O documento discute a medição quantitativa do risco operacional. Primeiramente, apresenta os principais modelos de medição, com ênfase no Método da Distribuição de Perdas. Também discute como as cópulas podem justificar erros no cálculo dos requisitos de capital para distribuições conjuntas não elípticas. Finalmente, analisa a informação sobre risco operacional nos relatórios de bancos portugueses em 2006.