fazer o priming ou preparação automática é utilizando um sistema auto-escorvante assistido a vácuo. O sistema requer o acréscimo dos seguintes componentes básicos à Bomba de Polpa: 1.Bombadevácuoacionadacontinuamenteapartirdoeixoprincipal, retirando o ar da carcaça da bomba. 2. Tanque de ‘Priming’ / Preparação, fixado a parafuso do lado de sucção da bomba, regulando o nível de água e protegendo a bomba de vácuo contra a entrada de líquido. 3. Descarga, válvula anti-retorno, instalada no bocal de saída/ descarga da bomba, isolando a linha de saída durante o ‘priming’ (enquanto se realiza o‘priming’). 1 2 3
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    10-71 Desempenho hidráulico Bombeamentode espuma O bombeamento de espuma (proveniente de flotação ou outros processos) é uma área problemática clássica no Bombeamento de Polpas. Como a espuma afeta o desempenho hidráulico? Num sistema de bomba horizontal, o problema ocorre quando polpa espumosa entra em contato com o rotor que está girando. Nesta situação, a espuma começa a girar dentro do canal de entrada da bomba. A força centrífuga ocasiona uma separação entre o líquido e o ar, arremessandoolíquidoparaforaefazendooarseacumularnocentro. O ar aprisionado bloqueia o caminho da polpa para dentro da bomba, causando a diminuição do desempenho hidráulico da bomba. O nível de líquido no poço começa agora a subir, a pressão de entrada aumenta, comprimindo o ar aprisionado até que a polpa chega aos vanes do rotor novamente.
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    10-72Desempenho hidráulico Agora obombeamento é retomado e o ar aprisionado é ‘varrido’ embora. No entanto, um novo ‘travamento por ar’ (eclusa de ar) começa a se formar e a mudança em desempenho se repete, e continuará a se repetir. O resultado disso é um desempenho oscilante. Dimensionamento para espuma nas bombas horizontais Se Bombas Horizontais forem a única alternativa, as regras a seguir devem ser aplicadas para conseguir um melhor desempenho hidráulico. Superdimensione a bomba! – Uma entrada grande permite que mais ar escape – Um bocal maior de entrada de bomba é mais difícil de obstruir O estrangulamento da bomba deve ser evitado! – O tubo de entrada deve ser ao menos do mesmo tamanho que o tubo de a saída A altura do poço deve ser aumentada! – Para ser eficaz, o poço deverá ter uma altura de 6-10 m 6-10 m
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    10-73 Desempenho hidráulico Bombasde Polpa Verticais - a escolha ótima para bombeamento de espuma Asbombasdepolpaverticaisforamoriginalmentedesenvolvidaspara vazãos de polpa oscilantes e.... bombeamento de espuma. As duas Bombas de Polpa verticais, do tipo VT e VS (abaixo), podem igualmente ser utilizadas para o bombeamento de espuma. A Bomba de Polpa VT (abaixo) consiste de uma bomba e um tanque de bomba integrados em uma única unidade. A carcaça da bomba se localiza debaixo do tanque e se conecta ao tanque através de um furo no fundo do tanque.O ar, concentrado no centro do rotor, é simplesmente liberado para cima ao longo do eixo. A Bomba de PolpaVS (abaixo) possui entrada de alimentação através do fundo da carcaça. O rotor tem vanes de operação do lado inferior e pequenas vanes de selagem do lado superior. No projeto básico da bomba VS, a carcaça tem dois furos aspersores. Através desses furos, a carcaça é continuamente desaerada.
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    10-74Desempenho hidráulico A BombaVF – projetada para o bombeamento de espuma A bombaVF (bomba vertical de espuma) é projetada especificamente para o bombeamento de espuma Critérios de projeto • O eixo da bomba se localiza no centro do tanque. • O tanque é cônico e coberto. • O tanque tem uma entrada de alimentação tangencial. Função O alimentador tangencial proporciona uma forte ação de vórtice no tanque cônico, semelhante à função de um hidrociclone. As forças de cisalhamento e centrífuga neste vórtice rompem (ou destroem) a ligação entre as bolhas de ar e os sólidos e separa o ar livre da polpa. Oarlivreéliberadoparacimaaolongodoeixocentral,proporcionando desempenho livre de bloqueio.. Otanquecobertocomseulocalizadordevórticepatenteadoaumenta o desempenho e reduz derramamento. Vantagens Aumento de capacidade através do sistema da bomba. Reduz o derramamento em redor da bomba a altas cargas.
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    11-77 Sistemas debombas de polpa 11. SISTEMAS DE BOMBAS DE POLPA Geral Tendo examinado o lado de sucção (entrada) da Bomba de Polpa, precisamos agora examinar mais atentamenteoladodesaída,ondeteremosqueconsiderarasperdashidráulicasnosistemadepolpa Tendo examinado o lado de sucção (entrada) da Bomba de Polpa, precisamos agora examinar mais atentamente o lado de saída, onde teremos que considerar as perdas hidráulicas no sistema de polpa. Montada num sistema de tubulações, uma Bomba de Polpa precisa ser classificada (graduada) tanto para a altura manométrica estática, qualquer pressão de entrega e em relação a todas as perdas de carga para poder fornecer a vazão requerida. O ponto de operação será onde a curva de desempenho da bomba cruza com a curva de altura manométrica do sistema. Obs! Nunca superestime a resistência do sistema. Se superestimada, a Bomba de Polpa irá: • Dar um vazão maior do que o necessário • Absorver maior potência do que esperado • Correr o risco de sobrecarregar o motor (e nos piores casos, sofrerá dano) • Cavitar em condições de sucção fraca (pobre) • Sofrer desgaste maior do que esperado • Sofrer de problemas com a gaxeta Sempre utilize a melhor estimativa de altura manométrica do sistema. Acrescente margens de segurança à potência calculada somente. Ponto de operação Curva de altura manométrica do sistema. Altura manométrica Vazão Curvas de bombeamento Altura manométrica estática Altura manométrica perdas de carga
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    11-78Sistemas de bombasde polpa Informações básicas sobre sistemas de tubulações O Sistema de Tubulação A altura manométrica total de um líquido é a soma entre a altura manométrica estática (energia gravitacional), altura manométrica de pressão (energia de esforço) e altura manométrica de velocidade (energiacinética).Aalturamanométrica(energia)queabombaprecisa fornecer ao líquido para estabelecer a vazão (vazão) requerida é a diferença entre a altura manométrica total no flange de descarga e a altura manométrica total na sucção. Como não conhecemos as condições nos flanges da bomba, temos que escolher um ponto em cada lado da bomba, nos quais sabemos, e então considerar perdas devido aos segmentos de tubulação entre estes pontos conhecidos e os flanges, para determinar a altura manométrica total no local dos flanges. No diagrama acima, a altura manométrica total é conhecida na superfície do líquido no tanque de alimentação (Ponto 1) e na saída do tubo de descarga (Ponto 2). No ponto 1 Altura manométrica Estática = H1 Altura manométrica de Pressão = 0 (pressão atmosférica) Altura manométrica de = 0 (praticamente Velocidade nenhuma velocidade) Portanto Altura Manométrica da = H1 – perdas do Entrada da Bomba tubo de entrada No ponto 2 Altura manométrica Estática = H2 Altura manométrica de Pressão = 0 (pressão atmosférica) Altura manométrica de Velocidade = V2 2 / 2g Onde V2 = Velocidade de Vazão no Ponto 2 em m/s g = Constante gravitacional = 9.81 m/s2 Portanto Altura Manométrica da = H2 + V2 2 / 2g + perdas Saída da Bomba do tubo de saída Pump differential head (PHD) = Outlet head – inlet head PDH = (H2 + V2 2 / 2g + perdas do tubo de saída) – (H1 – perdas do tubo de entrada) na prática, a altura manométrica de velocidade é pequena (3,0 m/s dá uma altura manométrica de velocidade de 0,46 m), e portanto frequentemente é desprezada. Então PHD = H2 – H1 perdas de saída + perdas de entrada
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    11-79 Sistemas debombas de polpa Perdas de carga Tubulações retas Semelhanteaumaquedadevoltagemnumcabodeenergia,háperdas de carga num sistema de tubulações. As perdas de carga em encanamento retilíneo variam conforme o: • Diâmetro • Comprimento • Material (rugosidade) • Vazão (velocidade) A perda de carga pode ser: 1. Consultada numa tabela, 2. Extraída a partir de um Diagrama de Moody, ou 3. Calculada a partir de uma fórmula semi-empírica, como a Fórmula Hazen-Williams. Se não for utilizado software para cálculo de perdas, como o PumpDim™ paraWindows™ da Metso, então recomendamos que você utilize o diagrama na página a seguir. Perdas de carga Conexões Quando um sistema inclui válvulas e conexões, é necessário prever um valor adicional relativo ao atrito. O método mais comum para o cálculo de perda de carga devido a conexões é chamado de método do Comprimento de tubo Equivalente. Este método pode ser utilizado para líquidos que não água, i.e. fluídos viscosos e não-Newtonianos. A conexão é tratada como um determinado comprimento de tubo reto que acarretaria resistência equivalente á vazão. Vide tabela na página 11-80 TEL – Comprimento Equivalente Total TEL = Comprimento em tubo reto + comprimento equivalente de todas as conexões aplicadas na tubulação.
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    11-80Sistemas de bombasde polpa 40 30 20 10 1.0 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 Velocidades e perdas de carga para água limpa em tubulações de aço liso– Tabela de cálculo Bombeamento de polpas Quando se calcula perdas de carga em tubulações numa polpa (i.e. uma suspensão de partículas sólidas em água) é aconselhável prever um certo aumento nessas perdas comparado às perdas em relação a água limpa. Em se tratando de concentrações de até 15% por volume, podemos presumir que a suspensão se comportará como a água. Para concentrações maiores, as perdas de carga deverão ser corrigidas por um fator obtido do diagrama abaixo: Perdas de carga são baseadas na fórmula Hazen-Williams com C = 140. Exemplo indicado pela linha pontilhada: 2000 l/min. (530 USGPM) em tubo com 150 mm diâmetrodávelocidadede1,9m/ seg (6,2 FPS - pés por seg.) perda de carga de 2,2%.. Vazão L/min Velocidadenatubulação Perdasdecarga,metros/100metrosdetubo Valores calculados devem ser utilizados somente para estimativas grosseiras.
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    11-81 Sistemas debombas de polpa VÁLVULAS, CONEXÕES, PERDAS DE ALTURA MANOMÉTRICA ResistênciaaproximadadeVálvulaseConexõesusadasfrequentemente em tubulações de polpas. R>3xN.B. R=2xN.B. Taman- Curva de Curva de R>10xN.B. Váluva de Váluva de Valvuva ho de Raio/Longo/ Raio Curto/ Mangueira de dia- passagem de tuba N.B Grande Pequeno Cotovelo Té borracha fragma plena retenção 25 0,52 0,70 0,82 1,77 0,30 2,60 - 0,37 32 0,73 0,91 1,13 2,40 0,40 3,30 - 0,49 38 0,85 1,09 1,31 2,70 0,49 3,50 1,19 0,58 50 1,07 1,40 1,67 3,40 0,55 3,70 1,43 0,73 63 1,28 1,65 1,98 4,30 0,70 4,60 1,52 0,85 75 1,55 2,10 2,50 5,20 0,85 4,90 1,92 1,03 88 1,83 2,40 2,90 5,80 1,01 - - 1,22 100 2,10 2,80 3,40 6,70 1,16 7,60 2,20 1,40 113 2,40 3,10 3,70 7,30 1,28 - - 1,58 125 2,70 3,70 4,30 8,20 1,43 13,10 3,00 1,77 150 3,40 4,30 4,90 10,10 1,55 18,30 3,10 2,10 200 4,30 5,50 6,40 13,10 2,40 19,80 7,90 2,70 250 5,20 6,70 7,90 17,10 3,00 21,00 10,70 3,50 300 6,10 7,90 9,80 20,00 3,40 29,00 15,80 4,10 350 7,00 9,50 11,00 23,00 4,30 29,00 - 4,90 400 8,20 10,70 13,00 27,00 4,90 - - 5,50 450 9,10 12,00 14,00 30,00 5,50 - - 6,20 500 10,30 13,00 16,00 33,00 6,10 - - 7,30 Comprimento em metros de tubo reto dando resistência equivalente á vazão.
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    11-82Sistemas de bombasde polpa Efeitos da polpa sobre as perdas de carga No que diz respeito ao desempenho da bomba, as perdas de carga também são afetadas pelas polpas já que elas se comportam diferentemente de água limpa. A polpa tem que ser tratada como polpa com tendência à sedimentação ou polpa que não se sedimenta (viscosa). Geralmente, as polpas com tamanho de partícula < 50 micra são tratadas como polpas que não se sedimentam. Perdas de carga em polpas sedimentadoras A avaliação de perdas de carga nas polpas que se sedimentam é muito complexa, e é melhor efetuada através do uso de software de computador como o PumpDim™ for Windows™ da Metso Entretanto, para segmentos curtos de tubulação a velocidades mais altas, a perda de altura manométrica pode ser considerada como igual às perdas com água. Para estimativas aproximadas, pode-se utilizar o fator de correção no final da página 11:83. A baixas velocidades é difícil prever a perda de altura manométrica, e existe o risco rela dos sólidos se sedimentarem e bloquearem a tubulação. O nomograma de velocidade mínima na página a seguir fornecerá uma velocidade mínima segura. Perda de altura manométrica Sólidos & Água Leito Deslizante/ Leito Estacionário Água “Saltation”(Suspenso dentro da polpa) Heterogêneo Homogêneo Velocidade do fluxo
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    11-83 Sistemas debombas de polpa Tabela Manométrica de velocidade mínima. (Adaptada de Wilson, 1976). Exemplo: Pipe diâmetro 250 mm = 0,250 m Tamanho da partícula = 0,5 mm (Pior caso) S. G. partícula = 3,8 kg/dm3 Velocidade mínima = 4,5 m/s Perdas de carga, polpas não sedimentadoras As avaliações de perdas de carga nas polpas não sedimentadoras são melhor efetuadas com o auxílio de software de computador. Entretanto,háváriosmétodosparafazeravaliaçõesmanualmente,mas estes métodos podem se revelar difíceis de aplicar devido a todas as variáveis envolvidas. Seja qual for o método, uma completa reologia da solução viscosa é necessária para uma avaliação precisa. Suposições podem ser feitas, mas estas podem se revelar muito imprecisas. Resumo: Émuitoimportantequetodasasperdasnumsistemadebombeamento depolpasejamcalculadasdamelhormaneirapossível,permitindoque a bomba equilibre a resistência total do sistema, opere no ponto de trabalho correto, proporcionando altura manométrica e capacidade corretas! Utilize o software de computador PumpDim™ for Windows™. 0.1 .11 .12 .13 .14 .15 .16 .17 .18 .19 .20 .25 .30 .40 0.5 10 15 30 20 10 5 4 3 2 1.0 .50 .40 .30 .20 .15 10 8.0 7.0 6.0 5.0 4.0 3.5 3.0 2.5 2.0 1.9 1.8 1.7 1.6 1.5 1.4 1.3 1.2 1.0 1.1 10 8.0 7.0 6.0 5.0 4.0 3.5 3.0 2.5 2.0 1.9 1.8 1.7 1.6 1.5 1.4 1.3 1.2 1.0 1.1 10 8.0 7.0 6.0 5.0 4.0 3.02.8 2.65 2.2 1.9 1.8 1.7 1.6 1.5 1.4 1.3 1.2 1.1 2.4 2.0 RELATIVE DENSITY Sg PIPEDIAMETERD(m) PARTICLE DIAMETER d(mm) FOR GRAINS WITH Sg=2.65 VELOCITYATLIMITOFSTATIONARYDEPOSITVsm(m/s)FORGRAINSWITHSg=2.65 Vsm(m/s)FORGRAINSWITHSg=2.65 DIÂMETROPIPED(m) DIÂMETRODAPARTÍCULAd(mm) PARAGRÃOSCOM Sg=2.65 DENSIDADE RELATIVA Sg Vsm(m/s)PARAGRÃOSCOMsG=2.65 LIMITEDEVELOCIDADENOESTACIONAMENTODODEPÓSITOVsm(m/s)PARAGRÃOSCOMSg=2.65
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    11-84Sistemas de bombasde polpa Arranjos de poço Abaixo você encontrará algumas diretrizes úteis para o desenho dos poços reservatórios de bombas para polpas: Poço de bomba horizontal 1. O fundo do reservatório deverá formar um ângulo de pelo menos 45º em relação ao tubo de entrada. A existência de partículas de rápida sedimentação poderá exigir um ângulo de até 60º. 2. O bocal de alimentação do reservatório deverá estar abaixo da superfície líquida para evitar o arrastamento de ar no vazão. Isto é especialmente importante quando se trata de polpas espumosas. 3. Ovolumedoreservatóriodeveráseromenorpossível.Oparâmetro paradeterminaroseutamanhoéotempoderetençãodapolpa;até o mínimo de 15 segundos para partículas grossas, e até o máximo de 2 minutos para partículas finas. 4. Aligação(tubodeligação)doreservatório com a Bomba de Polpa deverá ser a mais curta possível. Como regra básica, deverá ter o comprimento equivalente a 5 (cinco) vezes o diâmetro do tubo e ter a mesma bitola da entrada da bomba. Segmentos de tubo com comprimento superior a 10 vezes o diâmetro do tubo devem ser evitados. Os itens a seguir devem ser incluídos na ligação do reservatório: 5. Ligação de dreno/drenagem no tubo de entrada. Recomenda-se possuir um canal no piso (6) debaixo do dreno para recuperação de polpa. 7. Conexão de entrada flexível que é reforçada desde a vácuo pode ser criada. 8. Válvula de corte (fechamento)“Full bore”(calibre total) Reservatórios separados são preferíveis para as instalações de bombas ‘standby’ (bombas reserva). Isso evitará a ocorrência de sedimentação no reservatório da bomba reserva‘standby’quando esta não estiver em uso.
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    11-85 Sistemas debombas de polpa Poços (sumps) de piso Volume de poço o menor possível (para evitar sedimentação). Profundidade de poço a partir da entrada da bomba (B) deverá ser de duas vezes o diâmetro do bocal de entrada da bomba (A). Fundo do poço (secção plana C) deverá ser de 4-5 vezes o diâmetro do bocal de entrada da bomba (A). 45º graus em relação às paredes do reservatório. Profundidadedopoço - (D) deve ser escolhida considerando o tempo de retenção necessário e o comprimento da estrutura inferior da bomba padrão compatível com essa profundidade. D
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    11-86Sistemas de bombasde polpa Instalações de várias bombas Há dois casos em que necessitamos de instalação múltipla de Bombas de Polpa “Quandoaalturamanométricaforgrandedemaisparaumaúnica bomba” “Quando a vazão for grande demais para uma única bomba” Bombas em série Quando não se consegue alcançar a altura manométrica necessária com uma única bomba, duas (ou mais) bombas podem sem operadas em série. Para duas bombas em série, a descarga proveniente do primeiro estágio é conectada diretamente à segunda bomba, efetivamente dobrando a altura manométrica produzida. Paraduasbombasidênticasemsérie,osistemateráamesmaeficiência que as bombas individuais. Bombas em paralelo Quando o vazão necessário não não for alcançável com uma única bomba, duas (ou mais) bombas podem ser operadas em paralelo. Para duas bombas em paralelo, o vazão (descarga) proveniente de ambas as bombas é conectado à mesma linha.
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    11-87 Sistemas debombas de polpa Conceitos básicos sobre viscosidade No bombeamento de polpas, sempre nos deparamos com a palavra ‘viscosidade’. Viscosidade = a capacidade da polpa de‘fluir’. Esta capacidade de fluir depende do atrito interno na polpa, isto é, a capacidade de transferência de tensão de cisalhamento (ou movimento) dentro da polpa. Geralmente, fala-se em dois tipos de fluídos quando discutimos esta capacidade de fluir: o Newtoniano e o Não-Newtoniano Newtoniano O movimento de um fluído Newtoniano ou taxa de cisalhamento é linear e proporcional ao aporte de energia cinética na polpa. A viscosidade é definida como a tangente do ângulo e é constante para uma polpa Newtoniana. Fluídos Newtonianos típicos são água e óleo. Não-Newtonianos A maioria das polpas com partículas finas em altas concentrações são não-Newtonianasepossuemoqueéconhecidocomocomportamento “plástico”. Isto significa que a energia precisa ser‘colocada’na polpa para iniciar a vazão, por exemplo: um sedimento fino no fundo de um balde precisa ser ajudado com batidas/impactos ao fundo para conseguir que ele flua para fora. Quando o nível de energia é alcançado, a relação entre o movimento do fluído e a energia é uma reta. Tensão de cisalhamento Viscosidade Taxa de cisalhamento
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    11-88Sistemas de bombasde polpa Para determinar as perdas de carga - ou efeitos sobre o desempenho da bomba para as polpas“plásticas”, é necessário verificar a verdadeira viscosidade dinâmica e o nível de energia (yield stress - tensão de escoamento) para o ponto de flutuação (float point). Podemos prestar serviços de realização dos testes para a verificação destes parâmetros. Apparent viscosity A viscosidade aparente é, com frequência, presumida erradamente comoamesmacoisaqueaviscosidadeverdadeiraouplásticadinâmica. A viscosidade aparente é, com frequência, presumida erradamente comoamesmacoisaqueaviscosidadeverdadeiraouplásticadinâmica. Tensão de cisalhamento Viscosidade verdadeira ou plástica Tensão de escoamento Taxa de cisalhamento Tensão de cisalhamento Viscosidade verdadeira / real Tensão de escoamento Taxa de cisalhamento Vviscosi- dade aparente
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    11-89 Sistemas debombas de polpa Outros fluídos não-Newtonianos Existem outros fluídos não-Newtonianos nos quais a tensão de cisalhamento não é linear com a taxa de cisalhamento. Fluídos “dilatantes’nos quais a viscosidade aumenta com o aporte/entrada de energia (e.g. polímeros orgânicos e polpa de celulose/papel). Fluídos pseudo-plásticos diminuem em viscosidade com o aporte/ entrada de energia (e.g. tintas, tintas de impressão, maionese). Todos os comportamentos não-Newtonianos acima não são dependentes de tempo. Há também alguns fluídos não-Newtonianos que são tempo- dependentes. Fluídos reopéticos aumentam em viscosidade com o tempo,paraumdadoaportedeenergia(e.g.bentonitaeoutraspolpas “hidrofílicas”)efluidostixotrópicosdiminuememviscosidadeaolongo do tempo (e.g. tinta‘non-drip’(i.e. que não respinga, não respinga).
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    12-91 Best efficiencypoint (BEP) 12. PONTO DE MELHOR EFICIÊNCIA – BEP (BEP – BEST EFFICIENCY POINT) O desempenho hidráulico de uma bomba de polpa naturalmente afeta a carga mecânica exercida sobre várias partes do desenho da bomba. Em relação a todas as bombas de polpa centrífugas, existe somente um ponto realmente ideal para aquela bomba em particular - o BEP Best Efficiency Point ou “Ponto de Melhor Eficiência”. Esse ponto se localiza na intersecção da linha de melhor eficiência com a linha que relaciona a altura manométrica diferencial com o vazão volumétrico (vazão), a uma determinada velocidade da bomba. “BEP - o ponto ótimo de operação da bomba!” Por que esse ponto é tão importante? Efeito hidráulico da operação no ponto de eficiência Para termos uma compreensão completa da importância de se operar no (ou próximo do) BEP - ponto de melhor eficiência, temos que estudar o comportamento hidráulico dentro da bomba. Operação no BEP Operação abaixo do BEP Operação acima do BEP
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    12-92Ponto de MelhorEficiência (BEP) Seexaminarmososefeitoshidráulicosnafiguraacima,podemosnotar o seguinte efeito sobre o desenho da bomba de polpa. Carga radial Dentro da carcaça de uma bomba existem pressões‘não-balaceadas’ atuando sobre o rotor, fazendo com que ocorra uma deflexão/desvio no eixo da bomba. Na teoria, esta força radial aplicada ao rotor é desprezível no ponto de melhor eficiência (BEP). Em velocidades e vazãos maiores, tanto acima quanto abaixo do BEP, a força radial aumenta de maneira significativa. Forçaradial
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    12-93 Ponto deMelhor Eficiência (BEP) Carga axial A pressão distribuída nos shrouds frontais e traseiros de um rotor cria uma carga axial na direção do bocal de sucção da bomba. Nasbombasdepolpaqueforemdotipo‘sucçãoterminal’(end-suction type), a pressão de entrada atuando sobre a área da secção transversal do eixo cria uma carga axial na direção contrária do bocal de sucção. A soma destas duas forças causa uma carga axial resultante sobre o eixo. Com uma baixa pressão de entrada (altura manométrica) esta força líquida age na direção do bocal de entrada, mas com vanes nas capas traseiras, esta força se equilibra normalmente. À medida que a altura manométrica aumenta, a força age na direção contrária ao bocal de entrada da bomba. Efeitos da deflexão do eixo As cargas de rotor variáveis levam o rotor e o eixo a sofrerem deflexão. Esta deflexão de eixo causa um efeito prejudicial à selagem do eixo bem como à vida útil do rolamento. Uma deflexão excessiva do eixo levará os vedadores mecânicos a falharem e as caixas de gaxetas (stuffing boxes) a vazarem. Como as gaxetas de eixo (enchimentos de eixo) não servem somente para vedar uma caixa de gaxetas, mas também atuam como um rolamento (mancal) hidrodinâmico, o desgaste excessivo da manga deeixopoderiatambémocorrerapósaoperaçãosobaltacargaradial/ deflexão de eixo.
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    12-94Ponto de MelhorEficiência (BEP) Operando no BEP – resumo “A escolha de uma bomba que opere no BEP, ou muito próximo deste ponto, é preferível apesar de nem sempre possível com uma série limitada de bombas. No BEP, a carga radial e a deflexão do eixo estão em seus valores mínimos, desta forma assegurando uma boa selagem do eixo e vida útil do rolamento. A força absorvida se situa no mínimo e a vazão hidráulica estável é assegurada. Para as bombas de polpa, o mínimo de turbulência e recirculação no BEP também significa desgaste mínimo”.
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    13-95 Nomenclaturaecaracterísticas 13. NOMENCLATURAE CARACTERÍSTICAS Programa de Bombas de Polpa Metso Nomenclatura Bombas Horizontais Tipo XM = Bomba de Polpa para Serviços EXtra Pesados com Peças de Desgaste de Metal Tipo XR = Bomba de Polpa para Serviços EXtra Pesados com Peças de Desgaste de boRracha Tipo HM = Bomba de Polpa para Serviços‘Heavy Duty’(Pesados) com Peças de Metal Tipo HR = Bomba de Polpa para Serviços‘Heavy Duty’com Peças de boRracha Tipo MM = Bomba de Polpa para Serviços de Mineração com Peças de Metal Tipo MR = Bomba de Polpa para Serviços de Mineração com Peças de boRracha Bombas Verticais Type VT = Bomba de Polpa Vertical do tipo Tanque com peças de metal ou borracha Type VF = Bomba de Polpa Vertical do tipo Espuma“Froth”com peças de metal ou borracha Type VS = Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”com peças de metal ou borracha Type VSHM = Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”, Serviço Pesado“Heavy duty”com peças de Metal Type VSHR = Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”, Serviço Pesado“Heavy duty”com peças de boRracha Type VSMM = Bomba de Polpa Vertical do tipo Poço“Sump”, serviço Mineração com peças de Metal
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    13-96Nomenclatura e características Característicase tamanhos BOMBAS PARA SERVIÇOS ALTAMENTE ABRASIVOS Série XM XR VASA HD HM HR Elastômeros Material Metal Duro Elastômeros Metal Duro Elastômeros Metal Duro Estrutura X X VASA HD O O Características Alta Relação de Aspecto do Rotor (High Impeller Aspect Ratio) Construção Robusta/Reforçada Remoção por trás (Back Pull-out) (não no XM) Alta Eficiência Eficaz Selagem da Bucha Seca (“Dry Gland”) Desenhada para serviço altamente abrasivo no máximo e em ambiente agressivo TAMANHOS DE BOCAL DE SUCÇÃO (mm) 800 600 400 200 50 HR XM XR HM VASA HD
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    13-97 Nomenclaturaecaracterísticas Características etamanhos BOMBAS PARA SERVIÇO ABRASIVO Série MM MR Material Metal Duro Elastômeros Estrutura O O Características Média Relação de Aspecto do Rotor (Medium Impeller Aspect Ratio) Construção Compacta Custo-Eficiente Remoção por trás (Back Pull-out) Alta Eficiência Eficaz Selagem da Bucha Seca (“Dry Gland”) Desenhada para serviço abrasivo médio e em ambiente agressivo TAMANHOS DE BOCAL DE SUCÇÃO (mm) 500 400 300 200 100 MM MR
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    13-98Nomenclatura e características VS VF VT VSHR VSMM VSHM Característicase tamanhos BOMBAS VERTICAIS Tipo POÇO POÇO ESPUMA TANQUE Série VSHR VS VF VT VSHM VSMM Material Elastômero Metal Duro / Metal Duro / Metal Duro / Elastômero Elastômero Elastômero Estrutura V V V V Características Desenho em balanço Sem selagens de eixo Flexibilidade de disposição Instalação simples Desenho robusto e de fácil manutenção Peças em comum para a via úmida para a série VF/VT Intercambiabilidade borracha/metal TAMANHOS DE BOCAL DE SAÍDA (mm) 350 250 200 50 40 25
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    13-99 Nomenclaturaecaracterísticas Características etamanhos SELAGEM DE POLPA Estrutura Tipo de Selagem Item No. 250 BA-047,5-WW107/WW187 SA 981 205 300 BA-063--WW107/WW187 SA 981 206 400 BA-075-WW107/WW187 SA 981 207 500 BA--095-WW107/WW187 SA 981 208 600 BA-111,7-WW107/WW187 SA 981 209 750 BA-120-WW107/WW187 SA 981 210 Estrutura Tipo de Selagem Item No. 250 BF-047,5-WW177 SA 981 199 300 BF-063-WW177 SA 981 200 400 BF-075-WW177 SA 981 201 500 BF-095-WW177 SA 981 202 600 BF-111,7-WW177 SA 981 203 750 BF-120-WW177 SA 981 204 Características • Desenhado para se ajustar à bomba • Anel de selagem estacionário ajustável ± 12 mm • Carborundum (carbeto de silício) de alta tecnologia em todas as faces das selagens • Desenho patenteado com molas localizadas do lado atmosférico • Protegida tanto do produto quanto da barreira
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    14-101 Descrição técnica 14.DESCRIÇÕES TÉCNICAS General Se você examinar discriminadamente os‘custos operacionais relativos’ para uma instalação“normal”de Bomba de Polpa, você identificará os fatores que orientam a nossa concepção de Bombas de Polpa. 1. Alta eficiência e minimização dos efeitos de sólidos que causam quedas de eficiência, resultando em menor consumo de energia. 2. Novos materiais de desgaste de bom desenho, fabricados em elastômeros e também em metal, que proporcionam longa vida útil para as peças de desgaste. 3. Características de serviço no projeto das bombas permitem ciclos de paradas curtas e baixos custos de manutenção. 4. Desenhos modernos de selagem significam baixo ‘downtime’ (baixo tempo parado) e baixos custos para selagem do eixo Estassãonossascontribuiçõesparaaboaoperaçãoeeconomiaatravés do uso das Bombas de Polpa da Metso descritas nesta seção. Lubrificação Troca de peças de desgaste Serviço em caixa de gaxetas Água de selagem Energia elétrica Peças de desgaste
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    14-105 Descrição técnica Visite-nosna internet! www.metso.com/br
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    14-106Descrição técnica Bomba dePolpa série XM A Série Thomas de bombas‘Extra Heavy Duty’Metal Duro para Serviços Extra Pesados A série de Bombas de Polpa XM (metal duro) Extra Heavy Duty (para ServiçosExtraPesados)foiprojetadaparaasmaisárduasaplicaçõesde bombeamento. A resistente“via úmida”foi projetada com seções de metal de espessura extra-robusta nos pontos de desgaste conhecidos e o rotor “high aspect ratio” assegura excelente desempenho com longa vida útil. Resumo de recursos/características de projeto • Tecnologia de desenho modular • Construção robusta projetada para serviço máximo altamente abrasivo • Grossa carcaça de voluta e rotores“high aspect ratio”capazes de lidar com sólidos em regime de serviço pesado e com hidráulica de alta eficiência, cuidadosamente combinada/compatibilizada, para desgaste uniforme • Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis, proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste quanto resistência à corrosão • Conjunto completo/ autônomo de cartucho de rolamento, com eixo superdimensionado (oversized) e rolamentos antiatrito lubrificados a graxa/óleo • Várias opções de selagem de eixo • Facilidade de manutenção • Opção de base deslizante para manutenção XM 350 Tipo da Bomba Tamanho do Bocal de Entrada (mm) DESIGNAÇÃO DA BOMBA
  • 117.
    14-107 Descrição técnica Dimensõesda bomba Modelo Entrada Saida H L W Peso* mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) ton (lb) XM350 350 (14) 300 (12) 1 727 (68) 1 808 (71) 1 110 (44) 5 11 023 XM400 400 (16) 350 (14) 1 881 (74) 1 980 (78) 1 204 (47) 6,7 14 770 XM500 500 (20) 450 (18) 2 150 (85) 2 145 (84) 1 380 (54) 9,8 21 649 XM600 600 (24) 550 (22) 2 468 (97) 2 308 (91) 1 566 (62) 14,9 33 014 XM700 700 (28) 650 (26) 2 560 (100) 2 324 (91) 1 565 (62) 19,9 43 940 *Peso do equipamento no eixo 60 50 40 30 20 10 200 150 100 50 800 1000 2000 4000 6000 8000 10000 4000 6000 8000 10000 15000 20000 30000 40000 ft m m /hr USGPM 3 XM350 XM400 XM500 XM600 XM700 H LW Tabela de Seleção
  • 118.
    14-108Descrição técnica Bombas deDragagem Thomas“Simplicity” A bomba de dragagem Thomas “Simplicity foi projetada para a sua operação específica. Anos de operação e muitas melhorias no design resultaram em uma bomba que proporcionará para você o menor custo operacional de qualquer bomba oferecida pela indústria, para o trabalho com materiais abrasivos. As resistentes peças da extremidade úmida foram projetadas com setores de metal extra-pesados nos pontos de desgaste extremo - o peso extra traz benefícios no desempenho e baixo custo de manutenção. Nenhum outro fabricante de bomba para dragagem oferece uma série tão ampla de ligas resistentes ao desgaste quanto a Metso. Combinar a liga correta com a sua aplicação específica lhe dará o melhor desempenho ao custo mais baixo. Resumo de recursos/características de projeto • Rotação opcional – Rotação para a direita ou para a esquerda • Posições opcionais de descarga • Adaptador de sucção com esgotamento/purga‘clean out’ • Disponibilidade de rotores de três e quatro vanes • Selo‘Amor-lok’nosrevestimentoslateraisparaajustemetalcommetal • Anel‘knock-out’(remoçãorápida)parafacilidadederemoçãoderotor • Ampla série de ligas para as peças de desgaste da bomba • Rolamentos e eixo superdimensionados (oversized) para maior vida útil • Desenho em balanço – Menor deflexão do eixo – Maior vida útil de gaxetas (packing) e rolamentos – Apoio 360º do‘crescent’ – Despensa pés/sapatas (case feet) para a caixa
  • 119.
    14-109 Descrição técnica Tabelade desempenho Modelos, tamanhos, e posições de descarga de bomba disponíveis Esquerda Descarga por baixo Esquerda Descarga superior vertical Esquerda Descarga superior horizontal Direita Descarga por baixo Direita Descarga superior vertical Right-hand Descarga superior horizontal Rotação para a direita Rotação para a direita Rotação para a esquerda Rotação para a esquerda Rotação para a esquerda Rotação para a direita Tamanho da Bomba No. de vanes Máximo 8x6 F24 3 4.5” 8x6 F24 4 4.0” 10x8 H30 3 6.0” 10x8 H30 4 5.5” 12x10 J36 3 6.7” 12x10 J36 4 5.8” 14x12 L40 3 6.9” 14x12 L40 4 6.0” 16X14 N40 3 6.9” 16X14 N40 4 6.0” 18X16 P40WD 3 9.8” 18x16 P40WD 4 7.4” 18x16 P46 3 9.8” 18x16 P46 4 7.4” 22x20 T46WD 3 12.5” 22x20 T46WD 4 8.5” 22x20 T52ND 4 9.0” 22x20 T52WD 3 12.5” 22x20 T52WD 4 10.0” 24x24 T52WD 3 12.5” 24x24 T52WD 4 10.0” Bombas Montadas em Deck Bombas Submersíveis Tamanho Rotor 12 ft./sec 17 pés/seg 21 pés/seg 17 pés/seg Velocidad da Bomba tamhano Velocity Velocidad Velocidad TPH Pol. Pol. *GPM **TPH *GPM **TPH *GPM **TPH *GPM Min. Max. 4 18,00 480 17.6 680 39 830 62 N/A N/A N/A 6 24,00 1058 39 1 540 88 1 900 108 1 540 154 193 8 30,00 1880 69 2 650 151 3 280 246 2 650 265 332 10 36,40 2940 108 4 160 237 5 190 389 4 160 416 520 12 36,40 4230 155 6 000 342 7 390 553 6 000 600 750 14 36,40 5160 190 7 300 417 9 025 700 7 300 730 913 16 40,46 6830 250 9 600 547 12 000 899 9 600 960 1 200 18 46,00 8640 317 12 400 706 15 190 1137 12 400 1 240 1 550 20 46,52 10 820 397 15 400 877 19 000 1423 15 400 1 540 1 925 24 52,00 15 000 550 22 400 1 275 28 000 2097 22 400 2 240 2 800 * Galões por minuto **Toneladas por hora de areia grossa
  • 120.
    14-110Descrição técnica Bomba dePolpa linha VASA HD e XR A Série Sala e Thomas de Bombas de Polpa‘Extra Heavy Duty’(serviço extra-pesaado) com Revestimento de Borracha A série de Bombas de Polpa VASA HD e XR (revestida de borracha), ‘Extra Heavy Duty’ (para Serviço Extra Pesado) foi projetada para as maisrigorosasaplicaçõesdebombeamento.Aresistente“extremidade de desgaste” possui seções de borracha extra-grossa nos pontos de desgaste conhecidos e o rotor ‘high aspect ratio’ de metal, também disponível em borracha, assegura excelente desempenho com longa vida útil. Resumo de recursos/características de projeto • Tecnologia de desenho modular • Construção robusta, com o recurso “back pull-out” (retirada por trás), projetada para ambientes altamente abrasivos, de serviços máximos e agressivos • Grossos revestimentos de carcaça de voluta e rotores“high aspect ratio” capazes de lidar com sólidos em regime de serviço pesado e com hidráulica de alta eficiência, cuidadosamente combinada/ compatibilizada, para desgaste uniforme • Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis, proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste quanto resistência à corrosão • Conjuntocompleto/autônomodecartuchoderolamento,comeixo superdimensionado(oversized)erolamentosantiatritolubrificados a graxa • Várias opções de selagem de eixo • Opção de base deslizante para manutenção • Facilidade de manutenção XR 350 Tipo da Bomba Tamanho do Bocal de Entrada (mm) DESIGNAÇÃO DA BOMBA
  • 121.
    14-111 Descrição técnica Modelo Entrada Saída H L W Peso* mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) ton (lb) XR300 300 (12) 250 (10) 1340 (53) 1827 (72) 940 (37) 3,0 (6 720) XR350 350 (14) 300 (12) 1 727 (68) 1 808 (71) 1 110 (44) 4,2 (9 305) XR400 400 (16) 350 (14) 1 881 (74) 1 980 (78) 1 204 (47) 5,3 (11 823) H LW H LW Modelo Entrada Saída H L W Peso* mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) ton (lb) VASA HD455-100 150 (6) 100 (4) 825 (33) 1171 (46) 610 (24) 0,9 (2 016) VASA HD507-150 200 (8) 150 (6) 1 055 (42) 1 554 (61) 700 (28) 1,5 (3 360) VASA HD7010-200 250 (10) 200 (8) 1 400 (55) 1 724 (68) 950 (37) 2,9 (6 496) * Peso doequipamento no eixo 60 50 40 30 20 10 200 150 100 50 ft 1000 2000 3000 4000 5000 10000 15000 m m/hr USGPM XR 350 XR 400 XR 3007010-200 507- 150 455- 100 Dimensões da Bomba Tabela de Seleção
  • 122.
    14-112Descrição técnica A SérieOrion de Bombas de Polpa“Heavy Duty”Revestidas de Borracha e Metal Duro tipo HR e HM As linhas de Bombas de Polpa HR (revestidas de borracha) e HM (metal duro), ‘Heavy Duty’ (para Serviço Pesado) foram projetadas para as mais rigorosas aplicações de bombeamento. O excelente desenho hidráulico, com seções extra-grossas nos pontos de desgaste conhecidos, e o rotor‘high aspect ratio’asseguram excelente desempenho com longa vida útil. Via úmida HR Via úmida HM Resumo de recursos/características de projeto • Tecnologiadedesenhomodulareorecurso“backpull-out”(retirada por trás) • Construção robusta • Grossos revestimentos e carcaça de voluta e rotores de grande diâmetro capazes de lidar com sólidos e com hidráulica de alta eficiência, cuidadosamente combinada/compatibilizada, para proporcionar desgaste uniforme • Duplo ajuste para uma eficiência sustentada • Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis, proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste quanto resistência à corrosão • Conjuntocompleto/autônomodecartuchoderolamento,comeixo superdimensionado e rolamentos antiatrito lubrificados a graxa • Várias opções de selagem de eixo • Facilidade de manutenção • Opção de base deslizante para manutenção HR or HM 100 Tipo da Bomba: HR Borracha Tamanho do Bocal Tipo da Bomba: HM Metal de Entrada (mm) DESIGNAÇÃO DA BOMBA
  • 123.
    14-113 Descrição técnica Dimensõesda Bomba Tabela de Seleção Dimensões Conexão Dimensões Gerais Peso Total* Peso Total* Modelo Entrada Saída H L W Ajuste Duplo Ajuste Simples mm pol. mm pol. mm pol. mm pol. mm pol. kg lbs kg lbs HM50 • 50 2 32 1,5 433 17 713 28 360 14 160 353 136 300 HM75 • 75 3 50 2 438 17 734 29 360 14 200 441 161 355 HM100 • 100 4 75 3 505 20 880 35 424 17 320 705 250 551 HM150 • 150 6 100 4 630 25 1 025 40 545 21 550 1 213 440 970 HM200 200 8 150 6 855 34 1 258 50 686 27 1 220 2 690 1 010 2 227 HM250 250 10 200 8 1 030 41 1 463 58 830 33 2 040 4 497 1 660 3 660 HM300 300 12 250 10 1 150 45 1 591 63 1 000 39 2850 6 283 1 900 4 189 HR50 50 2 32 1,5 428 17 709 28 360 14 180 397 126 278 HR75 75 3 50 2 463 18 729 29 360 14 220 485 145 320 HR100 100 4 75 3 555 22 913 36 424 17 330 728 270 595 HR150 150 6 100 4 713 28 1 097 43 545 21 630 1 389 510 1 124 HR200 200 8 150 6 965 38 1 295 51 686 27 1 250 2 756 1 065 2 348 HR250 250 10 200 8 1 125 44 1 550 61 830 33 2 110 4 652 1 715 3 781 L W H HM5020 40 60 80 100 200 300 400 500 1000 2000 3000 m3/hr 100 200 300 400 500 1000 1500 2000 3000 4000 5000 10000 15000 USGPM 350 300 250 200 150 100 50 ft 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 m HM75 HM100 HM150 HM200HM250 HM300 HR50 HR75 HR100 HR150 HR200 HR250 * Peso do equipamento no eixo • Estas bombas estão disponíveis com o rotor de vórtice induzido (totalmente recuado).
  • 124.
    14-114Descrição técnica A SérieOrion de Bombas de Polpa para Serviços de Mineração, Revestidas de Borracha e Metal Duro tipo MR e MM As séries de Bombas de Polpa MR (revestidas de borracha) e MM (metal duro),‘Mining Duty’(para Serviços de Mineração) foram projetadas para proporcionar uma solução econômica em todas aplicações de bombas de polpa. Os excelentes desenhos hidráulicos maximizam a eficiência por toda a vida útil da bomba e a seleção de peças de desgaste, oriundas das extensas séries oferecidas pela Metso em metais e elastômeros, asseguram longa vida útil. Via úmida MR Via úmida MM Resumo de recursos/características de projeto • Tecnologiadedesenhomodulareorecurso“backpull-out”(retirada por trás) • Construção robusta • Rotor de diâmetro médio capaz de lidar com sólidos e com hidráulica de alta eficiência, cuidadosamente combinada/ compatibilizada para proporcionar desgaste uniforme • Duplo ajuste para uma eficiência sustentada • Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis, proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste quanto resistência à corrosão • Conjunto completo/autônomo de cartucho de rolamento, com eixo de bomba superdimensionado e rolamentos de rolos cônicos lubrificados a graxa • Várias opções de selagem de eixo • Facilidade de manutenção • Opção de base deslizante para manutenção MR or MM 100 Tipo da Bomba: MR Borracha Inlet size (mm) Tipo da Bomba: MM Metal DESIGNAÇÃO DA BOMBA
  • 125.
    14-115 Descrição técnica Tabelade Seleção L W H 70 60 50 40 225 200 175 150 125 100 75 50 25 ft m 30 20 10 MM100 MM150 MM 250 MM 300 MM 350 MR 300 MR 250 m /h USPGM 3 MM 400 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000 2000 3000 5000 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 6000 10000 25000 MM 500 MR100 MR150 MR200 MR 350 MM 200 MR 500 Dimensões da Bomba Dimensões Conexão Dimensões Gerais Peso Total* Peso Total* Modelo Entrada Saída H L W Ajuste Duplo Ajuste Simples mm pol. mm pol. mm pol. mm pol. mm pol. kg lbs kg lbs MM100 • 100 4 75 3 454 18 730 29 360 14 230 507 170 375 MM150 • 150 6 100 4 527 21 889 35 424 17 370 816 275 606 MM200 • 200 8 150 6 710 28 1 073 42 545 21 650 1 433 525 1 157 MM250 250 10 200 8 885 35 1 245 49 686 27 1 350 2 976 1 095 2 414 MM300 300 12 250 10 1 055 42 1 483 58 830 33 2 150 4 740 1 775 3 913 MM350 350 14 300 12 1 080 43 1 527 60 830 33 2 300 5 071 1 960 4 321 MM400 400 16 350 14 1 250 49 1 620 64 1 000 39 3 000 6 614 2105 4 641 MM500 500 20 450 18 1 726 68 2 180 86 1 110 44 — — 5 980 13 184 MR100 100 4 75 3 456 18 741 29 360 14 260 573 150 331 MR150 150 6 100 4 507 20 919 36 424 17 420 926 270 595 MR200 200 8 150 6 683 27 1 092 43 545 21 740 1 631 490 1 080 MR250 250 10 200 8 878 35 1 303 51 686 27 1 540 3 395 960 2 116 MR300 300 12 250 10 1 035 41 1 506 59 830 33 2 450 5 401 1 520 3 351 MR350 350 14 300 12 1 257 49 1 665 66 1 000 39 — — 1 600 5 732 MR500 489 20 438 18 2 064 81 2 689 106 1 204 47 — — 8 030 17 703 *Pesodoequipamentonoeixo • Estas bombas estão disponíveis com o rotor de vórtice induzido (totalmente recuado).
  • 126.
    14-116Descrição técnica A SérieSala de Bombas de Tanque Verticais VT As Bombas Verticais Metso são projetadas para bombeamento de polpas abrasivas e oferecem facilidade de manutenção e desenho robusto. A Metso agora lança a próxima geração de bomba de polpa com tanque integrado tipo VS, desenvolvida a partir das tradicionais bombas de tanque SALA, tipo SPV. Resumo de recursos/características de projeto • A bomba, o tanque/reservatório e o motor são integrados em uma mesma unidade, proporcionando flexibilidade de layout e facilidade de instalação. • O tanque/reservatório aberto e a entrada vertical previnem o bloqueioporarepermiteumaoperaçãosuave/semimpedimentos. • Mancais superdimensionados (oversized) para maior vida útil com o mínimo de manutenção. Conjunto de selagem com proteção dupla contra a penetração de polpa. • Eixoprojetadoembalançosemrolamentosouselagenssubmersas. Eixo fabricado em aço liga para força e resistência superiores. • Peças de desgaste facilmente substituíveis e intercambiabilidade entre metal/borracha. VT 100 O Tipo da Bomba Tipo de Rotor Tamanho de descarga/saída (mm) DESIGNAÇÃO DA BOMBA
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    14-117 Descrição técnica 510 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000m /h3 25 50 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 USGPM 40 30 20 10 125 100 75 50 25 ft VT 250 Type O VT 200 Type O VT 150 Type C VT 100 Type O VT 80 Type O VT 50 Type O VT 40 Type O m VT 80 Type C VT 150 Type O Dimensões da Bombao Tabela de Seleção W L H Modelo H mm (pol.) L mm (pol.) W mm (pol.) Peso** Volume do Poço kg/lb m³/USG VT 40 (1.5) lab 955 (37,5) 640 (25) 400 (16) 90/198 0,03/8 VT 40 (1.5) 1 030 (40,5) 740 (29) 610 (24) 110/243 0,06/16 VT 50 (2) 1 470 (58) 1 035 (41) 1 010 (40) 305/672 0,25/66 VT 80 (3) 1 880 (74) 1 015 (40) 1 060 (42) 580/1279 0,33/87 VT100 (4) 2 050 (81) 1 225 (48) 1 100 (43) 825/1819 0,57/150 VT150 (6) 2 160 (85) 1 285 (50,5) 1 100 (43) 925/2039 0,57/150 VT200 (8) 3 105 (122) 1 710 (67) 1 510 (59) 2 655/5853 1,26/333 VT 250 (10) 3 105 (122) 1 760 (69) 1 510 (59) 2 785/6140 1,26/333 *VT50 (2), VT = Tanque Vertical, 50 (2) = tamanho da saída mm (polegada). ** Pesos informados se referem a peças de metal. Para peças de borracha, reduzir o peso em 10%.
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    14-118Descrição técnica A SérieSala de Bombas Verticais para Polpas Espumosas VF Resumo de recursos/características de projeto • A bomba, o tanque/reservatório e o motor são integrados em uma mesma unidade, proporcionando flexibilidade de layout e facilidade de instalação. • O tanque/reservatório aberto e a entrada vertical previnem o bloqueio por ar. • Mancais superdimensionados (oversized) para maior vida útil com o mínimo de manutenção. Conjunto de selagem com proteção dupla contra a penetração de polpa. • Eixo projetado em balanço fabricado em aço liga para força e resistência superiores, sem rolamentos ou selagens submersas. • Peças de desgaste facilmente substituíveis e intercambiabilidade entre metal/borracha. As Bombas Verticais Metso para Polpas com Espuma são projetadas para aumentar a capacidade de bombeamento de suspensões espumosas. O princípio de operação é semelhante ao da separação por hidrociclones. O ar é separado da polpa em um vórtice/turbilhão criadopelarotaçãodorotorepelaentradatangencial que leva ao tanque cônico da bomba. Isto resulta em maior eficiência de bombeamento a capacidades mais altas e operação suave, livre de oscilações. . VF 100 Tipo da Bomba Tamanho Bocal de Saída (mm) DESIGNAÇÃO DA BOMBA
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    14-119 Descrição técnica Tabelade Seleção Tabela de Seleção 10 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000m /h 3 50 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 USGPM 30 20 10 100 75 50 25 ft m VF50 VF80 VF100 VF150 VF200 VF250 VF350 W H Modelo H mm (pol.) W mm (pol.) Peso** Volume do Poço kg/lb m³/USG VF50 (2)* 1 600 (63) 800 (31) 355/783 0,14/37 VF80 (3) 2 250 (88) 1 000 (39) 605/1 334 0,37/98 VF100(4) 2 700 (106) 1 400 (55) 975/2 150 0,82/217 VF150(6) 2 700 (106) 1 400 (55) 1 095/2 414 0,82/217 VF200(8) 3 760 (148) 1 850 (73) 2 700/5 952 2,30/607 VF250(10) 3 760 (148) 1 850 (73) 2 900/6 392 2,30/607 VF350(14) 4 500 (177) 2 150 (85) 5 555/12 245 3,50/925 *VF50 (2), VF = Vertical Espuma, 50 (2) = tamanho da saída mm (polegada). ** Pesos informados se referem a peças de metal. Para peças de borracha, reduzir o peso em 10%.
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    14-120Descrição técnica Todas asBombas de Poço da Metso são projetadas especificamente para polpas abrasivas e apresentam projeto robusto e facilidade de manutenção. Desenvolvida a partir das tradicionais bombas de drenagem de poço SALA, Tipo VASA G, a bomba Metso Tipo VS é a próxima geração de bombas de drenagem de poço para serviço pesado. Como sua antecessora, a linha de bombas de poço VS é uma das mais fortes, robustas e confiáveis bombas para altas faixas de volume disponíveis no mercado. É por isso que esta série é a preferida em todo o mundo pela maioria das indústrias pesadas. VS 100 L120 O4S Tipo da Bomba Opção de Tipo de Tamanho Saída (mm) Carcaça e Agitação Comprimento Armação (cm) A Série Sala de Bombas Verticais de Poço VS Resumo de recursos/características de projeto • Instalação simples. • Projetoembalançosemrolamentosouselagemdeeixosubmersos • Conjunto de mancais possui selagem com proteção dupla para prevenir contra a entrada de polpa. • Materiais utilizados são absolutamente os melhores disponíveis, proporcionando tanto excelentes propriedades de desgaste quanto resistência à corrosão • Peças de desgaste disponíveis em uma variedade de materiais, com total intercambiabilidade • Série de opções de rotores DESIGNAÇÃO DA BOMBA
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    14-121 Descrição técnica Tabelade Seleção 5 10 20 30 40 50 60 100 200 300 400 500 1000 25 50 100 150 200 300 400 500 750 1000 1500 2000 3000 4000 5000 m 40 30 20 10 150 125 100 75 50 25 ft VS 250 TYPE C VS 250 TYPE W VS 200 TYPE C VS 200 TYPE S & W VS 150 TYPE C VS 150 TYPE O & W VS 100 TYPE C VS 100 TYPE O & W VS 80 TYPE C VS 80 TYPE OS VS 50 TYPE C VS 50 TYPE OS VS 25 TYPE O
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    14-122Descrição técnica W H2 H1 L O D Dimensões daBomba Tamanho H1 H2 D** L** W** Peso*** da Bomba mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) kg/lb VS25 (1) 800 (32) 585 (23) 400 (15¾)Ø 130/287 VS25 (1) 1200 (48) 865 (34) 530 (20¾)Ø 350/772 VS25 (1) 1500(60) 865 (34) 530 (20¾)Ø 375/827 VS25 (1) 1800 (72) 865 (34) 530 (20¾)Ø 395/871 VS50 (2) • 800 (32) 585 (23) 400 (15¾)Ø 220/485 VS50 (2) • 1200 (48) 865 (34) 530 (20¾)Ø 480/1 058 VS50 (2) • 1500 (60) 865 (34) 530 (20¾)Ø 510/1 124 VS50 (2) • 1800 (72) 865 (34) 530 (20¾)Ø 540/1 190 VS80 (3) 800 (32) 870 (34¼) 530 (20¾)Ø 435/959 VS80 (3) • 1 200 (48) 975 (38½) 565 (22¼)Ø 545/1 202 VS80 (3) • 1 500 (60) 975 (38½) 565 (22¼)Ø 580/1 279 VS80 (3) • 1 800 (72) 975 (38½) 565 (22¼)Ø 615/1 356 VS100(4) 8 00 (32) 850 (33½) 530 (20¾)Ø 465/1 025 VS100(4) 1 200 (48) 960 (37¾) 565 (22¼)Ø 575/1 268 VS100(4) • 1 500 (60) 960 (37¾) 565 (22¼)Ø 610/1 345 VS100(4) • 1 800 (72) 960 (37¾) 565 (22¼)Ø 645/1 422 VS150(6) • 1 200 (48) 965 (38) 565 (22¼)Ø 680/1 499 VS150(6) • 1 500 (60) 1 285 (50½) 800 (31½) 800 (31½) 1 415/3 120 VS150(6) • 1 800 (72) 1 285 (50½) 800 (31½) 800 (31½) 1 470/3 241 VS200(8) • 1 200 (48) 1 285 (50½) 800 (31½) 800 (31½) 1 675/3 693 VS200(8) • 1 500 (60) 1 285 (50½) 800 (31½) 800 (31½) 1 725/3 803 VS200(8) • 1 800 (72) 1 285 (50½) 800 (31½) 800 (31½) 1 775/3 913 VS250(10) 1 500 (60) 1 420 (56) 800 (31½) 800 (31½) 2 200/4 850 VS250(10) 1 800(72) 1 420 (56) 800 (31½) 800 (31½) 2 280/5 027 * VS25 (1) = Bomba Vertical de Poço; 25 =saída/descarga mm; (1) = saída/descarga polegadas ** ØD ou LxW é a dimensão da placa base/apoio da bomba. Placa base/apoio opcional incluindo a tubulação de descarga também disponível. *** Os pesos informados se referem a peças de metal. Para peças de borracha, reduzir o peso em 10% •Estas bombas estão disponíveis na versão à prova de ácido com todas as peças revestidas totalmente cobertas com borracha natural ou cloropreno.
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    14-123 Descrição técnica AsBombas VSH e VSM são uma nova combinação entre nossas tradicionais bombas verticais de poço VS e nossa bomba horizontal de extremidade úmida/molhada da Série Orion. Isso proporciona uma grande vantagem para o cliente: as mesmas peçasdaextremidadeúmidasãoutilizadastantonasbombasdepolpa horizontais quanto nas bombas de poço, reduzindo - dessa forma - o estoque de peças e simplificando a manutenção. Além disso, também torna possível gerar maior TDH, altura manométrica da bomba. DESIGNAÇÃO DA BOMBA VSHM150 L120 C5 A Série Sala de Bombas Verticais de Poço VSHM e VSMM Rotor fechado de 5 vanes Comprimento da Armação (cm) HM150 se refere às peças de desgaste da bomba horizontal (150 é o tama- nho do bocal de entrada, mm) Tipo da Bomba
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    14-124Descrição técnica Tabelas deseleção 20 40 60 80 100 200 300 400 500 1000 m3/hr 100 200 300 400 500 1000 1500 2000 3’ 4’ 5’ USGPM 150 100 50 ft 50 40 30 20 10 m VSHM50 VSHM75 VSHM100 VSHM150 VSHM200 VSHM250 40 30 20 10 m 150 100 50 ft 20 40 60 80 100 200 300 400 500 1000 2000 3000 m3/hr 100 200 300 400 500 1000 1500 2000 3’ 4’ 5’ 10’ USGPM VSMM100 VSMM150 VSMM200 VSMM250 VSMM300 VSMM350
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    14-125 Descrição técnica W H2 H1 L O D W H2 H1 L D Dimensõesda bomba Tamanho Saída H* D** L Placa base W Peso *** maior opc. da bomba mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.) kg lb VSHM50 • 32 (1,25) 870 (34) Ø 530 (20 ¾) 600 (23 ½) 600 (23 ½) 390/405/420 860/893/926 VSHR50 32 (1,25) 870 (34) Ø 530 (20 ¾) 600 (23 ½) 600 (23 ½) 380/395/410 838/871/904 VSHM75 • 50 (2) 870 (34) Ø 530 (20 ¾) 600 (23 ½) 600 (23 ½) (L120) 415 915 VSHM75 • 50 (2) 980 (38) Ø 565 (22 ¼) 600 (23 ½) 600 (23 ½) (L150 180) 530/565 1 168/1 245 VSHR75 50 (2) 870 (34) Ø 530 (20 ¾) 600 (23 ½) 600 (23 ½) 399/424/449 880/935/990 VSHM100 • 75 (3) 980 (38) Ø 565 (22 ¼) 750( 29 ½) 600 (23 ½) 535/565/605 1 180/1 246/1334 VSHR100 75 (3) 980 (38) Ø 565 (22 ¼) 750 (29 ½) 600 (23 ½) 555/585/625 1 224/1 290/1378 VSHM150 • 100 (4) 1280 (50) c 800 (31 ½) 1 200 (47 ¼) 900 (35 ½) 1 314/1366/1418 2 897/3 012/3127 VSHR150 100 (4) 1280 (50) c 800 (31 ½) 1 200 (47 ¼) 900 (35 ½) 1 405/1460/1515 3 098/3 219/3340 VSHM200 150 (8) 1280 (50) c 800 (31 ½) 1 200 (47 ¼) 900 (35 ½) 1 650/1710/1770 3 638/3 770/3903 VSHR200 150 (8) 1280 (50) c 800 (31 ½) 1 200 (47 ¼) 900 (35 ½) 1 680/1740/1796 3 704/3 836/3960 VSHM250 200 (10) 1420 (56) c 800 (31 ½) 1 360 (53 ½) 1 220 (48) 2 310/2400/2480 5 093/5 291/5468 VSHR250 200 (10) 1420 (56) c800 (31 ½) 1 360 (53 ½) 1 220 (48) 2 365/2455/2535 5 214/5 413/5589 VSMM100 • 75 (3) 870 (34) Ø 530 (20 ¾) 600 (23 ½) 600 (23 ½) 430/465/500 948/1 025/1103 VSMM150 • 100 (4) 980 (38) Ø 565 (22 ¼) 750 (29 ½) 600 (23 ½) 560/590/630 1 235/1 301/1389 VSMM200 • 150 (6) 1280 (50) c 800 (31 ½) 1 200 (47 ¼) 900 (35 ½) 1 390/1445/1500 3 065/3 186/3307 VSMM250 200 (10) 1280 (50) c 800 (31 ½) 1 200 (47 ¼) 900 (35 ½) 1 720/1780/1840 3 792/3 925/4057 VSMM300 300 (12) 1420 (56) c 800 (31 ½) 1 360 (53 ½) 1 220 (48) 2 490/2570/2650 5 490/5 666/5843 VSMM350 300 (14) 1420 (56) c 800 (31 ½) 1 360 (53 ½) 1 220 (48) – /2745/2825 – /6 052/6 228 *Frame length (H1) is available in 120, 150, 180 cm (48, 60, 72 inch) except VSMM350 which is available in 150, 180 cm (60, 72 inch). ** D Ø or c é a placa base de estrutura de rolamento. Placa base maior opcional ou placa de montagem incluindo tubo de descarga também disponíveis. *** Os pesos informados se referem a peças de metal e para diferentes comprimentos de estrutura (L120 / L150 / L180). • Estas bombas estão disponíveis com o rotor de vórtice induzido (totalmente recuado).
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    14-127 Descrição técnica Selagemde Polpa Os selos mecânicos tipo cartucho da Metso, tipos BA e BF, são projetados para serviços com polpas de leves a médias. Os selos são projetados como unidades deslizáveis e podem ser instalados em quaisquer das bombas a seguir, sem modificações: Bombas para Serviços pesados HR/HM Bombas para serviços de mineração MR/MM (estrutura 250 e maior) Ambos os selos toleram ajustes do cartucho de rolamento de ±12 mm sem necessidade de reajustamento/reassentamento do selo. Selos Duplos BA Temperatura: Max. 70°C* Pressão máx. da bomba.: 40 bar Velocidade: 3000 rpm * ”O”-rings em borracha Viton® Selos Simples/Únicos BF Temperatura: Max. 70°C* Pressão máx. da bomba.: 30 bar Velocidade: 3000 rpm * ”O”-rings em borracha Viton® Seleção de Material • Faces do Selo - carbeto de silício sinterizado • Elastômeros – Viton®, outros elastômeros tais como EPDM ou Perfluor mediante solicitação • Molas em Hastelloy C • Peças de Metal – AISI 316, outros materiais como Titânio ou • Hastelloy C mediante solicitação
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    14-128Descrição técnica Exigências emrelação ao Líquido de Arrefecimento/Barreira Selo Duplo Tipo BA Pressão do líquido de selagem (água) deverá ser 1-2 bar acima da pressão de descarga da bomba.. Selo Simples Tipo BA Sealing liquid (water) pressure at maximum pressure 0,4 bar. Vazão Recomendada para o Líquido de Arrefecimento/Barreira Use a tabela abaixo para cálculo da quantidade real de água de lavagem necessária Qualidade da Água rpm fator VelocidadedeLavageml/min Tamanho da Armação 700 0,2 1 150 0,3 1 400 0,4 1 750 0,5 2 100 0,6 2 450 0,7 2 800 0,8 3 150 0,9 3 500 1,0 l/min x fator rpm = velocidade total de lavagem Partículas sólidas: max 10 mg/l Tamanho de partícula: 10 - 50 µm Permanganate value: max 30 (livre de humus) Teor de ferro: max 1 mg/l Valor dureza: max 10° dH Tamanho crítico de 2-5 µm partícula Vel. mínima de lavagem: 0,5 l/min Temperatura máxima de líquido de arrefecimentoi/ barreira: 110°C* * ”O”-rings em borracha Viton®
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    14-129 Descrição técnica ASérieSaladeBombasVerticaisSTRecuadaseRotordeCanal BombasVerticais de Vazão por Torque (Torque Flow Pumps) Tipo STGVA A linha de bombas ST consiste de Bombas de Polpa robustas, para uso geral, conhecidas por seus rotores de vazão induzido. O projeto hidráulico permite tratar a polpa com bastante suavidade. O baixo desgastedecargacomprovadodaspartículasbombeadastornouesta linha o Padrão Industrial paraTransferência de Carbono nos processos de Lixiviação de Ouro. O desempenho “Sem Entupimento” dos rotores por vazão induzido também torna essa série de produtos ideal para todas as aplicações onde serão processados sólidos grandes ou longos e filamentosos. Projeto de poço úmido vertical para sólidos em polpa e materiais corrosivos. Com sucção única e sem selagem do eixo, a bomba STGVA apresenta excelentesrecursosproporcionadosporseudesign. Desenho em balanço O eixo da bomba projetado para serviços pesados se move livremente sob a carcaça dos rolamentos. Não há rolamentos radiais (journal bearings) abaixo do nível do líquido para serem mantidas. A Bomba não possui caixa de gaxetas e, portanto, não requer água de selagem. Metalurgia Peçashidráulicasestãodisponíveisdonossoestoque, fabricadas em ferro fundido e aço inoxidável e alto cromo.Algunstamanhostambémestãodisponíveis compeçasdedesgasterevestidasdeborrachaoude poliuretano. Os conjuntos de estrutura da bomba, abaixo da placa de base, estão disponíveis em aço carbono e aço inoxidável. Outros materiais estão disponíveis mediante solicitação. Rotor de vórtice (Vortex) disponível Este rotor recuado se situa fora da corrente do vazão. O efeito de bombeamento é produzido pelo vórtice que o rotor gera na polpa. A passagem através da bomba de vórtice é inteiramente aberta, sendo, portanto, especialmente adequada para o bombeamento de fibras e material similar. Acionamento por correia em V Isso permite o ajuste simples e custo-eficiente da vazão (velocidade de vazão) da bomba. Asbombas‘STGVA’sãoprojetadasparaosproblemasseverosexistentes notrabalhodebombeamento,comocorrosão,abrasão,eextremosde temperatura nas indústrias química, de processamento de minerais, papel e celulose, cervejaria, alimentícia e outras.
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    14-130Descrição técnica 100 200400 1000 150 1300 rpm / Feet Head 3000 5000 100 80 60 40 20 10 6 1500 rpm/ US GPM ST 335 10 50 250 500 1000m 3 /h m 40 20 10 5 2500 rpm/ 1700 rpm/ ST 545 1500 rpm/ ST 655 ST765 ST 10107 1000 rpm/ ST 885 100 200 400 1000 150 1300 rpm/ 3000 5000 100 80 60 40 20 10 6 US GPM ST 33W ST 22WFR ST 76W ST 88W 10 50 250 500 1000m 3 /h m 40 20 10 5 Feet Head 1500 rpm/ 2500 rpm/ 1500 rpm/ ST 33WFR 1700 rpm/ ST 54W 1515 rpm/ 1600 rpm/ 1000 rpm/ ST 1010W 1500 rpm/ ST 44WFR ST 65W Tabelas de seleção
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    14-131 Descrição técnica TipodeBomba Medidasempolegadas(mm) Max.motor Massa STGVAFramel. A B D E F nemahp(IECkW) lbs(kg) 22WFRL80 24(600) 24(600) 2(51) 32(810) 35(870) 286T30 (180L)(22) 770(350) 22WFRL120/150/180 24(600) 24(600) 2(51) 32(810) 50/62/74(1270/1570/1870) 286T30 (180L)(22) 850/905/960(385/410/435) 33WFRL80 24(600) 24(600) 3(76) 32(810) 36(900) 286T30 (180L)(22) 795(360) 33WFRL120/150/180 24(600) 24(600) 3(76) 32(810) 51/63/75(1300/1600/1900) 286T30 (180L)(22) 870/925/980(395/420/445) 44WFRL80 24(600) 24(600) 4(102) 32(810) 37(930) 286T30 (180L)(22) 820(370) 44WFRL120/150/180 24(600) 24(600) 4(102) 32(810) 52/64/76(1330/1630/1930) 286T30 (180L)(22) 890/945/1000(405/430/455) 33L80 24(600) 24(600) 3(76) 32(810) 31.5(800) 286T30 (180L)(22) 730(330) 33L120/150/180 24(600) 24(600) 3(76) 32(810) 48/59/71(1200/1500/1800) 286T30 (180L)(22) 805/860/915(365/390/415) 54L80 30(750) 24(600) 4(102) 32(810) 33(837) 324T40 (200L)(30) 880(400) 54L120/150/180 30(750) 24(600) 4(102) 38(955) 48/59/71(1200/1500/1800) 365T75 (250S)(55) 1375/1420/1465(625/645/665) 65L80 35(900) 30(750) 5(127) 33(810) 34(865) 324T40 (200L)(30) 1035(470) 65L120/150/180 35(900) 30(750) 5(127) 38(955) 48/60/72(1230/1530/1830) 365T75 (250S)(55) 1545/1585/1630(700/720/740) 76L110 35(900) 30(750) 6(152) 38(955) 44(1112) 365T75 (250S)(55) 1630(740) 76L150/L180 35(900) 30(750) 6(152) 48(1210) 59/71(1505/1805) 444T125 (280S)(90) 2730/2900(1240/1315) 88L110 47(1200) 35(900) 6(152) 38(860) 44(1122) 365T75 (250S)(55) 1980(900) 88L150/180 47(1200) 35(900) 8(203) 48(1215) 60/71(1515/1815) 445T150 (280M)(110) 3080/3250(1400/1475) 1010L110 54(1360) 35(900) 10(254) 38(960) 48(1230) 365T75 (250S)(55) 2200(1000) 1010L150/180 54(1360) 35(900) 10(254) 48(1215) 64/76(1623/1923) 445T150 (280M)(110) 3300/3470(1500/1575) 1414L150/180 60(1525) 54(1360) 14(356) 55(1400) 59/71(1513/1813) 447T200 (280S)(90) 6170/7270(2800/3300) F AA E D F SectionA-A AA A B E D Dimensões de bomba
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    14-132Descrição técnica A SérieSala de Bombas Horizontais de Vazão por Torque Tipo STHM As bombas STHM estão disponíveis também com outros desenhos de rotoresquepermitemaótimaadaptaçãoadiferentesmateriais-desde suspensões pesadas até líquidos limpos. Rotor de Vórtice ou de canal O rotor de vórtice para suspensões pesadas e misturas líquido/gás. Rotor de canal para suspensões leves e líquidos limpos. Acionamento por correia em V Isto permite a alteração do desempenho da bomba sem sua abertura. Conjunto de rolamentos (mancais) Tipocartuchocomrolamentosderoloslubrificadosagraxa,projetados para mais de 60.000 horas de operação. Selagem de eixo Caixa de gaxetas padrão com água de selagem. Opcional: selos mecânicos. Peças de bombeamento Peças de bombeamento standard (padrão) em ferro fundido, alto cromo e alguns tamanhos em poliuretano ou com revestimento de borracha. Outros materiais estão disponíveis mediante solicitação. Placa de fixação/assentamento motor Placa de fixação de motor suspensa permite instalação compacta, proporcionando proteção extra para o motor e facilidade de tensionamento da correia. Rotor de vórtice O rotor de vórtice é recuado na parte traseira da carcaça da bomba, permitindo a passagem livre através da carcaça. A bomba pode, normalmente, bombear qualquer coisa que consiga passar pelas tubulações de conexão.
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    14-133 Descrição técnica A B CD 100200 400 1000 150 1300 rpm / Feet Head 3000 5000 100 80 60 40 20 10 6 1500 rpm/ US GPM ST 335 10 50 250 500 1000m 3 /h m 40 20 10 5 2500 rpm/ 1700 rpm/ ST 545 1500 rpm/ ST 655 ST765 ST 10107 1000 rpm/ ST 885 100 200 400 1000 150 1300 rpm/ 3000 5000 100 80 60 40 20 10 6 US GPM ST 33W ST 22WFR ST 76W ST 88W 10 50 250 500 1000m 3 /h m 40 20 10 5 Feet Head 1500 rpm/ 2500 rpm/ 1500 rpm/ ST 33WFR 1700 rpm/ ST 54W 1515 rpm/ 1600 rpm/ 1000 rpm/ ST 1010W 1500 rpm/ ST 44WFR ST 65W A B C E F D Tipo de Bomba STHM Medidas em polegadas (mm) Max.motor Peso Tamanho A B C D E F nema hp (IEC) (kW) lbs (kg) 22WFR 2 (51) 2 (51) 31.5 (802) 4 (100) 18.3 (465) 15.4 (390) 286T 30 (180 L) (22) 330 (150) 33WFR 3 (76) 3 (76) 31.5 (802) 4.5 (116) 19.3 (490) 15.4 (390) 286T 30 (180 L) (22) 355 (160) 44WFR 4 (102) 4 (102) 32 (813) 5.2 (133) 19.9 (505) 15.4 (390) 286T 30 (180 L) (22) 385 (175) 33 3 (76) 3 (76) 30.2 (768) 7.5 (190) 18.5 (470) 15.4 (390) 286T 30 (180 L) (22) 330 (150) 44 4 (102) 4 (102) 31.5 (803) 8.3 (210) 20 (510) 17 (430) 326T 50 (225 S) (37) 650 (295) 54 6 (152) 4 (102) 40.7 (1 035) 8.3 (210) 20.9 (530) 17 (430) 326T 50 (225 S) (37) 650 (295) 65 6 (152) 5 (127) 45.5 (1 159) 8.7 (222) 25.5 (650) 19.7 (500) 365T 75 (250 S) (55) 840 (380) 76 8 (203) 6 (152) 46 (1 169) 9.5 (241) 26.4 (670) 19.7 (500) 365T 75 (250 S) (55) 915 (415) 88 10 (254) 8 (203) 49 (1 248) 11 (279) 31.8 (810) 25.6 (650) 444T 125 (280 S) (90) 1 050 (475) 1010 12 (305) 10 (254) 50.8 (1 292) 14.8 (375) 34.5 (880) 25.6 (650) 444T 125 (280 S) (90) 1 155 (525) 1414 14 (356) 14 (356) 62.5 (1 590) 20 (511) 46.3 (1 175) 29.5 (749) 447T 125 (280 S) (90) 1 600 (725) *As bombas que possuem rotor de vórtice sãoidentificadaspelaletra‘W’,porexemplo: STHM 76 W. **Asbombasquepossuemrotordecanalsão identificadas com um dígito, por exemplo: STHM 76 5. O dígito indica o número de vanes no rotor. Tabelas de seleção Dimensões da Bomba
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    15-135 Guia deaplicação 15. GUIA DE APLICAÇÃO Geral Esta seção constitui um guia para a seleção da série correta de Bomba de Polpa para várias aplicações. Como dito anteriormente, o dimensionamento da Bomba de Polpa e do seu sistema é muito importante. Igualmente importante é escolher o tipo correto de Bomba de Polpa para a respectiva aplicação de processamento. AsériedeBombasdePolpaapresentadanestemanualrepresentauma amplacoberturadeaplicaçõesparaotransportehidráulicodesólidos. Lembre-se! O uso de Bombas de Polpa para o transporte hidráulico de sólidos é limitado principalmente por sua imaginação! Seleção por serviço ou por aplicação industrial? Para ser tão prático quanto possível, este guia de aplicação se divide em duas partes. Seleção por serviço Nesta seção estamos selecionando a Bomba de Polpa‘ótima’simples- mente em relação ao serviço especificado para a bomba. A seleção de acordo com o serviço significa selecionar as bombas levando em conta parâmetros como: • Sólidos (tamanho, formato, densidade, etc.) • Altura manométrica (máx., alta, baixa) • Líquido (corrosivo, tixotrópico, espumoso) Este guia se baseia estritamente em desempenho técnico refletindo vários parâmetros Sólido/Líquido.
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    15-136Guia de aplicação Seleçãopor aplicações industriais Esta seção é mais uma espécie de guia prático baseado nas experiências colhidas a partir das aplicaçõesdodiaadiadenossosclientes,trabalhandoemambientesindustriaismuitodiferentes. Como bombear • cavacos de madeira • sobras de fresagem • rejeitos minerais • resíduos de lixiviação • lixo industrial • etc. Como alimentar • um hidrociclone • um filtro prensa • uma prensa tubular (Tube Press) • um máquina de flotação • etc. Este guia é estruturado de acordo com a experiência prática em transporte hidráulico de sólidos nos seguintes segmentos industriais: • Mineral (Metálico & Industrial) • Construção • Carvão • Lixo & Reciclagem • Energia & FGD (Dessulfurização de Gás Combustível) • Papel & Celulose • Metalurgia • Química • Mineração & construção de túneis
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    15-137 Guia deaplicação Seleção - por sólidos Serviço: Partículas grosseiras Comentários:Tudo que for maior do que 5 mm é considerado grosso/ grosseiro. Não use bombas de borracha; bombas metálicas somente. Na prática o limite superior em tamanho de partícula é normalmente 50 mm. O fator limitante é o impacto sobre o rotor. Obs: O diâmetro máximo de partícula é 1/3 do diâmetro da tubulação. Recomendação: Séries XM e HM. Serviço: Partículas finas Comentários: Se as partículas são finas e afiadas (agudas) - use borracha. Se as partículas são finas e lisas - use borracha ou metal. Recomendação: Séries H e M. Serviço: Partículas cortantes (abrasivas) Comentários: Se os tamanhos forem menores de 5 mm - use borracha. Se as partículas forem maiores de 5 mm - use metal. Recomendação: Séries X, H e M. Serviço: Alto percentual de sólidos Comentários:Você tem que tomar cuidado se o percentual de sólidos estiver chegando próximo dos 40% em volume. Acima de 50%, é impossível processar a polpa com bombas centrífugas. Somente bombas verticais conseguem lidar com aplicações que envolvem um percentual realmente alto de sólidos. Recomendação: Série VT. Serviço: Baixo percentual de sólidos Comentários: Escolha as bombas mais leves e mais custo-eficientes. Recomendação: Série/Série M.
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    15-138Guia de aplicação Serviço:Partículas fibrosas Comentários: O problema é o bloqueio por partículas e bloqueio por ar. Use rotores de vazão induzido (Vortex - Vórtice). Recommendation: Série H e V. Serviço: Partículas tamanho único Comentários: Quando todas as partículas finas são retiradas da polpa, a velocidade de sedimentação de sólidos pode ser crítica e pode obrigar a uma severa reclassificação/rebaixamento de classificação (derating) da bomba. A eficiência de bombeamento cai para todos os tipos de bombas. Recomendação: Todas as séries de bombas. Serviços relativos a altura manométrica e Volume Serviço: Altura manométrica elevada Comentários:Normalmentesãoaplicaçõesdebombasdemetaldevido à alta velocidade periférica no rotor. Se você precisa de bombas reves- tidas de borracha, poderá ser necessário o bombeamento em série. Altura manométrica máxima em bomba de metal duro: 125 m. Altura manométrica máxima em rotor de borracha: 45 m. Note! Alta taxa de desgaste a altas velocidades para as bombas centrífugas. Recomendação: XM, XR e HM, ou HR“staged”(em estágios). Serviço: Altura manométrica variável a vazão constante Comentários:Useumpropulsordemúltiplasvelocidadesoupropulsor de velocidade variável (por controle de frequência). Recomendação: Todas as séries. Serviço: Fluxo variável a vazão constante Comentários: Use acionamentos de velocidade variável (por controle de frequência). Recomendação: Todas as séries.
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    15-139 Guia deaplicação Alta elevação por sucção Comentários: Bombas de metal são preferidas devido ao risco de colapso do revestimento de borracha em altas elevações por sucção (high suction lifts). Elevação por sucção máxima na prática: 5 - 8 m dependendo do S.G. (specific gravity = peso específico) Asbombasnãosãoauto-escorvantes(self-priming),istoé,vocêprecisa de um artefato que faça o priming / preparação. Abombaeatubulaçãodeentrada/admissãoprecisamserpreenchidas com líquido antes de dar partida. Recomendação: XM, HM e MM. Serviço: Alta vazão Comentários: Use instalações de bombas em paralelo, vide página 11-92. Risco de cavitação, vide secção 10. Recomendação: Todas as séries / faixas de utilização Serviço: Baixa vazão Comentários: Compare com BEP*, vide seção 12. A baixas vazões, os revestimentos de borracha podem superaquecer. Use metal. Cuidado se as alturas manométricas estiverem altas e o vazão estiver baixo. Bombas verticais abertas não têm qualquer problema. *BEP = Best Efficiency Point - Ponto de Melhor Eficiência Recomendação: Procure usar as séries VS, VT e VF. Duty: Serviço: Vazão oscilante Comentários: Use bombas horizontais com propulsor de velocidade variável ou bombas verticais de velocidade fixa. Recomendação: VT, VF ou VS. Horizontais; todos os tipos com aciona- mentos de velocidade variável.
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    15-140Guia de aplicação Serviçosrelacionados com o tipo de polpa Serviço: Polpas frágeis Comentários: Use rotores de vazão induzido (totalmente recuados/ embutidos). Tanto bombas de metal quanto de borracha podem ser utilizadas. Tanto bombas horizontais quanto verticais podem ser utilizadas. Recomendação: Todas as séries. Serviço: Polpas de hidrocarbonetos (contaminados por óleo e reagentes) Comentários: Vedado (proibido) o uso de borracha natural. Cuidado com material selo feito de borracha natural. Utilize selos sintéticos. Utilize bombas metálicas ou peças de desgaste em poliuretano. Recomendação: Todas as séries. Serviço: Polpas a altas temperaturas (superiores a 110o C) Comentários: (Temperatura limite para borracha natural é de 60o C.) Vide seção 6 para borrachas sintéticas. Limite prático de temperatura de operação é 135o C. Acima dessa temperatura os rolamentos poderão sofrer superaquecimento! Recomendação: Todas as séries horizontais. Serviço: Polpas espumosas Comentários: Use bomba de espuma de desenho vertical. Recomendação: Série VF. Serviço: Polpas perigosas Comentários: Aviso! Este caso requer o retorno aos departamentos de apoio a vendas de bombas que terão que ser consultados. A selagem de eixo é fator crítico sob o aspecto de potencial de explosão. Normalmente, são utilizados sistemas fechados de bomba. Recomendação: Séries horizontais.
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    15-141 Guia deaplicação Serviço: Polpas corrosivas (baixo pH) Comentários: Para serviços ácidos use borracha ou elastômero. Para bombas de metal com peças em ferro-cromo, o limite de acidez é pH 2,5. Polpas com água do mar (contendo cloretos) exigem bomba de borracha. Note! CuSO4 (utilizado em circuitos de flotação) é extremamente corrosivo - use bombas de borracha. Recomendação: Todas as séries. Serviço: Fluídos de alta viscosidade (Newtonianos) Comentários: O bombeamento se torna crítico quando a viscosidade chega a 5 (cinco) vezes a viscosidade da água. Com esta restrição, basicamente qualquer bomba dentro de nossas séries podem ser utilizadas, se corretamente dimensionada. Recomendação: Todos os tamanhos. Serviço: Fluídos de alta viscosidade (Não-Newtonianos) Comentários/Recomendação:Estasaplicaçõessãomuitocomplexasde avaliar e a equipe de apoio a vendas de bombas deve ser consultada. Serviços relativos a processos de mistura Serviço: Mistura Comentários: Bombas de tanque são excelentes como misturadores. Aomisturaráguaesólidosconsulteacorretaproporção(relação)entre o líquido e sólidos. Recomendação: Séries VT e VF.
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    15-142Guia de aplicação Seleçãode Bombas de Polpa - por aplicação industrial EsteguiadeseleçãosebaseiaemexperiênciapráticaoriundadeváriasaplicaçõesdeBombadePolpa dentro dos seguintes segmentos industriais: • Minerais metálicos e industriais • Construção • Carvão mineral • Lixo e reciclagem • Energia & FGD (flue-gas desulfurization) • Papel e celulose • Metalúrgico • Químico • Mineração e perfuração de túneis Segmento industrial: Minerais metálicos e industriais Aplicação: Bombas para circuitos de moagem Comentários: Nossas séries X e H são especialmente desenhadas para circuitos de moagem (inclusive alimentação de ciclone). Para tamanhosdeparticularinferioresa5(cinco)mm,utilizeborracha. Se possível, misture vazãos contendo partículas grosseiras e finas, juntas, para uma maior estabilidade de polpa. Recomendação: XR e XM, HR e HM. Aplicação: Bombas para espuma Comentários: A série VF foi desenhada especialmente para o bombe- amento de espuma. Tenha cautela quando se trata de alturas manométricas superiores a 15 m. Recomendação: VF.
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    15-143 Guia deaplicação Aplicação: Bombas para reservatórios/poços de piso Comentários: Utilize bombas de piso do tipo VS com peças de desgaste metálicas pois, frequentemente, há risco de que material superdimensionadoestranho(trampmaterial)entrenosreservatórios/ poços de piso. Se for necessário utilizar borracha, coloque um coador/uma peneira na frente da bomba ou em volta da bomba. Recomendação: Série VS. Aplicação: Bombas para resíduos/rejeitos de mineração Comentários: Dependendo do tamanho da particular, tanto pode-se usar bombas de borracha quanto de metal. Para instalações de longa distância / longo percurso (em série), vide o capítulo 11. Recomendação: Séries X e H, tanto em borracha quanto metal. Aplicação: Bombas para alimentação de hidrociclone Comentários:Paraaclassificaçãodemateriaiscortantes,utilizebombas horizontais tipo X ou H. Para ciclones de desaguamento, utilize bombas de tanque. Recomendação: Séries X, H, e VT. Aplicação: Bombas para alimentação de filtro prensa Comentários: É necessário elevada altura manométrica com controle de velocidade variável (como alternativa, um propulsor de duas velocidades). Evite borracha devido ao acúmulo de‘low flow head’(altura de baixo vazão). Aplicação: Bombas para alimentação de prensa tubular Comentários:Baixovazãoegrandealturamanométrica,utilizebombas de metal do tipo HM. Uma bomba consegue alimentar muitos tubos através de um anel de distribuição de polpa. Recomendação: Série HM.
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    15-144Guia de aplicação Aplicação:Bombas para lixiviação Comentários: Vide polpas corrosivas, página 15-142 Aplicação: Bombas para mídia densa (mídia pesada) Comentários:Elevadaalturamanométricadeentradaealtopercentual de sólidos combinado com baixa altura manométrica de saída pode causar problemas de vazamento na selagem/selo do expeller (selo do expeller). Recomendação: Série HM. Aplicação: Bombas para uso geral (mineral) Comentários: Bombas horizontais do tipo MM e MR são ideais para o serviço normal em circuitos de processamento mineral. Se o desgaste for extremo, utilize as séries X e H. Normalmente, é preferível a borracha em concentradores de “rocha dura”/”pedra dura”. Para aplicações especiais, utilize bombas verticais. Recomendação: Todas as séries. Segmento industrial: Construção Aplicação: Bombas para água de lavagem (areia e brita) Comentários: Normalmente, bombas verticais do tipo VS e VT são utilizadas. A bomba horizontal da série M também é adequada. Recomendação: Séries V e M Aplicação: Bombas para transporte de areia Comentários: Bombas horizontais com revestimento de borracha são preferíveis. Recomendação: MR
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    15-145 Guia deaplicação Aplicação: Bombas para desaguamento de túneis Comentários: Como as bombas ‘frontais’ (iniciais), utilize bombas de drenagem. Para o primeiro estágio de transporte, normalmente são utilizadas bombas verticais do tipo VS. Para bombeamento horizontal de longa distância, utilize a série HM. Para os entulhos provenientes de perfuração de face inteira (TBMs - Tunnel Boring Machines ou‘Tatuzão’), utilize bombas HM e MM. Para pequenos túneis (micro perfuração), utilize a pequena HM. Recomendação:SériesH,M,eVS.(Semusodeborrachadevidoaóleo.) Segmento industrial: Carvão mineral Aplicação: Bombas para lavagem de carvão Comentários: Geralmente, são utilizada bombas de metal devido ao risco de material estranho superdimensionado. Recomendação: Séries HM e MM. Aplicação: Bombas para espuma (carvão mineral) Comentários: Utilize bomba vertical do tipo VF. Recomendação: VF. Aplicação: Bombas para mídia densa (carvão) Comentários: Vide mídia densa, página 15-145. Aplicação: Bombas para misturas carvão/água Comentários: Utilize bombas convencionais das séries M. Recomendação: Séries MR. Aplicação: Bombas para aplicações gerais (carvão) Comentários: A indústria do carvão normalmente não utiliza bombas de borracha. Recomendação: Utilize HM e MM.
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    15-146Guia de aplicação Segmentoindustrial: Lixo e reciclagem Aplicação: Bombas para o manuseio de efluentes Comentários: Aplicação para serviço leve. Utilize tanto bombas horizontais quanto verticais. Bombas em metal são a primeira opção. Recomendação: Séries HM, MM e V. Aplicação: Transporte hidráulico de lixo leve Comentários: Utilize bombas horizontais com rotores de vazão induzido por Vórtice. (Vortex induced flow impellers). Recomendação: Séries HM e MM. Aplicação: Bombas para tratamento de solo (terras) Comentários: Vide minerais acima. Bombas do tipo VT são recomen- dadas para plantas móveis e semi-móveis (sem vazamento de selo/ selagem e fácil de transportar e instalar). Recomendação: Todas a séries. Segmento industrial: Energia e FGD (dessulfurização de gases de combustão) Aplicação: Bombas para alimentação de reator FGD (calcário) Comentários: Normalmente, as aplicações minerais utilizam as séries X, H e M, todas com peças de borracha e/ou metal. Borracha para altas concentrações de cloretos. Recomendação: Séries X, H e M. Aplicação: Bombas para descarga de reator FGD (gesso - gipsita) Comentários: Vide bombas de calcário acima. Recomendação: Séries X, H e M.
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    15-147 Guia deaplicação Aplicação: Bombeamento de cinzas de fundo Comentários: Bombas em metal são preferíveis devido à temperatura e tamanho de partículas. Utilize bombas horizontais dos tipos X e H. Recomendação: Séries XM e HM Aplicação: Bombeamento de Cinzas Volantes (Fly ash) Comentários: Metal é normalmente utilizado devido ao risco de contaminação por óleo. Se for necessário utilizar borracha (baixo pH), fique atento para a presença de óleo (em qualquer quantidade) ou de outros produtos químicos. Recomendação: Séries X, H, M e VS. Segmento industrial: Papel e Celulose Aplicação: Bombas para licores Comentários: Com licores negros, não se deve recomendar borracha (devido ao risco da presença de terebintina). Recomendações standard (padrão): Séries H e M (peças em metal). Recomendação: Séries HM e MM. Aplicação: Bombas para calcário e lama cáustica Comentários: Estas aplicações são, normalmente, de alta temperatura. Entretanto, recomendam-se peças de metal. Recomendação: HM e MM. Aplicação: Bombas para rejeito de polpa/celulose (contendo areia) Comentários: Normalmente serviço leve, mas recomendam-se peças de metal. Normally we are competing with stainless steel pumps. Recomendação: Série MM.
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    15-148Guia de aplicação Aplicação:Bombas para sólidos de descascamentos de árvores Comentários: Para areia e cascas de árvores, desenvolvemos uma bomba vertical do tipo VS extra longa. Utilize peças em metal e rotor de vazão induzido (Vortex-Vórtice). Recomendação: Série VS Aplicação: Bombas para transporte hidráulico de cavacos de madeiras Comments: Use induced flow pumps (Vortex) of H and M type. Recommendation: HM and MM ranges. Aplicação: Bombas para polpas de extensor e de revestimentos de papel Comentários: Utilize bombas de vazão induzido (Vortex-Vórtice) dos tipos H e M. Recomendação: Séries HM e MM. Aplicação: Bombas para derramamentos em pisos Comentários: Utilize uma bomba vertical do tipo VS. Às vezes peças em aço inoxidável são necessárias devido a baixo pH. Recomendação: Série VS. Segmento industrial: Metalúrgico Aplicação: Bombas para transporte de carepa de siderurgia Comentários: A primeira escolha é a bomba vertical do tipo VS com rotor de vazão induzido e peças metálicas. AsbombashorizontaisutilizamtipoHMsomentecompeçasemmetal. Recomendação: Séries HM e VS. Aplicação: Bombas para transporte de escória Comentários: As mesma considerações com relação ao “Carepa de Siderurgia”acima.
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    15-149 Guia deaplicação Aplicação: Bombas para efluentes de lavadora de gases (wet scrubber) Comentários: Normalmente, recomendamos uma bomba do tipo horizontal da série M ou bombas verticais da série VS. Se o pH for muito baixo, utilize borracha. Se o pH for muito baixo e a temperatura for muito alta utilize peças de aço inoxidável ou de borracha sintética. Recomendação: Séries MR e VS. Aplicação: Bombas para transporte de pó de ferro Comentários: Vide bombas para mídias densas acima. Aplicação: Bombas para transporte de aparas de usinagem Comentários: Nenhuma peça de borracha poderá ser utilizada devido a óleo. Bomba vertical do tipo VS e bombas horizontais do tipo M. Recomendação: VS e MM. Segmento industrial: Químico Aplicação: Bombas para polpas ácidas Comentários: A primeira recomendação são as bombas horizontais com peças de borracha ou de inox. Para polpas extremamente abrasivas utilize bomba horizontal tipo HR. Recomendação: Séries MR e HR. Aplicação: Bombas para salmouras Comentários: Aplicações muito corrosivas. Também podem ser abrasivas (cristais). Poliuretano pode ser utilizado para evitar a cristalização em peças da bomba. Recomendação: Séries HM, HR, MM, MR e VS (peças de poliuretano). Aplicação: Bombas para produtos cáusticos Comentários:Tanto bombas de borracha quanto de metal podem ser utilizadas. Fácil aplicação. Recomendação: Séries MM, MR, PM e VS.
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    15-150Guia de aplicação Segmentoindustrial: Mineração Aplicação: Bombas para aterros hidráulicos (com ou sem cimento) Comentários: Cuidado com rejeitos ‘deslimed’ (deslamados)! Utilize bombashorizontaisdotipoHouMcompeçasdeborrachaoudemetal. Recomendação: Séries H e M. Aplicação: Bombas para água de mina (com sólidos) Comentários: A recomendação normal é de bombas horizontais do tipo HM (multi-estágio se necessário). Cuidado com o aparecimento de corrosão! Recomendação: HM
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    15-151 Guia deaplicação
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    16-153 Dimensionamento 16. DIMENSIONAMENTO Osprocedimentos modernos para o dimensionamento de Bombas de Polpa são computadorizados e fáceis de trabalhar - como é o caso do PumpDim™ para Windows™ da Metso. É importante que saibamos os passos para realizar o dimensionamento de bombas de polpa, e a relação entre estes, para assegurarmos que estes procedimentos sejam corretamente compreendidos. O procedimento manual a seguir é aproximado e proporciona uma precisão aproximada, exceto em aplicações extremas. Os passos para o dimensionamento Passo 1. Determine se a polpa/líquido é: Líquido Claro (límpido) Polpaquenãosedimenta(viscosa)(Tamanhodepartícula<50micra) Polpa que sedimenta Passo 2. Estabeleçaosdetalhesemrelaçãoaoserviço.Estesvariamdependendo do tipo de líquido conforme citado no Passo 1. Detalhes comuns são: Vazão ou Tonelagem Elevação estática (head / altura manométrica) Perdas de carga dadas ou sistema de tubulação conhecida / escolhida. Propriedades químicas como valor de pH, teor de coletos, óleo, etc. Outros detalhes sobre o líquido/polpa conforme abaixo Líquidos claros (límpidos) Quandosetratadeágualimpa-nãohánecessidadedeoutrosdetalhes sobre o líquido. Para outros líquidos claros, é necessário o seguinte: - Peso Específico (SG = specific gravity) do líquido. -Viscosidadedinâmicadolíquido.Sefordadaaviscosidadecinemática, vide os fatores de conversão na página 18-165.
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    16-154Dimensionamento Polpas Para polpas, váriosdetalhes são necessários. Conforme as fórmulas a seguir, certas combinações destes dados são necessárias para que possamos calcular todos eles. Sm = Peso Específico (Gravidade Específica) da Polpa Cv = Concentração por Volume % Cw = Concentração por Peso % S = Peso Específico (S.E. = Gravidade Específica) dos Sólidos Q = M3 /H taxa de vazão tph = Toneladas por hora (sólidos) Fórmula para Polpa: Sm = 100 - Cv 100 - Cw Sm = Cv ( S - 1 ) + 1 100 Cv = Sm - 1 x 100 S - 1 Cv = 100 - [ (100 - Cw) x Sm ] Cw = 100 - 100 - Cv Sm Cw = 100 x S 100 + (S - 1) Cv Q = tph x 1 + 100 - 1 S Cw Para as polpas que não sedimentam (viscosas) também são necessárias a viscosidade dinâmica plástica e o tamanho máximo de partícula. Para as polpas que sedimentam são necessários os tamanhos máx. e médio de partículas (d50).
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    16-155 Dimensionamento Tonelagem desólidos ou vazão da polpa? Como um comentário sobre as fórmulas acima, é muito importante compreender a diferença entre “porcentagem de sólidos por peso” e“porcentagem de sólidos por volume”. Porcentagem de sólidos por peso é a maneira normal de ‘explicar’ uma polpa, por exemplo: Polpa de magnetita, 40 porcento de sólidos por peso. Polpa de pedra calcária, 40 porcento sólidos por peso. Isto se deve à prática de que a produção em geral é medida em toneladas (sólidos) por hora. Por exemplo, alimentação de magnetita para o circuito é de 300 toneladas/hora como polpa 40% por peso. Alimentação de pedra calcária para o circuito é de 300 toneladas/hora como polpa 40% por peso. Estes são números inúteis para um especialista em Bombas de Polpa, pois as bombas são máquinas volumétricas e precisam ser dimensionadas com base no vazão. Seexaminarmosascondiçõesdevazãodaspolpasacima,veremosque: A polpa de magnetita (com um P.E. - peso específico - de sólidos de 4,6) nos dá um vazão de polpa de 515 m3 /hora. A polpa de pedra calcária (com um P.E. - peso específico - de sólidos de 2,6) nos dá um vazão de polpa de 565 m3 /hora. Como tonelagens, estas capacidades são iguais, mas hidraulicamente não são. Passo 3. Somente para polpas que sedimentam. Certifique-se de que a velocidade real na tubulação é maior do que a velocidadecríticaparadeposiçãoestacionária.Consulteodiagramana página11-83utilizandotamanhomáximodepartícula,PesoEspecífico de sólidos e diâmetro de tubo. Se um diâmetro de tubo não tiver sido especificado, a melhor maneira de se chegar num diâmetro (estabelecer um) é escolher o primeiro tamanho de tubo que dê uma velocidade acima de 3 m/s. Esse tamanho de tubo deve ser checado para assegurar que a velocidade real seja maior do que a velocidade crítica. Use o diagrama na página 11-83 para velocidades em diferentes diâmetros de tubo a um determinado vazão. Se a velocidade real for menor do que, ou maior do que a velocidade crítica, oexercíciodeveserrepetidoparaumtamanhodetubomenor, ou maior, para certificar-se de que você use o maior tubo possível visando assegurar quer não ocorra a sedimentação. NOTA!!! Use sempre o valor mínimo previsto de vazão para o cálculo da velocidade no tubo.
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    16-156Dimensionamento Passo 4. Calcule aaltura manométrica de descarga total de acordo com a seção 11. Oequipamentoadicionaldeprocessoqueprecisedepressãotambém precisa ser considerado. Par hidrociclones, a pressão de entrada normalmente é especificada em kPa ou bar. Estes números precisam ser convertidos em altura manométrica na coluna de polpa em metro (divida a pressão pela densidade do fluído) e esta tem que ser somada à altura manométrica que foi calculada de acordo com a seção 11. Passo 5. O próximo passo é a escolha do material das peças de desgaste para a via úmida. - Escolha o material a partir do tamanho máximo de partícula de acordo com a tabela na página 6-32. Para líquidos claros (límpidos), as bombasdemetalsãoaprimeira/melhorescolha.Verifiquearesistência química do material escolhido a partir da página 6-35 e as tabelas das páginas 19-185 a 19-189. Passo 6. Agora temos que escolher o tipo certo de bomba considerando os custos operacionais, levando em conta o desgaste, manutenção e consumo de energia. Dependendo da aplicação, poderá ser uma Bomba de Polpa horizontal, vertical ou submersível. Tambémpoderáserumabombaparacondiçõesextremas,pesadasou normais de desgaste. A partir da seção 15, você pode ver qual o tipo de bomba que recomendamos para várias aplicações industriais. Com basenisso,juntocomomaterialescolhidoparaaviaúmida,vocêpode escolher uma série de bomba adequada da seção 13 e 14. Agora, vamos ao tamanho da bomba. Com base nos passos anteriores (acima), sabemos agora a taxa de vazão da polpa e a altura manométrica total de descarga. Agora temos que encontrar o tamanho de bomba para atender este serviço. Isto poderá ser feito a partir da tabela de seleção de bombas - vide seção 14. Para poder prosseguir e escolher a necessária velocidade de bomba e potência instalada de motor é necessário traçar uma curva completa de desempenho baseado em água limpa para a bomba escolhida. Entre em contato com a sua Metso local (se representante Metso local) para obter apoio.
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    16-157 Dimensionamento Passo 7. Comoas curvas de desempenho das bombas têm como base a água limpa, são necessárias correções/ajustes nestas curvas se outros líquidos ou algum tipo de polpa forem bombeados. Água limpa Marque o seu vazão e o ponto de altura manométrica de descarga total na seção superior da curva de desempenho com água limpa, de acordo com a figura abaixo.
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    16-158Dimensionamento A partir disso,você poderá estimar a velocidade de bomba necessária oucalcularestavelocidadeatravésdasfórmulasnapágina10-64.Com base no exemplo dado acima, a velocidade é de 1880 r/min. Então,encontreeextraiaapotêncianecessáriaapartirdaparteinferior da curva de desempenho utilizando o vazão de serviço e a velocidade de rotação. Para as polpas que sedimentam, veja o diagrama na página 10-60 usando o tamanho de partícula média de d50, P.E. de sólidos e concentração por peso. A partir disso, o Fator HR (Head Ratio)/ER (Efficiency Ratio) - Razão de Altura Manométrica / Razão de Eficiência - pode de ser determinado. Divida a altura manométrica de descarga total pelo fator HR. Como o fator é <1, a altura manométrica de descarga total terá um valor maior. Marqueoseuvazãoeopontodealturamanométricadedescargatotal corrigidonacurvadedesempenho,conformeafigura,sobágualimpa. A partir disso, você pode estimar a velocidade de bomba necessária ou calcular esta velocidade a partir das fórmulas na página 10-58. Então, encontre e extraia a potência (em água limpa) a partir da curva de desempenho para água limpa. Multiplique a potência pela densidade relativa. Densidade relativa = Densidade da polpa / Densidade de água limpa Então você tem a potência de polpa necessária no eixo da bomba. Para polpas que não sedimentam ou líquidos viscosos, o diagrama na página 10-68 é utilizado para corrigir o desempenho da bomba. Para polpas que não sedimentam, é necessário a verdadeira viscosidade plástica dinâmica, a qual poderá ser encontrada através do reograma estabelecido por meio de testes. Para outros líquidos Newtonianos, com viscosidade diferente da água limpa, a viscosidade pode ser expressa como viscosidade cinemática ou como viscosidade dinâmica (absoluta). Veja fatores de conversão na seção 18. A partir da viscosidade dinâmica (plástica), do vazão e da altura manométrica de descarga total, pode se obter os fatores de correção para eficiência CN e para vazão CQ. O fator de correção de altura manométrica CH depende de quão próximo do BEP (Ponto de Melhor Eficiência - 1,0 = melhor eficiência) a bomba irá operar. Divida sua vazão (vazão) de serviço e head pelos fatores de correção acima e marque-as na curva de água limpa conforme descrito acima A partir disto, você poderá estimar a velocidade de bomba necessária ou calcular a velocidade a partir das fórmulas na página 10-58. Então, encontre e extraia a potência necessária para água limpa a partirdacurvadedesempenho.Multipliqueapotênciapeladensidade relativa. No fim, você terá a velocidade para o serviço e potência de polpa necessária no eixo da bomba.
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    16-159 Dimensionamento Checagem paraverificação de cavitação De acordo com a seção 10, precisamos também checar a situação hidráulica no lado de entrada (o NPSH - NET POSITIVE SUCTION HEAD/ ALTURA LÍQUIDA DE SUCÇÃO POSITIVA). Se as perdas no tubo de entrada da bomba forem altas demais (suction lift - elevação por sucção), se a temperatura da polpa for alta ou se o local estiver a grande altitude, poderemos ter o surgimento de cavitação. Passo 8. Em seguida, temos que definir o tamanho correto do motor. É recomendável acrescentar 15% a título de margem de segurança acima da potência necessária. Escolhemos então o tamanho seguinte e superior de motor disponível. Passo 9. Escolha um conjunto de acionamento apropriado para conseguir ajustar a velocidade do motor à velocidade necessária da bomba. Vide seção 9 para orientações gerais. Consulte fornecedores de acionamentos ou seu representante Metso local para obter recomendações. O dimensionamento em resumo A ferramenta para o dia-a-dia de dimensionamento de Bombas de Polpa é o software PumpDim™. Você pode obter uma cópia desse programa se cadastrando através do formulário fornecido na seção 17. O programa segue, basicamente, o mesmo roteiro ou passos de dimensionamento citado acima, mas é simples e rápido de usar e executa, automaticamente, muitas verificações mecânicas, tais como: vida dos rolamentos, deflexão de eixo e velocidades críticas. Boa Sorte!!!
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    17-161 Introdução aoMetso PumpDim™ I7. INTRODUÇÃO AO METSO PumpDimTM Apresentação Metso PumpDimTM para WindowsTM PumpDim™ para Windows™ é principalmente um programa para o dimensionamento e seleção das bombas da Metso. O software pode dimensionar uma bomba para um nível de serviço específico ou para um sistema de tubulação, bombeando água limpa, líquidos viscosos ou uma suspensão de sólidos num líquido. O software é fornecido mediante o pagamento de uma taxa de cadastramento. Por favor copie e preencha o formulário de cadastro anexo. O que o software consegue fazer? O programa considera e/ou calcula, por exemplo, os seguintes parâmetros: • Velocidadedevazãocríticaparaevitarasedimentaçãodepartículas nas tubulações. • A curva completa do sistema perdas de altura manométrica pela tubulação quando a altura manométrica estática, tubulações, conexões e outros componentes são especificados. • Bombeamento de espuma quando um fator de espuma estiver especificado. • Efeito de sólidos sobre a altura manométrica gerada pela bomba e a eficiência da bomba. • Recomenda o material a ser aplicado para a via úmida da bomba considerando o tamanho de partícula e a distribuição. • Escolhe o tamanho da bomba para um serviço especificado e calcula a velocidade de bomba necessária. • Calcula a deflexão do eixo e a vida útil do rolamento no ponto de serviço. • Recomenda o tamanho do motor e o acionamento para o serviço. • Calcula a densidade da polpa baseado na densidade da partícula e do líquido, e na concentração e/ou tonelagem. Calcula o vazão real através de uma instalação existente baseado no sistema de tubulação, propriedades da polpa e velocidade da bomba, isto é, estabelecendo a carga circulante nas aplicações de descarga do moinho.
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    17-162Introdução ao MetsoPumpDim™ Limitações Os resultados fornecidos pelo PumpDim™ são representativos para polpas que sedimentam que possuam partículas de tamanho e distribuição “normais”, tais como aquelas encontradas nas indústrias de processamento mineral, com concentrações menores de 40% por volume. Polpas homogêneas com partículas essencialmente menores do que 50 um (µm), isto é: argilas, polpas de cimento, carbonatos de cálcio na qualidade de revestimento/cobertura e ‘filler’, que têm comportamento não-Newtoniano, precisam ser tratadas como sendo um líquido viscoso. A verdadeira velocidade dinâmica plástica da polpa, yield stress (tensão de escoamento) e índice de vazão precisam ser conhecidos. Estes parâmetros podem ser determinados a partir de ensaios (testes) realizados pela Metso Minerals, ou outro laboratório. Para partículas com formato floculento ou fibroso, isto é, algumas aplicações em carepa de moinho e aplicações em polpa de celulose requerem considerações/observações especiais. Por favor consulte a os especialistas em aplicações da Metso. Contact us if you have any further questions. Direitos autorais e garantias O programa (software) foi desenvolvido pela Metso e permanece sempre como nossa propriedade. Ele será devolvido mediante nossa solicitação. A Metso possui os direitos autorais ao software e ele não será copiado ou repassado a terceiros sem a nossa permissão por escrito. Qualquerinformaçãoobtidaapartirdosoftwareéapenasorientadora (consultiva) e não sugere/propõe qualquer oferta legalmente vinculativa ou garantia, a menos que confirmada pela Metso. Quaisquerperguntasrelativasaosoftwareserãodirigidas/endereçadas ao escritório local da Metso.
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    17-163 Introdução aoMetso PumpDim™ Formulário de Cadastramento Por favor copie este formulário e envie-o ao seu escritório local da Metso, conforme endereço constante da contra capa deste manual, ou envie os dados por email para PumpDim@metso.com. Consultetambémosite:www.metso.com/pumpsparaveroformulário de registro pela internet. Nome............................................................................................................................. Cargo............................................................................................................................. Empresa........................................................................................................................ Endereço...................................................................................................................... Cidade/Estado............................................................................................................ CEP/Código de Endereçamento Postal............................................................. Tel................................................................................................................................... Fax.................................................................................................................................. E-mail............................................................................................................................
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    18-165 Miscelâneas I8. MISCELÂNEAS 1kp/cm2 = 98.1 kPa 1 atm = 760 torr = 101 kPa 1lbf/in2 (psi) = 6.89 kPa = 0.07031 kp/cm2 1 torr (mm Hg) = 133 Pa Torque 1 pé. lb = 1.356 Nm Viscosidade dinâmica N s/m2 N s/mm2 P cP 1 10-6 10 103 106 1 10 . 106 109 0,1 0,1 . 10-6 1 100 10-3 10-9 10 . 10-3 1 Viscosidade cinemática = densidade de viscos. dinâmica m2 /s St (Stoke) mm2/ s cSt 1 10 . 103 106 10-6 10 . 10-3 1 0,1 . 10-3 1 100 Vazão 1 usgpm = 0.23 m3 /h (galão U.S. /min) 1 Igpm = 0.276 m3 /h (galão intern./min) Velocidade 1 fps = 0,3408 m/s 1 fpm = 18.288 m/min Claridade de concentração ppm = partes por milhão = mg/l ppb = partes por bilhão = mg/m3 SS = sólidos em suspensão TS = total de sólidos (incl. sólidos dissolvidos) Fatores de conversão Comprimento (L) 1 polegada = 25.4 mm 1 pé = 0.305 m Área 1 pol, quadrada = 645 mm2 = 6.45 cm2 1 pé quadrado = 0.0929 m2 = 929 cm2 Volume 11 polegada cúbica = 16,4 cm3 1 pé cúbico = 28,3 l 1 galão UK (galão imperial) = 4,55 l 1 galão EUA = 3,79 l Massa 1 libra (lb) = 0,454 kg 1 onça peso (oz) = 28,3 g 1 tonelada curta (tonelada norte-americana) = 907 kg Peso Específico (Gravid. Espec). 1 lb/pol3 = 27.7 t/m3 = 27.7 g/cm3 1 lb/pé3 = 16.0 kg/m3 Força 1 kp (kgf) = 9.81 N 1 lbf = 4.45 N Energia 1 kWh = 3.60 MJ 1 kcal = 4.19 kJ 1 Btu = 1.06 kJ Potência 1 kcal/h = 1.16 W 1 hp = 746 W Pressão 1 bar = 14.5 psi = 100 kPa 1 bar = 100 kPa
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    18-166Miscelâneas Escala padrão detela Tyler Mesh Micra Mesh Micra Mesh Micra 21 /2 8000 14 1180 80 180 3 6700 16 1000 100 150 31 /2 5600 20 850 115 125 4 4750 24 710 150 106 5 4000 28 600 170 90 6 3350 32 500 200 75 7 2800 35 425 250 63 8 2360 42 355 270 53 9 2000 48 300 325 45 10 1700 60 250 400 38 12 1400 65 212 500 25
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    18-167 Miscelâneas Densidade desólidos Mineral Densidade Relativa Mineral Densidade Relativa A Albita 2.6 Almandina 4.3 Amianto 2.4-2.5 Anatase 3.9 Apatitendradita 3.8 Apatita 3.2 Arsenopirita 5.9-6.2 Azurita 3.8 B Badeleita 5,6 Barita 4,5 Bauxita 2,6 Berilo 2,7-2,8 Biotita 3,0-3,1 Bismuto 9,8 C Calcita 2,7 Calcocite 5,5-5,8 Calcopirita 4,1-4,3 Cassiterita 7,0 Caulinita 2,6 Celestita 4,0 Cerussite 6,6 Cianita 3,6-3,7 Cinabrita 8,1 Clorite 2,6-3,2 Cobaltita 6,0-6,3 Cobre 8,9 Colemanita 2,4 Coríndon (Corundum) 3 ,9-4,1 Covelita 4,7 Criolita 3,0 Crisocola 2,0-2,3 Cromita 5,1 Cuprita 5,8-6,2 D Diamante 3,5 Diopsídio 3,3-3,4 Dolomita 1,8-2,9 E Enxofre 2,1 Epidoto 3,4 Esfalerita 3,9-4,0 Esfeno (Titanita) 3,3-8,6 Espinela 3,6 Espodumênio 3,1-3,2 Estanita (Estanho) 4,3-4,5 Estibnita (Antimonita) 4.6 F Feldspato (Grupo) 2,6-2,8 Ferberita 7,5 Flint (vide: Sílex) 2,6 Fluorita 3,2 Franklinita 5,1-5,2 G Gahnita 4,6 Galena 7,5 Gesso 2,3 Goethita 4,3 ‘Gold’(vide: Ouro) 15,6-19,3 Grafite 2,1-2,2 Grossulária 3,5 H Halita 2,5 Hematita 5,2 Hiperstênio 3,4 Hornblenda 3,1-3,3 Hübnerita 6,7-7,5 I Ilmenita 4.7 K Kaolinite (vide: Caulinita) 2,6 Kyanite (vide: Cianita) 3,6-3,7 L Lepidolita 2.8-2.9 Limonita 2.2-2.4 M Magnesita 3,0 Magnetita 4,7 Malaquita 4,0 Magnita 4,3
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    18-168Miscelâneas Mineral Densidade RelativaMineral Densidade Relativa M Marcasite 4,6-4,9 Martita 5,2 Microclina 2,6 Microlita 5,5 Molibdenita 4,7-5,0 Monazita 4,9-5,5 Mulita 3,2 Moscovita 2,8-3,0 N Nefelina Sienito 2,6 Niquelina ou Nicolita 7,6-7,8 O Olivina 3,3-3,5 Orpimento 3,4-3,5 Ortoclase ou Ortoclásio 2,5-2,6 Ouro 15,6-19,3 P Petalita 2,4 Platina 14,0-21,5 Pirita 5,0 Pirocloro 4,2-4,4 Pirolusita 4,7-5,0 Piroxênio 3,1-3,6 Pirrotita 4,6-4,7 Prata 10,1-11,1 Q QuartzO 2.7 R Realgar 3,6 Rodocrosita 3,7 Rodonita 3,6-3,7 Rutilo 4,2-4,3 S Scheelita 6,1 Serpentina 2,5-2,7 Siderita 3,9 Sílex 2,6 Sillimanita 3,2 Silver 10,1-11,1 Smithsonita 4,1-4,5 S Sphalerite 3,9-4,0 Sphene 3,3-8,6 Spinel 3,6 Spodumene 3,1-3,2 Stannite 4,3-4,5 Stibnite 4.6 Sulphur 2,1 Silvinita 2,0 T Talco 2,7-2,8 Tantalita 5,2-8,2 Tetraedrita 5,0 Torita 4,5-5,4 Topázio 3,5-3,6 Turmalina 2 ,9-3,2 U UraninitA 11.0 V VermiculitA 2.4-2.7 W WolframitA 6.7-7.5 WollastonitA 2.8-2.9 Z Zólitas 2,0-2,5 Zincita 5,7 Zircão 4,7 Outros sólidos de composição variada: Escória 1,5-4 Terra 1,5-2,8 Cinza (volante) 1,5-3,5 Cinza (de fundo) 1,5-3 Efluentes de lavadora de gases (Wet Scrubber) 2-5 Carepa (Mill Scale) 4,9-5,2
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    18-169 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 1.4 Densidade de sólidos: 1.8 A B C A B C A B C A B C 1 1.003 99.714 41 1.133 2.153 1 1.004 99.556 41 1.223 1.995 2 1.006 49.714 42 1.136 2.095 2 1.009 49.556 42 1.230 1.937 3 1.009 33.048 43 1.140 2.040 3 1.014 32.889 43 1.236 1.881 4 1.012 24.714 44 1.144 1.987 4 1.018 24.556 44 1.243 1.828 5 1.014 19.714 45 1.148 1.937 5 1.023 19.556 45 1.250 1.778 6 1.017 16.381 46 1.151 1.888 6 1.027 16.222 46 1.257 1.729 7 1.020 14.000 47 1.155 1.842 7 1.032 13.841 47 1.264 1.683 8 1.023 12.214 48 1.159 1.798 8 1.037 12.056 48 1.271 1.639 9 1.026 10.825 49 1.163 1.755 9 1.042 10.667 49 1.278 1.596 10 1.029 9.714 50 1.167 1.714 10 1.047 9.556 50 1.286 1.556 11 1.032 8.805 51 1.171 1.675 11 1.051 8.646 51 1.293 1.516 12 1.036 8.048 52 1.174 1.637 12 1.056 7.889 52 1.301 1.479 13 1.039 7.407 53 1.178 1.601 13 1.061 7.248 53 1.308 1.442 14 1.042 6.857 54 1.182 1.566 14 1.066 6.698 54 1.316 1.407 15 1.045 6.381 55 1.186 1.532 15 1.071 6.222 55 1.324 1.374 16 1.048 5.964 56 1.190 1.500 16 1.077 5.806 56 1.331 1.341 17 1.051 5.597 57 1.195 1.469 17 1.082 5.438 57 1.339 1.310 18 1.054 5.270 58 1.199 1.438 18 1.087 5.111 58 1.347 1.280 19 1.057 4.977 59 1.203 1.409 19 1.092 4.819 59 1.355 1.250 20 1.061 4.714 60 1.207 1.381 20 1.098 4.556 60 1.364 1.222 21 1.064 4.476 61 1.211 1.354 21 1.103 4.317 61 1.372 1.195 22 1.067 4.260 62 1.215 1.327 22 1.108 4.101 62 1.380 1.168 23 1.070 4.062 63 1.220 1.302 23 1.114 3.903 63 1.389 1.143 24 1.074 3.881 64 1.224 1.277 24 1.119 3.722 64 1.398 1.118 25 1.077 3.714 65 1.228 1.253 25 1.125 3.556 65 1.406 1.094 26 1.080 3.560 66 1.232 1.229 26 1.131 3.402 66 1.415 1.071 27 1.084 3.418 67 1.237 1.207 27 1.136 3.259 67 1.424 1.048 28 1.087 3.286 68 1.241 1.185 28 1.142 3.127 68 1.433 1.026 29 1.090 3.163 69 1.246 1.164 29 1.148 3.004 69 1.442 1.005 30 1.094 3.048 70 1.250 1.143 30 1.154 2.889 70 1.452 0.984 31 1.097 2.940 71 1.254 1.123 31 1.160 2.781 71 1.461 0.964 32 1.101 2.839 72 1.259 1.103 32 1.166 2.681 72 1.471 0.944 33 1.104 2.745 73 1.264 1.084 33 1.172 2.586 73 1.480 0.925 34 1.108 2.655 74 1.268 1.066 34 1.178 2.497 74 1.490 0.907 35 1.111 2.571 75 1.273 1.048 35 1.184 2.413 75 1.500 0.889 36 1.115 2.492 76 1.277 1.030 36 1.190 2.333 76 1.510 0.871 37 1.118 2.417 77 1.282 1.013 37 1.197 2.258 77 1.520 0.854 38 1.122 2.346 78 1.287 0.996 38 1.203 2.187 78 1.531 0.838 39 1.125 2.278 79 1.292 0.980 39 1.210 2.120 79 1.541 0.821 40 1.129 2.214 80 1.296 0.964 40 1.216 2.056 80 1.552 0.806
  • 180.
    18-170Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA) A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 1.4 Densidade de sólidos: 1.8 A B C A B C A B C A B C 1 1.003 23897 41 1.133 516 1 1.004 23859 41 1.223 478 2 1.006 11914 42 1.136 502 2 1.009 11876 42 1.230 464 3 1.009 7920 43 1.140 489 3 1.014 7882 43 1.236 451 4 1.012 5923 44 1.144 476 4 1.018 5885 44 1.243 438 5 1.014 4725 45 1.148 464 5 1.023 4687 45 1.250 426 6 1.017 3926 46 1.151 452 6 1.027 3888 46 1.257 414 7 1.020 3355 47 1.155 441 7 1.032 3317 47 1.264 403 8 1.023 2927 48 1.159 431 8 1.037 2889 48 1.271 393 9 1.026 2594 49 1.163 421 9 1.042 2556 49 1.278 382 10 1.029 2328 50 1.167 411 10 1.047 2290 50 1.286 373 11 1.032 2110 51 1.171 401 11 1.051 2072 51 1.293 363 12 1.036 1929 52 1.174 392 12 1.056 1891 52 1.301 354 13 1.039 1775 53 1.178 384 13 1.061 1737 53 1.308 346 14 1.042 1643 54 1.182 375 14 1.066 1605 54 1.316 337 15 1.045 1529 55 1.186 367 15 1.071 1491 55 1.324 329 16 1.048 1429 56 1.190 359 16 1.077 1391 56 1.331 321 17 1.051 1341 57 1.195 352 17 1.082 1303 57 1.339 314 18 1.054 1263 58 1.199 345 18 1.087 1225 58 1.347 307 19 1.057 1193 59 1.203 338 19 1.092 1155 59 1.355 300 20 1.061 1130 60 1.207 331 20 1.098 1092 60 1.364 293 21 1.064 1073 61 1.211 324 21 1.103 1035 61 1.372 286 22 1.067 1021 62 1.215 318 22 1.108 983 62 1.380 280 23 1.070 973 63 1.220 312 23 1.114 935 63 1.389 274 24 1.074 930 64 1.224 306 24 1.119 892 64 1.398 268 25 1.077 890 65 1.228 300 25 1.125 852 65 1.406 262 26 1.080 853 66 1.232 295 26 1.131 815 66 1.415 257 27 1.084 819 67 1.237 289 27 1.136 781 67 1.424 251 28 1.087 787 68 1.241 284 28 1.142 749 68 1.433 246 29 1.090 758 69 1.246 279 29 1.148 720 69 1.442 241 30 1.094 730 70 1.250 274 30 1.154 692 70 1.452 236 31 1.097 705 71 1.254 269 31 1.160 666 71 1.461 231 32 1.101 680 72 1.259 264 32 1.166 643 72 1.471 226 33 1.104 658 73 1.264 260 33 1.172 620 73 1.480 222 34 1.108 636 74 1.268 255 34 1.178 598 74 1.490 217 35 1.111 616 75 1.273 251 35 1.184 578 75 1.500 213 36 1.115 597 76 1.277 247 36 1.190 559 76 1.510 209 37 1.118 579 77 1.282 243 37 1.197 541 77 1.520 205 38 1.122 562 78 1.287 239 38 1.203 524 78 1.531 201 39 1.125 546 79 1.292 235 39 1.210 508 79 1.541 197 40 1.129 531 80 1.296 231 40 1.216 493 80 1.552 193
  • 181.
    18-171 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 2.0 Densidade de sólidos: 2.6 A B C A B C A B C A B C 1 1.005 99.500 41 1.258 1.939 1 1.006 99.385 41 1.337 1.824 2 1.010 49.500 42 1.266 1.881 2 1.012 49.385 42 1.349 1.766 3 1.015 32.833 43 1.274 1.826 3 1.019 32.718 43 1.360 1.710 4 1.020 24.500 44 1.282 1.773 4 1.025 24.385 44 1.371 1.657 5 1.026 19.500 45 1.290 1.722 5 1.032 19.385 45 1.383 1.607 6 1.031 16.167 46 1.299 1.674 6 1.038 16.051 46 1.395 1.559 7 1.036 13.786 47 1.307 1.628 7 1.045 13.670 47 1.407 1.512 8 1.042 12.000 48 1.316 1.583 8 1.052 11.885 48 1.419 1.468 9 1.047 10.611 49 1.325 1.541 9 1.059 10.496 49 1.432 1.425 10 1.053 9.500 50 1.333 1.500 10 1.066 9.385 50 1.444 1.385 11 1.058 8.591 51 1.342 1.461 11 1.073 8.476 51 1.457 1.345 12 1.064 7.833 52 1.351 1.423 12 1.080 7.718 52 1.471 1.308 13 1.070 7.192 53 1.361 1.387 13 1.087 7.077 53 1.484 1.271 14 1.075 6.643 54 1.370 1.352 14 1.094 6.527 54 1.498 1.236 15 1.081 6.167 55 1.379 1.318 15 1.102 6.051 55 1.512 1.203 16 1.087 5.750 56 1.389 1.286 16 1.109 5.635 56 1.526 1.170 17 1.093 5.382 57 1.399 1.254 17 1.117 5.267 57 1.540 1.139 18 1.099 5.056 58 1.408 1.224 18 1.125 4.940 58 1.555 1.109 19 1.105 4.763 59 1.418 1.195 19 1.132 4.648 59 1.570 1.080 20 1.111 4.500 60 1.429 1.167 20 1.140 4.385 60 1.585 1.051 21 1.117 4.262 61 1.439 1.139 21 1.148 4.147 61 1.601 1.024 22 1.124 4.045 62 1.449 1.113 22 1.157 3.930 62 1.617 0.998 23 1.130 3.848 63 1.460 1.087 23 1.165 3.732 63 1.633 0.972 24 1.136 3.667 64 1.471 1.063 24 1.173 3.551 64 1.650 0.947 25 1.143 3.500 65 1.481 1.038 25 1.182 3.385 65 1.667 0.923 26 1.149 3.346 66 1.493 1.015 26 1.190 3.231 66 1.684 0.900 27 1.156 3.204 67 1.504 0.993 27 1.199 3.088 67 1.702 0.877 28 1.163 3.071 68 1.515 0.971 28 1.208 2.956 68 1.720 0.855 29 1.170 2.948 69 1.527 0.949 29 1.217 2.833 69 1.738 0.834 30 1.176 2.833 70 1.538 0.929 30 1.226 2.718 70 1.757 0.813 31 1.183 2.726 71 1.550 0.908 31 1.236 2.610 71 1.776 0.793 32 1.190 2.625 72 1.563 0.889 32 1.245 2.510 72 1.796 0.774 33 1.198 2.530 73 1.575 0.870 33 1.255 2.415 73 1.816 0.754 34 1.205 2.441 74 1.587 0.851 34 1.265 2.326 74 1.836 0.736 35 1.212 2.357 75 1.600 0.833 35 1.275 2.242 75 1.857 0.718 36 1.220 2.278 76 1.613 0.816 36 1.285 2.162 76 1.879 0.700 37 1.227 2.203 77 1.626 0.799 37 1.295 2.087 77 1.901 0.683 38 1.235 2.132 78 1.639 0.782 38 1.305 2.016 78 1.923 0.667 39 1.242 2.064 79 1.653 0.766 39 1.316 1.949 79 1.946 0.650 40 1.250 2.000 80 1.667 0.750 40 1.327 1.885 80 1.970 0.635
  • 182.
    18-172Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA) A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 2.0 Densidade de sólidos: 2.6 A B C A B C A B C A B C 1 1.005 23845 41 1.258 465 1 1.006 23818 41 1.337 437 2 1.010 11863 42 1.266 451 2 1.012 11835 42 1.349 423 3 1.015 7869 43 1.274 438 3 1.019 7841 43 1.360 410 4 1.020 5871 44 1.282 425 4 1.025 5844 44 1.371 397 5 1.026 4673 45 1.290 413 5 1.032 4646 45 1.383 385 6 1.031 3874 46 1.299 401 6 1.038 3847 46 1.395 374 7 1.036 3304 47 1.307 390 7 1.045 3276 47 1.407 362 8 1.042 2876 48 1.316 379 8 1.052 2848 48 1.419 352 9 1.047 2543 49 1.325 369 9 1.059 2515 49 1.432 342 10 1.053 2277 50 1.333 359 10 1.066 2249 50 1.444 332 11 1.058 2059 51 1.342 350 11 1.073 2031 51 1.457 322 12 1.064 1877 52 1.351 341 12 1.080 1850 52 1.471 313 13 1.070 1724 53 1.361 332 13 1.087 1696 53 1.484 305 14 1.075 1592 54 1.370 324 14 1.094 1564 54 1.498 296 15 1.081 1478 55 1.379 316 15 1.102 1450 55 1.512 288 16 1.087 1378 56 1.389 308 16 1.109 1350 56 1.526 280 17 1.093 1290 57 1.399 301 17 1.117 1262 57 1.540 273 18 1.099 1212 58 1.408 293 18 1.125 1184 58 1.555 266 19 1.105 1141 59 1.418 286 19 1.132 1114 59 1.570 259 20 1.111 1078 60 1.429 280 20 1.140 1051 60 1.585 252 21 1.117 1021 61 1.439 273 21 1.148 994 61 1.601 245 22 1.124 969 62 1.449 267 22 1.157 942 62 1.617 239 23 1.130 922 63 1.460 261 23 1.165 894 63 1.633 233 24 1.136 879 64 1.471 255 24 1.173 851 64 1.650 227 25 1.143 839 65 1.481 249 25 1.182 811 65 1.667 221 26 1.149 802 66 1.493 243 26 1.190 774 66 1.684 216 27 1.156 768 67 1.504 238 27 1.199 740 67 1.702 210 28 1.163 736 68 1.515 233 28 1.208 708 68 1.720 205 29 1.170 706 69 1.527 227 29 1.217 679 69 1.738 200 30 1.176 679 70 1.538 223 30 1.226 651 70 1.757 195 31 1.183 653 71 1.550 218 31 1.236 625 71 1.776 190 32 1.190 629 72 1.563 213 32 1.245 602 72 1.796 185 33 1.198 606 73 1.575 208 33 1.255 579 73 1.816 181 34 1.205 585 74 1.587 204 34 1.265 557 74 1.836 176 35 1.212 565 75 1.600 200 35 1.275 537 75 1.857 172 36 1.220 546 76 1.613 196 36 1.285 518 76 1.879 168 37 1.227 528 77 1.626 191 37 1.295 500 77 1.901 164 38 1.235 511 78 1.639 187 38 1.305 483 78 1.923 160 39 1.242 495 79 1.653 184 39 1.316 467 79 1.946 156 40 1.250 479 80 1.667 180 40 1.327 452 80 1.970 152
  • 183.
    18-173 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 2.8 Densidade de sólidos: 3.0 A B C A B C A B C A B C 1 1.006 99.357 41 1.358 1.796 1 1.007 99.333 41 1.376 1.772 2 1.013 49.357 42 1.370 1.738 2 1.014 49.333 42 1.389 1.714 3 1.020 32.690 43 1.382 1.683 3 1.020 32.667 43 1.402 1.659 4 1.026 24.357 44 1.394 1.630 4 1.027 24.333 44 1.415 1.606 5 1.033 19.357 45 1.407 1.579 5 1.034 19.333 45 1.429 1.556 6 1.040 16.024 46 1.420 1.531 6 1.042 16.000 46 1.442 1.507 7 1.047 13.643 47 1.433 1.485 7 1.049 13.619 47 1.456 1.461 8 1.054 11.857 48 1.446 1.440 8 1.056 11.833 48 1.471 1.417 9 1.061 10.468 49 1.460 1.398 9 1.064 10.444 49 1.485 1.374 10 1.069 9.357 50 1.474 1.357 10 1.071 9.333 50 1.500 1.333 11 1.076 8.448 51 1.488 1.318 11 1.079 8.424 51 1.515 1.294 12 1.084 7.690 52 1.502 1.280 12 1.087 7.667 52 1.531 1.256 13 1.091 7.049 53 1.517 1.244 13 1.095 7.026 53 1.546 1.220 14 1.099 6.500 54 1.532 1.209 14 1.103 6.476 54 1.563 1.185 15 1.107 6.024 55 1.547 1.175 15 1.111 6.000 55 1.579 1.152 16 1.115 5.607 56 1.563 1.143 16 1.119 5.583 56 1.596 1.119 17 1.123 5.239 57 1.578 1.112 17 1.128 5.216 57 1.613 1.088 18 1.131 4.913 58 1.595 1.081 18 1.136 4.889 58 1.630 1.057 19 1.139 4.620 59 1.611 1.052 19 1.145 4.596 59 1.648 1.028 20 1.148 4.357 60 1.628 1.024 20 1.154 4.333 60 1.667 1.000 21 1.156 4.119 61 1.645 0.996 21 1.163 4.095 61 1.685 0.973 22 1.165 3.903 62 1.663 0.970 22 1.172 3.879 62 1.705 0.946 23 1.174 3.705 63 1.681 0.944 23 1.181 3.681 63 1.724 0.921 24 1.182 3.524 64 1.699 0.920 24 1.190 3.500 64 1.744 0.896 25 1.191 3.357 65 1.718 0.896 25 1.200 3.333 65 1.765 0.872 26 1.201 3.203 66 1.737 0.872 26 1.210 3.179 66 1.786 0.848 27 1.210 3.061 67 1.757 0.850 27 1.220 3.037 67 1.807 0.826 28 1.220 2.929 68 1.777 0.828 28 1.230 2.905 68 1.829 0.804 29 1.229 2.805 69 1.797 0.806 29 1.240 2.782 69 1.852 0.783 30 1.239 2.690 70 1.818 0.786 30 1.250 2.667 70 1.875 0.762 31 1.249 2.583 71 1.840 0.766 31 1.261 2.559 71 1.899 0.742 32 1.259 2.482 72 1.862 0.746 32 1.271 2.458 72 1.923 0.722 33 1.269 2.387 73 1.884 0.727 33 1.282 2.364 73 1.948 0.703 34 1.280 2.298 74 1.907 0.708 34 1.293 2.275 74 1.974 0.685 35 1.290 2.214 75 1.931 0.690 35 1.304 2.190 75 2.000 0.667 36 1.301 2.135 76 1.955 0.673 36 1.316 2.111 76 2.027 0.649 37 1.312 2.060 77 1.980 0.656 37 1.327 2.036 77 2.055 0.632 38 1.323 1.989 78 2.006 0.639 38 1.339 1.965 78 2.083 0.615 39 1.335 1.921 79 2.032 0.623 39 1.351 1.897 79 2.113 0.599 40 1.346 1.857 80 2.059 0.607 40 1.364 1.833 80 2.143 0.583
  • 184.
    18-174Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA) A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 2.8 Densidade de sólidos: 3.0 A B C A B C A B C A B C 1 1.006 23811 41 1.358 430 1 1.007 23805 41 1.376 425 2 1.013 11829 42 1.370 417 2 1.014 11823 42 1.389 411 3 1.020 7834 43 1.382 403 3 1.020 7829 43 1.402 398 4 1.026 5837 44 1.394 391 4 1.027 5831 44 1.415 385 5 1.033 4639 45 1.407 378 5 1.034 4633 45 1.429 373 6 1.040 3840 46 1.420 367 6 1.042 3834 46 1.442 361 7 1.047 3270 47 1.433 356 7 1.049 3264 47 1.456 350 8 1.054 2842 48 1.446 345 8 1.056 2836 48 1.471 340 9 1.061 2509 49 1.460 335 9 1.064 2503 49 1.485 329 10 1.069 2242 50 1.474 325 10 1.071 2237 50 1.500 319 11 1.076 2025 51 1.488 316 11 1.079 2019 51 1.515 310 12 1.084 1843 52 1.502 307 12 1.087 1837 52 1.531 301 13 1.091 1689 53 1.517 298 13 1.095 1684 53 1.546 292 14 1.099 1558 54 1.532 290 14 1.103 1552 54 1.563 284 15 1.107 1444 55 1.547 282 15 1.111 1438 55 1.579 276 16 1.115 1344 56 1.563 274 16 1.119 1338 56 1.596 268 17 1.123 1256 57 1.578 266 17 1.128 1250 57 1.613 261 18 1.131 1177 58 1.595 259 18 1.136 1172 58 1.630 253 19 1.139 1107 59 1.611 252 19 1.145 1101 59 1.648 246 20 1.148 1044 60 1.628 245 20 1.154 1038 60 1.667 240 21 1.156 987 61 1.645 239 21 1.163 981 61 1.685 233 22 1.165 935 62 1.663 232 22 1.172 930 62 1.705 227 23 1.174 888 63 1.681 226 23 1.181 882 63 1.724 221 24 1.182 845 64 1.699 220 24 1.190 839 64 1.744 215 25 1.191 805 65 1.718 215 25 1.200 799 65 1.765 209 26 1.201 768 66 1.737 209 26 1.210 762 66 1.786 203 27 1.210 734 67 1.757 204 27 1.220 728 67 1.807 198 28 1.220 702 68 1.777 198 28 1.230 696 68 1.829 193 29 1.229 672 69 1.797 193 29 1.240 667 69 1.852 188 30 1.239 645 70 1.818 188 30 1.250 639 70 1.875 183 31 1.249 619 71 1.840 184 31 1.261 613 71 1.899 178 32 1.259 595 72 1.862 179 32 1.271 589 72 1.923 173 33 1.269 572 73 1.884 174 33 1.282 567 73 1.948 168 34 1.280 551 74 1.907 170 34 1.293 545 74 1.974 164 35 1.290 531 75 1.931 165 35 1.304 525 75 2.000 160 36 1.301 512 76 1.955 161 36 1.316 506 76 2.027 156 37 1.312 494 77 1.980 157 37 1.327 488 77 2.055 151 38 1.323 477 78 2.006 153 38 1.339 471 78 2.083 147 39 1.335 460 79 2.032 149 39 1.351 455 79 2.113 144 40 1.346 445 80 2.059 145 40 1.364 439 80 2.143 140
  • 185.
    18-175 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 3.2 Densidade de sólidos: 3.4 A B C A B C A B C A B C 1 1.007 99.313 41 1.393 1.752 1 1.007 99.294 41 1.407 1.733 2 1.014 49.313 42 1.406 1.693 2 1.014 49.294 42 1.421 1.675 3 1.021 32.646 43 1.420 1.638 3 1.022 32.627 43 1.436 1.620 4 1.028 24.313 44 1.434 1.585 4 1.029 24.294 44 1.451 1.567 5 1.036 19.313 45 1.448 1.535 5 1.037 19.294 45 1.466 1.516 6 1.043 15.979 46 1.463 1.486 6 1.044 15.961 46 1.481 1.468 7 1.051 13.598 47 1.477 1.440 7 1.052 13.580 47 1.496 1.422 8 1.058 11.813 48 1.493 1.396 8 1.060 11.794 48 1.512 1.377 9 1.066 10.424 49 1.508 1.353 9 1.068 10.405 49 1.529 1.335 10 1.074 9.313 50 1.524 1.313 10 1.076 9.294 50 1.545 1.294 11 1.082 8.403 51 1.540 1.273 11 1.084 8.385 51 1.563 1.255 12 1.090 7.646 52 1.556 1.236 12 1.093 7.627 52 1.580 1.217 13 1.098 7.005 53 1.573 1.199 13 1.101 6.986 53 1.598 1.181 14 1.107 6.455 54 1.590 1.164 14 1.110 6.437 54 1.616 1.146 15 1.115 5.979 55 1.608 1.131 15 1.118 5.961 55 1.635 1.112 16 1.124 5.563 56 1.626 1.098 16 1.127 5.544 56 1.654 1.080 17 1.132 5.195 57 1.644 1.067 17 1.136 5.176 57 1.673 1.049 18 1.141 4.868 58 1.663 1.037 18 1.146 4.850 58 1.693 1.018 19 1.150 4.576 59 1.682 1.007 19 1.155 4.557 59 1.714 0.989 20 1.159 4.313 60 1.702 0.979 20 1.164 4.294 60 1.735 0.961 21 1.169 4.074 61 1.722 0.952 21 1.174 4.056 61 1.756 0.933 22 1.178 3.858 62 1.743 0.925 22 1.184 3.840 62 1.778 0.907 23 1.188 3.660 63 1.764 0.900 23 1.194 3.642 63 1.801 0.881 24 1.198 3.479 64 1.786 0.875 24 1.204 3.461 64 1.824 0.857 25 1.208 3.313 65 1.808 0.851 25 1.214 3.294 65 1.848 0.833 26 1.218 3.159 66 1.831 0.828 26 1.225 3.140 66 1.872 0.809 27 1.228 3.016 67 1.854 0.805 27 1.235 2.998 67 1.897 0.787 28 1.238 2.884 68 1.878 0.783 28 1.246 2.866 68 1.923 0.765 29 1.249 2.761 69 1.902 0.762 29 1.257 2.742 69 1.950 0.743 30 1.260 2.646 70 1.928 0.741 30 1.269 2.627 70 1.977 0.723 31 1.271 2.538 71 1.954 0.721 31 1.280 2.520 71 2.005 0.703 32 1.282 2.438 72 1.980 0.701 32 1.292 2.419 72 2.033 0.683 33 1.293 2.343 73 2.008 0.682 33 1.304 2.324 73 2.063 0.664 34 1.305 2.254 74 2.036 0.664 34 1.316 2.235 74 2.094 0.645 35 1.317 2.170 75 2.065 0.646 35 1.328 2.151 75 2.125 0.627 36 1.329 2.090 76 2.094 0.628 36 1.341 2.072 76 2.157 0.610 37 1.341 2.015 77 2.125 0.611 37 1.354 1.997 77 2.191 0.593 38 1.354 1.944 78 2.156 0.595 38 1.367 1.926 78 2.225 0.576 39 1.366 1.877 79 2.189 0.578 39 1.380 1.858 79 2.261 0.560 40 1.379 1.813 80 2.222 0.563 40 1.393 1.794 80 2.297 0.544
  • 186.
    18-176Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA) A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 2.8 Densidade de sólidos: 3.0 A B C A B C A B C A B C 1 1.006 23811 41 1.358 430 1 1.007 23805 41 1.376 425 2 1.013 11829 42 1.370 417 2 1.014 11823 42 1.389 411 3 1.020 7834 43 1.382 403 3 1.020 7829 43 1.402 398 4 1.026 5837 44 1.394 391 4 1.027 5831 44 1.415 385 5 1.033 4639 45 1.407 378 5 1.034 4633 45 1.429 373 6 1.040 3840 46 1.420 367 6 1.042 3834 46 1.442 361 7 1.047 3270 47 1.433 356 7 1.049 3264 47 1.456 350 8 1.054 2842 48 1.446 345 8 1.056 2836 48 1.471 340 9 1.061 2509 49 1.460 335 9 1.064 2503 49 1.485 329 10 1.069 2242 50 1.474 325 10 1.071 2237 50 1.500 319 11 1.076 2025 51 1.488 316 11 1.079 2019 51 1.515 310 12 1.084 1843 52 1.502 307 12 1.087 1837 52 1.531 301 13 1.091 1689 53 1.517 298 13 1.095 1684 53 1.546 292 14 1.099 1558 54 1.532 290 14 1.103 1552 54 1.563 284 15 1.107 1444 55 1.547 282 15 1.111 1438 55 1.579 276 16 1.115 1344 56 1.563 274 16 1.119 1338 56 1.596 268 17 1.123 1256 57 1.578 266 17 1.128 1250 57 1.613 261 18 1.131 1177 58 1.595 259 18 1.136 1172 58 1.630 253 19 1.139 1107 59 1.611 252 19 1.145 1101 59 1.648 246 20 1.148 1044 60 1.628 245 20 1.154 1038 60 1.667 240 21 1.156 987 61 1.645 239 21 1.163 981 61 1.685 233 22 1.165 935 62 1.663 232 22 1.172 930 62 1.705 227 23 1.174 888 63 1.681 226 23 1.181 882 63 1.724 221 24 1.182 845 64 1.699 220 24 1.190 839 64 1.744 215 25 1.191 805 65 1.718 215 25 1.200 799 65 1.765 209 26 1.201 768 66 1.737 209 26 1.210 762 66 1.786 203 27 1.210 734 67 1.757 204 27 1.220 728 67 1.807 198 28 1.220 702 68 1.777 198 28 1.230 696 68 1.829 193 29 1.229 672 69 1.797 193 29 1.240 667 69 1.852 188 30 1.239 645 70 1.818 188 30 1.250 639 70 1.875 183 31 1.249 619 71 1.840 184 31 1.261 613 71 1.899 178 32 1.259 595 72 1.862 179 32 1.271 589 72 1.923 173 33 1.269 572 73 1.884 174 33 1.282 567 73 1.948 168 34 1.280 551 74 1.907 170 34 1.293 545 74 1.974 164 35 1.290 531 75 1.931 165 35 1.304 525 75 2.000 160 36 1.301 512 76 1.955 161 36 1.316 506 76 2.027 156 37 1.312 494 77 1.980 157 37 1.327 488 77 2.055 151 38 1.323 477 78 2.006 153 38 1.339 471 78 2.083 147 39 1.335 460 79 2.032 149 39 1.351 455 79 2.113 144 40 1.346 445 80 2.059 145 40 1.364 439 80 2.143 140
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    18-177 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 3.6 Densidade de sólidos: 3.8 A B C A B C A B C A B C 1 1.007 99.278 41 1.421 1.717 1 1.007 99.263 41 1.433 1.702 2 1.015 49.278 42 1.435 1.659 2 1.015 49.263 42 1.448 1.644 3 1.022 32.611 43 1.450 1.603 3 1.023 32.596 43 1.464 1.589 4 1.030 24.278 44 1.466 1.551 4 1.030 24.263 44 1.480 1.536 5 1.037 19.278 45 1.481 1.500 5 1.038 19.263 45 1.496 1.485 6 1.045 15.944 46 1.498 1.452 6 1.046 15.930 46 1.513 1.437 7 1.053 13.563 47 1.514 1.405 7 1.054 13.549 47 1.530 1.391 8 1.061 11.778 48 1.531 1.361 8 1.063 11.763 48 1.547 1.346 9 1.070 10.389 49 1.548 1.319 9 1.071 10.374 49 1.565 1.304 10 1.078 9.278 50 1.565 1.278 10 1.080 9.263 50 1.583 1.263 11 1.086 8.369 51 1.583 1.239 11 1.088 8.354 51 1.602 1.224 12 1.095 7.611 52 1.601 1.201 12 1.097 7.596 52 1.621 1.186 13 1.104 6.970 53 1.620 1.165 13 1.106 6.955 53 1.641 1.150 14 1.112 6.421 54 1.639 1.130 14 1.115 6.406 54 1.661 1.115 15 1.121 5.944 55 1.659 1.096 15 1.124 5.930 55 1.681 1.081 16 1.131 5.528 56 1.679 1.063 16 1.134 5.513 56 1.703 1.049 17 1.140 5.160 57 1.700 1.032 17 1.143 5.146 57 1.724 1.018 18 1.149 4.833 58 1.721 1.002 18 1.153 4.819 58 1.746 0.987 19 1.159 4.541 59 1.742 0.973 19 1.163 4.526 59 1.769 0.958 20 1.169 4.278 60 1.765 0.944 20 1.173 4.263 60 1.792 0.930 21 1.179 4.040 61 1.787 0.917 21 1.183 4.025 61 1.816 0.903 22 1.189 3.823 62 1.811 0.891 22 1.193 3.809 62 1.841 0.876 23 1.199 3.626 63 1.835 0.865 23 1.204 3.611 63 1.866 0.850 24 1.210 3.444 64 1.860 0.840 24 1.215 3.430 64 1.892 0.826 25 1.220 3.278 65 1.885 0.816 25 1.226 3.263 65 1.919 0.802 26 1.231 3.124 66 1.911 0.793 26 1.237 3.109 66 1.947 0.778 27 1.242 2.981 67 1.938 0.770 27 1.248 2.967 67 1.975 0.756 28 1.253 2.849 68 1.965 0.748 28 1.260 2.835 68 2.004 0.734 29 1.265 2.726 69 1.993 0.727 29 1.272 2.711 69 2.034 0.712 30 1.277 2.611 70 2.022 0.706 30 1.284 2.596 70 2.065 0.692 31 1.288 2.504 71 2.052 0.686 31 1.296 2.489 71 2.097 0.672 32 1.301 2.403 72 2.083 0.667 32 1.309 2.388 72 2.130 0.652 33 1.313 2.308 73 2.115 0.648 33 1.321 2.293 73 2.164 0.633 34 1.325 2.219 74 2.148 0.629 34 1.334 2.204 74 2.199 0.615 35 1.338 2.135 75 2.182 0.611 35 1.348 2.120 75 2.235 0.596 36 1.351 2.056 76 2.217 0.594 36 1.361 2.041 76 2.273 0.579 37 1.365 1.980 77 2.253 0.576 37 1.375 1.966 77 2.311 0.562 38 1.378 1.909 78 2.290 0.560 38 1.389 1.895 78 2.351 0.545 39 1.392 1.842 79 2.329 0.544 39 1.403 1.827 79 2.393 0.529 40 1.406 1.778 80 2.368 0.528 40 1.418 1.763 80 2.436 0.513
  • 188.
    18-178Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA) A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 3.6 Densidade de sólidos: 3.8 A B C A B C A B C A B C 1 1.007 23792 41 1.421 411 1 1.007 23789 41 1.433 408 2 1.015 11810 42 1.435 398 2 1.015 11806 42 1.448 394 3 1.022 7815 43 1.450 384 3 1.023 7812 43 1.464 381 4 1.030 5818 44 1.466 372 4 1.030 5815 44 1.480 368 5 1.037 4620 45 1.481 359 5 1.038 4616 45 1.496 356 6 1.045 3821 46 1.498 348 6 1.046 3818 46 1.513 344 7 1.053 3250 47 1.514 337 7 1.054 3247 47 1.530 333 8 1.061 2823 48 1.531 326 8 1.063 2819 48 1.547 323 9 1.070 2490 49 1.548 316 9 1.071 2486 49 1.565 313 10 1.078 2223 50 1.565 306 10 1.080 2220 50 1.583 303 11 1.086 2006 51 1.583 297 11 1.088 2002 51 1.602 293 12 1.095 1824 52 1.601 288 12 1.097 1820 52 1.621 284 13 1.104 1670 53 1.620 279 13 1.106 1667 53 1.641 276 14 1.112 1539 54 1.639 271 14 1.115 1535 54 1.661 267 15 1.121 1424 55 1.659 263 15 1.124 1421 55 1.681 259 16 1.131 1325 56 1.679 255 16 1.134 1321 56 1.703 251 17 1.140 1237 57 1.700 247 17 1.143 1233 57 1.724 244 18 1.149 1158 58 1.721 240 18 1.153 1155 58 1.746 237 19 1.159 1088 59 1.742 233 19 1.163 1085 59 1.769 230 20 1.169 1025 60 1.765 226 20 1.173 1022 60 1.792 223 21 1.179 968 61 1.787 220 21 1.183 965 61 1.816 216 22 1.189 916 62 1.811 214 22 1.193 913 62 1.841 210 23 1.199 869 63 1.835 207 23 1.204 865 63 1.866 204 24 1.210 825 64 1.860 201 24 1.215 822 64 1.892 198 25 1.220 786 65 1.885 196 25 1.226 782 65 1.919 192 26 1.231 749 66 1.911 190 26 1.237 745 66 1.947 186 27 1.242 714 67 1.938 185 27 1.248 711 67 1.975 181 28 1.253 683 68 1.965 179 28 1.260 679 68 2.004 176 29 1.265 653 69 1.993 174 29 1.272 650 69 2.034 171 30 1.277 626 70 2.022 169 30 1.284 622 70 2.065 166 31 1.288 600 71 2.052 164 31 1.296 596 71 2.097 161 32 1.301 576 72 2.083 160 32 1.309 572 72 2.130 156 33 1.313 553 73 2.115 155 33 1.321 550 73 2.164 152 34 1.325 532 74 2.148 151 34 1.334 528 74 2.199 147 35 1.338 512 75 2.182 146 35 1.348 508 75 2.235 143 36 1.351 493 76 2.217 142 36 1.361 489 76 2.273 139 37 1.365 475 77 2.253 138 37 1.375 471 77 2.311 135 38 1.378 457 78 2.290 134 38 1.389 454 78 2.351 131 39 1.392 441 79 2.329 130 39 1.403 438 79 2.393 127 40 1.406 426 80 2.368 127 40 1.418 423 80 2.436 123
  • 189.
    18-179 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 4.2 Densidade de sólidos: 4.6 A B C A B C A B C A B C 1 1.008 99.238 41 1.454 1.677 1 1.008 99.217 41 1.472 1.656 2 1.015 49.238 42 1.471 1.619 2 1.016 49.217 42 1.490 1.598 3 1.023 32.571 43 1.487 1.564 3 1.024 32.551 43 1.507 1.543 4 1.031 24.238 44 1.504 1.511 4 1.032 24.217 44 1.525 1.490 5 1.040 19.238 45 1.522 1.460 5 1.041 19.217 45 1.544 1.440 6 1.048 15.905 46 1.540 1.412 6 1.049 15.884 46 1.563 1.391 7 1.056 13.524 47 1.558 1.366 7 1.058 13.503 47 1.582 1.345 8 1.065 11.738 48 1.577 1.321 8 1.067 11.717 48 1.602 1.301 9 1.074 10.349 49 1.596 1.279 9 1.076 10.329 49 1.622 1.258 10 1.082 9.238 50 1.615 1.238 10 1.085 9.217 50 1.643 1.217 11 1.091 8.329 51 1.636 1.199 11 1.094 8.308 51 1.664 1.178 12 1.101 7.571 52 1.656 1.161 12 1.104 7.551 52 1.686 1.140 13 1.110 6.930 53 1.677 1.125 13 1.113 6.910 53 1.709 1.104 14 1.119 6.381 54 1.699 1.090 14 1.123 6.360 54 1.732 1.069 15 1.129 5.905 55 1.721 1.056 15 1.133 5.884 55 1.756 1.036 16 1.139 5.488 56 1.744 1.024 16 1.143 5.467 56 1.780 1.003 17 1.149 5.120 57 1.768 0.992 17 1.153 5.100 57 1.805 0.972 18 1.159 4.794 58 1.792 0.962 18 1.164 4.773 58 1.831 0.942 19 1.169 4.501 59 1.817 0.933 19 1.175 4.481 59 1.858 0.912 20 1.180 4.238 60 1.842 0.905 20 1.186 4.217 60 1.885 0.884 21 1.190 4.000 61 1.868 0.877 21 1.197 3.979 61 1.913 0.857 22 1.201 3.784 62 1.895 0.851 22 1.208 3.763 62 1.943 0.830 23 1.212 3.586 63 1.923 0.825 23 1.220 3.565 63 1.973 0.805 24 1.224 3.405 64 1.952 0.801 24 1.231 3.384 64 2.003 0.780 25 1.235 3.238 65 1.981 0.777 25 1.243 3.217 65 2.035 0.756 26 1.247 3.084 66 2.011 0.753 26 1.255 3.064 66 2.068 0.733 27 1.259 2.942 67 2.043 0.731 27 1.268 2.921 67 2.102 0.710 28 1.271 2.810 68 2.075 0.709 28 1.281 2.789 68 2.138 0.688 29 1.284 2.686 69 2.108 0.687 29 1.294 2.666 69 2.174 0.667 30 1.296 2.571 70 2.143 0.667 30 1.307 2.551 70 2.212 0.646 31 1.309 2.464 71 2.178 0.647 31 1.320 2.443 71 2.250 0.626 32 1.322 2.363 72 2.215 0.627 32 1.334 2.342 72 2.291 0.606 33 1.336 2.268 73 2.253 0.608 33 1.348 2.248 73 2.333 0.587 34 1.350 2.179 74 2.293 0.589 34 1.363 2.159 74 2.376 0.569 35 1.364 2.095 75 2.333 0.571 35 1.377 2.075 75 2.421 0.551 36 1.378 2.016 76 2.376 0.554 36 1.392 1.995 76 2.468 0.533 37 1.393 1.941 77 2.419 0.537 37 1.408 1.920 77 2.516 0.516 38 1.408 1.870 78 2.465 0.520 38 1.423 1.849 78 2.567 0.499 39 1.423 1.802 79 2.512 0.504 39 1.439 1.781 79 2.620 0.483 40 1.438 1.738 80 2.561 0.488 40 1.456 1.717 80 2.674 0.467
  • 190.
    18-180Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA) A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 4.2 Densidade de sólidos: 4.6 A B C A B C A B C A B C 1 1.008 23783 41 1.454 402 1 1.008 23778 41 1.472 397 2 1.015 11800 42 1.471 388 2 1.016 11795 42 1.490 383 3 1.023 7806 43 1.487 375 3 1.024 7801 43 1.507 370 4 1.031 5809 44 1.504 362 4 1.032 5804 44 1.525 357 5 1.040 4610 45 1.522 350 5 1.041 4605 45 1.544 345 6 1.048 3812 46 1.540 338 6 1.049 3807 46 1.563 333 7 1.056 3241 47 1.558 327 7 1.058 3236 47 1.582 322 8 1.065 2813 48 1.577 317 8 1.067 2808 48 1.602 312 9 1.074 2480 49 1.596 307 9 1.076 2475 49 1.622 301 10 1.082 2214 50 1.615 297 10 1.085 2209 50 1.643 292 11 1.091 1996 51 1.636 287 11 1.094 1991 51 1.664 282 12 1.101 1814 52 1.656 278 12 1.104 1810 52 1.686 273 13 1.110 1661 53 1.677 270 13 1.113 1656 53 1.709 265 14 1.119 1529 54 1.699 261 14 1.123 1524 54 1.732 256 15 1.129 1415 55 1.721 253 15 1.133 1410 55 1.756 248 16 1.139 1315 56 1.744 245 16 1.143 1310 56 1.780 240 17 1.149 1227 57 1.768 238 17 1.153 1222 57 1.805 233 18 1.159 1149 58 1.792 231 18 1.164 1144 58 1.831 226 19 1.169 1079 59 1.817 224 19 1.175 1074 59 1.858 219 20 1.180 1016 60 1.842 217 20 1.186 1011 60 1.885 212 21 1.190 959 61 1.868 210 21 1.197 954 61 1.913 205 22 1.201 907 62 1.895 204 22 1.208 902 62 1.943 199 23 1.212 859 63 1.923 198 23 1.220 854 63 1.973 193 24 1.224 816 64 1.952 192 24 1.231 811 64 2.003 187 25 1.235 776 65 1.981 186 25 1.243 771 65 2.035 181 26 1.247 739 66 2.011 180 26 1.255 734 66 2.068 176 27 1.259 705 67 2.043 175 27 1.268 700 67 2.102 170 28 1.271 673 68 2.075 170 28 1.281 668 68 2.138 165 29 1.284 644 69 2.108 165 29 1.294 639 69 2.174 160 30 1.296 616 70 2.143 160 30 1.307 611 70 2.212 155 31 1.309 591 71 2.178 155 31 1.320 585 71 2.250 150 32 1.322 566 72 2.215 150 32 1.334 561 72 2.291 145 33 1.336 544 73 2.253 146 33 1.348 539 73 2.333 141 34 1.350 522 74 2.293 141 34 1.363 517 74 2.376 136 35 1.364 502 75 2.333 137 35 1.377 497 75 2.421 132 36 1.378 483 76 2.376 133 36 1.392 478 76 2.468 128 37 1.393 465 77 2.419 129 37 1.408 460 77 2.516 124 38 1.408 448 78 2.465 125 38 1.423 443 78 2.567 120 39 1.423 432 79 2.512 121 39 1.439 427 79 2.620 116 40 1.438 417 80 2.561 117 40 1.456 411 80 2.674 112
  • 191.
    18-181 Miscelâneas Água esólidos – Dados sobre densidade de polpa A = Sólidos por peso [%] B = Densidade de Polpa [ton/m3 ] C = Volume de polpa [m3/ton sólidos] Densidade de sólidos: 5.0 A B C A B C 1 1.008 99.200 41 1.488 1.639 2 1.016 49.200 42 1.506 1.581 3 1.025 32.533 43 1.524 1.526 4 1.033 24.200 44 1.543 1.473 5 1.042 19.200 45 1.563 1.422 6 1.050 15.867 46 1.582 1.374 7 1.059 13.486 47 1.603 1.328 8 1.068 11.700 48 1.623 1.283 9 1.078 10.311 49 1.645 1.241 10 1.087 9.200 50 1.667 1.200 11 1.096 8.291 51 1.689 1.161 12 1.106 7.533 52 1.712 1.123 13 1.116 6.892 53 1.736 1.087 14 1.126 6.343 54 1.761 1.052 15 1.136 5.867 55 1.786 1.018 16 1.147 5.450 56 1.812 0.986 17 1.157 5.082 57 1.838 0.954 18 1.168 4.756 58 1.866 0.924 19 1.179 4.463 59 1.894 0.895 20 1.190 4.200 60 1.923 0.867 21 1.202 3.962 61 1.953 0.839 22 1.214 3.745 62 1.984 0.813 23 1.225 3.548 63 2.016 0.787 24 1.238 3.367 64 2.049 0.763 25 1.250 3.200 65 2.083 0.738 26 1.263 3.046 66 2.119 0.715 27 1.276 2.904 67 2.155 0.693 28 1.289 2.771 68 2.193 0.671 29 1.302 2.648 69 2.232 0.649 30 1.316 2.533 70 2.273 0.629 31 1.330 2.426 71 2.315 0.608 32 1.344 2.325 72 2.358 0.589 33 1.359 2.230 73 2.404 0.570 34 1.374 2.141 74 2.451 0.551 35 1.389 2.057 75 2.500 0.533 36 1.404 1.978 76 2.551 0.516 37 1.420 1.903 77 2.604 0.499 38 1.437 1.832 78 2.660 0.482 39 1.453 1.764 79 2.717 0.466 40 1.471 1.700 80 2.778 0.450
  • 192.
    18-182Miscelâneas Água e sólidos– Dados sobre densidade de polpa (US-EUA A = Sólidos por peso [%] B = Peso Específico (Gravidade Específica) Polpa C = Volume da Polpa USG/ston sólidos Densidade de sólidos: 5.0 A B C A B C 1 1.008 23774 41 1.488 393 2 1.016 11791 42 1.506 379 3 1.025 7797 43 1.524 366 4 1.033 5800 44 1.543 353 5 1.042 4601 45 1.563 341 6 1.050 3803 46 1.582 329 7 1.059 3232 47 1.603 318 8 1.068 2804 48 1.623 307 9 1.078 2471 49 1.645 297 10 1.087 2205 50 1.667 288 11 1.096 1987 51 1.689 278 12 1.106 1805 52 1.712 269 13 1.116 1652 53 1.736 261 14 1.126 1520 54 1.761 252 15 1.136 1406 55 1.786 244 16 1.147 1306 56 1.812 236 17 1.157 1218 57 1.838 229 18 1.168 1140 58 1.866 221 19 1.179 1070 59 1.894 214 20 1.190 1007 60 1.923 208 21 1.202 950 61 1.953 201 22 1.214 897 62 1.984 195 23 1.225 850 63 2.016 189 24 1.238 807 64 2.049 183 25 1.250 767 65 2.083 177 26 1.263 730 66 2.119 171 27 1.276 696 67 2.155 166 28 1.289 664 68 2.193 161 29 1.302 635 69 2.232 156 30 1.316 607 70 2.273 151 31 1.330 581 71 2.315 146 32 1.344 557 72 2.358 141 33 1.359 534 73 2.404 137 34 1.374 513 74 2.451 132 35 1.389 493 75 2.500 128 36 1.404 474 76 2.551 124 37 1.420 456 77 2.604 120 38 1.437 439 78 2.660 116 39 1.453 423 79 2.717 112 40 1.471 407 80 2.778 108
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    19-185 Tabelas deresistência química Mídia Borracha Cloro- CSM* Poli- Natural Butila EPDM Nitrila pren0 Hypalone urethano Aluminium Chloride A A A A A A A Aluminium Phosphate A A A A A A A Ammonium Nitrate C A A A B A U Animal Fats U B B A B B A Beet Sugar Liquors A A A A A A Bleach Solution U A A C A Brine A A A A Bunker Oil A B Calcium Hydroxide A A A A A A A Calcium Hypochlorite U A A C C A Chlorine (Wet) U C C U C U Chrome Plating Solutions U U U U U C U Copper Chloride A A A A A A A Copper Cyanide A A A A A A A Copper Sulfate B A A A A A A Creosote U U U B C C B Detergent Solutions B A A A A A U Diesel Oil U U U A B B B Fatty Acids C U U B B B Ferric Chloride A A A A A A A Ferric Nitrate A A A A A A Ferric Sulfate A A A A A A Fluorosilic Acid A A A A Fuel Oil U U U A B B B Gasoline U U U A B B A Glycerine A A A A A A A Glycols A A A A A A B Hydraulic Oil (Petroleum) U U U A B B A Hydrochloric Acid (Hot 37%) U C C U U C U Hydrochloric Acid (Cold 37%) B A A B B A U Hydrofluoric Acid (Conc) Cold U B B U B A U Hydrofluoric Acid (Anhydrous) U B B A *= Clorossulfonil-polietileno A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado Materiais Elastômeros 19. TABELAS DE RESISTÊNCIA QUÍMICA Cloreto de alumínio Fosfato de alumínio Nitrato de amônio Gorduras animais Licores/Xaropes de açúcar de beterraba Solução de alvejante Salmoura Óleo combustível de alta viscosidade Hidróxido de cálcio Hipoclorito de cálcio Cloro (molhado) Soluções para cromeação Cloreto de cobre Cianeto de cobre Sulfato de cobre Creosoto Soluções detergentes Óleo diesel Ácidos graxos Cloreto férrico Nitrato férrico Sulfato férrico Ácido Fluorosilícico Óleo Combustível Gasolina Glicerina Glicóis Óleo hidráulico (de petróleo) Ácido clorídrico (quente 37%) Ácido clorídrico (frio 37%) Ácido fluorídrico (Conc.) Frio Ácido fluorídrico (anidro)
  • 196.
    19-186Tabelas de resistênciaquímica Elastomer Materials Mídia Borracha Cloro- CSM* Poli- Natural Butila EPDM Nitrila pren0 Hypalone urethano Hydrogen Peroxide (90%) U C C U C Kerosene U U U A C C B Lacquers U U U U U U U Lacquers Solvents U U U U U U U Lead Acetate A A B B Lubrication Oils (Petroleum) U U U A B B B Lye B A A B B A B Magnesium Chloride A A A A A A A Mineral Oil U U U A B B A Naphta U U U C C U C Nickel Chloride A A A A A A Nickel Sulfate B A A A A A A Nitric Acid Conc. U C C U C B U Nitric Acid Dilute U B B U A A C Olive Oil U B B A B B A Phosphoric Acid 20% C A A B B A A Pickling Solution C C C Pine Oil U U U B U U Potassium Carbonate B B B B B B Salt Water A A A A A A Sewage B B B A A A U Silicone Greases A A A A A A A Silicone Oils A A A A A A A Soda Ash A A A A A A Sodium Bislulfite B A A A A A Sulfite Liquors B B B B B B Sulfuric Acid (Dilute) C B B U B A B Sulfuric Acid (Conc) U B B U U B U Tar. Bituminous U U U B C C Transformer Oil U U U A B B Transmission Fluid Type A U U U A B B A Trichloroethylene U U U C U U U *= Clorossulfonil-polietileno A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado Peróxido de hidrogênio/ água oxigenada (90%) Querosene Lacas Lacas solventes Acetato de chumbo Óleos lubrificantes (petróleo) Soda cáustica (hidróxido de sódio) Cloreto de Magnésio Óleo Mineral Nafta Cloreto de níquel Sulfato de níquel Ácido Nítrico conc. Ácido nítrico diluído Azeite de oliva Ácido fosfórico 20% Solução para decapagem Óleo de pinho Carbonato de potássio Água salgada Esgoto Graxas de Silicone Óleos de silicone Carbonato de sódio (barrilha) Bissulfito de sódio Licores de Sulfite Ácido Sulfúrico (diluído) Ácido Sulfúrico (conc.) Piche betuminoso (betume) Óleo de transformador Fluido de transmissão Tipo A Tricloroetileno
  • 197.
    19-187 Tabelas deresistência química Alto Cromo Centígrado C 20o 60o 100o Aluminium sulphite U U U Ammonia, anhydrous A A A Ammonia, aqueous A A A Ammonium chloride A Aqua regia U U U Aromatic solvents A A A Brines, saturated U U U Bromide (K) soin. U U U Calcium chloride U U U Carton disulphide A A A Caroonic acid A A A Caustic soda & potash A A A Cellulose paint Não há dados Chlorates of Na, K, Ba Não há dados Chlorine wet U U U Chlorides oif Na, K, Mg U U U Copper sulphate U U U Emulsifiers (all conc.) U U U Ether A A A Fatty acids (<Cb) A A A Ferrous sulphate A A A Fluorine, wet U U U Fluorosilic acid U U U Sulfito de alumínio Amônia anidra Amônia aquosa Cloreto de amônio Água-régia Solventes aromáticos Salmouras saturadas Brometo de (K) soin. Cloreto de cálcio Dissulfeto de carbono Ácido carbônico Soda cáustica e cloreto de potássio Tinta de celulose Cloretos de Na, K, Ba Cloro úmido Cloretos de Na, K, Mg Sulfato de cobre Emulsionantes (todos as conc.) Éter Ácidos graxos (<Cb) Sulfato ferroso Flúor, molhado Ácido Fluorosilícico A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado
  • 198.
    19-188Tabelas de resistênciaquímica Centigrado C 20o 60o 100o Hydrochloric acid (10%) U U U Hydrochloric acid (conc.) U U U Hydrofluoric acid (40%) U U U Hydrofluoric acid (75%) U U U Hydrogen sulphide A A A Hypochlorites A B C Hypochlorite (Na 12-14%) A Não há dados Não há dados Lead acetate A A C Lime (CaO) A A A Methanol A A A Milk and its products A B B Molasses A A A Naphta A A A Naphtalene A A A Nickel salts U U U Nitrates of Na, K, NH3 A A A Nitric acid (<25%) A A C Nitric acid (50%) A A C Nitric acid (90%) A A C Nitric acid, fuming A B C Nitrite (Na) A A A Oil, diesel A A A Oils, essential A A A Oils, lube + aromatic ads. A A A Oils, mineral A A A Oils, vegetable & animal A A A A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado Alto Cromo Ácido clorídrico (10%) Ácido clorídrico (conc.) Ácido fluorídrico (40%) Ácido fluorídrico (75%) Sulfureto de hidrogénio Hipocloritos Hipoclorito (Na 12-14%) Acetato de chumbo Cal (CaO) Metanol Leite e seus derivados Melaço Nafta Naftaleno Sais de níquel Nitratos de K Na, NH3 Ácido nítrico (<25%) Ácido nítrico (50%) Ácido nítrico (90%) Ácido nítrico, fumegate Nitrito (Na) Óleo, diesel Óleos essenciais Óleos lubrificantes + aditivos aromáticos. Óleos minerais Óleos vegetais e animais
  • 199.
    19-189 Tabelas deresistência química Centigrado C 20o 60o 100o Petroleum spirits A A A Phenol A A A Phosphoric acid (20%) U U U Phosphorous chlorides U U U Pieric acid A B C Sea water A A B Sodium carbonate A A A Sodium silicate A A A Sodium sulphide U U U Stannic chloride U U U Starch A A A Sugar spin, syrups, jams A A A Sulphates (Na, K, Mg, Ca) A A A Sulphites A A A Sulphur A A A Sulphur dioxide, dry A A A Sulphur dioxide, wet A B C Sulphur dioxide (96%) U U U Sulphur trioxide U U U Sulphuric acid (<50%) U U U Sulphur chlorides U U U Tallow A A A Tannic acid (10%) A A A Wetting agents (to 5%) A A A Zinc chloride U U U A = Recomendado - pouco ou nenhum efeito B = Efeito menor ou moderado C = Efeito de moderado a severo U = Não recomendado Alto Cromo Gasolinas Fenol Ácido fosfórico (20%) Cloretos de fósforo Ácido Pipérico Água do mar Carbonato de sódio Silicato de sódio Sulfeto de sódio Cloreto de estanho Amido Centrifugados, xaropes, geléias do açúcar Sulfatos (Na, K, Mg, Ca) Sulfitos Enxofre Dióxido de enxofre, seco Dióxido de enxofre, molhado Dióxido de enxofre (96%) Trióxido de enxofre Ácido sulfúrico (<50%) Cloretos de enxofre Sebo Ácido tânico (10%) Agentes umectantes (para 5%) Cloreto de zinco
  • 200.
  • 201.
  • 202.
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    As informações contidasneste documento são de natureza geralenãosedestinamàconstrução,instalaçãooufinalidades de aplicação específicas. As previsões de desempenho real de um determinado equipamento devem levar em conta os muitos fatores variáveis que a máquina / equipamento poderá encontrar em campo. Devido àqueles fatores, não se faz nenhuma garantia de qualquer espécie, expressa ou implícita, pela apresentação dos dados generalizados contidos neste documento. Reservamo-nos o direito de realizar alterações nas especi- ficações apresentadas neste documento ou de introduzir melhorias a qualquer momento sem aviso ou obrigação. © Metso 2012. Edição 1, Portuguese. € 15. www.metso.com E-mail: minerals.info@metso.com Informações sobre bombas em: www.metso.com/pumps www.metso.com/br • Metso Minerals (Sweden) AB Norrängsgatan 2, SE-733 38 Sala, Sweden, Phone: +46 224 374 00, Fax: +46 224 169 50 • Metso Minerals Industries Inc. 4820 Centennial Blvd, Suite 115, Colorado Springs, Co 80919-3351, USA, Phone: +1 719 471 3443, Fax: +1 719 471 4469 • Metso Minerals Industries Inc. P.O. Box 96, Birmingham, AL 35201, USA, Phone: +1 205 599 6600, Fax: +1 205 599 6623 • Metso Minerals (South Africa) (Pty) Ltd. Private Bag X2006, Isando, Johannesburg,1600, South Africa, Phone: +27 11 961 4000, Fax: +27 11 397 2050 • Metso Minerals (Australia) Ltd. Level 2, 1110 Hay Street, West Perth, WA 6005, Australia, Phone: +61 8 9420 5555, Fax: +61 8 9320 2500 • Metso Minerals (India) Pvt Ltd 1th floor, DLF Building No. 10, Tower A, DLF Cyber City, Phase - III, Gurgaon - 122 002, India, Phone: +91 124 235 1541, Fax: +91 124 235 1601 • Metso Perú S.A. Calle 5 Nro. 144, Urb. Industrial Vulcano, Ate, Lima 03, Peru, Phone: +51 1 313 4366, Fax: +51 1 349 0913 • Metso Minerals (Chile) S.A. Av. Los Conquistadores 2758, Piso 3, Providencia, Santiago, Chile, Phone: +56 2 370 2000, Fax: +56 2 370 2039 • Metso Brasil Indústria e Comércio Ltda. Av. Independência, 2500 Éden, 18087-101 Sorocaba-SP - Brazil, Phone: +55 15 2102 1300