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MANUAL DE BOMBAS
MANUAL DE BOMBA

Copyright 2004 GRUNDFOS Management A/S. Todos os direitos reservados.
As leis de direitos autorais e tratados internacionais protegem este material.
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qualquer meio sem prévia permissão por escrito da GRUNDFOS Management A/S.
Isenção de Responsabilidade
Tomamos todo cuidado necessário para garantir a exatidão do conteúdo deste ma
terial, entretanto, a GRUNDFOS Management A/S não será responsável por qualquer
perda, quer seja direta, indireta, incidental ou consequente que possa surgir do uso
ou confiança depositada sobre qualquer conteúdo deste material.
Introdução
A indústria fabril tem uma elevada demanda pesada por bombas, quando
se trata de uma ótima operação, alta confiabilidade e baixo consumo de
energia. Por esse motivo, a Grundfos desenvolveu o Manual de Bomba,
que, de maneira simples, aborda com várias considerações ao dimensionar
bombas e sistemas de bombas.
Elaboramos um manual para engenheiros e técnicos que trabalham
com o projeto e instalação de bombas e sistemas de bombas, contendo
respostas para uma ampla variedade de perguntas técnicas específicas
sobre as bombas. O Manual de Bombas pode ser lido do princípio ao fim ou
parcialmente sobre tópicos específicos.
O manual está dividido em 5 capítulos, os quais abordam as diferentes
fases do projeto de sistemas de bombas.
No capítulo 1 fazemos uma apresentação geral de diferentes tipos de
bombas e componentes. Aqui também descrevemos quais precauções
tomar ao lidar com líquidos viscosos. Além disso, os materiais mais usados,
assim como os diferentes tipos de corrosão são apresentados aqui. As
terminologias mais importantes relacionadas à leitura do desempenho
das bombas são apresentadas no capítulo 2. O Capítulo 3 aborda os
sistemas hidráulicos e alguns dos fatores mais importantes a considerar
para se obter uma ótima operação do sistema de bombas. Visto que é
frequentemente necessário ajustar o desempenho da bomba por meio
de vários métodos de ajuste, estes métodos são abordados no capítulo 4.
O capítulo 5 descreve os custos do ciclo de vida uma vez que o consumo
de energia desempenha um papel importante nas bombas e sistemas de
bombas de hoje.
Esperamos sinceramente que você faça uso do Manual de Bomba e o
considere útil no seu trabalho diário.

Diretor de Segmento	

Especialista em Aplicação

Mogens Roy Olesen	

Christian R. Bech
Índice

Capítulo 1 Design de bombas e motores.................................7 1.4.5	 Proteção do motor............................................................. 49
Seção 1.5 Líquidos............................................................................53
Seção 1.1 Construção de bombas................................................8 1.5.1 	 Líquidos viscosos............................................................................ 54
1.1.1 A bomba centrífuga...............................................................8 1.5.2 	 Líquidos Não Newtonianos ...................................................... 55
1.1.2 Curvas das bombas................................................................ 9 1.5.3 	 Impacto dos líquidos viscosos sobre o desempenho
1.1.3 Características da bomba centrífuga...........................11 	
de uma bomba centrífuga......................................................... 55
1.1.4 Tipos mais comuns de bombas de
1.5.4 	 Seleção da bomba correta para um líquido
	
sucção axial e em linha ................................................... 12 	
com anticongelante ......................................................................56
1.1.5 Tipos de rotores (forças axiais) ....................................... 14 1.5.5 	 Exemplo de cálculo ....................................................................... 58
1.1.6 Tipos de carcaças (forças radiais)................................... 15 1.5.6 	 Seleção da bomba com auxílio de computador
1.1.7 Bombas monoestágio....................................................... 15 	
para líquidos densos e viscosos................................................ 58
1.1.8 Bombas multiestágio..........................................................16
1.1.9 Bombas com acoplamento longo e curto 16
Seção 1.6 Materiais........................................................................ 59
1.6.1 O que é corrosão?..................................................................60
Seção 1.2 Tipos de bombas..........................................................17 1.6.2 Tipos de corrosão...................................................................61
1.2.1 Bombas padrão .................................................................... 17 1.6.3 Metais e ligas metálicas.....................................................65
1.2.2	 Bombas bi-partida............................................................. 17 1.6.4 Cerâmica...................................................................................71
1.2.3	 Bombas hermeticamente seladas ............................. 18 1.6.5 Plástico.......................................................................................71
1.2.4	 Bombas sanitárias ..............................................................20 1.6.6 Borracha....................................................................................72
1.2.5	 Bombas de efluentes ....................................................... 21 1.6.7 Revestimentos........................................................................73
1.2.6	 Bombas imersíveis ............................................................ 22
1.2.7	 Bombas submersas .......................................................... 23
1.2.8	 Bombas de descolamento positivo .............................24 Capítulo 2 Instalação e leitura do
desempenho .....................................................................................75
Seção 1.3 Vedações de eixos mecânicos...............................27
1.3.1 Componentes e função da vedação
Seção 2.1 Instalação da bomba ................................................76
	
de eixo mecânico.................................................................29 2.1.1 Nova instalação.....................................................................76
1.3.2	 Vedações de eixos mecânicos balanceados
2.1.2 Substituição-instalação existente .................................76
	
e não balanceados .............................................................30 2.1.3 Fluxo do tubo para instalação de
1.3.3 Tipos de vedações de eixos mecânicos....................... 31 	
bomba única..........................................................................77
1.3.4 Combinações de materiais da face
2.1.4 Limitação de ruídos e vibrações......................................78
	
da vedação.............................................................................34 2.1.5 Nível de som (L)......................................................................81
1.3.5 Fatores que afetam o desempenho
	
da vedação.............................................................................36 Seção 2.2 Desempenho da bomba .........................................83
2.2.1 Termos hidráulicos................................................................83
Seção 1.4 Motores.......................................................................... 39 2.2.2 Termos elétricos.....................................................................90
1.4.1Padrões ..................................................................................... 40 2.2.3 Propriedades dos líquidos.................................................93
1.4.2	 Partida no motor................................................................. 46
1.4.3	 Tensão de alimentação.................................................... 47
1.4.4	 Conversor de frequência................................................. 47
Capítulo 3 Sistema hidráulico......................................................95
Seção 3.1 Características do sistema .......................................96
3.1.1 Resistências únicas...............................................................97
3.1.2 Sistemas abertos e fechados ............................................98
Seção 3.2 Bombas conectadas em série e paralelas............101
3.2.1 Bombas em paralelo..........................................................101
3.2.2 Bombas conectadas em série........................................103

Capítulo 4 Ajuste do desempenho
das bombas......................................................................................105
Seção 4.1 Ajuste do desempenho das bombas.................106
4.1.1	 Controle por estrangulamento....................................107
4.1.2	 Controle de desvio.............................................................107
4.1.3	 Modificação do diâmetro do rotor.............................108
4.1.4	 Controle de velocidade....................................................108
4.1.5	 Comparação dos métodos de ajuste.........................110
4.1.6	 Eficiência geral do sistema da bomba......................111
4.1.7	 Exemplo: Consumo de energia relativo
	
quando o fluxo é reduzido em 20%...........................111
Seção 4.2 Soluções para bomba com
	
velocidade controlada ...................................................114
4.2.1	 Controle de pressão constante....................................114
4.2.2	 Controle de temperatura constante..........................115
4.2.3	 Pressão do diferencial constante em
	
um sistema de circulação..............................................115
4.2.4	 Controle da pressão diferencial
	
com compensada por fluxo .........................................116
Seção 4.3 Vantagens do controle
	
de velocidade......................................................................117
Seção 4.4 Vantagens das bombas com
	
conversor de frequência integrado .......................... 118
4.4.1 Curvas de desempenho de bombas com
	
velocidade controlada.....................................................119
4.4.2 Bombas com velocidade controlada em
	
diferentes sistemas ..........................................................119
Seção 4.5 Conversor de frequência.......................................122
4.5.1 Funções e características básicas.................................122
4.5.2 Componentes do conversor
	
de frequência......................................................................122
4.5.3 Condições especiais referentes aos
	
conversores de frequência.............................................124

Capítulo 5 Cálculo dos custos
do ciclo de vida ...............................................................................127
Seção 5.1 Equação de custos do ciclo de vida....................128
5.1.1 Custos iniciais, preço de compra (Cic)..........................129
5.1.2 Custos de Instalação e
	
comissionamento (Cin).....................................................129
5.1.3 Custos de energia (Ce)........................................................130
5.1.4 Custos operacionais (Co)...................................................130
5.1.5 Custos ambientais (Cenv)...................................................130
5.1.6 Custos de manutenção e reparos (Cm)......................131
5.1.7 Custos de tempo de parada,
	
perda de produção (Cs)...................................................131
5.1.8 Custos de desmantelamento
	
e descarte (Co)......................................................................131

Seção 5.2 Cálculo dos custos
	
do ciclo de vida – um exemplo ...................................132

Apêndice............................................................................................133
A)	 Notações e unidades........................................................134
B) 	 Tabelas de conversão de unidades.............................135
C) 	 Prefixos SI e alfabeto grego...........................................136
D) 	 Pressão do vapor e densidade da água
	
em diferentes temperaturas........................................137
E) 	 Orifício .................................................................................138
F) 	 Mudança na pressão estática devido
	
à mudança do diâmetro do cano...............................139
G)	Injetores.................................................................................140
H) 	 Nomograma para perdas de
	
carga em curvas e válvulas............................................141
I) 	
Nomograma para perda do tubo de
	
água limpa a 20˚C.............................................................142
J) 	 Sistema periódico..............................................................143
K)	 Padrões de bombas..........................................................144
L) 	 Viscosidade para líquidos diferentes
	
como função da temperatura do líquido................145

Índice remissivo.............................................................................151
Capítulo 1. Design de bombas e motores

Seção 1.1: Construção da bomba
1.1.1	A bomba centrífuga
1.1.2 	
Curvas da bomba
1.1.3 	
Características da bomba centrífuga
1.1.4 	
Tipos mais comuns de bombas de
		
sucção axial e em linha
1.1.5 	
Tipos de rotor (forças axiais)
1.1.6 	
Tipos de carcaças (forças radiais)
1.1.7 	
Bombas monoestágio
1.1.8		
Bombas multiestágio
1.1.9 	
Bombas com acoplamento longo
		
e curto	

Seção 1.2 Tipos de bombas
1.2.1 	
1.2.2 	
1.2.3 	
1.2.4 	
1.2.5 	
1.2.6 	
1.2.7 	
1.2.8 	

Bombas padrão
Bombas bi-partida
Bombas hermeticamente seladas
Bombas sanitárias
Bombas de efluentes
Bombas imersíveis
Bombas submersa
Bombas de deslocamento positivo
Seção 1.1
Construção da bomba

1.1.1 Bomba centrífuga
Em 1689, o físico Denis Papin inventou a bomba
centrífuga e este tipo de bomba é o mais usado ao
redor do mundo. A bomba centrífuga é construída
sobre um princípio simples: O líquido é levado
até o cubo do rotor e, através da força centrífuga,
ele é lançado na direção da periferia dos rotores.
A construção é razoavelmente barata, robusta e
simples e sua alta velocidade possibilita conectar
a bomba diretamente a um motor assíncrono.
A bomba centrífuga oferece um fluxo de líquido
uniforme e pode facilmente ser acelerado sem
causar danos a bomba.
Agora, vamos observar a figura 1.1.1, que mostra
o fluxo do líquido através da bomba. A entrada
da bomba leva o líquido para o centro do rotor
giratório de onde é lançado para a periferia. Esta
construção oferece alta eficiência e é apropriada
para lidar com líquidos puros. As bombas, que têm
que lidar com líquidos impuros, como bombas
de efluentes, são equipadas com um rotor que é
construído especialmente para evitar que objetos
fiquem armazenados no interior da bomba,
consulte a seção 1.2.5.
Se ocorrer diferença de pressão no sistema enquanto
a bomba centrífuga não estiver funcionando, o
líquido ainda consegue passar através da mesma
devido ao seu desenho aberto.
Como se pode ver na figura 1.1.2, a bomba centrífuga
pode ser classificada em diferentes grupos: Bombas
de fluxo radial, bombas de fluxo misto e bombas de
fluxo axial. As bombas de fluxos radial e as bombas
de fluxo misto são os tipos mais comuns utilizados.
Portanto, iremos nos concentrar somente nestes tipos
de bombas nas próximas páginas.
Entretanto, apresentaremos brevemente a bomba
de deslocamento positivo na seção 1.2.8.
As diferentes exigências de desempenho das
bombas centrífugas, especialmente em relação à
altura manométrica total, fluxo e instalação,
junto com as exigências de operação econômica,
são somente algumas das razões porque existem
tantos tipos de bombas. A Figura 1.1.3 mostra os
diferentes tipos de bombas em relação ao fluxo e
pressão.
8

Fig. 1.1.1: O fluxo do líquido através da bomba

Bomba de fluxo radial

Bomba de fluxo misto

Bomba de fluxo axial

Fig. 1.1.2: Diferentes tipos de bombas centrífugas

H [m]
10000
6
4
2
Bombas de fluxo radial
multiestágios

1000
6
4
2
100

Bombas de
fluxo radial
monoestágios

6
4
2
10

Bombas de fluxo misto

6
4
2

Bombas de fluxo axial

1

2

4 6 10 2

4 6 100 2

4 6 1000 2

4 6 10000

100000
Q [m3/h]

Fig. 1.1.3: Fluxo e altura manométrica total para
diferentes tipos de bombas centrífugas

Manual de Bombas Hidráulicas - Seção 1.1.1

  • 1.
  • 2.
    MANUAL DE BOMBA Copyright2004 GRUNDFOS Management A/S. Todos os direitos reservados. As leis de direitos autorais e tratados internacionais protegem este material. Nenhuma parte deste material pode ser reproduzida sob qualquer forma ou por qualquer meio sem prévia permissão por escrito da GRUNDFOS Management A/S. Isenção de Responsabilidade Tomamos todo cuidado necessário para garantir a exatidão do conteúdo deste ma terial, entretanto, a GRUNDFOS Management A/S não será responsável por qualquer perda, quer seja direta, indireta, incidental ou consequente que possa surgir do uso ou confiança depositada sobre qualquer conteúdo deste material.
  • 3.
    Introdução A indústria fabriltem uma elevada demanda pesada por bombas, quando se trata de uma ótima operação, alta confiabilidade e baixo consumo de energia. Por esse motivo, a Grundfos desenvolveu o Manual de Bomba, que, de maneira simples, aborda com várias considerações ao dimensionar bombas e sistemas de bombas. Elaboramos um manual para engenheiros e técnicos que trabalham com o projeto e instalação de bombas e sistemas de bombas, contendo respostas para uma ampla variedade de perguntas técnicas específicas sobre as bombas. O Manual de Bombas pode ser lido do princípio ao fim ou parcialmente sobre tópicos específicos. O manual está dividido em 5 capítulos, os quais abordam as diferentes fases do projeto de sistemas de bombas. No capítulo 1 fazemos uma apresentação geral de diferentes tipos de bombas e componentes. Aqui também descrevemos quais precauções tomar ao lidar com líquidos viscosos. Além disso, os materiais mais usados, assim como os diferentes tipos de corrosão são apresentados aqui. As terminologias mais importantes relacionadas à leitura do desempenho das bombas são apresentadas no capítulo 2. O Capítulo 3 aborda os sistemas hidráulicos e alguns dos fatores mais importantes a considerar para se obter uma ótima operação do sistema de bombas. Visto que é frequentemente necessário ajustar o desempenho da bomba por meio de vários métodos de ajuste, estes métodos são abordados no capítulo 4. O capítulo 5 descreve os custos do ciclo de vida uma vez que o consumo de energia desempenha um papel importante nas bombas e sistemas de bombas de hoje. Esperamos sinceramente que você faça uso do Manual de Bomba e o considere útil no seu trabalho diário. Diretor de Segmento Especialista em Aplicação Mogens Roy Olesen Christian R. Bech
  • 4.
    Índice Capítulo 1 Designde bombas e motores.................................7 1.4.5 Proteção do motor............................................................. 49 Seção 1.5 Líquidos............................................................................53 Seção 1.1 Construção de bombas................................................8 1.5.1 Líquidos viscosos............................................................................ 54 1.1.1 A bomba centrífuga...............................................................8 1.5.2 Líquidos Não Newtonianos ...................................................... 55 1.1.2 Curvas das bombas................................................................ 9 1.5.3 Impacto dos líquidos viscosos sobre o desempenho 1.1.3 Características da bomba centrífuga...........................11 de uma bomba centrífuga......................................................... 55 1.1.4 Tipos mais comuns de bombas de 1.5.4 Seleção da bomba correta para um líquido sucção axial e em linha ................................................... 12 com anticongelante ......................................................................56 1.1.5 Tipos de rotores (forças axiais) ....................................... 14 1.5.5 Exemplo de cálculo ....................................................................... 58 1.1.6 Tipos de carcaças (forças radiais)................................... 15 1.5.6 Seleção da bomba com auxílio de computador 1.1.7 Bombas monoestágio....................................................... 15 para líquidos densos e viscosos................................................ 58 1.1.8 Bombas multiestágio..........................................................16 1.1.9 Bombas com acoplamento longo e curto 16 Seção 1.6 Materiais........................................................................ 59 1.6.1 O que é corrosão?..................................................................60 Seção 1.2 Tipos de bombas..........................................................17 1.6.2 Tipos de corrosão...................................................................61 1.2.1 Bombas padrão .................................................................... 17 1.6.3 Metais e ligas metálicas.....................................................65 1.2.2 Bombas bi-partida............................................................. 17 1.6.4 Cerâmica...................................................................................71 1.2.3 Bombas hermeticamente seladas ............................. 18 1.6.5 Plástico.......................................................................................71 1.2.4 Bombas sanitárias ..............................................................20 1.6.6 Borracha....................................................................................72 1.2.5 Bombas de efluentes ....................................................... 21 1.6.7 Revestimentos........................................................................73 1.2.6 Bombas imersíveis ............................................................ 22 1.2.7 Bombas submersas .......................................................... 23 1.2.8 Bombas de descolamento positivo .............................24 Capítulo 2 Instalação e leitura do desempenho .....................................................................................75 Seção 1.3 Vedações de eixos mecânicos...............................27 1.3.1 Componentes e função da vedação Seção 2.1 Instalação da bomba ................................................76 de eixo mecânico.................................................................29 2.1.1 Nova instalação.....................................................................76 1.3.2 Vedações de eixos mecânicos balanceados 2.1.2 Substituição-instalação existente .................................76 e não balanceados .............................................................30 2.1.3 Fluxo do tubo para instalação de 1.3.3 Tipos de vedações de eixos mecânicos....................... 31 bomba única..........................................................................77 1.3.4 Combinações de materiais da face 2.1.4 Limitação de ruídos e vibrações......................................78 da vedação.............................................................................34 2.1.5 Nível de som (L)......................................................................81 1.3.5 Fatores que afetam o desempenho da vedação.............................................................................36 Seção 2.2 Desempenho da bomba .........................................83 2.2.1 Termos hidráulicos................................................................83 Seção 1.4 Motores.......................................................................... 39 2.2.2 Termos elétricos.....................................................................90 1.4.1Padrões ..................................................................................... 40 2.2.3 Propriedades dos líquidos.................................................93 1.4.2 Partida no motor................................................................. 46 1.4.3 Tensão de alimentação.................................................... 47 1.4.4 Conversor de frequência................................................. 47
  • 5.
    Capítulo 3 Sistemahidráulico......................................................95 Seção 3.1 Características do sistema .......................................96 3.1.1 Resistências únicas...............................................................97 3.1.2 Sistemas abertos e fechados ............................................98 Seção 3.2 Bombas conectadas em série e paralelas............101 3.2.1 Bombas em paralelo..........................................................101 3.2.2 Bombas conectadas em série........................................103 Capítulo 4 Ajuste do desempenho das bombas......................................................................................105 Seção 4.1 Ajuste do desempenho das bombas.................106 4.1.1 Controle por estrangulamento....................................107 4.1.2 Controle de desvio.............................................................107 4.1.3 Modificação do diâmetro do rotor.............................108 4.1.4 Controle de velocidade....................................................108 4.1.5 Comparação dos métodos de ajuste.........................110 4.1.6 Eficiência geral do sistema da bomba......................111 4.1.7 Exemplo: Consumo de energia relativo quando o fluxo é reduzido em 20%...........................111 Seção 4.2 Soluções para bomba com velocidade controlada ...................................................114 4.2.1 Controle de pressão constante....................................114 4.2.2 Controle de temperatura constante..........................115 4.2.3 Pressão do diferencial constante em um sistema de circulação..............................................115 4.2.4 Controle da pressão diferencial com compensada por fluxo .........................................116 Seção 4.3 Vantagens do controle de velocidade......................................................................117 Seção 4.4 Vantagens das bombas com conversor de frequência integrado .......................... 118 4.4.1 Curvas de desempenho de bombas com velocidade controlada.....................................................119 4.4.2 Bombas com velocidade controlada em diferentes sistemas ..........................................................119 Seção 4.5 Conversor de frequência.......................................122 4.5.1 Funções e características básicas.................................122 4.5.2 Componentes do conversor de frequência......................................................................122 4.5.3 Condições especiais referentes aos conversores de frequência.............................................124 Capítulo 5 Cálculo dos custos do ciclo de vida ...............................................................................127 Seção 5.1 Equação de custos do ciclo de vida....................128 5.1.1 Custos iniciais, preço de compra (Cic)..........................129 5.1.2 Custos de Instalação e comissionamento (Cin).....................................................129 5.1.3 Custos de energia (Ce)........................................................130 5.1.4 Custos operacionais (Co)...................................................130 5.1.5 Custos ambientais (Cenv)...................................................130 5.1.6 Custos de manutenção e reparos (Cm)......................131 5.1.7 Custos de tempo de parada, perda de produção (Cs)...................................................131 5.1.8 Custos de desmantelamento e descarte (Co)......................................................................131 Seção 5.2 Cálculo dos custos do ciclo de vida – um exemplo ...................................132 Apêndice............................................................................................133 A) Notações e unidades........................................................134 B) Tabelas de conversão de unidades.............................135 C) Prefixos SI e alfabeto grego...........................................136 D) Pressão do vapor e densidade da água em diferentes temperaturas........................................137 E) Orifício .................................................................................138 F) Mudança na pressão estática devido à mudança do diâmetro do cano...............................139 G) Injetores.................................................................................140 H) Nomograma para perdas de carga em curvas e válvulas............................................141 I) Nomograma para perda do tubo de água limpa a 20˚C.............................................................142 J) Sistema periódico..............................................................143 K) Padrões de bombas..........................................................144 L) Viscosidade para líquidos diferentes como função da temperatura do líquido................145 Índice remissivo.............................................................................151
  • 6.
    Capítulo 1. Designde bombas e motores Seção 1.1: Construção da bomba 1.1.1 A bomba centrífuga 1.1.2 Curvas da bomba 1.1.3 Características da bomba centrífuga 1.1.4 Tipos mais comuns de bombas de sucção axial e em linha 1.1.5 Tipos de rotor (forças axiais) 1.1.6 Tipos de carcaças (forças radiais) 1.1.7 Bombas monoestágio 1.1.8 Bombas multiestágio 1.1.9 Bombas com acoplamento longo e curto Seção 1.2 Tipos de bombas 1.2.1 1.2.2 1.2.3 1.2.4 1.2.5 1.2.6 1.2.7 1.2.8 Bombas padrão Bombas bi-partida Bombas hermeticamente seladas Bombas sanitárias Bombas de efluentes Bombas imersíveis Bombas submersa Bombas de deslocamento positivo
  • 7.
    Seção 1.1 Construção dabomba 1.1.1 Bomba centrífuga Em 1689, o físico Denis Papin inventou a bomba centrífuga e este tipo de bomba é o mais usado ao redor do mundo. A bomba centrífuga é construída sobre um princípio simples: O líquido é levado até o cubo do rotor e, através da força centrífuga, ele é lançado na direção da periferia dos rotores. A construção é razoavelmente barata, robusta e simples e sua alta velocidade possibilita conectar a bomba diretamente a um motor assíncrono. A bomba centrífuga oferece um fluxo de líquido uniforme e pode facilmente ser acelerado sem causar danos a bomba. Agora, vamos observar a figura 1.1.1, que mostra o fluxo do líquido através da bomba. A entrada da bomba leva o líquido para o centro do rotor giratório de onde é lançado para a periferia. Esta construção oferece alta eficiência e é apropriada para lidar com líquidos puros. As bombas, que têm que lidar com líquidos impuros, como bombas de efluentes, são equipadas com um rotor que é construído especialmente para evitar que objetos fiquem armazenados no interior da bomba, consulte a seção 1.2.5. Se ocorrer diferença de pressão no sistema enquanto a bomba centrífuga não estiver funcionando, o líquido ainda consegue passar através da mesma devido ao seu desenho aberto. Como se pode ver na figura 1.1.2, a bomba centrífuga pode ser classificada em diferentes grupos: Bombas de fluxo radial, bombas de fluxo misto e bombas de fluxo axial. As bombas de fluxos radial e as bombas de fluxo misto são os tipos mais comuns utilizados. Portanto, iremos nos concentrar somente nestes tipos de bombas nas próximas páginas. Entretanto, apresentaremos brevemente a bomba de deslocamento positivo na seção 1.2.8. As diferentes exigências de desempenho das bombas centrífugas, especialmente em relação à altura manométrica total, fluxo e instalação, junto com as exigências de operação econômica, são somente algumas das razões porque existem tantos tipos de bombas. A Figura 1.1.3 mostra os diferentes tipos de bombas em relação ao fluxo e pressão. 8 Fig. 1.1.1: O fluxo do líquido através da bomba Bomba de fluxo radial Bomba de fluxo misto Bomba de fluxo axial Fig. 1.1.2: Diferentes tipos de bombas centrífugas H [m] 10000 6 4 2 Bombas de fluxo radial multiestágios 1000 6 4 2 100 Bombas de fluxo radial monoestágios 6 4 2 10 Bombas de fluxo misto 6 4 2 Bombas de fluxo axial 1 2 4 6 10 2 4 6 100 2 4 6 1000 2 4 6 10000 100000 Q [m3/h] Fig. 1.1.3: Fluxo e altura manométrica total para diferentes tipos de bombas centrífugas