BRAILLE
BRAILLE
Atrur
Atrur
O CRIADOR DO SISTEMA
O CRIADOR DO SISTEMA
BRAILLE: LOUIS BRAILLE
BRAILLE: LOUIS BRAILLE

O Braille foi inventado pelo francês Louis
O Braille foi inventado pelo francês Louis
Braille, que perdeu a visão aos três anos.
Braille, que perdeu a visão aos três anos.
Quatro anos depois, ele ingressou no
Quatro anos depois, ele ingressou no
Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então
Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então
com dezoito anos, tornou-se professor desse
com dezoito anos, tornou-se professor desse
instituto. Ao ouvir falar de um sistema de
instituto. Ao ouvir falar de um sistema de
pontos e buracos inventado por um oficial
pontos e buracos inventado por um oficial
para ler mensagens durante a noite em
para ler mensagens durante a noite em
lugares onde seria perigoso acender a luz,
lugares onde seria perigoso acender a luz,
Louis Braille fez algumas adaptações no
Louis Braille fez algumas adaptações no
sistema de pontos em relevo.
sistema de pontos em relevo.

Em 1829, publicou o seu método.
Em 1829, publicou o seu método.

Louis Braille morreu de
Louis Braille morreu de
tuberculose, em 1852, ano em
tuberculose, em 1852, ano em
que seu método foi oficialmente
que seu método foi oficialmente
adotado na Europa e América.
adotado na Europa e América.
CAUSAS DE DEFICIÊNCIA
CAUSAS DE DEFICIÊNCIA
VISUAL
VISUAL

Retinopatia de Prematuridade (excesso
Retinopatia de Prematuridade (excesso
de oxigênio);
de oxigênio);

Gestação precoce, desnutrição da
Gestação precoce, desnutrição da
gestante;
gestante;

Drogas em geral;
Drogas em geral;

Infecções durante a gravidez (rubéola,
Infecções durante a gravidez (rubéola,
sífilis, Aids, toxoplasmose, etc.);
sífilis, Aids, toxoplasmose, etc.);

Glaucoma congênito;
Glaucoma congênito;

Atrofia óptica por problema de
Atrofia óptica por problema de
parto (infecções perinatais);
parto (infecções perinatais);

Degenerações retinianas (doenças
Degenerações retinianas (doenças
hereditárias ou diabetes);
hereditárias ou diabetes);

Alterações do sistema nervoso
Alterações do sistema nervoso
central ou convulsões;
central ou convulsões;

Cataratas;
Cataratas;

Descolamento de retina;
Descolamento de retina;

Traumas oculares;
Traumas oculares;
PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS
PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS
VISUAIS
VISUAIS
 Várias medidas podem ser utilizadas
Várias medidas podem ser utilizadas
para evitar doenças, infecções ou
para evitar doenças, infecções ou
traumatismos oculares:
traumatismos oculares:
 Evitar o contato com doenças
Evitar o contato com doenças
infecciosas durante a gravidez;
infecciosas durante a gravidez;
 Propiciar alimentação adequada às
Propiciar alimentação adequada às
gestantes e crianças.
gestantes e crianças.
 Manter objetos cortantes e
Manter objetos cortantes e
pontiagudos fora do alcance das
pontiagudos fora do alcance das
crianças;
crianças;

Observar cuidados higiênicos (mãos
Observar cuidados higiênicos (mãos
sujas e objetos contaminados podem
sujas e objetos contaminados podem
transmitir doenças);
transmitir doenças);

Não colocar remédio nos olhos sem
Não colocar remédio nos olhos sem
orientação médica;
orientação médica;

Evitar situações que podem oferecer
Evitar situações que podem oferecer
perigo para os olhos (foguetes,
perigo para os olhos (foguetes,
pedradas, etc.);
pedradas, etc.);

Uso de óculos somente com a
Uso de óculos somente com a
recomendação de um oftalmologista;
recomendação de um oftalmologista;
 Não usar óculos com lentes riscadas
Não usar óculos com lentes riscadas
ou sujas;
ou sujas;
 Utilizar medidas que contribuem para
Utilizar medidas que contribuem para
o conforto visual, relativas à
o conforto visual, relativas à
iluminação, distância, postura e uso
iluminação, distância, postura e uso
de óculos;
de óculos;
 Estudar em locais bem iluminados;
Estudar em locais bem iluminados;
 A luz deve ir de preferência dos lados
A luz deve ir de preferência dos lados
ou de trás da pessoa;
ou de trás da pessoa;
 Ao assistir TV deve-se manter uma
Ao assistir TV deve-se manter uma
lâmpada acesa;
lâmpada acesa;

A distância entre a pessoa e a TV
A distância entre a pessoa e a TV
deve ser de dois a três metros;
deve ser de dois a três metros;

A distância entre o objeto de leitura
A distância entre o objeto de leitura
e os olhos deve ser normalmente,
e os olhos deve ser normalmente,
de 33 a 37 centímetros;
de 33 a 37 centímetros;

A posição para leitura deve ser de
A posição para leitura deve ser de
preferência sentada;
preferência sentada;

Evitar leitura em veículos em
Evitar leitura em veículos em
movimento;
movimento;

Aconselhamento genético nos casos
Aconselhamento genético nos casos
de casamento consangüíneos;
de casamento consangüíneos;

Exame e tratamento pré-natal
Exame e tratamento pré-natal
(rubéola, sífilis, toxoplasmose).
(rubéola, sífilis, toxoplasmose).

Vacinação (sarampo, rubéola,
Vacinação (sarampo, rubéola,
meningite e varíola).
meningite e varíola).

Inflamação nos olhos e infecção na
Inflamação nos olhos e infecção na
garganta e nos dentes devem ser
garganta e nos dentes devem ser
tratados para evitar focos infecciosos
tratados para evitar focos infecciosos
que poderão afetar a visão;
que poderão afetar a visão;

Usar equipamentos de segurança no
Usar equipamentos de segurança no
trabalho;
trabalho;
SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA
SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA
VISUAL
VISUAL
 Os prejuízos visuais podem ser
Os prejuízos visuais podem ser
identificados através de vários recursos:
identificados através de vários recursos:
aplicação de testes apara medir a
aplicação de testes apara medir a
acuidade visual conforme a idade da
acuidade visual conforme a idade da
criança; observação da aparência dos
criança; observação da aparência dos
olhos da criança; consideração sobre as
olhos da criança; consideração sobre as
queixas da criança; observação da
queixas da criança; observação da
conduta da criança e exames
conduta da criança e exames
oftalmológicos;
oftalmológicos;
 Os principais sinais que indicam problemas
Os principais sinais que indicam problemas
da visão são apresentados a seguir:
da visão são apresentados a seguir:
 Esfregam os olhos com
Esfregam os olhos com
freqüência;
freqüência;
 Sentem dores dentro e em volta
Sentem dores dentro e em volta
dos olhos;
dos olhos;
 Estrabismo (olho vesgo);
Estrabismo (olho vesgo);
 Demonstra medo de andar ou se
Demonstra medo de andar ou se
movimentar em ambientes
movimentar em ambientes
estranhos;
estranhos;
 Tem muita sensibilidade a luz;
Tem muita sensibilidade a luz;
 Tropeçam em objetos;
Tropeçam em objetos;

Piscam em excesso;
Piscam em excesso;

Apresentam frequentemente terçóis
Apresentam frequentemente terçóis
ou olhos vermelhos e lacrimejantes;
ou olhos vermelhos e lacrimejantes;

Seguram os brinquedos próximos dos
Seguram os brinquedos próximos dos
olhos;
olhos;

A criança não se interessa por
A criança não se interessa por
atividades que exijam concentração
atividades que exijam concentração
visual constante;
visual constante;

Seguram os livros muito perto dos
Seguram os livros muito perto dos
olhos quando estão lendo;
olhos quando estão lendo;

Franzem a testa para ler a distância;
Franzem a testa para ler a distância;

Fecham um dos olhos quando estão
Fecham um dos olhos quando estão
olhando para um objeto;
olhando para um objeto;

Pulam palavras quando estão lendo alto;
Pulam palavras quando estão lendo alto;

Confundem as letras
Confundem as letras o
o e
e a
a quando
quando
lêem;
lêem;

Lêem acima ou abaixo da linha;
Lêem acima ou abaixo da linha;

Tem visão dupla ou manchada;
Tem visão dupla ou manchada;

Têm tonturas e/ou dores de cabeças,
Têm tonturas e/ou dores de cabeças,
náuseas após brincarem de fechar os
náuseas após brincarem de fechar os
olhos.
olhos.
O SISTEMA BRAILLE
O SISTEMA BRAILLE

O Sistema Braille é constituído por 63
O Sistema Braille é constituído por 63
sinais, obtidos pela combinação
sinais, obtidos pela combinação
metódica de seis pontos que, na sua
metódica de seis pontos que, na sua
forma fundamental, se agrupam em
forma fundamental, se agrupam em
duas filas verticais e justapostas de três
duas filas verticais e justapostas de três
pontos cada. Cujos caracteres o
pontos cada. Cujos caracteres o
deficiente visual distingue por meio do
deficiente visual distingue por meio do
tato. As 63 combinações possíveis
tato. As 63 combinações possíveis
representam letras simples e
representam letras simples e
acentuadas, pontuações, algarismos,
acentuadas, pontuações, algarismos,
sinais algébricos e notas musicais.
sinais algébricos e notas musicais.

Estes sinais não excedem o campo tátil
Estes sinais não excedem o campo tátil
e podem ser identificados com rapidez,
e podem ser identificados com rapidez,
pois, pela sua forma, adaptam-se
pois, pela sua forma, adaptam-se
exatamente à polpa do dedo.
exatamente à polpa do dedo.

É um sistema de leitura e escrita tátil
É um sistema de leitura e escrita tátil
que consta de seis pontos em relevo,
que consta de seis pontos em relevo,
dispostos em duas colunas de três
dispostos em duas colunas de três
pontos. Os seis pontos formam o que
pontos. Os seis pontos formam o que
convencionou-se chamar de "cela
convencionou-se chamar de "cela
Braille". Para facilitar a sua
Braille". Para facilitar a sua
identificação, os pontos são numerados
identificação, os pontos são numerados
da seguinte forma:
da seguinte forma:

Em duas colunas;
Em duas colunas;

do alto para baixo, coluna da
do alto para baixo, coluna da
esquerda: pontos 1-2-3;
esquerda: pontos 1-2-3;

do alto para baixo, coluna da
do alto para baixo, coluna da
direita: pontos 4-5-6.
direita: pontos 4-5-6.
é
é

 


 


 

1
1 
 

4
4
2
2 
 

5
5
3
3 
 

6
6

A diferente disposição desses seis pontos
A diferente disposição desses seis pontos
permite a formação de 63 combinações ou
permite a formação de 63 combinações ou
símbolos Braille. As dez primeiras letras do
símbolos Braille. As dez primeiras letras do
alfabeto são formadas pelas diversas
alfabeto são formadas pelas diversas
combinações possíveis dos quatro pontos
combinações possíveis dos quatro pontos
superiores (1-2-4-5); é a chamada
superiores (1-2-4-5); é a chamada
primeira série de sinais ou 1ª linha.
primeira série de sinais ou 1ª linha.
a
a b
b c
c d
d e
e f
f g
g h
h i
i j
j

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 
 
 

As dez letras seguintes são as combinações
As dez letras seguintes são as combinações
das dez primeiras letras, acrescidas do
das dez primeiras letras, acrescidas do
ponto 3, e formam a 2ª linha ou 2ª série de
ponto 3, e formam a 2ª linha ou 2ª série de
sinais.
sinais.
k
k l
l m
m n
n o
o p
p q
q r
r s
s t
t

 
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
A terceira linha resulta da 1ª linha
A terceira linha resulta da 1ª linha
acrescentando-se os pontos 3 e 6 à
acrescentando-se os pontos 3 e 6 à
primeira linha.
primeira linha.
u v X y z ç á é ú
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
A quarta linha é formada por vogais
A quarta linha é formada por vogais
acentuadas, pelo i e u tremados,
acentuadas, pelo i e u tremados,
pelo õ e pelo W (ou ò). Para formar
pelo õ e pelo W (ou ò). Para formar
esta linha acrescenta-se o ponto 6 à
esta linha acrescenta-se o ponto 6 à
primeira linha.
primeira linha.
â ê ì ô ù à ï ü õ w
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í ã ó , ; : . ? ! Sinal de
maiúscula
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Além das letras acentuadas, e
Além das letras acentuadas, e
da letra W, existem ainda os
da letra W, existem ainda os
sinais de pontuação ....e ...
sinais de pontuação ....e ...
OS NÚMEROS
OS NÚMEROS
Sinal de
número


 
a
a b
b c
c d
d e
e f
f g
g h
h i
i j
j
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1 2 3 4 5 6 7 8 9 0
1 2 3 4 5 6 7 8 9 0
ORIENTAÇÕES NO RELACIONAMENTO
ORIENTAÇÕES NO RELACIONAMENTO
COM PESSOAS CEGAS.
COM PESSOAS CEGAS.

Ofereça sua ajuda sempre que um(a)
Ofereça sua ajuda sempre que um(a)
cego(a) parecer necessitar. Mas não
cego(a) parecer necessitar. Mas não
ajude sem que ele(a) concorde;
ajude sem que ele(a) concorde;

Sempre pergunte antes de agir. Se você
Sempre pergunte antes de agir. Se você
não souber em que e como ajudar, peça
não souber em que e como ajudar, peça
explicações de como fazê-lo;
explicações de como fazê-lo;

Para guiar uma pessoa cega, ela deve
Para guiar uma pessoa cega, ela deve
segurar-lhe pelo braço, de preferência
segurar-lhe pelo braço, de preferência
no cotovelo ou no ombro. Não a
no cotovelo ou no ombro. Não a
pegue pelo braço: além de perigoso,
pegue pelo braço: além de perigoso,
isso pode assustá-la. À medida que
isso pode assustá-la. À medida que
encontrar degraus, meios fios e
encontrar degraus, meios fios e
outros obstáculos, vá orientando-a.
outros obstáculos, vá orientando-a.

Em lugares muito estreitos para duas
Em lugares muito estreitos para duas
pessoas caminharem lado a lado,
pessoas caminharem lado a lado,
ponha seu braço para trás de modo
ponha seu braço para trás de modo
que a pessoa cega possa lhe seguir;
que a pessoa cega possa lhe seguir;

Ao sair de uma sala, informe o(a) cego(a); Não
Ao sair de uma sala, informe o(a) cego(a); Não
evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver",
evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver",
os(as) cegos(as) também as usam;
os(as) cegos(as) também as usam;

Ao explicar direções para uma pessoa cega,
Ao explicar direções para uma pessoa cega,
seja o mais claro e específico possível. Não se
seja o mais claro e específico possível. Não se
esqueça de indicar os obstáculos que existem
esqueça de indicar os obstáculos que existem
no caminho que ela vai seguir. Como algumas
no caminho que ela vai seguir. Como algumas
pessoas cegas não têm memória visual, não se
pessoas cegas não têm memória visual, não se
esqueça de indicar as distâncias em metros.
esqueça de indicar as distâncias em metros.
Mas se você não sabe corretamente como
Mas se você não sabe corretamente como
direcionar uma pessoa cega, pergunte a ele (a)
direcionar uma pessoa cega, pergunte a ele (a)
a melhor maneira de ajudar, ele(a) lhe dirá;
a melhor maneira de ajudar, ele(a) lhe dirá;

Ao guiar um(a) cego(a) para uma
Ao guiar um(a) cego(a) para uma
cadeira, guie a sua mão para o
cadeira, guie a sua mão para o
encosto da cadeira, e informe se a
encosto da cadeira, e informe se a
cadeira tem braços ou não;
cadeira tem braços ou não;

Num restaurante, é de boa educação
Num restaurante, é de boa educação
que você leia o cardápio e os
que você leia o cardápio e os
preços;
preços;

Trate as pessoas cegas com o
Trate as pessoas cegas com o
mesmo respeito que você trata uma
mesmo respeito que você trata uma
pessoa que enxerga;
pessoa que enxerga;

Quando são pessoas com visão
Quando são pessoas com visão
subnormal (alguém com sérias
subnormal (alguém com sérias
dificuldades visuais), proceda com
dificuldades visuais), proceda com
o mesmo respeito, perguntando-
o mesmo respeito, perguntando-
lhe se precisa de ajuda, quando
lhe se precisa de ajuda, quando
notar que ela está em dificuldade.
notar que ela está em dificuldade.

Não fale sobre a cegueira como se
Não fale sobre a cegueira como se
fosse a pior coisa do mundo. Lembre-
fosse a pior coisa do mundo. Lembre-
se que um deficiente visual com uma
se que um deficiente visual com uma
orientação adequada, que leve-o a
orientação adequada, que leve-o a
uma integração social e realização
uma integração social e realização
profissional, alcançará o pleno exercício
profissional, alcançará o pleno exercício
de sua cidadania.
de sua cidadania.

Conviver com as diferenças é
Conviver com as diferenças é
importantes para o desenvolvimento de
importantes para o desenvolvimento de
seu filho. Como toda criança, a criança
seu filho. Como toda criança, a criança
cega gosta, pode e deve brincar e fazer
cega gosta, pode e deve brincar e fazer
tudo o que a criança vidente faz.
tudo o que a criança vidente faz.

Ao dirigir-se a uma pessoa cega
Ao dirigir-se a uma pessoa cega
chame-a pelo seu nome. Chamá-la
chame-a pelo seu nome. Chamá-la
de "cego" ou "ceguinho" é falta
de "cego" ou "ceguinho" é falta
elementar de educação podendo
elementar de educação podendo
mesmo constituir ofensa chamar-se
mesmo constituir ofensa chamar-se
alguém pela palavra designativa de
alguém pela palavra designativa de
sua deficiência física.
sua deficiência física.
 Quando conversar sobre a cegueira
Quando conversar sobre a cegueira
com quem não vê, use a palavra
com quem não vê, use a palavra
"cego" sem rodeios.
"cego" sem rodeios.
 Hoje o deficiente visual, acessa a
Hoje o deficiente visual, acessa a
Internet através de programas que
Internet através de programas que
sonorizam os computadores
sonorizam os computadores
(DOSVOX), gosta de ouvir rádio,
(DOSVOX), gosta de ouvir rádio,
televisão e ir ao teatro, desta forma
televisão e ir ao teatro, desta forma
não tenha medo de falar sobre
não tenha medo de falar sobre
atualidades com ele. Porém, quando
atualidades com ele. Porém, quando
ele perguntar, descreva a cena, a
ele perguntar, descreva a cena, a
ação e não os ruídos e diálogos, pois
ação e não os ruídos e diálogos, pois
estes, ele escuta muito bem.
estes, ele escuta muito bem.
 Não pense que todas as pessoas cegas
Não pense que todas as pessoas cegas
são iguais, não generalize aspectos
são iguais, não generalize aspectos
positivos e negativos de uma pessoa
positivos e negativos de uma pessoa
cega que você conheça, estendendo-os
cega que você conheça, estendendo-os
aos outros deficientes. O que as pessoas
aos outros deficientes. O que as pessoas
cegas têm em comum é a cegueira, em
cegas têm em comum é a cegueira, em
todos os outros aspectos cada um tem
todos os outros aspectos cada um tem
sua própria maneira de ser.
sua própria maneira de ser.
 Pelo fato do cego não enxergar as
Pelo fato do cego não enxergar as
expressões fisionômicas e os gestos,
expressões fisionômicas e os gestos,
quando você estiver conversando com
quando você estiver conversando com
ele, fale sobre seus sentimentos e
ele, fale sobre seus sentimentos e
emoções, para que haja um bom
emoções, para que haja um bom
relacionamento.
relacionamento.
 A pessoa cega tem condições de
A pessoa cega tem condições de
consultar o relógio (próprio para
consultar o relógio (próprio para
cegos), discar o telefone, assinar o
cegos), discar o telefone, assinar o
nome e andar na rua sozinho, não
nome e andar na rua sozinho, não
havendo motivo para que se
havendo motivo para que se
exclame "que extraordinário" ou
exclame "que extraordinário" ou
"que maravilha".
"que maravilha".
 Ao notar qualquer incorreção no
Ao notar qualquer incorreção no
vestuário de uma pessoa cega
vestuário de uma pessoa cega
comunique-lhe, para que ela não
comunique-lhe, para que ela não
se veja na situação desagradável
se veja na situação desagradável
de suscitar a piedade alheia.
de suscitar a piedade alheia.

Nunca ajude sem perguntar antes se a
Nunca ajude sem perguntar antes se a
pessoa necessita de sua ajuda, em caso
pessoa necessita de sua ajuda, em caso
afirmativo, pergunte, como deve fazê-lo.
afirmativo, pergunte, como deve fazê-lo.

Caso sua ajuda como guia seja aceita,
Caso sua ajuda como guia seja aceita,
coloque a mão da pessoa no seu
coloque a mão da pessoa no seu
cotovelo. Ela irá acompanhar o
cotovelo. Ela irá acompanhar o
movimento do seu corpo enquanto você
movimento do seu corpo enquanto você
caminha.
caminha.

É sempre bom você avisar,
É sempre bom você avisar,
antecipadamente, a existência de
antecipadamente, a existência de
degraus, pisos escorregadios, buracos e
degraus, pisos escorregadios, buracos e
obstáculos em geral durante o trajeto.
obstáculos em geral durante o trajeto.
 Algumas pessoas, sem perceber, falam
Algumas pessoas, sem perceber, falam
em tom de voz mais alto quando
em tom de voz mais alto quando
conversam com pessoas cegas. A
conversam com pessoas cegas. A
menos que a pessoa tenha, também,
menos que a pessoa tenha, também,
uma deficiência auditiva que justifique
uma deficiência auditiva que justifique
isso, não faz nenhum sentido gritar.
isso, não faz nenhum sentido gritar.
Fale em tom de voz normal.
Fale em tom de voz normal.
 Por mais tentador que seja acariciar
Por mais tentador que seja acariciar
um cão-guia, lembre-se de que esses
um cão-guia, lembre-se de que esses
cães têm a responsabilidade de guiar
cães têm a responsabilidade de guiar
um dono que não enxerga. O cão
um dono que não enxerga. O cão
nunca deve ser distraído do seu dever
nunca deve ser distraído do seu dever
de guia.
de guia.

As pessoas cegas ou com visão
As pessoas cegas ou com visão
subnormal são como você, só que
subnormal são como você, só que
não enxergam. Trate-as com o
não enxergam. Trate-as com o
mesmo respeito e consideração que
mesmo respeito e consideração que
você trata todas as pessoas, sem
você trata todas as pessoas, sem
necessidade de protegê-la.
necessidade de protegê-la.

No convívio social ou profissional,
No convívio social ou profissional,
não exclua as pessoas com
não exclua as pessoas com
deficiência visual das atividades
deficiência visual das atividades
normais. Deixe que elas decidam
normais. Deixe que elas decidam
como podem ou querem participar.
como podem ou querem participar.

Proporcione às pessoas cegas ou
Proporcione às pessoas cegas ou
com deficiência visual as mesmas
com deficiência visual as mesmas
chances de atuação nas atividades
chances de atuação nas atividades
com ou sem sucesso.
com ou sem sucesso.

Fique a vontade para usar palavras
Fique a vontade para usar palavras
como "veja" e "olhe". As pessoas
como "veja" e "olhe". As pessoas
cegas as usam com naturalidade.
cegas as usam com naturalidade.

Em sala de aula o aluno com deficiência
Em sala de aula o aluno com deficiência
visual não escreve com a mesma
visual não escreve com a mesma
rapidez que seus colegas, estes
rapidez que seus colegas, estes
poderão ajudá-lo ditando os conteúdos
poderão ajudá-lo ditando os conteúdos
do quadro, fazendo cópia com carbono
do quadro, fazendo cópia com carbono
ou fazendo gravações.
ou fazendo gravações.

O professor pode colaborar oferecendo
O professor pode colaborar oferecendo
com antecipação os conteúdos que
com antecipação os conteúdos que
serão trabalhados, dando explicações
serão trabalhados, dando explicações
individuais mais detalhadas ou com
individuais mais detalhadas ou com
auxílio de materiais em relevo.
auxílio de materiais em relevo.

Quando recorrer a quadros,
Quando recorrer a quadros,
figuras, slides ou filmes deverá
figuras, slides ou filmes deverá
descrever o seu conteúdo.
descrever o seu conteúdo.

Nas aulas deverão ser evitados
Nas aulas deverão ser evitados
termos como "isto" ou "aquilo"
termos como "isto" ou "aquilo"
“aquilo” “este” “aquele” “aqui”,
“aquilo” “este” “aquele” “aqui”,
“ali”, uma vez que estes termos
“ali”, uma vez que estes termos
confundem as pessoas que não
confundem as pessoas que não
vêem, podendo ser substituído
vêem, podendo ser substituído
por palavras e expressões
por palavras e expressões
objetivas.
objetivas.

Não trate as pessoas cegas como
Não trate as pessoas cegas como
seres diferentes somente porque não
seres diferentes somente porque não
podem ver. Saiba que elas estão
podem ver. Saiba que elas estão
interessadas no que você gosta de
interessadas no que você gosta de
ver, de ler, de ouvir e falar.
ver, de ler, de ouvir e falar.

Procure não limitar a pessoa cega
Procure não limitar a pessoa cega
mais do que a própria cegueira o faz,
mais do que a própria cegueira o faz,
impedindo-a de realizar o que sabe,
impedindo-a de realizar o que sabe,
pode e deve fazer sozinha.
pode e deve fazer sozinha.

Não diga que tem pena de pessoa cega, nem
Não diga que tem pena de pessoa cega, nem
lhe mostre exagerada solidariedade. O que
lhe mostre exagerada solidariedade. O que
ela quer é ser tratada com igualdade.
ela quer é ser tratada com igualdade.

Não exclame “maravilhoso”,
Não exclame “maravilhoso”,
“extraordinário”, ao ver a pessoa cega
“extraordinário”, ao ver a pessoa cega
consultar o relógio, discar telefonema ou
consultar o relógio, discar telefonema ou
assinar o nome.
assinar o nome.

Não fale de “sexto sentido” nem de “
Não fale de “sexto sentido” nem de “
compensação da natureza” – isso perpetua
compensação da natureza” – isso perpetua
conceitos errôneos. O que há na pessoa cega
conceitos errôneos. O que há na pessoa cega
é simples desenvolvimento de recursos
é simples desenvolvimento de recursos
mentais latentes em todas as criaturas.
mentais latentes em todas as criaturas.

Não deixe de oferecer auxilio à pessoa cega
Não deixe de oferecer auxilio à pessoa cega
que esteja querendo atravessar a rua ou
que esteja querendo atravessar a rua ou
tomar condução. Ainda que seu
tomar condução. Ainda que seu
oferecimento seja recusado ou mesmo mal
oferecimento seja recusado ou mesmo mal
recebido por algumas delas, esteja certo de
recebido por algumas delas, esteja certo de
que a maioria lhe agradecerá o gesto.
que a maioria lhe agradecerá o gesto.

Não suponha que a pessoa cega possa
Não suponha que a pessoa cega possa
localizar a porta onde deseja entrar ou o
localizar a porta onde deseja entrar ou o
lugar aonde queira ir, contando os passos.
lugar aonde queira ir, contando os passos.

Não tenha constrangimento em receber
Não tenha constrangimento em receber
ajuda, admitir colaboração ou aceitar
ajuda, admitir colaboração ou aceitar
gentilezas por parte de alguma pessoa
gentilezas por parte de alguma pessoa
cega. Tenha sempre em mente que a
cega. Tenha sempre em mente que a
solidariedade humana deve ser praticada
solidariedade humana deve ser praticada
por todos e que ninguém é tão incapaz que
por todos e que ninguém é tão incapaz que
não tenha algo para dar.
não tenha algo para dar.

Não se dirija à pessoa cega através de seu
Não se dirija à pessoa cega através de seu
guia ou companheiro, admitindo assim que
guia ou companheiro, admitindo assim que
ela não tenha condição de compreendê-lo
ela não tenha condição de compreendê-lo
e de expressar-se.
e de expressar-se.

Quando passear com a pessoa cega que já
Quando passear com a pessoa cega que já
estiver acompanhada, não a pegue pelo
estiver acompanhada, não a pegue pelo
outro braço, nem lhe fique dando avisos.
outro braço, nem lhe fique dando avisos.
Deixe-a ser orientada só por quem a
Deixe-a ser orientada só por quem a
estiver guiando.
estiver guiando.

Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a
Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a
atravessar a rua, tomar condução, subir ou
atravessar a rua, tomar condução, subir ou
descer escadas. Basta guiá-la, pôr-lhe a
descer escadas. Basta guiá-la, pôr-lhe a
mão no corrimão.
mão no corrimão.
 Não guie a pessoa cega em diagonal ao
Não guie a pessoa cega em diagonal ao
atravessar em cruzamento. Isso pode fazê-
atravessar em cruzamento. Isso pode fazê-
la perder a orientação.
la perder a orientação.
 Não diga apenas “à direita”, “à esquerda”,
Não diga apenas “à direita”, “à esquerda”,
ao procurar orientar uma pessoa cega à
ao procurar orientar uma pessoa cega à
distância. Muitos se enganam ao tomarem
distância. Muitos se enganam ao tomarem
como referência a própria posição e não a
como referência a própria posição e não a
da pessoa cega que caminha em sentido
da pessoa cega que caminha em sentido
contrário ao seu.
contrário ao seu.
 Não deixe portas e janelas entreabertas
Não deixe portas e janelas entreabertas
onde haja alguma pessoa cega. Conserve-
onde haja alguma pessoa cega. Conserve-
as sempre fechadas ou bem encostadas à
as sempre fechadas ou bem encostadas à
parede, quando abertas. As portas e
parede, quando abertas. As portas e
janelas meio abertas constituem obstáculos
janelas meio abertas constituem obstáculos
muito perigosos para ela.
muito perigosos para ela.

Não deixe objetos no caminho por
Não deixe objetos no caminho por
onde uma pessoa cega costuma
onde uma pessoa cega costuma
passar.
passar.

Não bata a porta do automóvel onde
Não bata a porta do automóvel onde
haja uma pessoa cega sem ter
haja uma pessoa cega sem ter
certeza de que não lhe vai prender os
certeza de que não lhe vai prender os
dedos.
dedos.

Não deixe de se anunciar ao entrar
Não deixe de se anunciar ao entrar
no recinto onde haja pessoa cegas,
no recinto onde haja pessoa cegas,
isso auxilia a sua identificação.
isso auxilia a sua identificação.
 Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega
Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega
ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de
ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de
mão substitui para ela o sorriso amável.
mão substitui para ela o sorriso amável.
 Não perca o seu tempo nem o da pessoa cega
Não perca o seu tempo nem o da pessoa cega
perguntando-lhe: “ Sabe quem sou eu?” ... “Veja
perguntando-lhe: “ Sabe quem sou eu?” ... “Veja
se advinha quem sou?”. Identifique-se ao chegar.
se advinha quem sou?”. Identifique-se ao chegar.
 Não deixe de apresentar o seu visitante cego a
Não deixe de apresentar o seu visitante cego a
todas as pessoas presentes, assim procedendo,
todas as pessoas presentes, assim procedendo,
você facilitará a integração dele ao grupo.
você facilitará a integração dele ao grupo.
 Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que
Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que
lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa
lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa
locomover-se sozinha.
locomover-se sozinha.
 Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto
Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto
a qualquer incorreção no seu vestuário.
a qualquer incorreção no seu vestuário.
 Informe a pessoa cega com relação à posição
Informe a pessoa cega com relação à posição
dos alimentos colocados em seu prato.
dos alimentos colocados em seu prato.
 Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega
Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega
até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades
até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades
em mantê-los equilibrados.
em mantê-los equilibrados.
 O pedestre cego é muito mais observador que
O pedestre cego é muito mais observador que
os outros. Ele desenvolve meios e modos de
os outros. Ele desenvolve meios e modos de
saber onde está e para onde vai, sem precisar
saber onde está e para onde vai, sem precisar
estar contando os passos. Antes de sair de
estar contando os passos. Antes de sair de
casa, ele faz o que toda gente deveria fazer:
casa, ele faz o que toda gente deveria fazer:
procura informar-se bem sobre o caminho a
procura informar-se bem sobre o caminho a
seguir para chegar ao seu destino. Na primeira
seguir para chegar ao seu destino. Na primeira
caminhada poderá errar um pouco, mas depois
caminhada poderá errar um pouco, mas depois
raramente se enganará. Saliências,
raramente se enganará. Saliências,
depressões, ruídos e odores característicos, ele
depressões, ruídos e odores característicos, ele
observa para sua maior orientação.
observa para sua maior orientação.
A HISTÓRIA DO SOROBAN
A HISTÓRIA DO SOROBAN

A história não registra a origem do Soroban, havendo somente
A história não registra a origem do Soroban, havendo somente
indícios de seu surgimento. E segundo alguns autores teria sido
indícios de seu surgimento. E segundo alguns autores teria sido
introduzido na Grécia por Pitágoras, filósofo que viveu no século
introduzido na Grécia por Pitágoras, filósofo que viveu no século
VI antes de Cristo. Segundo outros Mesopotâmia, sendo
VI antes de Cristo. Segundo outros Mesopotâmia, sendo
possivelmente introduzido no oriente através do Império
possivelmente introduzido no oriente através do Império
Romano.
Romano.

O seu uso espalhou-se tanto no Ocidente quanto no Oriente.
O seu uso espalhou-se tanto no Ocidente quanto no Oriente.
O ábaco Romano tornou-se tão conceituado a ponto de alguns
O ábaco Romano tornou-se tão conceituado a ponto de alguns
serem confeccionados em materiais preciosos. No Oriente seu
serem confeccionados em materiais preciosos. No Oriente seu
uso foi introduzido na China e daí foi levado ao Japão. Nestes
uso foi introduzido na China e daí foi levado ao Japão. Nestes
dois países o seu uso é corrente até os nossos dias.
dois países o seu uso é corrente até os nossos dias.

No Japão o introdutor foi o professor Kambei Moori que foi à
No Japão o introdutor foi o professor Kambei Moori que foi à
China para pesquisar a cultura geral chinesa, quando surge um
China para pesquisar a cultura geral chinesa, quando surge um
conflito entre as duas nações, vai embora levando um aparelho
conflito entre as duas nações, vai embora levando um aparelho
de cálculo "sum-pam" e um pequeno livro explicativo. Inicia
de cálculo "sum-pam" e um pequeno livro explicativo. Inicia
então as pesquisa sobre o aparelho e começa a ensinar o seu
então as pesquisa sobre o aparelho e começa a ensinar o seu
manuseio na cidade de Kijoto, já com o nome de soroban.
manuseio na cidade de Kijoto, já com o nome de soroban.
O QUE É O SOROBAN
O QUE É O SOROBAN

O Soroban é um aparelho de cálculo usado já há muitos
O Soroban é um aparelho de cálculo usado já há muitos
anos no Japão pelas escolas, casas comerciais e engenheiros,
anos no Japão pelas escolas, casas comerciais e engenheiros,
como máquina de calcular de grande rapidez, de maneira
como máquina de calcular de grande rapidez, de maneira
simples.
simples.

Na escrita de números reside a principal vantagem, que
Na escrita de números reside a principal vantagem, que
recomenda o sistema soroban como método ideal de cálculo
recomenda o sistema soroban como método ideal de cálculo
para deficientes visuais. Com alguma habilidade o deficiente
para deficientes visuais. Com alguma habilidade o deficiente
visual pode escrever números no soroban com a mesma
visual pode escrever números no soroban com a mesma
velocidade ou até mesmo mais rápido que um vidente escreve
velocidade ou até mesmo mais rápido que um vidente escreve
a lápis no caderno.
a lápis no caderno.

O Soroban está dividido em dois retângulos: um largo com
O Soroban está dividido em dois retângulos: um largo com
4 rodinhas em cada eixo e, outro estreito com apenas 1
4 rodinhas em cada eixo e, outro estreito com apenas 1
rodinha. Serve de separação entre os retângulos uma tabuinha
rodinha. Serve de separação entre os retângulos uma tabuinha
chamada régua, que tem, de 3 em 3 eixos um ponto em
chamada régua, que tem, de 3 em 3 eixos um ponto em
relevo, tendo seis ao todo. É junto da régua que se escreve e
relevo, tendo seis ao todo. É junto da régua que se escreve e
que se lê os algarismos. Para se calcular com o Soroban,
que se lê os algarismos. Para se calcular com o Soroban,
coloca-se o mesmo sobre uma mesa de modo que o retângulo
coloca-se o mesmo sobre uma mesa de modo que o retângulo
largo fique mais próximo de quem vai calcular.
largo fique mais próximo de quem vai calcular.
sli des sobre o braile ...................................................................
sli des sobre o braile ...................................................................
sli des sobre o braile ...................................................................
sli des sobre o braile ...................................................................

sli des sobre o braile ...................................................................

  • 1.
  • 2.
    O CRIADOR DOSISTEMA O CRIADOR DO SISTEMA BRAILLE: LOUIS BRAILLE BRAILLE: LOUIS BRAILLE  O Braille foi inventado pelo francês Louis O Braille foi inventado pelo francês Louis Braille, que perdeu a visão aos três anos. Braille, que perdeu a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com dezoito anos, tornou-se professor desse com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um sistema de instituto. Ao ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, lugares onde seria perigoso acender a luz, Louis Braille fez algumas adaptações no Louis Braille fez algumas adaptações no sistema de pontos em relevo. sistema de pontos em relevo.
  • 3.
     Em 1829, publicouo seu método. Em 1829, publicou o seu método.  Louis Braille morreu de Louis Braille morreu de tuberculose, em 1852, ano em tuberculose, em 1852, ano em que seu método foi oficialmente que seu método foi oficialmente adotado na Europa e América. adotado na Europa e América.
  • 4.
    CAUSAS DE DEFICIÊNCIA CAUSASDE DEFICIÊNCIA VISUAL VISUAL  Retinopatia de Prematuridade (excesso Retinopatia de Prematuridade (excesso de oxigênio); de oxigênio);  Gestação precoce, desnutrição da Gestação precoce, desnutrição da gestante; gestante;  Drogas em geral; Drogas em geral;  Infecções durante a gravidez (rubéola, Infecções durante a gravidez (rubéola, sífilis, Aids, toxoplasmose, etc.); sífilis, Aids, toxoplasmose, etc.);  Glaucoma congênito; Glaucoma congênito;
  • 5.
     Atrofia óptica porproblema de Atrofia óptica por problema de parto (infecções perinatais); parto (infecções perinatais);  Degenerações retinianas (doenças Degenerações retinianas (doenças hereditárias ou diabetes); hereditárias ou diabetes);  Alterações do sistema nervoso Alterações do sistema nervoso central ou convulsões; central ou convulsões;  Cataratas; Cataratas;  Descolamento de retina; Descolamento de retina;  Traumas oculares; Traumas oculares;
  • 6.
    PREVENÇÃO DE DEFICIÊNCIAS PREVENÇÃODE DEFICIÊNCIAS VISUAIS VISUAIS  Várias medidas podem ser utilizadas Várias medidas podem ser utilizadas para evitar doenças, infecções ou para evitar doenças, infecções ou traumatismos oculares: traumatismos oculares:  Evitar o contato com doenças Evitar o contato com doenças infecciosas durante a gravidez; infecciosas durante a gravidez;  Propiciar alimentação adequada às Propiciar alimentação adequada às gestantes e crianças. gestantes e crianças.  Manter objetos cortantes e Manter objetos cortantes e pontiagudos fora do alcance das pontiagudos fora do alcance das crianças; crianças;
  • 7.
     Observar cuidados higiênicos(mãos Observar cuidados higiênicos (mãos sujas e objetos contaminados podem sujas e objetos contaminados podem transmitir doenças); transmitir doenças);  Não colocar remédio nos olhos sem Não colocar remédio nos olhos sem orientação médica; orientação médica;  Evitar situações que podem oferecer Evitar situações que podem oferecer perigo para os olhos (foguetes, perigo para os olhos (foguetes, pedradas, etc.); pedradas, etc.);  Uso de óculos somente com a Uso de óculos somente com a recomendação de um oftalmologista; recomendação de um oftalmologista;
  • 8.
     Não usaróculos com lentes riscadas Não usar óculos com lentes riscadas ou sujas; ou sujas;  Utilizar medidas que contribuem para Utilizar medidas que contribuem para o conforto visual, relativas à o conforto visual, relativas à iluminação, distância, postura e uso iluminação, distância, postura e uso de óculos; de óculos;  Estudar em locais bem iluminados; Estudar em locais bem iluminados;  A luz deve ir de preferência dos lados A luz deve ir de preferência dos lados ou de trás da pessoa; ou de trás da pessoa;  Ao assistir TV deve-se manter uma Ao assistir TV deve-se manter uma lâmpada acesa; lâmpada acesa;
  • 9.
     A distância entrea pessoa e a TV A distância entre a pessoa e a TV deve ser de dois a três metros; deve ser de dois a três metros;  A distância entre o objeto de leitura A distância entre o objeto de leitura e os olhos deve ser normalmente, e os olhos deve ser normalmente, de 33 a 37 centímetros; de 33 a 37 centímetros;  A posição para leitura deve ser de A posição para leitura deve ser de preferência sentada; preferência sentada;
  • 10.
     Evitar leitura emveículos em Evitar leitura em veículos em movimento; movimento;  Aconselhamento genético nos casos Aconselhamento genético nos casos de casamento consangüíneos; de casamento consangüíneos;  Exame e tratamento pré-natal Exame e tratamento pré-natal (rubéola, sífilis, toxoplasmose). (rubéola, sífilis, toxoplasmose).
  • 11.
     Vacinação (sarampo, rubéola, Vacinação(sarampo, rubéola, meningite e varíola). meningite e varíola).  Inflamação nos olhos e infecção na Inflamação nos olhos e infecção na garganta e nos dentes devem ser garganta e nos dentes devem ser tratados para evitar focos infecciosos tratados para evitar focos infecciosos que poderão afetar a visão; que poderão afetar a visão;  Usar equipamentos de segurança no Usar equipamentos de segurança no trabalho; trabalho;
  • 12.
    SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA SINTOMASDE DEFICIÊNCIA VISUAL VISUAL  Os prejuízos visuais podem ser Os prejuízos visuais podem ser identificados através de vários recursos: identificados através de vários recursos: aplicação de testes apara medir a aplicação de testes apara medir a acuidade visual conforme a idade da acuidade visual conforme a idade da criança; observação da aparência dos criança; observação da aparência dos olhos da criança; consideração sobre as olhos da criança; consideração sobre as queixas da criança; observação da queixas da criança; observação da conduta da criança e exames conduta da criança e exames oftalmológicos; oftalmológicos;  Os principais sinais que indicam problemas Os principais sinais que indicam problemas da visão são apresentados a seguir: da visão são apresentados a seguir:
  • 13.
     Esfregam osolhos com Esfregam os olhos com freqüência; freqüência;  Sentem dores dentro e em volta Sentem dores dentro e em volta dos olhos; dos olhos;  Estrabismo (olho vesgo); Estrabismo (olho vesgo);  Demonstra medo de andar ou se Demonstra medo de andar ou se movimentar em ambientes movimentar em ambientes estranhos; estranhos;  Tem muita sensibilidade a luz; Tem muita sensibilidade a luz;  Tropeçam em objetos; Tropeçam em objetos;
  • 14.
     Piscam em excesso; Piscamem excesso;  Apresentam frequentemente terçóis Apresentam frequentemente terçóis ou olhos vermelhos e lacrimejantes; ou olhos vermelhos e lacrimejantes;  Seguram os brinquedos próximos dos Seguram os brinquedos próximos dos olhos; olhos;  A criança não se interessa por A criança não se interessa por atividades que exijam concentração atividades que exijam concentração visual constante; visual constante;  Seguram os livros muito perto dos Seguram os livros muito perto dos olhos quando estão lendo; olhos quando estão lendo;  Franzem a testa para ler a distância; Franzem a testa para ler a distância;
  • 15.
     Fecham um dosolhos quando estão Fecham um dos olhos quando estão olhando para um objeto; olhando para um objeto;  Pulam palavras quando estão lendo alto; Pulam palavras quando estão lendo alto;  Confundem as letras Confundem as letras o o e e a a quando quando lêem; lêem;  Lêem acima ou abaixo da linha; Lêem acima ou abaixo da linha;  Tem visão dupla ou manchada; Tem visão dupla ou manchada;  Têm tonturas e/ou dores de cabeças, Têm tonturas e/ou dores de cabeças, náuseas após brincarem de fechar os náuseas após brincarem de fechar os olhos. olhos.
  • 16.
    O SISTEMA BRAILLE OSISTEMA BRAILLE  O Sistema Braille é constituído por 63 O Sistema Braille é constituído por 63 sinais, obtidos pela combinação sinais, obtidos pela combinação metódica de seis pontos que, na sua metódica de seis pontos que, na sua forma fundamental, se agrupam em forma fundamental, se agrupam em duas filas verticais e justapostas de três duas filas verticais e justapostas de três pontos cada. Cujos caracteres o pontos cada. Cujos caracteres o deficiente visual distingue por meio do deficiente visual distingue por meio do tato. As 63 combinações possíveis tato. As 63 combinações possíveis representam letras simples e representam letras simples e acentuadas, pontuações, algarismos, acentuadas, pontuações, algarismos, sinais algébricos e notas musicais. sinais algébricos e notas musicais.
  • 17.
     Estes sinais nãoexcedem o campo tátil Estes sinais não excedem o campo tátil e podem ser identificados com rapidez, e podem ser identificados com rapidez, pois, pela sua forma, adaptam-se pois, pela sua forma, adaptam-se exatamente à polpa do dedo. exatamente à polpa do dedo.  É um sistema de leitura e escrita tátil É um sistema de leitura e escrita tátil que consta de seis pontos em relevo, que consta de seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas de três dispostos em duas colunas de três pontos. Os seis pontos formam o que pontos. Os seis pontos formam o que convencionou-se chamar de "cela convencionou-se chamar de "cela Braille". Para facilitar a sua Braille". Para facilitar a sua identificação, os pontos são numerados identificação, os pontos são numerados da seguinte forma: da seguinte forma:
  • 18.
     Em duas colunas; Emduas colunas;  do alto para baixo, coluna da do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 1-2-3; esquerda: pontos 1-2-3;  do alto para baixo, coluna da do alto para baixo, coluna da direita: pontos 4-5-6. direita: pontos 4-5-6. é é             1 1     4 4 2 2     5 5 3 3     6 6
  • 19.
     A diferente disposiçãodesses seis pontos A diferente disposição desses seis pontos permite a formação de 63 combinações ou permite a formação de 63 combinações ou símbolos Braille. As dez primeiras letras do símbolos Braille. As dez primeiras letras do alfabeto são formadas pelas diversas alfabeto são formadas pelas diversas combinações possíveis dos quatro pontos combinações possíveis dos quatro pontos superiores (1-2-4-5); é a chamada superiores (1-2-4-5); é a chamada primeira série de sinais ou 1ª linha. primeira série de sinais ou 1ª linha. a a b b c c d d e e f f g g h h i i j j                                                  
  • 20.
    As dez letrasseguintes são as combinações As dez letras seguintes são as combinações das dez primeiras letras, acrescidas do das dez primeiras letras, acrescidas do ponto 3, e formam a 2ª linha ou 2ª série de ponto 3, e formam a 2ª linha ou 2ª série de sinais. sinais. k k l l m m n n o o p p q q r r s s t t                                                                      
  • 21.
     A terceira linharesulta da 1ª linha A terceira linha resulta da 1ª linha acrescentando-se os pontos 3 e 6 à acrescentando-se os pontos 3 e 6 à primeira linha. primeira linha. u v X y z ç á é ú                                         
  • 22.
     A quarta linhaé formada por vogais A quarta linha é formada por vogais acentuadas, pelo i e u tremados, acentuadas, pelo i e u tremados, pelo õ e pelo W (ou ò). Para formar pelo õ e pelo W (ou ò). Para formar esta linha acrescenta-se o ponto 6 à esta linha acrescenta-se o ponto 6 à primeira linha. primeira linha. â ê ì ô ù à ï ü õ w                                   
  • 23.
    í ã ó, ; : . ? ! Sinal de maiúscula                      Além das letras acentuadas, e Além das letras acentuadas, e da letra W, existem ainda os da letra W, existem ainda os sinais de pontuação ....e ... sinais de pontuação ....e ...
  • 24.
    OS NÚMEROS OS NÚMEROS Sinalde número    
  • 25.
    a a b b c cd d e e f f g g h h i i j j                                                   1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0
  • 26.
    ORIENTAÇÕES NO RELACIONAMENTO ORIENTAÇÕESNO RELACIONAMENTO COM PESSOAS CEGAS. COM PESSOAS CEGAS.  Ofereça sua ajuda sempre que um(a) Ofereça sua ajuda sempre que um(a) cego(a) parecer necessitar. Mas não cego(a) parecer necessitar. Mas não ajude sem que ele(a) concorde; ajude sem que ele(a) concorde;  Sempre pergunte antes de agir. Se você Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em que e como ajudar, peça não souber em que e como ajudar, peça explicações de como fazê-lo; explicações de como fazê-lo;
  • 27.
     Para guiar umapessoa cega, ela deve Para guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou no ombro. Não a no cotovelo ou no ombro. Não a pegue pelo braço: além de perigoso, pegue pelo braço: além de perigoso, isso pode assustá-la. À medida que isso pode assustá-la. À medida que encontrar degraus, meios fios e encontrar degraus, meios fios e outros obstáculos, vá orientando-a. outros obstáculos, vá orientando-a.  Em lugares muito estreitos para duas Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para trás de modo ponha seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa lhe seguir; que a pessoa cega possa lhe seguir;
  • 28.
     Ao sair deuma sala, informe o(a) cego(a); Não Ao sair de uma sala, informe o(a) cego(a); Não evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver", evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver", os(as) cegos(as) também as usam; os(as) cegos(as) também as usam;  Ao explicar direções para uma pessoa cega, Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível. Não se seja o mais claro e específico possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ela vai seguir. Como algumas no caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas cegas não têm memória visual, não se pessoas cegas não têm memória visual, não se esqueça de indicar as distâncias em metros. esqueça de indicar as distâncias em metros. Mas se você não sabe corretamente como Mas se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, pergunte a ele (a) direcionar uma pessoa cega, pergunte a ele (a) a melhor maneira de ajudar, ele(a) lhe dirá; a melhor maneira de ajudar, ele(a) lhe dirá;
  • 29.
     Ao guiar um(a)cego(a) para uma Ao guiar um(a) cego(a) para uma cadeira, guie a sua mão para o cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira, e informe se a encosto da cadeira, e informe se a cadeira tem braços ou não; cadeira tem braços ou não;  Num restaurante, é de boa educação Num restaurante, é de boa educação que você leia o cardápio e os que você leia o cardápio e os preços; preços;  Trate as pessoas cegas com o Trate as pessoas cegas com o mesmo respeito que você trata uma mesmo respeito que você trata uma pessoa que enxerga; pessoa que enxerga;
  • 30.
     Quando são pessoascom visão Quando são pessoas com visão subnormal (alguém com sérias subnormal (alguém com sérias dificuldades visuais), proceda com dificuldades visuais), proceda com o mesmo respeito, perguntando- o mesmo respeito, perguntando- lhe se precisa de ajuda, quando lhe se precisa de ajuda, quando notar que ela está em dificuldade. notar que ela está em dificuldade.
  • 31.
     Não fale sobrea cegueira como se Não fale sobre a cegueira como se fosse a pior coisa do mundo. Lembre- fosse a pior coisa do mundo. Lembre- se que um deficiente visual com uma se que um deficiente visual com uma orientação adequada, que leve-o a orientação adequada, que leve-o a uma integração social e realização uma integração social e realização profissional, alcançará o pleno exercício profissional, alcançará o pleno exercício de sua cidadania. de sua cidadania.  Conviver com as diferenças é Conviver com as diferenças é importantes para o desenvolvimento de importantes para o desenvolvimento de seu filho. Como toda criança, a criança seu filho. Como toda criança, a criança cega gosta, pode e deve brincar e fazer cega gosta, pode e deve brincar e fazer tudo o que a criança vidente faz. tudo o que a criança vidente faz.
  • 32.
     Ao dirigir-se auma pessoa cega Ao dirigir-se a uma pessoa cega chame-a pelo seu nome. Chamá-la chame-a pelo seu nome. Chamá-la de "cego" ou "ceguinho" é falta de "cego" ou "ceguinho" é falta elementar de educação podendo elementar de educação podendo mesmo constituir ofensa chamar-se mesmo constituir ofensa chamar-se alguém pela palavra designativa de alguém pela palavra designativa de sua deficiência física. sua deficiência física.
  • 33.
     Quando conversarsobre a cegueira Quando conversar sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra com quem não vê, use a palavra "cego" sem rodeios. "cego" sem rodeios.  Hoje o deficiente visual, acessa a Hoje o deficiente visual, acessa a Internet através de programas que Internet através de programas que sonorizam os computadores sonorizam os computadores (DOSVOX), gosta de ouvir rádio, (DOSVOX), gosta de ouvir rádio, televisão e ir ao teatro, desta forma televisão e ir ao teatro, desta forma não tenha medo de falar sobre não tenha medo de falar sobre atualidades com ele. Porém, quando atualidades com ele. Porém, quando ele perguntar, descreva a cena, a ele perguntar, descreva a cena, a ação e não os ruídos e diálogos, pois ação e não os ruídos e diálogos, pois estes, ele escuta muito bem. estes, ele escuta muito bem.
  • 34.
     Não penseque todas as pessoas cegas Não pense que todas as pessoas cegas são iguais, não generalize aspectos são iguais, não generalize aspectos positivos e negativos de uma pessoa positivos e negativos de uma pessoa cega que você conheça, estendendo-os cega que você conheça, estendendo-os aos outros deficientes. O que as pessoas aos outros deficientes. O que as pessoas cegas têm em comum é a cegueira, em cegas têm em comum é a cegueira, em todos os outros aspectos cada um tem todos os outros aspectos cada um tem sua própria maneira de ser. sua própria maneira de ser.  Pelo fato do cego não enxergar as Pelo fato do cego não enxergar as expressões fisionômicas e os gestos, expressões fisionômicas e os gestos, quando você estiver conversando com quando você estiver conversando com ele, fale sobre seus sentimentos e ele, fale sobre seus sentimentos e emoções, para que haja um bom emoções, para que haja um bom relacionamento. relacionamento.
  • 35.
     A pessoacega tem condições de A pessoa cega tem condições de consultar o relógio (próprio para consultar o relógio (próprio para cegos), discar o telefone, assinar o cegos), discar o telefone, assinar o nome e andar na rua sozinho, não nome e andar na rua sozinho, não havendo motivo para que se havendo motivo para que se exclame "que extraordinário" ou exclame "que extraordinário" ou "que maravilha". "que maravilha".  Ao notar qualquer incorreção no Ao notar qualquer incorreção no vestuário de uma pessoa cega vestuário de uma pessoa cega comunique-lhe, para que ela não comunique-lhe, para que ela não se veja na situação desagradável se veja na situação desagradável de suscitar a piedade alheia. de suscitar a piedade alheia.
  • 36.
     Nunca ajude semperguntar antes se a Nunca ajude sem perguntar antes se a pessoa necessita de sua ajuda, em caso pessoa necessita de sua ajuda, em caso afirmativo, pergunte, como deve fazê-lo. afirmativo, pergunte, como deve fazê-lo.  Caso sua ajuda como guia seja aceita, Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu coloque a mão da pessoa no seu cotovelo. Ela irá acompanhar o cotovelo. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você movimento do seu corpo enquanto você caminha. caminha.  É sempre bom você avisar, É sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência de antecipadamente, a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em geral durante o trajeto. obstáculos em geral durante o trajeto.
  • 37.
     Algumas pessoas,sem perceber, falam Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A conversam com pessoas cegas. A menos que a pessoa tenha, também, menos que a pessoa tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal. Fale em tom de voz normal.  Por mais tentador que seja acariciar Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever nunca deve ser distraído do seu dever de guia. de guia.
  • 38.
     As pessoas cegasou com visão As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração que mesmo respeito e consideração que você trata todas as pessoas, sem você trata todas as pessoas, sem necessidade de protegê-la. necessidade de protegê-la.  No convívio social ou profissional, No convívio social ou profissional, não exclua as pessoas com não exclua as pessoas com deficiência visual das atividades deficiência visual das atividades normais. Deixe que elas decidam normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar. como podem ou querem participar.
  • 39.
     Proporcione às pessoascegas ou Proporcione às pessoas cegas ou com deficiência visual as mesmas com deficiência visual as mesmas chances de atuação nas atividades chances de atuação nas atividades com ou sem sucesso. com ou sem sucesso.  Fique a vontade para usar palavras Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe". As pessoas como "veja" e "olhe". As pessoas cegas as usam com naturalidade. cegas as usam com naturalidade.
  • 40.
     Em sala deaula o aluno com deficiência Em sala de aula o aluno com deficiência visual não escreve com a mesma visual não escreve com a mesma rapidez que seus colegas, estes rapidez que seus colegas, estes poderão ajudá-lo ditando os conteúdos poderão ajudá-lo ditando os conteúdos do quadro, fazendo cópia com carbono do quadro, fazendo cópia com carbono ou fazendo gravações. ou fazendo gravações.  O professor pode colaborar oferecendo O professor pode colaborar oferecendo com antecipação os conteúdos que com antecipação os conteúdos que serão trabalhados, dando explicações serão trabalhados, dando explicações individuais mais detalhadas ou com individuais mais detalhadas ou com auxílio de materiais em relevo. auxílio de materiais em relevo.
  • 41.
     Quando recorrer aquadros, Quando recorrer a quadros, figuras, slides ou filmes deverá figuras, slides ou filmes deverá descrever o seu conteúdo. descrever o seu conteúdo.  Nas aulas deverão ser evitados Nas aulas deverão ser evitados termos como "isto" ou "aquilo" termos como "isto" ou "aquilo" “aquilo” “este” “aquele” “aqui”, “aquilo” “este” “aquele” “aqui”, “ali”, uma vez que estes termos “ali”, uma vez que estes termos confundem as pessoas que não confundem as pessoas que não vêem, podendo ser substituído vêem, podendo ser substituído por palavras e expressões por palavras e expressões objetivas. objetivas.
  • 42.
     Não trate aspessoas cegas como Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão podem ver. Saiba que elas estão interessadas no que você gosta de interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e falar. ver, de ler, de ouvir e falar.  Procure não limitar a pessoa cega Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha. pode e deve fazer sozinha.
  • 43.
     Não diga quetem pena de pessoa cega, nem Não diga que tem pena de pessoa cega, nem lhe mostre exagerada solidariedade. O que lhe mostre exagerada solidariedade. O que ela quer é ser tratada com igualdade. ela quer é ser tratada com igualdade.  Não exclame “maravilhoso”, Não exclame “maravilhoso”, “extraordinário”, ao ver a pessoa cega “extraordinário”, ao ver a pessoa cega consultar o relógio, discar telefonema ou consultar o relógio, discar telefonema ou assinar o nome. assinar o nome.  Não fale de “sexto sentido” nem de “ Não fale de “sexto sentido” nem de “ compensação da natureza” – isso perpetua compensação da natureza” – isso perpetua conceitos errôneos. O que há na pessoa cega conceitos errôneos. O que há na pessoa cega é simples desenvolvimento de recursos é simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as criaturas. mentais latentes em todas as criaturas.
  • 44.
     Não deixe deoferecer auxilio à pessoa cega Não deixe de oferecer auxilio à pessoa cega que esteja querendo atravessar a rua ou que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução. Ainda que seu tomar condução. Ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto. que a maioria lhe agradecerá o gesto.  Não suponha que a pessoa cega possa Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir, contando os passos. lugar aonde queira ir, contando os passos.  Não tenha constrangimento em receber Não tenha constrangimento em receber ajuda, admitir colaboração ou aceitar ajuda, admitir colaboração ou aceitar gentilezas por parte de alguma pessoa gentilezas por parte de alguma pessoa cega. Tenha sempre em mente que a cega. Tenha sempre em mente que a solidariedade humana deve ser praticada solidariedade humana deve ser praticada por todos e que ninguém é tão incapaz que por todos e que ninguém é tão incapaz que não tenha algo para dar. não tenha algo para dar.
  • 45.
     Não se dirijaà pessoa cega através de seu Não se dirija à pessoa cega através de seu guia ou companheiro, admitindo assim que guia ou companheiro, admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo ela não tenha condição de compreendê-lo e de expressar-se. e de expressar-se.  Quando passear com a pessoa cega que já Quando passear com a pessoa cega que já estiver acompanhada, não a pegue pelo estiver acompanhada, não a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos. outro braço, nem lhe fique dando avisos. Deixe-a ser orientada só por quem a Deixe-a ser orientada só por quem a estiver guiando. estiver guiando.  Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a Não carregue a pessoa cega ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar condução, subir ou atravessar a rua, tomar condução, subir ou descer escadas. Basta guiá-la, pôr-lhe a descer escadas. Basta guiá-la, pôr-lhe a mão no corrimão. mão no corrimão.
  • 46.
     Não guiea pessoa cega em diagonal ao Não guie a pessoa cega em diagonal ao atravessar em cruzamento. Isso pode fazê- atravessar em cruzamento. Isso pode fazê- la perder a orientação. la perder a orientação.  Não diga apenas “à direita”, “à esquerda”, Não diga apenas “à direita”, “à esquerda”, ao procurar orientar uma pessoa cega à ao procurar orientar uma pessoa cega à distância. Muitos se enganam ao tomarem distância. Muitos se enganam ao tomarem como referência a própria posição e não a como referência a própria posição e não a da pessoa cega que caminha em sentido da pessoa cega que caminha em sentido contrário ao seu. contrário ao seu.  Não deixe portas e janelas entreabertas Não deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega. Conserve- onde haja alguma pessoa cega. Conserve- as sempre fechadas ou bem encostadas à as sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas. As portas e parede, quando abertas. As portas e janelas meio abertas constituem obstáculos janelas meio abertas constituem obstáculos muito perigosos para ela. muito perigosos para ela.
  • 47.
     Não deixe objetosno caminho por Não deixe objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma onde uma pessoa cega costuma passar. passar.  Não bata a porta do automóvel onde Não bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter haja uma pessoa cega sem ter certeza de que não lhe vai prender os certeza de que não lhe vai prender os dedos. dedos.  Não deixe de se anunciar ao entrar Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoa cegas, no recinto onde haja pessoa cegas, isso auxilia a sua identificação. isso auxilia a sua identificação.
  • 48.
     Não deixede apertar a mão de uma pessoa cega Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de ao encontrá-la ou ao despedir-se dela. O aperto de mão substitui para ela o sorriso amável. mão substitui para ela o sorriso amável.  Não perca o seu tempo nem o da pessoa cega Não perca o seu tempo nem o da pessoa cega perguntando-lhe: “ Sabe quem sou eu?” ... “Veja perguntando-lhe: “ Sabe quem sou eu?” ... “Veja se advinha quem sou?”. Identifique-se ao chegar. se advinha quem sou?”. Identifique-se ao chegar.  Não deixe de apresentar o seu visitante cego a Não deixe de apresentar o seu visitante cego a todas as pessoas presentes, assim procedendo, todas as pessoas presentes, assim procedendo, você facilitará a integração dele ao grupo. você facilitará a integração dele ao grupo.  Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa lhe é desconhecido, oriente-a de modo que possa locomover-se sozinha. locomover-se sozinha.  Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto Não se constranja em alertar a pessoa cega quanto a qualquer incorreção no seu vestuário. a qualquer incorreção no seu vestuário.
  • 49.
     Informe apessoa cega com relação à posição Informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato. dos alimentos colocados em seu prato.  Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades em mantê-los equilibrados. em mantê-los equilibrados.  O pedestre cego é muito mais observador que O pedestre cego é muito mais observador que os outros. Ele desenvolve meios e modos de os outros. Ele desenvolve meios e modos de saber onde está e para onde vai, sem precisar saber onde está e para onde vai, sem precisar estar contando os passos. Antes de sair de estar contando os passos. Antes de sair de casa, ele faz o que toda gente deveria fazer: casa, ele faz o que toda gente deveria fazer: procura informar-se bem sobre o caminho a procura informar-se bem sobre o caminho a seguir para chegar ao seu destino. Na primeira seguir para chegar ao seu destino. Na primeira caminhada poderá errar um pouco, mas depois caminhada poderá errar um pouco, mas depois raramente se enganará. Saliências, raramente se enganará. Saliências, depressões, ruídos e odores característicos, ele depressões, ruídos e odores característicos, ele observa para sua maior orientação. observa para sua maior orientação.
  • 52.
    A HISTÓRIA DOSOROBAN A HISTÓRIA DO SOROBAN  A história não registra a origem do Soroban, havendo somente A história não registra a origem do Soroban, havendo somente indícios de seu surgimento. E segundo alguns autores teria sido indícios de seu surgimento. E segundo alguns autores teria sido introduzido na Grécia por Pitágoras, filósofo que viveu no século introduzido na Grécia por Pitágoras, filósofo que viveu no século VI antes de Cristo. Segundo outros Mesopotâmia, sendo VI antes de Cristo. Segundo outros Mesopotâmia, sendo possivelmente introduzido no oriente através do Império possivelmente introduzido no oriente através do Império Romano. Romano.  O seu uso espalhou-se tanto no Ocidente quanto no Oriente. O seu uso espalhou-se tanto no Ocidente quanto no Oriente. O ábaco Romano tornou-se tão conceituado a ponto de alguns O ábaco Romano tornou-se tão conceituado a ponto de alguns serem confeccionados em materiais preciosos. No Oriente seu serem confeccionados em materiais preciosos. No Oriente seu uso foi introduzido na China e daí foi levado ao Japão. Nestes uso foi introduzido na China e daí foi levado ao Japão. Nestes dois países o seu uso é corrente até os nossos dias. dois países o seu uso é corrente até os nossos dias.  No Japão o introdutor foi o professor Kambei Moori que foi à No Japão o introdutor foi o professor Kambei Moori que foi à China para pesquisar a cultura geral chinesa, quando surge um China para pesquisar a cultura geral chinesa, quando surge um conflito entre as duas nações, vai embora levando um aparelho conflito entre as duas nações, vai embora levando um aparelho de cálculo "sum-pam" e um pequeno livro explicativo. Inicia de cálculo "sum-pam" e um pequeno livro explicativo. Inicia então as pesquisa sobre o aparelho e começa a ensinar o seu então as pesquisa sobre o aparelho e começa a ensinar o seu manuseio na cidade de Kijoto, já com o nome de soroban. manuseio na cidade de Kijoto, já com o nome de soroban.
  • 53.
    O QUE ÉO SOROBAN O QUE É O SOROBAN  O Soroban é um aparelho de cálculo usado já há muitos O Soroban é um aparelho de cálculo usado já há muitos anos no Japão pelas escolas, casas comerciais e engenheiros, anos no Japão pelas escolas, casas comerciais e engenheiros, como máquina de calcular de grande rapidez, de maneira como máquina de calcular de grande rapidez, de maneira simples. simples.  Na escrita de números reside a principal vantagem, que Na escrita de números reside a principal vantagem, que recomenda o sistema soroban como método ideal de cálculo recomenda o sistema soroban como método ideal de cálculo para deficientes visuais. Com alguma habilidade o deficiente para deficientes visuais. Com alguma habilidade o deficiente visual pode escrever números no soroban com a mesma visual pode escrever números no soroban com a mesma velocidade ou até mesmo mais rápido que um vidente escreve velocidade ou até mesmo mais rápido que um vidente escreve a lápis no caderno. a lápis no caderno.  O Soroban está dividido em dois retângulos: um largo com O Soroban está dividido em dois retângulos: um largo com 4 rodinhas em cada eixo e, outro estreito com apenas 1 4 rodinhas em cada eixo e, outro estreito com apenas 1 rodinha. Serve de separação entre os retângulos uma tabuinha rodinha. Serve de separação entre os retângulos uma tabuinha chamada régua, que tem, de 3 em 3 eixos um ponto em chamada régua, que tem, de 3 em 3 eixos um ponto em relevo, tendo seis ao todo. É junto da régua que se escreve e relevo, tendo seis ao todo. É junto da régua que se escreve e que se lê os algarismos. Para se calcular com o Soroban, que se lê os algarismos. Para se calcular com o Soroban, coloca-se o mesmo sobre uma mesa de modo que o retângulo coloca-se o mesmo sobre uma mesa de modo que o retângulo largo fique mais próximo de quem vai calcular. largo fique mais próximo de quem vai calcular.