A  F ORMAÇÃO   DO  S ISTEMA S OLAR Daniela  Lazzaro Observatório Nacional Rio de Janeiro 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Teorias de formação    50 em 300 anos Descartes  1644    “turbilhões” Buffon 1755    colisão com cometa Kant 1765    nebulosa “primordial” Laplace 1796    anéis concêntricos Jeans-Jeffreys  1916    colisão com estrela Safronov 1969    planetesimais Cameron 1969    instabilidades 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
O método científico Formulação do problema   1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
O método científico Formulação do problema Obtenção de dados observacionais   1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
O método científico Formulação do problema Obtenção de dados observacionais Elaboração do modelo   1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
O método científico Formulação do problema Obtenção de dados observacionais Elaboração do modelo Comprovação do modelo   novos dados  previsões do modelo 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Como  criar  9  corpos ?       Formula ção do problema 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Como  criar  9  corpos ? quebrar algo grande  juntar algo pequeno       Formula ção do problema 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Como  criar  9  corpos ? quebrar algo grande  juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ?       Formula ção do problema 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Como  criar  9  corpos ? quebrar algo grande  juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ?     estelar  fria   Formula ção do problema 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Como  criar  9  corpos ? quebrar algo grande  juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ?     estelar  fria Em que momento ?   Formula ção do problema 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Como  criar  9  corpos ? quebrar algo grande  juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ?     estelar  fria Em que momento ?   congênitos  capturados  Formula ção do problema 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Dados: órbitas co-planares e circulares 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002 17.17 0.246 39.44 Plutão 1.78 0.009 30.06 Netuno 0.77 0.046 19.18 Urano 2.50 0.056 9.54 Saturno 1.32 0.048 5.20 Júpiter 1.85 0.093 1.52 Marte 0.0 0.017 1.00 Terra 3.4  0.007 0.72 Vénus 7.0 0.206 0.39 Mercúrio i ( o ) e a (UA)
Dados: direção do movimento e rotação 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Dados: dimensões 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação  do IST - 2002 6,4 0,002 Plutão 0,66 17,2 Netuno -0,6 14,5 Urano 0,43 95,2 Saturno 0,41 317,9 Júpiter 1,03 0,11 Marte 1 1,00 Terra -244 0,82 Venus 55 0,06 Mercúrio 27 343.000 Sol Rotação (dias) Massa (M T  = 5,98 x 10 24 kg)
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002 0.0000001 Poeira cósmica 0.0000020 Asteróides 0.0000500 Satélites e anéis 0.0400000 Outros planetas 0.0500000 Cometas 0.1000000 Júpiter 99.8000000 Sol % Massa Total
Dados: composição química 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação  do IST - 2002 2 Ni Níquel 34 Fe Ferro 2 Ca Cálcio 4 Ar Argônio 19 S Enxofre 38 Si Silício 3 Al Alumínio 40 Mg Magnésio 2 Na Sódio 98 Ne Neônio 690 O Oxigênio 87 N Nitrogênio 420 C Carbono 68.000 He Hélio 1.000.000 H Hidrogênio N o  de átomos por  milhão  de átomos de H
Composição solar Direção de rotação Órbitas co-planares Datação radiativa: solidificação 4.55 x 10 6  anos  Vínculos Observacionais 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Composição solar    nebulosa Direção de rotação    nebulosa em rotação Órbitas co-planares Datação radiativa: solidificação 4.55 x 10 6  anos  Vínculos Observacionais 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Composição solar    nebulosa Direção de rotação    nebulosa em rotação Órbitas co-planares    disco Datação radiativa: solidificação 4.55 x 10 6  anos  Vínculos Observacionais 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Colapso da nebulosa solar  Nebulosa contrae    aumenta rotação  (conservação momento angular) Material dos polos cai rapidamente no centro      formação de um disco   No centro    corpo massivo e quente      materiais sólidos volatilizados  Restante da nebulosa esfria    planetesimais No centro    processos nucleares    estrela No exterior    processos de accreção    planetas 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Nebulosa massiva, disco ~ 1M Sol : (Cameron) Instabilidades gravitacionais    Proto-planetas gigantes gasosos Nebulosa mínima, disco ~10 -2 M Sol : (Safronov) Condensação + accreção     Planetesimais    Planetas 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Nebulosa massiva, disco ~ 1M Sol : (Cameron) Instabilidades gravitacionais    Proto-planetas gigantes gasosos Nebulosa mínima, disco ~10 -2 M Sol : (Safronov) Condensação + accreção     Planetesimais    Planetas Modelo padrão 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Nebulosa de Orion 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Proplyds em Orion 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
 -Pictoris 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Previsões do modelo Processo de formação estelar comum no universo Existem muitos outros sistemas planetários 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Planetas  Extra-solares  Estatística: ~130 “planetas” detectados 2 sistemas planetários em torno de pulsar 3 discos proto-planetário s Métodos de detecção: Perturbações gravitacionais Velocidades radiais, variação de posição, variação na distância Imagem direta Ocultações (transitos) Lentes gravitacionais Primeiro descoberto 1995 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Perturbação gravitacional R    = 696,000km R    J  = 778,000km R    T  = 449km 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Observa P    determina V PL   Observa K = V    sin  i 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Msini= 0.25M J   a = 0.041 U.A. P = 3.024 d e = 0   1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
nuvem M    > 0.08M  T ~ 10 7  K Fusão Nuclear H-He Estrela T ~10 6   0.05 < M  < 0.08 Lítio, Deutério Anã Marrom Definição de  Planeta : 1) órbita em torno de uma estrela   2) processo de formação     3) M PL  < 0.05 M       13 M J   1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Formação de  “Hot-Jupiters”  quente demais     condensação ? pouco material     núcleo ~10 M T  ?  pouco material    tempo < 3 x 10 6  anos ? pouco gás     gigante?  altas excentricidades    disco?   Diferente do “modelo padrão” 0.2 M J  < M PL  sin i < 11 M J   0.04 UA < a PL  < 2.5 UA 0 < e PL  < 0.7  ~70%  a PL  < 1 UA 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Fragmentação da nuvem protoestelar    massas > 7 M J   Fragmentação do disco    aglutinação?  Migração planetária    interação com disco de gás  sobrevivência?  Modelos propostos 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
Sistema Solar Sistema pulsar 1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
1 a  Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002

Sistema Solar: Medidas 1

  • 1.
    A FORMAÇÃO DO S ISTEMA S OLAR Daniela Lazzaro Observatório Nacional Rio de Janeiro 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 2.
    Teorias de formação  50 em 300 anos Descartes 1644  “turbilhões” Buffon 1755  colisão com cometa Kant 1765  nebulosa “primordial” Laplace 1796  anéis concêntricos Jeans-Jeffreys 1916  colisão com estrela Safronov 1969  planetesimais Cameron 1969  instabilidades 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 3.
    O método científicoFormulação do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 4.
    O método científicoFormulação do problema Obtenção de dados observacionais 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 5.
    O método científicoFormulação do problema Obtenção de dados observacionais Elaboração do modelo 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 6.
    O método científicoFormulação do problema Obtenção de dados observacionais Elaboração do modelo Comprovação do modelo novos dados previsões do modelo 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 7.
    Como criar 9 corpos ? Formula ção do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 8.
    Como criar 9 corpos ? quebrar algo grande juntar algo pequeno Formula ção do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 9.
    Como criar 9 corpos ? quebrar algo grande juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ? Formula ção do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 10.
    Como criar 9 corpos ? quebrar algo grande juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ? estelar fria Formula ção do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 11.
    Como criar 9 corpos ? quebrar algo grande juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ? estelar fria Em que momento ? Formula ção do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 12.
    Como criar 9 corpos ? quebrar algo grande juntar algo pequeno Com que tipo de matéria ? estelar fria Em que momento ? congênitos capturados Formula ção do problema 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 13.
    Dados: órbitas co-planarese circulares 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 14.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002 17.17 0.246 39.44 Plutão 1.78 0.009 30.06 Netuno 0.77 0.046 19.18 Urano 2.50 0.056 9.54 Saturno 1.32 0.048 5.20 Júpiter 1.85 0.093 1.52 Marte 0.0 0.017 1.00 Terra 3.4 0.007 0.72 Vénus 7.0 0.206 0.39 Mercúrio i ( o ) e a (UA)
  • 15.
    Dados: direção domovimento e rotação 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 16.
    Dados: dimensões 1a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 17.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002 6,4 0,002 Plutão 0,66 17,2 Netuno -0,6 14,5 Urano 0,43 95,2 Saturno 0,41 317,9 Júpiter 1,03 0,11 Marte 1 1,00 Terra -244 0,82 Venus 55 0,06 Mercúrio 27 343.000 Sol Rotação (dias) Massa (M T = 5,98 x 10 24 kg)
  • 18.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002 0.0000001 Poeira cósmica 0.0000020 Asteróides 0.0000500 Satélites e anéis 0.0400000 Outros planetas 0.0500000 Cometas 0.1000000 Júpiter 99.8000000 Sol % Massa Total
  • 19.
    Dados: composição química1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002 2 Ni Níquel 34 Fe Ferro 2 Ca Cálcio 4 Ar Argônio 19 S Enxofre 38 Si Silício 3 Al Alumínio 40 Mg Magnésio 2 Na Sódio 98 Ne Neônio 690 O Oxigênio 87 N Nitrogênio 420 C Carbono 68.000 He Hélio 1.000.000 H Hidrogênio N o de átomos por milhão de átomos de H
  • 20.
    Composição solar Direçãode rotação Órbitas co-planares Datação radiativa: solidificação 4.55 x 10 6 anos Vínculos Observacionais 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 21.
    Composição solar  nebulosa Direção de rotação  nebulosa em rotação Órbitas co-planares Datação radiativa: solidificação 4.55 x 10 6 anos Vínculos Observacionais 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 22.
    Composição solar  nebulosa Direção de rotação  nebulosa em rotação Órbitas co-planares  disco Datação radiativa: solidificação 4.55 x 10 6 anos Vínculos Observacionais 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 23.
    Colapso da nebulosasolar Nebulosa contrae  aumenta rotação (conservação momento angular) Material dos polos cai rapidamente no centro  formação de um disco No centro  corpo massivo e quente  materiais sólidos volatilizados Restante da nebulosa esfria  planetesimais No centro  processos nucleares  estrela No exterior  processos de accreção  planetas 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 24.
    Nebulosa massiva, disco~ 1M Sol : (Cameron) Instabilidades gravitacionais  Proto-planetas gigantes gasosos Nebulosa mínima, disco ~10 -2 M Sol : (Safronov) Condensação + accreção  Planetesimais  Planetas 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 25.
    Nebulosa massiva, disco~ 1M Sol : (Cameron) Instabilidades gravitacionais  Proto-planetas gigantes gasosos Nebulosa mínima, disco ~10 -2 M Sol : (Safronov) Condensação + accreção  Planetesimais  Planetas Modelo padrão 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 26.
    Nebulosa de Orion1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 27.
    Proplyds em Orion1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 28.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 29.
     -Pictoris 1a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 30.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 31.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 32.
    Previsões do modeloProcesso de formação estelar comum no universo Existem muitos outros sistemas planetários 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 33.
    Planetas Extra-solares Estatística: ~130 “planetas” detectados 2 sistemas planetários em torno de pulsar 3 discos proto-planetário s Métodos de detecção: Perturbações gravitacionais Velocidades radiais, variação de posição, variação na distância Imagem direta Ocultações (transitos) Lentes gravitacionais Primeiro descoberto 1995 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 34.
    Perturbação gravitacional R = 696,000km R  J = 778,000km R  T = 449km 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 35.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 36.
    Observa P  determina V PL Observa K = V  sin i 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 37.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 38.
    Msini= 0.25M J a = 0.041 U.A. P = 3.024 d e = 0 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 39.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 40.
    nuvem M  > 0.08M  T ~ 10 7 K Fusão Nuclear H-He Estrela T ~10 6 0.05 < M  < 0.08 Lítio, Deutério Anã Marrom Definição de Planeta : 1) órbita em torno de uma estrela 2) processo de formação  3) M PL < 0.05 M   13 M J 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 41.
    Formação de “Hot-Jupiters” quente demais  condensação ? pouco material  núcleo ~10 M T ? pouco material  tempo < 3 x 10 6 anos ? pouco gás  gigante? altas excentricidades  disco?  Diferente do “modelo padrão” 0.2 M J < M PL sin i < 11 M J 0.04 UA < a PL < 2.5 UA 0 < e PL < 0.7 ~70% a PL < 1 UA 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 42.
    Fragmentação da nuvemprotoestelar  massas > 7 M J Fragmentação do disco  aglutinação? Migração planetária  interação com disco de gás  sobrevivência? Modelos propostos 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 43.
    Sistema Solar Sistemapulsar 1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002
  • 44.
    1 a Escola de Astrof ísica e Gravitação do IST - 2002