O documento discute a importância de se levar em conta as perspectivas e significados que as próprias crianças atribuem à música, ao invés de concepções adultocêntricas. Defende que as crianças devem ter espaço para expressar sua musicalidade de forma livre e criativa, seja cantando, tocando instrumentos ou compondo. Também enfatiza a necessidade de valorizar a cultura musical infantil e proporcionar experiências musicais significativas e colaborativas entre crianças.