O documento descreve o período pré-modernista no Brasil, caracterizado pelo regionalismo, denúncia da realidade marginalizada, e sincretismo literário. Havia um desejo de redescobrir o Brasil pobre através de novas formas de expressão como teses, ensaios e panfletos. Autores como Graça Aranha, Euclides da Cunha, Monteiro Lobato e Lima Barreto contribuíram com obras focadas nos problemas sociais do país.