SlideShare uma empresa Scribd logo
3ª Parte Protocolos de Transporte
3.1 - X.25 Protocolo X.25: Desenvolvido no inicio dos anos 70 pelo CCITT (Comité Consultivo de Telefones e Telégrafos Internacional), agora ITU ( International Telecommunications Union ) Protocolo  standard  de telecomunicações, (ainda) utilizado Ex. rede Telepac Protocolo de comutação de pacotes: Encaminhamento de pacotes de dimensão variável Necessidade de processamento de pacotes por nós + Utilizadores  Atrasos de transmissão Controlo de erros/fluxo ponto-a-ponto (protocolo fiável) 1 canal físico partilhado por diferentes utilizadores
Protocolo X.25: Protocolo  Connection-oriented Todas as mensagens efectuam o mesmo percurso na rede (Circuito Virtual) Garante ordem cronológica na chegada de pacotes Utilização de circuitos virtuais, possibilita: Circuitos temporários por chamada Circuitos permanentes Pouco apropriado para aplicações de tempo-real Pacotes sujeitos a atrasos variáveis Baixas velocidade (64 Kbps) Transporta de bastante informação de controlo ( overhead ) 3.1 - X.25
Pacotes de vários utilizadores (clientes) de uma rede X.25 (fornecedor) são multiplexados numa única ligação para acederem a serviços e/ou outras redes 3.1 - X.25 A B C R C C C C B A C B A R Link  X.25 A A A B B B Servidor Remoto Gateway  c Interface  X.25 Rede X.25
Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação de dados Física X.25 - PLP OSI X.25 LAPB X.21 Relação entre X.25 e modelo OSI 3.1 - X.25
Camada Física Possibilidade de utilização de uma série de protocolos  standards  : X21, X21bis Comunicação Terminal (DTE) / Rede (DCE) Camada Ligação de Dados Protocolo LAPB ( Link Access Procedure-Balanced ) Comunicação fiável ao nível da trama Camada Rede Protocolo PLP ( Packet Layer Protocol) Gestão de estabelecimento de ligações virtuais 3.1 - X.25
3.1 - X.25 Equipamentos de Rede X.25: DTE –  Data Terminal Equipment DCE –  Data Communication Equipment PSE –  Packet Switching Exchange PAD –  Packet Assembler / Disassembler *  Buffering  – armazenamento de pacotes  * Assemblar/Desassemblar pacotes * Inserção/Remoção de cabeçalho * Acoplado a DTE
3.1 - X.25 Circuito Físico vs. Circuito Virtual em Rede X.25: 2 tipos de Circuito Virtual: SVC –  Switched Virtual Circuit  ligação lógica temporária estabelecida durante a comunicação DTE-DTE  PVC –  Permanent Virtual Circuit ligação lógica permanente sem necessidade de estabelecimento prévio   ligação sempre activa.
3.1 - X.25 GFI –  General Format Identifier  Identificador de formato de pacote: * Dados ou Controlo LCI –  Local Channel Identifier Identificador de circuito virtual  PTI –  Packet Type Identifier  Identificador de tipo de pacote: * ex.  setup ,  reset  de ligação
3.1 - X.25 Flag  – Delimitador de trama Address  –  Endereço de nó destino Control  – Especifica Numero de sequência +  tipo de trama: * Trama S (Supervisão), I (Informação) ou U(não numerada) Data  – contém o pacote PLP de  layer  3 FCS  –  Frame Check Sequence Checksum  de trama
Protocolo  Frame-Relay Protocolo de transporte de tramas - normas ITU-T Q.922 e Q.933 Implementado em meados do anos 80, com o objectivo de contornar limitações de velocidade de X.25 Apropriado para redes rápidas e fiáveis - fibras ópticas Controlo de Fluxo Controlo de Erros  Nós apenas realizam funções de encaminhamento das tramas: Não detectam erros Eliminam tramas se não as reconhecerem  (endereços) Suporta e garante maiores velocidades de transmissão n  x 64  Kpbs Connection Oriented -  circuitos virtuais Garantia de ritmo de transmissão (CIR) 3.2 –  Frame Relay Realizado nos Protocolos das camadas Superiores (Terminais) Não requerem retransmissão
Protocolo  Frame-Relay Connection Oriented -  circuitos virtuais: PVC -  Permanent Virtual Circuit   Circuito Permanente Gestão mais simples de rede Pré-Definição de características de ligação Velocidade Dimensão de pacotes SVC -  Switched Virtual Circuit   Circuito Comutado Gestão dinâmica de rede  3.2 -  Frame Relay
Interligação de LANs (clientes) através de uma rede de pública de comutação de pacotes (fornecedor) 3.2 -  Frame Relay FRAD Rede  Frame-Relay -  Fornecedor: FRAD PVC Gw Gw Hub R FRAD -  Frame Relay Access Device FRS -  Frame Relay Switch PVC -  Permanent Virtual Circuit Cliente Cliente FRS
Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação de dados Física OSI Frame Relay Frame Relay Relação entre  Frame-Relay  e modelo OSI 3.2 - Frame Relay
Estrutura de trama  Frame-Relay Flag  - padrão de  bits  que identifica inicio/fim de trama Cabeçalho: DLCI -  Data Link Connection Identifier   Identificador de Circuito Virtual DE -  Bit   Discard Eligibility   Identificador de tramas menos prioritárias FECN -  Forward Explicit Congestion Notification   BECN -  Backward Explicit Congestion Notification   FCS -  Frame Check Sequence  Checksum  do cabeçalho da trama 3.2 -  Frame Relay Bits  de Notificação de congestionamento nos sentidos E>R  (FECN) e R>E (BECN) Flag Cabeçalho Informação FCS Flag
Controlo de congestionamento na rede  Garantia de QoS: Contrato Débito de Ligação - parâmetros negociados Rede/Utilizador: CIR -  Commited Information Rate  Velocidade   média que rede se compromete a disponibilizar CBS  -  Commited   Burst Size Dimensão média de pacote de dados ( bits ) que rede se compromete a transmitir por unidade tempo  T CIR = CBS / T   AR –  Access   Rate  Velocidade   máxima do canal do utilizador EBS  -  Excess Burst Size  Dimensão máxima de pacote de dados (acima de CBS) que rede tentará transmitir por unidade de tempo  T AR = EBS / T 3.2 -  Frame Relay
3.2 -  Frame Relay Ritmo Máximo Canal (AR) CIR Ritmo Tx  Tempo Transmissão Garantida Transmissão se possível Excesso Eliminado
Controlo de congestionamento na rede: Utilizador compromete-se a respeitar contrato cauto-disciplina Rede compromete-se a  respeitar o contrato com: Controlo de Policiamento (utilizadores correntes) Controlo de Admissão (novos utilizadores)  Utilização de parâmetros FECN/BECN FECN: Indicar a elemento de rede que recebe trama que foi detectado congestionamento no caminho que percorreu Receptor recebe trama e reduz ritmo de transmissão (inversa) BECN: Informação transportada por tramas que fazem percurso inverso ao das tramas que encontram congestionamento Emissor recebe trama e reduz ritmo de transmissão Bit  DE=1 em tramas de Aplicações: -- Prioritárias  Não cumpridoras de valores de Contrato de Tráfego 3.2 -  Frame Relay
RDIS - Rede Digital com Integração de Serviços 3.3 -   RDIS Integração de serviços dispersos por várias redes numa única rede Ex: telefone, telex e dados Melhor qualidade  Rede Digital Acessos simultâneos / Maior velocidade (do que rede analógicas) Comutação digital Comutação digital
Interfaces  RDIS Acesso Básico (BA - Basic Access ) 2 Canais B - Dados a 64 Kbit/s 1 Canal D - Sinalização a 16 Kbit/s Acesso Primário (PA -  Primary Access ) 30 Canais B  (Versão americana tem 23 canais) 1 Canal D  -  Sinalização a 64 Kbit/s 1 Canal de sincronismo de 64 Kbit/s 3.3 -   RDIS
Sessão Aplicação Apresentação LAPD ISDN Modelo OSI / Protocolos ISDN LAPD  - Link Acess Procedure on D Channel 3.3 - RDIS Rede Transporte Ligação de dados Física
3.3 -   RDIS i) Serviços de suporte Serviços de telecomunicações são classificados em 3 grupos ii) Teleserviços iii) Serviços suplementares
Serviços de Suporte Possibilitam a transferência de informação digital entre utilizadores Caracterizados pelo seguinte conjunto de atributos: Transferência de Informação Acesso Gerais 3.3 -   RDIS Atributos de transferência  de informação Serviços Suplementares oferecidos pela rede Canal (D/B) + Ritmo de Acesso Modo de Tx: CS / PS Tipo de Serviço: * Dados, Audio, Video RDIS Atributos de Acesso Atributos Gerais
Teleserviços Serviço de comunicação entre: 2 Utilizadores Utilizador/Servidor de Rede Tipos de Teleserviços: Telefonia - Transmissão bidireccional de um sinal de voz com largura de banda 3,1 KHz Teletexto - Transmissão de informação em modo carácter Telefax - Transmissão de informação em modo  facsimile Documentos com resolução até 400 dpi Videotexto - Transmissão de informação em modo alfa-fotográfico Texto + Gráficos + Imagens  3.3 -   RDIS
Serviços Suplementares Modificam/complementam um serviço básico de telecomunicações (teleserviço) Não têm existência autónoma São disponibilizados em associação com serviços básicos Existem 8 tipos de Serviços Suplementares: Identificação de número Oferta de chamadas Estabelecimento de chamadas Multi-utilizador Comunidade de utilizadores Taxação Transferência de informação adicional 3.3 -   RDIS
Identificação de Número DDI -  Direct Dialing In MSN -  Multiple Subscriber Number CLIP -  Calling Line Id. Presentation CLIR -  Calling Line Id. Restriction COLP -  Connected Line Id. Presentation COLR -  Connectede Line Id. Restriction MCID -  Malicious Call IDentification Oferta de Chamadas CT -  Call Transfer CFB -  Call Forwarding Busy CFNR -  Call Forwarding No Reply CFW -  Call Forwarding Immediate Estabelecimento de Chamadas CW -  Call Waiting TP-  Terminal Portability Multi-utilizador CONF -  Conference Call 3PTY -  Three-Party Service Comunidade de Utilizadores CUG -  Closed User Group Tarifação AOC -  Advice Of Charging RC -  Reverse Charging Transferência de Informação Adicional UUS -  User-to-User Signaling 3.3 -   RDIS Resumo dos serviços suplementares
Identificação de número - permitem  facilidades adicionais relacionadas com endereços Marcação Directa de Entrada (DDI)   Permite a um utilizador chamar directamente outro utilizador, num sistema privado, sem intervenção de operadora Identificação de Linha Chamadora (CLIP)   Serviço oferecido ao utilizador chamado, que lhe fornece o número RDIS do chamador Restrição de Identificação de Linha Chamadora (CLIR) Serviço oferecido ao utilizador chamador, restringe a apresentação do seu número RDIS no terminal chamado Identificação de Linha Ligada (COLP) Serviço oferecido ao utilizador chamador, que lhe fornece o número RDIS do utilizador ao qual ele está efectivamente ligado 3.3 -   RDIS
Restrição de Identificação de Linha Ligada (COLR) Serviço oferecido ao utilizador ligado, que restringe a apresentação do seu número ao chamador Anulação de Restrição de Id. de Linha Chamadora (CLIR  override ) Permite a identificação do número RDIS do chamador, mesmo quando este possui CLIR Identificação de Chamada Mal Intencionada (MCID) Permite ao utilizador que recebe uma chamada mal intencionada a identificação do chamador (sobrepondo-se ao CLIR). Esta chamada fica identificada na central Número de Utilizador Múltiplo (MSN)   Permite atribuir múltiplos números RDIS a uma única interface 3.3 -   RDIS
Oferta de chamadas - permitem efectuar operações de redireccionamento de chamadas Transferência de Chamadas (CT)   Permite a um utilizador transferir uma chamada estabelecida para um terceiro terminal, independentemente de ter sido originada ou recebida pelo utilizador Redireccionamento se Ocupado (CFB)   Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu se encontrar ocupado Redireccionamento se Não Responder (CFNR)   Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu não as atender Redireccionamento Incondicional (CFU)   Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal incondicionalmente 3.3 -   RDIS
Estabelecimento de chamadas - Permitem efectuar operações de controlo de estabelecimento de chamadas  Chamada em Espera (CW) Permite a um utilizador ser avisado da existência de uma chamada de entrada, com a indicação de que não há canal de informação (B) disponível na interface Portabilidade de Terminal (TP) Permite ao utilizador interromper uma chamada existente e posteriormente restabelecer a ligação noutro local 3.3 -   RDIS
Multi-utilizador - Permitem efectuar operações de controlo de chamadas envolvendo vários interlocutores Chamada de Conferência (CONF) Permite a um utilizador comunicar simultaneamente com vários utilizadores, os quais podem também comunicar entre si Conferência Tripartida (3PTY) Permite a um utilizador juntar 2 chamadas numa conversação a três 3.3 - RDIS
Comunidade de Utilizadores - permitem a definição de atributos a grupos de utilizadores  Grupo Fechado de Utilizadores (CUG) Permite formar grupos de utilizadores para os quais o acesso é restrito (ex.: elementos desse grupo podem comunicar entre si mas não para fora desse grupo) Taxação - serviços relacionados com a contabilização de custos de chamadas Aviso de Taxação (AOC) Permite ao utilizador que paga a chamada receber informação da taxação relativa a essa  chamada, no inicio, durante ou no fim da chamada Tarifação no Destinatário (REV) Permite imputar ao receptor de uma chamada o custo da mesma 3.3 -   RDIS
Transferência de informação adicional - permitem definir formas adicionais de transferência de informação User-to-User Signaling  (UUS) Permite a um utilizador RDIS enviar/receber informação de/para outro utilizador RDIS, sobre o canal de sinalização em associação com uma chamada para outro utilizador RDIS 3.3 -   RDIS

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Trabalho frame relay
Trabalho frame relayTrabalho frame relay
Trabalho frame relay
Anderson Zardo
 
Redes tcp udp
Redes tcp udpRedes tcp udp
Redes tcp udp
Carlos Pereira
 
Diffserv (serviços diferenciados)
Diffserv (serviços diferenciados)Diffserv (serviços diferenciados)
Diffserv (serviços diferenciados)
UFPA
 
Aula 9 camada de rede
Aula 9   camada de redeAula 9   camada de rede
Aula 9 camada de rede
wab030
 
Voz sobre frame relay – vofr
Voz sobre frame relay – vofrVoz sobre frame relay – vofr
Voz sobre frame relay – vofr
Danilo Lacerda
 
Capítulo 23 comunicação entre processos
Capítulo 23   comunicação entre processosCapítulo 23   comunicação entre processos
Capítulo 23 comunicação entre processos
Faculdade Mater Christi
 
Apostila redes conceitos
Apostila redes conceitosApostila redes conceitos
Apostila redes conceitos
redesinforma
 
Lista04
Lista04Lista04
Lista04
redesinforma
 
Downloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geral
Downloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geralDownloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geral
Downloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geral
Ronaldo Souza
 
Exercícios
ExercíciosExercícios
Exercícios
redesinforma
 
RC - SL03 - Camada de Transporte
RC - SL03 - Camada de TransporteRC - SL03 - Camada de Transporte
RC - SL03 - Camada de Transporte
UFPB
 
Protocolo Atm
Protocolo AtmProtocolo Atm
Protocolo Atm
teixeiraafm1
 
Aula 10 camada de rede
Aula 10   camada de redeAula 10   camada de rede
Aula 10 camada de rede
wab030
 
RC - SL05 - Camada de Enlace e Redes Locais
RC - SL05 - Camada de Enlace e Redes LocaisRC - SL05 - Camada de Enlace e Redes Locais
RC - SL05 - Camada de Enlace e Redes Locais
UFPB
 
Redes de Comunicacao-Camada de transporte
Redes de Comunicacao-Camada de transporte Redes de Comunicacao-Camada de transporte
Redes de Comunicacao-Camada de transporte
Carlitos Fainda Chitsumba
 
Redes x.25
Redes x.25Redes x.25
Redes x.25
Petterson Castro
 
Redes ATM- Redes de Computadores
Redes ATM- Redes de ComputadoresRedes ATM- Redes de Computadores
Redes ATM- Redes de Computadores
Felipe Weizenmann
 
Camada de transporte parte1
Camada de transporte parte1Camada de transporte parte1
Camada de transporte parte1
Universidade Federal do Pampa
 
Protocolos TCP IP UDP
Protocolos TCP IP UDPProtocolos TCP IP UDP
Protocolos TCP IP UDP
André Nobre
 
Redes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDP
Redes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDPRedes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDP
Redes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDP
Mauro Tapajós
 

Mais procurados (20)

Trabalho frame relay
Trabalho frame relayTrabalho frame relay
Trabalho frame relay
 
Redes tcp udp
Redes tcp udpRedes tcp udp
Redes tcp udp
 
Diffserv (serviços diferenciados)
Diffserv (serviços diferenciados)Diffserv (serviços diferenciados)
Diffserv (serviços diferenciados)
 
Aula 9 camada de rede
Aula 9   camada de redeAula 9   camada de rede
Aula 9 camada de rede
 
Voz sobre frame relay – vofr
Voz sobre frame relay – vofrVoz sobre frame relay – vofr
Voz sobre frame relay – vofr
 
Capítulo 23 comunicação entre processos
Capítulo 23   comunicação entre processosCapítulo 23   comunicação entre processos
Capítulo 23 comunicação entre processos
 
Apostila redes conceitos
Apostila redes conceitosApostila redes conceitos
Apostila redes conceitos
 
Lista04
Lista04Lista04
Lista04
 
Downloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geral
Downloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geralDownloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geral
Downloads telecom com_dados_exercicios_exercicio_parte 1 geral
 
Exercícios
ExercíciosExercícios
Exercícios
 
RC - SL03 - Camada de Transporte
RC - SL03 - Camada de TransporteRC - SL03 - Camada de Transporte
RC - SL03 - Camada de Transporte
 
Protocolo Atm
Protocolo AtmProtocolo Atm
Protocolo Atm
 
Aula 10 camada de rede
Aula 10   camada de redeAula 10   camada de rede
Aula 10 camada de rede
 
RC - SL05 - Camada de Enlace e Redes Locais
RC - SL05 - Camada de Enlace e Redes LocaisRC - SL05 - Camada de Enlace e Redes Locais
RC - SL05 - Camada de Enlace e Redes Locais
 
Redes de Comunicacao-Camada de transporte
Redes de Comunicacao-Camada de transporte Redes de Comunicacao-Camada de transporte
Redes de Comunicacao-Camada de transporte
 
Redes x.25
Redes x.25Redes x.25
Redes x.25
 
Redes ATM- Redes de Computadores
Redes ATM- Redes de ComputadoresRedes ATM- Redes de Computadores
Redes ATM- Redes de Computadores
 
Camada de transporte parte1
Camada de transporte parte1Camada de transporte parte1
Camada de transporte parte1
 
Protocolos TCP IP UDP
Protocolos TCP IP UDPProtocolos TCP IP UDP
Protocolos TCP IP UDP
 
Redes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDP
Redes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDPRedes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDP
Redes de computadores II - 4.Camada de Transporte TCP e UDP
 

Destaque

Trabalho atm e mpls
Trabalho atm e mplsTrabalho atm e mpls
Trabalho atm e mpls
aandersonnn
 
WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...
WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...
WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...
Wellington Oliveira
 
WANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de OliveiraWANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
Wellington Oliveira
 
Capítulo 5 do CCNA
Capítulo 5 do CCNACapítulo 5 do CCNA
Capítulo 5 do CCNA
Wellington Oliveira
 
WANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de OliveiraWANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
Wellington Oliveira
 
Ccna-640-802_prova final_mod_I
Ccna-640-802_prova final_mod_ICcna-640-802_prova final_mod_I
Ccna-640-802_prova final_mod_I
Danilo Colichio Lino
 

Destaque (6)

Trabalho atm e mpls
Trabalho atm e mplsTrabalho atm e mpls
Trabalho atm e mpls
 
WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...
WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...
WANs e Roteadores Cap. 10 TCP/IP Intermediário - CCNA 3.1 Wellington Pinto de...
 
WANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de OliveiraWANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 2 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
 
Capítulo 5 do CCNA
Capítulo 5 do CCNACapítulo 5 do CCNA
Capítulo 5 do CCNA
 
WANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de OliveiraWANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
WANs e Roteadores Cap. 1 - CCNA 3.1 Wellington Pinto de Oliveira
 
Ccna-640-802_prova final_mod_I
Ccna-640-802_prova final_mod_ICcna-640-802_prova final_mod_I
Ccna-640-802_prova final_mod_I
 

Semelhante a R&C 0301 07 1

R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)
R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)
R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)
Mariana Hiyori
 
Cap5 frame relay aula1
Cap5 frame relay aula1Cap5 frame relay aula1
Cap5 frame relay aula1
Denis Katko
 
AULAPROTO_FRELAY.ppt
AULAPROTO_FRELAY.pptAULAPROTO_FRELAY.ppt
AULAPROTO_FRELAY.ppt
Spiller3
 
relay frame atm
relay frame atm relay frame atm
relay frame atm
yuri_moura
 
kurose-slides-1.ppt
kurose-slides-1.pptkurose-slides-1.ppt
kurose-slides-1.ppt
mevom8177
 
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem FioProtocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Jaguaraci Silva
 
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem FioProtocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Jaguaraci Silva
 
Clp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolosClp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolos
Wellington barbosa
 
Arquitetura x.25
Arquitetura  x.25Arquitetura  x.25
02 - Aplicação-Transporte.pdf
02 - Aplicação-Transporte.pdf02 - Aplicação-Transporte.pdf
02 - Aplicação-Transporte.pdf
edsonjcg
 
R&C 0201 07 1
R&C 0201 07 1R&C 0201 07 1
R&C 0201 07 1
guest6a825195
 
Aula5.ppt
Aula5.pptAula5.ppt
Aula5.ppt
Cidrone
 
Redes industriais
Redes industriais Redes industriais
Redes industriais
ubirata paulo
 
Redes industriais
Redes industriais Redes industriais
Redes industriais
ubirata paulo
 
Glossario ethernet baumier v1
Glossario ethernet baumier   v1Glossario ethernet baumier   v1
Glossario ethernet baumier v1
Mersao52
 
Aula08 - frame-relay
Aula08 -   frame-relayAula08 -   frame-relay
Aula08 - frame-relay
Carlos Veiga
 
Redes
RedesRedes
Evolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PON
Evolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PONEvolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PON
Evolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PON
Heitor Galvão
 
Frame Relay
Frame RelayFrame Relay
Frame Relay
Bruno Luiz
 
ATM via rádio (apresentação da tese)
ATM via rádio (apresentação da tese)ATM via rádio (apresentação da tese)
ATM via rádio (apresentação da tese)
Pedro Silva
 

Semelhante a R&C 0301 07 1 (20)

R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)
R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)
R&c 03 14_1 - Protocolos (Parte 1)
 
Cap5 frame relay aula1
Cap5 frame relay aula1Cap5 frame relay aula1
Cap5 frame relay aula1
 
AULAPROTO_FRELAY.ppt
AULAPROTO_FRELAY.pptAULAPROTO_FRELAY.ppt
AULAPROTO_FRELAY.ppt
 
relay frame atm
relay frame atm relay frame atm
relay frame atm
 
kurose-slides-1.ppt
kurose-slides-1.pptkurose-slides-1.ppt
kurose-slides-1.ppt
 
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem FioProtocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
 
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem FioProtocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
Protocolos De Transporte Para Redes Sem Fio
 
Clp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolosClp automacao redes_protocolos
Clp automacao redes_protocolos
 
Arquitetura x.25
Arquitetura  x.25Arquitetura  x.25
Arquitetura x.25
 
02 - Aplicação-Transporte.pdf
02 - Aplicação-Transporte.pdf02 - Aplicação-Transporte.pdf
02 - Aplicação-Transporte.pdf
 
R&C 0201 07 1
R&C 0201 07 1R&C 0201 07 1
R&C 0201 07 1
 
Aula5.ppt
Aula5.pptAula5.ppt
Aula5.ppt
 
Redes industriais
Redes industriais Redes industriais
Redes industriais
 
Redes industriais
Redes industriais Redes industriais
Redes industriais
 
Glossario ethernet baumier v1
Glossario ethernet baumier   v1Glossario ethernet baumier   v1
Glossario ethernet baumier v1
 
Aula08 - frame-relay
Aula08 -   frame-relayAula08 -   frame-relay
Aula08 - frame-relay
 
Redes
RedesRedes
Redes
 
Evolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PON
Evolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PONEvolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PON
Evolucões das técnicas de Acesso Multiplo para as redes Ópticas Passivas PON
 
Frame Relay
Frame RelayFrame Relay
Frame Relay
 
ATM via rádio (apresentação da tese)
ATM via rádio (apresentação da tese)ATM via rádio (apresentação da tese)
ATM via rádio (apresentação da tese)
 

Mais de guest6a825195

R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2
guest6a825195
 
R&C 0401 07 1
R&C 0401 07 1R&C 0401 07 1
R&C 0401 07 1
guest6a825195
 
R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2
guest6a825195
 
R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1
guest6a825195
 
R&C 0101 07 1
R&C 0101 07 1R&C 0101 07 1
R&C 0101 07 1
guest6a825195
 
R&C 0202 07 1
R&C 0202 07 1R&C 0202 07 1
R&C 0202 07 1
guest6a825195
 
R&C 0101 07 3
R&C 0101 07 3R&C 0101 07 3
R&C 0101 07 3
guest6a825195
 
R&C 0101 07 2
R&C 0101 07 2R&C 0101 07 2
R&C 0101 07 2
guest6a825195
 

Mais de guest6a825195 (8)

R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2
 
R&C 0401 07 1
R&C 0401 07 1R&C 0401 07 1
R&C 0401 07 1
 
R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2R&C 0502 07 2
R&C 0502 07 2
 
R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1
 
R&C 0101 07 1
R&C 0101 07 1R&C 0101 07 1
R&C 0101 07 1
 
R&C 0202 07 1
R&C 0202 07 1R&C 0202 07 1
R&C 0202 07 1
 
R&C 0101 07 3
R&C 0101 07 3R&C 0101 07 3
R&C 0101 07 3
 
R&C 0101 07 2
R&C 0101 07 2R&C 0101 07 2
R&C 0101 07 2
 

R&C 0301 07 1

  • 1. 3ª Parte Protocolos de Transporte
  • 2. 3.1 - X.25 Protocolo X.25: Desenvolvido no inicio dos anos 70 pelo CCITT (Comité Consultivo de Telefones e Telégrafos Internacional), agora ITU ( International Telecommunications Union ) Protocolo standard de telecomunicações, (ainda) utilizado Ex. rede Telepac Protocolo de comutação de pacotes: Encaminhamento de pacotes de dimensão variável Necessidade de processamento de pacotes por nós + Utilizadores Atrasos de transmissão Controlo de erros/fluxo ponto-a-ponto (protocolo fiável) 1 canal físico partilhado por diferentes utilizadores
  • 3. Protocolo X.25: Protocolo Connection-oriented Todas as mensagens efectuam o mesmo percurso na rede (Circuito Virtual) Garante ordem cronológica na chegada de pacotes Utilização de circuitos virtuais, possibilita: Circuitos temporários por chamada Circuitos permanentes Pouco apropriado para aplicações de tempo-real Pacotes sujeitos a atrasos variáveis Baixas velocidade (64 Kbps) Transporta de bastante informação de controlo ( overhead ) 3.1 - X.25
  • 4. Pacotes de vários utilizadores (clientes) de uma rede X.25 (fornecedor) são multiplexados numa única ligação para acederem a serviços e/ou outras redes 3.1 - X.25 A B C R C C C C B A C B A R Link X.25 A A A B B B Servidor Remoto Gateway c Interface X.25 Rede X.25
  • 5. Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação de dados Física X.25 - PLP OSI X.25 LAPB X.21 Relação entre X.25 e modelo OSI 3.1 - X.25
  • 6. Camada Física Possibilidade de utilização de uma série de protocolos standards : X21, X21bis Comunicação Terminal (DTE) / Rede (DCE) Camada Ligação de Dados Protocolo LAPB ( Link Access Procedure-Balanced ) Comunicação fiável ao nível da trama Camada Rede Protocolo PLP ( Packet Layer Protocol) Gestão de estabelecimento de ligações virtuais 3.1 - X.25
  • 7. 3.1 - X.25 Equipamentos de Rede X.25: DTE – Data Terminal Equipment DCE – Data Communication Equipment PSE – Packet Switching Exchange PAD – Packet Assembler / Disassembler * Buffering – armazenamento de pacotes * Assemblar/Desassemblar pacotes * Inserção/Remoção de cabeçalho * Acoplado a DTE
  • 8. 3.1 - X.25 Circuito Físico vs. Circuito Virtual em Rede X.25: 2 tipos de Circuito Virtual: SVC – Switched Virtual Circuit ligação lógica temporária estabelecida durante a comunicação DTE-DTE PVC – Permanent Virtual Circuit ligação lógica permanente sem necessidade de estabelecimento prévio ligação sempre activa.
  • 9. 3.1 - X.25 GFI – General Format Identifier Identificador de formato de pacote: * Dados ou Controlo LCI – Local Channel Identifier Identificador de circuito virtual PTI – Packet Type Identifier Identificador de tipo de pacote: * ex. setup , reset de ligação
  • 10. 3.1 - X.25 Flag – Delimitador de trama Address – Endereço de nó destino Control – Especifica Numero de sequência + tipo de trama: * Trama S (Supervisão), I (Informação) ou U(não numerada) Data – contém o pacote PLP de layer 3 FCS – Frame Check Sequence Checksum de trama
  • 11. Protocolo Frame-Relay Protocolo de transporte de tramas - normas ITU-T Q.922 e Q.933 Implementado em meados do anos 80, com o objectivo de contornar limitações de velocidade de X.25 Apropriado para redes rápidas e fiáveis - fibras ópticas Controlo de Fluxo Controlo de Erros Nós apenas realizam funções de encaminhamento das tramas: Não detectam erros Eliminam tramas se não as reconhecerem (endereços) Suporta e garante maiores velocidades de transmissão n x 64 Kpbs Connection Oriented - circuitos virtuais Garantia de ritmo de transmissão (CIR) 3.2 – Frame Relay Realizado nos Protocolos das camadas Superiores (Terminais) Não requerem retransmissão
  • 12. Protocolo Frame-Relay Connection Oriented - circuitos virtuais: PVC - Permanent Virtual Circuit Circuito Permanente Gestão mais simples de rede Pré-Definição de características de ligação Velocidade Dimensão de pacotes SVC - Switched Virtual Circuit Circuito Comutado Gestão dinâmica de rede 3.2 - Frame Relay
  • 13. Interligação de LANs (clientes) através de uma rede de pública de comutação de pacotes (fornecedor) 3.2 - Frame Relay FRAD Rede Frame-Relay - Fornecedor: FRAD PVC Gw Gw Hub R FRAD - Frame Relay Access Device FRS - Frame Relay Switch PVC - Permanent Virtual Circuit Cliente Cliente FRS
  • 14. Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação de dados Física OSI Frame Relay Frame Relay Relação entre Frame-Relay e modelo OSI 3.2 - Frame Relay
  • 15. Estrutura de trama Frame-Relay Flag - padrão de bits que identifica inicio/fim de trama Cabeçalho: DLCI - Data Link Connection Identifier Identificador de Circuito Virtual DE - Bit Discard Eligibility Identificador de tramas menos prioritárias FECN - Forward Explicit Congestion Notification BECN - Backward Explicit Congestion Notification FCS - Frame Check Sequence Checksum do cabeçalho da trama 3.2 - Frame Relay Bits de Notificação de congestionamento nos sentidos E>R (FECN) e R>E (BECN) Flag Cabeçalho Informação FCS Flag
  • 16. Controlo de congestionamento na rede Garantia de QoS: Contrato Débito de Ligação - parâmetros negociados Rede/Utilizador: CIR - Commited Information Rate Velocidade média que rede se compromete a disponibilizar CBS - Commited Burst Size Dimensão média de pacote de dados ( bits ) que rede se compromete a transmitir por unidade tempo T CIR = CBS / T AR – Access Rate Velocidade máxima do canal do utilizador EBS - Excess Burst Size Dimensão máxima de pacote de dados (acima de CBS) que rede tentará transmitir por unidade de tempo T AR = EBS / T 3.2 - Frame Relay
  • 17. 3.2 - Frame Relay Ritmo Máximo Canal (AR) CIR Ritmo Tx Tempo Transmissão Garantida Transmissão se possível Excesso Eliminado
  • 18. Controlo de congestionamento na rede: Utilizador compromete-se a respeitar contrato cauto-disciplina Rede compromete-se a respeitar o contrato com: Controlo de Policiamento (utilizadores correntes) Controlo de Admissão (novos utilizadores) Utilização de parâmetros FECN/BECN FECN: Indicar a elemento de rede que recebe trama que foi detectado congestionamento no caminho que percorreu Receptor recebe trama e reduz ritmo de transmissão (inversa) BECN: Informação transportada por tramas que fazem percurso inverso ao das tramas que encontram congestionamento Emissor recebe trama e reduz ritmo de transmissão Bit DE=1 em tramas de Aplicações: -- Prioritárias Não cumpridoras de valores de Contrato de Tráfego 3.2 - Frame Relay
  • 19. RDIS - Rede Digital com Integração de Serviços 3.3 - RDIS Integração de serviços dispersos por várias redes numa única rede Ex: telefone, telex e dados Melhor qualidade Rede Digital Acessos simultâneos / Maior velocidade (do que rede analógicas) Comutação digital Comutação digital
  • 20. Interfaces RDIS Acesso Básico (BA - Basic Access ) 2 Canais B - Dados a 64 Kbit/s 1 Canal D - Sinalização a 16 Kbit/s Acesso Primário (PA - Primary Access ) 30 Canais B (Versão americana tem 23 canais) 1 Canal D - Sinalização a 64 Kbit/s 1 Canal de sincronismo de 64 Kbit/s 3.3 - RDIS
  • 21. Sessão Aplicação Apresentação LAPD ISDN Modelo OSI / Protocolos ISDN LAPD - Link Acess Procedure on D Channel 3.3 - RDIS Rede Transporte Ligação de dados Física
  • 22. 3.3 - RDIS i) Serviços de suporte Serviços de telecomunicações são classificados em 3 grupos ii) Teleserviços iii) Serviços suplementares
  • 23. Serviços de Suporte Possibilitam a transferência de informação digital entre utilizadores Caracterizados pelo seguinte conjunto de atributos: Transferência de Informação Acesso Gerais 3.3 - RDIS Atributos de transferência de informação Serviços Suplementares oferecidos pela rede Canal (D/B) + Ritmo de Acesso Modo de Tx: CS / PS Tipo de Serviço: * Dados, Audio, Video RDIS Atributos de Acesso Atributos Gerais
  • 24. Teleserviços Serviço de comunicação entre: 2 Utilizadores Utilizador/Servidor de Rede Tipos de Teleserviços: Telefonia - Transmissão bidireccional de um sinal de voz com largura de banda 3,1 KHz Teletexto - Transmissão de informação em modo carácter Telefax - Transmissão de informação em modo facsimile Documentos com resolução até 400 dpi Videotexto - Transmissão de informação em modo alfa-fotográfico Texto + Gráficos + Imagens 3.3 - RDIS
  • 25. Serviços Suplementares Modificam/complementam um serviço básico de telecomunicações (teleserviço) Não têm existência autónoma São disponibilizados em associação com serviços básicos Existem 8 tipos de Serviços Suplementares: Identificação de número Oferta de chamadas Estabelecimento de chamadas Multi-utilizador Comunidade de utilizadores Taxação Transferência de informação adicional 3.3 - RDIS
  • 26. Identificação de Número DDI - Direct Dialing In MSN - Multiple Subscriber Number CLIP - Calling Line Id. Presentation CLIR - Calling Line Id. Restriction COLP - Connected Line Id. Presentation COLR - Connectede Line Id. Restriction MCID - Malicious Call IDentification Oferta de Chamadas CT - Call Transfer CFB - Call Forwarding Busy CFNR - Call Forwarding No Reply CFW - Call Forwarding Immediate Estabelecimento de Chamadas CW - Call Waiting TP- Terminal Portability Multi-utilizador CONF - Conference Call 3PTY - Three-Party Service Comunidade de Utilizadores CUG - Closed User Group Tarifação AOC - Advice Of Charging RC - Reverse Charging Transferência de Informação Adicional UUS - User-to-User Signaling 3.3 - RDIS Resumo dos serviços suplementares
  • 27. Identificação de número - permitem facilidades adicionais relacionadas com endereços Marcação Directa de Entrada (DDI) Permite a um utilizador chamar directamente outro utilizador, num sistema privado, sem intervenção de operadora Identificação de Linha Chamadora (CLIP) Serviço oferecido ao utilizador chamado, que lhe fornece o número RDIS do chamador Restrição de Identificação de Linha Chamadora (CLIR) Serviço oferecido ao utilizador chamador, restringe a apresentação do seu número RDIS no terminal chamado Identificação de Linha Ligada (COLP) Serviço oferecido ao utilizador chamador, que lhe fornece o número RDIS do utilizador ao qual ele está efectivamente ligado 3.3 - RDIS
  • 28. Restrição de Identificação de Linha Ligada (COLR) Serviço oferecido ao utilizador ligado, que restringe a apresentação do seu número ao chamador Anulação de Restrição de Id. de Linha Chamadora (CLIR override ) Permite a identificação do número RDIS do chamador, mesmo quando este possui CLIR Identificação de Chamada Mal Intencionada (MCID) Permite ao utilizador que recebe uma chamada mal intencionada a identificação do chamador (sobrepondo-se ao CLIR). Esta chamada fica identificada na central Número de Utilizador Múltiplo (MSN) Permite atribuir múltiplos números RDIS a uma única interface 3.3 - RDIS
  • 29. Oferta de chamadas - permitem efectuar operações de redireccionamento de chamadas Transferência de Chamadas (CT) Permite a um utilizador transferir uma chamada estabelecida para um terceiro terminal, independentemente de ter sido originada ou recebida pelo utilizador Redireccionamento se Ocupado (CFB) Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu se encontrar ocupado Redireccionamento se Não Responder (CFNR) Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu não as atender Redireccionamento Incondicional (CFU) Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal incondicionalmente 3.3 - RDIS
  • 30. Estabelecimento de chamadas - Permitem efectuar operações de controlo de estabelecimento de chamadas Chamada em Espera (CW) Permite a um utilizador ser avisado da existência de uma chamada de entrada, com a indicação de que não há canal de informação (B) disponível na interface Portabilidade de Terminal (TP) Permite ao utilizador interromper uma chamada existente e posteriormente restabelecer a ligação noutro local 3.3 - RDIS
  • 31. Multi-utilizador - Permitem efectuar operações de controlo de chamadas envolvendo vários interlocutores Chamada de Conferência (CONF) Permite a um utilizador comunicar simultaneamente com vários utilizadores, os quais podem também comunicar entre si Conferência Tripartida (3PTY) Permite a um utilizador juntar 2 chamadas numa conversação a três 3.3 - RDIS
  • 32. Comunidade de Utilizadores - permitem a definição de atributos a grupos de utilizadores Grupo Fechado de Utilizadores (CUG) Permite formar grupos de utilizadores para os quais o acesso é restrito (ex.: elementos desse grupo podem comunicar entre si mas não para fora desse grupo) Taxação - serviços relacionados com a contabilização de custos de chamadas Aviso de Taxação (AOC) Permite ao utilizador que paga a chamada receber informação da taxação relativa a essa chamada, no inicio, durante ou no fim da chamada Tarifação no Destinatário (REV) Permite imputar ao receptor de uma chamada o custo da mesma 3.3 - RDIS
  • 33. Transferência de informação adicional - permitem definir formas adicionais de transferência de informação User-to-User Signaling (UUS) Permite a um utilizador RDIS enviar/receber informação de/para outro utilizador RDIS, sobre o canal de sinalização em associação com uma chamada para outro utilizador RDIS 3.3 - RDIS