O documento discute a política nacional sobre drogas no Brasil, enfatizando a importância do livre acesso à informação e à necessidade de uma abordagem mais humanizada e científica no tratamento do uso de drogas. De 1970 a 2010, as políticas de repressão não resultaram na diminuição do consumo e aumentaram a violência e a população carcerária. O texto propõe ações voltadas à prevenção e reintegração social, com ênfase em uma gestão intersetorial e qualificada das políticas públicas.