CONSUMO ALIMENTAR RESIDUAL Renata Helena Branco Pesquisadora Centro Avançado de Pesquisa em Pecuária de Corte Instituto de Zootecnia
 
Introdução:  Custo alimentação    60 a 65% Utilização dos nutrientes    idade, raça, sexo; Variação genética para eficiência de utilização de nutrientes; Critérios de seleção    melhoria resultados econômicos de produção
Introdução : Eficiência Alimentar    Conversão Alimentar    CMS  e GMD    negativamente correlacionada com ganho de peso e peso a idade adulta. Diferenças    exigências de mantença e crescimento. Koch et al. (1963)    modelo estatístico para ajustar o consumo alimentar para as diferenças de ganho (CAR) ou ganhos ajustados para as diferenças de consumo (ganho residual).
Introdução :   Basarab et al. (2001)    CAR    requerimentos necessários para mantença do animal, independente do crescimento, do tamanho ou apetite do animal. CAR    medida alternativa de eficiência independente do nível de produção e do tamanho do animal. CAR = Consumo observado – Consumo estimado (PV médio, GP e parâmetro de composição corporal)
Objetivo Apresentar consumo alimentar residual e as implicações da utilização em bovinos de corte
Medidas de Eficiência Alimentar Consumo    tamanho corporal e nível de produção    relacionados com eficiência do sistema; CA e EA; Eficiência Parcial de Crescimento: GMD e a diferença do CMS observado e esperado para manutenção; a taxa de crescimento relativo (TCR), definida como porcentagem da diferença entre o log do PVF e PVI sobre o número de dias do teste;  e a taxa de kleiber (TK), relação entre GMD e peso metabólico  Eficiência par Vaca / bezerro; CAR
Medidas de Eficiência Alimentar Animais jovens: Relacionadas ao crescimento: EPC: Conversão Alimentar Consumo Residual Correlações genéticas entre as medidas    altas
Consumo Alimentar Residual Consumo alimentar: -  CAR = Consumo Observado – Consumo Estimado (f{PV, GMD,  composição GMD, característica de carcaça }) 2 GMD (1,44 vs 1,40 kg dia) e PV ( 384 vs. 381 Kg) CAR ( -0,54 vs. +0,70 kg/d) vs ( 9,4 vs. 10,6 kg/MS) CMS --1,2 kg/MS Animais mais eficientes apresentam CAR negativo
Não associação PVI e CMS Respostas positivas Não dependentes CMS
Bases fisiológicas para a variação do Consumo Residual
Consumo Alimentar Residual Bovinos
 
Baixo CAR Alto CAR 73% baixo e médio CAR Figura 1. Distribuição do consumo de matéria seca (CMS) predito e observado de novilhas nelore submetidas à seleção para peso pós-desmame NeC NeS
Figura 2. Distribuição do ganho médio diário (GMD) e CAR de bezerros nelore submetidos à seleção para peso pós-desmame 1,09:0,373 1,16:-0,462
 
 
Resposta à seleção Bovinos
Barreiras para adoção Custo Consumo individual Duração dos testes
 
 
Considerações O consumo alimentar residual pode ser usado como medida alternativa de eficiência alimentar, sendo independente de características de desempenho e variações ambientais que provoquem alterações no tamanho corporal ou maturidade dos animais.
Muito Obrigada!!! [email_address]

Resumo alimentar residual

  • 1.
    CONSUMO ALIMENTAR RESIDUALRenata Helena Branco Pesquisadora Centro Avançado de Pesquisa em Pecuária de Corte Instituto de Zootecnia
  • 2.
  • 3.
    Introdução: Custoalimentação  60 a 65% Utilização dos nutrientes  idade, raça, sexo; Variação genética para eficiência de utilização de nutrientes; Critérios de seleção  melhoria resultados econômicos de produção
  • 4.
    Introdução : EficiênciaAlimentar  Conversão Alimentar  CMS e GMD  negativamente correlacionada com ganho de peso e peso a idade adulta. Diferenças  exigências de mantença e crescimento. Koch et al. (1963)  modelo estatístico para ajustar o consumo alimentar para as diferenças de ganho (CAR) ou ganhos ajustados para as diferenças de consumo (ganho residual).
  • 5.
    Introdução : Basarab et al. (2001)  CAR  requerimentos necessários para mantença do animal, independente do crescimento, do tamanho ou apetite do animal. CAR  medida alternativa de eficiência independente do nível de produção e do tamanho do animal. CAR = Consumo observado – Consumo estimado (PV médio, GP e parâmetro de composição corporal)
  • 6.
    Objetivo Apresentar consumoalimentar residual e as implicações da utilização em bovinos de corte
  • 7.
    Medidas de EficiênciaAlimentar Consumo  tamanho corporal e nível de produção  relacionados com eficiência do sistema; CA e EA; Eficiência Parcial de Crescimento: GMD e a diferença do CMS observado e esperado para manutenção; a taxa de crescimento relativo (TCR), definida como porcentagem da diferença entre o log do PVF e PVI sobre o número de dias do teste; e a taxa de kleiber (TK), relação entre GMD e peso metabólico Eficiência par Vaca / bezerro; CAR
  • 8.
    Medidas de EficiênciaAlimentar Animais jovens: Relacionadas ao crescimento: EPC: Conversão Alimentar Consumo Residual Correlações genéticas entre as medidas  altas
  • 9.
    Consumo Alimentar ResidualConsumo alimentar: - CAR = Consumo Observado – Consumo Estimado (f{PV, GMD, composição GMD, característica de carcaça }) 2 GMD (1,44 vs 1,40 kg dia) e PV ( 384 vs. 381 Kg) CAR ( -0,54 vs. +0,70 kg/d) vs ( 9,4 vs. 10,6 kg/MS) CMS --1,2 kg/MS Animais mais eficientes apresentam CAR negativo
  • 10.
    Não associação PVIe CMS Respostas positivas Não dependentes CMS
  • 11.
    Bases fisiológicas paraa variação do Consumo Residual
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    Baixo CAR AltoCAR 73% baixo e médio CAR Figura 1. Distribuição do consumo de matéria seca (CMS) predito e observado de novilhas nelore submetidas à seleção para peso pós-desmame NeC NeS
  • 15.
    Figura 2. Distribuiçãodo ganho médio diário (GMD) e CAR de bezerros nelore submetidos à seleção para peso pós-desmame 1,09:0,373 1,16:-0,462
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    Barreiras para adoçãoCusto Consumo individual Duração dos testes
  • 20.
  • 21.
  • 22.
    Considerações O consumoalimentar residual pode ser usado como medida alternativa de eficiência alimentar, sendo independente de características de desempenho e variações ambientais que provoquem alterações no tamanho corporal ou maturidade dos animais.
  • 23.