COMUNIDADE EM DESENVOLVIMENTO

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS




          Equipa CNO

 Práticas/Forças/Constrangimentos
“A educação é um processo social, é
desenvolvimento. Não é a preparação
para a vida, é a própria vida.”
                            John Dewey
ETAPAS INICIAIS DE INTERVENÇÃO NO CENTRO NOVAS
                 OPORTUNIDADES




           Levantamento do perfil do candidato
ETAPAS INICIAIS DE INTERVENÇÃO NO CENTRO NOVAS
                    OPORTUNIDADES


                           Ofertas
                        educativas e
                         formativas
ENCAMINHAMENTO        externas ao CNO
 Orientação para a
    oferta mais
 adequada ao perfil
de competências do
     candidato
                         Processo de
                      reconhecimento,
                         validação e
                       certificação de
                        competências
                           (RVCC)
UMA OPORTUNIDADE PARA TODOS

A educação de grupos socialmente deprimidos e grupos de risco -
   apenas é realizada quando existe um interesse político-social




Adaptação do Centro Novas Oportunidades Anselmo de Andrade a
uma nova realidade – princípio da educabilidade e da capacidade
universal de aprendizagem, numa perspetiva social e educativa face
a contextos socialmente excluídos.
UMA OPORTUNIDADE PARA TODOS


           Nível de ensino atingido na população do Continente e das PCDI

                                                                                  População
                        Nível de ensino                                              do                    PCDI
                                                                                  continente
Não sabe ler nem escrever /sabe ler, mas não frequentou a escola                      3,2%                20,9%
Ensino básico – 1.º ciclo                                                            32,3%                56,6%
Ensino básico – 2.º ciclo                                                            15,3%                10,7%
Ensino básico – 3.º ciclo                                                            20,1%                 6,5%
Ensino secundário                                                                    18,7%                 3,4%
Curso Médio/ensino superior                                                          10,4%                 1,9%
Total                                                                               100,0%               100,0%

                                          Fonte: CRPG – Elementos de caracterização das Pessoas com Deficiências e
                                                                                   Incapacidades em Portugal, 2007
UMA OPORTUNIDADE PARA TODOS


Realização de formação dentro desta área


 Análise e adaptação do contexto e das
        metodologias do Centro


 Levantamento e realização de parcerias


Realização de reuniões de trabalho com
    várias entidades especializadas

Candidatos em diagnóstico e candidatos
  encaminhados para processo RVCC
PROCESSO RVCC – DA VIDA PARA O REFERENCIAL

     Validação de
competências através
 das experiências de
  vida dos adultos,
devidamente refletidas
     na narrativa
    autobiográfica




    Referencial de
 competências-chave
PROCESSO RVCC – DA VIDA PARA O REFERENCIAL

   Sessões de descodificação
         do referencial


    Experiência/competência


   Sessões individuais com os
             adultos

     Sessões de formação
        complementar


   Validação de competências



       Júri de certificação
PROCESSO RVCC – DA VIDA PARA O REFERENCIAL


            Objetivos do processo de RVCC

Valorizar a aprendizagem ao longo
da vida através do reconhecimento
  e certificação de competências


     Permitir a valorização
  pessoal, social e profissional



      Fator de justiça social
O PRAZER DA LEITURA

Sempre gostei de ler e li, mais ocasionalmente, este
ou aquele livro. Agora que sei ir ao encontro deles, é
como ter chegado a uma clareira e definir a próxima
expedição.

Um livro pode realmente alterar a nossa maneira de
estar na vida, não só pelo diálogo que desencadeia
dentro de nós, como por espelhar as nossas
necessidades mais profundas.
                                          Otília Maria
Visitas à
biblioteca

     Viajar através das palavras



                        Tertúlias
VISITAS CULTURAIS
                            A visita foi para mim o
                            reencontro    com    lugares
                            esquecidos desta cidade que
                            tão bem conheço, a cidade
                            onde me orgulho de ter
                            nascido e onde vivo.

                            Na exposição encontro fotos
                            de um passado que me é
                            querido, e sinto a falta de ver
                            em laboração algumas das
                            indústrias existentes em toda
Museu da cidade de Almada
                            a zona ribeirinha.

                                              João Valente
DEBATES




“os percursos da
                       Debate sobre os media
  informação”
PALESTRAS E AÇÕES


                         “Acordo ortográfico”




“A emigração açoriana”
EMPREENDEDORISMO

                                Não é no silêncio que os homens
                                se fazem, mas na palavra, no
                                trabalho, na ação-reflexão.

                                                     Paulo Freire




Dinamizada pela Santa casa da
    Misericórdia de Almada
Como seres humanos a nossa grandeza
não jaz em sermos capazes de refazer o
mundo – é esse o mito da era atómica –
    mas em sermos capazes de nos
      refazermos a nós próprios.

                            Mahatma Gandhi

Seminário apresentação rvcc

  • 1.
    COMUNIDADE EM DESENVOLVIMENTO EDUCAÇÃOE FORMAÇÃO DE ADULTOS Equipa CNO Práticas/Forças/Constrangimentos
  • 2.
    “A educação éum processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida.” John Dewey
  • 3.
    ETAPAS INICIAIS DEINTERVENÇÃO NO CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES Levantamento do perfil do candidato
  • 4.
    ETAPAS INICIAIS DEINTERVENÇÃO NO CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES Ofertas educativas e formativas ENCAMINHAMENTO externas ao CNO Orientação para a oferta mais adequada ao perfil de competências do candidato Processo de reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC)
  • 5.
    UMA OPORTUNIDADE PARATODOS A educação de grupos socialmente deprimidos e grupos de risco - apenas é realizada quando existe um interesse político-social Adaptação do Centro Novas Oportunidades Anselmo de Andrade a uma nova realidade – princípio da educabilidade e da capacidade universal de aprendizagem, numa perspetiva social e educativa face a contextos socialmente excluídos.
  • 6.
    UMA OPORTUNIDADE PARATODOS Nível de ensino atingido na população do Continente e das PCDI População Nível de ensino do PCDI continente Não sabe ler nem escrever /sabe ler, mas não frequentou a escola 3,2% 20,9% Ensino básico – 1.º ciclo 32,3% 56,6% Ensino básico – 2.º ciclo 15,3% 10,7% Ensino básico – 3.º ciclo 20,1% 6,5% Ensino secundário 18,7% 3,4% Curso Médio/ensino superior 10,4% 1,9% Total 100,0% 100,0% Fonte: CRPG – Elementos de caracterização das Pessoas com Deficiências e Incapacidades em Portugal, 2007
  • 7.
    UMA OPORTUNIDADE PARATODOS Realização de formação dentro desta área Análise e adaptação do contexto e das metodologias do Centro Levantamento e realização de parcerias Realização de reuniões de trabalho com várias entidades especializadas Candidatos em diagnóstico e candidatos encaminhados para processo RVCC
  • 8.
    PROCESSO RVCC –DA VIDA PARA O REFERENCIAL Validação de competências através das experiências de vida dos adultos, devidamente refletidas na narrativa autobiográfica Referencial de competências-chave
  • 9.
    PROCESSO RVCC –DA VIDA PARA O REFERENCIAL Sessões de descodificação do referencial Experiência/competência Sessões individuais com os adultos Sessões de formação complementar Validação de competências Júri de certificação
  • 10.
    PROCESSO RVCC –DA VIDA PARA O REFERENCIAL Objetivos do processo de RVCC Valorizar a aprendizagem ao longo da vida através do reconhecimento e certificação de competências Permitir a valorização pessoal, social e profissional Fator de justiça social
  • 11.
    O PRAZER DALEITURA Sempre gostei de ler e li, mais ocasionalmente, este ou aquele livro. Agora que sei ir ao encontro deles, é como ter chegado a uma clareira e definir a próxima expedição. Um livro pode realmente alterar a nossa maneira de estar na vida, não só pelo diálogo que desencadeia dentro de nós, como por espelhar as nossas necessidades mais profundas. Otília Maria
  • 12.
    Visitas à biblioteca Viajar através das palavras Tertúlias
  • 13.
    VISITAS CULTURAIS A visita foi para mim o reencontro com lugares esquecidos desta cidade que tão bem conheço, a cidade onde me orgulho de ter nascido e onde vivo. Na exposição encontro fotos de um passado que me é querido, e sinto a falta de ver em laboração algumas das indústrias existentes em toda Museu da cidade de Almada a zona ribeirinha. João Valente
  • 14.
    DEBATES “os percursos da Debate sobre os media informação”
  • 15.
    PALESTRAS E AÇÕES “Acordo ortográfico” “A emigração açoriana”
  • 16.
    EMPREENDEDORISMO Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão. Paulo Freire Dinamizada pela Santa casa da Misericórdia de Almada
  • 17.
    Como seres humanosa nossa grandeza não jaz em sermos capazes de refazer o mundo – é esse o mito da era atómica – mas em sermos capazes de nos refazermos a nós próprios. Mahatma Gandhi