Enfermagem em Clínica
Cirúrgica
Prf: jose antonio
O que é a clinica cirurgica?
●Conceito- Unidade Hospitalar onde
permanecem os indivíduos nos períodos pré e
pós operatório, onde são preparados os
pacientes para o ato cirúrgico e auxiliados a
recuperarem o equilíbrio orgânico.
●Parte da medicina que lida com as doenças e
condições físicas que necessitam de remoção,
reparação, incisão ou até substituição da parte
acometida através de técnica cirúrgica .
●Objetivos da Enfermagem: Compreender e
promover o alívio da ansiedade pré- operatória;
Promover o conhecimento a cerca do preparo
pré operatório; Diminuir as expectativas quanto
a anestesia, a cirúrgia e o pós – operatório ,
prestar assistência no pré, trans e pós operatório.
 O cliente cirúrgico recebe assistência da
enfermagem nos períodos pré, trans e pós-
operatório. O período pré-operatório abrange
desde o momento pela decisão cirúrgica até a
transferência do cliente para a mesa cirúrgica; a
partir desse momento inicia-se o trans e intra-
operatório, que termina com a saída do cliente
do centro cirúrgico; o pós-operatório vai desde o
momento da recepção do cliente que retornou da
cirurgia até a alta médica. O período pré-
operatório divide-se em mediato e imediato:
pré-operatório mediato
no pré-operatório mediato o cliente é submetido a
exames que auxiliam na confirmação do
diagnóstico e que auxiliarão o planejamento
cirúrgico, o tratamento clínico para diminuir os
sintomas e as precauções necessárias para evitar
complicações pós-operatórias, ou seja, abrange o
período desde a indicação para a cirurgia até o dia
anterior à mesma;
período imediato
 o período imediato corresponde às 24 horas
anteriores à cirurgia e tem por objetivo preparar
o cliente para o ato cirúrgico mediante os
seguintes procedimentos: jejum, limpeza
intestinal, esvaziamento vesical, preparo da pele
e aplicação de medicação pré-anestésica.
preparo pré-operatório
 Ocorre mediante utilização dos instrumentos de
observação e avaliação das necessidades
individuais, objetiva identificar tanto as
alterações físicas (hipertensão arterial, presença
de feridas infectadas, etc.) como as emocionais
(ansiedade, expectativa da cirurgia, condições
afetadas com a internação, etc.) do cliente, pois
interferem nas condições para o ato cirúrgico,
podendo comprometer o bom êxito da cirurgia
ou até mesmo provocar sua suspensão.
Fatores de risco
Os fatores físicos que aumentam o risco operatório
são tabagismo, desnutrição, obesidade, faixa etária
elevada, hipertensão arterial e outras doenças
concomitantes. Assim, durante a cirurgia, o
cirurgião terá maior dificuldade em conter o
sangramento, após a diérese, de um cliente
hipertenso; assim como o cliente tabagista terá
maior acúmulo de secreção pulmonar, com
provável desenvolvimento de broncopneumonia
no pós-operatório.
 Portanto, sob o ponto de vista ético e técnico,
todas as condutas de enfermagem devem
proporcionar conforto, segurança e o menor
risco de infecção ao cliente; devendo o mesmo
ser esclarecido sobre o que está sendo realizado,
porque o simples fato de não saber o que vai ser
feito pode torná-lo inseguro, inquieto e não-
cooperativo
Humanizando o preparo do cliente
para a cirurgia
 Como o estado emocional pode interferir diretamente na
evolução pós-operatória, é importante que o cliente
receba orientações sobre os exames, a cirurgia, como
retornará da mesma e os procedimentos do
pósoperatório, bem como esclarecimentos sobre a
importância de sua cooperação. Para transmitir uma
sensação de calma e confiança, a equipe de enfermagem
deve manter uma relação de empatia, ou seja, colocar-se
na posição do outro, sem críticas ou julgamentos – o que
muitas vezes ajuda a compreender seus medos e
inseguranças, possibilitando uma relação interpessoal de
respeito e não de autoridade.
 Além disso, possibilita uma certa tranqüilidade,
favorecendo o entrosamento do cliente e família
com o ambiente hospitalar, o que interfere
beneficamente nas suas condições para a
cirurgia. Com relação ao cliente, é importante
lembrar que a comunicação não-verbal (o olhar,
a voz, a postura do cliente) também comunica
suas necessidades; portanto, ao buscamos
entender estes sinais teremos maiores condições
de melhor compreendê-lo.
Clínica Cirúrgica
●O centro cirúrgico deve estar localizado em uma
área do hospital que ofereça a segurança necessária
às técnicas assépticas, portanto distante de locais de
grande circulação de pessoas, de ruído e de poeira.
Recomenda-se que seja próximo às unidades de
internação, pronto- socorro e unidade de terapia
intensiva, de modo a contribuir com a intervenção
imediata e melhor fluxo dos pacientes.
De acordo com a organização hospitalar, podem fazer
parte do bloco cirúrgico a Recuperação Pós-
Anestésica e a Central de Materiais e Esterilização.
As demais áreas são assim caracterizadas:
Elementos da Unidade
●Sala de operação
●Sala de RPA
●Posto de enfermagem;
●Expurgo;
●Sala de material;
●Enfermarias;
●Isolamento;
●Sala de emergência;
●Sala de procedimentos;
●
Posto de enfermagem
Expurg
o
Sala de material
Enfermarias
Isolament
o
Sala de emergência
Sala de procedimentos
Sala de prescrição médica
Sala de repouso
Copa
RELEMBRANDO!
Unidade de Centro Cirúrgico é composta pelo CC,
pela SRPA e pelo CME
Pode ser definida como um conjunto de
elementos destinados à atividade cirúrgica,
à recuperação
anestésica e ao pós-operatório imediato
(ANVISA)
Organização
complexa
Características
e
assistência
especializada
Centro cirúrgico
●É considerado uma área crítica do hospital ,
bem como UTI, NEFRO e entre outros . Local
onde existe risco aumentado de de
transmissão de infecções por serem locais
onde são realizados procedimentos de risco .
●Esta área é classificada em : Restritas, Semi
restritas e não restritas .
● Semi criticas: Moderada probabilidade de
infecção -
Clinica médica, clinica cirúrgica
● Não criticas : Refeitório, parte administrativa
Áreas do CC (Critica)
Não
Restrita
Profissionais
podem circular
sem roupa
privativa
Corredores externos,
vestiário, secretaria,
local de transferência
de macas.
Semi
restrita
Roupa
privativa,
calçados e
gorro
Não intervir
nas
rotinas
Sala de RPA
Sala de
materiais
O tráfego é limitado a
pessoas do próprio
setor e vestimenta
adequada
Restrit
a
São as que possuem
limites bem definidos
para circulação
Técnicas de assepsia e
rotinas devem ser
rigorosamente
controladas
Máscara são exigidas,
além da roupa
privativa
Sala cirúrgica,
Pia de escovação,
corredor interno
Aspecto
s
Gerais
Localizaçã
o
Ter fácil
acesso as
unidades
fornecedor
as
Planejament
o,
Classificações quanto as
cirurgias ...
Classificação das cirurgias – Quanto
a urgência cirúrgica
Eletiv
a
Tratamento
cirúrgico
proposto
Ex. Mamoplastia,
hérnia
simples
Urgênci
a
Tratamento cirúrgico
requer pronta atenção
(até 24h)
Ex: apendicectomia,
infecção aguda da
vesícula biliar
Urgência
Indicação
Imediato(Risco
eminente de
morte)
Classificação
Emergência – o
paciente necessita
de atenção
imediata
Urgência – o
paciente precisa
de atenção rápida
Dentro de 24 – 48
h
Eletiva – o
paciente pode
ser operado
A não realização
da cirurgia não é
catastrófica
Exemplos
Sangramento
grave, fratura de
crânio, FAF, FAB
Infecção aguda
da vesícula,
cálculos renais,
apendicectomia
Reparação de
cicatrizes, hérnia
simples,mamoplast
ia
Classificação quanto a finalidade
Curativa
Paliativa
Diagnóstic
a
Reparador
Quanto ao porte cirúrgico
• Grande probabilidade de perda de
fluido
• Cirurgias de
emergência
Grand
e
porte
• Média probabilidade de perda de
fluido
• Ressecção de carcinoma,
prótese de quadril
Médi
o
porte
• Pequena probabilidade de perda de
fluido
• Plástica, endoscopia digestiva
Pequen
o
porte
Quanto ao tempo de duração
Porte III – 4 a 6 horas.
Ex:
craniotomia
 P
o
rt
e
I
V
–
a
ci
Porte I – até
2 horas. Ex:
rinoplastia Porte II – 2 a 4
horas. Ex:
colecistectom
ia
6 horas.
Ex: transplante
de fígado
Quanto o potencial de contaminação
Conceitos Básicos
●Infecção: Causadas por agentes externos, o
corpo reage a entrada de vírus, bactéria,
fungos causando inflamação e purulação
●Inflamação: Resposta do organismo a uma
agressão como cortes , batidas. Causam dor ,
calor, rubor e edema.
●Contaminação: É o processo onde ocorre a
presença de micro-organismos no epitélio, sem
haver penetração tecidual, reação fisiológica e
dependência metabólica com o hospedeiro. Ex:
Uma pessoa tocando uma ferida sem utilizar luvas.
●Colonização É o processo onde há dependência
metabólica com o hospedeiro e a formação de
colônias, mas não o suficiente para produzir
reação clínica ou imunológica. (Microorganismos
naturais da pele, boca, intestino,trato urinário)
Terminologias e Tempos
cirúrgicos
Posições operatórias
Dorsal ou supina
●É aquela em que o paciente se encontra
deitado de costas, com as pernas estendidas
e os braços estendidos e apoiados em talas.
Decúbito ventral ou prona
●O paciente fica deitado de abdômen para
baixo, com os braços estendidos para
frente e apoiados em talas.
Decúbito lateral ou Sims
●O paciente permanece em decúbito lateral, esquerdo
ou direito, com a perna que está do lado de cima
flexionada, afastada e apoiada na superfície de
repouso.
Posição litotômica
●O paciente permanece em decúbito dorsal,
com as pernas flexionadas, afastadas e
apoiadas em perneiras.
Posição trendelenburg
●É uma variação da posição de decúbito dorsal
onde a parte superior do dorso é abaixada e os
pés são elevados.
Posição trendelenburg Reverso
●Mantém as alças intestinais na parte
inferior da cavidade abdominal. Reduz a
pressão sanguínea cerebral.
Posição Fowler ou sentada
●O paciente permanece semi-sentado na
mesa de operação.
Posição de Genu Peitoral (kraske)
●O paciente se encontra em decúbito ventral, com
as coxas e pernas para fora da mesa e o tórax
sobre a mesa
Períodos operatórios
PERIOPERATÓRIO
Pré-operatório
●Da decisão cirúrgica até a transferência do
cliente para a mesa cirúrgica.
Principais ações pré-operatório
Trans -operatório
●Quando o cliente entra na unidade do CC
até sua admissão na SRPA.
●INTRA- operatório: Está dentro do trans, é o
período que inicia quando o anestésico começa
a fazer efeito
Pós-operatório
Avalia
r
Recursos Humanos
CME
● Equipe de
enfermagem
● Equipe cirúrgica
● Anestesista
● Instrumentador
CME
●É a unidade responsável pelos processos de
expurgo, preparo, esterilização,
armazenamento e distribuição de materiais
médico-hospitalares estéreis ou não para todos
os setores do hospital que prestam cuidados aos
pacientes.
Atribuições do técnico de enfermagem no
CME
●Receber e limpar os artigos;
●Preparar e esterilizar os artigos e instrumentais
cirúrgicos;
●Guardar e distribuir todos os artigos esterilizados.
●Receber e preparar roupas limpas;
●Fazer o controle microbiológico e de validade dos
produtos esterilizados.
●Manter junto com o serviço de manutenção, os
equipamentos em bom estado de conservação e uso;
●Estocar o material esterilizado;
Processos desenvolvidos
●Limpeza: A limpeza consiste na remoção da
sujidade visível – orgânica e inorgânica –
mediante o uso da água, sabão e detergente.
●Descontaminação: É o processo de eliminação
total ou parcial da carga microbiana de artigos e
superfícies.
●Desinfecção: A desinfecção é o processo de
eliminação e destruição de microorganismos.
●Esterilização: É o processo de destruição de
todos os microorganismos
Referências
●Smeltzer SC, Bare BG. Brunner & Suddarth:
Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica.
12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
vol. I e II.
● Anvisa
● Ministério da Saúde

slid de aula.pptx. centro cirurgico.....

  • 1.
  • 2.
    O que éa clinica cirurgica? ●Conceito- Unidade Hospitalar onde permanecem os indivíduos nos períodos pré e pós operatório, onde são preparados os pacientes para o ato cirúrgico e auxiliados a recuperarem o equilíbrio orgânico. ●Parte da medicina que lida com as doenças e condições físicas que necessitam de remoção, reparação, incisão ou até substituição da parte acometida através de técnica cirúrgica .
  • 3.
    ●Objetivos da Enfermagem:Compreender e promover o alívio da ansiedade pré- operatória; Promover o conhecimento a cerca do preparo pré operatório; Diminuir as expectativas quanto a anestesia, a cirúrgia e o pós – operatório , prestar assistência no pré, trans e pós operatório.
  • 4.
     O clientecirúrgico recebe assistência da enfermagem nos períodos pré, trans e pós- operatório. O período pré-operatório abrange desde o momento pela decisão cirúrgica até a transferência do cliente para a mesa cirúrgica; a partir desse momento inicia-se o trans e intra- operatório, que termina com a saída do cliente do centro cirúrgico; o pós-operatório vai desde o momento da recepção do cliente que retornou da cirurgia até a alta médica. O período pré- operatório divide-se em mediato e imediato:
  • 6.
    pré-operatório mediato no pré-operatóriomediato o cliente é submetido a exames que auxiliam na confirmação do diagnóstico e que auxiliarão o planejamento cirúrgico, o tratamento clínico para diminuir os sintomas e as precauções necessárias para evitar complicações pós-operatórias, ou seja, abrange o período desde a indicação para a cirurgia até o dia anterior à mesma;
  • 7.
    período imediato  operíodo imediato corresponde às 24 horas anteriores à cirurgia e tem por objetivo preparar o cliente para o ato cirúrgico mediante os seguintes procedimentos: jejum, limpeza intestinal, esvaziamento vesical, preparo da pele e aplicação de medicação pré-anestésica.
  • 8.
    preparo pré-operatório  Ocorremediante utilização dos instrumentos de observação e avaliação das necessidades individuais, objetiva identificar tanto as alterações físicas (hipertensão arterial, presença de feridas infectadas, etc.) como as emocionais (ansiedade, expectativa da cirurgia, condições afetadas com a internação, etc.) do cliente, pois interferem nas condições para o ato cirúrgico, podendo comprometer o bom êxito da cirurgia ou até mesmo provocar sua suspensão.
  • 9.
    Fatores de risco Osfatores físicos que aumentam o risco operatório são tabagismo, desnutrição, obesidade, faixa etária elevada, hipertensão arterial e outras doenças concomitantes. Assim, durante a cirurgia, o cirurgião terá maior dificuldade em conter o sangramento, após a diérese, de um cliente hipertenso; assim como o cliente tabagista terá maior acúmulo de secreção pulmonar, com provável desenvolvimento de broncopneumonia no pós-operatório.
  • 10.
     Portanto, sobo ponto de vista ético e técnico, todas as condutas de enfermagem devem proporcionar conforto, segurança e o menor risco de infecção ao cliente; devendo o mesmo ser esclarecido sobre o que está sendo realizado, porque o simples fato de não saber o que vai ser feito pode torná-lo inseguro, inquieto e não- cooperativo
  • 11.
    Humanizando o preparodo cliente para a cirurgia  Como o estado emocional pode interferir diretamente na evolução pós-operatória, é importante que o cliente receba orientações sobre os exames, a cirurgia, como retornará da mesma e os procedimentos do pósoperatório, bem como esclarecimentos sobre a importância de sua cooperação. Para transmitir uma sensação de calma e confiança, a equipe de enfermagem deve manter uma relação de empatia, ou seja, colocar-se na posição do outro, sem críticas ou julgamentos – o que muitas vezes ajuda a compreender seus medos e inseguranças, possibilitando uma relação interpessoal de respeito e não de autoridade.
  • 12.
     Além disso,possibilita uma certa tranqüilidade, favorecendo o entrosamento do cliente e família com o ambiente hospitalar, o que interfere beneficamente nas suas condições para a cirurgia. Com relação ao cliente, é importante lembrar que a comunicação não-verbal (o olhar, a voz, a postura do cliente) também comunica suas necessidades; portanto, ao buscamos entender estes sinais teremos maiores condições de melhor compreendê-lo.
  • 13.
  • 14.
    ●O centro cirúrgicodeve estar localizado em uma área do hospital que ofereça a segurança necessária às técnicas assépticas, portanto distante de locais de grande circulação de pessoas, de ruído e de poeira. Recomenda-se que seja próximo às unidades de internação, pronto- socorro e unidade de terapia intensiva, de modo a contribuir com a intervenção imediata e melhor fluxo dos pacientes. De acordo com a organização hospitalar, podem fazer parte do bloco cirúrgico a Recuperação Pós- Anestésica e a Central de Materiais e Esterilização. As demais áreas são assim caracterizadas:
  • 15.
    Elementos da Unidade ●Salade operação ●Sala de RPA ●Posto de enfermagem; ●Expurgo; ●Sala de material; ●Enfermarias; ●Isolamento; ●Sala de emergência; ●Sala de procedimentos; ●
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    RELEMBRANDO! Unidade de CentroCirúrgico é composta pelo CC, pela SRPA e pelo CME Pode ser definida como um conjunto de elementos destinados à atividade cirúrgica, à recuperação anestésica e ao pós-operatório imediato (ANVISA) Organização complexa Características e assistência especializada
  • 27.
    Centro cirúrgico ●É consideradouma área crítica do hospital , bem como UTI, NEFRO e entre outros . Local onde existe risco aumentado de de transmissão de infecções por serem locais onde são realizados procedimentos de risco . ●Esta área é classificada em : Restritas, Semi restritas e não restritas . ● Semi criticas: Moderada probabilidade de infecção - Clinica médica, clinica cirúrgica ● Não criticas : Refeitório, parte administrativa
  • 28.
    Áreas do CC(Critica) Não Restrita Profissionais podem circular sem roupa privativa Corredores externos, vestiário, secretaria, local de transferência de macas.
  • 29.
    Semi restrita Roupa privativa, calçados e gorro Não intervir nas rotinas Salade RPA Sala de materiais O tráfego é limitado a pessoas do próprio setor e vestimenta adequada
  • 30.
    Restrit a São as quepossuem limites bem definidos para circulação Técnicas de assepsia e rotinas devem ser rigorosamente controladas Máscara são exigidas, além da roupa privativa Sala cirúrgica, Pia de escovação, corredor interno
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  • 33.
  • 34.
    Classificação das cirurgias– Quanto a urgência cirúrgica Eletiv a Tratamento cirúrgico proposto Ex. Mamoplastia, hérnia simples Urgênci a Tratamento cirúrgico requer pronta atenção (até 24h) Ex: apendicectomia, infecção aguda da vesícula biliar
  • 35.
    Urgência Indicação Imediato(Risco eminente de morte) Classificação Emergência –o paciente necessita de atenção imediata Urgência – o paciente precisa de atenção rápida Dentro de 24 – 48 h Eletiva – o paciente pode ser operado A não realização da cirurgia não é catastrófica Exemplos Sangramento grave, fratura de crânio, FAF, FAB Infecção aguda da vesícula, cálculos renais, apendicectomia Reparação de cicatrizes, hérnia simples,mamoplast ia
  • 36.
    Classificação quanto afinalidade Curativa Paliativa Diagnóstic a Reparador
  • 37.
    Quanto ao portecirúrgico • Grande probabilidade de perda de fluido • Cirurgias de emergência Grand e porte • Média probabilidade de perda de fluido • Ressecção de carcinoma, prótese de quadril Médi o porte • Pequena probabilidade de perda de fluido • Plástica, endoscopia digestiva Pequen o porte
  • 38.
    Quanto ao tempode duração Porte III – 4 a 6 horas. Ex: craniotomia  P o rt e I V – a ci Porte I – até 2 horas. Ex: rinoplastia Porte II – 2 a 4 horas. Ex: colecistectom ia 6 horas. Ex: transplante de fígado
  • 39.
    Quanto o potencialde contaminação
  • 41.
    Conceitos Básicos ●Infecção: Causadaspor agentes externos, o corpo reage a entrada de vírus, bactéria, fungos causando inflamação e purulação ●Inflamação: Resposta do organismo a uma agressão como cortes , batidas. Causam dor , calor, rubor e edema.
  • 42.
    ●Contaminação: É oprocesso onde ocorre a presença de micro-organismos no epitélio, sem haver penetração tecidual, reação fisiológica e dependência metabólica com o hospedeiro. Ex: Uma pessoa tocando uma ferida sem utilizar luvas. ●Colonização É o processo onde há dependência metabólica com o hospedeiro e a formação de colônias, mas não o suficiente para produzir reação clínica ou imunológica. (Microorganismos naturais da pele, boca, intestino,trato urinário)
  • 43.
  • 46.
  • 47.
    Dorsal ou supina ●Éaquela em que o paciente se encontra deitado de costas, com as pernas estendidas e os braços estendidos e apoiados em talas.
  • 48.
    Decúbito ventral ouprona ●O paciente fica deitado de abdômen para baixo, com os braços estendidos para frente e apoiados em talas.
  • 49.
    Decúbito lateral ouSims ●O paciente permanece em decúbito lateral, esquerdo ou direito, com a perna que está do lado de cima flexionada, afastada e apoiada na superfície de repouso.
  • 50.
    Posição litotômica ●O pacientepermanece em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas, afastadas e apoiadas em perneiras.
  • 51.
    Posição trendelenburg ●É umavariação da posição de decúbito dorsal onde a parte superior do dorso é abaixada e os pés são elevados.
  • 52.
    Posição trendelenburg Reverso ●Mantémas alças intestinais na parte inferior da cavidade abdominal. Reduz a pressão sanguínea cerebral.
  • 53.
    Posição Fowler ousentada ●O paciente permanece semi-sentado na mesa de operação.
  • 54.
    Posição de GenuPeitoral (kraske) ●O paciente se encontra em decúbito ventral, com as coxas e pernas para fora da mesa e o tórax sobre a mesa
  • 55.
  • 56.
    Pré-operatório ●Da decisão cirúrgicaaté a transferência do cliente para a mesa cirúrgica.
  • 58.
  • 59.
    Trans -operatório ●Quando ocliente entra na unidade do CC até sua admissão na SRPA. ●INTRA- operatório: Está dentro do trans, é o período que inicia quando o anestésico começa a fazer efeito
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
    ● Equipe de enfermagem ●Equipe cirúrgica ● Anestesista ● Instrumentador
  • 64.
  • 65.
    ●É a unidaderesponsável pelos processos de expurgo, preparo, esterilização, armazenamento e distribuição de materiais médico-hospitalares estéreis ou não para todos os setores do hospital que prestam cuidados aos pacientes.
  • 66.
    Atribuições do técnicode enfermagem no CME ●Receber e limpar os artigos; ●Preparar e esterilizar os artigos e instrumentais cirúrgicos; ●Guardar e distribuir todos os artigos esterilizados. ●Receber e preparar roupas limpas; ●Fazer o controle microbiológico e de validade dos produtos esterilizados. ●Manter junto com o serviço de manutenção, os equipamentos em bom estado de conservação e uso; ●Estocar o material esterilizado;
  • 67.
    Processos desenvolvidos ●Limpeza: Alimpeza consiste na remoção da sujidade visível – orgânica e inorgânica – mediante o uso da água, sabão e detergente. ●Descontaminação: É o processo de eliminação total ou parcial da carga microbiana de artigos e superfícies. ●Desinfecção: A desinfecção é o processo de eliminação e destruição de microorganismos. ●Esterilização: É o processo de destruição de todos os microorganismos
  • 68.
    Referências ●Smeltzer SC, BareBG. Brunner & Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. vol. I e II. ● Anvisa ● Ministério da Saúde